morfologia urbana

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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

Tal como o ‘princípio ou lei da continuidade’ firmado na expressão latina natura non facit saltus, largamente presente no vocabulário da filosofia e da ciência ocidental e base de reflexão de diferentes teorias, também a ‘lei da persistência do plano’ tornou-se num processo heurístico da morfologia urbana de vertente histórica. Rapidamente, a ‘persistência’ passou a ser considerada como a característica fundamental das formas urbanas planimétricas e a tarefa de descobrir as ‘formas antigas’ numa das mais ativas. A potencialidade deste conhecimento era dupla: identificar as ideias urbanísticas originais e desenhar esquemas ou reconstituições hipotéticas da ocupação inicial / planeada. Regressivamente, pela planta atual chegava-se à planta primordial. Assim, e como lembrou Lavedan, ao socorrer-se
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Integração de condicionantes de morfologia urbana no desenvolvimento de metodologia para planejamento energético urbano.

Integração de condicionantes de morfologia urbana no desenvolvimento de metodologia para planejamento energético urbano.

A metodologia está estruturada em dois módulos principais, representados no fluxograma da Figura 1 e abrangendo: Módulo 1 - Gerenciamento da Demanda de Energia, envolvendo aspectos relacionados à Morfologia Urbana, Mobilidade Urbana e Edificações. A demanda de energia é entendida nesse trabalho como a solicitação energética de uma dada área urbana, por se tratar de um termo técnico amplamente utilizado no setor elétrico; Módulo 2 - Gerenciamento da Oferta de Energia, incluindo geração e distribuição de energia elétrica e térmica, em escala urbana. Inicialmente, é definida uma Situação de Referência, referente ao padrão corrente de uso e ocupação do solo, transportes urbanos e de uso e geração de energia em edificações, podendo abranger tanto uma situação existente quanto a um padrão especificado por meio da legislação ou de normas técnicas.
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MÚLTIPLAS RELAÇÕES ENTRE A MORFOLOGIA URBANA E OS SHOPPING CENTERS

MÚLTIPLAS RELAÇÕES ENTRE A MORFOLOGIA URBANA E OS SHOPPING CENTERS

As transformações por que passa a morfologia urbana, decorrentes da presença dos shoppings centers, podem então acontecer em diversas escalas. Além disso, a aparição deles em determinado local da cidade é comumente vista como a chegada “do novo”, o que talvez possa ser explicado pela visão de desenvolvimento que detém grande parte da sociedade contemporânea, ligada somente ao que se refere à dimensão econômica, quando sabemos que o desenvolvimento é mais que isso e engloba outras esferas, sobretudo a de cunho social. Retomando Corrêa (2010, p. 155), o “novo não aparece, assim, necessariamente, como algo positivo em termos econômicos e sociais”. Quando discute a existência de inovações, e isso inclui também inovações espaciais, o autor estabelece uma relação entre a produção do espaço urbano e a reprodução do capitalismo, afirmando que “as inovações constituem um dos meios pelos quais a capitalismo garante condições de sua própria existência e reprodução” (CORRÊA, 2010, p. 150). Tendo em vista a relação entre o que seja novo, no sentido exato da palavra, e o que pode de fato significar na realidade urbana, fica bem claro que devemos levar em conta diversos aspectos, visto que há uma diferença relevante em relação a processos inerentes à cidade.
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Estruturação da cidade e morfologia urbana: um estudo sobre cidades de porte médio da rede urbana paulista

Estruturação da cidade e morfologia urbana: um estudo sobre cidades de porte médio da rede urbana paulista

O estudo das formas urbanas tem se apresentado como um importante ponto de partida para se compreender diferentes processos e fenômenos que estão atrelados às transformações em curso no espaço urbano. Diferentes áreas do conhecimento científico tratam do estudo das formas com abordagens que tanto possuem especificidades quanto complementaridades. Na Geografia, há estudos que abordam esse tema a partir de análises pautadas na representação dos elementos constituintes da morfologia, como o plano e a sua evolução; as relações do plano com o sítio urbano; a fisionomia urbana; a densidade da ocupação, a identificação de áreas morfologicamente homogêneas; a heterogeneidade das formas. Há, também, estudos que tomam a análise das formas urbanas como uma investigação que remete ao estudo da paisagem, com foco nos conteúdos culturais, sociais e políticos que irão se manifestar em formas espaciais, tanto quanto nas representações a partir delas construídas, baseadas em perspectivas históricas, econômicas, sociais ou culturais. Isso se deve à influência das diferentes correntes teórico-metodológicas que, direta ou indiretamente, contribuíram (ou contribuem) nas abordagens referentes à morfologia urbana. Considerando-se que o estudo das formas urbanas é relevante para se compreender a dinâmica das transformações espaciais, neste trabalho realizamos uma discussão sobre diferentes abordagens teóricas que contemplam aspectos ligados à produção do espaço urbano e estruturação da cidade. Embora o termo morfologia urbana compareça associado à análise da forma e daquilo que pode ser apreendido a partir do empírico, é preciso considerar que seu significado não se limita apenas a esta dimensão, uma vez que é a forma a concretização de um processo. Partindo-se desta perspectiva, realizamos um estudo das formas urbanas complementado com elementos característicos de uma análise da estruturação de um conjunto de cidades de porte médio, sendo elas: Assis, Birigui
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Análise do impacto da morfologia urbana na demanda estimada de energia das edificações: um estudo de caso na cidade de Maceió, AL.

Análise do impacto da morfologia urbana na demanda estimada de energia das edificações: um estudo de caso na cidade de Maceió, AL.

A abordagem da análise e classificação tipo- morfológica pode ainda ser bastante útil no estudo do impacto da forma construída em fenômenos climáticos urbanos, como a ilha de calor urbana. Stewart e Oke (2009) sugerem um zoneamento climático local (Local Climate Zone) a partir de modelos genéricos de forma urbana caracterizados por atributos morfoclimáticos (estruturas construídas, superfícies e atividades humanas). No contexto das pesquisas brasileiras, poucos trabalhos aplicaram métricas espaciais associadas a modelos numéricos nos estudos sobre o impacto da morfologia urbana no clima local. Amorim, Barros Filho e Cruz (2009) propuseram o uso de imagem de satélite para análise da textura urbana, no sentido de destacar padrões morfológicos representativos de áreas urbanas em Recife, PE, a partir de diferentes dinâmicas sociais e urbanas. Lima e Assis (2003) descreveram em SIG um processo para estimar a massa de construção e prever o balanço de energia na cidade de Belo Horizonte, MG. Mendonça e Assis (2003), visando amenizar o impacto da ocupação do solo no clima local, identificaram e registraram características locais, definindo áreas urbanas homogêneas que
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O estudo do ‘Território’ e da ‘Morfologia Urbana’ no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (1962-1974)

O estudo do ‘Território’ e da ‘Morfologia Urbana’ no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (1962-1974)

Resumo. O estudo do ‘Território’ e da ‘Morfologia Urbana’ foi introduzido no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) no início da década de 60 do século XX, aquando da entrada do arquitecto Nuno Portas nesta instituição pública de investigação. Neste Laboratório, na Divisão de Construção e Habitação do Departamento de Edifícios e Pontes, as diferentes linhas de pesquisa para a investigação em Arquitectura e Urbanismo, foram definidas em diálogo com o Ministério das Obras Públicas e atendendo ao conhecimento que Nuno Portas tinha acerca dos trabalhos de investigação em curso noutros centros de pesquisa
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Elementos Estruturantes e Morfologia Urbana

Elementos Estruturantes e Morfologia Urbana

O crescimento urbano pode definir-se pelo conjunto de fenómenos de extensão e densificação dos aglomerados, que ocorrem no espaço e no tempo. A sua materialização é um dos campos do estudo da morfologia urbana – O construído. O estudo do crescimento urbano é assim importante para o entendimento da cidade e das suas partes, permitindo uma compreensão global da sua evolução, numa perspectiva dinâmica. Neste contexto será possível entendermos em que períodos ocorre uma maior estabilização, afirmando-se a consolidação interna dos aglomerados, e quais os momentos de ruptura marcados por extensões importantes, nomeadamente ocupações bruscas no território. Esta ferramenta de análise permitirá ainda revelar os pontos fixos das sucessivas transformações na relação tempo/espaço e estabelecer as lógicas de crescimento dos aglomerados, uma vez que a forma urbana é resultado de um processo contínuo, estudado cronologicamente, bem como das características que lhe estão associadas em cada período.
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O estudo do ‘Território’ e da ‘Morfologia Urbana’ no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (1962-1974).

O estudo do ‘Território’ e da ‘Morfologia Urbana’ no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (1962-1974).

O estudo do ‘Território’ e da ‘Morfologia Urbana’ foi introduzido no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) através do arquitecto Nuno Portas, aquando da formação da Divisão de Construção e Habitação (DCH), no início da década de 60 do século XX, momento em que se apercebeu da possibilidade de constituir uma equipa de pesquisa que viesse a dar prioridade a trabalhos de campo sobre a perceção e o uso do espaço urbano. Conhecendo também os trabalhos desenvolvidos noutros centros de investigação estrangeiros, seus contemporâneos, definiram-se no LNEC as linhas de pesquisa que marcariam esta unidade de pesquisa, em diálogo com o Ministério das Obras Públicas. O trabalho elaborado pela equipa por ele coordenada, ainda não foi merecedor de uma análise pormenorizada sob o ponto de vista da Morfologia Urbana. Conhecer este legado constitui um imperativo para o desenvolvimento do estudo da Forma Urbana. A presente comunicação introduz os primeiros resultados de uma investigação em curso baseada na análise dos Relatórios produzidos na DCH e nas suas subsequentes unidades orgânicas.
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Um percurso sobre o patrimônio e a morfologia urbana do centro de Fortaleza-CE

Um percurso sobre o patrimônio e a morfologia urbana do centro de Fortaleza-CE

A incursão sobre a área histórica do central de Fortaleza apresenta reminiscências de um acervo patrimonial passível de reconhecimento como patrimônio edificado da cidade, tanto em aspectos arquitetônicos quanto urbanísticos. O bairro tem em seu tecido urbano uma síntese das diversas fases da arquitetura brasileira materializada em seu traçado e nos bens edificados. Essa composição abrange principalmente a produção eclética, perpassando pelo momento do art déco e inclui o período da produção moderna. O presente trabalho visa identificar no acervo patrimonial existente, as temporalidades e espacialidades que possibilitam remontar a história da forma urbana do bairro. Utilizando-se do aporte teórico- metodológico da morfologia urbana de autores como Aldo Rossi (1966), Gordon Cullen (1971), José Lamas (1990), Kevin Lynch (1960), e Philippe Panerai (1999) foi permitido, em um percurso predefinido, tecer parte da memória urbana fortalezense. O estudo histórico- morfológico percorre através da análise sequenciada os subconjuntos articulados formados pela rede de praças do bairro: Praça José de Alencar, Praça Capistrano de Abreu (Lagoinha), Praça Clóvis Beviláquia, Praça do Carmo, Praça Murilo Borges (BNB), Praça Coração de Jesus, Parque das Crianças, Praça do Riacho Pajeú, Praça dos Voluntários (Polícia), Praça do Ferreira, Praça Waldemar Falcão (Correios), Praça General Tibúrcio (Leões), Praça Figueira de Melo, Bosque Dom Delgado (Pajeú), Praça Cristo Redentor, Praça Caio Prado (Sé), Praça dos Mártires (Passeio Público), e Praça Castro Carreira (Estação). Setorizou-se o bairro com base nesse sistema de praças, pois se percebe que há nesses espaços públicos um trajeto que contempla uma parcela da história urbana fortalezense. Além de que em seu entorno, há uma maior concentração de bens patrimoniais em relação aos demais setores do bairro em que a descaracterização é uma imperativa do conjunto urbano. Visando apreender essa rede de espaços públicos contidas na área estudada foram propostos dois percursos baseados nos limites da cidade de 1875 delineados por Adolfo Herbster (Planta da cidade da Fortaleza). O trajeto se inicia pelas conhecidas boulevards (avenidas do Imperador, Duque de Caxias e Dom Manuel) e pela orla marítima. O estudo é pautado na análise bibliográfica, documental e empírica, sendo composto por uma sobreposição de mapas, acervo fotográfico e desenhos que ratificam esse acervo patrimonial tanto arquitetônico quanto urbanístico na contemporaneidade. Dentre os resultados obtidos, observou-se que diante de um quadro atual da perda do locus da noção de aglomerado histórico-cultural, as praças expressam os redutos da ambiência patrimonial que por ventura resistem na morfologia urbana da Capital cearense.
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Avaliação multicritério do espaço público urbano para a promoção de sociabilidade segundo aspectos de transporte, de uso do solo e da morfologia urbana : proposta de procedimento

Avaliação multicritério do espaço público urbano para a promoção de sociabilidade segundo aspectos de transporte, de uso do solo e da morfologia urbana : proposta de procedimento

Este resultado confere com a relação proporcional de ordem hierárquica quanto ao número médio de amigos por pessoa/km da via, mas já não representa a ordem hierárquica referente ao volume de trafego que seria em ordem decrescente: Rua João Gomes, Avenida Cardeal da Silva e Rua Almirante Barroso. Portanto, considerando as demais variareis como uso do solo e morfologia urbana é possível afirmar que não é determinante que o volume de tráfego seja inversamente proporcional a quantidade de amigos por morador por km da via. A reunião de diversas variáveis de maior e menor importância, que podem ser ou não associadas entre si, resultou num método de avaliação conciso e inovador, onde foi alçando um meio capaz de traduz um discurso bem como de testado em função dos resultados.
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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

Os autores são os únicos responsáveis pelas opiniões expressas nos textos publicados na ‘Revista de Morfologia Urbana’. Os Artigos (não deverão exceder as 6 000 palavras, devendo ainda incluir um resumo com um máximo de 200 palavras), as Perspetivas (não deverão exceder as 1 000 palavras), os Relatórios e as Notícias referentes a eventos futuros deverão ser enviados ao Editor. As normas para contributos encontram-se na página 2.

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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

Esquema simplificado da relação entre edifícios vizinhos no regulamento municipal de Lisboa: (a) recuo obrigatório da parede desde o limite do próprio prédio para abertura de janelas,[r]

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Morfologia urbana do plano piloto de brasília e a sua imagem para o turista

Morfologia urbana do plano piloto de brasília e a sua imagem para o turista

como os canais de circulação pelos quais o observador se locomove. As vias podem ser representadas por ruas, alamedas, canais, linhas de trânsito, ferrovias, entre outras. Lynch (1997) aponta este elemento como um dos mais importantes para a imagem de uma cidade, pois é através das vias que os observadores registram os outros elementos ambientais, se organizam e se relacionam. Panerai (1983) utiliza a categoria rota e acrescenta afirmando que estes são elementos que permitem uma primeira aproximação do observador com a paisagem urbana. Em complemento, Assen de Oliveira (1999) destaca que a via é o lugar da acessibilidade e da permeabilidade, ou da continuidade.
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Estimação de volumes de tráfego com base na morfologia urbana. Estudo de caso: cidade de FortalezaCE

Estimação de volumes de tráfego com base na morfologia urbana. Estudo de caso: cidade de FortalezaCE

A Tabela 3.4 permite comparar a correlação dos dados coletados (em base logarítmica) e variáveis sintáticas sob duas circunstâncias diferentes: na primeira condição, utilizaram-se os valores sintáticos calculados para toda a área contidos na subárea. Na segunda condição, recalcularam-se as variáveis sintáticas apenas das subáreas recortadas, esse experimento permitiu identificar que o movimento das subáreas recebe influência da lógica morfológica existente em todo o sistema axial. Esse princípio pode ser generalizado para outras cidades, mas é preciso que se identifique qual é o tamanho máximo que uma malha viária pode ter para que a morfologia seja o principal fator de influência dos movimentos.
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REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA

As formas urbanas antigas começaram, então, a ser entendidas como o resultado coletivo de várias ações, não necessariamente coordenadas na obtenção de um efeito final, mas absolutamente conscientes relativamente à sua própria parte. É que por definição, planeamento é o processo explícito de escolha e organização das diversas ações antecipando os resultados, ou seja, é o ato de controlo do fazer. Como tudo o que foi feito e construído pelos seres humanos foi produto de uma vontade consciente, pode-se então depreender que os atos construtivos e urbanísticos nos espaços urbanos foram controlados por quem os programou e executou, tornando-se portanto, planeados. E nem mesmo a explicação, de que uma forma urbana planeada se refere ao resultado das práticas de ordem superior e centralizada, por oposição à forma urbana espontânea relativa ao resultado das práticas individuais ou de ordem social, adquire grande sentido. É que a diferença entre as ações construtivas maiores, isto é, as que implicam mais intervenientes, mais esforço financeiro e mais área ocupada do solo, de outras menores, reside somente na dimensão com que as intervenções são levadas a cabo, nunca na motivação ordenadora, as quais adquirem diferentes esquemas formais consoante as possibilidades e os constrangimentos (espaciais, naturais, jurídicos, económicos ou construtivos) envolvidos. A questão decorrente é perceber quem controlou o quê, em que nível e em que escala, como tão bem elucida Habraken (1998). Além do mais, tendo o planeamento uma qualidade cíclica, pois admite períodos de aceitação, recusa, adaptação e reestruturação parcial ou total (Malfroy, 1998), obriga a considerar que as formas urbanas antigas que chegaram até hoje possam não corresponder a uma única decisão ou ação, sendo sim o resultado de um processo contínuo de fazer e refazer, muitas vezes ativado pelo imenso poder da ‘destruição criativa’ (Page, 1999).
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Morfologia urbana: solução generativa paramétrica

Morfologia urbana: solução generativa paramétrica

Favela Cloud: Experiments on the potentials of the vavela to generate new spatial and social pos- sibilities... Favela Cloud: Experiments on the potentials of the vavela to generate new [r]

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Enclaves residenciais: morfologia urbana e organização da vizinhança - o caso do Bairro Peixoto em Copacabana

Enclaves residenciais: morfologia urbana e organização da vizinhança - o caso do Bairro Peixoto em Copacabana

No espírito do projeto somente a Rua Siqueira Campos poderia ter estabelecimentos comerciais o que foi sendo modificado durante as décadas, principalmente no fim dos anos 50, quando pequenos estabelecimentos foram autorizados a funcionar dentro da área, provocando precedentes para a instalação de clinicas médicas, academias de ginástica e até mesmo de um gigantesco hospital geral (Copa D’Or) que sobrecarrega enormemente toda a infra-estrutura urbana em volta, além de atrair muitos veículos. O que muitos poucos sabem é que a área ocupada hoje pelo Bairro Peixoto, no trecho situado entre a Rua Tonelero, as Ruas Figueiredo de Magalhães e Santa Clara; Rua Henrique Oswald até a vertente do Morro dos Cabritos; todo o lado par da Rua Santa Clara e lado impar da Rua Siqueira Campos, continuamente até a Rua Ministro Alfredo Valadão e a partir daí de forma irregular até novamente voltar à Rua Tonelero, era a última área agrícola de Copacabana, isso em plenos anos 40 do séc XX.
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Metodologia de priorização da expansão da rede de distribuição de gás natural com base na sintaxe espacial: uma aplicação no setor residencial em Fortaleza

Metodologia de priorização da expansão da rede de distribuição de gás natural com base na sintaxe espacial: uma aplicação no setor residencial em Fortaleza

Como objetivos específicos, têm-se: i) orientar e avaliar a aplicação do modelo de Sintaxe Espacial, até agora geralmente empregado na análise da morfologia urbana, para nortear a expansão e ampliação de serviços de infra- estrutura; ii) contribuir para o aumento da eficiência na oferta de Gás Natural, direcionando seu uso para o setor residencial no espaço urbano, detectando a existência de benefícios para o consumidor; iii) identificar a demanda potencial pelo GN através da análise da forma urbana, segundo a Sintaxe Espacial, e do dimensionamento do consumo de gás natural; iv) elaborar um sistema de informações geográficas da demanda potencial de Gás Natural com foco no setor residencial, para uma área de estudo na cidade de Fortaleza; e v) indicar outras aplicações a serem implementadas com esta metodologia, para guiar a expansão de infra-estruturas em outros contextos urbanos.
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Produção urbana no semiárido brasileiro: um estudo sobre Pau dos Ferros, RN, Brasil

Produção urbana no semiárido brasileiro: um estudo sobre Pau dos Ferros, RN, Brasil

Vale ressaltar que outra forma de entender o espaço periurbano, conforme destacam Alves e Vale (2013), é tomá-lo como sendo um espaço vazio, que está reservado para a ação especula- tiva do solo, caracterizando assim a “estocagem” para venda em momento mais oportuno. Isso evidencia, na produção da cidade, a contradição do valor de uso e do valor de troca, tornando-se mercadoria, como todos os produtos do trabalho humano (CARLOS, 2015). Essa realidade pode ser justificada mediante a perspectiva de que, na produção do espaço urbano, exista disputa de interesses de diferentes agentes sociais, notoriamente elencados por Corrêa (1989) como sendo: proprietários dos meios de produção, dando destaque aos responsáveis pelo setor industrial; os proprietários fundiários; os promotores imobiliários; o Estado; e os grupos sociais excluídos. É importante observar também que as contradições e ações desses agentes estão presentes nas cidades de grande, médio ou de pequeno porte, variando apenas os níveis de complexidade e de percepção. Dessa maneiro, o estudo acerca da contribuição de cada autor é importante para o entendimento do processo de urbanização e a existência de áreas periurbanas. Nesse contexto, pode-se destacar a cidade de Pau dos Ferros, que está localizada no interior do Rio Grande do Norte e passa por muitas modificações em sua morfologia urbana mediante a ação de diferentes agentes. Dentro da cidade, os bairros São Geraldo e do Chico Cajá são exemplos dessa heterogeneidade, devido a estarem localizados em distintas zonas de expansão urbana da cidade, mantendo padrões que ora são similares, ora se diferenciam no processo de constituição da mancha urbana pauferrense.
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Conclusões: estudos comparativos de diferentes abordagens morfológicas

Conclusões: estudos comparativos de diferentes abordagens morfológicas

Este ebook reúne o trabalho desenvolvido em ‘Diferentes abordagens no estudo da forma urbana’, o primeiro workshop da Rede Lusófona de Morfologia Urbana (PNUM), realizado na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), entre 30 de Junho e 4 de Julho de 2015, reunindo 30 participantes, entre académicos, investigadores e profissionais do sector público e privado das áreas da arquitetura, engenharia e arqueologia. O workshop atraiu participantes não apenas de Portugal, mas também do Brasil, Espanha, Bélgica, Canadá e Suiça.
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