Nanopartículas magnéticas de óxido de ferro

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Marcação intracelular e processo de quantificação por imagem por ressonância magnética utilizando nanopartículas magnéticas de óxido de ferro em células da linhagem C6 de glioma de rato.

Marcação intracelular e processo de quantificação por imagem por ressonância magnética utilizando nanopartículas magnéticas de óxido de ferro em células da linhagem C6 de glioma de rato.

Objetivo: Avaliar a marcação intracelular e o processo de quantificação por imagem por ressonância magnética usando nanopartículas magnéticas à base de óxido de ferro recobertas com materiais biocompatíveis em células da linhagem de glioma de rato C6 em experimentos in vitro. Esses métodos visam orientar ensaios futuros de indução de tumor in vivo, bem como possíveis aplicações da técnica de magneto-hipertermia. Métodos: Na avaliação qualitativa da marcação de células C6, realizada mediante microscopia óptica comum, foram utilizadas nanopartículas magnéticas recobertas com aminosilana, dextrana, álcool polivinílico e amido. A influência do agente de transfecção poly-L-lisine na captação celular foi analisada. O processo de quantificação foi realizado mediante a análise de relaxometria em imagens ponderadas em T 1 e T 2 do phantom. Resultados: A avaliação por microscopia óptica comum mostrou que nanopartículas magnéticas recobertas com aminosilana complexadas e não complexadas com poly-L-lisine apresentam melhor captação pelas células. As relaxatividades de nanopartículas magnéticas recobertas com aminosilana com diâmetro hidrodinâmico de 50nm para um campo de 3T foram: r 1 =(6,1±0,3)×10 -5 ms -1 mL/µg,
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Materiais nanoestruturados magnéticos à base de ferro recobertos por carbono: síntese, caracterização e aplicações

Materiais nanoestruturados magnéticos à base de ferro recobertos por carbono: síntese, caracterização e aplicações

Algumas aplicações ambientais de NPM são: o uso de nanopartículas de Fe 3 O 4 /SiO 2 modificada por surfactantes para remoção de compostos fenólicos da água, 65 nanocompósitos de ferro/óxido de ferro usados para remediação de contaminação ambiental 81 e o uso de nanopartículas de Fe 0 e Fe/Pd para degradação de compostos organoclorados e na remoção de metais pesados 15 como As 3+ , As 5+ , Cr 6+ e Pb 2+ . Exemplos de aplicações catalíticas incluem recuperação de catalisadores Rh(0) suportados em Fe 3 O 4 /SiO 2 em reações de hidrogenação, 57 estudo da atividade catalítica de Pd suportado em nanopartículas magnéticas recobertas por carbono em reações Heck 52 e o preparo de catalisadores ácidos sulfônicos suportados em nanopartículas magnéticas recobertas por sílica. 67 Grande parte das aplicações descritas na literatura destina- se a usos na biomedicina, como o estudo da biocompatibilidade de nanopartículas de óxidos de ferro recobertas com dextrina, 82 nanopartículas de Fe 0 recobertas com Fe x O y , FePt ou Pt para estudos biomédicos, 83 uso de óxidos
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Potencial terapêutico de nanopartículas de óxido de ferro

Potencial terapêutico de nanopartículas de óxido de ferro

12 aerossol/vapor e biossíntese. Alguns destes métodos podem ser compreendidos como melhorias dos métodos descritos acima. Por exemplo, aquecimento sob radiação de micro-ondas pode reduzir significativamente o tempo de processamento e o custo energético devido ao rápido aquecimento da mistura de síntese resultante da forte agitação da reorientação de moléculas em fase com a excitação do campo elétrico (1). Recentemente, Kubrakova et al. (52) usaram radiação de micro-ondas (80 ᴼC e 8-15 min de tempo de irradiação) para promover a formação de magnetite por co-precipitação. Através deste procedimento, os autores obtiveram partículas de magnetite, quer simples, quer com superfície modificada com ácidos oleico e mercaptopropiónico e brometo de cetiltrimetilamonia. Hot spots de temperatura muito alta podem ser gerados através do uso de ultrassom. Estes hot spots resultam do colapso rápido de cavidades geradas pelos ultrassons e podem ser usados para preparar nanopartículas magnéticas por decomposição de precursores de ferro como demonstrado por Abu Mukh-Qasem (53) ou co-precipitação como é demonstrado por Nan Wang (54).
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Produção e caraterização de nanopartículas magnéticas para aplicação biotecnológica

Produção e caraterização de nanopartículas magnéticas para aplicação biotecnológica

A ressonância magnética por imagem (RMI), é um método não invasivo de imagiologia, muito utilizado na medicina clínica e é possível devido ao relaxamento dos protões nos tecidos. Depois da acumulação nos tecidos, as NPMs de óxido de ferro aumentam o relaxamento dos protões de tecidos específicos relativamente a tecidos periféricos, servindo assim como agentes de contraste. Este tipo de aplicação requer que as NPMs possuam algumas caraterísticas, nomeadamente o elevado tempo de meia vida na circulação sanguínea, superfície hidrofílica e tamanhos reduzidos (passarem despercebidas ao sistema imunológico). Vários trabalhos têm vindo a ser desenvolvidos no sentido de que a interação com proteínas do plasma sanguíneo (opsoninas) e consequente eliminação de circulação ocorra mais tarde (Horak, Babic et al. 2007; Shultz, Calvin et al. 2007; Babic, Horak et al. 2009; Taboada, Solanas et al. 2009; Chen, Wolahan et al. 2011).
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Síntese e caracterização de nanopartículas de óxido de ferro e de grafite magnética fluida (GMF)

Síntese e caracterização de nanopartículas de óxido de ferro e de grafite magnética fluida (GMF)

meio de gradiente de campo magnético externo [40]. Com o objetivo de aumentar a especificidade, o conjugado NPM “nanopartícula magnética-droga” pode ser associado com uma outra molécula capaz de reconhecer e se ligar especificamente ao sítio alvo. Tais moléculas podem ser anticorpos, proteínas, lectinas, hormônios, entre outros. No carregamento de drogas, o uso de nanopartículas magnéticas favorece o transporte pelo sistema capilar dos órgãos e tecidos, evitando a embolia dos vasos [41]. Na Figura 3.9 são mostradas duas aplicações terapêuticas possíveis dos nanoímãs. Carregados pelo corpo com a ajuda de um campo magnético, eles poderiam ser levados até células cancerosas e agitados por alternações sucessivas do campo. Ema (a) processo geraria calor e causaria a lise das células doentes. Em (b), eles seriam agregados a um pacote que contém um fármaco e uma capa de polímero biodegradável. O campo magnético serviria para carregá-los até as células doentes, às quais entregariam o remédio com menor chance de erro [34].
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Magneto hipertermia in vitro em células hek293t utilizando nanopartículas de óxido de ferro magnéticas com diferentes recobrimentos

Magneto hipertermia in vitro em células hek293t utilizando nanopartículas de óxido de ferro magnéticas com diferentes recobrimentos

Um coloide é uma mistura onde uma, ou mais substâncias apresentam pelo menos uma de suas dimensões dentro da escala de 1 nm até 1 µm. Nestes sistemas, as partículas estão dispersas e/ou suspensas em uma outra substância, constituindo assim fases coloidais (HIEMENZ; RAJAGOPALAN, 1997). Os coloides em geral apresentam aspecto de soluções; especialmente quando são bem-estáveis, os coloides apresentam fases que muitas vezes são difíceis de separar. Em geral, os coloides são identificados e caracterizados pelas suas propriedades físico-químicas. Existem coloides com partículas dispersas em gás, líquido e sólido. No entanto, a restrição da discussão será voltada especificamente para nanopartículas de óxido de ferro magnéticas suspensas em meios líquidos. Ao observar um coloide magnético estável em uma escala macroscópica torna-se difícil separar as suas fases, entretanto em escalas nanométricas ele pode apresentar um caráter bifásico entre as superfícies (MARKINK, 2012; SHAW, 1980) de interação entre a partícula e o meio líquido. Baseado na natureza da interação entre a fase dispersante e o meio de dispersão os coloides podem ser classificados (NEL et al., 2009) como hidrofóbico (repulsão por água) ou hidrofílico (atração por água). O que então permite ou não um coloide ser estável? Os parâmetros que estão intimamente ligados a isso são: a morfologia das nanopartículas, o estado químico superficial das nanopartículas e das interações entre a interface partícula-solvente e partícula-partícula.
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BRASÍLIA – DF, BRASIL OUTUBRO, 2016 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE FÍSICA – IF PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA

BRASÍLIA – DF, BRASIL OUTUBRO, 2016 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE FÍSICA – IF PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA

xviii Figura 20: (a) equipamento utilizado para experimento de AAS. (b) Representação pictórica das nanopartículas de diâmetro d, mostrando o núcleo composto de ferrita estequiométrica recoberta por uma camada de óxido de Ferro com espessura e................................................ 78 Figura 21: (a) densímetro instalado no Laboratório do Grupo de Fluidos Complexos da Universidade de Brasília. (b) curva típica de um ferrofluido em função da fração volumétrica de partículas . .......................................................................................................................... 80 Figura 22: Microscópio Eletrônico de Transmissão JEM-2100 instalado no LabMic da Universidade Federal do Goiás. ............................................................................................... 82 Figura 23: (a) Microscopia Eletrônica de Transmissão da amostra de ferrita de cobalto com escala de 50 nm e EDS que confirma os elementos químicos da amostra. .............................. 82 Figura 24: (a) Histograma para nanopartículas aqui investigadas e a linha de cor azul é o ajuste com a função log-normal. (b) microscopia que apresenta algumas nanopartículas que apresenta nanopartículas da ordem de 3 nm. ............................................................................................ 83 Figura 25: Microscopia Eletrônica de alta Resolução da amostra FPCo2 evidenciando uma nanopartícula. (b) Transformada Rápida de Fourier. ............................................................... 84 Figura 26: Physical Properties Measurements System – PPMS utilizados nos experimentos desta Tese. ................................................................................................................................ 85 Figura 27: Curva de magnetização a temperatura ambiente com sua resposta diamagnética do solvente subtraída para amostra FPCo2 com ϕ=0.18%. ........................................................... 87 Figura 28: (a) curva de magnetização a temperatura de 300 K a linha sólida é o ajuste com a função de Langevin (b) determinação da magnetização de saturação. ..................................... 88 Figura 29: Medida de Susceptibilidade magnética inicial da amostra FPCo2 a 300 K, a linha solida na cor vermelhe é o ajuste linear. ................................................................................... 89 Figura 30: (a) ciclos de histereses magnéticas (5 K) juntamente com a curva virgem das amostras pó e ferrofluido diluído congelado. No insert (b) visualizamos a magnetização de Saturação (M S ) das amostras e (c) identificamos o campo coercivo e magnetização remanente
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Difusão iônica em filmes de Cr2O3 e sua relação com a taxa de oxidação do aço inoxidável austenítico AISI 304.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Difusão iônica em filmes de Cr2O3 e sua relação com a taxa de oxidação do aço inoxidável austenítico AISI 304.

14 encontra o aço, a taxa de oxidação pode apresentar um aumento súbito como a curva AB mostrada na Figura 3.5 (Sedriks, 1996). No caso dos aços inoxidáveis, isto ocorre quando óxidos ricos em ferro são formados no lugar da crômia, devido ao empobrecimento de cromo na interface óxido/metal. O crescimento do óxido também pode continuar como o mostrado pela curva BE, possivelmente, devido a outros fatores como a descamação do filme levando ao descolamento rápido por oxidação (Sedriks,1996). Alternativamente, a taxa de oxidação pode diminuir novamente como no trecho, BC, se há alterações para a proteção do óxido (Simms,2011), por exemplo, o crescimento de filmes de óxidos sobre a superfície metálica abaixo de filmes descamados.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE FÍSICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE FÍSICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

O transformador é um equipamento importante na malha elétrica e suas aplicações se estendem desde grandes indústrias a pequenos consumidores. Devido à importância desse dispositivo o seu perfeito funcionamento é fundamental para que haja garantia da operação de um sistema elétrico. Falhas no funcionamento dos transformadores de potência podem causar sérios danos econômicos nos mais variados setores da sociedade (ALMEIDA et al., 2007). Nos transformadores de médio e grande porte são usados óleos minerais isolantes, diamagnético, para o processo de refrigeração. Porém, o processo de convecção apresenta baixa eficiência no procedimento da troca de calor, ocasionando consideráveis perdas de energia (MORAIS, 2007). Contudo, no desenvolvimento do projeto citado, estudos revelam que fluidos magnéticos diluídos compostos por nanopartículas de maghemita funcionalizada em ácido oleico e dispersas em óleo isolante mineral ou vegetal, apresentam propriedades elétricas adequadas para sua utilização em transformadores. Assim, com esta tecnologia, espera1se que os transformadores sejam refrigerados com mais eficiência e não dissipem tanta energia.
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Propriedades magnéticas de nanopartículas de ferro em substratos antiferromagnéticos

Propriedades magnéticas de nanopartículas de ferro em substratos antiferromagnéticos

menor parcela de momentos magn´eticos orientados na dire¸c˜ao do eixo de anisotropia da part´ıcula, Figura 2.26. A magnetiza¸c˜ao se apresenta em forma de v´ortice n˜ao retendo carga magn´etica para eventual leitura de fuga de fluxo magn´etico. Inicialmente inves- tigamos o impacto da mudan¸ca de geometria da part´ıcula no comportamento de sua magnetiza¸c˜ao. A Figura 2.27 mostra o diagrama de fases para part´ıculas FM sem a pre- sen¸ca de um campo de interface estabilizante na sua face inferior. Neste diagrama de fases encontramos todas as fases descritas acima variando de uma para outra quando ´e variada a geometria da part´ıcula. Neste diagrama mantivemos a base da part´ıcula sempre quadrada de lado d e sua espessura valendo h. Tanto d como h variaram de 0 at´e 80 nm. Part´ıculas magn´etica menos espessas, com at´e 15 nm , apresentam-se na fase “uniform” com todos os momentos magn´eticos no plano x−y e paralelos ao eixo f´acil da part´ıcula. ´ E o que denominamos de ER. N˜ao h´a espa¸co para grandes acomoda¸c˜oes da magnetiza¸c˜ao, a espessura da part´ıcula ´e praticamente o comprimento de troca do ferro, conseq¨ uentemente o estado mais favor´avel energeticamente para a part´ıcula ´e alinhar na dire¸c˜ao do eixo de anisotropia.
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NANOPARTÍCULAS MAGNÉTICAS: SIMULAÇÕES PARA O REGIME SUPERPARAMAGNÉTICO

NANOPARTÍCULAS MAGNÉTICAS: SIMULAÇÕES PARA O REGIME SUPERPARAMAGNÉTICO

Uma das conclusões desta dissertação é justamente que ainda há vários pontos a serem explorados nas simulações de curvas de magnetização de nanopartículas. Os resultados apresentados neste trabalho nos proporcionam novas questões possíveis de serem estudadas em uma continuação deste trabalho. Neste ponto, como consideramos em nossas simulações apenas um sistema monodisperso (nanoesferas idênticas), simulações que levem em consideração uma distribuição de tamanhos (sistemas polidispersos) poderiam ser aplicados para se tentar obter os melhores ajustes com os dados reais. Sendo também possível incluir uma modificação no modelo superparamagnético convencional, na qual o argumento
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Efeitos da administração crônica de nanopartículas de óxido de ferro magnético em ratos adultos jovens

Efeitos da administração crônica de nanopartículas de óxido de ferro magnético em ratos adultos jovens

Sendo assim, as nanopartículas utilizadas neste trabalho, atravessaram a membrana basal das células, pois o diâmetro médio das NPs utilizadas foi de 5,5 nm. Não foi observado efeito tóxico das nanopartículas no fígado, pois os níveis de AST, ALT e fosfatase alcalina foram semelhantes aos dos animais do grupo controle (Tabela 9 e 10). O mesmo ocorre nos rins, pois as concentrações séricas de uréia e creatinina não estavam alteradas (Tabela 8). Porém não podemos afirmar se houve acúmulo no tecido hepático e renal, uma vez que não foi possível analisar a presença das NPs nestes tecidos.
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Efeito antimicrobiano de nanopartículas de ZnO E TiO2 frente as bactérias S. aureus e E. coli

Efeito antimicrobiano de nanopartículas de ZnO E TiO2 frente as bactérias S. aureus e E. coli

Emami-Karvani e Chehrazi (2011) determinaram a concentração inibitória mínima para nanopartículas de óxido de zinco frente a S. aureus e E.coli e verificaram que os valores da CIM foram respectivamente de 500 e 1000 µg mL -1 . Lakshmi et al. (2012) sintetizaram através de método químico nanopartículas de óxido de zinco e determinaram a CIM das mesmas para S. aureus e E. coli, sendo esses valores de 3000 µg mL -1 para ambas as bactérias. Essa diferença na concentração inibitória mínima pode estar associada ao tamanho das nanopartículas, sendo que quanto menor for o tamanho, maior a relação área/volume e consequentemente a atividade antimicrobiana é potencializada e, a quantidade de bactérias utilizadas na análise.
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Formas de manganês e ferro em solos de referência de Pernambuco.

Formas de manganês e ferro em solos de referência de Pernambuco.

Solos de Referência compõem um conjunto de classes de solos representativo de determinada região. O conhecimento de características desses solos pode ser utilizado na solução de problemas de manejo em solos similares. O objetivo deste trabalho foi quantificar os teores disponíveis por diferentes extratores e as frações de Mn e Fe nos Solos de Referência de Pernambuco, visando avaliar a capacidade destes solos em suprir esses elementos para as plantas, bem como a relação entre diversos extratores do “disponível” e as formas dos micronutrientes nos solos. Os teores dos micronutrientes foram determinados com os extratores Mehlich-1, Mehlich-3, DTPA e EDTA nas amostras dos dois primeiros horizontes dos solos. As amostras foram também extraídas, seqüencialmente, para separar os elementos nas frações: trocável, matéria orgânica, óxido de ferro amorfo e óxido de ferro cristalino. De acordo com os resultados, a fração trocável e a matéria orgânica foram as principais responsáveis pela retenção e disponibilidade de Mn nos solos estudados. Quanto ao Fe, a fração matéria orgânica foi responsável pelos teores disponíveis, considerando os teores muito baixos na forma trocável. Os teores disponíveis de Mn e Fe na maioria dos Solos de Referência de Pernambuco foram considerados de médio a alto, com pouco potencial para deficiências a curto e médio prazo. Os extratores Mehlich-1 e DTPA apresentaram as melhores correlações com as formas mais biodisponíveis de Mn e Fe e foram considerados adequados para avaliação da disponibilidade desses elementos nos solos do Estado.
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Fracionamento e disponibilidade de zinco por diferentes extratores em solos incubados com lodo de esgoto.

Fracionamento e disponibilidade de zinco por diferentes extratores em solos incubados com lodo de esgoto.

180 dias, a incorporação do lodo de esgoto proporcionou aumento na produção de matéria seca da parte aérea do milho e ausência de toxidez de Zn nos dois solos. A dose máxima de Zn a ser adicionada por lodo de esgoto mostrou-se segura quanto à contaminação de Zn nos solos e plantas, para as condições estudadas, conforme preconizam as normas da USEPA. Os maiores teores de Zn foram encontrados nas frações: Residual > Matéria Orgânica > Trocável > Óxido de Ferro Cristalino > Óxido de Ferro Amorfo. A maior recuperação de Zn das amostras foi obtida com os extratores ácidos (Mehlich-1 e Mehlich-3); no entanto, todos foram eficientes na predição da disponibilidade do elemento.
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Magnetic zeolites for removal of metals in water.

Magnetic zeolites for removal of metals in water.

materiais possuem baixa área superficial ou baixa capacidade de adsorção, o que limita sua aplicação. Além disso, a preparação destes materiais magnéticos demanda várias etapas, reagentes quí- micos especiais e procedimentos sofisticados. Nosso grupo vem desenvolvendo compósitos magnéticos, tais como argilas/óxido de ferro e carvão ativado/óxido de ferro com elevada área superficial e alta capacidade de adsorção 4 e, mais recentemente, adsorventes

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MARCOS JULIANO COELHO NANOCOMPÓSITOS DE EPÓXI REFORÇADOS COM NANOPARTÍCULAS DE ÓXIDO DE ALUMÍNIO (ALFA ALUMINA) OU ÓXIDO DE TITÂNIO (TITÂNIA)

MARCOS JULIANO COELHO NANOCOMPÓSITOS DE EPÓXI REFORÇADOS COM NANOPARTÍCULAS DE ÓXIDO DE ALUMÍNIO (ALFA ALUMINA) OU ÓXIDO DE TITÂNIO (TITÂNIA)

COELHO, Marcos Juliano. Nanocompósitos De Epóxi Reforçados Com Nanopartículas De Óxido De Alumínio (Alfa Alumina) Ou Óxido De Titânio (Titânia). 2011. 98f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Engenharia de Materiais – Área: Polímeros) – Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, Joinville, 2011.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE BIOTECNOLOGIA CURSO DE BIOTECNOLOGIA Citotoxicidade de nanopartículas de óxido de zinco dopadas com prata em formas promastigota de Leishmania

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE BIOTECNOLOGIA CURSO DE BIOTECNOLOGIA Citotoxicidade de nanopartículas de óxido de zinco dopadas com prata em formas promastigota de Leishmania

O presente estudo analisou a capacidade leishmanicida de nanopartículas de ZnO puro e dopadas com prata contra espécies L. (V.) braziliensis e L. (L.) infantum. As nanopartículas apresentaram um bom potencial citotóxico contra formas promastigota de ambas as espécies de parasitos testadas. Apesar de haverem muitos trabalhos em nanotecnologia sobre aplicações antibacterianas, antivirais e antifúngicas, a literatura mostra-se ainda escassa em trabalhos exibindo o uso de nanopartículas como potenciais drogas contra parasitos Leishmania. Ainda assim, resultados satisfatórios vêm sendo observados por alguns grupos de pesquisa quanto ao uso de nanopartículas como agentes anti-Leishmania (FANTI et al., 2018; ISAAC et al., 2018; JEBALI et al., 2013; MEHTA et al., 2006). Em resumo, diferentes ações estão associadas com o uso de tais compostos, como inibição na proliferação celular, viabilidade celular, bem como alteração da capacidade infectiva em diferentes espécies de Leishmania.
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Síntese e caracterização morfológica e estrutural de nanopartículas magnéticas de ferrita de cobalto / Synthesis, morphological and structural characterization of cobalt ferrite magnetic nanoparticle

Síntese e caracterização morfológica e estrutural de nanopartículas magnéticas de ferrita de cobalto / Synthesis, morphological and structural characterization of cobalt ferrite magnetic nanoparticle

Neste estudo foi apresentado as sínteses de nanopartículas magnéticas de ferrita de cobalto pelo método de co-precipitação química em meio aquoso. Foram sintetizadas duas amostras com a mesma estequiometria química, o único parâmetro que foi alterado de uma amostra pra outra foi a temperatura na qual a síntese foi realizada, a primeira, todo o procedimento foi executado a 40 0 C (amostra T40CoFe), enquanto a segunda a 80 0 C (amostra T80CoFe). O estudo da influência da variação da temperatura na rota de sínteses, foi analisado através das técnicas de Microscopia Eletrônica de Transmissão e de Difração de Raios X. As análises dos resultados experimentais mostraram que a elevação da temperatura de síntese proporcionou um aumento no diâmetro médio das nanopartículas da amostra, resultado evidenciado pelas duas técnicas utilizadas. Apesar da variação do diâmetro de uma amostra pra outra, a análise dos difratograma mostrou que ambas apresentaram espectros de difração de Raios X com os principais picos de reflexão semelhantes aos da ficha cristalográfica padrão. Por fim, esta caracterização cristalográfica e morfológica apresentada pode servir de base para uma pesquisa mais ampla, utilizando outras técnicas experimentais, das quais, os resultados podem assessorar em uma possível aplicação tecnológica de amostras desta natureza.
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Eletrodeposição de filmes finos e materiais nanoestruturados das ligas magnéticas...

Eletrodeposição de filmes finos e materiais nanoestruturados das ligas magnéticas...

Desde o desenvolvimento dos primeiros computadores, dispositivos de memória passaram a desempenhar função de destaque, com contínua expansão ao longo do tempo, até culminar em sua presença em massa no nosso dia-a-dia, na forma de discos rígidos (HD’s) e pen-drives. O surgimento e evolução desses dispositivos apresenta uma estreita relação com a físico-química e com fenômenos de magnetismo. No caso específico dos discos rígidos, a gravação dos dados é feita de modo magnético e em sua fabricação são utilizados filmes finos de ligas magnéticas compostas pelos metais do grupo do ferro (Fe, Co e Ni) com possível adição de outros elementos. (Osaka, 2000). Porém, a demanda atual por maiores capacidades de memória atreladas a dispositivos de tamanho cada vez menores, exige que os materiais empregados apresentem maior densidade de saturação magnética, maior capacidade de se magnetizar. Portanto, é interessante avançar para estruturas com escala nanométrica que apresentem altíssima capacidade de gravação magnética por unidade de espaço, pois assim será possível ao mesmo tempo ampliar a capacidade de memória dos HD’s e reduzir seu tamanho (volume físico).
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