Narrativa jornalística

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7. O conflito e a infração na narrativa jornalística da corrupção: o caso BPN na imprensa portuguesa - CIC.Digital Mafalda Lobo O conflito e a informa o na narrativa jornal stica da corrup o. o caso BPN na imprensa portuguesa.

7. O conflito e a infração na narrativa jornalística da corrupção: o caso BPN na imprensa portuguesa - CIC.Digital Mafalda Lobo O conflito e a informa o na narrativa jornal stica da corrup o. o caso BPN na imprensa portuguesa.

de Estado, o que deixa embaraçado o Presidente da República. Também considera que a imagem e a credibilidade do primeiro-ministro José Sócrates são decadentes por causa do caso Freeport . O conflito vem ainda refletido no CM pela mão dos partidos que querem Dias Loureiro fora do Conselho de Estado (06/05/2009). Os prejuízos causados pelo BPN, a abertura de processos a ex-quadros do BPN, os negócios ruinosos de milhões, os contratos feitos com figuras públicas pagos através de offshores, as revelações de Oliveira e Costa, e a investigação a Dias Loureiro, foram as “estórias” que fizeram a narrativa jornalística durante o mês de maio de 2009. Em Junho, a cultura e o desporto também entram na narrativa “Obras de Arte desviadas do BPN” e “BPN paga 1,7 milhões a Scolari”. Maio e junho foram os meses mais intensos na narrativa jornalística do CM, com Dias Loureiro, Vítor Constâncio, Oliveira e Costa, Miguel Cadilhe e Arlindo Carvalho como os protagonistas. Os assuntos expostos assumem a mesma perspetiva que o Diário de Notícias e o Público. Buraco financeiro, offshores, venda de bens da mulher de Oliveira e Costa, os lesados do BPN , os arguidos, as buscas a várias casas, as denúncias de Oliveira e Costa, as burlas, o desespero dos clientes e por fim as acusações.
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Entre mundos: um encontro com o outro na tessitura da narrativa jornalística

Entre mundos: um encontro com o outro na tessitura da narrativa jornalística

Demais trabalhos que centralizam a inscrição do outro como inquietação buscam pensar a potencialização do diálogo por meio da entrevista (MORIN, 1973; MEDINA, 2002); entrelaçam técnicas da entrevista em História Oral com a entrevista jornalística (MAIA, 2006; ROÜCHOU, 2003; SANTHIAGO, 2007); e apresentam contribuições através da problematização da linguagem e da gramática textual do jornalismo, com suas fragilidades e limites na inscrição da diferença (RESENDE, 2002, 2009). Ao apontar que o jornalismo trabalha a diferença como simples abstração, Lago (2010) sugere uma incorporação do saber antropológico no campo do jornalismo, por este último carecer de ferramentas que consigam apreender e acolher o outro em suas narrativas. Tais trabalhos formam um pequeno coro que busca tematizar a operação de construção da alteridade na narrativa jornalística, apontando também a necessidade dos estudos em jornalismo se ocuparem da reflexão sobre a relação com o outro representado.
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Era pós-PC: a nova tessitura da narrativa jornalística na web

Era pós-PC: a nova tessitura da narrativa jornalística na web

rutura com os modelos narrativos anteriores foram a verticalização da narrativa, a autonomização do vídeo em formato sincrónico e a forma como os conteúdos multimédia são integrados no texto. No entanto, o autor sublinha que esta linguagem se aplica sobretudo a géneros longos, como a reportagem. O jornalismo longform (Sharp, 2013; Longhi, 2014, 2015; Tenore, 2014) é uma evolução da narrativa jornalística web e com ela “surge um ponto de virada em relação aos produtos na forma de especiais multimídia que dominaram até então, nos quais o texto, geralmente longo, era tratado e disponibilizado na forma de fragmentos” (Longhi, 2014: 912). A autora acrescenta que o jornalismo longform também se caracteriza por narrativas textuais mais consistentes e formas inovadoras relativas ao design, à navegação e à imersão do utilizador.
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A Folha em cinco minutos: estratégias da narrativa jornalística na temporalidade do instantea

A Folha em cinco minutos: estratégias da narrativa jornalística na temporalidade do instantea

Ao empreendermos um estudo sobre as narrativas e sua temporalidade a partir de forma e conteúdo presentes na Folha Corrida – A Notícias em Cinco Minutos, acreditamos estar diante de novas descobertas sobre a produção no meio impresso, pois nela parecem existir tanto elementos da narrativa clássica do jornalismo, quanto das novas tendências que as linguagens midiáticas vislumbram aos nossos olhos. A intenção, ao longo deste trabalho, será entender como se processa essa temporalidade da narrativa jornalística, nesta seção, para demonstrarmos que o jornalismo impresso tem adotado novas perspectivas de mercado e de comunicação para interagir com seus leitores. Pretendemos decodificar as marcas das narrativas desses noticiários que se apresentam com a valorização do cotidiano local, em páginas com diagramação leve, coloridas e com textos quase telegráficos, que podem ser lidos no trajeto de casa para o trabalho. A importância desse estudo está justamente na decodificação desse conjunto de narrativas que vem se configurando em um novo produto impresso contemporâneo por seus elementos gráficos e textuais, numa espécie de “Jornalismo de Almanaque”.
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A PRODUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DA NARRATIVA JORNALÍSTICA DRAMÁTICA: A CRISE DOS REFÉNS DO IRÃ ATRAVÉS DA REVISTA VEJA (1979-1981)

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DA NARRATIVA JORNALÍSTICA DRAMÁTICA: A CRISE DOS REFÉNS DO IRÃ ATRAVÉS DA REVISTA VEJA (1979-1981)

Portanto, objetiva-se entender como a revista transpôs os eventos decorrentes da tomada da embaixada ao longo dos 444 dias em que se processaram a crise diplomática entre Irã e os Estados Unidos tendo presente o contexto pós-revolucionário iraniano. Levando em consideração o viés ideológico do periódico e seus critérios de noticiabilidade ou valores- notícia, pretendemos entender como o recurso da narrativa dramática e seriada descreveu os acontecimentos da capital iraniana com uma perspectiva de início, meio e fim, ou seja, uma dinâmica narrativa jornalística. Assim, procuramos problematizar a história através da imprensa a partir da observação metodológica de introdução, tensão e resolução proposta pelo periódico ao reportar os eventos oriundos de Teerã em fins da década de 1970.
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Quando a Odebrecht construiu Salvador: a narrativa jornalística da história na coleção Terra Brasilis, de Eduardo Bueno (1998-2006)

Quando a Odebrecht construiu Salvador: a narrativa jornalística da história na coleção Terra Brasilis, de Eduardo Bueno (1998-2006)

O  que  fabrica  o  jornalista  quando  escreve  sobre  história?  Ao  subverter  a  questão  clássica  de  Michel  de  Certeau  (2007),  este  artigo  propõe  contribuir  para o debate sobre a relação da escrita da história  com as amplas audiências. Ao focar em uma análise  da principal obra de um dos mais célebres escritores  não  acadêmicos  de  livros  de  história  no  Brasil  –  Eduardo  Bueno  com  sua  coleção  Terra  Brasilis  –  propõe‐se  que,  entre  o  trabalho  do  divulgador  e  a  historiografia profissional, dispõe‐se outro ponto de  intersecção merecedor de atenção e que responde  pelos  critérios  do  “lugar  social”  do  jornalista.  É,  portanto,  a  partir  de  um  diálogo  com  tais  referências  que  percebemos  uma  narrativa  jornalística  da  história  alheia  aos  mecanismos  de  mediação  próprios  da  memória  disciplinar  da  historiografia,  o  que  carregaria  em  si  implicações  ideológicas (WHITE, 1992) derivadas de querelas do  tempo presente. 
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(IN) VISIBILIDADE EM PAUTA:  NARRATIVA JORNALÍSTICA SOBRE AS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL NO TOCANTINS

(IN) VISIBILIDADE EM PAUTA: NARRATIVA JORNALÍSTICA SOBRE AS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL NO TOCANTINS

Em relação à existência de conteúdo educativo sobre a rede de proteção à mulher ou à criança e à adolescente, pôde-se constatar que o veículo, na maioria das narrativas, não divulga os serviços intersetoriais de atendimento, excetuando-se alguns casos de grande repercussão, como no caso da servidora pública, do estupro coletivo e da adolescente que carregava um bebê. Assim, poucas matérias falam sobre o atendimento ofertado no SAVIS - Serviço de Atendimento Especializado a Pessoas em Situação de Violência Sexual. Observa-se ênfase maior na divulgação das penas e na publicização do trabalho da polícia militar e da delegacia de polícia. As narrativas apresentam dados e, mesmo com pouco texto/ parágrafos, conseguem contextualizar os fatos ao leitor. A polícia civil figura como principal fonte, seguida da polícia militar. Em poucas matérias, identificamos a comparação entre opiniões divergentes sobre os fatos. Tal comparação e o esforço em mostrar “os dois lados” das questões levantadas em cada caso, são maiores nas narrativas de situações de violência sexual com repercussão social, como ocorreu na narrativa cujo personagem central era o senador Nenzinho Alencar.
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A NARRATIVA JORNALÍSTICA E O OCULTAMENTO DO TRABALHO COMO DIREITO FUNDAMENTAL

A NARRATIVA JORNALÍSTICA E O OCULTAMENTO DO TRABALHO COMO DIREITO FUNDAMENTAL

Se exigida da analista uma tentativa de relatar brevemente o capítulo da realidade objeto da narrativa investigada, assim seria o relato: a estória da Emenda 3 refere-se a uma discussão sobre fiscalização de direitos trabalhistas. Mais especificamente, trata da tentativa de grupos de interesse atuantes no Congresso Nacional de afastar a fiscalização pelos auditores fiscais dos contratos estabelecidos entre empresas e pessoas que prestam serviços sob o rótulo de pessoa jurídica - PJ. A chamada "contratação de PJ" é considerada fraude quando serve para encobrir uma relação de emprego, gerando perda de direitos para o trabalhador e sonegação de tributos. Depois de idas e vindas quanto ao tema em alterações legislativas de 2005 e 2006, um importante conflito aconteceu em 2007. Foi aprovada no Congresso (primeiro no Senado e depois na Câmara) uma Emenda ao PL da Super Receita (o qual tratava da fusão entre estruturas administrativas da Receita Federal e da Previdência Social) que impedia os auditores do trabalho de autuar esse tipo de fraude. A base governista não votou conforme a orientação da liderança do Governo Lula, a qual se posicionara contra essa Emenda (embora a favor do projeto original, pois tinha muito interesse na criação imediata da Super Receita).
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Entre mundos: um encontro com o outro na tessitura da narrativa jornalística

Entre mundos: um encontro com o outro na tessitura da narrativa jornalística

personagem, revelando-o, ao mesmo tempo, como um déspota e um líder populista, um homem cruel, autoritário, mas que sofre e se entristece com a doença da esposa. Assim, Lins nos diz que o cineasta desperta no espectador uma incômoda familiaridade com o estranho e um estranhamento do familiar; o filme promove um tipo de interação que busca “entender as razões do outro, sem lhe dar necessariamente razão.” (COUTINHO apud LINS, 2007, p.23). A apresentação da autora acerca de Theodorico, imperador do sertão, e mais amplamente da obra de Coutinho, nos permitiu indagar o dispositivo de enunciação criado pela Nova África. Entendendo aqui o dispositivo como a relação travada com o sujeito filmado (as linhas impostas à captação do material, como a autora nos colocou anteriormente) e também com o espectador. O processo de produção de que é fruto a Nova África é bastante característico das rotinas produtivas do jornalismo: o discurso da série trabalha com o sentido de apuração de temas; os programas são pré-produzidos, conferindo menor abertura ao inesperado e direcionando a relação com os entrevistados; os roteiros são estabelecidos de antemão – exigência presente no edital da EBC para aprovação da produtora responsável pelo programa –; aliada à noção de apuração, a figura da repórter apresenta um viés testemunhal, fiador das representações que constrói. Podemos notar também a ênfase maior nas temáticas que nos universos dos sujeitos entrevistados: ainda que acolha falas do outro, tais falas aparecem nas narrativas bastante articuladas à composição de um argumento mais amplo. Dessa maneira, a performance dos entrevistados parece ser mais regulada na tessitura da série Nova África, que em uma narrativa comum ao documentário.
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DA POÉTICA DA JANELA AO OLHO DA RUA: A FORMAÇÃO DA NARRATIVA JORNALÍSTICA

DA POÉTICA DA JANELA AO OLHO DA RUA: A FORMAÇÃO DA NARRATIVA JORNALÍSTICA

Aqui no Brasil a crônica assumiria esta nova perspectiva do olhar que não advém mais de dentro da casa para fora através da proteção da janela, mas um texto que se[r]

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BIOGRAFIA JORNALÍSTICA: ALGUMAS POSSIBILIDADES

BIOGRAFIA JORNALÍSTICA: ALGUMAS POSSIBILIDADES

RESUMO: Neste artigo abordamos as biografias de natureza jornalística sob alguns aspectos narrativos, além de estratégias para a (re)construção dessa vida. Tal desejo surgiu da curiosidade a respeito do gênero que aparece sempre no topo nas listas de comercialização e abarrota as vitrines de livrarias e bibliotecas, principalmente a partir do século XX, mas ainda é desprezado pela academia e pouco estudado. Verificamos que nas biografias escritas por jornalistas de ofício, o que é uma tendência atual de mercado, muitas das peças do quebra-cabeça biográfico ou puzzle, como denomina Décio Pignatari (1996), não se encaixam ou parecem pertencer a outro jogo. Assim, nos propomos a apresentar algumas técnicas de abordagem usadas nas biografias. A pesquisa adota como corpus a obra Getúlio: dos anos de formação à conquista do poder (1882-1930), do jornalista Lira Neto (2012), indexada como uma narrativa jornalística, na forma de biografia.
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As Mídias Segundo Mafalda

As Mídias Segundo Mafalda

Para Caldas (2006), é essencial refletir sobre a qualidade do uso da mídia na sala de aula, seja na utilização dos veículos originais ou das versões próprias para se usar na escola. Para a autora, “aprender sobre o mundo editado pela mídia, a ler além das aparências, a compreender a polifonia presente nos enunciados da narrativa jornalística, não é tarefa fácil, mas desejável para uma leitura crítica da mídia” (CALDAS, 2006, p. 122). A autora também aponta que é necessário discutir-se a responsabilidade social da imprensa e capacitar professores e alunos para entender os sentidos, o significado implícito no discurso da imprensa.
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Estudo para uma antologia crítica de crónicas jornalísticas de autores portugueses do século XX

Estudo para uma antologia crítica de crónicas jornalísticas de autores portugueses do século XX

Mais do que organizar um volume com textos dos autores representativos da cró- nica contemporânea, importa despertar o leitor para esta forma de narrativa jornalística explorada por autores da literatura portuguesa, invariavelmente associada às histórias do quotidiano, aos comentários não ficcionais e às reflexões mais pessoais, centradas nas memórias e episódios do passado. Por um lado, a crónica do século XX traduz uma prática de escrita na imprensa e comunicação social (ou media), por outro, exemplifica as varian- tes de uma narrativa (ficcional ou não-ficcional) recriadas pela exigência comunicativa dos meios de informação. Neste aspecto, aconselha-se a consulta dos dois volumes do dicio-
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Intercom, Rev. Bras. Ciênc. Comun.  vol.40 número3

Intercom, Rev. Bras. Ciênc. Comun. vol.40 número3

Neste artigo, fruto de pesquisa conduzida no espaço do Grupo de Pesquisa Produção de Conteúdo, ligado ao Mestrado Proissional em Produção Jornalística e Mercado da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), empregamos o método da Análise Pragmática da Narrativa Jornalística, elaborado pelo autor (MOTTA, 2007), para desvendar os recursos expressivos em uso na narrativa de uma grande reportagem da Internet. O objetivo será identiicar efetivamente quais recursos de subjetivação, típicos da literatura iccional, estão sendo usados em narrativas jornalísticas contemporâneas veiculadas na Internet, em um diálogo do novo – o jornalismo que incorpora as modernas tecnologias de informação e comunicação – com o antigo: os fundamentos da arte poética.
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Da narrativa à narrativa digital : o texto multimodal no estudo da narrativa

Da narrativa à narrativa digital : o texto multimodal no estudo da narrativa

No segundo capítulo, abordámos os temas diretamente relacionados com este estudo, revendo a literatura que poderá contribuir para compreender melhor o fenómeno em estudo. Destacamos o papel que as tecnologias têm vindo a assumir na área da educação, bem como o relevo que lhes é dado pelo atual Programa de Português do ensino básico. Refletimos também sobre o papel da escola neste cenário de mudança tecnológica e sobre a inevitabilidade da integração das tecnologias no ensino e na aprendizagem. De seguida, debruçamo-nos sobre os novos contextos de aprendizagem emergentes do rápido aumento da informação, destacando o papel do aluno enquanto ator responsável e crítico na sua gestão e avaliação. Destacamos, em seguida, a importância do desenvolvimento de novas literacias, particularmente a digital e a visual nestes novos contextos de aprendizagem. Referimo-nos, também, ao destaque que é dado aos textos multimodais no Programa de Português do ensino básico, às etapas do processo de escrita e às componentes que esta envolve. Fazemos ainda, neste capítulo, um percurso da narrativa à narrativa digital, passando pela importância do processo de escrita na criação da narrativa.
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Os procedimentos de controle e a resistência na prática jornalística.

Os procedimentos de controle e a resistência na prática jornalística.

No deslocamento do jornalismo para a literatura, Alexandra ganhou a posse de seus materiais. Um autor, diz ela, é inteiramente livre, o jornalista, não. No caso de Tahrir: um diário da revolução no Egito, em nenhum momento, ela pensou em ouvir um representante do governo, ou fontes policiais, porque o seu objetivo com o livro era transportar e transmitir a experiência física que teve entre os manifestantes que ocuparam a praça. Houve um momento em que ela saiu da praça e foi às pirâmides onde os separatistas criaram uma situação exterior em relação àquele espaço de protesto contra o governo. Esse esforço de deslocamento foi intuitivo, ela não seguia a determinação jornalística de buscar o outro lado da história; se houvesse uma pauta jornalística, provavelmente os dias que passou no Egito teriam sido planejados de outra forma.
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novas regras para a prática jornalística? :: Brapci ::

novas regras para a prática jornalística? :: Brapci ::

comparativa entre as regras de conduta para a utilização das redes sociais já avançadas por vários meios de.. comunicação, na tentativa de perceber quais as principais p[r]

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A Deep Web como ferramenta de produção jornalística

A Deep Web como ferramenta de produção jornalística

Este artigo apresenta um panorama geral sobre a Deep Web, suas principais características e peculiaridades, associando-as com a prática da produção jornalística baseada nas informações fornecidas pela plataforma. O foco estará concentrado nas linhas de pesquisa e discussão a respeito da validade dos dados contidos na Deep Web, bem como na reflexão a respeito da ética e da postura dos profissionais jornalistas frente ao comprometimento e ao grau de segurança de tais referências noticiosas. Exemplos serão fornecidos para uma maior compreensão do tema, havendo uma exploração maior do site Wikileaks.
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Narrativa.

Narrativa.

Toda essa questão da verdade testemunhal foi dramaticamente realçada pelos recentes tribunais sobre a controvérsia do Holocausto. Acredito que o juiz Charles Gray estava absolutamente correto, por exemplo, ao dizer, em seu julgamento no Superior Tribunal em Londres (em abril de 2000), que David Irving não era um “historiador”, mas alguém que “distorcia e representava erroneamente” as evidências históricas, buscando “obliterar da memória as profundezas a que chegou a humanidade”. Irving e seus aliados revisionistas procuravam de fato “passar uma pá de cal sobre o crime mais odioso da his- tória humana”. E deve ser possível atestá-lo sem reservas. Mas não apelando unicamente a algum critério científico absoluto do que seja um fato. Não é porque a história seja informada em maior ou menor grau pela narrativa que ela está condenada à inverdade. Por essa razão é que endosso plenamente a visão do historiador francês Pierre Vidal-Naquet, quando ele diz que nós po- demos reconhecer que a história é invariavelmente mediada pela narrativa e ao mesmo tempo afirmar a existência de algo irredutível que ainda, querendo ou não, podemos “chamar de realidade”. Sem algum apelo referencial à ‘reali- dade’, ainda que indireto, parece que não teríamos qualquer justificativa para diferenciar a história da ficção (citações a partir de Friedlander, 1992, p. 20). Como escreve Julian Barnes, em resposta a sua própria paródia do relativismo histórico, citada acima,
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A tradução jornalística na reportagem e nos géneros de opinião

A tradução jornalística na reportagem e nos géneros de opinião

A autora (2000: 138) enumera um conjunto de características que devem ser tidas em conta na escrita jornalística: esta deve ser “clara, precisa, concisa, ritmada e com vivacidade”. Semelhantes características são enumeradas por Martín Vivaldi (1986: 29-35), às quais acrescenta ainda a densidade (associada à concisão), a exatidão, a precisão, a simplicidade, a naturalidade, a originalidade, a brevidade, a variedade, a atração, a cor, a sonoridade, o detalhe e a correção gramatical. A clareza na comunicação a que Gradim e Martín Vivaldi se referem obtém- se graças ao uso de uma frase por ideia, do encadeamento da informação e àquilo que se denomina de “uma utilização económica da linguagem” (Gradim, 2000: 198), ou seja, a utilização de palavras curtas e de concisão semântica, descrevendo de forma detalhada, mas direta. Privilegia-se a utilização de verbos de ação na voz ativa e a preferência pelo presente do indicativo. A autora defende também que se evitem os adjetivos e os advérbios. De forma semelhante, Esteves Pereira (1982: 32-37) argumenta que o jornalista deve facilitar o trabalho de compreensão ao leitor, utilizando uma fraseologia na voz ativa e de tipo afirmativo, para tornar a narração mais vigorosa.
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