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Anamorfose de um dia: o tempo da história e o dia 11 de dezembro de 1972

Anamorfose de um dia: o tempo da história e o dia 11 de dezembro de 1972

Última observação: como foi observado na própria anamorfose, foi a leitura de uma carta de Honestino Guimarães, que viria a ser assassinado por agentes da ditadura em 1973, o que pautou a escolha do dia 11 de dezembro de 1972. Com isso, o dia acabou ganhando uma atmosfera, um tema. Trata-se da solidão, da procura pelo outro, da comunicação. E se falamos em alienação e violência, sem dúvida é toda uma atmosfera da vida contemporânea que se elabora nesta anamorfose. É como se a perspectiva escolhida para a realização deste trabalho fosse próxima daquela a partir da qual Honestino poderia observar os acontecimentos do dia. Ao mesmo tempo, porém, essa escolha acaba resvalando na ideia de que, num mesmo dia, pessoas vivem em mundos diferentes. A imagem fotográfica do planeta, em seu elevado grau de abstração, sugere uma totalidade ausente, uma coleção de fragmentos. De alguma forma, esses diferentes mundos vivenciados num dia estão no mesmo mundo, ao menos quando passam a ser objeto de narração. Quanto mais nos aproximamos dos mundos vividos, porém, mais nos aproximamos da dor, que nos leva a um outro tempo, não o cronológico, e sim o tempo ontológico. E então a vida alienada adquire densidade existencial, porque ela é isolamento e dor, e luta contra o isolamento e a dor. Sobre esse tempo, em seu livro escrito na prisão, Antonio Negri diz que:
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Nutrição e sabor: dicas e receitas para o dia a dia

Nutrição e sabor: dicas e receitas para o dia a dia

Por mais estranho que a mídia possa fazer parecer, não existem receitas ou alimen- tos completos. Da mesma forma, nem sempre um alimento, ou receita, deve ser condenado a vilão ou ser estritamente proibido, salvo em condições clínicas específicas, como alergias ou doenças metabólicas. A verdade é que quase tudo pode se encaixar no contexto de uma alimentação saudável, desde que excessos não sejam cometidos e que os princípios bási- cos da alimentação saudável não sejam esquecidos. Assim, para o dia a dia, a alimentação deve estar equilibrada, e isso pode ser feito harmonizando receitas e alimentos, sem perder sabor, cor, textura e aroma característicos.
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O dia-a-dia do educador de infância em contexto hospitalar.

O dia-a-dia do educador de infância em contexto hospitalar.

linguagem oral e abordagem à escrita para as crianças maiores de 7 anos. Observou-se que as educadoras na hora do conto liam uma página da história e as crianças liam a outra página e assim sucessivamente. Por lado, verifica-se também a planificação de atividades no domínio da expressão plástica, nomeadamente, nos dias associados às efemérides, como por exemplo, o dia do livro, o dia do pai, o dia da liberdade e o dia da mãe. Verifica-se, ainda, a planificação de atividades na promoção da saúde, como por exemplo, no âmbito da saúde oral e cuidados de higiene na partilha dos jogos e dos brinquedos. Verifica-se que as educadoras têm sempre o cuidado de dizer às crianças para não colocarem os jogos e os brinquedos na boca. Verifica-se, ainda, que os brinquedos e os jogos dos bebés não são partilhados com as outras crianças e estão numa caixa separada dos restantes brinquedos e jogos.
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Pessoas acima de 50 anos com aids: implicações para o dia-a-dia.

Pessoas acima de 50 anos com aids: implicações para o dia-a-dia.

Apresentaremos um recorte dos dados qualitativos, mais especificamente a categoria: implicações da AIDS no dia- a-dia de pessoas acima de 50 anos. Essa categoria foi composta por subcategorias: efeitos decorrentes da descoberta do diagnóstico; da compreensão de que tem uma vida normal apesar da doença; a fé em Deus como modo de enfrentamento; vivências e experiências como o preconceito e a discriminação; e o silêncio da condição sorológica.

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O dia mais jovem

O dia mais jovem

A ideia de que o Messias pode já ter vindo, como já indicado, é uma ideia que Blanchot terá encontrado nos comentários talmúdicos de Levinas. Mas ele também terá encontrado na obra de outro interlocutor-chave nessas páginas finais de L’Écriture du désastre: Kafka. Porque foi Kafka, na passagem dos Cadernos in Octavo à qual Blanchot se refere no fragmento seguinte, que havia sugerido, muito provavelmente de acordo com o Rabino Israel ben Eliezer, o fundador do hassidismo, que “O Messias virá somente quando ele não for mais necessário [nicht mehr nötig], ele virá somente após a sua vinda [erst nach seiner Ankunft kommen], ele não virá no último dia [am letzten Tag], mas no último dos últimos [am allerletzten]”. Mas isso parecia sugerir que a vinda do Messias era uma distração, e que o que realmente contava eram os esforços pacientes da humanidade para obter justiça, com a implicação de que as expectativas geradas pela promessa messiânica precisavam ser proteladas, adiadas, e talvez até abandonadas, o que estava longe de toda a verdade. De fato, alguns dias ou páginas atrás, Kafka explicara a contrario que “[é] apenas nosso conceito de tempo nos permite chamá-lo de Dia do Juízo [das Jüngste Gericht], na realidade é um estado de emergência [ein Standrecht: um tribunal especial ou militar constantemente em sessão para fazer tutelas antecipadas]” (KAFKA, 1994, p. 179; 182) 29 . O Messias, na proposição de Blanchot, tendo já
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TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO

TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO

O segundo motivo seria o fato de que eleger a escola como “guardiã” desses saberes seria imputar-lhe um fardo. Como vimos anteriormente, algumas datas já fazem parte dos calendários escolares, enquanto outras, não. Poderíamos justificar de forma simplista ao considerarmos que algumas datas teriam mais importância do que outras. Tiro pela culatra! Quem decide quais datas são mais relevantes do que outras? Que parâmetros adotar para a escolha das datas a serem trabalhadas em sala de aula? O dia 1º de abril, por exemplo, aponta um fato de extrema relevância para a história do nosso país: embora pouco difundido ou restrito ao estudo específico, o dia da abolição da escravidão dos índios existe sim. Esse não seria um tema importante para o currículo escolar?
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Livreto Silencio e Palavra

Livreto Silencio e Palavra

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas relexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, ape- sar de ser muito importante, às vezes ica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comuni- cação deteriora-se, porque provoca certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém, se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e sig- niicado.
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A Noite Fora Do Dia Do Dia: Música, Mulher E Animal, Habitantes Da Escuridão

A Noite Fora Do Dia Do Dia: Música, Mulher E Animal, Habitantes Da Escuridão

reforçando a tendência a sua negatividade. Ao contrário, é o dia que teremos que fissurar, para ver, nele, as entradas incontornáveis do noturno. Portanto, nossa noite está fora dos domínios da luz organizada no abrigo humano, construído, em parte, para garantir a segurança de uma fronteira com o mundo exterior, imerso na escuridão. Ao mesmo tempo, nossa noite está contida como ambiência sobre a luz plena do dia. Há algo, portanto, nessa noite que justifica a contenção e o apartamento. Ela sofre uma força, mas representa um risco, que motiva a fuga para um abrigo. Ela é “a noite fora do dia do dia”. Tudo se passa como se ela tivesse sido apartada do dia e se precipitado densa e pesadamente no espaço inferior, tendo sido necessário forjar um campo de luminosidade em meio a seus domínios. É com ela, foco de nossa especulação, que iniciamos a apresentação temática da escrita. Ao final, no entanto, voltaremos atenção para o dia dentro da noite do dia, com o intuito de provocar-lhe um desaprisionamento, apontando para o contágio do noturno.
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“O meu trabalho do dia a dia”: o quotidiano das crianças na periferia de Maputo

“O meu trabalho do dia a dia”: o quotidiano das crianças na periferia de Maputo

Como é lógico, o dia de todas as crianças começa com o despertar. Apesar de as crianças envolvidas na investigação entrarem na escola às 12 horas, elas tendem a acordar entre 6 e 10 da manhã. A maioria acorda por volta das 7 horas. De modo geral, em Moçambique, e mais especificadamente no bairro estudado, a vida das famílias começa cedo por uma multiplicidade de fatores. A primeira razão é que amanhece cedo, entre 5 e 7 horas, mas também fica escuro cedo, às 18 horas no máximo. A entrada nas escolas e nos lugares de trabalho é usualmente marcada pelas 7 horas, e, considerando que a maioria das pessoas se movimenta a pé ou com o transporte público, é necessário sair de casa mais cedo para chegar a tempo. Os trabalhos domésticos são muitos demorados e desenvolvidos principalmente ao ar livre, desde ir buscar água até cozinhar e lavar roupa, por isso é conveniente começar o mais cedo possível para conseguir acabar, mas também para aproveitar as primeiras horas do dia que são mais frescas. Apenas no inverno, quando as manhãs são mais escuras e frias, as crianças, como todos, ficam com vontade de demorar debaixo das mantas: “Acordei as 6:42. O frio das 6:42 é pesado a pessoa fica com vontade de dormir mais tempo” (Diário de Helder, 08- 10-2008). Uma vez que a vida da família começa, as crianças dificilmente continuam a dormir, quer porque partilham a cama ou o quarto com outros familiares, quer porque elas também têm coisas a fazer: “Hoje eu acordei às 6.00 horas. E o meu dia começou de manhã, eu acordei por cima da cama com os meus irmãos, que são: Edson, Filipe, Elena. Eu quando acordei lavei a cara arrumei a cama e fui varrer o meu quintal quando acabei fui pôr água para(?) poder regar os canteiros” (Diário de Gilberto, 29-09-2008).
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Dia Mundial do Rock abobrinhas  Vizente Besteirol Dia Mundial do Rock

Dia Mundial do Rock abobrinhas Vizente Besteirol Dia Mundial do Rock

O Dia Mundial do Rock que é comemorado neste 13 de julho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), como uma homenagem ao megaespetáculo Live Aid, criado a fim de arrecadar fundos para combater a fome na África. Um grande show com os nomes mais importantes do rock mundial foi realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos nesta mesma data, em 1985.

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Time Trails: patrimônio digital em presença no nosso dia a dia.

Time Trails: patrimônio digital em presença no nosso dia a dia.

O dia 29 de agosto de 1920 viu uma multidão cruzando as roletas pela primeira vez para uma partida da liga de futebol. Nessa data, mais de seis mil pessoas cruzaram os portões para assistir o Exeter derrotar o Brentford por 3 a 0, tendo William Wright marcado o primeiro de todos os gols do City na liga. Também estava em campo naquele dia o goleiro local Dick Pym (nascido em 1893), que jogou pelo clube entre 1911 e 1921. Inicialmente, Pym seguiu a profissão da família como pescador, algo que continuou a fazer durante sua carreira e depois dela. Conhecido como ‘pescador’, ‘tesoura’ ou ‘alicate’, Pym, que foi um dos joga- dores que viajou à América do Sul, embora, é curioso, apa- rentemente tenha ficado muito enjoado durante a viagem, mais tarde assinou com o Bolton Wanderer’s por cinco mil libras – exatamente a soma de dinheiro que custou ao clube para adquirir integralmente o St. James Park na sexta-feira, 24 de junho de 1921.
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Um dia na vida da universidade

Um dia na vida da universidade

Introdução: O evento “Universitário por um dia” foi realizado em conjunto pelos vários PETs da UNESP Campus de Rio Claro. A atividade foi destinada aos alunos do 3º ano do Ensino Médio, da Escola Estadual João Batista Leme. Cerca de 100 estudantes, divididos posteriormente pelas respectivas áreas que o Campus Rio Claro possui, (Matemática, Geologia, Geografia, Física, Engenharia Ambiental, Educação Física e Ciências Biológicas), de acordo com interesse de cada aluno. Objetivos: Esse evento de extensão teve como objetivo apresentar aos estudantes de escolas públicas as oportunidades dentro de uma universidade como a UNESP, bem como as possibilidades de auxílio, orientá-los para as áreas vocacionais, e principalmente estimulá-los a dar continuidade aos estudos. Métodos: O evento foi realizado no dia 9 e 10 de agosto, sendo o primeiro dia destinado a expor aos alunos suas oportunidades dentro da universidade. Foi então organizada uma manhã de esclarecimento sobre bolsas e auxílios, formas de entrada na universidade e cursinho comunitário, seguida de uma Mesa Redonda, na qual, participantes de diferentes PETs puderam relatar sua trajetória até a universidade pública, contando de suas dificuldades e sucessos.A tarde do dia 9 e todo o período do dia 10 foram então destinados a mostrar aos alunos as diferentes áreas vocacionais presentes no Campus de Rio Claro.A parte de Biologia, foi desenvolvida na tarde do dia 10, contando com cerca de 21 alunos, os quais foram divididos em três grupos que se revezaram de modo que todos conhecessem as grandes áreas em destaque: Biologia Celular, Botânica e Zoologia. O grupo PET Biologia dividiu-se em pequenos grupos de acordo com a afinidade de cada petiano com a área que seria apresentada. Na área de Biologia Celular mostraram-se as partes do microscópio e análise de diversas lâminas (de sangue humano e de peixe, mucosa fresca e conservada, fígado, levedura e cebola – fases do ciclo celular) discutindo com os alunos as diferenças e a importância de cada uma das células ou organismos observados. A área de Botânica realizou uma visita ao Jardim Experimental, demonstrando as diversas espécies encontradas no local e suas peculiaridades, como órgãos especializados. E por fim, a área de Zoologia expôs alguns animais conservados e taxidermizados descrevendo diferentes grupos de animais, principalmente o habitat, hábito, venenos e profilaxia sobre animais peçonhentos, e os devidos cuidados a serem tomados. Resultados: Houve um grande aproveitamento da parte dos alunos convidados, constatado pela curiosidade e atenção demonstradas pelos mesmos. Além disso, houve também um boa satisfação por parte dos petianos os quais puderam exercitar os conhecimentos biológicos e práticas educacionais.
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Um dia todos seremos Montag.

Um dia todos seremos Montag.

na, como o livro é descartado como objeto dispensável, sobretudo, como corpo estranho, por inquirir e trazer fissuras e manchas no painel luminoso da rotina recheada de felicidade prêt-à-porter. O corpo em movimento é a ordem do dia, o modelo de ser sarado obceca jovens e mais maduros, estes resistindo ao próprio envelhecimento que se tornou vergonhoso numa co- munidade que prega a eterna juventude. Mesmo que a agitação não leve a lugar nenhum, ela comanda, em especial nos grandes centros, as agendas. Vista de outro modo, esta agitação leva, sim, a um ponto: estão aí as comarcas do individualismo, os estados de violência, as fugas pelas drogas, a banalização da vida e da morte, substitutos do não-sentido que teimamos em não ver como instigação à procura. E tudo isso acaba afunilando-se para estimulações nervosas de agrupamentos humanos untados de suges- tões de frenesi em que se perde a causa do grande vazio, confundido com a própria conseqüência de estarmos uma vez mais num novo dandismo de pletoras improdutivas. Tais agrupamentos desviaram-se da perspectiva do social, cada um se encarregando das próprias feridas como inscrições pes- soais. Abolem a pergunta, abortam a tentativa de diferentes configurações para o estar no mundo e sua dinâmica de contatos. O virtual substituindo o real não é desígnio dos deuses. Outra vez, tudo o que cheira à arte, a pensamento, à vida mental é rotulado como fora do esquadro, passadismo. Nesta seqüência, a vertigem do pós-humano 14 se faz presente em nossas
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Planificação   Dia da Mãe

Planificação Dia da Mãe

• Carimbar essa folha colorida com carimbos em forma de beijinho (os carimbos são colocados ao redor dos diplomas) • Porquê é que a mãe é nossa mãe e porque que chamamos irmãos aos filh[r]

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Integração de Aplicações Empresariais: Soluções do dia-a-dia à Procura de Referenciais Metodológicos

Integração de Aplicações Empresariais: Soluções do dia-a-dia à Procura de Referenciais Metodológicos

A realidade dos sistemas de informação mudou substancialmente. Os tradicionais sistemas homogéneos, codificados à medida das necessidades da organização, deram lugar a um conjunto de aplicações heterogéneas que suportam as várias vertentes do negócio. Neste contexto, a forte necessidade de programação informática do passado, deu agora lugar à necessidade de integração das várias soluções, de forma a consultar, transferir e cruzar dados armazenados em cada uma delas. Do ponto de vista tecnológico, este desafio foi correspondido com o surgimento da integração de aplicações empresariais (enterprise application integration – EAI) que, socorrendo-se de um vasto conjunto de ferramentas e técnicas, consegue dar resposta às necessidades de integração que surgem no dia-a-dia das organizações [Linthicum, 1999].
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Hospital-dia: para quem e para quê?.

Hospital-dia: para quem e para quê?.

Métodos: Foram entrevistados, para obtenção de dados sociodemográficos e avaliação da evolução, 34 pacientes internados no Hospital-Dia da Faculdade de Medicina de Botucatu, Unesp, durante um ano. O diagnóstico psiquiátrico foi avaliado pela CIDI (Composite International Diagnostic Interview), a sintomatologia psiquiátrica pela BPRS (Brief Psychiatric Rating Scale) e a incapacitação psicossocial pela DAS (Psychiatric Disability Assessment Schedule). Todos os pacientes foram acompanhados, e seus familiares, entrevistados.

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