Óleo de abacate.

Top PDF Óleo de abacate.:

Avaliação reológica do óleo de abacate (Persea americana mill) e estudo da estabilidade sob condições de aquecimento e armazenamento à temperatura ambiente

Avaliação reológica do óleo de abacate (Persea americana mill) e estudo da estabilidade sob condições de aquecimento e armazenamento à temperatura ambiente

As análises realizadas, em triplicata, para caracterizar fisico-quimicamente os óleos extraídos por centrifugação das variedades, Margarida e Hass, e óleo de abacate comercial foram ác[r]

82 Ler mais

Obtenção e estudos de estabilidade de Biohidrogeis de galactomanana aditivado com emulsão de óleo de abacate / Obtaining and stability studies of galactomannan biohydrogeals with an avocado oil emulsion

Obtenção e estudos de estabilidade de Biohidrogeis de galactomanana aditivado com emulsão de óleo de abacate / Obtaining and stability studies of galactomannan biohydrogeals with an avocado oil emulsion

O óleo de abacate quando comparado ao BHT mostrou um bom inicio de atividade antioxidante decaindo sua atividade em concentrações maiores, a percepção dessa atividade possui inúmeros benefícios, pois o abacate é um produto natural produzido em larga escala no Brasil, o que torna o produto mundialmente conhecido fácil acesso no mercado o que lhe garante altas taxas de aceitação com o publico alvo. Em vista disso esta pesquisa obteve dados importantes para a indústria cosmética e farmacológica, desta forma auxiliando na descoberta de novos compostos, com ênfase os de ação antioxidante.
Mostrar mais

11 Ler mais

O óleo de abacate (Persea americana Mill) como matéria-prima para a indústria alimentícia.

O óleo de abacate (Persea americana Mill) como matéria-prima para a indústria alimentícia.

Com base no exposto acima e na procura dos consumidores por alimentos mais saudáveis, que possam ser utilizados como coadjuvantes no tratamento de algumas doenças, o presente trabalho teve como objetivo desenvolver e traçar um perfil qua- litativo e funcional do óleo de abacate, para ser utilizado como matéria-prima na indústria alimentícia; estudar os processos de extração e refino do óleo de abacate da variedade Margarida; avaliar as características físico-químicas do óleo bruto e semi- refinado e quantificar as substâncias com ação funcional no óleo bruto e semi-refinado.
Mostrar mais

7 Ler mais

Nota Científica: Caracterização físico-química do óleo de abacate extraído por centrifugação e dos subprodutos do processamento.

Nota Científica: Caracterização físico-química do óleo de abacate extraído por centrifugação e dos subprodutos do processamento.

A Tabela 4 apresenta a composição em ácidos graxos e os índices de iodo e de saponificação das amostras de óleo de abacate e o padrão para azeite de oliva de acordo com a Instrução Normativa nº 1, de 30 de janeiro de 2012, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (BRASIL, 2012), onde pode ser verificada a semelhança com o óleo de abacate. Os resultados mostraram que o óleo de abacate é composto em sua maioria de ácidos graxos insaturados, dados que são similares aos reportados por Tango et al. (2004). O teor de ácidos graxos poli-insaturados foi inferior a 14%, considerado bom do ponto de vista da estabilidade do óleo, uma vez que este, devido à quantidade de duplas ligações, é mais susceptível à oxidação. O perfil em ácidos graxos do óleo de abacate o qualifica como um óleo comestível especial, principalmente pela presença dos ácidos oleico e linoleico, além de apresentar Tabela 2. Composição da casca, polpa e caroço de abacate das variedades Hass e Fuerte.
Mostrar mais

6 Ler mais

Comparação de métodos de extração sobre o teor e composição de óleo de abacate (Persea americana).

Comparação de métodos de extração sobre o teor e composição de óleo de abacate (Persea americana).

Em pesquisas realizadas com variedades cultivadas no Estado de São Paulo, LUCCHESI (1975) verificou a influência do clima e do desenvolvimento do fruto sobre o teor de óleo, encontrand[r]

6 Ler mais

Caracterização física e química de frutos de abacate visando a seu potencial para extração de óleo.

Caracterização física e química de frutos de abacate visando a seu potencial para extração de óleo.

O elevado conteúdo de umidade na polpa fresca constitui no principal óbice para obtenção de óleo de abacate, afetando o rendimento de extração e o custo de produção. Dessa forma, as variedades mais indicadas para serem cultivadas para a produção de frutos para a extração de óleo, levando-se em conta os teores de lipídeos nas polpas acima de 18% (valores estatisticamente diferenciados da média geral) e com menores percentagens de umidade, seriam Hass, Fuerte e Glória, vindo a seguir as variedades Collinson, Anaheim, Itzamna, Wagner, Ouro Verde, Carlsbad e Mayapan. A produção dessas cultivares, com teores mais elevados de lipídeos, ocorreu no município de Campinas, em grande parte do ano, iniciando em maio e terminando em novembro (Tabela 1). A alta produção de óleo e diferentes épocas de maturação das variedades de abacate são algumas das características e fatores essenciais para a viabilidade de implantação de plantações de abacateiro objetivando a extração de óleo. Por ser a matéria-prima perecível, é de interesse tê-la em grande parte do ano a fim de evitar custos de armazenamento.
Mostrar mais

7 Ler mais

Características biológicas de Nipteria panacea Thierry-Mieg (Lepidoptera, Geometridae), desfolhadora do abacateiro, na região serrana do Espírito Santo, Brasil.

Características biológicas de Nipteria panacea Thierry-Mieg (Lepidoptera, Geometridae), desfolhadora do abacateiro, na região serrana do Espírito Santo, Brasil.

Lagartas coletadas em pomares de abacate da região serrana do Espírito Santo, foram levadas ao laboratório e mantidas em gaiolas de telado plástico, onde permaneceram até completarem seu desenvolvimento, sendo alimentadas com folhas de abacateiro, cujos ramos estavam imersos em água para manter a turgidez. As pupas foram mantidas em placas de Petri dentro de gaiolas de oviposição. Com a emergência dos adultos, frascos contendo uma solução de mel a 10% foram introduzidos nas gaiolas para alimentação dos mesmos e também, ramos de abacateiro, imersos em frascos com água para servir de substrato para as posturas. A fim de se implementar esta pesquisa, 350 ovos foram separados em 10 lotes e acondicionados em caixas plásticas. As lagartas recém eclodidas foram isoladas em tubos de vidro (2,5 x 8 cm), alimentadas com folhas de abacateiro, tendo um chumaço de algodão umedecido envolvendo o pecíolo, para manter a turgidez das folhas. As folhas foram trocadas diariamente para evitar alguma alteração na sua qualidade nutricional e, com isso, haver interferência no desenvolvimento das lagartas. Com o aparecimento dos adultos, 50 casais foram individualizados e transferidos para gaiolas confeccionadas de tubos de PVC, com 10 cm de diâmetro por 12 de comprimento. A extremidade superior do tubo foi fechada com um pedaço de tecido (filó) de malha fina, preso com elástico. A extremidade inferior foi fechada com um pedaço de papelão, furado no centro, por onde foi introduzido um frasco contendo solução de mel a 10%, para que os insetos pudessem se alimentar.
Mostrar mais

2 Ler mais

Capacidade antioxidante e qualidade pós-colheita de abacate 'Fuerte'

Capacidade antioxidante e qualidade pós-colheita de abacate 'Fuerte'

RESUMO-A capacidade antioxidante e a qualidade pós-colheita do abacate ‘Fuerte’ foram avaliadas. Os frutos foram mantidos sob temperatura ambiente (24 ± 1 ºC) e sob refrigeração em 10 ± 1 ºC e 90±5% UR e avaliados durante 15 dias. Determinaram-se a perda de massa e a taxa respiratória. As características físico- químicas avaliadas foram acidez total titulável (AT), sólidos solúveis (SS), ratio, pH, irmeza, atividade da enzima polifenoloxidase (PPO), cor (L, a* e b*), fenólicos totais e atividade antioxidante (AA) por DPPH·. Nas duas condições de armazenamento, o pico respiratório ocorreu no 9º dia.Os frutos mantidos sob tempe- ratura refrigerada apresentaram menor perda de massa e maior irmeza em relação àqueles em temperatura ambiente. O comportamento respiratório reletiu na redução dos valores de AT e no conteúdo de SS que diminuíram a partir do pico de respiração. Os valores de pH aumentaram como consequência da diminuição da AT. Os valores de luminosidade mantiveram-se elevados, observando-se diminuição do componente de cor verde na polpa com o armazenamento. A atividade da PPO diminuiu com o armazenamento. Os valores de AA variaram de 17,6 a 68,7%. O conteúdo de fenólicos totais diminuiu após o pico respiratório, e valores crescentes de AA foram observados mesmo após o 9º dia.
Mostrar mais

13 Ler mais

Identificação de espécies de Fusicoccum causadoras de podridão em frutos de abacate.

Identificação de espécies de Fusicoccum causadoras de podridão em frutos de abacate.

Todos os isolados que mostraram características culturais e morfológicas típicas de Fusicoccum tiveram sua patogenicidade confirmada através de inoculação em frutos sadios de abacate ‘Hass’. Utilizou-se como inóculo disco de meio BDA com 6 mm de diâmetro contendo estruturas do fungo proveniente das extremidades de colônias Fungos do gênero Fusicoccum são conhecidos por causarem podridão

3 Ler mais

Caracterização molecular e diversidade genética de diferentes variedades de abacate por marcadores microssatélites

Caracterização molecular e diversidade genética de diferentes variedades de abacate por marcadores microssatélites

O estudo foi realizado na Área Experimental de Produção de Mudas Frutíferas do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV/UNESP), Câmpus de Jaboticabal-SP, utilizando-se de sete variedades de abacate, pertencentes ao Banco de Germoplasma da referida instituição de ensino e pesquisa: varie- dades-copa brasileira Margarida, Geada e Fortuna; variedade-copa americana Hass; variedade-copa mexicana Fuerte e porta-enxertos Toro Canyon e Duke 7, apresentando, estas duas últimas, aroma de anis nas folhas, característica da raça Mexicana.
Mostrar mais

7 Ler mais

Análise espectral comparativa dos óleos e biodieseis

Análise espectral comparativa dos óleos e biodieseis

glicerina do óleo que se encontram neste intervalo de deslocamento químico. Com esta normalização, a integração do sinal dos hidro- gênios em δ 5,00-5,60 ppm assumiu o valor 10,61, mas como nesse intervalo temos a sobreposição do outro H referente à porção da glicerina do óleo e também os hidrogênios olefínicos do óleo, basta subtrair uma unidade para sabermos a intensidade da integração re- ferente apenas aos hidrogênios olefínicos. Dessa forma, chega-se ao valor 9,61 que resulta na relação GI = 9,61/4 = 2,40 para o óleo de licuri. Os dados normalizados da integração e o GI dos óleos estão indicados na Tabela 1. Pode-se verificar que o óleo de coco é o mais saturado dos triglicerídeos isolados, pois apresenta o menor valor de GI, e que os mais insaturados são, nesta ordem, lícuri, borra de café e abacate, Tabela 1.
Mostrar mais

8 Ler mais

Atividade antioxidante da casca da pêra abacate (Persea americana) e identificação dos seus compostos

Atividade antioxidante da casca da pêra abacate (Persea americana) e identificação dos seus compostos

A pêra abacate (Persea americana) é muito consumida devido ao seu elevado valor nutricional e também por apresentar benefícios para a saúde, nomeadamente, a atividade anticancerígena, antioxidante in vivo e inibição da oxidação de lípidos e proteínas, o que aumenta a interesse científico na determinação da sua composição. Devido às propriedades demostradas por este fruto e, sendo a casca da pêra abacate um importante resíduo das indústrias de processamento deste fruto, o principal objetivo deste trabalho foi a valorização destes resíduos, com vista à recuperação dos compostos de elevado valor acrescentado, nomeadamente, compostos fenólicos presentes nos extratos aquosos da sua casca.
Mostrar mais

126 Ler mais

DIFERENTES FONTES DE LIPÍDIOS TESTADAS NA CRIAÇÃO DE LARVAS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen), PISCES, PIMELODIDAE.

DIFERENTES FONTES DE LIPÍDIOS TESTADAS NA CRIAÇÃO DE LARVAS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen), PISCES, PIMELODIDAE.

O peso médio foi significativamente (P<0,05) mais elevado nas larvas suplementadas com óleo de canola do que naqueles que receberam óleo de girassol, óleo de soja + óleo de fígado de bacalhau, óleo de fígado de bacalhau + óleo de mi- lho e somente óleo de milho. Também pode-se ob- servar que os tratamentos com óleo de girassol e uma mistura composta por óleo de milho + óleo de fígado de bacalhau foram os que apresentaram os menores pesos. Por outro lado, SATOH et al. (1989b), em estudos realizados com alevinos de bagre norte americano, comprovaram que a mistura 2,5% de óleo de fígado de bacalhau + 2,5% de óleo de milho em dieta purificada (caseína e dextrina) apresentaram resultados superiores em ganho de peso, quando comparados ao tratamento de mesma dieta base, porém com 5% de óleo de fígado de bacalhau. Já SZLAMINSKA et al. (1990) utilizaram
Mostrar mais

5 Ler mais

Linhagens de Trichogramma e Trichogrammatoidea para controle de Stenoma catenifer.

Linhagens de Trichogramma e Trichogrammatoidea para controle de Stenoma catenifer.

Foram utilizadas gaiolas confeccionadas com tubos de PVC (23x15 cm), revestidas internamente com papel toalha absorvente dupla-face. Em cada gaiola, foram colocados dez casais, alimentados com solução de mel a 10%. Adicionou-se também, na gaiola, um fruto de abacate, necessário para estimular a postura (Nava et al., 2005). Este substrato com a postura foi retirado diaria- mente, e os ovos foram recortados em grupos de 30, para a realização dos experimentos. Os insetos foram criados em sala regulada, com temperatura de 25±2ºC, umidade relativa de 60±20% e fotófase de 14 horas.

8 Ler mais

Composição nutricional de biscoitos biofortificados com farinha de batata-doce / Nutritional composition of biofortified cookies with sweet potato flour

Composição nutricional de biscoitos biofortificados com farinha de batata-doce / Nutritional composition of biofortified cookies with sweet potato flour

Os biscoitos obtiveram boa intenção de compras pelos avaliadores. Houveram maiores percentuais de respostas de intenção de compra positiva ‘’certamente compraria’’ e ‘’provavelmente compraria’’. O biscoito doce (BD40%) apresentou maior percentagem de resposta para ‘’certamente compraria’’ com 47,14%, seguido do biscoito tipo raivinha (BR40) com 39,57% e 11,43% para biscoito salgado (BS40). Para intenção de compra “provavelmente compraria” o biscoito salgado se destacou com 74,28% seguido do biscoito tipo raivinha com 52, 85% e 44,29% para biscoito doce. Carvalho et al. (2017) houveram também boa intenção de compra para cookies de mandioca. Em biscoito tipo cookies do bagaço, Fantona (2018) observou uma boa intenção de compra, que corroboram com os resultados de Southgate e Aplevicz (2016) em cookies de farinha de trigo sarraceno. Os resultados na Figura 1 mostraram que não houve intenção de compra negativa (certamente e provavelmente não compraria) para o biscoito doce, isso a maioria dos avaliadores era adolescente. Para biscoito salgado (4, 29%) e biscoito tipo raivinha (2,86%) dos avaliadores marcaram que provavelmente não os comprariam. Uma pequena parte dos avaliadores ficaram na duvida de se compraria o biscoito salgado e tipo raivinha, 4,29% e 2,86% respectivamente. Silva et al. (2019) houveram até 35,71% de rejeição (certamente não compraria) em biscoito com acréscimo de 20% da farinha do caroço de abacate durante a analise sensorial.
Mostrar mais

16 Ler mais

Controle da antracnose na pós-colheita de bananas-'prata' com produtos alternativos aos agrotóxicos convencionais.

Controle da antracnose na pós-colheita de bananas-'prata' com produtos alternativos aos agrotóxicos convencionais.

leira dos frutos, em relação ao tratamento com água (Figura 1). Esse é um aspecto favorável à comercia- lização, pois Matsuura et al. (2004), ao estudarem as preferências do consumidor quanto aos atributos de qualidade dos frutos de bananas, veriicaram que o tempo de 7 a 10 dias de vida útil em condições ambientes é o exigido pelo consumidor. A severidade da doença, nos frutos tratados com óleo de alho e tiabendazol, manteve-se abaixo de 2% até os 16 dias após os tratamentos (Figura 2). Aos 18 dias após os tratamentos, a severidade da doença foi reduzida nos frutos tratados com tiabendazol, quitosana, óleo de nim e óleo de alho em 59,66%, 50,89%, 49,39% e 41,67%, respectivamente, em relação à testemunha água, que apresentou nessa data 44,80% de severida- de da doença (Tabela 1). Os tratamentos com extrato cítrico, óleo de pimenta-longa e óleo de cravo-da- -índia não foram eicientes na redução da severidade da doença. Em trabalho realizado por Carré et al. (2006), quitosana na concentração de 0,25 mg/mL, reduziu-se a severidade de antracnose em 63% em frutos de banana ‘Prata’ tratados na pós-colheita, em relação à testemunha. A eiciência na redução da intensidade da antracnose conferida por esses produtos alternativos deve-se ao fato de poderem ter atuado de duas formas: a primeira, pela indução de resistência. A resistência vegetal pode ser melhorada através da produção de metabólitos secundários e me- canismos de defesa estruturais mais eicientes. Isso é possível devido à presença, na composição desses óleos essenciais e da quitosana, de biolavonoides e polímeros, precursores dos compostos secundários itoalexinas e quitinases, respectivamente, respon- sáveis pela defesa vegetal; a segunda, pela ação germicida através da ruptura de membranas celulares dos fungos, como evidenciado em testes realizados in vitro por Benkeblia (2004), que relatou a inibição do crescimento micelial de Aspergillus niger e Pe- nicillium cyclopium com o uso de óleos essenciais de alho e de cebola. Cor da casca dos frutos - O fungicida tiabendazol manteve o índice de cor mais baixo do 4 o
Mostrar mais

8 Ler mais

Composição química e atividade antioxidante da polpa e resíduos de abacate 'Hass'

Composição química e atividade antioxidante da polpa e resíduos de abacate 'Hass'

O teor de lipídios na polpa foi superior aos encontrados na casca e na semente. Gondim et al. (2005) encontraram valores de11,04 na casca do abacate, resultado este expresso de forma integral (100 g de amostra in natura das cascas de fruta). Os autores concluem que a casca de abacate é uma boa fonte de lipídios, pois fornece 14% da Ingestão diária recomendada (IDR), considerando os requerimentos nutricionais de um adulto. Os autores compararam os resultados com a Tabela de Composição Química de Alimentos (NEPA, 2011) e observaram valor igual para a polpa. Porém, neste trabalho, a variedade pesquisada não foi mencionada.
Mostrar mais

8 Ler mais

O choro em Belo Horizonte: aspectos históricos, compositores e obras

O choro em Belo Horizonte: aspectos históricos, compositores e obras

Sarau Brasileiro, Clube do Choro, Flor de Abacate 14 e Waldir Silva e Grupo.. SILVA (2004), que afirma ter gravado mais de vinte discos de cavaquinho solo,.[r]

51 Ler mais

Composição mineral de frutos tropicais na colheita.

Composição mineral de frutos tropicais na colheita.

Para as análises químicas, os frutos foram divididos em casca, polpa e sementes (abacate e jaca); em casca + polpa e sementes (mamão e manga); em casca e polpa (abacaxi); em casca do f[r]

10 Ler mais

CULICIDEOS (DIPTERA: CULICIDAE) DA COLEÇÃO ENTOMOLÓGICA DO INSTITUTO DE PESQUISAS CIENTIFICAS E TECNOLÓGICAS DO AMAPÁ

CULICIDEOS (DIPTERA: CULICIDAE) DA COLEÇÃO ENTOMOLÓGICA DO INSTITUTO DE PESQUISAS CIENTIFICAS E TECNOLÓGICAS DO AMAPÁ

Anopheles (Nyssorhyncus) braziliensis Chagas, 1907 BRASIL, AMAPÁ, Áreas úmidas no entorno da cidade de Macapá, Pedreira do abacate, Casa grande, Região dos Lagos nos municípios de Amapá, Pracuúba e Tartarugalzinho, Áreas úmidas no entorno da cidade de Macapá, Pedreira do abacate, Casa grande, município de Mazagão, São Raimundo do Pirativa.

6 Ler mais

Show all 7556 documents...

temas relacionados