Operadoras de assistência à saúde

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PRÁTICAS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA ADOTADAS PELAS OPERADORAS DE PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE CLASSIFICADAS COMO COOPERATIVAS

PRÁTICAS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA ADOTADAS PELAS OPERADORAS DE PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE CLASSIFICADAS COMO COOPERATIVAS

Nos últimos anos, as boas práticas de governança coorporativa passaram a ser um diferencial competitivo para as organizações, contribuindo para uma gestão mais transparente e profissional, minimizando conflitos de agência e maximizando os resultados da organização de forma a agregar valor aos proprietários, podendo também influenciar na decisão do consumidor em adquirir produtos e serviços. Nesse contexto, este trabalho tem como objetivo investigar as práticas de governança corporativa que são adotadas pelas operadoras de planos de assistência à saúde classificada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS na modalidade cooperativa médica, à luz das práticas preconizadas para as empresas em geral. Foi utilizada uma pesquisa descritiva, com abordagem quali-quantitativa, utilizando como estratégia de pesquisa o survey, com apoio de pesquisa bibliográfica e documental. Optou-se por estudar as operadoras de planos de assistência à saúde, do sistema Unimed, consideradas pela ANS como de grande porte, buscando identificar junto aos seus principais executivos e documentos desse sistema as informações necessárias ao cumprimento dos objetivos a que se propõe esse trabalho. O estudo revelou que as operadoras classificadas na modalidade cooperativa médica possuem uma estrutura organizacional compatível com a adoção de melhores práticas de governança corporativa preconizadas pela literatura para as empresas em geral, obedecendo ainda o cumprimento do que determina a Lei 5.764/1971 e os normativos emanados pelos órgãos reguladores de suas atividades. Com a pesquisa realizada, conclui-se que as operadoras de planos de assistência à saúde investigadas adotam boas práticas de governança corporativa preconizadas pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (2009) e recomendações sobre governança do Banco Central do Brasil (2008), conforme os resultados obtidos por meio das análises e do modelo utilizado para definir o grau e o nível de adoção de tais práticas. Os resultados mostraram ainda que o quantitativo de beneficiários, funcionários e associados (cooperados) não têm influência na adoção de práticas de governança nas operadoras estudadas.
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É possível a participação de capital estrangeiro em operadoras de planos privados de assistência à saúde com rede própria?

É possível a participação de capital estrangeiro em operadoras de planos privados de assistência à saúde com rede própria?

Este estudo objetiva averiguar a possibilidade de participação direta ou indireta de capital estrangeiro em operadoras de planos privados de assistência à saúde, no Brasil, que possuem rede própria. Utilizando técnicas interpretativas da hermenêutica jurídica, como o método histórico evolutivo, sistemático e teleológico, busca-se entender a inteligência exegética do artigo 199, §3 o , da Constituição Federal. Considerando-se que este dispositivo constitucional vedou a participação direta ou indireta de capital estrangeiro na assistência à saúde, salvo nos casos previstos em lei, o estudo revela em que hipóteses a vedação foi excepcionada e se a exceção infraconstitucional abrange as operadoras de plano de saúde que possuem rede própria. Ademais, o estudo analisa o posicionamento da Agência Nacional de Saúde (ANS), na aquisição da Amil Participações S.A, pela operadora norte-americana United Health Group Incorporated. A análise desta operação se torna de muita relevância ao estudo, pois envolve a maior operadora de planos de saúde com rede própria do país, além de ter a presença da maior importância de capitais estrangeiros na assistência à saúde na história do Brasil.
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A CONTROLADORIA NO PROCESSO DE GESTÃO DAS OPERADORAS DE PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DO SISTEMA UNIMED

A CONTROLADORIA NO PROCESSO DE GESTÃO DAS OPERADORAS DE PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DO SISTEMA UNIMED

Somente a função de atender aos agentes de mercado não é praticada pela totalidade dos respondentes, embora seja uma função primordial para a competitividade (ALMEIDA, PARISI e PEREIRA, 2006; OLIVEIRA, PEREZ Jr e SILVA, 2008) entre as demais operadoras de plano de assistência à saúde, Almeida, Parisi e Pereira (2006) e Oliveira, Perez Jr e Silva (2008) ressaltam que a missão da empresa deve refletir uma preocupação fundamental com as necessidades do mercado, permitindo à empresa se adaptar rapidamente a suas exigências e dessa forma oferecer produtos a preços competitivos e com rentabilidade adequada, para que possa atingir seu objetivo principal de otimizar os resultados.
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A teoria da agência no setor da saúde: o caso do relacionamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar com as operadoras de planos de assistência supletiva no Brasil.

A teoria da agência no setor da saúde: o caso do relacionamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar com as operadoras de planos de assistência supletiva no Brasil.

Como pode ser observado pelas informações anteriormente descritas, o setor de assistência supletiva à saúde no Brasil é muito complexo, com inúmeros atores e motivações que em grande parte dos casos são divergentes entre si. Derivado dessas constatações é possível encontrar inúmeros conflitos de inte- resse no setor, como são os casos dos beneficiários e as operadoras de planos de saúde, onde cada um deles age de forma a maximizar seus benefícios. Como são divergentes, começa então a surgir o problema de agência, onde os atores que estão no papel de principal em determinado relacionamento (por exemplo, a ANS ou as operadoras de saúde) passam com vários mecanismos de coerção, como o monitoramento e a punição, a controlar o comportamen- to de seus agentes (respectivamente para o exemplo anterior, operadoras e beneficiários de planos de saúde). É justamente desse controle que incorrem os chamados custos de agência.
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JOSIANE ARAÚJO GOMES CONTRATOS DE ASSISTÊNCIA PRIVADA À SAÚDE: estudo sobre a intervenção judicial para a ponderação dos interesses das operadoras e dos usuários de planos de saúde

JOSIANE ARAÚJO GOMES CONTRATOS DE ASSISTÊNCIA PRIVADA À SAÚDE: estudo sobre a intervenção judicial para a ponderação dos interesses das operadoras e dos usuários de planos de saúde

Por fim, assentado o caráter fundamental e social do direito à saúde, bem como traçada a caracterização dos contratos de plano de saúde, passa-se a enfrentar, especificamente, a problemática deste estudo: a intervenção judicial nesses contratos para a ponderação dos interesses das operadoras e dos usuários. Para tanto, deve-se analisar a eficácia horizontal do direito fundamental à saúde, abordando os seus reflexos nas relações de plano de saúde, notadamente a ponderação de interesses dos usuários e operadoras. Em seguida, será abordado o fenômeno denominado de neoprocessualismo e, por decorrência, o papel exercido pelo Poder Judiciário na concretização dos direitos fundamentais. Após, tentar- se-á delimitar o momento em que a adoção de cláusulas contratuais restritivas de direito ultrapassa a finalidade de manutenção do equilíbrio financeiro das prestações para caracterizar verdadeira prática abusiva, ofensiva ao objetivo contratual e às legítimas expectativas dos usuários. Diante disso, serão analisados aspectos pontuais relativos à proteção do usuário de plano de saúde, relativos às principais situações ensejadoras de litígios entre os contratantes, abordando as posições normativas, doutrinárias e jurisprudenciais sobre as hipóteses elencadas. Ao final, diante das conclusões parciais obtidas, adotar-se-á posicionamento acerca da necessidade de intervenção judicial nos contratos de assistência privada à saúde, a fim de possibilitar a harmonização dos interesses econômicos das operadoras com a eficácia do direito à saúde, visando, como fim último do ramo de saúde suplementar, a máxima efetividade desse direito fundamental social.
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Estratégia, estrutura e competências: estudo de caso de três operadoras de planos de assistência à saúde, modalidade autogestão

Estratégia, estrutura e competências: estudo de caso de três operadoras de planos de assistência à saúde, modalidade autogestão

Há cinco mecanismos de coordenação e os mesmos abrangem as maneiras fundamentais pelas quais as organizações coordenam suas tarefas. Segundo Mintzberg, eles são: ajustamento mútuo: o controle do trabalho permanece nas mãos dos operadores, com base no processo simples da comunicação informal. Normalmente é utilizado em organizações mais simples. O sucesso do empreendimento depende da habilidade dos especialistas de se adaptar, cada um com o outro, no decurso de suas “rotas”; supervisão direta: ocorre quando a organização começa a se desenvolver e crescer. A responsabilidade pelo trabalho dos outros e pelo monitoramento de vossas ações é delegada a uma pessoa, que passa a coordenar todo o esforço através de uma coordenação direta das outras pessoas. Este é o caso das operadoras; padronização dos processos de trabalho: existem três formas básicas de se conseguir padronização nas organizações: as habilidades (e conhecimentos) de quem executa o trabalho, os processos de trabalho em si mesmos e as saídas destes processos de trabalho. O que caracteriza a padronização é o fato das execuções serem específicas ou programadas; padronização dos resultados: neste caso os resultados são especificados. Uma vez que o operador saiba como realizar a tarefa, cabe à coordenação cuidar para que determinados resultados sejam atingidos; padronização das habilidades (e conhecimentos) dos trabalhadores: é utilizada quando nem o processo de trabalho, nem seus resultados podem ser padronizados. Neste caso, as habilidades e conhecimentos são padronizados a fim de ter um treinamento específico para a execução de determinado trabalho. Isto é o que mais aparece no diagnóstico realizado nas três operadoras. Mas, de forma geral, as operadoras utilizam um mix dos modelos de coordenação dada a sua complexidade organizacional.
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O Serviço Social nas operadoras de planos privados de assistência à saúde: demandas, atribuições e respostas profissionais

O Serviço Social nas operadoras de planos privados de assistência à saúde: demandas, atribuições e respostas profissionais

Ela (assistente social) procura sempre estar em contato com as pessoas. É sempre muito dedicada é uma pessoa que tem interesse, é uma pessoa muito humana e sempre está ajudando e resolvendo de uma forma ou de outra. Sempre está pronta pra resolver, se ela não pode ela pelo menos procura de uma outra forma arrumar alguém para resolver as coisas para agente. Fui muito bem atendida e acho isso fundamental porque agente não sabe o que é de direito da gente e a assistente social procura orientar procura ajudar. Eu quase que perdi o plano e por causa de uma orientação básica, que foi assim fundamental para mim porque eu não sabia que eu atrasando eu ia perder o plano de saúde e ela me orientou que eu corria risco de perder, mas arrumou um jeito para pagar o atrasado e mudar o plano de saúde de quarto particular para enfermaria, já que eu não tinha condições de pagar na época, no caso, né, por isso que eu to lá até hoje.(SAFIRA, usuária)
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A situação atual do mercado da saúde suplementar no Brasil e apontamentos para o futuro.

A situação atual do mercado da saúde suplementar no Brasil e apontamentos para o futuro.

A partir do ano de 2003, verifica-se o aumen- to da regularidade do envio de dados, bem como o aperfeiçoamento da sua qualidade, demonstra- da pela redução do número de beneficiários de planos antigos com tipo de contratação não iden- tificada e pela análise das bases de informação constantes nos resultados do Programa de Qua- lificação da Saúde Suplementar. Este programa permite, a partir de seus resultados, fazer um di- agnóstico da qualidade das operadoras e, conse- qü en t em en t e, d as in for m ações p or elas enviadas.Visa incentivar a melhoria da qualidade da assistência à saúde prestada aos beneficiários de planos privados e da própria estrutura e con- dições econômico-financeiras das operadoras, por meio de indicadores de saúde, da satisfação dos beneficiários, das condições econômico-financei- ras e de estrutura para operação das operadoras.
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A avaliação da efetividade da política de ressarcimento ao Sistema Único de Saúde

A avaliação da efetividade da política de ressarcimento ao Sistema Único de Saúde

74 beneficiários de planos privados utilizarem os serviços do SUS, no sentido de haver um descumprimento do contrato celebrado. Por exemplo: (1) a inadequação da rede assistencial da operadora; (2) a existência de fatores moderadores, como a franquia e a co-participação do beneficiário no pagamento de determinados tipos de procedimentos que não são totalmente cobertos pelo contrato do plano privado; (3) a existência de planos com pagamento em custo operacional por parte do beneficiário; (4) os abusos verificados por parte de algumas operadoras em práticas ditas de regulação e que na realidade são verdadeiras barreiras ao acesso; (5) os períodos de carência para os procedimentos; (6) a Cobertura Parcial Temporária para procedimentos em função de Doenças e Lesões Pré-Existentes, o que deixa o consumidor impedido de utilizar o serviço até cumprir o período previsto no contrato; (7) os serviços que têm dupla porta de entrada, ou seja, atendem ao SUS e à área privada, tanto a suplementar quanto por pagamento direto do usuário, e que muitas vezes são também operadoras de planos (exemplo de alguns hospitais filantrópicos que possuem planos privados para venda, sendo assim ao mesmo tempo prestadores de serviços e operadoras de planos privados). Já houve a constatação de fraude por parte de alguns serviços, com dupla cobrança pelo atendimento – ao SUS e à operadora – ou ainda a escolha da melhor tabela de remuneração do procedimento, “induzindo” que a assistência se dê pelo SUS e não pela operadora; (8) a busca, por parte dos beneficiários, dos serviços considerados de excelência no SUS; (9) a disponibilidade do serviço. Em muitos municípios o único serviço disponível é o do SUS, próprio ou contratado/conveniado, sendo referenciado pelas operadoras; (10) a assimetria de informação existente, quando os beneficiários desconhecem com maior clareza as cláusulas e condições do contrato que estão celebrando, e se vêem sem a cobertura necessária ao buscar o atendimento. Isto se dá tanto em relação aos procedimentos oferecidos quanto em relação à disponibilidade de rede e (11) a fidelização com os profissionais médicos que, muitas vezes, atuam na rede pública e na privada e levam para aquela seus clientes particulares. ”
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Os efeitos da auditoria independente (externa) sobre a manipulação da informação contábil por parte das OPS brasileiras

Os efeitos da auditoria independente (externa) sobre a manipulação da informação contábil por parte das OPS brasileiras

A presente pesquisa busca investigar se a auditoria externa (independente) minimiza a propensão à manipulação das informações contábeis - MIC (medidas pelas acumulações discricionárias correntes) por parte das operadoras de plano privado de assistência à saúde, no que tange às informações econômico-financeiras divulgadas à Agência Nacional de Saúde Suplementar. Após revisão bibliográfica sobre qualidade da informação contábil, auditoria e mercado de saúde suplementar, promoveu-se uma pesquisa empírica com informações prestadas à ANS pelas OPS relativas ao período de 2004 a 2006. Para verificar se há diferença significativa no nível de acumulações discricionárias correntes, medidas pelo modelo AWCA e Jones Modificado (1995), entre as informações auditadas (quarto trimestre de cada ano) e as informações não- auditadas (três primeiros trimestres de cada ano) para as mesmas empresas foi aplicado o teste não-paramétrico de Mann-Whitney. Os resultados indicam que não existem diferenças estatísticas significativas na propensão à manipulação entre as informações contábeis auditadas e não-auditadas, pelo menos no que tange às informações de 2004 a 2006 prestadas pelas OPS à ANS. Adicionalmente, também foram testadas as influências do tipo de modalidade, porte da firma e situação apresentada do patrimônio líquido sobre as acumulações discricionárias correntes. Observou-se que essas três variáveis influenciam em maior ou menor grau na manipulação da informação contábil gerada pelas OPS à ANS. Neste contexto, as seguintes características sobre a maior propensão a MIC foram diagnosticadas: Cooperativa Odontológica e a Medicina de Grupo (Modalidade); Pequeno (Porte da Firma); e Passivo a Descoberto ou PL Próximo de Zero (Situação do Patrimônio Líquido). Ao passo que as características relacionadas à menor propensão de MIC foram: Cooperativa Médica e Filantropia (Modalidade); Médio e Grande (Porte da Firma); Patrimônio Líquido Favorável (Situação do Patrimônio Líquido).
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Prevendo a insolvência de operadoras de planos de saúde.

Prevendo a insolvência de operadoras de planos de saúde.

de contas contábil uniforme que deve ser adotado por todas as empresas. Além disso, a ANS dá publicidade aos demonstrativos inanceiros e outras informações cadas- trais apresentadas pelas OPS brasileiras (ANS, 2006). Os dados disponíveis sobre mais de 1.000 OPS, com cober- tura razoavelmente uniforme (isto é, compreendendo um rol mínimo de procedimentos determinado pela ANS) e seguindo os mesmos padrões de contabilidade, são bas- tante adequados à análise aqui proposta. A partir desses dados, selecionamos apenas empresas que oferecem pla- nos de assistência médica e hospitalar, deixando de lado aproximadamente 300 empresas dedicadas a planos ex- clusivamente odontológicos. Essa restrição foi imposta, principalmente, para permitir uma melhor comparabili- dade dos dados em nossa amostra.
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Diretrizes clínicas e outras práticas voltadas para a melhoria da qualidade assistencial em operadoras de planos de saúde sob a perspectiva dos seus dirigentes, no Brasil .

Diretrizes clínicas e outras práticas voltadas para a melhoria da qualidade assistencial em operadoras de planos de saúde sob a perspectiva dos seus dirigentes, no Brasil .

Embora com índices médios predominan- temente baixos, há importante variação no uso de diretrizes clínicas e outras práticas de gestão clínica tanto geográfica, quanto em termos dos segmentos do mercado de saúde suplementar. Especificamente, chamam a atenção os resulta- dos referentes às seguradoras – que certamente expressam uma postura assumida de desvincu- lação do seu papel da assistência à saúde – e os resultados relativos ao segmento filantrópico – que, exceto para o uso corrente de diretrizes clí- nicas, foi positivamente diferenciado para vários aspectos. Neste segundo caso, ainda que susci- tem dúvidas, os resultados talvez sejam parcial- mente explicados pela estreita vinculação das operadoras filantrópicas e hospitais prestadores à mesma entidade mantenedora.
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Um estudo sobre a insolvência das operadoras de planos de saúde

Um estudo sobre a insolvência das operadoras de planos de saúde

Já as empresas de odontologia de grupo são empresas ou entidades que operam exclusivamente planos odontológicos, excetuando-se aquelas classificadas nas modalidades anteriores e podendo ser planos empresariais e individuais. As seguradoras especializadas em saúde são sociedades seguradoras autorizadas a operar planos de saúde, devendo seu estatuto vedar a atuação em quaisquer outros ramos de seguro. O seguro-saúde foi instituído no Brasil em 1966, pelos artigos nº 129 a 135 do Decreto-Lei n° 73/1966. É destinado a garantir o pagamento em dinheiro, diretamente ou mediante reembolso, dos gastos dos segurados com assistência médica e hospitalar, mas pondo veto às seguradoras de operar serviços de assistência médica e hospitalar em redes próprias (BRASIL, 1966). Segundo Bottesini e Machado (2005), as seguradoras utilizam a lógica atuarial para a minuciosa e rígida seleção dos riscos cobertos, estabelecendo a partir desta o valor dos prêmios cobrados nas apólices coletivas ou individuais.
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Sistema de acreditação nas operadoras de saúde suplementar: análise e perspectivas de mercado

Sistema de acreditação nas operadoras de saúde suplementar: análise e perspectivas de mercado

A saúde é um mercado em constantes mudanças há mais de duas décadas, com diversas mudanças ocorrendo para o avanço do setor como os processos de incorporações, aquisições de hospitais, construção ou a ampliação de ambulatórios, os novos planos de saúde, criação de serviços de reabilitação e a integração total ou parcial de serviços de assistência médica realizados por terceiros (VELOSO GC e MALIK AM, 2010). Silva ACC (2018) descreveu em seu estudo que diante da mudança no perfil epidemiológico e demográfico da população brasileira nos últimos anos, em especial, o envelhecimento populacional e as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), ocasionando um aumento na dificuldade financeira das operadoras de saúde em geral devido ao alto custo nos tratamentos. Isso sinaliza ainda mais uma concorrência no mercado em saúde suplementar, colocando a importância da qualidade em saúde, e o engajamento das instituições nos processos de acreditação para se estabelecer nesta competitividade.
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Modelo de previsão de inadimplência de operadoras brasileiras de planos de saúde

Modelo de previsão de inadimplência de operadoras brasileiras de planos de saúde

Segundo Nogueira (2002, p. 102), a assistência à saúde, declarada pela Constituição ―livre à iniciativa privada‖ (art. 199), não se configura como bem ou serviço sob o domínio exclusivo do Estado. Portanto, ao contrário do que se passa nos setores das telecomunicações, do petróleo e da produção de energia elétrica, a iniciativa privada na saúde não necessita de autorização, permissão ou concessão por parte do poder público para exercer suas atividades. Por conseguinte, não existe aqui um interesse público decorrente de uma exclusividade ou de uma situação de monopólio por parte do Estado.
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FABRICIO FREITAS DO NASCIMENTO DETERMINAÇÃO DOS MELHORES INDICADORES CONTÁBEIS E TÉCNICAS DE ANÁLISE MULTIVARIADA PARA PREVER INSOLVÊNCIA DE OPERADORAS DE SAÚDE MÉDICO-HOSPITALARES

FABRICIO FREITAS DO NASCIMENTO DETERMINAÇÃO DOS MELHORES INDICADORES CONTÁBEIS E TÉCNICAS DE ANÁLISE MULTIVARIADA PARA PREVER INSOLVÊNCIA DE OPERADORAS DE SAÚDE MÉDICO-HOSPITALARES

Segundo Sestelo et al (2013), na década de 90, a visão estado x mercado, deu lugar a uma mescla de público/privado na prestação dos serviços de saúde, de modo que o Estado assumiria um papel de regulador do mercado e não necessariamente de único provedor de serviços. Isto se deu sobretudo devido a percepção das deficiências do Sistema Único de Saúde - SUS, criado também nesta década, as fraquezas da saúde pública foi o fator primordial para o surgimento de várias empresas que pudessem suportar juntamente com o Estado a demanda por assistência à saúde advinda da sociedade. Outro acontecimento importante da época foi a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social – INAMPS, consequentemente transferindo a responsabilidade da regulação do setor para o Ministério da Saúde.
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Diferenças de percepçao [sic] entre operadoras e prestadores de serviços no mercado de saúde suplementar brasileiro

Diferenças de percepçao [sic] entre operadoras e prestadores de serviços no mercado de saúde suplementar brasileiro

No início dos anos 80, havia cerca de 15 milhões de clientes dos planos de saúde, conforme registros da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) e Federação das Unimeds. Esses números revelavam a persistência e a consolidação das empresas de planos de saúde como alternativas assistenciais para os trabalhadores especializados, com atuação mais forte na região sudeste do país (BAHIA e VIANA, 2002). No final da década de 80, revelou-se a existência do crescente mercado de planos de saúde, em virtude da intensificação da comercialização de planos individuais e da entrada de grandes seguradoras no ramo da saúde, a adesão de novos grupos de trabalhadores à assistência médica supletiva – em particular, funcionários públicos da administração direta, das autarquias e das fundações, cujo modelo era o de autogestões – e a vinculação inequívoca da assistência privada ao financiamento da assistência médica suplementar. Com esse processo de expansão, acentuou- se a organização de sub-redes, fragmentando-se cada vez mais o sistema. Assim, um hospital, conveniado, simultaneamente, com o SUS e com inúmeras empresas de assistência suplementar (hoje denominadas operadoras de saúde), podia tornar-se, também, empresa de plano de saúde (BAHIA; VIANA, 2002).
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Promoção da saúde no âmbito da saúde suplementar: relações e tensões entre operadoras, beneficiários e agência reguladora estatal.

Promoção da saúde no âmbito da saúde suplementar: relações e tensões entre operadoras, beneficiários e agência reguladora estatal.

Os beneficiários, por sua vez, veem nos progra- mas a possibilidade de satisfazer algumas necessi- dades psicoemocionais, por meio da socialização e do vínculo com seus pares e com os profissionais envolvidos. Contudo, a focalização dos programas em alguns grupos, definidos conforme conveniência das operadoras, evidencia que a promoção da saúde no contexto estudado não se configura como direito. Neste cenário, a ANS, como estatal responsável pela regulação do setor privado de saúde, incen- tiva a aproximação entre o setor suplementar e as diretrizes das políticas públicas de saúde, as quais vislumbram a integralidade da assistência com todas as suas implicações. Contudo, os meios utilizados pela agência reguladora parecem ter potencial reduzido de transformação, visto que há manutenção da lógica de produção hierarquizada e fragmentada, a falta de clareza de informações, além de estratégias que mantêm foco em ações restritas à prevenção primária.
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Rev. Adm. Pública  vol.41 número1

Rev. Adm. Pública vol.41 número1

A teoria da agência no setor da saúde: o caso do relacionamento da Agên- cia Nacional de Saúde suplementar com as operadoras de planos de assistência supletiva no Brasil analisa o relacionamento entre os atores do mercado de as- sistência supletiva à saúde, tendo como base o referencial teórico da teoria da agência. Essa teoria possibilita a avaliação de conflitos de interesse que sur- gem num contexto de regulação: a ANS defende os usuários dos planos de saúde, que têm demandas divergentes das operadoras; estas têm poder de barganhar sobre fornecedores, que contestam decisões das empresas de pla- nos de saúde.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE – FEAAC DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE CIÊNCIAS ATUARIAIS PLÍNIO DE ARAÚJO RODRIGUES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE – FEAAC DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE CIÊNCIAS ATUARIAIS PLÍNIO DE ARAÚJO RODRIGUES

Esta monografia mostra o histórico da saúde suplementar do Brasil e as principais características do mercado atual de Cooperativas Médicas no Ceará, além de propor um método para analise dos riscos envolvidos na operação de planos privados de assistência à saúde e na manutenção da solvência das Operadoras (OPS). No trabalho, foram selecionado indicadores que são disponibilizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), importantes para identificar os diversos tipos de riscos incorridos pelas OPSs. A Avaliação Probabilística é um método muito utilizado com suporte de indicadores de tal jeito a tornar aquelas OPSs mais próximas das fronteiras de insolvência. Na Avaliação Probabilística dos indicadores, foram utilizadas a distribuição de probabilidade Pareto e a distribuição Uniforme. Foi selecionado um indicador representativo para cada tipo de risco. As OPSs utilizadas nesse trabalho foram excepcionalmente às cooperativas médicas do Estado do Ceará, foram excluídas deste estudo as demais modalidades e Estados.
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