Pacientes ambulatoriais

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Associação entre Espiritualidade e Adesão ao Tratamento em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca.

Associação entre Espiritualidade e Adesão ao Tratamento em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca.

Foram convidados a participar pacientes ambulatoriais consecutivos (principalmente pacientes com disfunção ventricular esquerda recém-diagnosticada, pós internação por IC e/ou sintomas refratários) acompanhados durante um mínimo de seis meses na Clínica de IC no Hospital das Clinicas em Porto Alegre. Pacientes em qualquer classe funcional da Classificação da New York Heart Association (NYHA), independentemente da etiologia da IC, foram considerados elegíveis. Critérios de exclusão foram a incapacidade de entender o protocolo do estudo e responder perguntas sem assistência devido a comprometimento cognitivo ou déficit auditivo.
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Prevalência ultra-sonográfica de litíase biliar em pacientes ambulatoriais.

Prevalência ultra-sonográfica de litíase biliar em pacientes ambulatoriais.

RESUMO: Objetivo: Este estudo tem por objetivo determinar a prevalência ultra-sonográfica de litíase biliar em pacientes ambulatoriais. Método: No período de julho de 2001 a março de 2002, 500 pacientes que procuraram o Hospital Universitário Presidente Dutra e que foram submetidos a exame ultra-sonográfico para doença não biliar foram avaliados. Havia 250 pacientes do sexo masculino e 250 do sexo feminino com idade variando de 19 a 72 anos. Resultados: A prevalência de colelitíase ou de pacientes que haviam sido previamente submetidos à colecistectomia por colelitíase foi de 18,4%. A colelitíase foi mais frequentemente observada naqueles pacientes com idade superior a 60 anos, sexo feminino, multípara e com um índice de massa corporal superior a 30. Conclusões: A prevalência de colelitíase está aumentada na presença de fatores de risco (Rev. Col. Bras. Cir. 2005; 32(1): 47-49). Descritores: Colelitíase; Pacientes ambulatoriais; Ultra-som: Epidemiologia.
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Fatores de risco de apneia obstrutiva do sono entre pacientes ambulatoriais nigerianos.

Fatores de risco de apneia obstrutiva do sono entre pacientes ambulatoriais nigerianos.

A pneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma condição médica com consequências adversas. Objetivos: Descrever os fatores de risco associados com OSA em adultos atendidos em uma clínica especializada ambulatorial. Forma de estudo: Estudo clínico prospectivo, entre pacientes ambulatoriais adultos em uma clínica especializada. Método: Os dados foram coletados por meio de questionário incorporando o BQ e os pacientes foram divididos em riscos de baixa e alta da OSA. Os fatores de risco associados com OSA na análise univariada foram submetidas a um modelo multivariado de regressão logística binária. Odds ratio ajustados com intervalo de confiança de 95% foram calculados para as seguintes variáveis independentes. Resultados: Cento e nove e cinco pacientes participaram do estudo (sexo masculino 56,4%; idade 43,5 ± 15,6 anos; não roncadores habituais 81,5%, risco de alta OSA 17,4%, IMC 24,1 ± 4,6 kg/m 2 ; obesos 12,9%). Seis fatores, incluindo o estado civil e a
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Etiologia e perfil de sensibilidade aos antimicrobianos de pacientes ambulatoriais de Botucatu e região

Etiologia e perfil de sensibilidade aos antimicrobianos de pacientes ambulatoriais de Botucatu e região

A maior porcentagem de ocorrência de E.coli (58,76%) encontrada entre os agentes etiológicos envolvidos nas ITUs está em concordância com grande parte dos autores. (HEILBERG, SCHOR, 2003). Entretanto, o resultado é menor em relação a estudos que apontam a E.coli como responsável por 80% das infecções urinárias na comunidade. (BRANDINO et al, 2007) O segundo germe de maior ocorrência foi a bactéria gram-positiva S. saprophyticus, com 7,49% dos casos, semelhante a outros estudos. Já em pesquisa realizada por Viera et al (2007) em pacientes ambulatoriais, encontrou-se Enterobacter sp. como o segundo uropatógeno mais prevalente (7,2%), seguido por Klebsiella pneumoniae (5,8%). Essa diferença de dados pode ser atribuída ao fato de os estudos citados na literatura terem sido realizados com casuísticas distintas do presente estudo.
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Avaliação tireoidiana de pacientes ambulatoriais do interior do Estado de São Paulo

Avaliação tireoidiana de pacientes ambulatoriais do interior do Estado de São Paulo

Grupo populacional de pacientes ambulatoriais, sem diagnóstico de diabetes mellitus ou tireopatia prévia, do interior do Estado de São Paulo e constituído predominantemente de mulheres brancas e na 6ª década de vida apresentou valores medianos séricos de parâmetros tireoidianos de normalidade dos métodos. D estaca-se o volume tireoidiano menor que o observado por H egedüs e cols. (1) em população de Copenhagen (variação de 8 a 33cm 3 , valor mediano de 19cm 3 ) e que é freqüentemente utilizado

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Transtornos do sono em pacientes ambulatoriais com depressão.

Transtornos do sono em pacientes ambulatoriais com depressão.

Contexto: Os transtornos do sono são uma característica marcante do transtorno depressivo e podem ocorrer nos primeiros estágios da depressão, antecipá-la ou ser um sintoma residual. Objetivo: Avaliar as queixas de transtornos do sono em pacientes ambulatoriais com transtorno depressivo de um hospital geral. Métodos: Foi realizado um estudo observacional, transversal, com uma amostra de 70 pacientes (44 mulheres e 26 homens) com diagnóstico de transtorno depressivo, segundo os critérios da DSM-IV. Os pacientes foram entrevistados e avaliados por meio da ficha de identificação do questionário de hábitos de sono e do Inventário de Depressão de Beck (IDB). Resultados: Neste estudo, 50 (71,3%) pacientes apresentaram recorrência das queixas de transtornos do sono. A média dos escores obtida no IDB foi 35,83±8,85, com diferenças significativas entre os pacientes com (38,50±8,70) e sem (29,60±7,80) recorrência (p < 0,05) e entre pacientes com 1, 2, 3 e > 3 episódios (p < 0,05) de transtornos do sono. Neste estudo, 49 (70%) pacientes apresentaram insônia e 21 (30%), sonolência excessiva subjetiva. Houve diferença significativa entre a duração média em meses dos transtornos do sono (7,16±2,10) e do transtorno depressivo (6,12±1,90) (p < 0,05). Discussão: Na amostra estudada, à recorrência das queixas de transtornos do sono foi elevada e associada significativamente a depressão mais grave. Houve prevalência de insônia, e a duração média dos transtornos do sono foi maior em relação à do transtorno depressivo.
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Ocorrência de Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar em pacientes ambulatoriais de Recife, PE.

Ocorrência de Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar em pacientes ambulatoriais de Recife, PE.

Este trabalho teve como objetivo determinar a ocorrência das espécies Entamoeba histolytica/Entamoeba dispar em amostras clínicas de pacientes ambulatoriais de Pernambuco. Neste estudo, foi utilizado o teste imunoenzimático específico para Entamoeba histolytica, que entre os 213 pacientes não identificou nenhuma amostra fecal positiva. Estes resultados confirmam Entamoeba dispar é a espécie dominante nesta região.

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Comorbidades médicas em pacientes ambulatoriais com transtorno do humor bipolar tipo I.

Comorbidades médicas em pacientes ambulatoriais com transtorno do humor bipolar tipo I.

Este estudo foi realizado no Programa de Transtorno Bipolar do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, foi aprovado pelo comitê de ética do Instituto e o termo de consentimento livre e esclarecido foi assinado por todos os sujeitos que participaram da pesquisa. Cento e noventa e cinco pacientes ambulatoriais com THB do tipo I (idade ≥ 18 anos) foram avaliados. Todos os sujeitos foram diagnosticados de acordo com os critérios do DSM-IV, utilizando o Structured Clinical Interview for DSM-IV (SCID-P). Os dados socio- demográficos e clínicos foram revisados e as CMGs foram avaliadas por meio de um questionário de autorrelato administrado durante a entrevista de admissão do paciente. Nesse questionário eram pesqui- sados epilepsia, história de traumatismo craniano, enxaqueca, asma, diabetes, hipotireoidismo, hipertireoidismo, hipertensão e acidente vascular cerebral. De acordo com os dados, a amostra foi dividida em dois grupos: sujeitos com pelo menos uma CMG e sujeitos sem comorbidades.
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Incidência de complicações relacionadas à massagem do seio carotídeo em 502 pacientes ambulatoriais.

Incidência de complicações relacionadas à massagem do seio carotídeo em 502 pacientes ambulatoriais.

Métodos: Estudo transversal. Critérios de inclusão: pacientes ambulatoriais com idade ≥50 anos, encaminhados para realização de eletrocardiograma (ECG). Critérios de exclusão: indivíduos que não aceitaram participar de um estudo sobre a prevalência da resposta cardioinibitória à MSC, pacientes com demência, portadores de marca-passo, indivíduos com sopro carotídeo ou com história de AVC ou IAM nos últimos 3 meses. A MSC foi realizada na posição supina durante 10 segundos. Foram consideradas complicações da MSC a ocorrência de arritmias sustentadas e o aparecimento de déficit neurológico durante a MSC ou nas primeiras 24 horas após o seu término.
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Avaliação da hipercalcemia assintomática em pacientes ambulatoriais.

Avaliação da hipercalcemia assintomática em pacientes ambulatoriais.

No diagnóstico diferencial dos casos de hipercalcemia é preciso considerar, inicialmente, o hiperparatireoidismo primário, causa mais comum de hipercalcemia em pacientes ambulatoriais, e as neoplasias malignas. Entre essas últimas destacam-se o carcinoma de células escamosas (pulmão, esôfago, cabeça e pescoço e trato genital), o adenocarcino- ma de mama e ovário, além de mieloma múltiplo e linfoma. A seguir, em ordem de freqüência, viriam a intoxicação pela vitamina D, as doenças granulomatosas e o uso de drogas, como tiazídicos, lítio, sais de cálcio e vitamina A, além de tireotoxicose e doenças genéticas (2, 8, 9, 12, 14, 17, 20, 23, 24) .
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Nível de informação a respeito de medicamentos prescritos a pacientes ambulatoriais de hospital universitário.

Nível de informação a respeito de medicamentos prescritos a pacientes ambulatoriais de hospital universitário.

comércio sob determinada apresentação, e que o paciente pode mudar de especialidade far- macêutica conforme a disponibilidade no mer- cado e o preço, julgou-se ser o nome do medi- camento sua melhor forma de identificação para o paciente. Tendo-se em mente que a prá- tica de prescrição pelo nome genérico ainda não se tornou corrente no meio médico, in- cluindo o serviço no qual o trabalho foi realiza- do, não foi restringida a identificação apenas ao nome genérico, aceitando-se qualquer no- me comercial que identificasse corretamente o medicamento prescrito. O percentual de acer- to para esse item foi superior ao encontrado em estudo similar feito por Olivares & Espino- za (1996) – no caso, 46% –, mas apresentou ní- vel inferior ao de outro estudo que envolvia pa- cientes ambulatoriais psiquiátricos, realizado por Tempier (1996), e que alcançou 93%.
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Residentes em psiquiatria têm documentado problemas relacionados ao álcool em pacientes ambulatoriais?.

Residentes em psiquiatria têm documentado problemas relacionados ao álcool em pacientes ambulatoriais?.

Apesar da disponibilidade desses instrumentos, em nosso estudo, observou-se que entre 38,1% (≥ 2) e 60,5% (≥ 1) dos casos positivos não apresentavam dados sobre o uso de álcool em seus prontuários. As taxas de identifi cação foram mais altas ao se utilizar um ponto de corte ≥ 2. Isso possivelmente se deve ao fato desses pacientes apresentarem mais sintomas do que os identifi cados através do ponto de corte ≥ 1. Em um estudo italiano realizado com pacientes afetados por transtornos de humor, o diagnóstico de transtorno do uso de álcool não havia sido registrado em nenhum dos prontuários, mesmo para aqueles pacientes que apresentavam o transtorno no momento da avaliação 6 . Esses dados destacam uma questão
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Características clínicas e história familiar em pacientes ambulatoriais com transtorno obsessivo-compulsivo.

Características clínicas e história familiar em pacientes ambulatoriais com transtorno obsessivo-compulsivo.

Introdução: A ocorrência familiar do transtorno obsessivo-compulsivo permite-nos especular sobre diferenças clínicas entre indivíduos com história familiar de TOC (HF+) e sem história familiar de TOC (HF-). Este estudo investigou a associação entre história familiar de TOC e algumas características clínicas. Material e métodos: Foram estudados retrospectivamente 111 pacientes através de revisão de prontuários de atendimento no Hospital Materno- Infantil Presidente Vargas de Porto Alegre, no período de julho de 1994 até julho de 2002. Resultados: A idade média de início dos sintomas foi menor no grupo HF+ (17,8 anos ± 8,69 versus 20,8 anos ± 9,65; p=0,000963). A intensidade dos sintomas obsessivo- compulsivos medidos pela YBOCS foi mais grave no grupo HF+ (22,5 ± 4,16 versus 17,93 ± 9,95; p<0,001). Encontrou-se uma incidência maior de colecionismo no grupo HF+: 4 de 15 pacientes (26,6%) versus 3 de 69 pacientes (4,3%); p=0,029. Não houve diferença relevante na variedade de fármacos utilizados no tratamento dos grupos estudados, bem como na freqüência da aplicação da terapia cognitivo- comportamental. Oito de 15 pacientes (53,3%) com história familiar e 13 de 69 pacientes (18,8%) sem história familiar necessitaram de terapia complementar à farmacológica (p=0,022). Conclusão: Em resumo, os pacientes portadores de TOC com história familiar positiva para o mesmo, em nosso estudo, mostraram início dos sintomas mais precoce, maior gravidade dos sintomas medidos pela YBOCS e maior complexidade terapêutica, além de presença mais freqüente de colecionismo. Estudos prospectivos, com informações colhidas diretamente dos pacientes e dos familiares, além da inclusão de grupos-controle randomizados, poderão evidenciar adequadamente esses resultados.
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Resistência à insulina e síndrome metabólica em pacientes ambulatoriais com transtorno do humor bipolar.

Resistência à insulina e síndrome metabólica em pacientes ambulatoriais com transtorno do humor bipolar.

Contexto: O transtorno bipolar (TB) está associado a uma significativa morbi-mortalidade por causas metabólicas. Existem poucos dados sobre a prevalência de resistência à insulina (RI) e sua relação com a síndrome metabólica (SM) em pacientes com TB. Objetivo: Avaliar a prevalência de RI e SM em pacientes bipolares ambulatoriais e identificar os parâmetros clínicos associados à RI. Método: Estudo transversal em 65 pacientes com TB diagnosticados pelos critérios do DSM-IV-TR, avaliados de forma consecutiva no Programa de Transtorno Bipolar do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Brasil. RI foi diagnosticada uti- lizando o homeostatic model assessment – insulin resistance (HOMA-IR) e a SM foi diagnosticada utilizando três definições diferentes: do National Cholesterol Educational Program – Adult Treatment Panel III (NCEP-ATP III); do NCEP-ATP III modificado e da International Diabetes Federation (IDF). Resultados: A prevalência de RI foi 43,1% (mulheres 40%, homens 44,4%). A prevalência de SM definida pelo NCEP ATP III foi 32,3%, pelo NCEP ATP III foi 40% e pela IDF foi 41,5%. Os critérios do NCEP ATP III modificado demonstrou a melhor relação entre sensibilidade (78,6%) e especificidade (89,2%) na detecção de RI. A circunferência da cintura foi o parâmetro clínico mais associado à RI. Conclusão: As definições atuais de SM podem identificar, com razoável sensibilidade e especificidade, RI em pacientes com TB. A obesidade abdominal é bastante associada à RI nessa população de pacientes.
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Caracterização clínica da demência vascular: avaliação retrospectiva de uma amostra de pacientes ambulatoriais.

Caracterização clínica da demência vascular: avaliação retrospectiva de uma amostra de pacientes ambulatoriais.

No presente estudo, optou-se por adotar como critério diagnóstico o proposto pelo grupo da Califór- nia (ADDTC), pois este permite o diagnóstico de DV independente da informação sobre a existência de relação temporal entre o aparecimento de demên- cia e o evento cerebrovascular, que muitas vezes é de difícil obtenção. Na nossa amostra, 22 (88%) pa- cientes preenchem critério para DV provável, dois (8%) para DV possível, e 1 (4%) para DV definida. Ao aplicarmos os critérios do NINDS-AIREN obtemos o seguinte resultado: 16 (64%) pacientes com DV provável e 9 (36%) pacientes com DV possível. Com a utilização da Escala de Hachinski, 18 (72%) paci- entes são diagnosticados como portadores de DV.
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Avaliação de dois anos de um programa educacional para pacientes ambulatoriais adultos com asma.

Avaliação de dois anos de um programa educacional para pacientes ambulatoriais adultos com asma.

um período de 24 meses (Figura 1). Destes, 39 pacientes (23%) não retornaram ao programa de educação, 1 paciente foi encaminhado para atendimento em outra especialidade, 2 obti- veram alta do ambulatório e 2 evoluíram a óbito no início do estudo. Dessa forma, 120 pacientes (73%) foram submetidos à fase de educação (três visitas), e 51 (31%) retornaram para a reavaliação na fase de extensão, completando o total de quatro visitas do programa. A média de idade foi de 44 anos (variação, 14-82), sendo que 84 pacientes (70%) eram do sexo feminino e 36 (30%), do sexo masculino. Não houve dife- renças em relação ao sexo, idade e escolaridade entre os pacientes que completaram o programa de educação (Tabela 1). A maioria dos pacientes (43%) possuía até 8 anos de educação formal. Durante a fase de educação, o intervalo entre médicos clínicos gerais e fisioterapeutas respira-
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Avaliação polissonográfica de pacientes ambulatoriais portadores de transtornos do humor.

Avaliação polissonográfica de pacientes ambulatoriais portadores de transtornos do humor.

A amostra consistiu de 60 pacientes provenientes do ambulatório de Clínica Médica do Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná encaminhados consecutiva- mente para avaliação neuropsiquiátrica, portadores de transtorno depressivo único ou misto, livres de drogas psi- coativas e em particular de drogas hipnótico-sedativas por ao menos duas semanas anteriores ao estudo. Os pacien- tes foram submetidos a entrevista clínica com estabeleci- mento de critérios diagnósticos para transtornos do hu-

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Perfil de sensibilização a alérgenos domiciliares em pacientes ambulatoriais.

Perfil de sensibilização a alérgenos domiciliares em pacientes ambulatoriais.

Estudos anteriores sobre população com essas mesmas pato- logias apresentaram percentagem de sensibilização em valores apro- ximados aos achados. Assim, estudos realizados na cidade do Rio de Janeiro, RJ, mostraram uma positividade de 67,5% ao TCP em pacientes com rinite, com ou sem asma 18 e outro, em pacientes com

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Perfil dos pacientes ambulatoriais com doenças inflamatórias intestinais.

Perfil dos pacientes ambulatoriais com doenças inflamatórias intestinais.

RESUMO – Introdução - As doenças inflamatórias intestinais são enfermidades crônicas, que afetam significativamente a qualidade e expectativa de vida dos pacientes. Existe polimorfismo clínico e a abordagem terapêutica tem sido modificada nos últimos anos. Objetivo – Reavaliar o perfil dos pacientes em acompanhamento ambulatorial analisando o comportamento das doenças, sua prevalência e conduta terapêutica. Métodos - Foi realizado um estudo transversal da última atualização da base de dados dos pacientes de ambulatório de doença inflamatória intestinal em 2010. Os itens analisados foram sexo e idade dos pacientes, tipo da doença (retocolite ulcerativa ou doença de Crohn), localização da doença, tipo de medicação em uso, e se os pacientes estavam sintomáticos ou assintomáticos na última consulta. Resultados - Foram estudados 171 pacientes. O sexo feminino mostrou-se predominante (60,8%) e a média de idade dos pacientes foi de 42,3, variando de 16 a 84 anos. Em relação ao tipo de doença inflamatória, a retocolite ulcerativa mostrou-se mais prevalente (58,5%). As localizações mais frequentes na retocolite ulcerativa foram pancolite e retite, ambas com 26% (n=26). Na doença de Crohn a localização ileocolônica foi a mais prevalente, com 47,9% (n=34), sendo seguida pela colônica com 25,4% (n=18). A monoterapia foi a mais utilizada, correspondendo a 54,4% dos pacientes, sendo que os imunossupressores foram as drogas de uso mais frequente (35,5%). A associação de medicamentos foi necessária em 36,3% dos casos, sendo a combinação mais frequente salicilato local com sistêmico em 33,9%. Nos portadores de retocolite ulcerativa 82% estavam em uso de salicilatos, seja local ou sistêmico. Na doença de Crohn 57,7% faziam uso de imunossupressores. Em relação à atividade da doença na última consulta, 71,3% dos pacientes apresentavam-se assintomáticos. Conclusão - A retocolite ulcerativa foi pouco mais prevalente que a doença de Crohn, sendo pancolite e retite as localizações mais frequentes. Na doença de Crohn a localização ileocolônica foi a mais encontrada seguida pela colônica. A monoterapia com imunossupressores foi o esquema terapêutico mais utilizado. A maioria dos pacientes apresentava-se assintomático na última consulta. ABCDDV/793
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Resistência antimicrobiana dos uropatógenos em pacientes ambulatoriais, 2000-2004.

Resistência antimicrobiana dos uropatógenos em pacientes ambulatoriais, 2000-2004.

dos fatores responsáveis pela maior taxa de resistência bacteriana em sexo masculino. Os pacientes idosos também apresentaram maior taxa de resistência bacteriana a alguns antibióticos. Porém, não houve diferença significativa quanto à distribuição etiológica entre pacientes com idade maior que 65 anos e aqueles com idade igual ou menor que 65 anos. Estudos futuros são necessários para o melhor entendimento da influência de idade e gênero do paciente na taxa de resistência antimicrobiana dos uropatógenos.

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