Participação Comunitária

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Para atuar com a comunidade: estudo sobre a relação entre participação comunitária e estratégia de saúde da família do SUS no Bairro Terrenos Novos em Sobral, Ceará

Para atuar com a comunidade: estudo sobre a relação entre participação comunitária e estratégia de saúde da família do SUS no Bairro Terrenos Novos em Sobral, Ceará

Família (ESF), constituída como Atenção Primária em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil, não tem fomentado uma significativa participação comunitária. Defende a idéia de que a participação comunitária é fundamental para o avanço do trabalho da ESF, e traz elementos para enriquecer o debate sobre o tema da participação social no SUS. Estuda a relação entre Estratégia de Saúde da Família (ESF) e participação comunitária no bairro Terrenos Novos, em Sobral-CE. Analisa a compreensão que um grupo formado por usuários e profissionais da ESF tem a respeito da participação comunitária, do trabalho da ESF e da relação entre estes; avalia a participação comunitária, o trabalho da ESF e a relação entre estes na comunidade estudada; problematiza e constrói propostas, junto com moradores e profissionais do Sistema Municipal de Saúde de Sobral, para o fortalecimento da participação comunitária e da ESF. Tem como marco teórico a Psicologia Comunitária e suas interfaces com a Psicologia Social da Saúde, Saúde Comunitária e Saúde Pública. Constitui-se como pesquisa de campo exploratória de abordagem qualitativa. Como estratégia metodológica principal, realiza análise temática, como técnica de análise de conteúdo, de material empírico produzido em círculos de cultura realizados com o grupo de participantes. Como estratégia metodológica complementar, analisa anotações de campo realizadas, bem como materiais produzidos em trabalhos realizados pelo pesquisador no local. Os resultados da pesquisa dividem-se em três temas principais: a participação comunitária, a ESF e a relação entre estes. O tema da participação comunitária destaca concepções de participação comunitária ligadas a idéias de solidariedade com outro, de um envolvimento e compromisso com o que é comum, de uma necessidade de buscar coletivamente melhorias para o bairro. A avaliação feita
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Construção da participação comunitária para a prevenção de acidentes domésticos infantis.

Construção da participação comunitária para a prevenção de acidentes domésticos infantis.

Introdução: odução: odução: odução: odução: Este artigo relata parte de um estudo cujo objetivo foi mobilizar a equipe do Programa de Saúde da Família para a construção da participação comunitária visando a prevenir acidentes domésticos de crianças menores de cinco anos, tendo como fundamento teórico as Sete Teses de Roberto Briceño-Léon. Metodologia: Metodologia: Metodologia: Metodologia: Metodologia: foi empregada a Pesquisa Convergente Assistencial com uma Equipe do Programa de Saúde da Família de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. Foram realizadas oficinas educativas com a equipe e posteriormente realizadas atividades educativas com famílias da comunidade. As informações foram coletadas por meio de observação e de entrevista coletiva, sendo realizada análise de conteúdo. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: criação das ferramentas educativas: a música “A Lição do Sapeca”, a dramatização da música, a dinâmica “O que é isto?” e a dinâmica “Casa Simulada”. Considerações: Considerações: Considerações: Considerações: Considerações: evidencia-se que, com criatividade e congruência, a equipe de saúde desencadeou o processo de mobilização da comunidade para prevenir acidentes domésticos infantis.
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Problemas e possibilidades de participação comunitária no controle das grandes endemias no Brasil.

Problemas e possibilidades de participação comunitária no controle das grandes endemias no Brasil.

• Nas fases de consolidação do PCE, como acima apontado, o quadro epidemiológico transforma-se para pequenos focos de trans- missão e redução da morbi-mortalidade (Kloet- zel, 1967; Prata, 1997). Nesse, o controle da SM evolui naturalmente para uma etapa perma- nente de vigilância descentralizada, com epi- demiologia própria de cada situação particu- lar, em que a PC é imprescindível. Numa expe- riência recente em Pedro de Toledo, estado de São Paulo, Marçal Jr. et al. (1997) verificaram que após um programa convencional bem-es- truturado e contínuo de diagnóstico e terapêu- tica da SM durante 12 anos houve significati- vas quedas nos índices de prevalência, de car- ga parasitária e morbidade da doença. Ultima- mente, no entanto, as taxas de cobertura do programa estavam diminuindo, possivelmente em razão de uma situação de descaso da popu- lação com a SM, exatamente pela diminuição dos quadros graves e incorporação da doença ao cotidiano das pessoas, assoberbadas na sua vida por problemas muito mais graves e urgen- tes. Nessa fase, a PC institucionalizada e efeti- va pode fazer uma grande diferença quanto às prioridades e encaminhamentos. De modo ge- ral, e ainda conforme Marçal Jr. et al. (1997), a experiência tem demonstrado que a participa- ção da comunidade pode chegar a ser razoável num programa de SM, levando-se em conta apenas as exigências atuais do programa. Essa constatação põe às claras uma deficiência his- tórica dos programas de saúde governamentais no tocante às relações com a comunidade em nosso meio: a visão limitada e imediatista dos responsáveis pelos programas, ao encarar a PC de maneira superficial e equivocada. Avaliando a PC em programas de saúde nas Américas na década passada, entre outros principais pro- blemas, um grupo da Organização Pan-Ameri- cana de Saúde (OPS) apontava: “Más específi- camente, existe una situación paradójica en la manera en que la mayoría de los sistemas de sa- lud perciben la PC. A menudo dichos sistemas consideran que la PC es un complemento del sistema de salud, un medio para obtener la coo- peración y los recursos adicionales para apoyar los programas del sistema de acuerdo con sus propias condiciones y bajo su control (...) La pa- radoja consiste en que la responsabilidad de la comunidad en las actividades y las condiciones de salud deriva de su participación y control en dichas actividades, aspectos que el sistema de salud generalmente no está preparado para fo- mentar o, en algunos casos, ni siquiera aceptar” (OPS, 1984:36). Pelo outro lado, e via de regra, essa participação comunitária se mostra muito aquém das potencialidades da comunidade e
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Participação comunitária no contexto da atenção básica em saúde na perspectiva de usuários

Participação comunitária no contexto da atenção básica em saúde na perspectiva de usuários

Estudar os elementos que permeiam no exercício real da participação comunitária, dentro da perspectiva do processo de trabalho na rede básica de saúde vem oferecer aos profissionais que nela atuam um arsenal de possibilidades para a compreensão dos complexos fenômenos que regem e interferem na dinâmica social do trabalho em saúde junto à comunidade. Permitindo trilhar um caminho onde ao ouvir a população com seus desejos e necessidades, quebra-se um pouco a rigidez com que os serviços de saúde hoje se organizam. A partir destas reflexões foi proposto o seguinte problema de pesquisa: como os usuários de serviços primários de saúde percebem a questão da participação popular no âmbito do planejamento das ações em saúde?
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JAQUELINE SCHMOELLER QUALIDADE DE VIDA E PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA NO PROGRAMA HABITAR BRASIL BID — REGIÃO CHICO MENDES

JAQUELINE SCHMOELLER QUALIDADE DE VIDA E PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA NO PROGRAMA HABITAR BRASIL BID — REGIÃO CHICO MENDES

Este trabalho busca identificar se os objetivos do Programa Habitar Brasil BID, a elevação da qualidade de vida e a participação comunitária, foram alcançados através da implementação do[r]

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Entre desafios e potencialidades:: avaliação da participação comunitária em um programa de controle da esquistossomose e de promoção da saúde

Entre desafios e potencialidades:: avaliação da participação comunitária em um programa de controle da esquistossomose e de promoção da saúde

casas, dispersos na área rural e em um assentamento, ao longo dos córregos. Os sujeitos do estudo serão homens e mulheres, acima de 16 anos, moradores do distrito de São Pedro do Jequitinhonha, convidados a participar das reuniões propostas. Aqueles que concordarem em participar do diagnóstico, planejamento e ações relacionadas aos problemas de saúde e controle da esquistossomose, após assinarem o Termo de Consentimento Livre Esclarecido (TCLE) e o Termo de Autorização para Utilização de Imagem e Som de Voz Para Fins de Pesquisa, serão considerados como sujeitos do estudo. De acordo com programa prévio prevê-se a participação regular nas reuniões propostas de cerca de 40 pessoas. O programa consistirá em diagnosticar, planejar e agir com relação aos problemas de saúde locais e ao controle da esquistossomose. Durante a intervenção será utilizada a Observação Participante, com registro em diário de campo e com registro de voz dos participantes durantes as reuniões pretendidas. Ao final do processo de intervenção será feita uma entrevista estruturada com base em um questionário estruturado com o objetivo de obter informações acerca de como se deu o processo e qual o grau de participação comunitária alcançado em relação às cinco dimensões do modelo metodológico spidergram (Draper et al. 2010): (1) Liderança; (2) Planejamento e Gestão; (3) Comunicação; (4) Suporte Externo no Desenvolvimento do Programa e (5) Monitoramento e Avaliação. O plano de análise esta descrito no projeto.
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Discursos e práticas referentes ao processo de participação comunitária nas ações de educação em saúde: as ações de mobilização comunitária do PCDEN/PE.

Discursos e práticas referentes ao processo de participação comunitária nas ações de educação em saúde: as ações de mobilização comunitária do PCDEN/PE.

Resumo Neste artigo analisam-se alguns conceitos de participação comunitária nos processos de educação em saúde, contextualizando-os com as experiências práticas em relação às ações di- rigidas para a esquistossomose dentro do Programa de Controle das Doenças Endêmicas do Nor- deste (Ministério da Saúde do Brasil (MS)/Banco Mundial, 1987). Partindo-se de uma metodolo- gia qualitativa, houve tanto a análise de discursos institucionais (Sucam, FNS e Ministério da Saúde), quanto um trabalho de campo (entrevistas com agentes de saúde e população) realizado na Zona da Mata de Pernambuco (historicamente endêmica) e, principalmente, no Município de Amaraji. Comparando-se discursos e práticas educativas, foram encontrados fatores respon- sáveis pelas respectivas convergências e divergências, assim como elementos vinculados ao pro- cesso social e histórico das populações envolvidas que limitam a eficácia das ações educativas, inclusive de uma maneira mais sistemática.
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Relação afetiva pessoaambiente na Prainha do Canto de: processos de participação comunitária

Relação afetiva pessoaambiente na Prainha do Canto de: processos de participação comunitária

locais. A participação comunitária, que é massiva e engajada, se evidenciou muitas vezes como ligada à identidade destes sujeitos, formada desde a sua infância, especialmente pela identificação com a participação dos pais. A participação se mostrou vivenciada a partir de sentimentos como “desejo” e “paixão”, e motivada pela vontade de preservar o local e o modo de vida para seus filhos. Como resultado dos mapas afetivos a imagem de “pertencimento” esteve significativamente mais associada ao grupo participante de ação comunitária, já as imagens de “contrastes”, “insegurança” e “destruição”, ao grupo dos não participantes. A imagem “agradabilidade” esteve presente de forma significativa nos dois grupos. Entre os participantes, encontramos especialmente sentimentos em relação ao lugar como: amor, paz, tranquilidade, alegria. Entre os não participantes, também encontramos estes sentimentos, porém também surgiram sentimentos como tristeza e infelicidade. Dessa forma, evidenciou-se que a participação comunitária interfere nos sentimentos e nas emoções dos sujeitos em relação ao lugar, corroborando com a tese de Bomfim, que correlaciona a estima de lugar e a participação social, e sua consequente potencialização da ação humana.
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A institucionalização da participação comunitária no SUS e a função imunitária do direito

A institucionalização da participação comunitária no SUS e a função imunitária do direito

Contra essa reação do communitas, reage o direito, re- constituindo os limites expropriativos ameaçados pelo munus. A imunização jurídica atua justamente em contraste a essa dinâ- mica expropriativa de seu próprio munus. Dessa forma, recons- titui a passagem direta entre direito e sujeito, interrompida pela obrigação presente na comunidade. Inverte, portanto, a pers- pectiva central ao direito, que prevê que, dado que tenho obri- gações, os outros terão direitos, propondo que, dado que tenho direitos, os outros terão obrigações. Essa passagem acontece a partir da noção de pessoa jurídica, pois, uma vez que o commu- nitas pertence ao impessoal, seu antônimo, o immunitas, volta a centrar-se na pessoa como única titular de direitos (Esposito, 2009), e remete novamente para a dinâmica de propriedade: os direitos próprios ao sujeito. A institucionalização da participação comunitária é, nesse sentido, uma técnica para a reivindicação de um direito próprio de todos ou da comunidade que é enun- ciada a partir do dever que o Estado tem para com a população. Isso tem como efeito que a imunização da comunidade operada pelo direito é sempre em direção ao proprium, não im- portando, inclusive, se o que está em questão é o direito privado ou o direito público. Em ambos os casos, é próprio porque per- tence ao sujeito, sendo ele público ou privado. A experiência da participação comunitária, da mesma forma, reivindica sempre um direito público que pertence a todos e, ainda que pensado para uma totalidade, não escapa do esquema da propriedade. O direito é sempre particular e, inclusive, pessoal, pois se refere a uma pessoa jurídica, nunca um direito do comum, pois ele sempre se refere à parte (Esposito, 2009).
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Promoção da saúde e participação comunitária em grupos locais organizados .

Promoção da saúde e participação comunitária em grupos locais organizados .

A participação comunitária investigada decorre da intera- ção entre moradores e destes com a equipe da ESF com a finalidade de promover a saúde dos indivíduos e do ambien- te natural comunitário. Assim, o envolvimento e o interesse da comunidade em participar dos grupos locais organizados decorrem da iniciativa dos profissionais da saúde e dos mo- radores, já participantes desses grupos, para disseminar infor- mações e conhecimentos a respeito do acesso e do modo de trabalho do serviço local de saúde, ou seja, da ESF.

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Participação comunitária e implementação dos instrumentos de gestão da água em bacias hidrográficas.

Participação comunitária e implementação dos instrumentos de gestão da água em bacias hidrográficas.

Hooper (2008) aponta o acesso a dados e a oportunidade de participar nas tomadas de decisão como fatores chave para ganhar o apoio, o envolvimento e o comprometimento das partes interessadas (stakeholders) no gerenciamento de recursos hídricos. O autor enfatiza que a ausência de transparência e de consulta à população local sobre as propostas para gerenciamento dos recursos hídricos pode provocar forte impacto à gestão, alimentando ressentimentos e conflitos entre os envolvidos. A importância da participação dos diversos atores num comitê de bacias hidrográficas tem por base fortalecer processos de negociação e a construção de parcerias, e de se evitar a marginalização de grupos de usuários. Como stakeholders a serem envolvidos, destacam-se as entidades governamentais, organizações comunitárias, industriais e comerciais, e outras organizações ou indivíduos com responsabilidade ou interesse na bacia. Ressalta-se aqui a importância da identificação de todos os atores envolvidos em cada bacia (Tundisi, 2003). Para a formação do grupo participativo, dentre os fatores apontados pela equipe HARMONICOP (2005), constam máxima diversidade de representação, boa vontade dos stakeholders para cooperar, e o número total de participantes, pois quanto menor o grupo, maior a chance de a aprendizagem ocorrer.
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Participação Comunitária e Gestão Participativa em uma comunidade de Badajoz, Extremadura, Espanha

Participação Comunitária e Gestão Participativa em uma comunidade de Badajoz, Extremadura, Espanha

O grupo promotor se planeja como prioritário, junto à formação em metodologia comunitária, irá se apre- sentar nas distintas instituições das quais dependem os téc- nicos sobre a essência do processo comunitário e o papel de cada um dos protagonistas de toda a comunidade (téc- nicos, cidadania e administrações) já que sem apoio das instituições esta iniciativa se converterá em uma nova decla- ração de boas intenções e uma forma voluntária de trabalho. Já neste momento inicial é patente o aumento da complexidade organizativa do grupo (convidar a melhorar os recursos, convocar reuniões, motivar a participação, cul- tivar relações, atas) e se faz necessária a figura de um profis- sional que se encarregue do trabalho inespecífico que leva ao desenvolvimento do processo.
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A responsabilidade relacional como ferramenta útil para a participação comunitária na atenção básica.

A responsabilidade relacional como ferramenta útil para a participação comunitária na atenção básica.

Ao se colocar numa relação mais horizontalizada com o grupo, implicando-o também no processo de es- colha das atividades coletivas na Unidade, o profissio- nal de saúde dá liberdade e legitimação para o grupo ex- pressar suas preferências, tornando-o relacionalmente responsável nessa tarefa. Desta forma vai criando neste grupo uma identidade que dá a ideia metafórica quase de um conselho comunitário deliberativo, com poder de voz e voto. Ao investir o grupo como um espaço para discussão e co-construção das atividades coletivas da Unidade, ativamente está se construindo um grupo com maior participação e vínculo, assim como uma equipe mais próxima da comunidade.
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Participação comunitária em um programa de intervenção em área de proteção ambiental.

Participação comunitária em um programa de intervenção em área de proteção ambiental.

Para a organização de todos os dados coletados de modo a identiicar os núcleos de sentido relacio- nados às categorias participação e empowerment, entendidos como referenciais para a análise de políticas e projetos de promoção da qualidade de vida, como o Projeto Bairro Ecológico, optou-se pela análise temática que consiste em descobrir os núcleos de sentido que compõem uma comunicação cuja presença ou frequência signiiquem alguma coisa para o objeto analítico visado, seguindo as etapas de pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados obtidos e interpretação (Minayo, 1993). Num primeiro momento, o material foi organizado segundo os depoimentos por tipo de instrumento utilizado para a coleta de dados (ques- tionário, entrevista individual e grupo focal) e tipo de sujeitos participantes (moradores dos bairros e técnicos envolvidos com o PBE).
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Participação comunitária nas açâes de saúde numa comunidade amazñica do Brasil

Participação comunitária nas açâes de saúde numa comunidade amazñica do Brasil

1) A participacáo comunitária náo deve ser visada apenas como meio de se obter a realizacáo de atividades e projetos. No caso relatado, foi dada ênfase à capacita[r]

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IRMANDADE DOS COSSACOS DE PRUDENTÓPOLIS: UMA PROPOSTA DE PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA

IRMANDADE DOS COSSACOS DE PRUDENTÓPOLIS: UMA PROPOSTA DE PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA

Neste   sentido,   buscamos   contextualizar   a   participação   com   o   conceito   de   educação   libertadora,   defendida   por   Freire   (1979).   Com   essa   educação,   que   vai   além   da   alfabetização,   o   indivíduo  constrói  seus  próprios  conceitos  a  partir  de  suas  percepções  e  passa  de  sujeito  alienado   a  um  construtor  de  sua  própria  realidade,  baseada  na  imersão  do  seu  cotidiano  (Oliveira,  Ximenes,   Coelho  &  Silva,  2008).  Tal  abordagem  nos  remete  ao  entendimento  que  a  participação  auxilia  o   indivíduo  a  construir  sua  própria  realidade  ao  mesmo  tempo  vivencia  e  torna-­‐se  comprometido   com  suas  atividades.  Então,  passa  a  compartilhar  de  seu  cotidiano  com  outros  sujeitos,  formando   uma  comunidade.  
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As contradições da promoção à saúde em relação à produção de sujeitos e a mudança social.

As contradições da promoção à saúde em relação à produção de sujeitos e a mudança social.

Apesar dos problemas apontados, é funda- mental assinalar que o ideário da Nova Promo- ção à Saúde sintetiza parcela importante dos projetos igualitários e democratizantes em saú- de no Canadá e vem trazendo contribuições re- levantes para a reforma sanitária brasileira (Mi- nayo et al., 2000; Czeresnia & Freitas (org.), 2003). No estudo em questão coloquei em rele- vo a utilidade de conceitos como “empower- ment” e “participação comunitária” para um projeto que almeje a transformação do status quo sócio-sanitário no Brasil (Rissel, 1994) afir- mando, entre outros, o valor das intervenções sobre os hábitos de vida saudável sempre que se levasse em conta que a definição do “saudável” e do “risco” é uma construção histórica e social. Concluo afirmando que para a realidade brasileira a incorporação das premissas e estra- tégias de promoção à saúde no SUS deva ter como parâmetro a necessidade se superarmos as raízes estruturais da iniqüidade na saúde, o que passa, necessariamente, por dar respostas aos desafios de: a) garantir o acesso a bens e serviços de saúde de qualidade; b) produção de sujeitos autônomos e socialmente responsáveis e c) contribuir para a democratização do poder político.
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Participação social em saúde: contribuições da psicologia comunitária.

Participação social em saúde: contribuições da psicologia comunitária.

O modo de participação é um fator extrema- mente relevante para o processo de conscientização, que, segundo Freire (1980), caracteriza-se por um compromisso histórico dos homens, no qual estes assumem um papel de sujeitos frente à criação da existência, a partir de sua realidade material. A participação comunitária é um tipo de participação social compreendida dentro do âmbito de atividades comunitárias e deve se constituir como processo dialógico e de conscientização para os partícipes de tais atividades. Entende-se que “a participação social implica em que a pessoa é inluenciada pelas con- dições e situações histórico-sociais que em geral lhe afetam material e ou existencialmente, e decide participar de atividades socialmente signiicativas no lugar em que vive” (Góis, 2005, p. 150). Mello e Sousa (2005), ao avaliar, sob o ponto de vista da Psicologia Comunitária, a participação em práticas de educação em saúde, apontam que a participação efetiva em grupos comunitários propiciou a sensibilização e a mobilização para agir sobre questões cotidianas relacionadas à temática da sexualidade, saúde reprodutiva e cidadania.
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Capital social e desenvolvimento democrático: Porto Alegre (Brasil) e Santiago do Chile.

Capital social e desenvolvimento democrático: Porto Alegre (Brasil) e Santiago do Chile.

Nos casos aqui estudados, os graus de correla- ção entre participação comunitária (associações sociotrópicas IPAS e utilitárias IPAU) e as ações coletivas desafiantes (IACD) são maiores do que nas sociedades pós-industriais, o que significa que quanto maior o grau de participação em associações comu- nitárias e em grandes organizações (partidos, sindica- tos), maior é o grau de participação em ações cole- tivas desafiantes. Uma maior experiência participativa poderia estar favorecendo atitudes críticas, incon- formistas e contestatórias. Por outro lado, em uma perspectiva global, as mesmas correlações justificam inserir o Chile entre as sociedades em desenvol- vimento e as pós-industriais (correlação entre 0,21 e 0,23), enquanto o Brasil corresponderia a socie- dades pós-industriais (0,33 e 0,50, respectivamente). As relações entre participação (comunitária, não-convencional) e diversas formas de confiança tendem a ser, em geral, positivas, o que reafirmaria o suposto da literatura de que quanto maior a con- fiança, maior é a disposição para participar (Ba- quero, 2005). As disparidades observadas nos dois casos, por exemplo nas correlações entre participa- ção e confiança nas elites ou nas instituições (ICE, ICI), obedecem, certamente, a contextos muito distintos, onde as elites diferem em seu comporta- mento e as instituições não funcionam do mesmo modo. Em relação à confiança em organizações ( ICOI, ICOF, ICGO), as evidências sugerem um alto grau de importância das interações informais, relação entre confiança, interações informais e com- portamentos críticos e desafiantes (IACD): quanto maior o grau de confiança em organizações infor- mais, maior é o grau de participação em associa- ções e em ações coletivas. Por outro lado, as obser- vações reiteram que os casos sul-americanos somente em parte podem ser classificados dentro dos tipos ideais “sociedades em desenvolvimento” ou “pós- industriais”. Com efeito, na correlação entre con- fiança em outra gente (ICOG) e participação, o Chile apresenta um maior valor do que as sociedades em desenvolvimento e as pós-industriais. A correlação entre confiança em outra gente (ICOG) e ações coletivas desafiantes (IACD) é também maior no Chile do que nas sociedades em desenvolvimento.
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A importância do agente comunitário de saúde no envelhecimento ativo /  The importance of the community health agent in active aging

A importância do agente comunitário de saúde no envelhecimento ativo / The importance of the community health agent in active aging

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 6, n.5, p.24757-24765 may. 2020. ISSN 2525-8761 pessoas que não têm o diagnóstico de hipertensão, mas possuem os fatores de risco deve orientar e estimular a adoção de hábitos alimentares saudáveis, com baixo teor de sal, baseados em frutas, verduras, derivados de leite desnatado; Orientar a redução do consumo de bebidas alcoólicas ou seu abandono; Estimular a realização de atividades físicas regulares a serem iniciadas de forma gradativa; Verificar regularmente a pressão arterial; Orientar para o agendamento de consulta na UBS, e na segunda forma deve ser em relação às pessoas, com diagnóstico de hipertensão. Identificar os hipertensos de sua área de atuação e preencher a ficha do SIAB (Sistema de Informação de Atenção Básica); Verificar o comparecimento às consultas agendadas na UBS; Realizar busca ativa dos faltosos; Perguntar, sempre, à pessoa com hipertensão e que tenha medicamentos prescritos se está os tomando com regularidade. Se houver dificuldades nesse processo, informar à equipe quais são e planejar ações de enfrentamento; Estimular o desenvolvimento de hábitos de vida saudável: se está cumprindo as orientações de dieta, atividade física, controle de peso, se reduziu ou parou de fumar e de consumir bebidas alcoólicas; Estimular a adoção de hábitos alimentares saudáveis, para se ter uma melhor qualidade de vida com baixo teor de sal, baseados em frutas, verduras, derivados de leite desnatado; Orientar a redução do consumo de bebidas alcoólicas ou seu abandono; Orientar sobre a importância da adesão ao tratamento e seguir as orientações da equipe de saúde; Estimular a realização de atividades físicas regulares; Estimular a participação em grupos de autoajuda; Fazer acompanhamento da pressão arterial conforme orientação da equipe de saúde. O ACS estimular a participação comunitária para ações que visem à melhoria dos hábitos alimentares e realiza estratégias para melhoria do estado de vida dos usuários de sua área e de sua comunidade, de suma importância que o ACS esteja sempre atento as necessidades de sua área porque o cuidado por meio da visita domiciliar acontece no próprio local, fornecendo subsídios ao ACS para o aprofundamento do conhecimento de forma bem de perto da realidade do seu território, do contexto de vida dos usuários e suas condições de habitação, entre outros aspectos referentes às dinâmicas familiares e a comunitária, o que contribui para o fortalecimento do vínculo entre profissionais e usuários do serviço de saúde (FILGUEIRAS; SILVA, 2011).
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