Peróxido de hidrogênio

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Eficiência de um sistema de desinfecção solar de águas residuárias domésticas com adição de diferentes doses de peróxido de hidrogênio

Eficiência de um sistema de desinfecção solar de águas residuárias domésticas com adição de diferentes doses de peróxido de hidrogênio

O presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência de um sistema de desinfecção solar com adição de diferentes doses de peróxido de hidrogênio (H 2 O 2 )[r]

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Oxidação de monoterpenos por peróxido de hidrogênio em presença de catalisadores de paládio (II)

Oxidação de monoterpenos por peróxido de hidrogênio em presença de catalisadores de paládio (II)

Dentre as numerosas reações de oxidação que utilizam compostos de metais de transição como catalisadores em fase homogênea, destacam-se aquelas que empregam Pd(II) (COMILS, 1996; PARSHALL, 1992). A química do paládio é uma das mais extensas e variadas áreas da química organometálica (HEUMANN, 1994; HENRY, 1980; HECK, 1985). Além de ser um dos metais de transição mais usados em processos catalíticos, o paládio destaca-se como um dos mais úteis em síntese orgânica. Nos últimos anos o paládio vem introduzindo mudanças significativas na síntese orgânica, proporcionando a obtenção destes compostos de uma forma mais viável, ainda mais quando estão envolvidos oxigênio molecular ou peróxido de hidrogênio em tais processos (GUSEVSKAYA, 2003).
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Análise da capacidade de remoção de pigmentos da resina composta pelo peróxido de hidrogênio 35%.

Análise da capacidade de remoção de pigmentos da resina composta pelo peróxido de hidrogênio 35%.

O que explica o fato da remoção de pigmentos através do peróxido de hidrogênio é o mesmo processo que ocorre quando o gel clareador está em contato com a estrutura dentária: o procedimento baseia-se na decomposição do peróxido em radicais livres de O 2 e H 2 O instáveis; assim, quando ocorre uma reação de oxidação ou de redução desses radicais, quebram-se as moléculas pigmentadas. Acredita-se que o oxigênio degrade e desnature as proteínas e formem-se compostos com menor peso molecular, solúveis em água, e então passíveis de serem removidos pelo O 2 borbulhante no local, o que faria a remoção física das moléculas pigmentantes da superfície 7,8,10,14,20 .
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Estudo do prétratamento do bagaço de caju com peróxido de hidrogênio alcalino para a produção de etanol

Estudo do prétratamento do bagaço de caju com peróxido de hidrogênio alcalino para a produção de etanol

Para acompanhar a evolução do efeito do pré-tratamento com peróxido de hidrogênio alcalino (PHA) no bagaço de caju (BC), foram determinados os teores de celulose, hemicelulose, lignina, extraíveis e cinzas. Para o BC isento de pré-tratamento ( in natura ), de acordo com a metodologia de Gouveia et al . (2009), as porcentagens de celulose, hemicelulose e lignina foram, respectivamente, 20,56 ± 2,19%, 10,17 ± 0,89% e 35,26 ± 0,90%, correspondendo a um teor de 30,73 ± 3,10% em carboidratos, tornando o BC uma fonte promissora para a produção de etanol. Foram quantificados extraíveis e ceras, correspondendo em aproximadamente 9,0%. Uma similar composição para o BC foi obtida por Rodrigues et al . (2011). Para produção de etanol por BC é necessário a ação de enzimas (hidrólise enzimática) para hidrolisar seus componentes em açucares fermentescíveis, logo um pré-tratamento que remova a lignina e permita a ação de enzimas faz-se necessário. O pré- tratamento com PHA vem sendo bastante utilizado em materiais lignocelulósicos por seu efeito na remoção de lignina e de hemicelulose (Chen et al., 2008) através da ação oxidativa de derivados do peróxido (H 2 O 2 ) (Selig et al., 2009).
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Efeitos do peróxido de hidrogênio sobre a germinação e na aclimatação de plantas de milho à salinidade

Efeitos do peróxido de hidrogênio sobre a germinação e na aclimatação de plantas de milho à salinidade

Em plantas submetidas a estresse salino, geralmente, se verifica uma redução na quantidade total de proteínas (GILBERT et al., 1998; WANG; NIL, 2000; PARIDA et al., 2004a), embora algumas proteínas possam ser induzidas (HURKMAN et al., 1989; ALI et al., 1999; MANSOUR, 2000). No presente trabalho, as modificações nos teores de proteínas pela salinidade foram relativamente pequenas e o pré-tramento com o peróxido de hidrogênio teve pouco efeito. As proteínas que são induzidas pela salinidade têm sido identificadas em plantas, sendo classificadas em dois grupos distintos: proteínas específicas do estresse salino, que se acumulam apenas em presença de salinidade e proteínas associadas a estresses que se acumulam em resposta à salinidade e a outros estresses tais como calor, frio, seca e elevadas ou baixas concentrações de nutrientes (ASHRAF; HARRIS, 2004). Uchida et al. (2002), trabalhando com plantas de arroz cultivadas em solução nutritiva contendo NaCl a 100 mM, constataram que o pré-tratamento com H 2 O 2 nas concentrações de 1, 10 e 100 mM reverteu parcialmente a redução
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Oxidação de monoterpenos por peróxido de hidrogênio catalisada pelo heteropoliácido H3PMo12O40 e seus sais metálicos

Oxidação de monoterpenos por peróxido de hidrogênio catalisada pelo heteropoliácido H3PMo12O40 e seus sais metálicos

A produção de monoterpenos oxigenados é uma estratégia atraente para agregar valor a esta matéria prima renovável e abundante no nosso País, presente em óleos essenciais e gerados como resíduos da indústria de celulose. Em geral, os processos de oxidação de olefinas são caros, pouco seletivos e agressivos ao meio ambiente porque utilizam oxidantes estequiométricos constituídos de metais tóxicos como sais de Cr e Mn. O uso de catalisadores pode não somente reduzir o custo destes processos, como também torná-los ambientalmente favoráveis, principalmente se oxidantes limpos como peróxido de hidrogênio, o qual gera água como único subproduto, possa ser utilizado. Neste trabalho, propôs-se o desenvolvimento de catalisadores heteropoliácidos em substituição aos metais nobres tradicionalmente usados nessas reações, os quais podem potencialmente ser usados tanto em condições homogêneas quanto heterogêneas. A atividade catalítica do ácido fosfomolibídico (H 3 PMo 12 O 40 )
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Remoção de substâncias húmicas por meio da oxidação com ozônio e peróxido de hidrogênio e FiME.

Remoção de substâncias húmicas por meio da oxidação com ozônio e peróxido de hidrogênio e FiME.

filtros FLC1 e FLA1 operaram com água natural pré-filtrada, enquanto que os fil- tros FLC2 e FLA2 receberam água com aplicação de substâncias húmicas. Para que a gama de opções de oxidação fosse realizada, foi necessário efetuar adapta- ções na instalação antes do início de cada ensaio. Essas modificações constaram ba- sicamente de mudanças nos pontos de aplicação do peróxido de hidrogênio e das substâncias húmicas. Ao final de cada car- reira foram realizadas as operações de ras- pagens das camadas biológicas dos filtros. A programação dos ensaios foi feita visando cobrir as várias possibilidades de
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Avaliação da genotoxicidade do peróxido de hidrogênio em associação com o polimorfismo da haptoglobina

Avaliação da genotoxicidade do peróxido de hidrogênio em associação com o polimorfismo da haptoglobina

de atravessar membranas biológicas e sua alta estabilidade (Hermes-Lima, 2004). Por ter vida longa e capacidade de atravessar camadas lipídicas, pode reagir com a membrana eritrocitária e com proteínas ligadas ao ferro. Assim é altamente tóxico para as células e esta toxicidade pode ser aumentada de dez para mil vezes quando em presença de ferro (Ferreira e Matsubara, 1997). Entretanto, no ambiente intracelular, a presença de vários mecanismos enzimáticos e não- enzimáticos de decomposição mantém o peróxido de hidrogênio em baixas concentrações (Hermes-Lima, 2004). Além disso, o H 2 O 2 participa da reação de
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Liberação de peróxido de hidrogênio por fagócitos de glândulas mamárias bovinas hígidas e infectadas.

Liberação de peróxido de hidrogênio por fagócitos de glândulas mamárias bovinas hígidas e infectadas.

Após a entrada do patógeno na glândula mamária, os macrófagos e os neutrófilos juntamente com as células epiteliais iniciam o processo inflamatório em resposta à necessidade de eliminação do agente causador por meio da produção e liberação de citocinas que resulta na migração de leucócitos polimorfonucleares (PMNL) para a glândula mamária, considerados como a primeira linha de defesa celular contra patógenos. Essas células atuam na eliminação da infecção pela fagocitose e pela capacidade microbicida dada pela explosão respiratória resultante da produção de espécies reativas de oxigênio (ERO), entre elas o peróxido de hidrogênio (H 2 O 2 ) (PAAPE et al., 2002). No entanto, as ERO produzidas pelos fagócitos, no ambiente extracelular, podem levar a danos teciduais e celulares, como a clivagem de proteínas, o que pode levar à amplificação do processo inflamatório e à maior migração de PMNL para a glândula mamária (KOBAYASHI et al., 2003). NIETHAMMER et al. (2009) demonstrou a importância do H 2 O 2 no recrutamento de leucócitos para o sítio inflamatório, mesmo em condições assépticas.
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Clarificação de caldo de cana-de-açúcar por peróxido de hidrogênio: efeito da presença de dextrana.

Clarificação de caldo de cana-de-açúcar por peróxido de hidrogênio: efeito da presença de dextrana.

Novos processos têm sido propostos em substituição ao uso de enxofre na produção de açúcar cristal branco (SARTORI et al., 2014; MANE et al., 1992, 2000). Entre esses processos tem-se destacado o uso de Processos Oxidativos Avançados (POA) como o ozônio e o peróxido de hidrogênio (H 2 O 2 ), que já são empregados em diferentes setores da indústria de alimentos. O uso do H 2 O 2 é considerado de baixo custo e não exige grandes modificações na infraestrutura industrial, o que o torna ainda mais atrativo na indústria do açúcar (MADSEN et al., 1978). O peróxido de hidrogênio é certificado pela Food and Drug Administration (FDA) como um produto GRAS (Generally Recognized As Safe) quando utilizado como agente de branqueamento em alimentos desde 1979 (FDA, 2015). No tratamento do caldo de cana-de-açúcar com H 2 O 2 , há reduções significativas nos teores de aminoácidos, açúcares redutores, amido e polifenóis, ocorrendo ainda diminuição nos teores de cinzas e da viscosidade, bem como aumento na pureza do xarope pela remoção de não-açúcares (MADSEN et al., 1978; MANE et al., 1998, 2000). Segundo Mane et al. (2000), com o uso de H 2 O 2 há predominância de reações irreversíveis de decomposição de compostos pigmentosos e a cor do açúcar tratado permanece sem sofrer alterações por longos períodos de armazenamento.
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Avaliação clínica dos efeitos da associação do peróxido de hidrogênio a 38% com o peróxido de carbamida a 10%

Avaliação clínica dos efeitos da associação do peróxido de hidrogênio a 38% com o peróxido de carbamida a 10%

Esta técnica de clareamento iniciou-se com a realização de profilaxia dental com pedra pomes e água, seguido, se necessário, pela proteção de tecido dentinário exposto, com um sistema adesivo autocondicionante (All Bond SE – Bisco, Schaumburg, IL, USA). Para evitar o contato direto do peróxido de hidrogênio com os tecidos moles e demais tecidos bucais, foi realizado o isolamento absoluto dos dentes a serem clareados com a utilização de lençol de borracha (Madeitex Indústria e Comércio de Artefatos de Látex Ltda., São José dos Campos, SP,BRA). Após a realização de sorteio aleatório, os voluntários da pesquisa tiveram uma das hemi-arcadas superior esquerda ou direita, submetida ao tratamento clareador com a aplicação do produto à base de peróxido de hidrogênio à 38% (Opalescence Boost PF 38%- Ultradent Products, Inc., South Jordan, USA) (Gel Clareador A) e o a outra hemi-arcada ao gel placebo.
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Mecanismos da terapia fotodinâmica em presença de peróxido de hidrogênio

Mecanismos da terapia fotodinâmica em presença de peróxido de hidrogênio

Trabalhos prévios de nosso grupo utilizaram, tanto in vitro como in vivo, uma pasta à base de peróxido de uréia e um fotossensibilizador para redução microbiana contra microrganismos orais 1,44,45,46 . Nestes trabalhos o fotossensibilizador foi associado a uma pasta comumente empregada em odontologia com dois objetivos, primeiramente evitar a pigmentação do elemento dentário assim como dos tecidos adjacentes a este e também com o intuito de facilitar a reação fotodinâmica, aumentando a disponibilidade de oxigênio na área tratada e conseqüentemente a eficiência da terapia. Os resultados obtidos nesses trabalhos, assim como os trabalhos de MacCullagh e Robertson 47,49 motivaram a continuação daqueles estudos, para verificar se a adição de peróxido de hidrogênio poderia melhorar a eficiência da terapia fotodinâmica, principalmente sobre microrganismos Gram- e elucidar os possíveis mecanismos envolvidos nesta associação.
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Avaliação da citotoxicidade de cimentos endodônticos quanto a liberação de peróxido de hidrogênio e óxido nítrico em culturas de macrófagos peritoneais de camundongos

Avaliação da citotoxicidade de cimentos endodônticos quanto a liberação de peróxido de hidrogênio e óxido nítrico em culturas de macrófagos peritoneais de camundongos

Avaliação da citotoxicidade de cimentos endodônticos quanto a liberação de peróxido de hidrogênio e óxido nítrico em culturas de macrófagos peritoneais de camundongos.. Dissertação (Me[r]

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Peróxido de hidrogênio como agente despirogenizante de componentes para produtos médico-hospitalares.

Peróxido de hidrogênio como agente despirogenizante de componentes para produtos médico-hospitalares.

As amostras contaminadas com diferentes quantidades de endotoxina e que não foram trata- das com detergente e água oxigenada foram igual- mente extraídas com água destilada e submetidas [r]

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Etileno e peróxido de hidrogênio na formação de aerênquima em milho tolerante a alagamento intermitente.

Etileno e peróxido de hidrogênio na formação de aerênquima em milho tolerante a alagamento intermitente.

O tempo de alagamento e o nível de tolerância do ciclo de seleção genética influenciam a produção do etileno, na via de sinalização para indução de aerênquima lisígeno em milho[r]

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Sistema enzimático gerador de peróxido de hidrogênio: NADPH oxidase na tireóide humana.

Sistema enzimático gerador de peróxido de hidrogênio: NADPH oxidase na tireóide humana.

Superoxide anion is the initial product in the hydrogen peroxide formation catalyzed by NADPH-oxidase in the porcine thyroid plasma membrane.. Nakamura Y, Makino R, Tanaka T, Ishimura Y,[r]

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Hydrogen peroxide: importance and determination.

Hydrogen peroxide: importance and determination.

Por ser bastante versátil, o peróxido de hidrogênio é utilizado para as mais variadas finalidades. Pode ser empregado tanto na for- ma isolada quanto na combinada. A escolha da metodologia depen- de das necessidades do processo em andamento. A razão para sua vasta aplicação deve-se ao fato de apresentar seletividade quando tratado sob determinadas condições experimentais. Assim, contro- lando-se a temperatura, concentração, tempo de reação, adição ou não de catalisadores etc., o H 2 O 2 pode ser utilizado para oxidar um determinado poluente mesmo na presença de outro, ou ainda origi- nar diferentes produtos de oxidação para uma mesma espécie oxidável. O tratamento de águas e esgotos, efluentes industrias em- pregando-se H 2 O 2 é uma prática comum há pelo menos 20-25 anos em países desenvolvidos 10,11,74 .
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Degradação de cloridrato de doxiciclina pelo processo Fenton

Degradação de cloridrato de doxiciclina pelo processo Fenton

Os ensaios de oxidação do cloridrato de doxiciclina foram realizados de acordo com planejamento experimental do tipo Delineamento Composto Central Rotacional, DCCR, como proposto no livro de Rodrigues e Iemma (2005). Este planejamento encontra-se nas Tabelas 3 e 5. Para cada ensaio, havia, concomitantemente, 3 meios reacionais diferentes, sendo que todos eram mantidos sob agitação mecânica, no mesmo banho termostatizado. A manutenção dos três meios distintos possibilitou avaliar qual seria a influência do íon ferroso sobre a degradação do fármaco e sobre a degradação do peróxido de hidrogênio, possibilitando subtrair cada interferência sobre o resultado obtido pelo processo Fenton. As substituições não foram feitas, porque os resultados mostraram-se inconstantes dentro do tempo reacional, impossibilitando determinar com segurança a influencia de cada meio “incompleto” sobre o processo Fenton.
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Clareamento para dentes despolpados: revisão de literatura e considerações

Clareamento para dentes despolpados: revisão de literatura e considerações

vestigaram a eficácia de diferentes agentes clareadores internos na permeabilidade dentinária de dentes anteriores não vitais. Utilizaram o gel de peróxido de carbami- da a 37% (Whiteness Super-Endo), pas- ta de perborato de sódio preparada com 20% de peróxido de hidrogênio (Merck Kgaa) e gel de peróxido de carbamida a 27% (preparado na escola farmacêutica da USP, Ribeirão Preto). A penetração dos íons cobre para os túbulos dentinários in- dicam que a permeabilidade dentinária foi alterada quando a estrutura dentária foi sujeita à ação dos agentes clareadores. A maior permeabilidade dentinária foi con- seguida com o peróxido de carbamida a 37%, seguida pela pasta de perborato de sódio/hidrogênio, sendo, portanto, o peró- xido de carbamida a 27% o menos efetivo. Lee et al. 3 (2004) avaliaram as mudan-
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