Pessoa com mobilidade reduzida

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 CARLA ALEX SILVA

CARLA ALEX SILVA

No caso do alojamento elegeram-se os estabelecimentos hoteleiros de 2, 3 e 4 estrelas. Foram efetuadas visitas acompanhadas a vários deles com o intuito de observar as maiores dificuldades para uma pessoa com mobilidade reduzida; noutros confirmou- se a informação relevante através de telefone, na impossibilidade de visita presencial. Neste caso, as informações foram recolhidas através duma check list (Apêndice 2), elaborada com base no Guia de Boas Práticas de Acessibilidade na Hotelaria (2012), com enfâse nos acessos e mobilidade no interior, atentando à zona da receção, à existência ou não de balcão rebaixado e à acessibilidade das instalações sanitárias. A amostra que serve de análise à restauração foi selecionada através da plataforma da internet, Trip Advisor , um site de opinião e reserva online que fornece um ranking da oferta turística nos destinos. Foram escolhidos os 15 restaurantes mais votados com indicação de acessibilidade em cadeira de rodas, inquirindo-se sobre a mesma e sobre a existência de instalações sanitárias adaptadas. Os dados foram recolhidos através de telefone, na impossibilidade de visita presencial. De salientar que, apesar dessa informação constar na plataforma, atestou-se que alguns desses estabelecimentos, de facto, não reuniam condições de acessibilidade, como iremos analisar mais à frente neste trabalho. A recolha de dados complementou-se ainda com o recurso a alguma informação facultada através do roteiro acessível de Coimbra, disponível na página www.visitportugal.com 7 .
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«Braga Barroca»: roteiros para pessoas com mobilidade reduzida

«Braga Barroca»: roteiros para pessoas com mobilidade reduzida

A pessoa com mobilidade reduzida é capaz de ultrapassar vários obstáculos. Cada indivíduo, cada deficiência, é um caso ao qual não podemos, nem devemos reagir com uma mera declaração do tipo “aquele é capaz”, “aquele não é capaz”. Cremos que uma pessoa é a totalidade das experiências vividas, seja pelas oportunidades que se lhe ofereceram, pela escolaridade que adquiriu, pelo desenvolvimento psicológico, e, também, pela maturidade espiritual. Por isso, é comum aparecerem pessoas com a mesma deficiência motora mas com trajetórias de vida muito diferentes. Assim, as pessoas com deficiência motora, apesar das semelhanças das limitações, não são de forma nenhuma iguais. Avaliações genéricas de pessoas com deficiências, considerando-as todas de forma uniformizada, são muito comuns na nossa sociedade e tais atitudes não têm fundamentação sólida, nem informada e nem são coerentes.
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Apps para apoio ao turismo acessível em Leiria de pessoas cegas ou com mobilidade reduzida

Apps para apoio ao turismo acessível em Leiria de pessoas cegas ou com mobilidade reduzida

39 Portugal Acessível (PT) – segundo o Portugal Acessível (2013) foi desenvolvida pela Associação Salvador em 2013, foi a primeira concebida em Portugal que permite a qualquer pessoa com deficiência motora aceder de forma rápida a informações sobre as acessibilidades físicas de diversos espaços a nível nacional, podendo avaliar e comentar esses espaços, em tempo real. Disponibiliza informação de mais de 3500 espaços de alojamento, cultura e lazer, restaurantes, praias, transportes, entre outros, propondo também itinerários turísticos acessíveis. Disponibiliza informação detalhada sobre os aspetos positivos e condicionantes à acessibilidade, para que cada pessoa possa avaliar se cumpre ou não os requisitos necessários para poder usar esse local. A figura 18 refere as funcionalidades da App Portugal Acessível que se encontra-se disponível na Google Play e versão Web.
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Turismo acessível em Portugal – o caso do turismo para pessoas com mobilidade reduzida

Turismo acessível em Portugal – o caso do turismo para pessoas com mobilidade reduzida

O que distingue a Accessible Portugal de outros operadores turísticos é a sua capacidade de resposta às principais dificuldades encontradas pelo cliente. A política da empresa é a da integração da pessoa com MR, o apoio incondicional ao cliente e uma estratégia direccionada para a sua satisfação máxima. Apesar da actividade se centrar no turismo para pessoas com MR, aponta-se como característica essencial o facto de uma parte substancial dos clientes não ter restrições de mobilidade, estando no entanto condicionados por amigos ou familiares nestas condições. Importa, pois, eliminar ou ultrapassar barreiras por forma a proporcionar os mesmos momentos de lazer a todos.
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O gerenciamento para a acessibilidade ambiental de pessoas com mobilidade reduzida: institucionalizando a inclusão em uma escola universitária

O gerenciamento para a acessibilidade ambiental de pessoas com mobilidade reduzida: institucionalizando a inclusão em uma escola universitária

Relatos de dificuldade no uso da ambiente também foram feitos pelo Estudante 1 da FALE, que usa cadeira de rodas. Esta pessoa possui certo grau de comprometimento motor nas pernas e nos braços. Atualmente, utiliza cadeira de rodas em função de uma cirurgia pela qual passou recentemente, mas em situações normais, ela caminha com o auxílio de muletas. Como não tem costume com a cadeira de rodas e nem força nos braços, o deslocamento por grandes distâncias para esta pessoa é cansativo e demorado, o que a coloca em grande desvantagem no desempenho de atividades em relação às outras pessoas. Quando o elevador não funciona, tem que ir até a ECI para utilizar a rampa. Mas se não houver duas ou três pessoas para ajudar, o estudante não consegue subir, pois a rampa é íngreme e longa, sem contar que a distância do percurso aumenta.
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.003 Inquérito português

.003 Inquérito português

V iajou com alguma pessoa de mobilidade reduzida (dificuldades em deslocar-se sem ajuda de outras pessoas ou objectos de apoio- andarilho, cadeira de rodas, muletas, bengala)?. [r]

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Conformidade do espaço urbano para pessoas com mobilidade reduzida

Conformidade do espaço urbano para pessoas com mobilidade reduzida

Segundo Aguiar (2010), somente o termo mobilidade (que significa facilidade de se mover) constitui umas das mais básicas necessidades de qualquer pessoa. Neste enquadramento o modo a pé, que é o modo fundamental, assume relevo neste trabalho. Em diversas ocasiões que dizem respeito ao deslocamento físico, nomeadamente no que diz respeito ao modo a pé, os termos mobilidade e acessibilidade estão directamente interligados uma vez que são complementares, chegando por vezes a não serem distinguidos por grande parte da sociedade. Isto pode ser explicado pela razão de que quando cresce o nível de acessibilidade de determinado espaço, conta-se também com o aumento das condições de mobilidade proporcionadas aos seus utilizadores.
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INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

Os objetivos específicos foram desdobrados em capítulos. Assim, no primeiro capítulo discute-se sobre os conceitos relacionados à pequena cidade e a possibilidade de inclusão social como premissa básica para a cidadania. No segundo capítulo é realizada uma análise da legislação urbana e dos instrumentos de planejamento das cidades desde a Constituição Federal até a Nova Política Nacional de Mobilidade Urbana, perpassando pelos conceitos de acessibilidade, mobilidade, mobilidade reduzida, gestão urbana, inclusão social e desenho universal. O terceiro capítulo apresenta as observações e pesquisas realizadas em pequenas cidades, todas com menos de vinte mil habitantes. O objetivo desse capítulo é verificar os níveis de acessibilidade nas pequenas cidades por meio de visitas técnicas aos principais órgãos de acesso público, tais como vias urbanas, praças e demais lugares que representam convergências, principalmente de idosos e pessoas com deficiência. O quarto capítulo tem como objetivo propor elementos necessários para a consolidação da cidade inclusiva a partir da análise em pequenas cidades, aliado à análise da legislação urbana federal, com objetivo ímpar em incluir também a pequena cidade nas políticas de mobilidade e acessibilidade urbana. Afinal, mais uma vez, as pequenas cidades ficam à margem do novo instrumento de gestão urbana, segundo a Lei n° 12.587/2012. Contudo, a Lei n° 13.146/2015, que dispõe do Estatuto da Inclusão da Pessoa com Deficiência, vem retomar inúmeros conceitos e assegurar a promoção das condições de igualdade e direito sem limitações ou qualquer restrição de lugares e escala nas cidades ou municípios.
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Avaliação multicritério da acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida: um estudo na região central de Itajubá (MG).

Avaliação multicritério da acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida: um estudo na região central de Itajubá (MG).

Os obstáculos vieram na segunda posição, com 0,199, seguidos das travessias, com peso de 0,139, e a disponibilidade de vagas de estacionamento, com o menor grau de importância, com peso de 0,09. Verificou-se, durante a aplicação da pesquisa, que os julgamentos dos usuários variaram de acordo com o modo de se locomover, ou seja, com o tipo de deficiência e com o uso de dispositivos auxiliares de locomoção, como a cadeira de rodas, as muletas e as bengalas, e também de acordo com as condições sociais. No processo de julgamento dos critérios de acessibilidade, muitos elementos atuaram para que a pessoa pudesse se deslocar, ou seja, suas competências de deslocamento. Sua destreza, velocidade no caminhar, força física, postura e outras deficiências correlacionadas eram fatores a serem considerados nos julgamentos. Quanto menor o grau de mobilidade, maiores eram as necessidades e as dificuldades enfrentadas.
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Psicol. Esc. Educ.  vol.21 número2

Psicol. Esc. Educ. vol.21 número2

O acesso dessas pessoas pode ser diiculdade pela presença de barreiras, que em termos normativos são de- inidas, pela Lei nº 10.098/00 (2000) (que dispõe sobre os critérios para a promoção de acessibilidade das pessoas com deiciência ou com mobilidade reduzida), como “... qual- quer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas”. Para a reversão do processo de exclusão é necessário atentar-se às barreiras, que podem ser de várias natureza, como: (a) arquitetônicas – falta de rampas, piso tátil, elevadores, etc.; (b) comunicacionais – não contratação de Tradutores/Intérprete de Libras, falta de material adapta- do etc.; (c) metodológicas – falta de adaptação e lexibiliza- ção curricular, de materiais didáticos e pedagógicos aces- síveis etc.; (d) instrumentais – falta de materiais e recursos tecnológicos acessíveis etc.; (e) programáticas – falta de políticas de acessibilidade dentro e fora do campus; (f) atitu- dinais – a presença de preconceitos, estereótipos, estigmas para com a pessoa com deiciência por parte de docentes, funcionários e outros estudantes. Percebe-se pelos relatos dos coordenadores que as ações do núcleo se pautam na remoção da maioria das barreiras previstas na norma citada, com exceção da arquitetônica, envolvendo a categoria Es- trutura Humana. Numa análise mais detalhada evidencia-se uma preocupação na garantia de ações que promovam a eliminação das barreiras atitudinais, as quais serão objeto de detalhamento.
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Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.55 número3

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 número3

grupo de pacientes. No entanto, mais da metade dos pacientes que sofrem TEV sintomático não têm doenças cirúrgicas, mas sim clínicas. Os fatores de risco para TEV em pacientes não submetidos à cirurgia e as medidas proiláticas são abordados nas diretrizes de proilaxia de TEV em pacientes clínicos, dividida em três partes. Na primeira parte, encontram-se as informações sobre: mobilidade reduzida, idade > 55 anos, história prévia de TEV, varizes, insuiciência venosa crônica, insuiciência arterial periférica, obesidade, tromboilias hereditárias e adquiridas. Na segunda parte: gravidez, pós-parto, reposição hormonal, contraceptivos, insuiciência cardíaca congestiva classes III-IV, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral isquê- mico, acidente vascular cerebral hemorrágico, paresia e paralisia de membros inferiores. Na terceira parte: doença reumatoló- gica ativa, doença inlamatória intestinal, doenças respiratórias graves, infecções com exceção das torácicas, síndrome nefrótica, câncer, quimioterapia, hormonioterapia, internação em unidade de terapia intensiva, uso de cateteres venosos centrais, uso de cateteres para hemodiálise, uso de Swan-Ganz. Versão integral e extensa que originou essas diretrizes encontra-se em documento elaborado pelo Grupo de Estudos de Trombose e Hemostasia. Para identiicar os estudos, uma pesquisa auxiliada por compu- tador foi feita, independentemente, por cada representante das sociedades e pelos coordenadores para cada um dos assuntos do parágrafo acima. Procurou-se, também, estudos avaliando a eicácia dos métodos de proilaxia contra TEV, nesta população, incluindo heparina não-fracionada (HNF), heparinas de baixo peso molecular (HBPM) e métodos físicos.
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Mobilidade e affordance como cerne dos Estudos Pessoa-Ambiente.

Mobilidade e affordance como cerne dos Estudos Pessoa-Ambiente.

Quais as implicações destas relações recíprocas entre mobilidade e os espaços? Goethe (apud Dobel, 1999) pergun- tou “Willst du immer weiter schweifen? Sieh, das Gute liegt so nah” [Queres andar cada vez mais longe? Veja, as coisas boas estão tão perto] (p. 292). Esta indagação aponta para a constatação de que, além do reflexo de orientação, mobilida- de enquanto exploração é essencial para o desenvolvimento e bem-estar humanos. No decorrer do desenvolvimento (seja em nível individual, social ou nacional), áreas progressiva- mente maiores são exploradas para se ter acesso a recursos cada vez mais complexos. Por exemplo, na medida em que uma criança se desenvolve e se torna cada vez mais móvel, explorando mais e mais o seu ambiente, tende a expandir o tamanho e o controle sobre seu espaço pessoal, território, apinhamento e privacidade, além de afetar os domínios dos seus irmãos, pais, parentes, pares e demais pessoas, com conseqüências imediatas, a curto e a longo prazo. Inversa- mente, uma redução da mobilidade, seja por causa de idade ou algum outro impedimento pessoal ou socialmente impos- to, espelha tamanho e controle na direção oposta. Supondo, então, que exploração e a mobilidade concomitante sejam necessidades humanas básicas, a pergunta anterior poderia ser posta também em termos de por que é que as pessoas param de explorar quando não há limites aparentes? 4
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Demanda funcional e variáveis biomecânicas durante a marcha em idosas com mobilidade funcional reduzida

Demanda funcional e variáveis biomecânicas durante a marcha em idosas com mobilidade funcional reduzida

As principais alterações no padrão de marcha dos idosos durante condições de dupla-tarefa estão relacionadas a parâmetros espaciais e temporais, como por exemplo, diminuição da velocidade da marcha, comprimento do passo e tempo de balanço, maior largura da passada, aumento do tempo da fase de duplo apoio, aumento da variabilidade eletromiográfica e cinemática, maior co-contração nas articulações dos membros inferiores, entre outros [7-9]. As causas dessas modificações nos parâmetros da marcha são multifatoriais, sendo a força muscular considerada a principal variável que pode ocasionar limitações funcionais durante a realização de tarefas diárias [10-12]. Estudos mostram que a avaliação do torque extensor do joelho na população idosa é uma ferramenta bastante sensível para identificar início de déficits de mobilidade, uma vez que, essa variável esta correlacionada com a capacidade de executar as atividades diárias, sendo determinante para garantir o bom desempenho do indivíduo [13-15]. O limiar de torque extensor de joelho de 1.5 Nm Kg -1 é utilizado para determinar o nível de mobilidade na população idosa, sendo que valores inferiores a esse limiar indicam início de comprometimento da mobilidade [13].
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Destinos turísticos acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida – Uma realidade?: O caso da cidade de Aveiro

Destinos turísticos acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida – Uma realidade?: O caso da cidade de Aveiro

Relativamente à empresa de animação que efetua visitas guiadas a pé ao longo da cidade de Aveiro, esta possui uma política bastante interessante e positiva, e que vai ao encontro das necessidades especiais dos visitantes com mobilidade reduzida. Aquando da solicitação dos seus serviços, a empresa procura sempre saber se existe alguém com necessidades especiais. Caso exista, a visita é organizada consoante as características desses visitantes. Por exemplo, quando se trata de idosos com dificuldade de locomoção, a empresa subcontrata um serviço de transporte, e no caso de visitantes invisuais a entidade possui um colaborador com formação, possibilitando ao visitante perceber todo o percurso efetuado. De ressaltar ainda que sempre que um grupo possui mais de vinte pessoas, este é acompanhado por dois guias, o que permite ultrapassar possíveis barreiras encontradas ao longo do percurso. As barreiras
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Valoração contingente de melhorias em mobilidade urbana no município de João Pessoa-PB

Valoração contingente de melhorias em mobilidade urbana no município de João Pessoa-PB

A oferta governamental para a mobilidade urbana tem sido focada em propiciar fluidez aos veículos particulares, que possuem maiores custos ao meio ambiente e à saúde humana, enquanto que os transportes públicos têm sido relegados à baixa qualidade dos serviços e ineficiência. O propósito desta pesquisa foi estimar a Disposição a Pagar (DAP) pelos benefícios decorrentes de melhorias em mobilidade urbana, através de um mercado hipotético: a oferta das modalidades de transporte BRT e VLT. Este trabalho buscou suprir ausência de parâmetros econômicos relacionados aos benefícios provenientes de melhorias na mobilidade, aliado à perspectiva do Marketing em favor do interesse público. Nesta pesquisa, de caráter descritivo, foi aplicado um survey para a viabilização do método de valoração contingente de bens públicos ou ambientais, cujos dados possibilitaram estimar o valor médio pago por residência e o valor total que o bem e seus benefícios têm para os moradores de João Pessoa. A amostra de 854 questionários, aplicados em campo e online, indicou, através de um modelo estimado por meio da regressão beta, um valor de R$ 47,84 pagos através de um adicional no IPTU, um valor elevado, que representa 18% da média paga em 2012. O valor total do bem foi estimado em R$ 10,2 milhões, montante próximo ao arrecadado pela TCR em 2011, o que significa que a população está ciente dos benefícios a serem adquiridos, apesar desta quantia ter sido limitado pela falta de confiança na gestão dos recursos públicos e votos de protesto.
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Faculty Intensive English and Technical Training Program (509 Downloads)

Faculty Intensive English and Technical Training Program (509 Downloads)

As a participant, you will study intensive English as a Second Language (ESL) and training in key areas of higher education administration, leadership, and educational pra ti es fo stu[r]

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Treinamento Técnico e Intensivo de Inglês para Servidores (506 Downloads)

Treinamento Técnico e Intensivo de Inglês para Servidores (506 Downloads)

Como participante, você terá um curso intensivo de Inglês como Segunda Língua (ESL) e treinamento em áreas-chave de administração do ensino superior, liderança e práticas educacionais [r]

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Mobilidade  Termo de Compromisso (795 Downloads)

Mobilidade Termo de Compromisso (795 Downloads)

Informo que fui aprovado (a) em processo de seleção para o Programa de Mobilidade Acadêmica _________________________________________ e solicito que sejam viabilizadas as providências para a manutenção do meu vínculo de matrícula durante o período de afastamento.

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