Pilares de concreto armado

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Pilares mistos aço-concreto e comparativo de custo com pilares de aço e pilares de concreto armado.

Pilares mistos aço-concreto e comparativo de custo com pilares de aço e pilares de concreto armado.

O estudo de novas técnicas e processos construtivos mais eicientes e racionais vem sendo alvo de muitos pesquisadores. O conhecimento do método construtivo aço-concreto e de seu processo construtivo industrializado de produção mostra-se como um importante agente de transformação numa indústria tradicionalmente ba- seada na construção de estruturas em concreto armado. Na busca de novas técnicas e processos construtivos, objetivando a racionalização na construção, a utilização de pilares mistos em sistemas estruturais apresenta eiciência signiicativa. Nesse traba- lho, é feita uma ampla abordagem sobre os pilares mistos aço-concreto, avaliando a viabilidade da utilização de pilares mistos para uma racionalização na construção civil brasileira. Também são feitos alguns estudos comparativos de custo entre os pilares mistos aço-concreto, entre pilares mistos aço-concreto e pilares de concreto armado e entre pilares misto aço-concreto e pilares de aço, utilizando preços pratica- dos na região da Grande Vitória.
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Análise experimental de reforço de pilares em concreto armado, com chumbadores metálicos.

Análise experimental de reforço de pilares em concreto armado, com chumbadores metálicos.

Este artigo apresenta um estudo experimental de reforço de pilares, com emprego de chumbadores metálicos e preenchimento com concreto autoadensável. Foram ensaiados cinco pilares de concreto armado submetidos à lexo-compressão: dois pilares foram usados como referência, sendo um com seção transversal igual a 120 x 250 mm; um monolítico com seção igual a 155 x 250 mm, mesma seção transversal dos pilares reforçados e três, que inicialmente foram moldados com seção de 120 x 250 mm e posteriormente receberam uma camada de 35 mm de espes- sura de concreto autoadensável na face comprimida. Apesar dos chumbadores não apresentarem ruptura, houve o desplacamento da camada do reforço. Os resultados obtidos indicam a possibilidade da utilização deste método de reforço na reabilitação estrutural de pilares de concreto armado, apresentando acréscimo na capacidade resistente em média igual a 403 % em relação ao pilar de referência.
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PUNÇÃO EM LAJES LISAS DE CONCRETO ARMADO COM PILARES DE BORDA E EXCENTRICIDADE EXTERNA FÁBIO MATIAS HONÓRIO FELICIANO

PUNÇÃO EM LAJES LISAS DE CONCRETO ARMADO COM PILARES DE BORDA E EXCENTRICIDADE EXTERNA FÁBIO MATIAS HONÓRIO FELICIANO

Para isso, foi gerado um modelo numérico simplificado, no programa de análise de estruturas SAP2000 v.10, em elementos sólidos retangulares de 8 nós, divididos de modo que se adequassem aos pontos de aplicação de carga e disposição dos apoios. Ao todo foram utilizados 16.400 elementos. Esta modelagem não representa fielmente o comportamento de ligações laje-pilares de concreto armado, até porque o programa utilizado considera o concreto como um material linear elástico para qualquer nível de carregamento, ou seja, não considera sua não-linearidade física e conseqüente redução da rigidez. Além do que, foi feita a modelagem apenas do concreto sem armaduras. Assim, a estratégia de se reduzir o módulo de elasticidade do concreto, objetiva apenas uma aproximação relacionada à perda de rigidez da estrutura até a ruptura. A Figura 5.1 apresenta a malha utilizada na modelagem.
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Dimensionamento de pilares de concreto armado em situação de incêndio: uma alternativa ao método tabular da nbr 15200:2004.

Dimensionamento de pilares de concreto armado em situação de incêndio: uma alternativa ao método tabular da nbr 15200:2004.

O objetivo deste trabalho é contribuir com a normatização e o meio técnico brasileiros, divulgando processos simpliicados para dimen- sionamento de pilares de concreto armado em situação de incêndio tendo por base o Eurocode 2 [1]. Esses métodos podem ser empre- gados como alternativas mais precisas e econômicas ao método tabular apresentado na ABNT NBR 15200:2004 [2]. Tendo por base procedimentos europeus, deduziu-se uma expressão e uma tabela simpliicadas, que se propôe incluir na futura revisão da NBR15200. A norma brasileira é recente e ainda está sendo avaliada e compre- endida pela comunidade técnica. Este trabalho procura possibilitar um avanço em relação à abordagem da norma.
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Estudo do comportamento de pilares de concreto armado reforçados pela técnica do encamisamento parcial e uso de conectores.

Estudo do comportamento de pilares de concreto armado reforçados pela técnica do encamisamento parcial e uso de conectores.

Este artigo apresenta um estudo do comportamento de pilares de concreto armado reforçados por encamisamento parcial, com o uso de uma ca- mada de 35 mm de concreto auto adensável na face mais comprimida submetidos à lexo-compressão até à ruptura. Foram utilizados parafusos conectores como armadura de ligação entre as duas camadas de concreto de diferentes idades. Foram ensaiados 7 pilares de 2000 mm de altu- ra, sendo 2 peças concretadas monoliticamente nomeadas de PO (pilar original) e PR (pilar de referência). Os outros 5 pilares foram reforçados utilizando uma camada de 35 mm de concreto moldada na face submetida a maior compressão. O pilar PO tinha uma seção transversal retangu- lar de 120x 250 mm e as demais colunas 155 x 250 mm após executado o reforço. Os resultados alcançados mostram que os pilares reforçados atingiram uma resistência de aproximadamente três vezes maior com relação ao pilar PO, demostrando eiciência da técnica utilizada. Os pilares apresentaram o desplacamento da camada de reforço nas cargas inais, com tendências ao esmagamento do concreto e escoamento do aço.
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Pilares de concreto armado em situação de incêndio submetidos à flexão normal composta

Pilares de concreto armado em situação de incêndio submetidos à flexão normal composta

Apresenta-se um procedimento computacional para o cálculo do tempo de resistência ao fogo (TRF) de pilares de concreto armado em situação de incêndio, dados os campos de temperaturas simétricos na seção transversal exposta ao incêndio-padrão. O procedimento de cálculo foi baseado no método da estimativa da curvatura do Eurocode 2 parte 1-2:2004. Foram modelados pilares retangulares sob flexão normal composta, considerando as deformações térmicas e a influência das temperaturas elevadas nas propriedades mecânicas dos materiais. Os resultados do programa foram comparados a resultados de ensaios de laboratórios internacionais, com o objetivo de validar as hipóteses de cálculo adotadas.
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Análise experimental de pilares de concreto armado reforçados com lâminas de CRFP utilizando a técnica NSM

Análise experimental de pilares de concreto armado reforçados com lâminas de CRFP utilizando a técnica NSM

Este trabalho está dividido em cinco capítulos, incluindo esta introdução. O Capítulo 2 apresenta uma revisão da literatura sobre pilares, recomendações feitas por diferentes normas nacionais e internacionais, como ABNT NBR 6118:2014, ACI 318:2014 e fib Model Code 2010, além de apresentar alguns trabalhos realizados de pilares de concreto armado sem reforço, e submetidos a flexo-compressão, além disso, é apresentado um trabalho de pilares esbeltos reforçados utilizando a técnica NSM. São apresentados também técnicas de reforço e recuperação de estruturas dando maior ênfase para pilares.
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TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO VERIFICAÇÃO DA SEGURANÇA ESTRUTURAL DE PILARES DE CONCRETO ARMADO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO VERIFICAÇÃO DA SEGURANÇA ESTRUTURAL DE PILARES DE CONCRETO ARMADO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

O estudo da segurança das estruturas em situação de incêndio ainda é restrito no país. Entretanto, nos últimos anos vem sendo observado um aumento no número de pesquisas que abordam este tema. Os efeitos térmicos em estruturas de concreto armado ocasionam a perda de sua capacidade resistente e rigidez, podendo levar a edificação ao colapso total. Devido a importância do assunto, neste trabalho é avaliado o comportamento das estruturas quando submetidas a ação do fogo e são apresentadas as metodologias de verificação da segurança estrutural de pilares de concreto armado em situação de incêndio, conforme a norma brasileira ABNT NBR 15200:2012 e a norma internacional Eurocode 2: parte 1-2 (2004). Em termos práticos de projeto, são comparados os resultados estruturais dos pilares de concreto armado dimensionados conforme a ABNT NBR 6118:2014 (utilizando o programa computacional TQS ® ), com os métodos analítico e tabular
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ANÁLISE EXPERIMENTAL DE DEFEITOS COMUNS NA RESISTÊNCIA DE PILARES DE CONCRETO ARMADO

ANÁLISE EXPERIMENTAL DE DEFEITOS COMUNS NA RESISTÊNCIA DE PILARES DE CONCRETO ARMADO

Este artigo analisa alguns dos defeitos mais comuns na resistência e segurança de pilares de concreto armado e, com base nos resultados, aponta quais são suas consequências e quais as alternativas de reforço e proteção. Para tal, foram construídos dois pilares de controle, dois pilares com problemas de traço e dois pilares com problemas de continuidade. Todos foram instrumentados e ensaiados para que possamos ter consciência do que ocorre com um pilar quando este é mal executado. O exame dos resultados evidencia um elevado número de lesões nas regiões de maior sensibilidade da estrutura e a diminuição considerável da resistência das peças, necessitando, futuramente, de reforços.
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ANÁLISE NUMÉRICA DE SISTEMAS DE FÔRMAS DE MADEIRA PARA PILARES DE CONCRETO ARMADO

ANÁLISE NUMÉRICA DE SISTEMAS DE FÔRMAS DE MADEIRA PARA PILARES DE CONCRETO ARMADO

Do ponto de vista do material utilizado para a confecção dos sistemas de fôrmas dimensionados, os modelos de fôrmas verticais, ou seja, com sarrafos de enrijecimento na posição vertical, apresentaram menor consumo de material para os itens madeiras serradas (sarrafos e caibros) e tensores, gerando um custo na faixa de 6 % a 13 % menor que o modelo de fôrmas horizontais, para os modelos dimensionados com e sem a equações de fatores de correção. Portanto, ao se realizar uma avaliação geral dos modelos de fôrmas dimensionados, o modelo de fôrma vertical, aquele que possui sarrafos de enrijecimento vertical e sarrafos de travamento horizontal, mostrou-se mais viável tanto no que diz respeito à parte estrutural, quanto em relação ao quesito financeiro, o que pode ser melhor observado, ao se considerar a execução de uma estrutura convencional de concreto armado de edifícios, onde quase todos os pilares possuem dimensões e demais características semelhantes entre si.
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Otimização de pilares de concreto armado mediante uniformização do índice de con...

Otimização de pilares de concreto armado mediante uniformização do índice de con...

Neste trabalho foi desenvolvido um programa para a otimização do dimensionamento de pilares de concreto armado e cálculo do índice de confiabilidade. É possível que a otimização global da estrutura traga resultados mais favoráveis, mas a dificuldade de implementação e o custo computacional para se definir uma estrutura ótima, utilizando um processo global e trabalhando com elementos de comportamento como o concreto, faz com que este tipo de otimização, por aproximação combinada, se torne de mais atraente implementação. A função objetivo foi uma função de menor custo por unidade de comprimento do elemento. Foram consideradas restrições de forma a garantir o equilíbrio e a compatibilidade das seções, além de restrições laterais que trazem limitações de ordem prática ou normativa para as estruturas.
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Estudo de pilares de concreto armado e pilares mistos de aço e concreto totalmente revestidos

Estudo de pilares de concreto armado e pilares mistos de aço e concreto totalmente revestidos

O propósito deste trabalho é o desenvolvimento e implementação de um procedimento numérico unificado voltado para a análise de pilares de aço, de concreto armado e mistos de aço e concreto totalmente revestidos. Para esta finalidade, foi desenvolvido um procedimento computacional para a determinação da carga última em pilares de concreto, pilares de aço e pilares mistos de aço e concreto, a partir do Método Geral adotado pela ABNT NBR 6118:2007. O procedimento tem por base um processo iterativo a partir de integrações numéricas sucessivas das curvaturas ao longo do pilar, obtidas através da determinação da relação momento-curvatura da seção transversal pelo método de Newton-Raphson, com base em um modelo discreto de fibras, que permite a consideração de seções transversais genéricas. Vários resultados numéricos e experimentais são utilizados em comparações com o programa para verificação da eficácia do procedimento implementado.
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Deformações por fluência em pilares de concreto armado.

Deformações por fluência em pilares de concreto armado.

Um elemento de concreto quando mantido sob tensão apresenta deformação progressiva no decorrer do tempo, aditiva à deformação imediata ao carregamento. Em pilares de concreto armado, as deformações por luência promovem o acréscimo de tensões nas barras de aço, podendo induzir o material a experimentar o escoamento. As formulações pioneiras do efeito de luência, desenvolvidas com base no coeiciente de lu- ência, são aplicáveis, sobretudo, quando as tensões se mantêm constantes. Sua aplicação a elementos de concreto armado, que apresentam variações de tensões, requer simpliicações das quais resultam os modelos de memória, que têm a desvantagem de exigir o armazenamento do histórico de tensões. Para suplantar as diiculdades ligadas à excessiva demanda de memória de computador, foram desenvolvidos os modelos de estado que dispensam tal robustez de armazenamento. O objetivo deste trabalho é a análise das deformações por luência em pilares de concreto armado, realizada com base em um modelo de estado, com parâmetros ixados a partir da formulação da NBR 6118/07. Os resultados obtidos revelaram que, no decorrer do fenômeno, veriica-se a transferência de esforços do concreto para as barras da armadura de aço, que por sua vez exercem o efeito de contenção das deformações correlatas, conirmando-se, em alguns casos, o estabelecimento de uma condição de iminente escoamento do material.
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Influência do Modo de Solicitação na Resistência Última de Lajes Lisas de Concreto Armado com Pilares Retangulares e Armadura Inclinada de Punção

Influência do Modo de Solicitação na Resistência Última de Lajes Lisas de Concreto Armado com Pilares Retangulares e Armadura Inclinada de Punção

Foram analisadas 8 lajes lisas de concreto armado quadradas com dimensões de 1.800 mm de lado e 110 mm de altura, visando investigar a influência do índice de po- larização, o qual representa a relação entre o maior e o menor lado da área carregada ou pilar (C max /C min ), e dos arranjos de estribos inclinados na ruína de lajes lisas bidire- cionais submetidas a puncionamento simétrico. A resistência à compressão do concreto ( ) ficou em torno de 40 MPa e tanto as lajes quanto os pilares apresentaram dimen- sões correspondentes a aproximadamente 70% das dimensões recomendadas pela NBR 6118 (ABNT, 2007) para se adequarem às dimensões da laje de reação do laboratório. A relação entre os lados dos pilares, C max /C min , variou em 1, 3 e 5, buscando-se evidenciar a polarização das tensões de cisalhamento, ou seja, a concentração de destas tensões nos extremidades da área carregada (em torno de C min ), levando a laje a uma distribuição não uniforme de tensões. Este comportamento é de grande importância no resultado da resistência última e no mecanismo de ruína das mesmas.
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Análise experimental e numérica de pilares birrotulados de concreto armado submetidos a flexo-compressão normal

Análise experimental e numérica de pilares birrotulados de concreto armado submetidos a flexo-compressão normal

Com o advento do computador e de concretos cada vez mais resistentes, as estruturas de concreto armado tornaram-se mais esbeltas, buscando o aproveitamento total da capacidade resistente do aço e do concreto. Dentre as conseqüências desse avanço tecnológico está a maior probabilidade de se atingir um estado limite de instabilidade dos pilares. Esta prática, cada vez mais comum nos dias de hoje, exige um conhecimento maior do comportamento dos elementos estruturais não só no Estado Limite Último, mas durante as fases de carregamento até a ruína.
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Previsão do modo de ruptura de lajes lisas unidirecionais de concreto armado com pilares retangulares

Previsão do modo de ruptura de lajes lisas unidirecionais de concreto armado com pilares retangulares

Lajes lisas são placas de concreto armado que se apóiam diretamente nos pilares, sem a utilização de vigas. Este sistema estrutural tem sido bastante utilizado na última década, principalmente por vencer grandes vãos e permitir “layouts” flexíveis. Em contrapartida, estas lajes podem ser caracterizadas como bidirecionais ou unidirecionais, dependendo das condições de carregamento, ressalta-se ainda que a NBR 6118 não distingue os tipos de lajes e nem faz referência quanto às resistências ao puncionamento no caso das unidirecionais, além do que, normalmente é observado que estas lajes apresentam resistências últimas inferiores as das lajes bidirecionais. Neste trabalho apresenta-se uma proposta para previsão do modo de ruptura de lajes unidirecionais com pilares retangulares sem armadura de cisalhamento, baseada nas recomendações do CEB-FIP MC90 e na Teoria das Linhas de Ruptura. São fornecidas equações que descrevem o comportamento das lajes no limite entre a ruptura por punção e flexão, cujas equações envolvem as propriedades dos materiais, dimensões das lajes, a forma da seção transversais dos pilares, taxa de armadura de flexão nas duas direções, etc., fatores estes que interferem no comportamento das lajes. As estimativas foram satisfatórias e capazes de prever os modos de ruptura das lajes lisas unidirecionais.
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Análise do comportamento em serviço de pilares esbeltos de concreto armado

Análise do comportamento em serviço de pilares esbeltos de concreto armado

O objetivo desse trabalho é o desenvolvimento de um modelo matemático capaz de simular de maneira rigorosa o comportamento de pilares esbeltos de concreto armado, de seção geométrica qualquer e submetidos à flexão normal composta no ELS (estado limite de serviço). Propõem-se também, fazendo-se uso deste modelo, o desenvolvimento e implementação de um sistema PAC – Projeto Assistido por Computador, aplicável às estruturas de pilares esbeltos. O modelo deverá possibilitar a determinação do estado de solicitação, tensão e deformação no pilar em qualquer idade.
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DIMENSIONAMENTO OTIMIZADO DA SEÇÃO TRANSVERSAL DE PILARES EM CONCRETO ARMADO SUBMETIDOS À FLEXOCOMPRESSÃO

DIMENSIONAMENTO OTIMIZADO DA SEÇÃO TRANSVERSAL DE PILARES EM CONCRETO ARMADO SUBMETIDOS À FLEXOCOMPRESSÃO

Este trabalho apresenta o desenvolvimento e a implementação computacional de uma formulação matemática visando a otimizaçào das seções transversais de pilares em concreto armado sujeitos à flexocompressão reta, com base na norma técnica bra- sileira ABNT NBR 6118/07. Com o objetivo de minimizar o custo total da seção foi empregado o método Simulated Annealing, sendo que a tanto a quantidade e Bitola das armaduras quanto as dimensões da seção de concreto foram consideradas como variáveis discretas. Os resultados obtidos foram comparados tanto com o procedimen- to convencional de dimensionamento por ábacos como com outros métodos de otimi- zação.
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Combined axial and flexural loads in short reinforced concrete columns in fire: ultimate limit state curves using 500 °C isotherm method Flexão composta oblíqua em pilares curtos de concreto armado em situação de incêndio: curvas do estado – limite último

Combined axial and flexural loads in short reinforced concrete columns in fire: ultimate limit state curves using 500 °C isotherm method Flexão composta oblíqua em pilares curtos de concreto armado em situação de incêndio: curvas do estado – limite último

Curvas envoltórias correspondentes ao estado – limite último de pilares curtos de concreto armado em situação de incêndio serão apresentadas neste artigo. Os autores criaram um código desenvolvido no programa Matlab. Esse código realiza uma discretização da seção transversal dos pilares e o cálculo numérico das integrais de equilíbrio. As curvas foram representadas graficamente com o código considerando o método da isoterma de 500 °C.

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Construção da curva de interação para pilares mistos de aço e concreto totalmente revestidos com base nos domínios de deformação de seções de concreto armado.

Construção da curva de interação para pilares mistos de aço e concreto totalmente revestidos com base nos domínios de deformação de seções de concreto armado.

Neste trabalho propõe–se um procedimento de cálculo, baseado nos domínios de deformação de seções de concreto armado, con- forme mostra a Figura 2, para a obtenção da curva de interação de pilares mistos totalmente revestidos com concreto de forma com- putacional. A adoção desta metodologia se deve às semelhanças observadas entre as curvas de interação de seções de concreto armado e seções mistas de aço e concreto. O pacote computacio- nal desenvolvido denomina–se MDCOMP (2014) e foi implemen- tado em linguagem FORTRAN. Os resultados obtidos a partir do MDCOMP (2014) são confrontados com as respostas deinidas pela parte 1.1 do EUROCODE 4 [2], que é uma das mais importantes normas utilizadas para o dimensionamento desse tipo de elemento estrutural, e também com as respostas apresentadas nos trabalhos de Saw e Liew [17], Weng e Yen [19] e Naka et al. [7].
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