Podridão (Doença de planta).

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Produtividade e podridão parda em couve-flor de inverno influenciadas pelo nitrogênio e boro.

Produtividade e podridão parda em couve-flor de inverno influenciadas pelo nitrogênio e boro.

produtividade deve, no entanto, estar aliada à q u a l i d a d e d o p r o d u t o a g r í c o l a , e s t a n d o a podridão parda entre os principais defeitos na sua comercialização, reduzindo o lucro do produtor. Nesse caso, o boro teve papel fundamental, uma vez que a produtividade comercial foi bem inferior (49%) sem a utilização do B, em relação à sua adubação com 3 kg ha -1 de B. A adubação com boro

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Incidência de podridão-branca em frutos de macieira com e sem ferimentos.

Incidência de podridão-branca em frutos de macieira com e sem ferimentos.

Sul do Brasil, a podridão-branca, causada pelo fungo Botryosphaeria dothidea (Moug.) Ces. & De Not., é uma das principais doenças da cultura. A sua ocorrência é mais severa em anos quentes e chuvosos, resultando em elevado índice de podridão de frutos (Berton et al., 2006). No campo, os sintomas mais evidentes são a murcha das folhas, seca dos galhos e morte dos ramos. Em período de seca, a epiderme atacada pode soltar- se do lenho, apresentando o sintoma denominado “cancro-de- papel” (Melzer & Berton, 1986). De acordo com Biggs & Miller (2003), é difícil avaliar a incidência de podridões a campo, devido à similaridade dos sintomas causados por vários patógenos, como Colletotrichum acutatum, C. gloeosporioides, B. dothidea e B. obtusa. Estes autores comentam que estudos de inoculação do patógeno sob condições controladas, em laboratório ou a campo, possibilitam a identificação correta dos sintomas e a caracterização da relação de patogenicidade do hospedeiro.
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Cryptosporiopsis perennans , AGENTE CAUSAL DA PODRIDÃO “OLHO-

Cryptosporiopsis perennans , AGENTE CAUSAL DA PODRIDÃO “OLHO-

N. alba é o principal agente causador da podridão “olho-de-boi” em maçãs do continente europeu, mas é pouco expressiva na América do Norte (Spotts, 1990). N. malicorticis causa o cancro de antracnose em macieira e é encontrado principalmente nas áreas mais úmidas do Noroeste do Pacífico, sendo um patógeno agressivo, capaz de infectar profundamente a madeira. N. malicorticis e N. perennans são consideradas uma só espécie na Europa, mas como espécies distintas na América do Norte. Uma nova espécie tem sido descrita em estudos filogenéticos de Neofabraea spp., causando cancro nas árvores e podridão em maçãs sendo representada por isolados da Nova Escócia, Canadá e um de Portugal (Jong et al, 2001).
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Manejo da podridão-de-Sclerotium em pimentão em um argisolo no Amazonas.

Manejo da podridão-de-Sclerotium em pimentão em um argisolo no Amazonas.

descritas anteriormente e 4) testemunha. Todas as plantas receberam apenas adubação orgânica com composto vegetal na proporção de 1,5 L por cova, exceto as dos tratamentos com 3 L de composto por cova. A parcela principal foi constituída de três fileiras com dez plantas de pimentão (0,50 x 1,0 m) e cada subparcela continha três fileiras com cinco plantas. A incidência da podridão-de-Sclerotium foi avaliada duas vezes por semana. A cobertura morta favoreceu significativamente a ocorrência da doença. Nas parcelas com esse tratamento o aumento da intensidade da doença, expressa em área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD), foi 35,5% maior, em comparação com as parcelas sem cobertura morta. A aplicação de T. harzianum ou o incremento na quantidade de composto (de 1,5 para 3 L por cova) reduziu a AACPD em 38,1% e 37,5%, respectivamente. A aplicação de T. harzianum ou o incremento na quantidade de composto, mesmo nos tratamentos com cobertura morta, reduziu significativamente a AACPD em 52,8% e em 55,1%, respectivamente, em comparação com o tratamento apenas com cobertura morta. Esses resultados sugerem que a utilização de T. harzianum e o aumento na quantidade de composto por cova são estratégias eficientes de manejo da podridão-de-Sclerotium em pimentão. A cobertura morta com serragem não deve ser utilizada em áreas infestadas com S. rolfsii.
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Reação de Cultivares de Batata à Podridão Mole Causada por Pectobacterium carotovorum subsp. atrosepticum, por P. carotovorum subsp. carotovorum e por P. chrysanthemi

Reação de Cultivares de Batata à Podridão Mole Causada por Pectobacterium carotovorum subsp. atrosepticum, por P. carotovorum subsp. carotovorum e por P. chrysanthemi

camente (Wells, 1974; Meneley & Stanghellini, 1975). Contudo, segundo De Boer & Kelman (1978) o aumento de podridão, sob condições anaeróbicas, pode ser atribuído à redução da resistência do tubérculo à doença, devido a baixa concentração de oxigênio no ambiente, e não à variação do metabolismo microbiano. Possivelmente, essa é a justificativa para as elevadas perdas de tubérculos por podridão mole quando as condições de armazenamento não são controladas.

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Podridão-do-lenho em plantios homogêneos de Acacia mangium.

Podridão-do-lenho em plantios homogêneos de Acacia mangium.

ando-se com o ressecamento de folhas e galhos do ter- ço superior, progredindo gradativamente para a morte. Em 2003, observações realizadas em diversos talhões, na remoção da casca de árvores vivas com os mesmos sintomas descritos, revelaram apodrecimento do lenho de forma elíptica, no sentido vertical, somente em ferimentos de poda (Figura 1). Ao cortar transversal- mente árvores sintomáticas, observou-se apodrecimen- to do cerne, com textura fibrosa (Figura 2), típica de podridão-branca (Schwarze et al., 2000).

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Podridão por Fusicoccum em mangas submetidas a baixas doses de radiação gama.

Podridão por Fusicoccum em mangas submetidas a baixas doses de radiação gama.

Na primeira avaliação dos efeitos da radiação sobre o desenvolvimento da podridão por Fusicoccum, realizada após a saída da câmara fria, observou-se que as frutas não apresentavam sintomas de podridão decorrente da inoculação com o patógeno. As frutas apresentavam boa aparência, com a coloração da casca uniforme e sem manchas em todos os tratamentos. A maturação das frutas por ocasião da saída da câmara fria esteve em torno do estádio 3 – frutas com áreas iguais de coloração verde e amarela – de acordo com escala utilizada por Assis (2004). Na segunda avaliação, realizada dois dias após a saída da câmara, foi verificada a incidência da doença em todos os tratamentos, com diferenças significativas na severidade. Os tratamentos com as doses de radiação gama 0,25 e 0,35 kGy não apresentaram comportamento diferente da testemunha não irradiada (Figura 1). O desenvolvimento da lesão nas mangas tratadas com a dose de 0,45 kGy, no entanto, foi menor.
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CLODOALDO FADANI ANDRIOLLI CONTROLE QUÍMICO DA PODRIDÃO DE GIBERELA EM ESPIGAS DE MILHO PELA APLICAÇÃO DE FUNGICIDA NO

CLODOALDO FADANI ANDRIOLLI CONTROLE QUÍMICO DA PODRIDÃO DE GIBERELA EM ESPIGAS DE MILHO PELA APLICAÇÃO DE FUNGICIDA NO

As variáveis avaliadas foram severidade da giberela nas espigas (SGE), porcentagem de grãos ardidos (PGA), incidência de F. graminearum nos grãos (IFgG) e rendimento de grãos (RG). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância, ao teste de Tukey e a análise de correlação simples. O híbrido P32R48H apresentou-se mais suscetível a podridão de giberela. As pulverizações 48 horas antes e depois da inoculação foram eficientes em reduzir a SGE em aproximadamente 50% e 41%; em reduzir a PGA em 33% e 50%; em reduzir a IFgG em 27%; e em aumentar o RG em 9% e 7%, respectivamente quando comparados ao tratamento sem fungicida. Existe associação entre as variáveis SGE, PGA, IFgG e RG. Pode-se aumentar o rendimento e melhorar a qualidade de grãos com a aplicação de fungicida no período do 3º ao 7º dia após a emissão dos estigmas.
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Identificação de resistência genética do cacaueiro à podridão-parda.

Identificação de resistência genética do cacaueiro à podridão-parda.

Os resultados de agrupamento univariado dos genótipos quanto à reação à podridão-parda, obtido por meio dos três métodos, e a descrição dos resultados médios da severidade dos sintomas foliares estão apresentados na Tabela 1. Os três métodos permitiram identi! car diferenças quanto à resistência dos genótipos à podridão-parda. Entretanto, números distintos de agrupamentos foram obtidos entre EN e os métodos III e ID. A diferença na e! ciência dos métodos, em caracterizar a resistência dos cacaueiros, foi mais evidente quando se considerou o grau de signi! cância a 1% de probabilidade (3, 5 e 6 agrupamentos, formados para EN, III e ID, respectivamente). A maior e! ciência do uso de índices, em comparação com o uso de escalas de notas, na caracterização da reação de plantas a patógenos, foi demonstrada por outros autores, a exemplo da avaliação de patossistemas como trigo x Helminthosporium sativum (Mckinney, 1923) e maracujazeiro x Cowpea aphid-borne mosaic virus (Cerqueira-Silva, 2009), ou da simulação de dados (Czermainski, 1999).
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CARACTERIZAÇÃO PODRIDÃO-DO-COLO DO MARACUJAZEIRO NO ESTADO DO CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA CURSO DE AGRONOMIA ARIVALDO BRAGA DOS SANTOS

CARACTERIZAÇÃO PODRIDÃO-DO-COLO DO MARACUJAZEIRO NO ESTADO DO CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA CURSO DE AGRONOMIA ARIVALDO BRAGA DOS SANTOS

A podridão-do-colo é causada por F. solani, a qual mata precocemente as plantas. O patógeno está disperso em todos os Estados brasileiros produtores, sendo responsável por queda da produtividade e constantes migrações da cultura (PONTE et al., 1998; VIANA; COSTA, 2003). A doença é observada em plantas adultas, porém, sob condições favoráveis, como solos com histórico da doença e elevada temperatura e umidade as plantas novas também podem sucumbir ao ataque do patógeno (PONTE et al., 1998). Esta espécie assemelha-se ao F. oxysporum, causador da murcha, porém os conidióforos de F. solani são mais alongados. Macroconídios e clamidósporos são produzidos em meio BDA com abundância e microconídios formados e falsas cabeças nos conidióforos (VIANA; COSTA, 2003). Segundo Nakamura (1986), a doença está associada às espécies F. solani e F. oxysporum, ambos habitantes de solo. O sintoma observado é a desintegração dos tecidos corticais do colo da planta e das raízes.
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Danos do complexo broca-podridão à produtividade e à qualidade da cana-de-açúcar fertirrigada com doses de nitrogênio.

Danos do complexo broca-podridão à produtividade e à qualidade da cana-de-açúcar fertirrigada com doses de nitrogênio.

A adubação nitrogenada também aumentou a produtividade de açúcar (POL), com coeficientes de determinação de 0,86 e 0,70, respectivamente, para as safras de 2010 e 2011 (Tabela 2). Esse resultado provavelmente esteve relacionado ao aumento significativo da produtividade de colmos. Embora houvesse a expectativa de que infestações mais elevadas do complexo broca‑podridão pudessem afetar o peso e o teor de açúcar dos colmos e prejudicar a produtividade da cultura, o incremento de TCH proporcionado pela adubação foi muito maior do que os possíveis danos da infestação, o que justificou o uso mesmo das maiores doses de N.
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Aplicação foliar de tratamentos para o controle do míldio e da podridão-de-escamas de bulbos de cebola.

Aplicação foliar de tratamentos para o controle do míldio e da podridão-de-escamas de bulbos de cebola.

Em experimento de campo, avaliou-se o efeito da aplicação fo- liar de tratamentos para o controle do míldio (Peronospora destructor) e da podridão de bulbos (Burkholderia cepacia) de ce- bola: testemunha, clorotalonil/metalaxyl + clorotalonil, fosfito de potássio, fertilizante foliar (03-00-16, N-P-K), calda bordalesa, cal- da bordalesa/fosfito de potássio, acibenzolar-S-methyl, pulveriza- dos semanalmente; extrato de alga (Ulva fasciata) e ulvana, aplica- dos a cada 7, 14 e 21 dias. Somente a pulverização semanal com fungicidas sintéticos ou com o fertilizante (03-00-16; 400 mL de p.c./100 L) foi capaz de reduzir significativamente a severidade do míldio, em 60 ou 23%, respectivamente, em relação à testemunha não pulverizada, sem aumentar o rendimento de bulbos. O trata- mento com fertilizantes ricos em potássio resultou em maior inci- dência da podridão de bulbos armazenados por cinco meses. O con- teúdo de açúcares solúveis e incidência da podridão de bulbos de cebola foram correlacionados significativamente (-0,629, p ≤ 0,05).
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Efeito da Irradiação UV-C no Controle da Podridão Parda (Monilinia fructicola) e da Podridão Mole (Rhizopus stolonifer) em Pós-Colheita de Pêssegos

Efeito da Irradiação UV-C no Controle da Podridão Parda (Monilinia fructicola) e da Podridão Mole (Rhizopus stolonifer) em Pós-Colheita de Pêssegos

com luz UV-C durante 10 min. foi o que apresentou menor incidência de frutos com podridão mole, apresentando em média 25% de frutos doentes enquanto o tratamento testemunha apresentava 81% de frutos doentes no terceiro dia de armazenamento a 25±1ºC. No período de 30 min. de exposição à luz UV-C houve um aumento na incidência de frutos doentes em relação às demais doses aplicadas (53% de frutos doentes, dados não apresentados). Este tempo de exposição causou danos na superfície dos frutos favorecendo, provavelmente, a penetração do patógeno.
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REAÇÃO DE GENÓTIPOS DE SOJA TRANSGÊNICOS E CONVENCIONAIS À PODRIDÃO BRANCA DA HASTE

REAÇÃO DE GENÓTIPOS DE SOJA TRANSGÊNICOS E CONVENCIONAIS À PODRIDÃO BRANCA DA HASTE

A resistência genética é a forma de controle mais acessível ao produtor, uma vez que já vem agregado na semente, não tendo assim nem gasto extra. Para controle da podridão branca da haste da soja, temos que trabalhar com a resistência genética parcial, também conhecida como resistência de campo, resistência geral e resistência por redução do progresso. Devido a agressividade do patógeno, não temos materiais de soja com resistência completa ou imune, porém genótipos com resistência parcial auxiliam bastante no manejo dessa doença, reduzindo as perdas causadas por esse patógeno.
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VARIABILIDADE E CONTROLE DE Phytophthora palmivora (PODRIDÃO-DO-PÉ) E CONTROLE DA VARÍOLA (Asperisporium caricae) DO MAMOEIRO (Carica

VARIABILIDADE E CONTROLE DE Phytophthora palmivora (PODRIDÃO-DO-PÉ) E CONTROLE DA VARÍOLA (Asperisporium caricae) DO MAMOEIRO (Carica

O nitrogênio tem importante papel na ocorrência de doenças, não só pela aplicação desequilibrada (excesso ou deficiência), mas também pela fonte de nitrogênio utilizada. O uso em excesso pode favorecer o patógeno, por aumentar a suculência dos tecidos, retardar a maturação dos mesmos e prolongar a duração do período vegetativo. Tecidos suculentos apresentam menor resistência à penetração e à colonização por agentes patogênicos. A demora na maturação mantém os tecidos vegetais suscetíveis por um tempo mais longo, enquanto a maior duração do período vegetativo propicia a presença de brotações jovens, mais suscetíveis (Bergamin Filho et al., 1995). A adição de altas concentrações de nitrogênio ao solo favoreceu o aumento de severidade da requeima (Phytophthora colocasiae Raciborski) em Colocasia esculenta (Das et al., 2003). Solos ricos em nitrogênio favorecem o apodrecimento de raízes de carvalho (Quercus sp.) pela ação do patógeno Phytophthora quercina (Jung) (Jonsson et al., 2003). Mas existem exceções, como na podridão do fruto do
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Obtenção e caracterização de celulases de fungos de podridão branca em fermentação no estado sólido e sacarificação da palha de sorgo visando a produção de etanol

Obtenção e caracterização de celulases de fungos de podridão branca em fermentação no estado sólido e sacarificação da palha de sorgo visando a produção de etanol

Os fungos e suas enzimas possuem potencial para atuar em diversos processos onde haja a necessidade de degradação ou desconstrução biológica, sendo que na produção de etanol podem ser inseridos nos processos de pré- tratamento e sacarificação enzimática da celulose e hemicelulose. Os fungos da podridão branca (white rot fungi) são basidiomicetos e alguns ascomicetos que possuem a capacidade de degradar a lignina e a celulose presente em madeira ou resíduos agrícolas (LEONOWICZ, 1999). A maioria dos fungos da podridão branca produz enzimas hidrolíticas e oxidativas de forma a prover sua adaptação ao meio rico em ligninocelulose (VALASKOVÁ e BALDRIAN, 2006).
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Reação de Genótipos de Mamoeiro à Varíola e à Podridão-do-pé

Reação de Genótipos de Mamoeiro à Varíola e à Podridão-do-pé

iniciaram-se estudos epidemiológicos mais específicos sobre estratégias de controle utilizando fungicidas e a reação de diferentes genótipos à infecção por este patógeno (Santos & Barreto, 2003). A podridão das raízes e dos frutos do mamoeiro, causada por Phytophthora palmivora (E.J. Butler) E.J. Butler é considerada em algumas regiões produtoras uma de suas principais doenças. No Brasil perdas de frutos da ordem de 7-10% já foram relatadas (Liberato et al., 1993).

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Efeito de sanificantes no controle pós-colheita da podridão parda (Monilinia fructicola) e da podridão mole (Rhizopus stolonifer) em pêssegos.

Efeito de sanificantes no controle pós-colheita da podridão parda (Monilinia fructicola) e da podridão mole (Rhizopus stolonifer) em pêssegos.

f r u t o s i n o c u l a d o s s e m f e r i m e n t o s . Q u a n d o a p l i c a d o d e f o r m a curativa em frutos não feridos esse produto foi eficiente em todas as concentrações testadas. Nenhum produto aplicado nos frutos d e f o r m a c u r a t i v a f o i e f i c i e n t e n o c o n t r o l e d a p o d r i d ã o parda, quando a inoculação do fungo foi realizada através de ferimentos. Nenhum dos produtos foi eficiente no controle da podridão mole. O ozônio (0,1 µL L -1 ) não foi eficiente no controle das podridões parda

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Resistência à podridão parda em pessegueiro.

Resistência à podridão parda em pessegueiro.

A utilização da resistência genética à podridão par- da tem sido limitada pela inexistência, até o presente, de cultivares resistentes (Moreira e May-De-Mio, 2007). Alguns trabalhos têm demonstrado que a cultivar sul- -americana Bolinha exibe nível de resistência em frutos re- lativamente maior do que outras cultivares (Feliciano et al., 1987, Gradziel et al., 1998, 2003; Wagner Júnior, 2005; Lee e Bostock, 2007), o qual se acredita que esteja relacionado com a espessura da cutícula, compactação das células da epiderme e produção de compostos fenólicos. Porém, a baixa qualidade dos frutos aliada ao problema da queda precoce não estimulam seu cultivo.
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Phytophthora palmivora, agente da podridão de raiz e frutos de mamoeiro no Estado de Alagoas.

Phytophthora palmivora, agente da podridão de raiz e frutos de mamoeiro no Estado de Alagoas.

A doença está disseminada por quase todas as regiões produtoras e com o agravante de que as cultivares comerciais não apresentam resistência a essa enfermidade. O problema é ainda maior pelo fato de o seu agente etiológico afetar cerca de 80 espécies de plantas, entre as quais citros, cacaueiro, coqueiro e abacaxizeiro (Embrapa, 2000). Em junho de 2005, em uma propriedade produtora de mamão, situada no município de São Miguel dos Milagres, em Alagoas, constatou-se a ocorrência de podridão dos frutos de mamoeiro da cultivar Havaí, na fase terminal de maturação. Os frutos apresentavam- se cobertos com uma massa esbranquiçada com aspecto cotonoso, constituída de micélio do fungo. O objetivo deste trabalho foi identificar o agente causal da podridão dos frutos em plantas de mamoeiro.
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