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Proteção cerebral em pacientes idosos durante implante de stent carotídeo.

Proteção cerebral em pacientes idosos durante implante de stent carotídeo.

Foi utilizada RM-PD para detectar microinfartos cerebrais hiperagudos, provocados por micropartículas liberadas durante o procedimento endovascular, sendo analisados o número, o tamanho e a localização dos novos focos isquêmicos. Foram obtidas imagens de RM-PD em um equipamento de 3.0 Tesla (Excite HD, GE Medical System, Milwaukee, Estados Unidos) com uma bobina de crânio de oito canais. A RM-PD foi realizada antes e 48 horas após o procedimento percu- tâneo. Os resultados foram avaliados por neurologista independente e cego ao tipo de proteção cerebral utilizado. Os pacientes foram acompanhados por um período de pelo menos um ano.
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Estudo randomizado comparando dois dispositivos de proteção cerebral no implante...

Estudo randomizado comparando dois dispositivos de proteção cerebral no implante...

O DPEC distal trabalha bloqueando ou filtrando o fluxo sanguíneo na carótida interna. Ele é colocado além da lesão carotídea, na porção reta da artéria carótida interna, chamada zona de liberação. O primeiro sistema de proteção utilizado foi o sistema de balão de oclusão distal de Theron (179) . A oclusão distal derivada da técnica de Theron foi a primeira a mostrar eficácia da proteção cerebral durante o SC. A utilização de balão oclusivo resulta numa oclusão completa do fluxo anterógrado da artéria carótida interna. Ao bloquear a passagem do sangue, o fluxo é redirecionado para a artéria carótida externa, e a coluna de sangue na carótida interna fica estagnada durante a intervenção. O cérebro é protegido da migração das partículas, fragmentos de placa, gerados durante o procedimento e ao finalizar, um cateter de aspiração remove as partículas, antes que o balão seja esvaziado e o fluxo anterógrado restaurado (187) . Existe uma região entre o balão e a parede do vaso onde as partículas ocacionalmente se grudam e o cateter de aspiração não as alcança, e ao ser esvaziado o balão, essas partículas podem migrar distalmente ao cérebro. Para minimizar esta complicação, é recomendado lavar essa área com um jato a pressão antes de esvaziar o balão, com cuidado para evitar refluxo para artéria carótida comum e vertebral.
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Proteção cerebral: sítios de canulação arterial e vias de perfusão do cérebro.

Proteção cerebral: sítios de canulação arterial e vias de perfusão do cérebro.

O método de perfusão encefálica para a adequada proteção cerebral evoluiu desde o início da circulação extracorpórea. As limitações de tempo de atuação na parada circulatória total em hipotermia profunda, a ineficiente manutenção do metabolismo encefálico na retroperfusão cerebral e os cuidados relacionados à prevenção de eventos embólicos na perfusão cerebral seletiva resultaram em diferentes métodos de proteção cerebral durante sua evolução, principalmente nas operações que envolvem o arco aórtico. O fluxo arterial anterógrado, em oposição ao fluxo arterial retrógrado, e os sítios de canulação que permitem esse fluxo anterógrado são hoje, em associação à hipotermia moderada sistêmica, considerados o método mais efetivo de proteção cerebral.
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Influência dos sintomas pré-procedimento na evolução hospitalar e tardia das angioplastias carotídeas com implante de stent e sistemas de proteção cerebral.

Influência dos sintomas pré-procedimento na evolução hospitalar e tardia das angioplastias carotídeas com implante de stent e sistemas de proteção cerebral.

Na última década, foram observados avanços signi- ficativos nos procedimentos terapêuticos endovascula- res. Os procedimentos percutâneos para o tratamento das artérias carótidas têm sido um dos mais beneficia- dos com essa evolução, tanto na terapêutica medica- mentosa adjunta como na técnica e nos materiais uti- lizados (guias, introdutores longos, cateteres-guia, sis- temas de proteção cerebral, stents auto-expansíveis de nitinol, balões, etc.). A angioplastia carotídea tornou- se um método seguro, com baixa taxa de complica- TABELA 1

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Estudo prospectivo comparativo entre a endarterectomia e a angioplastia com stent e proteção cerebral no tratamento das lesões ateroscleróticas carotídeas: resultados em 30 dias.

Estudo prospectivo comparativo entre a endarterectomia e a angioplastia com stent e proteção cerebral no tratamento das lesões ateroscleróticas carotídeas: resultados em 30 dias.

Apesar dos resultados favoráveis ao tratamento endovascular demonstrado pelo SAPPHIRE, estudos e registros com uso de stent e proteção cerebral apontam para um resultado com uma taxa de complicação rela- tivamente alta. O ARCHeR (Acculink for Revasclariza- tion in High Risk Patients ) é uma série de três estudos multicêntricos, prospectivos, não-randomizados e se- qüenciais, com fases distintas. A primeira fase envolveu 158 pacientes e não utilizou nenhum dispositivo de proteção cerebral. Na segunda fase, foi utilizado o protetor cerebral ACCUNET (Guidant Corporation, Santa Clara, Califórnia, EUA), que envolveu 278 paci- entes. A terceira fase recrutou 145 pacientes e utilizou o mesmo protetor cerebral, porém com o sistema de troca rápida. Em todas as fases, foi utilizado o stent de nitinol ACCULINK (Guidant Corporation, Santa Clara, Califórnia, EUA). A taxa de óbito, AVC e IAM em 30 dias foi de 8,3% (95% de intervalo de confiança, 6,2-10,8%), e de óbito e AVC foi de 6,9% (95% de intervalo de confiança, 5-9,3%). A incidência em 30 dias de AVC maior ou fatal foi de 1,5%. Não houve AVC hemorrágico nesse grupo. A incidência entre 30 dias e 1 ano de AVC ipsilateral foi de 1,3% 11 .
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Técnica de proteção cerebral na angioplastia e "stent" de carótida: um procedimento eficaz contra embolia.

Técnica de proteção cerebral na angioplastia e "stent" de carótida: um procedimento eficaz contra embolia.

Uma artéria foi tratada sem proteção cerebral, por im- possibilidade de se posicionar o balão de proteção acima da estenose devido à curvatura precoce da carótida interna. Durante o procedimento, o paciente é hiper-hidratado (para hemodiluição) e anticoagulado plenamente. Em pa- cientes cuja lesão apresentava trombo recente ou agudo, utilizou-se a injeção intracarotídea de 20 mg de ativador do plasminogênio tecidual recombinante -rtpa (Actilise®) previamente à angioplastia. Em lesões graves, extensas, com placas ulceradas e nas lesões onde se faz pré-dilata- ção, usamos ainda antagonistas dos receptores GP IIb/IIIa, como Reopro® (abciximab, Laboratório Lilly) ou Agrastat® (cloridrato de tirofiban, Laboratório Merck Sharp & Dohme) para prevenir mais agressivamente adesão plaquetária e trombose aguda do “stent”.
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Proteção cerebral no tratamento cirúrgico dos aneurismas do arco aórtico: estudo experimental em cães.

Proteção cerebral no tratamento cirúrgico dos aneurismas do arco aórtico: estudo experimental em cães.

• Aos 90 minutos de isquemia cerebral, houve melhor proteção cerebral nos animais do GRU- PO II (canulação carotídea seletiva) ; o número de lesões isquêmicas cel[r]

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Aspectos da proteção cerebral em pacientes submetidos a tromboendarterectomia pulmonar com hipotermia profunda e parada circulatória intermitente.

Aspectos da proteção cerebral em pacientes submetidos a tromboendarterectomia pulmonar com hipotermia profunda e parada circulatória intermitente.

nistramos solução cardioplégica na raiz da aorta, pois acreditamos que se a hipotermia de 14 o C é suficiente para proteger o cérebro, ela também prote- gerá o miocárdio. Nos casos operados, não houve nenhum paciente que tivesse apresentado dificul- dade de desmame de CEC, por disfunção ventricular ou má proteção miocárdica.

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Anestésicos, precondicionamento e proteção cerebral.

Anestésicos, precondicionamento e proteção cerebral.

Algumas lesões neurológicas, como a lesão cerebral perinatal, não podem ser previstas e, portanto, um agente neuroprotetor não pode ser administrado antes da sua ocor- rência. Portanto, a investigação sobre a efi cácia de um agente com administração pós-injúria é importante para aplicação clínica nesses cenários. Em um modelo de isquemia transitória global, que ocluiu a artéria cerebral média em ratos adultos durante 90 minutos, xenônio 50% administrado por 3 horas, iniciado 15 minutos após o insulto, reduziu signifi cativamente o dano neuronal no córtex estriatum. Entretanto, este estudo mostrou que o xenônio 70% foi inefi caz 132 . Teoricamente, o
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Proteção cerebral no tratamento cirúrgico dos aneurismas do arco aórtico: estudo experimental em cães.

Proteção cerebral no tratamento cirúrgico dos aneurismas do arco aórtico: estudo experimental em cães.

sidade Federal do Rio de Janeiro (HUCFF-UFRJ) , sendo , então, clivada em plano frontal totalizando seis segmentos (dois segmentos frontais, um fronto- parietal, um pa[r]

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Técnica para quantificação e qualificação de material coletado em filtros de proteção cerebral.

Técnica para quantificação e qualificação de material coletado em filtros de proteção cerebral.

Acreditamos que os estudos do material coletado por FPC usados com os cuidados devidos e com técnicas e ma- teriais adequados durante ATPS ainda trarão informações preciosas para a compreensão dos mecanismos que levam à embolização e a eventos neurológicos nesses procedi- mentos. A técnica utilizada neste estudo evidenciou a grande quantidade de material coletado pelos filtros de proteção, que, assim, deixou de ingressar na circulação in- tracraniana, confirmando o potencial desse sistema de pro- teção para reduzir complicações neurológicas durante o tratamento da estenose da artéria carótida.
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.95 número6

Arq. Bras. Cardiol. vol.95 número6

O benefício de proteção cerebral da insuflação de CO 2 no campo operatório, no caso de ocorrência de entrada de ar na linha venosa da CEC, foi demonstrado por Martens e colaboradores, em estudo experimental in vitro, classificado como Nível II de evidência científica. Devido à solubilidade do CO 2 ser maior do que a do ar ambiente, a oclusão ou interrupção do fluxo nas artérias cerebrais está presumivelmente diminuída quando o gás bloqueador é o CO 2 . É um método cada vez mais utilizado em cirurgias cardíacas abertas e, especialmente, em cirurgias valvares minimamente invasivas 42 .
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Experiência inicial com o sistema de reversão de fluxo em pacientes submetidos a angioplastia carotídea.

Experiência inicial com o sistema de reversão de fluxo em pacientes submetidos a angioplastia carotídea.

Foi utilizado para proteção cerebral o Sistema de Reversão de Fluxo (Gore Medical, Flagstaff, Estados Unidos), que consiste de três componentes: um cateter com um balão oclusor localizado em sua extremidade distal, um balão montado em um guia, e um filtro externo (Figura 1). A luz do cateter permite a passagem de balões e stents. O cateter é posicionado na carótida comum e o guia, na carótida externa. O sistema é conectado ao cateter inserido na veia femoral contrala- teral, para criar um shunt arteriovenoso temporário. São insuflados o balão na carótida externa, ocluindo o fluxo, e, em seguida, o balão na carótida comum, crian- do um fluxo retrógrado na carótida interna. Durante a angioplastia carotídea, as partículas geradas no pro- cedimento são capturadas em um filtro externo, inter- posto entre os cateteres da artéria e veia femorais.
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Carótida comum como via de estabelecimento da circulação extracorpórea para perfusão sistêmica e cerebral seletiva na correção das doenças da aorta.

Carótida comum como via de estabelecimento da circulação extracorpórea para perfusão sistêmica e cerebral seletiva na correção das doenças da aorta.

A artéria femoral foi, nos últimos anos, a via preferencial dos cirurgiões no estabelecimento da circulação extracorpórea (CEC) para a correção dos aneurismas e dissecções da aorta. Observou-se, desta forma, que a perfusão pela artéria femoral estava associada a uma maior morbidade, bem como a uma má perfusão cerebral [1-3]. Além disto, esta técnica tem contra- indicação nos casos de doença aorto-ilíaca e femoral e nos casos de dissecções aguda da aorta, em que haja acometimento das artérias femorais. Outro fator que se deve levar em consideração na CEC estabelecida pela artéria femoral é a inversão de fluxo, o que favorece a liberação de “debris”, aumentando assim o risco de acidente vascular cerebral [3]. Para encontrar alternativas Neri et al. [4], em 1999, demonstraram ser possível a canulação da artéria axilar para a correção dos aneurismas dissecantes do tipo A, não ocorrendo complicações decorrentes da canulação, representando, assim, uma forma segura de estabelecimento da CEC. Kazui et al. [5] demonstraram, em trabalho de longa observação (1990 a 1999) numa análise de 220 pacientes, que a perfusão cerebral anterógrada como método de proteção cerebral é possível por canulação do tronco braquiocefálico e da artéria carótida esquerda, após a incisão do aneurisma. Souza et al. [6] utilizaram o estabelecimento da CEC para perfusão sistêmica pela artéria carótida comum direita, bem
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Perfusão cerebral retrógrada e anterógrada no tratamento cirúrgico de dissecção aguda da aorta ascendente.

Perfusão cerebral retrógrada e anterógrada no tratamento cirúrgico de dissecção aguda da aorta ascendente.

Os autores relatam o uso de perfusão cerebral retrógrada e anterógrada para proteção cerebral, em normotermia, durante tratamento cirúrgico de dissecção aguda de aorta do Tipo 1. O paciente foi considerado neurologicamente apto ao ser submetido ao Mini Mental State Examination, no pós- operatório tardio. Os autores acreditam que a associação dos métodos possa se constituir em uma alternativa para proteção cerebral nas operações para tratamento dos aneurismas e dissecções da aorta, após avaliação de seu emprego em uma série significante de pacientes.
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Angioplastia carotídea com reversão do fluxo em octogenários: relato de caso.

Angioplastia carotídea com reversão do fluxo em octogenários: relato de caso.

O uso de filtro de proteção cerebral diminui a incidência de embolização durante a angioplastia; entretanto, os filtros requerem o cruzamento da lesão previamente à efetiva insta- lação do sistema de proteção. Estudo de Ohki et al. demons- trou a embolização de fragmentos durante o cruzamento da lesão e também durante o implante do stent, sendo obser- vada a presença de fragmentos não capturados pelo filtro 13 .

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Ultrastructural analysis of the dorsal body gland of the terrestrial snail Megalobulimus abbreviatus (Becquaert, 1948)

Ultrastructural analysis of the dorsal body gland of the terrestrial snail Megalobulimus abbreviatus (Becquaert, 1948)

Cobalt chloride (Sigma) 0.1 M with 0.1% bovine al- bumin (Sigma) was used for nerve backfilling in the DB extracellular area. In order to perform the neural trac- ing in vitro, the CNS was removed from anesthetised snails. In contrast to helicidae species, in M. abbreviatus, no nerve fascicles were found extending from the su- pra or subesophageal ganglia to the DB (Zancan and Achaval, 1995). Therefore, the neural tracer was injected (0.1 to 0.3 µL) with a Hamilton syringe (USA) into a small wound made in the medial portion of the DB, pos- teriorly located to the cerebral ganglia. A similar inci- sion was made in the subesophageal portion of the DB. The wound regions were covered with a layer of vaseline grease and the preparation was kept in a moist chamber overnight at 4 °C in order for the cobalt ions to diffuse. After this, cobalt was precipitated as cobalt sulphide by addition of 0.3% ammonium sulfide (Merck, Germany) for 20 minutes. Afterwards, the material was carefully washed and fixed in Carnoy solution for 1 hour. Then, the ganglia-DB complex was hydrated and cryoprotect- ed in 30% sucrose solution in 0.1 M PB at 4 °C. The tissue was sectioned in a cryostat (Leitz 1720 Digital; 100 µm) and mounted onto gelatinised slides. The mate- rial was submitted to silver intensification according to the Davis method (Davis, 1982), using a freshly prepared 8:1:1 mixture of solutions A (1% Triton X-100; sodium acetate; glacial acetic acid; silver nitrate): B (5% sodium tungstate): C (0.25% ascorbic acid) for 10 minutes. The sections were washed in distilled water, dehydrated in ascending graded series of ethanol, cleared with methyl salicylate, and covered using balsam and coverslips.
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Protocolo para avaliar a acessibilidade ao computador para alunos com paralisia cerebral

Protocolo para avaliar a acessibilidade ao computador para alunos com paralisia cerebral

The national and the foreigner literature indicate that the successful education of students with cerebral palsy can require the implementation of resources and appropriate equipments, allowing the individual to improve their performance and complete daily tasks in a more efficient and independent way. The assistive technology is a term used to name the equipments / resources as well as the services linked to them that promote to the individual a greater success in the accomplishment of activities, increasing, maintaining or improving their functional capacities. The implementation of those resources is a complex process, involving variables of the person, of the equipment, of the task to be executed and of the environment. An appropriate initial evaluation is of great importance and the current study had as objective to systematize a tool with specific procedures to verify the eligibility of computational resources of high assistive technology to the students with cerebral paralysis to be applied by a team of special education and rehabilitation professionals. It is a descriptive research, based in a North American checklist already existent that evaluates the physical characteristics and posture to determine the best way to use the computer. The methodology involved phases as the translation and the cross-cultural adaptation of that checklist as well as the implementation of a supplemental guide for additional use of the referred checklist for the educational context. The translation procedures, theoretical and technical adaptation of the North American checklist and theoretical analysis (content and semantics) were accomplished with the participation of special education specialist professionals as judges. With the analysis of the judges' results, the outcome indicated the relevance of the translated checklist’s proposition together with the itinerary built to the professionals' reality involved in the education of children with cerebral
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MECANISMO EM NUVEM DE MONITORAMENTO A DADOS SENSÍVEIS

MECANISMO EM NUVEM DE MONITORAMENTO A DADOS SENSÍVEIS

O objetivo deste trabalho é propor um mecanismo em nuvem de monitoramento a dado sensível a ser implementado em duas partes. Uma parte implementada como um serviço a ser requisitado por aplicações para realizar o monitoramento do acesso a dados sensíveis. A outra parte a ser implementada como um plugin para interceptar os dados definidos como sensíveis das aplicações e comunicar com o serviço na nuvem. O dado sensível, no contexto deste projeto, refere-se a qualquer informação que pode revelar dados tais como situação financeira da pessoa, local de trabalho ou qualquer dado considerado privado ou que merece algum tipo de proteção. O mecanismo tem a finalidade de monitorar o acesso por meio da geração de logs, captado pelo plugin, o qual permite acompanhar os acessos e a tomar decisão sobre políticas para acesso aos dados liberados pelo proprietário do dado. Os acessos são analisados pelo proprietário do dado por meio de cenários de detecção a intrusão que são disponibilizados pelo mecanismo por meio de uma interface web. Os cenários pré-configurados apontam registros dentro de regras evidenciando o possível mau uso em relação aos dados. No entanto, a identidade e a privacidade dos acessos são revelados apenas quando estritamente necessário ao proprietário do dado por meio do mecanismo.
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Vasoespasmo cerebral.

Vasoespasmo cerebral.

It is concluded t h a t multiple biochemical, physiological and mor- phological factors are involved in the cerebral vascular responses after SAH.[r]

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