Qualidade de vida

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Avaliação da Qualidade de Vida Infantil: O Inventário Sistémico de Qualidade de Vida para Crianças.

Avaliação da Qualidade de Vida Infantil: O Inventário Sistémico de Qualidade de Vida para Crianças.

O ISQV-C, através de uma relação estabelecida entre o psicólogo e a criança, pode constituir um instrumento útil para a autoavaliação da qualidade de vida genérica das crianças de língua materna portuguesa. Trata-se de um ins- trumento que tem a vantagem de apresentar uma defi nição e um modelo teórico de qualidade de vida bem fundamen- tados (Etienne et al., 2011; Missotten et al., 2007), o que não é frequente na literatura (Davis et al., 2006). O ISQV- -C enquadra-se numa abordagem de investigação atual, centrando-se na subjetividade do conceito de qualidade de vida e sendo: (i) inovador na sua psicometria, pois explora diversas pontuações e proporciona uma análise sobre cada domínio de vida; (ii) interativo, lúdico e próximo das pre- ocupações quotidianas da criança; (iii) clínico, no sentido em que poderá fornecer uma linha de base útil à defi nição de objetivos terapêuticos e proporcionar, à própria criança, uma perceção sobre as mudanças desejadas em deter- minados domínios da sua vida. Contudo, consideramos importante assinalar algumas limitações do estudo. Em primeiro lugar, a amostra é reduzida, o que se prende com o facto de se tratar de administrações individuais extensas do protocolo de avaliação. Em segundo lugar, sendo um estudo transversal, não possibilita a avaliação da fi delidade teste-reteste. Neste sentido, será interessante que estudos futuros utilizem desenhos longitudinais e que contemplem grupos em diferentes situações de vulnerabilidade. Para este efeito, o ISQV-C possui a vantagem de se poder tornar modular, ou seja, poder-lhe-á ser adicionado um módulo específi co para determinada doença ou situação, estando em estudo pelos autores deste trabalho um módulo para o cancro infantil.
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Avaliação da qualidade de vida em pacientes com estomia intestinal

Avaliação da qualidade de vida em pacientes com estomia intestinal

Os pacientes do estudo apresentaram uma boa avaliação na análise geral da qualidade de vida, incluindo também uma boa percepção da qualidade de vida e da satisfação pessoal com a saúde. Todos os domínios analisados obtiveram escores indicando boa qualidade de vida. Três facetas, sendo duas no domínio meio ambiente e uma no psicológico merecem atenção, pois apresentaram escores baixos para a maioria dos entrevistados, especificamente os relacionados a “ter dinheiro suficiente” e “oportunidades de lazer”, bem como escore alto em “presença de sentimos negativos”. Essas três facetas corroboram com os dados epidemiológicos encontrados, nos quais a renda mensal informada pela maioria foi de até um Tabela 3. Domínios e facetas do WHOQOL-Bref nos pacientes com estomia intestinal (n=54), Goiânia/GO 2017.
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PERCEPÇÃO SOBRE QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

PERCEPÇÃO SOBRE QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

A mensuração da qualidade de vida por meio do questionário genérico SF-36 permitiu estabelecer o vínculo entre a percepção pessoal e os aspectos alterados da saúde, o que demonstrou comprometimento significativo na maioria dos domínios observados. Houve exceção, no entanto, no que se refere a domínios relacionados aos Aspectos Sociais e à Saúde Mental, os quais não foram considerados como comprometidos pelos participantes. Uma possibilidade para esse resultado é o fato de que esses domínios não se relacionam com aspectos associados diretamente ao cansaço e à dispnéia, importantes para os portadores de DPOC. Dessa forma, não foram percebidos como comprometedores para sua qualidade de vida.
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Avaliação de qualidade de vida dos pacientes submetidos à cirurgia de amputação abdominoperineal do reto com colostomia abdominal ou colostomia perineal

Avaliação de qualidade de vida dos pacientes submetidos à cirurgia de amputação abdominoperineal do reto com colostomia abdominal ou colostomia perineal

Neste estudo, é importante ressaltar que em ambos os grupos a maioria dos pacientes estavam trabalhando, o que difere do estudo de Michelone et al. (2004) onde 70,6% dos pacientes com estoma não retornaram ao trabalho após o tratamento e, ainda do estudo de Dunn et al. (2003) no qual, a maioria dos pacientes, com colostomia permanente apresentou menor qualidade de vida relativa ao emprego, dentre os diversos fatores sociais. Este dado permite inferir que, os pacientes deste estudo foram bem reabilitados e se adaptaram melhor às suas rotinas diárias. O retorno às atividades laborais, pode estar relacionado à melhor adaptação, pelos pacientes, à sua nova condição, uma vez que, estudos evidenciam que após um ano há uma adaptação satisfatória (Dunn et al., 2003; Vironen et al., 2006; Fucini et al., 2008; Krouse et al., 2009), e também à irrigação que promoveu uma melhora significativa na qualidade de vida e reinserção social (Juarez et al., 2004; Cesaretti et al., 2008).
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Autopercepção de saúde e qualidade de vida de usuários de um Ambulatório de Fonoaudiologia.

Autopercepção de saúde e qualidade de vida de usuários de um Ambulatório de Fonoaudiologia.

Objetivos: Avaliar a qualidade de vida global dos indivíduos adultos em atendimento fonoaudiológico, por meio do WHOQOL- -Abreviado; investigar a autopercepção e o conceito de saúde desses indivíduos. Métodos: Dois questionários foram aplicados a 97 pacientes adultos em atendimento em Ambulatório de Fonoaudiologia: o Instrumento de Investigação sobre a Percepção de Saúde, composto por questões fechadas e abertas, e o WHOQOL-Abreviado. Foi utilizada análise de conteúdo para analisar as questões abertas, e os escores foram analisados estatisticamente. Resultados: O domínio do WHOQOL-Abreviado que apresentou maior escore foi o social, seguido pelo psicológico, o físico e o meio ambiente. Houve relação significativa entre a escolaridade e os domínios físico, psicológico e meio ambiente e entre a autopercepção como pessoa saudável. A percepção do indivíduo como pessoa saudável apresentou relação estatística com as duas questões genéricas do WHOQOL-Abreviado e com os domínios físico, psicológico e meio ambiente. Quanto ao conceito de saúde, os sujeitos referiram respostas relacionadas à concepção de saúde do indivíduo ou ao grau de importância na vida do indivíduo. Quanto às necessidades em saúde, as categorias elencadas foram: Condições de vida e trabalho, Fatores psicossociais, Comportamentos individuais, Assistência à saúde, Espiritualidade, Qualidade de vida. Conclusão: A autopercepção como ser saudável apresentou relação com a qualidade de vida do sujeito. A baixa escolaridade interferiu na qualidade de vida e na própria percepção do sujeito como pessoa saudável.
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Determinantes sociais da saúde e qualidade de vida de cuidadores de crianças com câncer.

Determinantes sociais da saúde e qualidade de vida de cuidadores de crianças com câncer.

A qualidade de vida das participantes mostrou-se razo- avelmente boa em cada um dos domínios, à exceção do domínio meio ambiente, no qual se obteve menor pon- tuação, corroborando outro estudo que avaliou cuidado- res informais de idosos, no qual este foi o único domínio com pontuação inferior a 60 (58,38 pontos) e com signi- ficância estatística entre os grupos de cuidadores adultos e cuidadores idosos (p=0,017) (7) . Esse domínio expressa os

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Qualidade de vida em portadores de doença falciforme.

Qualidade de vida em portadores de doença falciforme.

A DF apresenta elevada morbidade e mortalidade. Caracteriza-se por apresentar manifestações clínicas agudas (crise vaso-oclusiva dolorosa, sequestro esplênico e síndrome torácica aguda), que levam o paciente a procurar os serviços de emergên- cia com frequência, e também por manifestações crônicas, uma vez que afeta os órgãos e sistemas. A melhora da sobrevida e da qualidade de vida desses pacientes baseia-se em medidas gerais e preventivas (5) . Várias mudanças ocorrem na vida do paciente

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Open Síndrome de burnout e qualidade de vida: estudo com professores unisitários da área da saúde

Open Síndrome de burnout e qualidade de vida: estudo com professores unisitários da área da saúde

Ao adentrar no mundo acadêmico, pude perceber de perto como se dá a organização do trabalho docente, as condições de trabalho, salários defasados, muitas cobranças para mudança de nível, cobranças para o desenvolvimento de pesquisas, necessidade de publicações e trabalhos científicos em periódicos, o que demanda tempo e dinheiro, haja vista que esse tipo de exigência acadêmica virou mercado, tendo em vista que os professores não recebem incentivos para custear as publicações, principalmente em periódicos com Qualis A1, A2 e B1, além do envolvimento em extensão, monitoria, orientações de Trabalhos de Conclusão de Curso, Programa Institucional de Voluntários de Iniciação Científica (PIVIC), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), relações com os pares, chefias, alunos, entre outras. Tudo isso leva a uma rotina de estresse no ambiente de trabalho, predispondo os professores universitários, particularmente os da área de saúde, a vários problemas físicos, emocionais e sociais que comprometem a sua qualidade de vida.
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1. Associação entre ansiedade, depressão e qualidade de vida, em estudantes de Ciências Biológicas

1. Associação entre ansiedade, depressão e qualidade de vida, em estudantes de Ciências Biológicas

A partir dos pontos apresentados, temos como objetivos estudar a relação entre a qualidade de vida e o aparecimento das enfermidades ansiedade e depressão em universitários do curso de Ciências Biológicas da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), SP. Pretendemos contribuir para o entendimento das alterações que por ventura se manifestem nesses indivíduos. Dessa forma, poderemos propor melhores condições de aprendizagem e convivência na universidade.

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Qualidade de vida e localização da lesão em pacientes dermatológicos.

Qualidade de vida e localização da lesão em pacientes dermatológicos.

Como quarta etapa, foram analisados somente os pacientes com vitiligo ou psoríase, numa subamos- tra de 65 pessoas. Utilizou-se o teste de Mann- Whitney para comparar qualidade de vida de pacien- tes com lesões em face e/ou mãos e pacientes com lesões somente em outras regiões do corpo e não foram encontradas diferenças significativas. Por meio do teste de Kruskal Wallis, foi comparada a qualidade de vida em cinco localizações de lesão nesta subamos- tra, sendo observada diferença significativa no escore do DLQI-BRA total (p=0,020), sendo o grupo com lesões generalizadas aquele com o maior prejuízo.
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Qualidade de vida após revascularização do miocárdio.

Qualidade de vida após revascularização do miocárdio.

Olímpia J. - Qualidade de vida após revascularização do miocárdio. RESUMO : A utilização de indicadores que mostrem a qualidade de vida de um indivíduo data de tempos recentes e,[r]

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UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O PLANEJAMENTO E QUALIDADE DE VIDA URBANA EM TEÓFILO OTONI (MG)

UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O PLANEJAMENTO E QUALIDADE DE VIDA URBANA EM TEÓFILO OTONI (MG)

O índice de qualidade de vida conseguiu representar a fragmentação que existe no território da cidade, demonstrando que a região central (centro e pericentral) possui os melhores índices e é cercada pela periferia com baixos índices. Ao mesmo tempo, as rodovias que passam pela cidade parecem funcionar como eixos de qualdide de vida; isto é, funcionam como divisores de territórios, de um lado da pista índices muito baixo de qualidade de vida e do outro bons índices. Dessa forma, pode-se dizer que foi possível compreender o estado da saude da população de Teófilo Otoni em sua área de abrangência, seu acesso e utilização dos setores de serviços e de saúde, tendo como resultado um diagnóstico que possa subsidiar decisões para a construção de ambientes saudáveis no município. Nesta perspectiva, foi possível mapear as desigualdades socioespaciais, e identificar as condições de qualidade de vida, utilizando a técnica do geoprocessamento e índices sintéticos.
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Conceito “Qualidade de Vida Relacionada com a Saúde” e instrumentos de avaliação

Conceito “Qualidade de Vida Relacionada com a Saúde” e instrumentos de avaliação

Na prática, os instrumentos de medição de QVRS atribuem um singlenumericalvalidity, quer isto dizer, chegam a um valor de utilidade, o qual corresponde à carga de um determinado estado de saúde ou doença. Assim, a utilidade é expressa numa escala que varia entre 0 e 1, na qual 0 corresponde à morte e 1 indica perfeita saúde, após a aplicação de diversos domínios funcionais. Particularizando, uma análise custo-utilidade recorre à utilidade como medida de benefício, sendo esta calculada em Quality Adjusted Life Years (QALYs) ganhos em saúde (32), que surgiram pelo programa ou intervenção em saúde, independentemente, da doença, tipo de doente ou tipo de programa (Figura 1). A determinação dos QALYs é realizada com base nos resultados qua advêm dos instrumentos de medição da QVRS.Assim, estes combinam numa única medida os ganhos em quantidade e em qualidade de vida associados, respetivamente, à mortalidade e morbilidade. (27), (33)
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Contribuição dos domínios físico, social, psicológico e ambiental para a qualidade de vida global de idosos.

Contribuição dos domínios físico, social, psicológico e ambiental para a qualidade de vida global de idosos.

Todas as características sociodemográficas foram colocadas em modelos de regressão linear múltipla, para se estudar o efeito delas em cada um dos domínios de qualidade de vida do WHOQOL-Bref (global, físico, psicológico, social e ambiental) (tabela 2). Foram construídos cinco modelos de regressão, e, em cada modelo, um domínio era colocado como variável dependente. Nos domínios global e social, nenhuma das va riáve is so ciode mo gráfica s interferiu significativamente (p > 0,05). Embora, para a seleção da amostra, tenha se optado por realizar a diferenciação entre área urbana e rural, não foram observadas diferenciações significativas entre os sujeitos urbanos e rurais nos determinantes de qualidade de vida.
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Qualidade de Vida e Depressão na Pessoa Idosa Institucionalizada DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Qualidade de Vida e Depressão na Pessoa Idosa Institucionalizada DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Apesar dos limites impostos pela velhice, a maioria dos idosos refere estar satis- feita com a sua qualidade de vida, indicando esta, por sua vez, o sentido da adaptação ao próprio envelhecimento (Paul et al., 2005). Neste sentido, também Oliveira (2008), na sua pesquisa, verificou que os idosos não se mostram menos satisfeitos com a vida em relação aos outros grupos etários, apesar dos problemas de saúde e outros com os quais se defrontam. Baltes e Baltes (1990a) consideram que a manutenção de um elevado nível de bem-estar subjectivo na velhice, apesar das perdas de recursos (saúde, sociais e económicos), é por alguns interpretado como evidência da resiliência e capacidade adaptativa, constituindo uma estratégia para manter a auto-estima quando a autonomia está ameaçada. O equilíbrio encontrado quando as perdas relati- vas à idade estão controladas, leva a que se encontre muitos idosos com uma satisfa- ção de vida normal e estável (Daatland, 2005).
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Repositorio ISMT: Burnout, Vulnerabilidade ao Stress e Qualidade de Vida em Bombeiros

Repositorio ISMT: Burnout, Vulnerabilidade ao Stress e Qualidade de Vida em Bombeiros

Natividade (2009), no seu artigo acerca da identidade profissional dos bombeiros de uma região do Brasil, pretendeu, para além de caracterizar esta profissão, a sua identidade e a sua escolha profissional, avaliar a sua qualidade de vida. Nesse sentido, participaram no seu estudo 266 Praças de um Batalhão do Corpo de Bombeiros, tendo- se concluído que a maioria destes profissionais sente-se realizado com a sua profissão e tem uma boa perceção de qualidade de vida, muito embora possuam queixas. Contudo, foi visível neste estudo que as queixas não estão relacionadas com o conteúdo da profissão mas sim com a falta de condições para exercê-la e com aspetos organizacionais. Os resultados demonstraram ainda que esta população “vive” a profissão mesmo fora do seu horário de trabalho, sendo o seu trabalho um fator constituinte da identidade dos sujeitos. Para terminar, Prati, Pietrantoni e Cicognani (2010) conduziram um estudo com o objetivo de investigarem se a autoeficácia moderava a relação entre o stress e a qualidade de vida em 451 bombeiros e paramédicos italianos, tendo verificado que, de facto, esta relação é significativa mas apenas no grupo de bombeiros e paramédicos com baixos níveis de autoeficácia, não sucedendo o mesmo com o grupo com níveis mais elevados de autoeficácia, sugerindo que esta é uma boa estratégia para lidar com o stress e maximizar a qualidade de vida nestes profissionais.
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Qualidade de vida de familiares de pessoas surdas atendidas em um centro de reabilitação.

Qualidade de vida de familiares de pessoas surdas atendidas em um centro de reabilitação.

Trata-se de uma investigação exploratória analíti- ca sobre alguns aspectos da qualidade de vida de familiares de usuários surdos do programa “Es- colaridade e Surdez” do Centro de Estudos e Pes- quisas em Reabilitação Prof. Dr. Gabriel Porto (CE- PRE), realizada no período de março a junho de 2005. A população estudada foi constituída por uma amostra de quinze familiares de pessoas sur- das que concordaram em participar da investiga- ção. O critério de inclusão no estudo foi ser pai, mãe ou responsável pelo usuário surdo em aten- dimento no serviço e assinar o termo de consenti- mento informado. Para a avaliação da qualidade de vida, foi utilizado o WHOQOL-BREF, instru- mento desenvolvido pelo Grupo de Qualidade de Vida da OMS (1998), validado para o Brasil por Fleck 14 , que consta de 24 questões que abrangem
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FRAGILIDADE E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS EM CONTEXTO DE VULNERABILIDADE SOCIAL

FRAGILIDADE E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS EM CONTEXTO DE VULNERABILIDADE SOCIAL

Pesquisar fragilidade e qualidade de vida em idosos pode conduzir para ações de prevenção como forma de erradicar, prevenir e retardar condições de risco. Devido à interação sistemática de diferentes fatores que contribuem para a determinação da situação, sugere-se que intervenções sejam pro- movidas por meio dos serviços de atenção à saúde e assistência ao idoso através de equipes multi- disciplinares, incluso enfermeiros, gerontólogos, assistentes sociais e psicólogos. Há a necessidade que a prestação de atenção ao público idoso seja centrada, considerando suas peculiaridades e pau- tada na atenção e proteção básica, de modo que se intensifique o serviço comunitário como forma de estratégia de abordagem de cuidado à longo prazo, focando especialmente em idosos residentes em regiões com vulnerabilidade social.
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Qualidade de vida e espiritualidade.

Qualidade de vida e espiritualidade.

Revisando tal comentário, salientam-se alguns aspectos. Primeiro, o WHOQOL-SRPB é um instru- mento de medida de qualidade de vida antes que de espiritualidade/religiosidade. Mede QV no que esta se relaciona com religião/espiritualidade e mede, também, QV relacionada a crenças pessoais, que podem ou não ser espirituais/religiosas. Assim, propicia que pessoas não-religiosas, nem espiritualizadas, respondam ao instrumento pelo fato de possuírem, em geral, um princípio ou filosofia de vida, muitas vezes baseado em código mora/ético ou na fé em algo (por exemplo, na ciência), que fortemente embasa/estrutura suas vidas – similarmente ao que pode fazer a religião/espirituali- dade. Entende-se que a fé é “a confiança que se tem na realização de alguma coisa, a certeza de atingir determi- nado fim” (Kardec, 1996, p. 300), em suma, é acreditar, e isto pode manifestar-se no ser humano de diferentes formas. Segundo, o tema do fator Significado/Sentido de Vida é citado por Pargament (1997) como um dos objetivos-chave da religião, ao qual este dedica vários fatores de sua escala de coping religioso/espiritual, a RCOPE (Pargament et al., 2000), envolvendo, portanto, a relação com o sagrado e o transcendente – definição de espiritualidade citada por Moreira-Almeida e Koe- nig (2006). Terceiro, um indício de que os fatores do WHOQOL-SRPB medem algo além ou diferente do que apenas características humanas positivas está no fato de que, na análise fatorial conjunta com o WHOQOL-100 (WHOQOL SRPB Group, 2005), os fatores SRPB da dimensão espiritual carregaram em dimensão separada da dimensão psicológica, bem como de todas as outras dimensões daquele instrumento. Por fim, ressalta-se que o WHOQOL-SRPB é uma iniciativa pioneira por medir uma dimensão que não é rotineiramente avaliada em instrumentos de QV genérica, conforme se salientou no artigo original e no comentário.
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Qualidade de vida e desvantagem vocal em sujeitos com doença de Parkinson MESTRADO EM FONOAUDIOLOGIA

Qualidade de vida e desvantagem vocal em sujeitos com doença de Parkinson MESTRADO EM FONOAUDIOLOGIA

Rodrigues de Paula et al. (2006) realizaram um estudo com o objetivo de avaliar quais seriam as alterações, em diferentes aspectos da qualidade de vida (QV), que portadores da DP apresentariam após um programa de atividades físicas. Foram avaliados 20 sujeitos com média de idade de 61, 5 anos, com diagnóstico de DP classificados nos estágios 1 a 3 de acordo com a escala Hoehn e Yahr (HY). Todos os participantes foram submetidos a 36 sessões em grupo de um programa que combinou condicionamento aeróbico e musculação. Com os resultados da pesquisa os autores verificaram a ocorrência de ganhos significativos na percepção do sujeito acerca da QV. Isso foi observado, principalmente, nos parâmetros relacionados a reações emocionais, interações sociais, vocais e físicas. Eles concluíram que com o tempo as implicações da DP surgem e desencadeiam decréscimo da força muscular e do condicionamento físico, além de alterações vocais. Esses sintomas geram um impacto no estado mental, social e econômico dos sujeitos.
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