Redes de média tensão

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Incentivos tarifários para a conexão de geração distribuída a redes de média tensão

Incentivos tarifários para a conexão de geração distribuída a redes de média tensão

Para o circuito de 15 barras todas as GD´s foram simuladas como geradores síncronos com a excitatriz controlando a tensão, de forma que a barra de conexão se modela como tipo PV. Simulam-se várias condições de operação: vários patamares de carga, para o sistema em sua condição original (caso base) e sob vários níveis de potência ativa de geração das barras do caso de estudo. Para a GD, coincidi-se a geração ativa mínima de 500 kW e máxima de 6MW, que representam, respectivamente cerca de 10% e 100% da carga ativa total do sistema. Nota-se nas Fig. 5.2 até Fig. 5.5, que a curva de perdas em função da potência ativa da GD é uma curva aproximadamente quadrática, como esperado [62]. Também é observado nessas figuras que estas curvas variam bastante: o mínimo da curva depende do nível de penetração da geração distribuída e da sua localização na rede.
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Avaliação otimizada técnica e econômica do ponto de conexão de geração distribuída em redes de média tensão

Avaliação otimizada técnica e econômica do ponto de conexão de geração distribuída em redes de média tensão

Os impactos da GD sobre o SDEE são amplamente abordados e muitos já bem reconhecidos na literatura (BARKER; DEMELLO, 2000; BROWN; FREEMAN, 2001; NIKNAM; RANJBAR; SHIRANI, 2003; KAUHANIEMI; KNMPNLAINED, 2004; NAZARI; PARNIANI, 2006; COSTA NETO; SILVA; RODRIGUES, 2006; PIZZALI, 2006; NUROGLU; ARSOY, 2008; HSIEH, 2011). Sabe-se que, do ponto de vista técnico, a introdução de unidades geradoras em redes tradicionalmente concebidas para acomodar somente cargas pode ter tanto efeito benéfico como prejudicial, o que depende de vários fatores. Assim, o estudo das redes de distribuição nesse contexto torna-se uma tarefa altamente complexa (MACIEL, 2012). Mesmo o processo tradicional de planejamento da expansão apresenta elevada complexidade devido as características como conflito de objetivos, um grande número de variáveis, natureza dinâmica do problema, as incertezas e os elevados investimentos envolvidos, tais desafios não só permanecem como são mas são intensificados na presença da GD (NEIMANE, 2001 citado por MACIEL, 2012).
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Análises e estudos para alocação e ajustes de dispositivos de proteção em redes de média tensão de energia elétrica com geração distribuída

Análises e estudos para alocação e ajustes de dispositivos de proteção em redes de média tensão de energia elétrica com geração distribuída

Celli e Pilo (1999) abordam o problema de alocação ótima de chaves seccionalizadoras em redes de distribuição visando a melhoria da confiabilidade do serviço de fornecimento. O problema de planejamento da operação da rede de distribuição consiste em dispor de um plano para restaurar o fornecimento de energia na ocorrência de uma falta, através da alocação de dispositivos de chaveamentos automáticos (ASSD’s + Automatic Sectionalizing Switching Devices), que são capazes de diagnosticar faltas e reconfigurar automaticamente o sistema. Para obtenção do modelo matemático consideram+se os custos de instalação dos dispositivos e os benefícios devido a existência ou não de dispositivos de chaveamento automático na rede. Os tempos de localização da falta e de reparos são considerados juntamente com os índices de faltas do alimentador para obter a função do custo de interrupção de energia, e a redução desses custos com à alocação dos dispositivos de seccionamento e chaveamento automático. Faltas com duração maior que um minuto são classificadas como causadoras de problemas de energia não suprida para os consumidores. O modelo matemático obtido neste trabalho permite determinar o número e a localização dos dispositivos de seccionamento e chaveamento de forma otimizada, necessários para operar tanto em redes radiais como redes malhadas. A técnica de solução utilizada explora as características do modelo matemático que permite a aplicação do princípio de otimização de Bellmann’s combinado com a técnica de Thinning para encontrar soluções ótimas para sistemas de distribuição reais.
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MODELO DE PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO DAS REDES DE ALTA E MÉDIA TENSÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CONSIDERANDO CRITÉRIOS ECONÔMICOS DE DESEMPENHO JOÃO DANIEL DE ANDRADE CASCALHO

MODELO DE PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO DAS REDES DE ALTA E MÉDIA TENSÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CONSIDERANDO CRITÉRIOS ECONÔMICOS DE DESEMPENHO JOÃO DANIEL DE ANDRADE CASCALHO

Com a reestruturação do modelo do setor elétrico brasileiro, a partir de estudos do Projeto RE-SEB e do novo marco regulatório estabelecido principalmente pelas Leis 10.847 e 10.848, de 2004, foi aperfeiçoado, entre outros, o processo de planejamento tanto da expansão da oferta quanto das redes de transmissão e distribuição. Desse modo, foram criados novos mecanismos de oferta da expansão de geração, por meio dos leilões de geração, e consolidados os processos de expansão do sistema de transmissão por meio de licitações ou de autorizações realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL.
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Determinação de Chaveamento para Recomposição do Serviço em Redes de Distribuição de Energia Elétrica em Média Tensão Através de Métodos Baseado em Parâmetros de Sensibilidade

Determinação de Chaveamento para Recomposição do Serviço em Redes de Distribuição de Energia Elétrica em Média Tensão Através de Métodos Baseado em Parâmetros de Sensibilidade

A Figura 19 apresenta a Rede de Civanlar (1988) de 2 alimentadores. Trata-se de uma rede muito simples, com poucas possibilidades de operações de chaveamento quando da ocorrência de defeitos na Rede. O objetivo da sua apresentação é unicamente permitir a comparação dos resultados com aplicação dos métodos aqui discutidos, apesar de Civanlar tê- la utilizado para mostrar o perfil de perdas ativas em função da abertura de cada trecho. Como a rede original tem as barras identificadas por símbolos, essas barras foram numeradas com valores que permitem a fácil identificação dessa Rede. A tensão nominal da subestação é de 23 kV, valor utilizado como tensão de base para os cálculos de fluxo de carga. A capacidade de condução dos trechos é de 300 A. A chave no trecho 20 – 10 é uma chave de interligação e, portanto, normalmente aberta na configuração antes do defeito. Consideraram-se duas subestações com um alimentador cada.
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Carregamento ótimo de veículos elétricos considerando as restrições das redes de distribuição de média tensão

Carregamento ótimo de veículos elétricos considerando as restrições das redes de distribuição de média tensão

Observou-se que, para 30% de penetração e em um cenário de carregamento controlado no horário noturno, preservando os limites de operação do sistema, nem todos os PHEVs conseguem carregar totalmente suas baterias. No cenário de carregamento controlado com um aumento de 5% na tensão da subestação principal e, além disso, no cenário de carregamento controlado com um período estendido, os resultados mostram que todos os PHEVs conectados no sistema ficam no final do período de recarga com um nível de carga dentro dos níveis aceitáveis aqui considerados. Isto indica que a técnica se torna eficiente na hora de preservar os limites de operação do sistema. Porém, o sistema pode ser sobrecarregado com o objetivo de atender uma demanda de usuários donos de PHEVs maior, já que nas simulações onde todos os PHEVs conseguem carregar suas baterias, o sistema apresenta maiores porcentagens de queda de tensão e carga em transformadores até seu valor nominal com alguns casos de sobrecargas e custo da energia maior.
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Controle de tensão e reativos em redes de distribuição de energia elétrica

Controle de tensão e reativos em redes de distribuição de energia elétrica

As curvas de carga representam a variação da magnitude da demanda de potência das cargas ligadas ao alimentador, em um período de tempo determinado, e seu conhecimento é de vital importância para determinar as condições de operação da rede. Assim, a demanda está representada por curvas divididas em intervalos de tempo selecionados de acordo com o nível de precisão desejado e a informação disponível. Cada ano, o departamento de planejamento do sistema de distribuição tem que estimar as curvas de carga com base, geralmente, em informações obtidas através medições, realizadas para diferentes cenários de operação, tais como estações do ano, dia, noite, fim de semana, dias de semana ou para qualquer outro cenário que seja de interesse. Curvas de carga de média tensão suficientemente precisas podem ser obtidas através do conhecimento detalhado das curvas de cada consumidor individual, as quais proporcionam, em conjunto, uma estimação mais próxima da realidade. No entanto, essa informação nem sempre pode ser obtida através de medições e deve ser estimada. Estimações confiáveis podem ser feitas utilizando as curvas de carga existentes, obtidas através de medições de consumidores cuja estrutura de carga seja semelhante, por exemplo, as pertencentes ao mesmo grupo de consumidores residenciais, comerciais ou industriais. Metodologias para estimar as curvas de cargas podem estar baseadas em medições de campo, análises estatísticas, redes neurais artificiais, lógica nebulosa, etc. (FRANCISQUINI, 2009).
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Estudo do desempenho de sistemas de aterramento frente às descargas atmosféricas em instalações de baixa e média tensão

Estudo do desempenho de sistemas de aterramento frente às descargas atmosféricas em instalações de baixa e média tensão

PAULINO em sua tese de doutorado mostra que em 1957 foi apresentada por Sune Rusck uma teoria para o cálculo de tensões induzidas por descargas atmosféricas. Mostra também que ao longo dos anos, vários questionamentos foram apresentados a esta teoria e várias outras teorias, algumas derivadas da teoria de Rusck e outras independentes foram propostas, várias dissertações de mestrado analisaram muitas dessas teorias propostas e concluíram que a teoria mais completa e consistente é a proposta por Sune Rusck. Existem dificuldades para se validar completamente a teoria de Rusck para o cálculo de tensões induzidas, pois faltam dados experimentais. Desde 1978 na África do Sul, utilizando uma linha de distribuição, vários pesquisadores estão trabalhando no estudo dos dados compilados. Um dos pesquisadores mais atuantes nessa área de estudos é o Prof. S Yokoyama, que propôs uma metodologia capaz de calcular tensões induzidas em redes com cabos aterrados e com pára-raios. Paulino (1994) mostra no seu trabalho de doutorado que as afirmações do Prof. Yodoyama sobre a não validade dos dados pesquisados por Rusck, referente a tensões induzidas, não está bem fundamentada e cita outro pesquisador que coordena o projeto de pesquisas da África do Sul, Eng. Hendi Geldenhuys, que afirma existir muita controvérsia sobre o efeito dos cabos guardas frente às tensões induzidas, porém ele estudou esses efeitos com várias configurações e acredita nas pesquisas de Rusck. O autor no seu trabalho de doutorado discorre sobre a Teoria de Rusck, os principais questionamentos e apresenta que a principal vantagem é o fato de a Teoria de Rusck, fornecer uma expressão analítica para o cálculo da tensão induzida.O fato da Teoria de Rusck fornecer uma expressão analítica para o cálculo da tensão induzida, em qualquer ponto da linha, permite um processo rápido sendo apenas necessário calcular a tensão nos pontos de interesse. (PAULINO, 1994)
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Avaliação da segurança em trabalhos em altura na distribuição elétrica de baixa e média tensão em Timor Leste

Avaliação da segurança em trabalhos em altura na distribuição elétrica de baixa e média tensão em Timor Leste

Os trabalhadores devem conhecer perfeitamente o manuseio das ferramentas que utilizam e as normas de segurança que devem ser observadas para a realização dos trabalhos que lhe sejam atribuídos. A realização da avaliação de riscos em estudo, trabalhos de manutenção nas redes de distribuição elétrica, demonstrou que 55% dos riscos presentes são de grau alto, logo as medidas preventivas/corretivas devem ser implementadas no prazo máximo de 2 a 3 dias. Este resultado está intimamente relacionado com o facto de muitas das tarefas analisadas serem feitas em altura, sem a devida utilização do equipamento de proteção individual e do equipamento de proteção coletiva.
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Ajuste ótimo da potência inserida por unidades de geração distribuída em alimentadores de média tensão

Ajuste ótimo da potência inserida por unidades de geração distribuída em alimentadores de média tensão

Primeiramente, são apresentadas as soluções encontradas para redução de perdas em sistemas de distribuição da literatura, trabalhando em carga média. Os testes são realizados em barras escolhidas no início, meio e fim dos sistemas, de forma a observar o comportamento das técnicas de programação não linear utilizadas. A segunda abordagem, leva em consideração novamente os dados da literatura, mas com um enfoque diferente: o controle de tensão. Neste teste é utilizado, junto às técnicas de programação matemática, o Método das Penalidades que penaliza à função objetivo caso as tensões não estejam dentro dos limites determinados. A última abordagem é realizada com sistemas de distribuição criados no intuito de simular situações reais como redes sem ramificações e trabalhando em três níveis de carga: leve, médio e pesado.
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Metodologia para Avaliação Técnica e Econômica para Substituição de Rede Nua de Distribuição de Energia Elétrica por Rede Coberta na Média Tensão e Rede Isolada na Baixa Tensão

Metodologia para Avaliação Técnica e Econômica para Substituição de Rede Nua de Distribuição de Energia Elétrica por Rede Coberta na Média Tensão e Rede Isolada na Baixa Tensão

O sistema elétrico das distribuidoras é composto de diver- sas regiões elétricas interligadas e que formam uma grande malha que alimenta os consumidores a ela conectados. Esta rede está sujeita as ações do meio ambiente e outras agres- sões intencionais ou não que produzem interrupção nos servi- ços comprometendo a qualidade do fornecimento e aumen- tando os custos operacionais. Com a demanda por expansão física destas redes haverá aumento da exposição ao risco e a tendência é o crescimento do número de ocorrências. O desfio é identificar quais redes elétricas existentes no atual sistema de potência oferecem melhores condições para realização de investimentos prudentes, focados na melhoria do desempenho. Conforme [9] os investimentos prudentes são aqueles que produzem melhoria na qualidade do serviço de energia e geram remuneração adequada à distribuidora. Neste artigo será apresentada uma metodologia que possibi- lita a tomada de decisão precisa para avaliação técnica e econômica visando a substituição das redes nuas por redes cobertas na alta tensão e isoladas na baixa tensão.
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O PAPEL DE GERADORES FOTOVOLTAICOS NA REGULAÇÃO DE TENSÃO EM REDES DE BAIXA TENSÃO RESIDENCIAIS: estudo comparativo de normas e padrões sob a ótica da mitigação da elevação de tensão

O PAPEL DE GERADORES FOTOVOLTAICOS NA REGULAÇÃO DE TENSÃO EM REDES DE BAIXA TENSÃO RESIDENCIAIS: estudo comparativo de normas e padrões sob a ótica da mitigação da elevação de tensão

Apesar de todo o benefício que a proliferação da GD PV pode trazer, tamanho crescimento introduziu um elemento novo no sistema elétrico que precisa ser estudado com a devida atenção, para preservar o correto funcionamento do sistema. As redes de distribuição de baixa tensão, onde se encontra a maior parcela da geração distribuída, foram originalmente projetadas para operar com sentido único no fluxo de energia - vindo do alimentador de média tensão em direção às cargas. A presença da GD ao longo da rede tende a provocar uma circulação de energia no sentido contrário, uma vez que fontes como PV são instaladas nas unidades consumidoras, em paralelo às cargas. Essa reversão de fluxo começou a causar problemas relacionados à estabilidade da rede e à segurança dos operadores, além da qualidade da energia veiculada, sendo os principais: elevação de tensão, flutuação de frequência, aumento do conteúdo harmônico e questões de ilhamento (MAN, 2012). Todos esses fatores fazem com que o perfil de tensão em regime permanente, especificamente no que diz respeito à elevação de tensão, seja um dos principais fatores técnicos responsáveis por limitar o nível de geração inserida em sistemas de distribuição (BORGES, 2014). Normas de rede e padrões foram então desenvolvidos, com o intuito de permitir o uso do grande potencial das GDs, porém sem prejudicar o funcionamento da rede. O estudo dessas questões se faz, portanto, de suma relevância e justifica o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa, como este. Este trabalho dá sequência, também, ao estudo iniciado e apresentado pelo autor em ALVES (2016).
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Governança e Eficácia de Redes Interorganizacionais: Comparação entre iniciativas brasileiras de redes de cooperação

Governança e Eficácia de Redes Interorganizacionais: Comparação entre iniciativas brasileiras de redes de cooperação

O estudo teve como objetivo central comparar os modos de gover- nança de redes de cooperação que geram diferentes níveis de eficácia, com ênfase específica na análise de três mecanismos de governança: centralização das tomadas de decisão, formalização e especialização. Constatou-se que as redes com maior nível de geração de eficácia adotaram um modelo de OAR, com gestores e consultores contratados. Redes com menores níveis de eficácia, por sua vez, mantêm um modelo de Governança Compartilhada, altamente dependente do envolvimento dos membros para funcionar. Assim, como primeira implicação teórica do estudo, confirma-se as indicações de Albers (2005), Provan e Kenis (2008) e Henttonen, Lahikainen e Jauhiainen (2014) quanto à relevância da adoção de um modelo de governança adequado para alcançar resultados satisfatórios. Os resultados encontrados, no entanto, também permitem inferir que o número de membros e sua capacidade de investimento são elementos críticos para conseguir criar e sustentar uma Organização Administrativa da Rede, uma vez que ela exige investimentos e gera custos fixos. Uma rede pode, portanto, enfrentar um dilema quando reconhece a necessidade de criar uma OAR para aumentar sua eficácia, mas não possui os recursos suficientes para estruturá-la.
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Caracterização do cordão na soldagem FCAW com um arame tubular "metal cored".

Caracterização do cordão na soldagem FCAW com um arame tubular "metal cored".

Ainda, observa-se que, para um mesmo tipo de gás de proteção e uma mesma velocidade de alimentação do arame, uma mudança da polaridade do eletrodo de positiva para negativa resulta em uma tendência de pequeno aumento na tensão média do arco (variação máxima de 34,2 para 37,3 V). Entretanto, na soldagem com 75%Ar-25%CO 2 e velocidade de alimentação de 9m/min, observou-se uma pequena redução na tensão média do arco (variação de 29,0 para 28,1 V) com a mudança da polaridade do eletrodo de positiva para negativa. Segundo Lancaster[18], é de se esperar na soldagem com eletrodos consumíveis maciços e polaridade negativa uma maior geração de calor na região do eletrodo, resultando em uma redução da corrente necessária para fundir o arame em relação à soldagem com polaridade positiva. Entretanto, para o arame tubular “metal cored”, esta tendência não foi observada na soldagem com a velocidade de alimentação do arame de 7 m/min e, na soldagem com 9 m/min, a redução da corrente média com a mudança da polaridade de positiva para negativa foi insigniicante. Esperam-se também diferenças nos mecanismos responsáveis pela emissão a frio (não termiônica) de elétrons quando o cátodo é constituído pelo arame (polaridade do eletrodo negativa) ou pela peça a ser soldada (polaridade do eletrodo positiva). Estes mecanismos podem ser baseados principalmente na existência de camadas de óxidos na superfície do cátodo e, eventualmente, na formação de vapores metálicos em cátodos sem ilme de óxidos [18,20]. Estas mudanças nos mecanismos de emissão a frio de elétrons podem resultar em alguma alteração no valor médio da tensão do arco, mesmo quando o comprimento do arco é mantido constante. De acordo com as Figuras 3 e 4, percebe-se que uma mudança da polaridade do eletrodo de positiva para negativa na soldagem com velocidade de alimentação do arame de 7 m/min (para um mesmo gás de proteção) resulta em uma menor lutuação nos valores de corrente de soldagem e de tensão do arco, indicando um aumento da estabilidade operacional do processo. Entretanto, para a velocidade de alimentação do arame de 9m/min, percebe- se que a mudança da polaridade do eletrodo de positiva para negativa resulta em uma menor lutuação nos valores de corrente de soldagem e de tensão do arco (na soldagem com 100%CO 2 , indicando um aumento da estabilidade operacional do processo) e uma maior lutuação nos valores de corrente de soldagem e de tensão do arco (na soldagem com 75%Ar-25%CO 2 , indicando uma redução da estabilidade operacional do processo). Portanto, a polaridade do eletrodo deve interferir de forma distinta nos parâmetros da transferência metálica do arame tubular “metal cored” dependendo do tipo de gás de proteção e/ou do nível de corrente de soldagem.
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Análise do efeito da tensão média na resistência à fadiga por Fretting da liga AI 7050-T7451

Análise do efeito da tensão média na resistência à fadiga por Fretting da liga AI 7050-T7451

Este trabalho apresenta um estudo experimental e teórico do efeito da tensão média na resistência à fadiga por fretting da liga aeronáutica Al 7050-T7451. Os ensaios de fadiga por fretting foram realizados no regime de escorregamento parcial, por meio de um dispositivo acoplado a uma máquina de ensaios universal MTS 810. Os ensaios foram realizados com os mesmos parâmetros, exceto a tensão média do carregamento cíclico aplicado ao corpo de prova, que variou de um valor trativo para um compressivo. Os dados experimentais observados, e outros disponíveis na literatura, foram comparados com as estimativas de dois modelos de fadiga multiaxial baseados na Teoria das Distâncias Críticas. Em um dos modelos a amplitude das tensões cisalhantes é definida em termos do conceito de plano crítico, enquanto no outro esta medida baseia-se no conceito de amplitude da história das tensões desviadoras. Os resultados mostram que os modelos de fadiga estimaram corretamente a inicialização de trincas em todos os ensaios; entretanto, eles não foram capazes de prever o estado final dos corpos de prova que quebraram.
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Avaliação das áreas de contato e dos níveis de tensão média e alternada em fios de cabos condutores de energia

Avaliação das áreas de contato e dos níveis de tensão média e alternada em fios de cabos condutores de energia

Tendo em vista as limitações do EDS, um novo conceito foi proposto para estabelecer um melhor guia contra fadiga devido às vibrações eólicas, o qual está relacionado à catenária produzida pelo cabo entre duas torres de transmissão. O parâmetro H/w, onde H representa a carga de esticamento do cabo e w seu peso por unidade de comprimento, está relacionado com a tensão atuante nos fios que compõem o cabo condutor e consequentemente às suas propriedades de auto amortecimento. A vantagem proposta por esse conceito é apresentar para um mesmo valor de H/w a mesma vida em campo independente do cabo analisado; pois, para uma mesma flecha gerada no vão, todos os condutores devem apresentar a mesma resistência à fadiga (BARRETT, 2001). Entretanto, apesar do nível de tensão média atuante nos fios do condutor estar relacionado ao parâmetro H/w, sabe-se que a vida em fadiga deste componente sofre grande influência da componente alternada de tensão, sendo observado uma resistência à fadiga distinta mesmo em cabos submetidos ao mesmo H/w.
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M ODELAGEM UTILIZANDO REDES NEURAIS ARTIFICIAIS PARA

M ODELAGEM UTILIZANDO REDES NEURAIS ARTIFICIAIS PARA

Esse trabalho investiga um modelo matemático que não exige grande recurso computacional e que define com boa precisão alguns parâmetros de saída mais importantes de uma solda de aços inoxidáveis austeníticos realizada com o processo de soldagem GMA. Os parâmetros de saída considerados mais importantes são a quantidade de ferrita e as medidas de largura, penetração e reforço do cordão de solda. Apesar de uma grande quantidade de fatores influenciarem os parâmetros de saída que se desejam encontrar, foram selecionados três fatores com maior influência para variar. São eles: a tensão, corrente e material do arame. Ou seja, esse modelo pretende avaliar o comportamento para soldas realizadas com diferentes metais de base e de adição. O modelo matemático apresentado se baseia em redes neurais artificiais e duas redes serão apresentadas. A primeira usa como dados de entrada os valores de tensão, corrente e material de adição e como dados de saída a quantidade de ferrita, largura, penetração e reforço do cordão, enquanto a segunda usa a quantidade de ferrita, largura, penetração e reforço do cordão como dado de entrada e tensão, corrente e material de adição como dados de saída. Essa segunda rede poderá ser utilizada pelo operador para programar o robô de acordo com os requisitos desejados para a solda.
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ANÁLISE DE REDES SOCIAIS: estudo de caso da rede mineira de startups San Pedro Valley

ANÁLISE DE REDES SOCIAIS: estudo de caso da rede mineira de startups San Pedro Valley

b) benefícios que o modelo em rede tende a trazer às organizações. Para Lopes (2001), esse instrumental pode acarretar a melhoria da eficiência e da eficácia dos processos gerenciais. Em termos organizacionais, o estudo tem o potencial de subsidiar a proposição de recomendações à agenda de relacionamento estratégico, contribuindo para o entendimento e conhecimento dos processos que influenciam a competitividade das empresas inseridas em contextos colaborativos. Além disso, a partir da investigação efetuada, torna- se possível fornecer elementos aos gestores de startups de conhecer o formato das dificuldades do processo de consolidação de redes, principalmente no que se refere às interconexões estabelecidas e problemas enfrentados, permitindo uma extrapolação para outras startups que se encontram fora desse modelo. Portanto, os resultantes dessa investigação propiciam apoio aos empresários, em especial àqueles ligados à rede deste estudo de caso, em suas tomadas de decisão rumo à melhoria de ganhos mercadológicos.
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Influência das incertezas de medição no cálculo de equivalentes de redes aplicados nos estudos de estabilidade de tensão

Influência das incertezas de medição no cálculo de equivalentes de redes aplicados nos estudos de estabilidade de tensão

No contexto dos trabalhos direcionados às etapas de planejamento do SEP, encontra-se a dissertação [Cortez, 2001], onde foram discutidos métodos para determinação da curva do tipo PV (Potência x Tensão), importante recurso na avaliação da estabilidade de tensão, dando ênfase à definição de uma margem de estabilidade aplicada à expansão. Em 2008, foi apresentado um procedimento para avaliação do impacto da compensação reativa shunt capacitivo na estabilidade de tensão, na pesquisa registrada em [Mariano Jr. , 2008]. Ainda no âmbito do planejamento do SEP, encontram-se as dissertações [Condega , 2013] e [Vilela , 2014], dedicadas à avaliação das incertezas inerentes à elaboração dos planos na determinação da máxima transferência de potência.
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Sistema de Controle de Potência Ativa e Reativa na Regulação de Baixa Tensão em Redes de Distribuição

Sistema de Controle de Potência Ativa e Reativa na Regulação de Baixa Tensão em Redes de Distribuição

Devido ao consumo crescente de energia elétrica nos últimos anos e a preocupação com a qualidade de energia fornecida aos consumidores a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) estabeleceu diretrizes para o funcionamento e desempenho para os sistemas de distribuição de energia elétrica, que são abordados nos Procedimentos de Distribuição (PRODIST) [1]. As características abordadas no Módulo 8 [2] envolvem a tensão em regime permanente, fator de potência, harmônicos, desequilíbrio de tensão, flutuação de tensão, variações de tensão de curta duração e variação da frequência. Uma das principais características que deve ser atendido pela Companhia de Distribuição é a tensão fornecida em um nível adequado aos consumidores. A tabela I classifica a tensão de 380/220 V em três diferentes grupos: Adequada, Precária e Crítica. Quando identificado alguma violação nos valores limite para tensão de fornecimento, a companhia deve então efetuar a correção dentro de curtos prazos, porém muitas
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