Repositórios de Acesso Aberto

Top PDF Repositórios de Acesso Aberto:

Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Resumo Este ensaio tem por objetivo discutir, de modo sucinto, o movimento do acesso aberto nos dias atuais, procurando-se identificar a diferença entre acesso aberto à literatura científica e acesso aberto ao conhecimento científico. A abordagem do acesso aberto à literatura relaciona-se com o processo de comunicação, enquanto o acesso aberto ao conhecimento científico, com a gestão do conhecimento. Recorre-se à literatura e à experiência pessoal no intuito de identificar e relatar estratégias e ferramentas que têm sido utilizadas em diferentes países e no próprio Brasil. A discussão fundamenta-se em três tópicos considerados basilares para o estudo e a prática com periódicos eletrônicos e repositórios de acesso aberto, que são: as diferenças disciplinares, o sistema de comunicação científica e os modelos de gestão do conhecimento. Parte-se do pressuposto de que as diferenças disciplinares devem nortear as ações e decisões a respeito da criação e manutenção de revistas e repositórios. As primeiras, como veículos efetivos de comunicação científica. Os últimos, como, ferramentas eficientes de gestão do conhecimento. Palavras-chave acesso aberto à literatura científica; acesso aberto ao conhecimento científico; periódicos científicos eletrônicos de acesso aberto; repositórios institucionais; diferenças disciplinares; modelo de comunicação científica; modelo de gestão do conhecimento científico.
Show more

16 Read more

REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DE ACESSO ABERTO: cenário nos países ibero-americanos

REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DE ACESSO ABERTO: cenário nos países ibero-americanos

RESUMO Os repositórios de acesso aberto surgem como alternativa para aumentar a visibilidade da produção científica das instituições. O objetivo deste artigo consiste em analisar os repositórios institucionais de acesso aberto dos países ibero-americanos cadastrados no Registry of Open Access Repositories, por meio a) da identificação das instituições que mantém repositórios, b) da caracterização das coleções e c) da descrição dos mecanismos de apresentação dos documentos. Os procedimentos metodológicos utilizados são de natureza descritiva, exploratória, documental e quantitativa, utilizando a ficha documental como instrumento de coleta e estatística descritiva para a análise dos dados. Os resultados mostraram que, dos 180 repositórios cadastrados no ROAR como repositórios institucionais ou departamentais dos países ibero- americanos, 48,3% (87) atenderam aos critérios para inclusão no trabalho. Foi possível identificar que 36,8% (32) têm as bibliotecas e centros de documentação e informação como responsáveis pelo gerenciamento, e 83,9% (73) utilizam o software DSpace e registraram mais de 119 tipos de coleções. Na verificação dos mecanismos de apresentação e preservação, constatou-se que 94,2% (82) estão cadastrados em formato PDF, 90,8% (79) dos repositórios utilizam o serviço de identificador persistente, e 47,1% (41) utilizam as licenças Creative Commons.
Show more

10 Read more

Repositórios de Acesso Aberto em Portugal: situação presente, alguns resultados e perspectivas futuras

Repositórios de Acesso Aberto em Portugal: situação presente, alguns resultados e perspectivas futuras

Esta é a lista de todos os arquivos de Acesso Aberto inventariados, sabendo-se contudo que alguns não cumpriam, pelo menos nesse momento, todos os requisitos para serem considerados repositórios OAI/PMH, i.e. Open Access Initiative ⁄ Protocol for Metadata Harvesting (THE OPEN ARCHIVES…, [s.d.]). Nos quadros seguintes designá-los-emos Bibliotecas Digitais; com a designação Repositórios apenas constarão os que permitem a interoperabilidade requerida para o harvesting de dados de acordo com o referido protocolo PMH. Pareceu-nos de interesse, contudo, mencioná-los aqui, dado que todos os seus responsáveis afirmaram estar a considerar, ou ter já mesmo agendado (caso do E3P) a reconfiguração dos sistemas para permitir essa compatibilidade.
Show more

5 Read more

Identificação de Diretrizes para Elaboração de Política de Acesso Aberto aos Conteúdos Educacionais Disponibilizados em Repositórios Digitais no Contexto da Educação a Distância

Identificação de Diretrizes para Elaboração de Política de Acesso Aberto aos Conteúdos Educacionais Disponibilizados em Repositórios Digitais no Contexto da Educação a Distância

Porém, há resistência por parte das universidades em implantar repositórios de acesso aberto, pois caso a instituição tenha renome, o material disponibilizado será mais aceito devido ao prestígio do grupo que o produziu, com isso, há preocupação por parte das instituições menores em adquirir uma imagem de baixa qualidade, caso seu conteúdo seja distribuído de forma gratuita. Outras questões são o uso inapropriado dos conteúdos, competição antiética com outras instituições, dificuldade com a justiça referente a questões de propriedade intelectual, fazendo com que algumas instituições prefiram usar apenas materiais de autoria própria em seus cursos, rejeitando os demais conteúdos (LITTO, 2009). A resistência por parte dos pesquisadores em publicar nesses repositórios ocorre pelos seguintes motivos: receio de que os documentos não passem pelo processo de revisão por pares; a submissão do documento no repositório demanda tempo; o documento publicado no repositório facilita o plágio; receio de ceder obrigatoriamente seus direitos autorais à universidade (KING et al., 2006; PINFIELD, 2004).
Show more

101 Read more

Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Resumo Este ensaio tem por objetivo discutir, de modo sucinto, o movimento do acesso aberto nos dias atuais, procurando-se identificar a diferença entre acesso aberto à literatura científica e acesso aberto ao conhecimento científico. A abordagem do acesso aberto à literatura relaciona-se com o processo de comunicação, enquanto o acesso aberto ao conhecimento científico, com a gestão do conhecimento. Recorre-se à literatura e à experiência pessoal no intuito de identificar e relatar estratégias e ferramentas que têm sido utilizadas em diferentes países e no próprio Brasil. A discussão fundamenta-se em três tópicos considerados basilares para o estudo e a prática com periódicos eletrônicos e repositórios de acesso aberto, que são: as diferenças disciplinares, o sistema de comunicação científica e os modelos de gestão do conhecimento. Parte-se do pressuposto de que as diferenças disciplinares devem nortear as ações e decisões a respeito da criação e manutenção de revistas e repositórios. As primeiras, como veículos efetivos de comunicação científica. Os últimos, como, ferramentas eficientes de gestão do conhecimento.
Show more

15 Read more

Acesso aberto à informação científica: diretrizes, políticas e modelos de repositórios científicos para Moçambique

Acesso aberto à informação científica: diretrizes, políticas e modelos de repositórios científicos para Moçambique

No entanto, o levantamento realizado para efeitos de estudo indicou existir um esforço das principais IESI nacionais no sentido de desenvolver plataformas de publicação e disseminação de informação e conhecimento científico, utilizando o modelo de acesso aberto. Em relação a isto, informações a respeito de políticas ou directrizes, repositórios e revistas científicas de acesso aberto existentes a nível nacional, demonstram o estágio embrionário em que Moçambique se encontra no processo do estabelecimento das iniciativas de acesso aberto. Embora, exista um repositório interinstitucional – o Repositório “Saber” –, activo desde 2009, que congrega a produção científica de seis IESI, percebe-se que grande parte dos registos são da comunidade da UEM. As restantes comunidades contribuem com mentos de 100 registos dos 3103 registos existentes no RSI (dados colectados em Outubro de 2016). A UCM possui o repositório institucional e uma revista científica, baseados nas plataformas Dspace e OJS, respectivamente. E a UEM, através da Direcção dos Seviços de Documentação e da Unidade Editorial da Revista Científica, hospeda e gere o Repositório Interinstitucional “Saber”, assim como, o Repositório Institucional e o Portal de Revistas Científicas da UEM.
Show more

15 Read more

Acesso aberto a dados de pesquisa no Brasil: mapeamento de repositórios,  práticas e percepções dos pesquisadores e tecnologias

Acesso aberto a dados de pesquisa no Brasil: mapeamento de repositórios, práticas e percepções dos pesquisadores e tecnologias

O Acesso Aberto a Dados de Pesquisa (AADP) tem crescido significativamente em todo o mundo, nos últimos anos; entretanto, ainda é incipiente no Brasil. Este artigo apresenta o projeto RDP Brasil, uma parceira entre a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O projeto foi dividido em cinco etapas: mapeamento de serviços e potenciais usuários de AADP em instituições brasileiras; desenvolvimento de portal web para reunião da comunidade nacional interessada em AADP; levantamento dos serviços e das soluções tecnológicas existentes para compartilhamento de dados; e proposta de solução tecnológica que atenda aos usuários identificados no estudo. Os resultados demonstraram que iniciativas institucionais de AADP ainda são escassas no Brasil; que há receptividade dos pesquisadores brasileiros à ideia do compartilhamento e do reúso de dados, contudo há desconhecimento e falta infraestrutura nas instituições; que as soluções tecnológicas existentes oferecem grande número de opções e, portanto, devem ser constantemente monitoradas; e que a implementação de pilotos de repositórios de dados de pesquisa é viável, no curto prazo. Conclui-se que o projeto foi pioneiro em investigar pesquisadores brasileiros de todas as áreas do conhecimento sobre AADP, trazendo contribuições relevantes para iniciativas governamentais, como o compromisso assumido entre o Brasil e a Open Government Partnership (OGP). No entanto, evidencia-se a necessidade de ampliação das investigações sobre o tema e de esforços públicos para promover e consolidar iniciativas.
Show more

15 Read more

Repositórios institucionais e acesso aberto

Repositórios institucionais e acesso aberto

• Depósito das publicações de resultados científicos, que sejam sujeitas a revisão por pares ou outra forma de revisão científica, num dos repositórios em acesso aberto do RCAAP logo que possível, de preferência por altura da aceitação da publicação.

58 Read more

Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira : repositórios institucionais de acesso aberto

Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira : repositórios institucionais de acesso aberto

Com base nesses atributos, todo repositório institucional de acesso aberto pode ser considerado um tipo de biblioteca digital, mas nem toda biblioteca digital pode ser considerada um repositório institucional. Embora não haja na literatura discussão conceitual acerca das diferenças ou similaridades entre repositórios institucionais e bibliotecas digitais, assume-se aqui, para efeito didático, que, no contexto do acesso aberto, há diferenças entre os dois tipos de iniciativas. Como expresso anteriormente, repositórios institucionais de acesso aberto à informação científi ca lidam exclusivamente com a produção intelectual de uma instituição. Portanto, não se prestam à aquisição e ao armazenamento de conteúdos externos à instituição ou conteúdos de outra natureza (por exemplo: documentos administrativos), como pode ser o caso de bibliotecas digitais. O autoarquivamento (o depósito de conteúdos pelos dos próprios autores ou mediador) e a interoperabilidade também constituem atributos que devem existir em um repositório institucional, mas não necessariamente em uma biblioteca digital. Outro aspecto que os diferencia é a maneira como softwares de repositórios institucionais são desenhados, pois pauta-se nas peculiaridades que envolvem os processos de gestão da informação científi ca e, sobretudo, nas características dos processos de comunicação científi ca. Bibliotecas digitais, por sua vez, não necessariamente devem estar ligadas a esse contexto. Então, as características mencionadas devem estar necessariamente presentes em um repositório institucional para que seja considerado como tal, e não necessariamente em uma biblioteca digital para ser considerada como biblioteca digital.
Show more

124 Read more

Competências digitais, qualificação e empregabilidade: mapeamento dos documentos em português com acesso aberto indexados no RCAAP em repositórios portugueses

Competências digitais, qualificação e empregabilidade: mapeamento dos documentos em português com acesso aberto indexados no RCAAP em repositórios portugueses

Historicamente, o projeto RCAAP teve o seu início formal em 2008, visando “facilitar o acesso a conteúdos de acesso aberto existentes nos repositórios portugueses, disponibilizando um serviço de alojamento de repositórios” (cf. Carvalho, Truta e Príncipe, 2015). Trata-se, pois, de uma iniciativa com génese na evolução do movimento de Acesso Aberto em Portugal com o objetivo de recolha, agregação e indexação dos conteúdos científicos em acesso aberto (ou acesso livre) existentes nos repositórios institucionais das entidades nacionais de ensino superior, revistas científicas associadas e outras organizações de Investigação & Desenvolvimento (I&D). O portal RCAAP 5 , designação da interface web do projeto, “integra num sistema coerente de metadados” (Carvalho, Moreira e Saraiva, 2013, p. 160) os repositórios científicos de Acesso Aberto de todas as instituições portugueses, mas também de congéneres brasileiras. Desta forma, o acervo disponibilizado encontra-se em formato digital e pode ser consultado e obtido através de pesquisas online .
Show more

20 Read more

Comunicação da ciência, acesso aberto do conhecimento e repositórios digitais o futuro das comunidades lusófonas e ibero-americanas de Ciências Sociais e Humanas

Comunicação da ciência, acesso aberto do conhecimento e repositórios digitais o futuro das comunidades lusófonas e ibero-americanas de Ciências Sociais e Humanas

5. Repositórios digitais de acesso aberto do conhecimento e museus virtuais António Castillo entende que é problemático o desafio que o mundo latino-ame- ricano tem diante de si para credibilizar e indexar as suas revistas científicas (Cas- tillo et alii, 2012). Propulsados pelo inglês como língua hegemónica, o processo de indexação das revistas científicas e o fator de impacto, aliados à necessidade de “sobreviver na selva académica”, têm conduzido a práticas científicas perversas, que estão a destruir a integridade da ciência e das universidades (Martins, 2015 b; Nóvoa, 2014). Veja-se, a este propósito, Allen Wihite e Eric Fong (2015), quando denunciam “a manipulação de citações”; e também, o bibliotecário e ativista Jeffrey Beall (2015), manifestando-se contra “os editores predatórios”. Na expressão, um tanto hiper- bólica, de George Monbiot (2011) ao The Guardian, os editores de ciência são “os capitalistas mais implacáveis no mundo ocidental”. Foi, aliás, o custo exorbitante do conhecimento, que levou Tim Gowers (2012) a desencadear o movimento de boicote a revistas, como as da Elsevier, e à adoção de outras formas de publicação.
Show more

40 Read more

ACESSO ABERTO E DIREITOS AUTORAIS: EQUILÍBRIOS NUM «ADMIRÁVEL MUNDO NOVO» – BIBLIOTECAS E REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DAS UNIVERSIDADE DO ALGARVE E DE ÉVORA

ACESSO ABERTO E DIREITOS AUTORAIS: EQUILÍBRIOS NUM «ADMIRÁVEL MUNDO NOVO» – BIBLIOTECAS E REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DAS UNIVERSIDADE DO ALGARVE E DE ÉVORA

Naturalmente, os regulamentos dos repositórios institucionais criados preocuparam-se, não só com a função de conservação e divulgação da produção científica ali depositada, bem como com a salvaguarda dos direitos autorais. Neste prepósito podem os seus autores, no acto do depósito, determinar se esse depósito - por sua natureza integral - ficará em acesso aberto ou não, e neste caso, que parte poderá ficar consultável, ou imprimível, e durante quanto tempo deverá existir esse embargo, etc..

8 Read more

A visibilidade no Google Scholar dos repositórios digitais de acesso aberto brasileiros e portugueses

A visibilidade no Google Scholar dos repositórios digitais de acesso aberto brasileiros e portugueses

A Budapest Open Access Initiative (BOAI, 2002) propõe como uma das estratégias para a promoção do acesso aberto à informação científica o depósito, pelos próprios acadêmicos, dos artigos publicados por revistas arbitradas, em arquivos abertos e eletrônicos, que mais tarde foram nomeados repositórios digitais. Ainda segundo a BOAI (2002), os repositórios devem estar em conformidade com as recomendações Open Archives Initiative (OAI), de modo que possam ter seu conteúdo localizado por motores de busca na Internet. As orientações da BOAI (2002) são fundamentais para o cumprimento de uma das finalidades dos repositórios, que é tornar a produção acadêmica de uma instituição amplamente visível, conforme destaca Russell (2011). Diante da importância da visibilidade dos repositórios na Internet, Arlitsch e O’Brien (2012) realizaram pesquisa a partir do Search Engine Optimization (SEO) e identificaram que os repositórios dos Estados Unidos da América possuíam baixas taxas de indexação no Google Scholar.
Show more

13 Read more

Definição de metadados para registros de áudio em repositórios digitais de acesso aberto

Definição de metadados para registros de áudio em repositórios digitais de acesso aberto

Introdução: A Biblioteca/CIR da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/ USP) está desenvolvendo um repositório digital para a área da saúde pública, e possui uma coleção de áudios produzidos pela própria instituição, denominada Audioteca. O objetivo deste trabalho é definir metadados para registros de áudio em repositórios digitais de acesso aberto, garantindo que essas informações tenham maior visibilidade no extenso universo da internet. Método: Foram selecionados registros de áudio das bases Dedalus e LILACS e identificados os metadados dessas bases, que utilizam os formatos MARC21 e Metodologia LILACS, respectivamente. Em seguida, estabeleceu-se um escopo mínimo de metadados no esquema Dublin Core (DC), que correspondiam aos metadados dos formatos anteriores. Em uma etapa final, utilizou-se a possibilidade de adaptação do DC para a criação dos metadados com base em estudo da Library of Congress, além de refinamentos que atendiam as necessidades específicas da instituição e da coleção Audioteca, entre eles o entrevistador, o editor de som, e termos técnicos tais como o áudio bits. Resultados: O resultado deste trabalho é um formulário específico para os materiais de coleções de áudio, mantendo a compatibilidade e interoperabilidade do esquema Dublin Core. Conclusão: Dar visibilidade às coleções de áudios, que podem ser veiculadas por programas de rádios comunitárias e educativas, vai ao encontro do papel de promoção de pesquisas das instituições e contribui para a construção da cidadania.
Show more

6 Read more

CNPq e o acesso aberto à informação científica

CNPq e o acesso aberto à informação científica

Quanto ao comportamento para auto-arquivamento, a pesquisa acima mostrou que quase a metade dos respondentes auto-arquivou, no mínimo, um artigo durante os últimos três anos em pelo menos uma das três formas possíveis: depósito de uma cópia em repositório institucional (ou departamental), em um repositório temático ou na página institucional ou pessoal. A web pessoal tem sido a preferida para mais de 27% dos respondentes. Entretanto, constatou-se que o uso de repositórios institucional ou temático tem aumentado em quase 60% nos últimos anos. A pesquisa mostrou também que os artigos já publicados (após revisão por pares) são mais freqüentemente depositados do que os preprints (antes da revisão por pares), com exceção na comunidade de físicos e computação. A atividade de auto- arquivamento é maior entre os autores mais prolíficos, isto é, aqueles que publicam um grande número de papers. Alguns autores expressaram relutância para o auto-arquivamento por causa das possíveis dificuldades técnicas para executar esta atividade. Outros (10%) tinham receio de infligir acordo de copyright com os editores, revelando total desconhecimento das políticas editoriais na base SHERPA/RoMEO. Comunicar os resultados aos pares permanece a razão primária, ou seja, eles publicam para ter impacto em seus campos de pesquisa. Entretanto, no momento de localizar artigos de interesse, quase a totalidade dos autores (98%) usa alguma forma de serviço bibliográfico em arquivos fechados, como as website dos editores. Apenas uma proporção pequena dos autores usa os buscadores especializados “OAI” para navegar sobre os repositórios de acesso aberto. Essa pesquisa também revelou que a vasta maioria dos autores (81%) está disposta a cumprir mandato de seus empregadores ou de suas agências de financiamento à pesquisa para o auto- arquivamento de cópia de seus artigos em repositório institucional ou temático.
Show more

275 Read more

Artigos de periódicos em acesso aberto: citações distribuídas em repositórios institucionais

Artigos de periódicos em acesso aberto: citações distribuídas em repositórios institucionais

Os dados deste estudo, por estarem concentrados em citações, limitam-se a estimar o impacto dos artigos de periódicos em outras pesquisas e não no usuário do conhecimento, mas pode-se formular hipóteses para testá-los em estudos futuros como, por exemplo: que existe uma vantagem para os pesquisadores que utilizam resultados de pesquisas disponibilizados em RI, em acesso aberto; que permite transformar conhecimento mais rapidamente; aumentar produtividade; diminuir gastos e acelerar o consumo da informação produzida em âmbito nacional e internacional.
Show more

7 Read more

Acesso Aberto @ISCTE-IUL

Acesso Aberto @ISCTE-IUL

Quando analisamos os fatores que levam os investigadores a depositar os seus trabalhos em repositórios e, de forma mais específica, quando procuramos in- terpretar o reduzido número de documentos depositados (quando comparado com o número de artigos publicados) devemos igualmente considerar aspetos relacionados com a comunicação e marketing dos próprios repositórios. Temos de admitir como válida a hipótese de que tal resulta do desconhecimento de muitos investigadores e docentes quanto à existência de um Repositório na ins- tituição a que estão vinculados. Neste sentido devem ser interpretados os re- sultados obtidos no ISCTE-IUL em que 75,5% dos respondentes declaram não Ter conhecimento da existência de uma política de acesso aberto à produção científica e apenas 24,5% respondem afirmativamente.
Show more

16 Read more

O cenário dos livros electrônicos científicos em acesso aberto

O cenário dos livros electrônicos científicos em acesso aberto

O Acesso Aberto à Informação Científica preconiza a disseminação dos artigos científicos em acesso aberto, livres de quaisquer custos de acesso e download. Entretanto, os artigos científicos não são o principal canal de comunicação para todas as áreas do conhecimento. Notadamente, as Ciências Sociais e Humanidades utilizam os livros como principal veículo para o registro e disseminação de seus conhecimentos e avaliação dos pesquisadores da área. Nesse sentido, o depósito, em acesso aberto, dos livros científicos em repositórios institucionais é baixo em comparação às outras produções científicas. Por outro lado, observa-se o crescimento de sistemas agregadores de conteúdo que reúnem os livros científicos e os disponibilizam para acesso dos usuários. Assim, esta pesquisa objetiva levantar e identificar as diferentes iniciativas para apontar a importância desses sistemas para posibilitar a maior visibilidade desses documentos.
Show more

8 Read more

Repositórios digitais institucionais: um viés pela lei de acesso à informação

Repositórios digitais institucionais: um viés pela lei de acesso à informação

Falar do Open Access, “Acesso livre” ou “Acesso Aberto” é basicamente o mesmo, por isso vamos dizer apenas Acesso Aberto; mais que uma tendência o Acesso Aberto é um movimento que defende a publicação de artigos científicos em um livre acesso com o objetivo de promover o progresso científico. O Acesso Aberto é uma ideia antiga que se vê ampliada com as capacidades dos meios digitais naturalmente mais rápidos e baratos para fazer chegar ao conhecimento onde ela é necessária dentro e fora da comunidade acadêmica [...] O Acesso Aberto é fruto de elemento ampliador de conhecimentos, mas não só pela via tradicional aos acessos de artigos limitados pelos custos de sua aquisição limitando o número de leitores. Com o Acesso Aberto chegamos mais facilmente a todos interessados, o que poderá elevar as citações, melhorar avaliações e progressão da carreira, o reconhecimento exterior e facilitar o acesso ao financiamento ou patrocínios a novas pesquisas [...] já para não falar das vantagens para as instituições e universidades, que obtendo mais possibilidades se tornam mais conceituadas aumentando a sua procura por novos alunos, novos investigadores e até por patrocinadores e parceiros. Promover o Acesso Aberto é promover o progresso científico. (UNIVERSIDADE DO MINHO - PT 32 )
Show more

142 Read more

Revistas de Acesso Aberto no Portal de Periódicos da CAPES

Revistas de Acesso Aberto no Portal de Periódicos da CAPES

Desde então, surgiram outras declarações relevantes ao movimento, como as declarações de Bethesda e Berlim (2003), assim como diversas iniciativas pelo acesso aberto à informação científica no mundo. No Brasil destaca-se o programa SciELO, da FAPESP, que teve início em 1998, antes da declaração de Budapeste; a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) lançada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) em 2005; e o projeto IBICT-FINEP/PCAL/XBDB que possibilitou a implantação de diversos repositórios pelo país a partir de 2009 (PACKER; MENEGHINI, 2014; IBICT, 2012a; 2012b). Além das iniciativas citadas, ressalta-se que de forma geral, a partir do ano 2000 surgem periódicos de acesso aberto, plataformas de indexação e busca de conteúdos em acesso aberto, assim como novos modelos de negócios e consórcios entre instituições para financiar as publicações em Acesso Aberto.
Show more

11 Read more

Show all 4244 documents...