Resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

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Efeitos do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e escória de aciaria como fíleres na rigidez viscoelástica linear e características de fratura da matriz de agregados finos

Efeitos do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e escória de aciaria como fíleres na rigidez viscoelástica linear e características de fratura da matriz de agregados finos

Os problemas mais comuns nos pavimentos asfálticos são o trincamento por fadiga e a deformação permanente que podem ocorrer mesmo antes do pavimento atingir sua vida útil de projeto. Esses problemas estão relacionados a fenômenos de menores escalas, como as microtrincas, concentração de tensão na interface entre os agregados e o ligante asfáltico e a dissipação de energia devido ao comportamento viscoelástico do material. O principal objetivo deste estudo foi avaliar a potencialidade do uso do Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) e Escória Moída de Aciaria (EMA) como fíler na porção fina das misturas asfálticas, conhecida como Matriz de agregados finos (MAF). Para atingir este objetivo, cinco diferentes misturas de MAF foram feitas substituindo: 2% como fíler de RBRO, 2% como fíler de EMA, 2% como fíler de RBRO+EMA, 2% como fíler de cal hidratada e a mistura de referência. Os efeitos destes materiais na MAF foram investigados realizando-se ensaios de varredura de frequência para avaliação das características da rigidez viscoelástica linear, ensaio de fratura em amostra de geometria semi-circular e ensaio de varredura de tempo para avaliar as características de fratura. Dessa forma, obteve-se um melhor entendimento da influência do tipo de fíler (RBRO e EMA) nas propriedades viscoelásticas da MAF, através de análises das curvas mestras do módulo complexo e ângulo de fase e das características de dano da MAF, através de análises da energia de fratura e curvas características do dano (C x S). Os resultados mostraram que, no geral, a mistura que apresentou o melhor desempenho, para as características de fratura e da rigidez viscoelástica linear, foi com 2% de RBRO+EMA, apresentando a mesma tendência encontrada em outros trabalhos que também utilizaram os mesmos resíduos. Pode-se concluir que a utilização dos dois resíduos aplicados conjuntamente em concretos asfálticos apresenta-se, a princípio, viável tanto do ponto de vista ambiental quanto tecnológico.
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Contribuição ao estudo da durabilidade de concretos produzidos com a incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

Contribuição ao estudo da durabilidade de concretos produzidos com a incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

A construção civil é uma indústria que consome volume significativo de recursos naturais, no entanto, possui potencial expressivo de aproveitamento de resíduos para a produção de materiais de construção. A utilização de subprodutos industriais apresenta-se como uma contribuição para a otimização de insumos e consequentemente para o desenvolvimento sustentável. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de rochas ornamentais, sendo o Espírito Santo o estado brasileiro com maior representatividade no setor. Para produzir as chapas, os blocos de rocha são serrados em teares, transformando aproximadamente 25% do bloco em resíduo. Este consiste em uma lama que passa por filtros e precisa ser descartada. Devido ao montante de resíduo gerado e aos custos e dificuldades para destinação, este material tem sido alvo de estudos para sua utilização na construção civil há vários anos. Diante disso, este trabalho teve como objetivo investigar a influência da incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) sobre propriedades ligadas à durabilidade do concreto, em especial aquelas relacionadas com a resistência à agentes agressivos externos do tipo íons sulfato. Para isso, os concretos foram produzidos com três diferentes relações água/cimento (0,45; 0,55 e 0,65) e adição do RBRO em relação à massa de cimento em teores de 5%, 10% e 15%, além do concreto de referência. Foram analisadas propriedades no estado fresco, trabalhabilidade e massa específica, e no estado endurecido, resistência à compressão axial, absorção de água por capilaridade e por imersão além das análises microestrutural. Para o ensaio de degradação acelerada foi utilizado o sulfato de magnésio. Os concretos foram submetidos a ciclos de imersão e secagem e, ao final, sua resistência à compressão foi medida. Os concretos com 5% de resíduo apresentaram os melhores resultados quanto ao desempenho mecânico, com valores acima dos concretos de referência, para todas as relações a/c. Nos concretos agredidos verificou-se uma microfissuração superficial típica do ataque por sulfatos, além da constatação do consumo de hidróxido de cálcio e possível presença de etringita, através do EDS. No entanto, os resultados indicam o efeito positivo do uso do RBRO na resistência ao ataque de sulfatos em teores de 5% de adição.
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Contribuição ao estudo do comportamento de concretos produzidos com resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente em relação aos aspectos mecânicos e de durabilidade.

Contribuição ao estudo do comportamento de concretos produzidos com resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente em relação aos aspectos mecânicos e de durabilidade.

O Brasil é um grande produtor de rochas ornamentais, tendo como principal estado produtor o Espírito Santo. No processo de beneficiamento das rochas cerca de 30% do volume total do bloco se transforma em resíduo. Muitos trabalhos já utilizaram esse resíduo em matrizes cimentícias, aplicando-o como um material capaz de preencher parcialmente os poros da matriz cimentícia (efeito fíler). Porém, esses estudos vêm sendo desenvolvidos há duas décadas e até o presente momento a indústria da construção civil não absorveu o resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO), que continua a ser um passivo ambiental. Visando melhorar as propriedades desse material, o presente estudo tratou-o termicamente a 1200°C. O resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT) foi submetido a diversos ensaios de caracterização, dentre eles foram realizados ensaios para determinação da atividade pozolânica segundo a NBR 12653 (ABNT, 2015). Foram confeccionados concretos com 0%, 5% e 10% de adição do RBROTT com o objetivo de avaliar a influência dessa adição sobre a resistência mecânica dos concretos e também avaliar a durabilidade dos mesmos, tendo como foco a penetração de íons cloreto.
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Análise da incorporação do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente na composição do cimento Portland

Análise da incorporação do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente na composição do cimento Portland

No Brasil, em especial no estado do Espirito Santo, a mineração de rochas ornamentais atinge uma das principais atividades econômicas, gerando toneladas de resíduos provenientes deste processo de beneficiamento. Este trabalho teve como objetivo avaliar o potencial do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente como material de substituição parcial na produção do cimento Portland. Para análise das propriedades do Cimento Portland composto produzido, neste trabalho chamado de CP II R, foram realizados os ensaios de finura, superfície específica, expansibilidade, tempo de pega, resistência mecânica e análises químicas, normatizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, e ensaios complementares de microscopia e microestrutura. Os teores de substituição do resíduo foram de 6%, 10% e 14% em massa de clínquer, tendo como referenciais as misturas de 0% e o CP II Z-32 comercializado. Os cimentos CP II R em todos os teores de incorporação do resíduo apresentaram valores que atenderam aos critérios da norma viabilizando o uso do RBRO TT na composição do
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Contribuição ao estudo reológico de pastas cimentícias com adição de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

Contribuição ao estudo reológico de pastas cimentícias com adição de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

 A viscosidade aparente, que aponta o acréscimo de tensão que deve ser imposta para produzir uma determinada taxa de cisalhamento. A viscosidade aparente se associa, na prática, às capacidades de aplicação, bombeamento, segregação do material e acabamento, facilitando a distinção entre um concreto trabalhável de um que apresenta um comportamento “pegajoso”, com dificuldades para bombear e apresentando vazios na superfície do elemento estrutural quando a forma é retirada (CASTRO et al., 2011). Apesar do número cada vez crescente de estudos que visam incorporar o resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais, observa-se que a maior parte dessas pesquisas foca na análise do comportamento mecânico do concreto. O estudo do comportamento reológico com adição destes rejeitos ainda é incipiente.
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Concretos com substituição parcial do cimento pelo resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais: análise quanto à ação de íons cloreto.

Concretos com substituição parcial do cimento pelo resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais: análise quanto à ação de íons cloreto.

expressivo no meio ambiente. A partir destes conceitos, este trabalho avaliou a influência da substituição parcial do cimento Portland pelo resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) na resistência à compressão do concreto, absorção por capilaridade, absorção por imersão e penetração de íons cloreto em ambiente natural nas cidades de Pelotas e Rio Grande. Além disso, foi investigada a penetração de íons cloreto em ambiente de laboratório. Utilizou-se o RBRO proveniente de uma empresa beneficiadora de mármores e granitos localizada na região sul do Rio Grande do Sul. O resíduo foi caracterizado mineralogicamente por ensaios de difração de raios X (DRX), fluorescência de raios X (EDX) e fisicamente por ensaios de granulometria à laser e massa específica. Adotou-se um traço de concreto de referência produzido com cimento CP V-ARI, a partir da dosagem pelo Método IPT/EPUSP. O resíduo foi utilizado em proporções de 5%, 7,5%, 10% e 12,5% de substituição em massa ao cimento. Os resultados tratados por análise estatística indicam a possibilidade de substituir até 7,5% do cimento pelo RBRO, atendendo simultaneamente os critérios de resistência à compressão, absorção de água e penetração de íons cloreto, gerando um concreto com resistência adequada às normas brasileiras e com potencial possibilidade de uso estrutural. Nesse teor de substituição houve um aumento da resistência mecânica, diminuição da permeabilidade e uma menor penetração de íons cloreto, devido ao processo de refinamento dos poros promovido pelo RBRO.
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Utilização do Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) em substituição à argila em argamassas

Utilização do Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) em substituição à argila em argamassas

Para os resultados de resistência à compressão axial e de resistência à tração na flexão encontrados, observou-se que o traço de argamassa T75, que substitui 75% de argila por Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais, apresentou os melhores resultados. A massa volúmica, a absorção por imersão e o índice de vazios não apresentaram diferenças entre o traço de referência e os traços estudados não havendo, portanto, influência nestas propriedades com a substituição de argila por Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais.
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Investigação de potencialidade pozolânica do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais após tratamento térmico para produção de pasta cimentícia

Investigação de potencialidade pozolânica do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais após tratamento térmico para produção de pasta cimentícia

Esta dissertação investiga a potencialidade de utilização do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais após tratamento térmico como adição mineral de características pozolânicas em pastas cimentícias. O resíduo foi moído e peneirado após o tratamento térmico a 1.200 ºC, passando a denominar-se RBROTT. O RBROTT foi avaliado seguindo parâmetros estipulados pela NBR 12.653 (ABNT, 2014) e utilizado para a produção de pastas cimentícias em diferentes percentuais. Foram analisados a composição química do RBROTT por fluorescência de raios X, sua mineralogia por difração de raios X, sua microestrutura por imagens originadas por microscópio eletrônico de varredura com espectrômetro de raios X acoplado, sua superfície específica pelo método de Blaine, sua finura por meio das peneiras de 75  m e 45  m e seu índice de atividade pozolânica com a cal, com o cimento Portland, pelo método de Luxán e pelo método de Fratini. As pastas cimentícias produzidas foram submetidas a análises microestruturais a partir de imagens capturadas com auxílio de microscópio eletrônico de varredura. Os resultados indicam que o RBROTT possui capacidade pozolânica quando utilizado na produção de pastas cimentícias, sendo capaz de proporcionar ao produto final uma microestrutura mais densa, devido às reações pozolânicas e ao efeito fíler. O RBROTT foi utilizado como adição mineral em 5% e 10%, e os melhores desempenhos foram obtidos com a adição de 5% de RBROTT em relação à massa de cimento Portland em pastas cimentícias.
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Avaliação do ciclo de vida da utilização do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais em materiais de construção civil à base de cimento.

Avaliação do ciclo de vida da utilização do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais em materiais de construção civil à base de cimento.

Estudos técnicos laboratoriais demonstram a viabilidade da utilização do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) para a fabricação de materiais de construção civil. Porém, referente ao aspecto ambiental, ainda há necessidade de justificar seu uso por uma ótica adequada. Portanto, este estudo apresenta a avaliação do ciclo de vida (ACV) do uso do RBRO para produção de materiais de construção civil à base de cimento, visando avaliar a influência do RBRO nos indicadores de impactos ambientais. Ao todo, 127 traços de materiais são analisados, como argamassas, concretos, blocos de vedação e pavimentação. Os impactos do processo de secagem e logística do RBRO são apresentados, bem como de sua queima para produção do resíduo tratado termicamente (RBROTT). O RBRO apresenta-se como uma boa alternativa para redução de impacto ambiental no estado do Espírito Santo (ES), substituindo o fíler calcário, a areia ou pó de pedra. Ele possui potencial para ser utilizado como substituição parcial ao cimento e apresentou resultados satisfatórios quando utilizado em altos teores (acima de 50%) na produção de argamassas de revestimento, assentamento e de concreto autoadensável. Os resultados também mostram que alternativas de secagem artificial implicam em um grande aumento do impacto, e que a queima produz um material (RBROTT) com característica vítrea, possível pozolana, com impacto similar ao do cimento CP II-E. Para produção dos traços, a substituição do cimento foi a abordagem mais comumente utilizada, causando reduções dos indicadores de impacto ambiental de 7,7 a 9,0% a cada 10% de RBRO.
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Avaliação de desempenho mecânico e de durabilidade em concretos produzidos com resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT)

Avaliação de desempenho mecânico e de durabilidade em concretos produzidos com resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT)

A produção mundial de rochas ornamentais no ano de 2014 foi de 136,5 milhões de toneladas. Considerando que cerca de 25% dos blocos são transformados em resíduo devido ao processo de beneficiamento, estima-se que aproximadamente 35 milhões de toneladas de resíduo foram gerados. Caracterizado como um material não-reativo, o resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) atua apenas como um fíler dentro de matrizes cimentícias. Porém, após passar por tratamento térmico a 1200ºC, ele passa a se tornar um material vítreo, que quando finamente moído apresenta características de um material pozolânico. Portanto, o resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT) passa a ser reativo, combinando-se quimicamente com compostos hidratados da pasta de cimento. Com o intuito de avaliar características de durabilidade em concretos de alto desempenho, foram produzidos concretos adicionando 10, 15 e 20% de RBROTT em relação à massa de cimento e concretos substituindo parcialmente o cimento pelo RBROTT nos teores 10, 15 e 20%. Foi avaliada a influência do RBROTT na trabalhabilidade, resistência à compressão, absorção de água e também na proteção contra a corrosão das armaduras. A utilização do RBROTT se mostrou eficiente tanto na adição como na substituição do cimento, aumentando a resistência à compressão em até 46%, reduzindo a absorção em 39% e aumentando a proteção contra a corrosão em até 90%. Os concretos com melhor desempenho foram os com adição de 20% de RBROTT e substituição de 20%.
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Aproveitamento do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e de escória moída de aciaria como fíler em pavimentos de concreto asfáltico.

Aproveitamento do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e de escória moída de aciaria como fíler em pavimentos de concreto asfáltico.

O Estado do Espírito Santo tem o maior complexo de pelotização de minério de ferro do mundo e é o maior produtor nacional de placas de aço. É, além disso, o maior exportador de mármore e granito da América Latina. O estado lidera a extração nacional de mármore e granito ornamentais, sendo responsável por 39% das exportações brasileiras de rochas ornamentais e por 50% de placas de mármore beneficiadas. Em contrapartida, o estado produz um grande volume de rejeitos industrial tais como escória de aciaria e resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais. Muitos trabalhos científicos têm estudado formas de empregar estes rejeitos na pavimentação. Diante do exposto, este trabalho visa contribuir nesta temática avaliando o comportamento mecânico e as propriedades de adesividade dos concretos asfálticos produzidos com a incorporação de Resíduos de Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) e de Escória Moída de Aciaria (EMA) como fíler. Um total de 11 misturas foram estudadas, variando-se entre elas o percentual e o tipo de resíduo adicionado. Por meio da metodologia Marshall, determinou-se o teor de ligante de projeto das misturas em estudo. Para caracterização mecânica das misturas foram realizados ensaios de estabilidade e fluência Marshall e resistência à tração por compressão diametral. As propriedades de adesividade das misturas asfálticas foram avaliadas pelos ensaios de desgaste Cântabro e dano por umidade (Ensaio de Lottman Modificado). Os resultados mostram que a adição dos resíduos como fíler em concreto asfáltico mantem tanto os parâmetros volumétricos como o comportamento mecânico das misturas com utilização dos resíduos industriais praticamente inalterados quando comparados à mistura de referência e que atendem aos requisitos das especificações vigentes do DNIT. Conclui-se, portanto, que a utilização de resíduos industriais em misturas asfálticas se apresenta como uma alternativa promissora para reaproveitamento dos rejeitos estudados.
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Ladrilho hidráulico piso tátil com adição de resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais.

Ladrilho hidráulico piso tátil com adição de resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais.

Foi feito o estudo do empacotamento de grãos na camada inferior do ladrilho hidráulico piso tátil por meio da análise granulométrica da areia e do resíduo, pois o resíduo por apresentar partículas menores do que as presentes na areia utilizada, deve melhorar o empacotamento dos grãos na mistura, o que foi constatado por Neville (1997) [46]. O modelo aplicado foi o de ALFRED descrito em Oliveira et al. (2000) [44]. O cálculo de CPFT (Equação 1), que consiste em estabelecer uma porcentagem acumulada de partícu- las menores que um determinado tamanho (D p ), foi realizado com
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Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias

Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias

O Brasil ocupa posição de destaque na produção mundial de rochas ornamentais, de forma que este setor contribui de forma positiva para o desenvolvimento econômico do país. Em contrapartia, o processo de beneficiamento de rochas ornamentais gera um volume significativo de resíduo, principalmente na etapa do beneficiamento, com a transformação dos blocos em chapas. O desdobramento dos blocos de rocha pode ser feito usando teares tradicionais, (que usam lâminas metálicas regadas por uma polpa abrasiva composta de água, cal, pó de rocha e granalha de aço) ou usando teares multifios (onde fios diamantados cortam os blocos com aspersão de água). A lama gerada nestes dois processos de desdobramento é separada em duas categorias, tais como resíduo com granalha e resíduo sem granalha de aço, sendo somado a este último o resíduo de polimento que são destinados a aterros, demandando métodos de reciclagem dado seu impacto ambiental.
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DISSERTAÇÃO Genotoxicidade e modificações anatômicas radiculares em Allium cepa L. (Amaryllidaceae) provocadas pelo efluente do beneficiamento de rochas ornamentais

DISSERTAÇÃO Genotoxicidade e modificações anatômicas radiculares em Allium cepa L. (Amaryllidaceae) provocadas pelo efluente do beneficiamento de rochas ornamentais

(resíduo na forma bruta, não diluído) (v/v). Para controle positivo usou-se o agente indutor de danos no DNA, metilmetanosulfonato (MMS) na concentração 4x10 -4 M (LEME; MARIN-MORALES, 2008), totalizando oito tratamentos com cinco repetições. Antes da exposição aos tratamentos, todos os bulbos foram desbastados na região do prato com lâminas de aço para possibilitar o estudo do crescimento das raízes quando expostas aos tratamentos. Em seguida, dez bulbos foram dispostos em uma prancha de isopor perfurada (dimensões 15 cm x 20 cm) sobre bandejas que continham 2L da amostra do efluente do polimento nas diferentes concentrações. Devido à evaporação, o volume do efluente nas respectivas concentrações foi reposto diariamente, objetivando a manutenção das raízes mergulhadas durante todo período experimental. Após 20 dias de exposição, as raízes foram coletadas com auxílio de uma tesoura. .
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Metodologia de avaliação das práticas de gerenciamento ambiental dos resíduos de empresas de beneficiamento de rochas ornamentais.

Metodologia de avaliação das práticas de gerenciamento ambiental dos resíduos de empresas de beneficiamento de rochas ornamentais.

O Espírito Santo ocupa o primeiro lugar no Brasil quanto à extração e ao beneficiamento de rochas ornamentais. Paralelamente aos benefícios econômicos, o estado enfrenta problemas com a geração e a disposição final dos resíduos gerados. Dentre os resíduos gerados pelo beneficiamento de rochas ornamentais destacam- se as lamas de desdobramento e polimento, os cacos, os casqueiros, as pastilhas de polimento, dentre outros; sendo a lama o resíduo gerado em maior quantidade. Para atender às exigências dos órgãos de controle ambiental, do mercado e da sociedade organizada, as empresas vêm se amoldando aos princípios da sustentabilidade ambiental aplicada ao gerenciamento de seus resíduos. A presente dissertação descreve uma coleta de dados bibliográficos, documentais e de campo que possibilitam o conhecimento das reais ações de gerenciamento realizadas pelas empresas. Desenvolve um método de avaliação do gerenciamento de resíduos nas empresas baseado em práticas sustentáveis de gerenciamento ambiental de referência selecionadas durante a pesquisa. O método foi aplicado a 14 serrarias e 10 marmorarias tendo um resultado de 50% das marmorarias e 57% das serrarias classificadas como sustentáveis, demonstrando que as empresas de beneficiamento de rochas ornamentais no Espírito Santo já buscam adaptar o gerenciamento de seus resíduos aos princípios da sustentabilidade ambiental. Porém, de um modo geral, o setor ainda está em processo de adaptação para esta realidade, necessitando assim que as práticas sustentáveis de gerenciamento ambiental dos resíduos sejam difundidas nas demais empresas do setor.
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Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias.

Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias.

O setor de rochas ornamentais produz volume signiicativo de resíduo durante a serragem dos blocos e demanda encontrar formas de reciclagem, dado seu impacto ambiental. Considerando as possibilidades de utilização de subprodutos industriais como adições minerais, visando o desen- volvimento sustentável na construção civil, este artigo tem por objetivo estudar o desempenho da lama do beneiciamento de rochas ornamentais após tratamento térmico e moagem, baseando-se no seu potencial de aplicação como substituto parcial do cimento. O resíduo foi caracterizado, fundido e moído para produção de material vítreo. Analisou-se o desempenho mecânico e a atividade pozolânica com substituição parcial do cimento pelo resíduo na condição natural e após tratamento térmico em argamassas para comparação. Os resultados foram promissores, tendo sido possível veriicar que após tratamento térmico, o resíduo tratado se apresentou como um material com características de pozolanicidade. Palavras-chave: tratamento térmico, pozolanicidade, lama, resíduos, rochas ornamentais.
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Estudo dos efluentes e resíduos sólidos inorgânicos de uma Indústria de Beneficiamento de Rochas Ornamentais em Santo Antônio de Pádua – RJ

Estudo dos efluentes e resíduos sólidos inorgânicos de uma Indústria de Beneficiamento de Rochas Ornamentais em Santo Antônio de Pádua – RJ

Houve estudos para a utilização do resíduo sólidos dos efluentes das serrarias de Santo Antônio de Pádua em tijolos para fins estruturais e de bloquetes para calçamento de ruas e calçadas, em argamassas e também, na fabricação de cerâmica vermelha e na formulação de borracha. A utilização em tijolos já é uma realidade; para argamassas mostrou-se bastante eficiente, porém a granulometria é um dos fatores limitantes; com a cerâmica vermelha obteve- se resultados positivos, diminuindo cerca de 25% de perda ao fogo e diminuindo a retração linear; a borracha já não foi satisfatório a incorporação do resíduo, tendo como consequência a diminuição da resistência a tração (Carvalho et al., 2003).
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Incorporação dos resíduos provenientes do beneficiamento de rochas ornamentais na produção de areia sanitária

Incorporação dos resíduos provenientes do beneficiamento de rochas ornamentais na produção de areia sanitária

Para a fabricação da areia sanitária estudada foi utilizado resíduo do desdobramento de granito proveniente de uma das indústrias situadas na cidade de Campina Grande - PB. A lama abrasiva que se forma no desdobramento dos blocos, em forma de polpa, após passar pelo filtro prensa da estação de tratamento de efluente – ETE da empresa, foi exposta ao ar em temperatura ambiente para secagem natural durante 7 dias. Uma vez seco o material, já de fácil desagregação, foi peneirado por vias secas em peneira ABNT nº 80. O resíduo pronto para o uso apresentou cor acinzentada e textura fina. Recolheram-se amostras do resíduo nas empresas de beneficiamento de rochas ornamentais conforme a NBR 10007. Estes testes foram realizados em triplicata para cada ensaio e no laboratório da UEPB na cidade de Campina Grande/PB.
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Argamassa de cimento Portland com diferentes teores de substituição da areia por resíduo de rochas ornamentais.

Argamassa de cimento Portland com diferentes teores de substituição da areia por resíduo de rochas ornamentais.

RESUMO: Na indústria da construção civil são empregados diversos recursos naturais, dos quais são responsáveis por geração de resíduos. Durante o processo de beneficiamento de rochas ornamentais são gerados toneladas de resíduos geralmente depositados na natureza, provocando diversos impactos ambientais. Diante disto, este trabalho objetivou avaliar a substituição da areia natural por resíduo de rochas ornamentais nos teores de 10, 20, 30%. Na formulação de argamassas de revestimento Adotou-se o traço de 1:4, em massa (cimento Portland: agregado miúdo), sendo empregado o cimento Portland CP II-F 32, com fator água/cimento entre (0,65 e 0,95). As argamassas foram analisadas, no estado endurecido por meio de ensaios de resistência à compressão, absorção por imersão e absorção por capilaridade sendo também avaliada a atividade Pozolânica do resíduo. A caracterização do resíduo de rochas ornamentais demostrou que o resíduo possui uma quantidade de finos o que acarretou a diminuição na resistência e aumento na absorção de água. Com relação ao ensaio de atividade Pozolânica, observou-se que o resíduo de rochas ornamentais apresentou os valores mínimos exigidos pela normalização brasileira para ser considerada uma pozolana. PALAVRAS-CHAVE: lama abrasiva, reutilização, sustentabilidade ambiental.
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Beneficiamento de rochas ornamentais: análise das possibilidades de reuso dos resíduos em unidades especializadas na região metropolitana de Salvador

Beneficiamento de rochas ornamentais: análise das possibilidades de reuso dos resíduos em unidades especializadas na região metropolitana de Salvador

Preliminarmente gostaria de destacar que o desenvolvimento desta pesquisa tem como sugestão o reaproveitamento destes resíduos, pois existe uma viabilidade econômica no reaproveitamento do pó e/ou fragmentos das rochas ornamentais visando assim à produção de matérias como tijolos cerâmicos, peças cerâmicas e concretas, produção de argamassas, telhas, vidro, agricultura, muros de contenção de taludes, meio-fio, pavimentação e dentre outros produtos. No entanto, este tipo de exploração dos resíduos para serem concretizados deve existir adaptações na legislação que visem a destinação deste resíduo a um modelo de negócio específicos no qual utilizem práticas para reaproveitarem deste material, outra possibilidade de sugestão a ser oferecida é focada na possibilidade e facilidade econômica das empresas ou órgão de pesquisa tecnológica para conquistar tecnologias e até mesmo produzir equipamentos que visem o reaproveitamento.
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