Revascularização miocárdica

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Fatores de risco no desenvolvimento de insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com CEC.

Fatores de risco no desenvolvimento de insuficiência renal aguda após cirurgia de revascularização miocárdica com CEC.

Deve-se ressaltar que a média do tempo de CEC no presente trabalho foi baixa (56,08 minutos) em relação aos demais estudos, embora alguns trabalhos tenham incluído outras modalidades de cirurgia cardíaca, além da revascularização miocárdica. Apenas um dos trabalhos analisados [6], que avaliou somente cirurgias de revascularização do miocárdio, forneceu dados sobre o tempo de duração da CEC, cuja média foi de 70,3 minutos. No presente estudo, guardadas suas limitações, em função de se tratar de um estudo clínico, com análise de múltiplos fatores, pode-se concluir que a CEC não determinou impacto na ocorrência de IRA no pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, provavelmente pelo baixo tempo médio de CEC no grupo estudado, o que também proporcionou baixa morbi-mortalidade e melhor evolução da função renal pós-operatória destes pacientes. O IMC aumentado se mostrou como fator de risco para o desenvolvimento de IRA, além do uso de drogas inotrópicas ou vasoconstritoras, em pacientes mais graves, que apresentaram disfunção ventricular. Todas as outras variáveis estudadas não se apresentaram como fator de risco na ocorrência de IRA para este grupo.
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Miniesternotomia na cirurgia de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea.

Miniesternotomia na cirurgia de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea.

Nesta série foram estudados, retrospectivamente, 14 pacientes consecutivos, com lesão única de artéria descendente anterior confirmada por estudo cinecoronariográfico, que foram submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica por miniesternotomia. O enxerto de ATIE foi anastomosado à ADA em todos os pacientes. Nove pacientes eram do sexo masculino e cinco do sexo feminino, a idade variou entre 35 e 69 anos, com média de 56,7±10,1 anos. As co-morbidades associadas foram: infarto do miocárdio prévio em oito (57,1%) pacientes, diabetes mellitus em quatro (28,5%), hepatopatia crônica em um
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Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea.

Influência da estimulação biatrial temporária externa na prevenção da fibrilação atrial no pós-operatório de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea.

Métodos: Em uma casuística de 98 pacientes não-consecutivos, submetidos a revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea, foram implantados respectivamente dois eletrodos temporários em átrio direito e em átrio esquerdo e conectados a cada par de saída atrial do marcapasso, além dos eletrodos implantados no ventrículo direito. Foram randomizados dois grupos (controle: 49 pacientes sem a estimulação biatrial; terapêutico: 49 pacientes com a estimulação biatrial). As variáveis de interesse foram: fibrilação atrial (presença ou não), tempo de hospitalização.
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Relação entre o uso de inibidor da enzima conversora de angiotensina e desfechos no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica

Relação entre o uso de inibidor da enzima conversora de angiotensina e desfechos no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica

A cirurgia de revascularização miocárdica (CRM), procedimento invasivo de alta complexidade utilizado no tratamento de pacientes com DAC, promove o alívio dos sintomas, melhora a tolerância ao exercício e aumenta a sobrevida nos casos mais graves 7 . Com o tempo, contudo, esses pacientes podem apresentar progressão da aterosclerose tanto nas artérias nativas quanto nos enxertos, dado que a cirurgia exerce apenas ação mecânica de desvio das placas de ateroma, não atuando nos fatores etiopatogênicos da doença. Portanto a implementação de ações preventivas dirigidas para o controle de fatores de risco (FR) relacionados ao desenvolvimento de DAC pode não somente evitar novos eventos isquêmicos agudos, como promover a regressão de placas já existentes 8,9 .
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Análise dos valores SUS para a revascularização miocárdica percutânea completa em multiarteriais.

Análise dos valores SUS para a revascularização miocárdica percutânea completa em multiarteriais.

Foram critérios de inclusão: ser elegível para a revascularização miocárdica percutânea ou cirúrgica; ser portador de angina estável ou síndrome coronariana aguda (angina instável ou infarto agudo do miocárdio) com múltiplas lesões obstrutivas coronarianas; ter lesões de novo potencialmente adequadas para o implante de stent, localizadas em artéria coronária principal ou ramo secundário; e fornecer consentimento por escrito, após ter sido informado sobre a natureza do estudo.

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Revascularização miocárdica com circulação extracorpórea: aspectos bioquímicos, hormonais e celulares.

Revascularização miocárdica com circulação extracorpórea: aspectos bioquímicos, hormonais e celulares.

Após aprovação pelo comitê de ética da Universidade Federal de São Paulo, em consoante à Declaração de Helsinki, 18 pacientes, 13 (72%) do sexo masculino e cinco (28%) do sexo feminino, foram submetidos à revascularização miocárdica com utilização de CEC (bomba propulsora do tipo rolete), em caráter eletivo. Estes pacientes foram operados pela mesma equipe cirúrgica, utilizando canulação aórtica e atrial direita, hipotermia leve e cardioplegia sanguínea. A média de idade dos pacientes foi de 57,8 anos e a duração média de CEC, 80,3 minutos. A seleção dos pacientes para revascularização miocárdica com CEC baseou-se no número de enxertos e necessidade de revascularização da parede lateral do ventrículo esquerdo. Os critérios de exclusão foram: presença de endocrinopatias, sinais clínicos e/ou laboratoriais de infecção, doenças inflamatórias sistêmicas, sinais clínicos e/ou laboratoriais de desnutrição, insuficiência coronária aguda e insuficiência renal crônica (creatinina sérica > 2mg/ dL). Dosagens bioquímicas (proteínas totais, albumina), hormonais (T3 total – triiodotironina, T3 livre, T4 total – tiroxina, T4 livre, TSH – hormônio tireo-estimulante) e celulares (leucócitos totais, neutrófilos e plaquetas) foram realizadas, por meio da coleta de amostras de sangue venoso periférico, nos seguintes momentos: pré-operatório (24 horas antes do procedimento), logo após saída de CEC, 24 e 48 horas de pós-operatório.
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Revascularização miocárdica de urgência após complicação de angioplastia transluminal coronária: abordagem cirúrgica atual.

Revascularização miocárdica de urgência após complicação de angioplastia transluminal coronária: abordagem cirúrgica atual.

- Revascularização miocárdica de urgência após complicação de angioplastia transluminal coronária : abordagem cirúrgica atual.. RESUMO: Entre julho de 1981 e fevereiro de [r]

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Avaliação carotídea em doentes submetidos a revascularização miocárdica.

Avaliação carotídea em doentes submetidos a revascularização miocárdica.

RESUMO: Objetivo: Como a doença carotídea é a principal causa isolada de acidente vascular cerebral de origem tromboembólica, acredita-se ser imprescindível o seu diagnóstico precoce. O presente estudo tem por objetivo realizá-lo, mantendo os conceitos de praticidade e viabilidade econômica, adequando-se às condições socioeconômicas desfavoráveis locais. Método: No período de 18 meses foram avaliados 50 doentes, sendo 35 homens e 15 mulheres, com média de idade de 67,2 anos. Todos apresentavam indicação de revascularização miocárdica, considerados coronariopatas graves. Avaliou-se a incidência e o grau de estenose carotídea com base no mapeamento dúplex. Da mesma forma, foi avaliada a relação com possíveis fatores de risco: diabetes melito, hipertensão arterial sistêmica, tabagismo, sintomatologia neurológica focal prévia, doença arterial tron- cular dos membros inferiores e presença de sopro carotídeo. Resultados: A incidência de estenose carotídea hemodinamicamente significativa (>50%) foi de 48%, e crítica (>70%) de 32%. Mostraram-se fatores de risco estatisticamente significativos, antecedentes de diabetes melito, sintomatologia neurológica focal prévia, pre- sença de sopro carotídeo e presença de alterações arteriais tronculares dos membros inferiores. Conclusão: Concluiu-se que no grupo estudado houve aumento significativo de risco para estenose carotídea hemodinami- camente significativa e crítica, em relação à população geral. Desta forma, justifica-se o rastreamento ultra- sonográfico para doença carotídea em doentes coronariopatas, principalmente quando os fatores de risco signi- ficativos se fizerem presentes.
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Morbimortalidade em octogenários submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica.

Morbimortalidade em octogenários submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica.

A artéria torácica interna (ATI) é o melhor enxerto para revascularização miocárdica em termos de patência a longo prazo, livre recorrência de angina e de eventos cardíacos tardios. Devido ao aparente benefício da utilização da ATI ter sido mais enfatizado quanto aos resultados tardios de patência e sobrevida, muitos cirurgiões evitavam seu uso em pacientes idosos, assumindo não estar acrescentando substancial benefício a essa população 19 . No Brasil, a

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Revascularização miocárdica e restauração ventricular por meio da pacopexia.

Revascularização miocárdica e restauração ventricular por meio da pacopexia.

O objetivo deste trabalho é analisar o desempenho ventricular esquerdo após revascularização miocárdica associada à restauração da geometria ventricular pela “pacopexia”, em pacientes portadores de miocardiopatia isquêmica com significativa disfunção ventricular, nos quais a restauração ventricular foi conseguida com técnica especial. O desempenho ventricular esquerdo foi analisado por meio de dados clínicos e ecocardiográficos verificando-se a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), seus diâmetros cavitários e o volume sistólico.

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Avaliação da deglutição de idosos com indicação de revascularização miocárdica.

Avaliação da deglutição de idosos com indicação de revascularização miocárdica.

Tema: avaliação da deglutição de idosos com doença coronária e indicação de cirurgia cardíaca. Objetivo: identificar as características da deglutição de idosos indicados à cirurgia de Revascularização Miocárdica (RM), utilizando um protocolo de avaliação composto por um teste de deglutição água, ausculta cervical e registros da oximetria de pulso. Método: foi utilizado o Protocolo de Avaliação do Risco de Disfagia por Teste Combinado de Deglutição e Monitorização dos Sinais Vitais (PADTC), contendo o registro da FC e SpO 2 (frequência cardíaca e saturação de oxigênio), um teste de deglutição de água com 1, 3, 5, 10, 15 e 20ml, medida da frequência respiratória e ausculta cervical. O estetoscópio eletrônico propiciou a análise do número, tempo de resposta e classificação do som da deglutição. No Grupo de Pesquisa (GP) foram incluídos idosos cardiopatas com indicação de RM. No Grupo Controle (GC) foram incluídos idosos saudáveis. Resultados: foram avaliados 38 idosos no GP, com média de idade de 68 anos. No GC foram avaliados 30 idosos, com idade média de 70 anos. Houve diferença significativa no tempo de resposta da deglutição nos cardiopatas com FC abaixo de 60, sendo mais curto em 3ml, 10ml, 15ml e 20ml. A FC permaneceu mais baixa nos cardiopatas. Não houve diferença significativa nos outros parâmetros, ou seja, os dois grupos foram semelhantes. Conclusão: os idosos cardiopatas apresentaram diferença na função de deglutição em relação aos idosos saudáveis. Os cardiopatas apresentam alterações da coordenação temporal entre respiração e deglutição, revelando risco para a disfagia.
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Valor prognóstico do índice de performance miocárdica no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica.

Valor prognóstico do índice de performance miocárdica no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica.

comprova a eficácia do IPM como preditor de mortalidade em pacientes pós IAM. Dos 799 pacientes, 197 morreram durante o seguimento de 34 meses, sendo que 66 deles tinham FE normal e IPM alterado, em contraste com apenas 19 mortes entre os pacientes com IPM normal (<0,46). O estudo demonstrou o IPM como melhor preditor independente, superior à função sistólica isolada na avaliação prognóstica do IAM. Os infartos descritos nesses estudos eram de extensão maior do que os observados no pós-operatório de revascularização miocárdica que ocorreu em 8,8% dos integrantes de nossa casuística, sem comprometimento grave da função sistólica.
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Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise.

Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise.

A cirurgia de revascularização miocárdica com CEC, das duas técnicas cirúrgicas estudadas, é a mais antiga e a mais utilizada na prática clínica atual, e os avanços tecnológicos e cirúrgicos têm permitido que esse procedimento se apresente com baixíssima mortalidade e morbidade, havendo excelentes resultados. Por outro lado, a cirurgia de revascularização sem CEC, técnica mais recente, apresenta benefícios comparativos, na medida em que mantém excelentes resultados, mas com taxas de mortalidade, morbidade e complicações potencialmente menores, bem como com menores custos. Esses aspectos foram bem ilustrados na presente metanálise dos estudos randomizados disponíveis, demonstrando que a SCEC está associada à menor taxa de mortalidade e ao menor risco de ocorrência de AVC. Contudo, essa aparente superioridade clínica da SCEC em comparação à CEC na cirurgia de revascularização
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EuroSCORE e mortalidade em cirurgia de revascularização miocárdica no Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco.

EuroSCORE e mortalidade em cirurgia de revascularização miocárdica no Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco.

A taxa de mortalidade de 13% no período intra-hospitalar no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica observada no PROCAPE é considerada alta. Um aspecto importante é o fato de estarmos estudando uma população operada em instituição pública. Moraes et al. [17] realizaram estudo envolvendo 752 pacientes submetidos à CRM em instituição privada, evidenciando mortalidade de 1,7%. Por outro lado, Oliveira et al. [20] publicaram recentemente trabalho envolvendo hospitais públicos e evidenciaram letalidade intra-hospitalar variando de 7% a 14,3%. Outro recente trabalho [18], envolvendo 600 pacientes de hospitais públicos submetidos à CRM, evidenciou taxa de letalidade na fase intra-hospitalar de 12,2%. Ao que parece, há alguma influência do fator institucional (privado versus público), no qual tem se observado que a mortalidade intra-hospitalar das instituições públicas é maior que a mortalidade intra- hospitalar das instituições privadas. Isso talvez esteja relacionado à provável diferença existente entre a população assistida pelas instituições privadas (população que tem melhor acesso aos serviços de saúde básicos e de maior complexidade) e a população que é assistida pelas instituições públicas (população que tem acesso restrito aos serviços de saúde básicos e acesso mais restrito ainda aos serviços de alta tecnologia). Outro aspecto que deve influenciar a dicotomia institucional (privado versus público) é a diferença da disponibilidade de recursos que deve certamente haver entre os dois tipos de instituição.
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Colchicina para Redução de Fibrilação Atrial em Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica.

Colchicina para Redução de Fibrilação Atrial em Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica.

Entre maio de 2012 e novembro de 2013, 140 pacientes submetidos a cirurgia de revascularização miocárdica foram randomizados para compor dois grupos: o grupo controle, que não recebeu a medicação do estudo; e o grupo terapêutico, medicado com colchicina. Para os pacientes alocados no grupo terapêutico, a colchicina foi prescrita na dose de 1 mg via oral, duas vezes ao dia, durante o pré-operatório (iniciada 24 horas antes da cirurgia), seguida de 0,5 mg via oral ou via sonda nasogástrica, duas vezes ao dia, até o momento da alta hospitalar. Caso o paciente fosse internado somente 12 horas antes do procedimento cirúrgico, era administrada colchicina 1 mg via oral em dose única na noite anterior à cirurgia. Não houve nenhuma interferência na conduta clínica e nos medicamentos rotineiramente empregados nos pacientes em ambos os grupos.
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Alta dose de amiodarona em curto período reduz incidência de fibrilação atrial e flutter atrial no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica.

Alta dose de amiodarona em curto período reduz incidência de fibrilação atrial e flutter atrial no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica.

Os resultados deste estudo para prevenção de fibrilação atrial ou flutter atrial no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica, com a administração de amiodarona oral na dose de 600mg administrada três vezes ao dia, iniciada no mínimo 30 horas e no máximo 56 horas antes da cirurgia, mostrou redução na incidência de fibrilação ou flutter atrial, embora o tempo de internação hospitalar não tenha sido significativamente reduzido. Portanto, acreditamos que o uso desta nova estratégia, com amiodarona 1.800mg/dia no pré-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica, é bem tolerado e apresenta- se como uma alternativa atraente para a prevenção de taquiarritmias supraventriculares em pacientes candidatos a cirurgia de revascularização miocárdica.
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Toracotomia esquerda para reoperação de revascularização miocárdica.

Toracotomia esquerda para reoperação de revascularização miocárdica.

A julgar pelo número de publicações existentes, parece que a técnica de revascularização miocárdica através de toracotomia esquerda não tem sido muito empregada, apesar de sua inequívoca utilidade em alguns casos, haja vista esse procedimento poder diminuir os riscos da resternotomia e dissecção do coração, tais como hemorragia, lesão de enxerto de ATI e embolização por manipulação de pontes de safena. Incluem-se, entre eventuais candidatos a essa opção técnica, pacientes com enxertos pérvios, de ATI ou de safena, para as AIA e artéria coronária direita e que necessitam de revascularização da artéria circunflexa. Outras indicações seriam calcificação da aorta ascendente, osteomielite do esterno ou mediastinite na primeira operação, irradiação mediastinal, necessidade de concomitante cirurgia do pulmão esquerdo e prévia substituição da valva mitral, o que torna arriscada a rotação do coração para abordagem das artérias posteriores [3,4,6]. Na experiência da Cleveland Clinic [14], 2,5% dos candidatos à reoperação de revascularização miocárdica foram incluídos nessas indicações. Os nossos casos se enquadraram na indicação clássica: a) todos os oito pacientes tinham enxertos pérvios para a AIA, embora um deles exibisse estenose da anastomose, e outro, lesão do ramo diagonal da AIA; b) quatro doentes também apresentavam ponte pérvia para a artéria coronária direita; c) todos tinham lesão estenótica na artéria circunflexa, necessitando revascularização.
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Valor prognóstico da tomografia miocárdica de perfusão com radiofármacos ligados ao tecnécio-99m no acompanhamento de pacientes submetidos à primeira cirurgia de revascularização miocárdica.

Valor prognóstico da tomografia miocárdica de perfusão com radiofármacos ligados ao tecnécio-99m no acompanhamento de pacientes submetidos à primeira cirurgia de revascularização miocárdica.

O acompanhamento foi feito mediante contato com o paciente ou médico assistente. Consideraram-se, individual- mente, os seguintes eventos cardíacos terminais: morte car- díaca súbita ou não; infarto agudo do miocárdio; angina instável necessitando de internação hospitalar; angioplas- tia coronariana transluminal percutânea; nova cirurgia de revascularização miocárdica. Esses eventos foram categori- zados em dois subgrupos: “evento maior” (morte cardíaca, infarto agudo do miocárdio e angina instável) e “qualquer evento” (um evento maior ou um procedimento de revascu- larização miocárdica). Para fins de análise, apenas o primeiro evento foi considerado para cada paciente.
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Estenose carotídea e cirurgia de revascularização miocárdica.

Estenose carotídea e cirurgia de revascularização miocárdica.

Objetivo: Identiicar a prevalência de estenose carotídea (EC) e os possíveis preditores de mortalidade em indivíduos submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) eletiva. Métodos: Estudo de coorte que incluiu 393 candidatos à CRM. Todos os pacientes realizaram ultrassonograia com Doppler em cores de artérias carótidas antes da CRM e foram seguidos durante a internação quanto à morbidade e mor- talidade. A EC foi considerada clinicamente relevante quando ≥ 50%. Um p < 0,05 foi considerado signiicativo. Regressão logística foi realizada para deinir preditores independentes de mortalidade. Resultados: A prevalência de EC foi de 17,4%. Após regressão logística, EC ≥ 50% (p = 0,001) e insuiciência renal crônica (IRC) (p = 0,03) foram preditores, independentes de mortalidade. Conclusão: EC mostrou ter uma prevalência elevada na amostra estudada e, conjuntamente com a IRC, foi preditor, independente de mortalidade.
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Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea.

Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea.

Solicitou-se aos cirurgiões que realizassem o procedimento de revascularização de acordo com a melhor prática e segurança cirúrgica. Esse procedimento foi efetuado por cirurgiões experientes em ambas as técnicas, com e sem circulação extracorpórea. Nas cirurgias com CEC, foi administrada solução cardioplégica gelada para melhor proteção miocárdica. Nas cirurgias sem CEC, utilizou-se o estabilizador Octopus® (Medtronic, Inc. Minneapolis, MN), conforme descrito 13 . Em resumo, a parte distal dos dois braços

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