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Cartilha: saúde mental e direitos humanos

Cartilha: saúde mental e direitos humanos

Estruturado em sete partes – Saúde Mental e Direitos Humanos, Saúde Mental no Direito, Sistema de Atenção em Saúde Mental, Benefícios Destinados às Pessoas com Transtorno Mental, Saúde Mental nos Tribunais, Órgãos Responsáveis e Informações Úteis –, o livro apresenta um texto em linguagem clara, objetiva e acessível, além de um conteúdo abrangente e profundo que versa sobre os direitos relativos à saúde mental, dispersos em várias áreas do Direito, como civil, penal, trabalhista e previdenciário.
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Oficinas em saúde mental: a representação dos usuários dos serviços de saúde mental.

Oficinas em saúde mental: a representação dos usuários dos serviços de saúde mental.

Enfim, poderíamos perguntar: as oficinas dos Serviços de Saúde Mental respondem a um novo paradigma no campo da Saúde Mental?. Entende-se que as oficinas em Saúde Mental avançam em direção à Reabilitação Psicossocial, aproximando-se como um dispositivo que materializa o paradigma psicossocial, porém, também paradoxalmente, operam ainda com retrocesso e/ou repetição da lógica asilar; desse modo, vê-se que as oficinas dos Serviços de Saúde Mental estão em processo de transição paradigmática, cami- nhando ainda não de forma contraditória à lógica asi- lar, mas já em direção e com sentido à Reabilitação Psicossocial, que tem por base as práticas da Reforma Psiquiátrica. É esta ambigüidade do tempo e a com- plexidade da situação do tempo presente “um tempo de transição, síncrone com muita coisa que está além ou aquém dele, mas descompassado em relação a tudo o que habita” 17:15 . Assim, para enfocar a transi-
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Admissão e envolvimento terapêutico em saúde mental: mão ou contramão de um mesmo processo?

Admissão e envolvimento terapêutico em saúde mental: mão ou contramão de um mesmo processo?

Básica; as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores; os avanços e retrocessos, dentre outros. Entretanto, o sujeito em sofrimento continua, em alguns casos, descentralizado, alheio à sua individualidade e subjetividade, no acostamento da estrada principal, continua entre parênteses. Fica uma nova questão diante do que está exposto. Os novos serviços de saúde mental também estão entre parênteses? Faz-se necessário, então, atentar para a compreensão desse sujeito a respeito do que ele está vendo acontecer na estrada principal e implicá-lo nesse processo. É necessário nesse momento pensar os serviços, suas práticas, caminhos, descaminhos e atalhos? Ou apenas observá-los tal qual se observava os loucos pelo panóptico. A proposta da RP constitui- se mais complexa do que a “mera” desospitalização do doente mental, mas sim, o resgate da subjetividade do indivíduo. Sendo assim, inicia-se um processo de construção de autonomia, de práticas de cidadania, de ruptura com a articulação louco – incapacidade, alienação e marginalidade (PINHEIRO, 2007).
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Matriciamento em saúde mental na Atenção Primária: uma revisão crítica (2000-2010)

Matriciamento em saúde mental na Atenção Primária: uma revisão crítica (2000-2010)

Objetivo: Analisar artigos publicados entre 2000 e 2010 que versam sobre a articulação entre saúde mental e Atenção Primária no Brasil, na perspectiva da prática do matriciamento. Método: Revisão em banco de dados virtual, no período referido. Os descritores foram: “saúde mental”, “atenção primária”, “atenção básica”, “apoio matricial” e “matriciamento” e as categorias de análise foram construídas a partir da leitura dos artigos. Resultados: Foram selecionados 86 artigos, divididos em 3 categorias: a articulação analisada a partir da saúde mental, a partir da Atenção Primária e experiências de matriciamento. A análise evidenciou a existência de diferentes formas de descrever o trabalho em colaboração. Conclusões: A experiência brasileira está em consonância com as recomendações mundiais rumo à diminuição da lacuna terapêutica entre a oferta e as necessidades de cuidado. A construção da Rede de Saúde Mental integrada à Estratégia Saúde da Família é um novo desafio para a reforma psiquiátrica brasileira.
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Perfil dos profissionais de ambulatórios de saúde mental, suas práticas e opiniões...

Perfil dos profissionais de ambulatórios de saúde mental, suas práticas e opiniões...

relatam dificuldade de trabalhar em equipe e elaborar Projetos Terapêuticos para os portadores de transtorno mental, relatam que há rodízio de profissionais, questionam o histórico bem como os conceitos da reforma psiquiátrica desconhecendo as leis que regem a Política Nacional de Saúde Mental. Conclusões: Este estudo possibilitou caracterizar a assistência em saúde mental realizada pelos profissionais dos ambulatórios do DRS XIII. Confirmou-se que o espaço de cuidado ambulatorial, por privilegiar consultas embasadas no modelo curativo, contribui para que a medicalização se acentue como forma principal de tratamento desvinculando a ideia da integralidade no atendimento das necessidades físicas e psicossociais da pessoa que requer ajuda.
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Construindo saberes no trabalho em saúde mental: experiências de formação em saúde.

Construindo saberes no trabalho em saúde mental: experiências de formação em saúde.

Neste sentido, necessita de diversos atores que promovam ações integradas considerando o sujeito e sua experiência como foco central da intervenção. Apresentaremos, aqui, relatos das experiências no PET, tendo como foco os atravessamentos gerados no serviço pela presença do projeto, e as relações estabelecidas no trabalho em saúde. A partir da prática, pretendemos ampliar a discussão da interdisciplinaridade no que se refere a uma abertura ao diálogo e à troca de saberes reafirmando a complexidade deste campo. Durante o processo, encontramos dificuldades, tensões, desafios e experiências exitosas a partir das ações vivenciadas, até o momento, no campo de atuação. Daremos foco a um dos ambulatórios no qual este PET se insere: o ambulatório de saúde mental do CMS Professor Masao Goto. Os relatos são resultado das ações do projeto no período de outubro de 2013 a junho de 2014.
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"Lobo mau": analisador da transversalidade entre organização do trabalho & saúde mental?.

"Lobo mau": analisador da transversalidade entre organização do trabalho & saúde mental?.

instituinte). A conotação de defesa de um território parecia fundamental nas batalhas de exercício de poder que ali se desenvolviam: relação capital-trabalho, hierarquia-trabalhadores, processo saúde-doença. É nesta arena que lutamos pela construção de “espaços de discussão” (DEJOURS; ABDOUCHELI; JAYET, 2004) no trabalho dos Corretores/as, colocando em pauta a relação que têm com o próprio trabalho e a distância entre “trabalho real” e “trabalho prescrito” na Corretagem de Imóveis. Ao questionarmos o hiato entre a organização do trabalho prescrita e a organização do trabalho real, tivemos que nos situar frente aos discursos organizacionais que buscam se apropriar da Saúde Mental. Articulamos os conceitos de “Trabalho Prescrito” e “Trabalho Real” – oriundos da Ergonomia (WISNER, 1981, 1994; DANIELLOU, 1992; VIDAL, 1997, MONTMOULLIN,1993; PALÁCIOS, 1999). A forma como o trabalho deve ser executado do ponto de vista do pessoal de concepção (formas de utilizar as máquinas e demais instrumentos de trabalho, o tempo alocado a cada operação, as normas operatórias) é o que defi ne o trabalho prescrito. Já o trabalho real, sempre diferente do prescrito, é aquele que é efetivamente realizado. Tanto na linha de montagem em setores clássicos da produção quanto em sistemas automatizados, a distância entre trabalho prescrito e real atinge as pessoas, as empresas e a coletividade como um todo.
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Programa Nacional de Saúde Mental – Normas de Orientação Clínica

Programa Nacional de Saúde Mental – Normas de Orientação Clínica

O Plano de Ação de Saúde Mental 2013-2020 da Organi- zação Mundial de Saúde, que pela primeira vez estabele- ce metas concretas a atingir pelos diferentes países, veio confirmar que, o Plano Nacional de Saúde Mental 2007- 2016, aprovado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 49/2008, se encontrava no caminho certo, uma vez que, tanto a nível dos objetivos, como das estratégias preconiza- das, se verifica uma sobreposição quase total entre o Plano Nacional e o Plano de Ação para a Saúde Mental 2013-2020 da OMS.

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Saúde mental e os planos de saúde no Brasil.

Saúde mental e os planos de saúde no Brasil.

O objetivo deste artigo é descrever o regime de regulação da assistência à saúde mental pela Agên- cia Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O mercado de planos privados de assistência à saú- de no Brasil está submetido a condições regula- tórias específicas desde a implantação da Lei 9.656 em 1998 e a criação da ANS em 2000. O regime de regulação nasceu no mesmo contexto institucio- nal da implantação da Lei 10.216, promulgada em 2001, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Quais as iniciativas desenvolvidas pela interven- ção da ANS acompanham o modelo normativo presente na Lei 10.216/2001? A política de saúde mental no SUS tem buscado a mudança do mo- delo assistencial, privilegiando o direito indivi- dual do paciente e a interação com a família e a comunidade em lugar do isolamento. A reforma psiquiátrica tem sido bem sucedida na implan- tação de uma agenda estratégica de substituição progressiva dos hospitais psiquiátricos, pois bus- ca a indução das internações necessárias em hos- pitais gerais e enfatiza o tratamento ambulatori- al em novos serviços territoriais. A reforma psi- quiátrica brasileira filia-se à agenda de transfor- mação das instituições psiquiátricas clássicas no bojo do movimento de redemocratização e de ampliação dos direitos sociais no âmbito do se- tor público.
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PARTICIPAÇÃO E SAÚDE MENTAL: as Conferências Nacionais de Saúde Mental

PARTICIPAÇÃO E SAÚDE MENTAL: as Conferências Nacionais de Saúde Mental

O Relatório Final desta Conferência foi publicado e tornou-se diretriz oficial para a reestruturação da saúde mental. É a partir deste documento que os marcos conceituais Atenção Integral e cidadania são estabelecidos, o que referenciou os direitos, a legislação e o modelo de atenção municipalizada (TENÓRIO, 2002). O Relatório propõe a implementação de um conjunto de dispositivos sanitários e socioculturais que partam de uma visão integrada das dimensões da vida do individuo, nos diferentes espaços de intervenção e que rompam o modelo hospitalocentrico. O plenário propôs a municipalização da assistência em saúde, a implementação dos Conselhos de Saúde paritários, o reconhecimento dos recursos informais (família, comunidade), a capacitação dos profissionais. Recomenda a adoção do conceito de território, investigações epidemiológicas e sócio-antropológicas, com vista a possibilitar modelos que respeitem as realidades locais.
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Construindo um conhecimento sensível em saúde mental.

Construindo um conhecimento sensível em saúde mental.

Na implementação do novo currículo, em 1996, duas de nós já desenvolviam, há cerca de 6 anos, o projeto Vivendo Vivências (projeto de extensão realizado com alunos do Internato), cujo objetivo é sensibilizar o aluno para a compreensão do outro a partir dos seus referenciais internos, visando a construção de um modo cuidadoso de ser enfermeiro. Nesse projeto, desenvolvíamos ainda a integração com a área de enfermagem fundamental, realizando dinâmicas sobre banho, alimentação e comunicação, entre outras. E desenvolvíamos também, há três anos, uma nova metodologia no ensino da Saúde Mental, com a utilização de dinâmicas, vivências de sensibilização, exercícios corporais e grafismo, cujo objetivo principal era a ampliação do auto-conhecimento, somente após sendo introduzidas a bibliografia e as explicações teóricas. Essa experiência nos alicerçou por ocasião da implementação do currículo integrado.
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Psiquiatria, saúde mental e biopoder: vida, controle e modulação no contemporâneo.

Psiquiatria, saúde mental e biopoder: vida, controle e modulação no contemporâneo.

Estariam os corpos dos usuários sendo “modelados” assim como o corpo do louco foi modelado pelo asilo? Sabemos que o corpo do delinquente foi modelado pelas instituições prisionais – e ainda o é -; assim como o corpo dos alunos é modelado pelas instituições escolares. O processo de modelagem que se efetua em espaços específicos como os hospícios, as prisões e as escolas, por certo também ocorre nos dispositivos de saúde mental. Os usuários de hoje carregam marcas-vestígios das operações discursivo-teórico- práticas das filiações dos especialistas em saúde mental. Os especialismos são centros de poder que, nas suas múltiplas faces, produzem corpos-objetos, produção da matéria-prima que, doravante, circulará em meio aos saberes-práticas-discursos sacralizados e legitimados como universais. Diante dessa matéria-prima, os usuários terão pouca ingerência: não se lhes pergunta o que estão achando dos tratamentos que recebem ou das rotinas a que são submetidos.
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A saúde mental me ensinou mais do que eu a ela”: da formação do farmacêutico à sua atuação no campo da saúde mental

A saúde mental me ensinou mais do que eu a ela”: da formação do farmacêutico à sua atuação no campo da saúde mental

Ao descrever a trajetória do farmacêutico desde a sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia até sua atuação em Saúde Mental, verificou-se um caminho árduo, caracterizado por uma inicial insatisfação, porque encontraram nas farmácias comunitárias suas primeiras oportunidades de atuação, mas com desenvolvimento de atividades desvinculados daquilo que haviam aprendido na Universidade. Com a experiência adquirida nos serviços e a aproximação com o mercado farmacêutico, mais oportunidades de trabalho apareceram entre elas a saúde mental. Este locus, jamais abordado em sala de aula, remeteu à insegurança dos primeiros dias de farmacêutico. Como as atividades técnico-gerenciais do ciclo da assistência farmacêutica consistiram na sua maior vivência nos anos que haviam trabalhado até ali, esses conhecimentos foram aplicados com afinco até que entendessem que aquela circunstância pedia muito mais. Era necessária uma abordagem interdisciplinar, do estabelecimento de vínculos. Necessitava de novas habilidades e comportamentos.
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O ensino de saúde mental na graduação de enfermagem: um estudo de caso.

O ensino de saúde mental na graduação de enfermagem: um estudo de caso.

RESUMO: Pesquisa com o método estudo de caso, com objetivo de descrever como se desenvolve o ensino de saúde mental em um curso de graduação em enfermagem e veriicar como o ensino de saúde mental inluencia na formação dos alunos. As fontes de informações foram plano de ensino, cronograma da disciplina e observação direta das atividades desenvolvidas por um professor e 60 estudantes. Utilizou-se o referencial de educação de Luckesi. Os estudantes referiram que as estratégias e a metodologia de ensino proporcionam aprendizado a partir da realidade e incentivam a busca de locais extraclasse para auxiliar na construção do conhecimento por meio de ambientes de aprendizagem signiicativa, que lhes proporciona a troca de experiências entre si, com a professora e com outros proissionais de saúde. A adoção de metodologias ativas se mostra um caminho viável para atingir a proposta pedagógica no ensino de saúde mental e na formação de proissionais competentes.
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Políticas de saúde mental em Santa Catarina nos anos 1970: vanguarda na psiquiatria brasileira?.

Políticas de saúde mental em Santa Catarina nos anos 1970: vanguarda na psiquiatria brasileira?.

O modelo preventivo conformou-se em nosso país através do Manual de serviço para a assistência psiquiátrica, editado em 1973, pela Secretaria de Assistência Médica do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), que regulou os anseios e discussões que vinham ocorrendo na categoria. Privilegiava a assistência “oferecida sempre que possível na comunidade, com uso de recursos extra-hospitalares. ... A internação, deveria ser feita próxima à residência do indivíduo, com uma ampla e diversificada rede de serviços ... Na alta, o paciente seria imediatamente encaminhado para atendimento ambulatorial” (Paulin, Turato, 2004, p.250). Incentivava a formação de equipes multiprofissionais e apregoava princípios técnico-administrativos que estarão na base do futuro Sistema Único de Saúde (SUS), entre os quais integração, regionalização, descentralização, constante aperfeiçoamento de pessoal etc. Propunha que a atenção fosse iniciada pelo nível primário, que deveria filtrar o fluxo de pacientes para os níveis secundário e terciário. Os serviços extra-hospitalares deveriam prever, assim, a organização de ambulatórios, emergências, leitos em hospitais gerais, pensões protegidas (Paulin, Turato, 2004). Visava, enfim, evitar que a doença se instalasse, utilizando- se de programas de prevenção, ao montar uma rede de serviços comunitários e postular a humanização dos tratamentos, tendo como meta a ‘promoção da saúde mental’.
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Política de Saúde Mental no Brasil: evolução do gasto federal entre 2001 e 2009.

Política de Saúde Mental no Brasil: evolução do gasto federal entre 2001 e 2009.

São necessárias mais pesquisas sobre o fi nanciamento e seu impacto nas redes estaduais e municipais de saúde mental, sendo crucial que se distingam seus componentes hospitalar e extra-hospitalar. É preciso construir metodologias que consigam capturar esses investimentos, assim como as condições políticas e econômicas para que se criem orçamentos específi cos para as Políticas de Saúde Mental dos entes federativos. A primeira tentativa da OMS de coletar dados sobre o orçamento destinado à saúde mental no mundo é recente (Projeto Atlas, 2001), o mas com grande força de
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Tecendo a rede assistencial em saúde mental com a ferramenta matricial.

Tecendo a rede assistencial em saúde mental com a ferramenta matricial.

Dessa maneira, observa-se que há divergências entre os discursos dos sujeitos e os conteúdos oriundos da observação sistemática, pois alguns permeiam uma dimensão teórica sobre a prática, mediante o reconhecimento do matriciamento como um arranjo potente de ampliação do olhar dos trabalhadores diante das demandas de saúde mental na ESF. Outros, porém, referem que, na prática, verifica-se a resistência de alguns profissionais em participar das atividades para implementação do matriciamento nos cenários estudados. Em geral, os sujeitos ressaltam a importância do matriciamento, uma vez que as ações de saúde mental estão sendo ampliadas na rede de atenção primária, explorando e investindo nos recursos da própria comunidade no território, porquanto os serviços dos CAPS são insuficientes para a demanda em saúde mental. Com isso, a atenção primária assume um papel fundamental na ampliação da cobertura em saúde mental, ao contribuir para a melhoria do acesso dos usuários aos serviços.
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Experiências brasileiras em saúde mental e arte: contribuições singulares em um campo de pluralidade

Experiências brasileiras em saúde mental e arte: contribuições singulares em um campo de pluralidade

Um livro tão plural e, simultaneamente, tão singular quanto seus autores, abordagens teóricas, relatos e experiências não poderia tratar de um assunto que não fosse igualmente plural e singular: a Saúde Mental, em suas várias instituições, políticas, expressões e saberes. Somada à arte, em sua diversidade de sons, tons, cores, formas, valores, espetáculos, apresentações e exposições, a Saúde Mental Coletiva se potencializa. E essa soma, não ignorada por esta obra, leva a pluralidade às últimas consequências, para a nossa apreciação teórica e “estética”.
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Práticas discursivas na participação social em saúde mental.

Práticas discursivas na participação social em saúde mental.

Sobre o perfil dos dez entrevistados, quatro são representantes de usuários de saúde mental, três na condição de represen- tantes de trabalhadores de saúde e três como representantes de gestores de saúde. Entre os representantes de usuários de saúde mental, dois são do gênero feminino e dois do gênero masculino. A idade média dos entrevistados é 53 anos. Quanto à escolaridade, um dos entrevistados é pós-graduado, dois possuem curso superior incompleto e um tem ensino fundamental incompleto. Nenhum deles havia participado, anteriormente, de con- ferências de saúde. Dos representantes de trabalhadores de saúde, todos são do gênero feminino. A idade média desse segmento é 32 anos. No que se refere à escolaridade, um é pós-graduado e dois têm ensino superior completo. Dois deles relataram já ter par- ticipado de outras conferências de saúde. Acerca dos representantes de gestores de saúde, os três entrevistados são do gênero feminino e funcionários do município. A idade média desse segmento é 43 anos. Uma das participantes tem ensino médio, um tem curso superior incompleto e um possui curso superior completo. Apenas um deles não havia participado anteriormente de confe- rências de saúde.
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Análise da implantação do apoio matricial em saúde mental entre CAPS e equipes de saúde da  família : trilhando caminhos possíveis

Análise da implantação do apoio matricial em saúde mental entre CAPS e equipes de saúde da família : trilhando caminhos possíveis

Ao voltar ao atendimento, o médico questiona Fernando sobre o que acha de ter relações sexuais com crianças, mesmo ele tendo sido autorizado por Deus. Ele permanece com seu discurso sem questionar-se, sem ter críticas do que está vivendo, e o profissional aborda o fato de que todos têm desejos sexuais, mas a relação sexual de um adulto com crianças pode levá-lo a um processo judicial por abuso de menores e uma possível privação de sua liberdade. O médico fala com Fernando sobre o risco que está se colocando e refere que ele precisa ser cuidado e protegido e por isso precisa ir até o serviço que acolhe crise em saúde mental da cidade, que o paciente já conhece. Primeiramente, como imaginava o médico, Fernando nega-se a ir, mas o profissional negocia com ele, apontando para a necessidade dele ser cuidado para que não venha a cometer nenhum ato que o prejudique. Depois de um tempo de negociação ele aceita referindo “você sempre me ajudou, vou confiar” (sic). Combina-se com a família a ida imediata ao serviço e solicita-se que mantenham a equipe de Saúde da Família informada sobre Fernando.
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