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Estudo taxonômico e ecológico dos Ichneumonidae (Hymenoptera, Ichneumonoidea) em área de mata atlântica em diferentes estágios sucessionais, no Parque Estadual da Serra Do Mar, São Luiz do Paraitinga, SP, Brasil

Estudo taxonômico e ecológico dos Ichneumonidae (Hymenoptera, Ichneumonoidea) em área de mata atlântica em diferentes estágios sucessionais, no Parque Estadual da Serra Do Mar, São Luiz do Paraitinga, SP, Brasil

AE= área externa; AL= área lateral; AP= área peciolar; APE= área posterior externa; Asp= área espiracular; Asu= área superomedia; ATC= carena anterior transversa; Cx1-3= coxas 1- 3; E= epicnemio; EC= carena epicnemial; Ep2= mesoepímero; Epm= epomia; Gl= glima; LLC= carena lateral longitudinal; LMC= carena lateromediana longitudinal; N1= pronoto; Pl1= propleura; Pl2= mesopleura; pl2S= sutura mesopleural; Pl3= metapleura; Ppd= propódeo; PTC= carena posterior transversa; PpdA= apófise propodeal; SAP= proeminência subalar; Sclm= escutelo; Sm2= mesoscuto; Spm= espéculo; St1= esternito; Stn= esternáulo; Tg= tégula; Tg1= tergito 1; Thy= tirídea; Tll= trocantelo; Tr= trocanter.........................................27 Figura 16. Abundância relativa das famílias Braconidae e Ichneumonidae, com relação ao número de Hymenoptera, coletados em áreas degradadas do Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Santa Virgínia, São Luiz do Paraitinga, SP, entre abril/2012 e abril/2013 . ..........34
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Diferenciação analítica de vinhos-base para espumantes de duas regiões vitícolas do Rio Grande do Sul.

Diferenciação analítica de vinhos-base para espumantes de duas regiões vitícolas do Rio Grande do Sul.

Os objetivos deste trabalho foram caracterizar e diferenciar vinhos-base para espumante (cultivares ‘Chardonnay’ e ‘Pinot Noir’) provenientes da Serra do Nordeste e Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul por meio de parâmetros físico-químicos e elementos minerais combinados com técnicas de análise multivariada. Foram analisados nove parâmetros físico-químicos (densidade, grau alcoólico, extrato seco total, extrato seco reduzido, acidez total, acidez volátil, acidez fixa, pH e açúcares redutores), por espectrofotometria no infravermelho, e 11 elementos minerais (Al, B, Ba, Ca, Cu, Fe, K, Mg, Mn, Na e Sr), por espectrometria de emissão ótica com plasma indutivamente acoplado (ICP-OES). Os elementos encontrados em maiores concentrações foram K, Mg e Ca e, em menores concentrações, Ba, Fe, Sr e Al. A Análise de Componentes Principais (ACP) mostrou que há uma tendência natural de separação entre os vinhos-base da Serra do Nordeste e Serra do Sudeste. Por meio da Análise Discriminante (AD) foram obtidos cinco descritores (Mg, Ca, Mn, pH e grau alcoólico) para os vinhos-base da cultivar ‘Chardonnay’ e seis descritores (B, Mn, Fe, Na, pH e acidez volátil) para a cultivar ‘Pinot Noir’, com capacidade de classificar as amostras de vinhos-base de acordo com a origem geográfica. Os elementos Mn e Mg parecem ser aqueles com maior capacidade de discriminação entre os vinhos-base da Serra do Nordeste e Serra do Sudeste.
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Análises morfológicas e bioacústicas em populações de Scinax hayii (Barbour, 1909) (Anura, Hylidae) ao longo da Mata Atlântica

Análises morfológicas e bioacústicas em populações de Scinax hayii (Barbour, 1909) (Anura, Hylidae) ao longo da Mata Atlântica

As populações amostradas para as localidades de Itapeva, MG e Atibaia, SP, (MAGRINI et. al., 2011) apresentam frequência dominante semelhante aos exemplares da localidade tipo. Entretanto, estas populações mostram-se diferentes na faixa de frequência em que apresentam cantos com frequência mínima mais baixa e frequência máxima apresentando maior amplitude (Itapeva 490 – 6090 Hz; Atibaia 480 – 6390 Hz). Informação semelhante ocorre com a população de Jundiaí (POMBAL et. al., 1995a) que apresenta faixa de frequência variando entre 1000 e 6000 Hz aparentando esta população ter canto de anúncio mais próximo das populações de Itapeva e Atibaia do que com os cantos da localidade tipo. Apesar das populações da Serra do Japi, Atibaia e Itapeva estarem próximas, elas apresentam diferenças acústicas principalmente na frequência dominante. Estas diferenças podem ser atribuídas a fatores como tipo de gravação e forma de análises dos cantos.
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Similaridade da fauna de Chiroptera (Mammalia), da Serra Negra, municípios de Rio Preto e Santa Bárbara do Monte Verde, Minas Gerais, com outras localidades da Mata Atlântica.

Similaridade da fauna de Chiroptera (Mammalia), da Serra Negra, municípios de Rio Preto e Santa Bárbara do Monte Verde, Minas Gerais, com outras localidades da Mata Atlântica.

Figura 1. Dendograma com distância euclideana gerado pelo método de UPGMA para 13 levantamentos de Chiroptera incluindo a região da Serra Negra e as seguintes localidades e estados: FE- Município de Fênix - PR, N = 752 (Bianconi et al., 2004), altitude de aproximadamente 400 m; MD- Morro do Diabo – SP, N = 345 (Reis et al. 1996), altitude de 600 m; BH- Município de Belo Horizonte – MG, N = 316 (Knegt et al. 2005); CV- Cinturão Verde de Cianorte - PR, N = 438, altitude de 530 m (Ortêncio Filho et al. 2005); JF- Município de Juiz de Fora, MG, N = 739 (Barros et al. 2006) complementado com dados do autor, altitude aproximada de 700 m; RT- Reserva Biológica do Tinguá – RJ, N = 655, altitude entre 65-1.270 m (Dias & Peracchi 2008); RP- Município de Rio Preto – MG, N = 104 (Nobre et al. 1998) com comple- mentação de dados pelo autor, altitude aproximada de 450 m; IT- Município de Itabira – MG, N = 180, altitude de 650-1.100 m (Silva et al., 2005); SA- Serra das Almas – CE, N = 180, altitude de 750 m (Silva et al. 2004); SN- Serra Negra – MG, N = 246, altitude aproximada de 950 m (Moratelli & Peracchi, 2007); SO- Parque Nacional da Serra dos Órgãos – RJ, N = 203, altitude entre 500-1.000 m; IB- Parque Estadual do Ibitipoca – MG, N = 213, altitude entre 900-1.400 m (não publicado) e SC- Serra do Caraça – MG, N = 245, altitude de 850-2.070 m (Falcão et al. 2003).
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Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae)

Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae)

Departamento de Botânica da UFRRJ pelo incentivo e apoio; aos curadores dos herbários nacionais e estrangeiros visitados ou que cederam, por empréstimo ou doação, exsicatas e fotografias de exsicatas; aos diretores, responsáveis ou funcionários das Unidades de Conservação visitadas do IBAMA (DF e MG), Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais e Instituto Florestal de São Paulo, entre os quais se destacam o Sr. Albino, do Parque Nacional da Serra do Cipó; Srs. Paulo Roberto e Bráulio do Parque Estadual do Ibitipoca, Sr. Alberto do Parque Estadual do Itacolomi; Pe. Célio Maria de lla Amore, do Parque Natural do Caraça; Ao Sr. Manuel Fernando R. Pinto e Dr. A. L. Toscano de Brito, de Rio de Contas- BA, Sr. Geraldo R. Fróis, Sra. Carolina Luíza, de Grão Mogol-MG, Prof. Antonio X. dos Santos, da Fazenda Água Limpa (DF), Sr. Edson e Sra. Gorete, do Jardim Botânico de Brasília, Paulo Ormino e Robério (Rio de Contas, BA), Edmar Marques (Serra do Cipó, MG), César Sampaio (Serra dos Órgãos, RJ), Francisco Paulo (Jardim Botânico de Brasília, DF) e Lucélia Vitória (Conceição do Ibitipoca, MG) pela companhia na busca de espécimes de Macropeplus.
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Comparações florísticas e taxonomia da família Gesneriaceae no Parque Nacional do Itatiaia, Brasil.

Comparações florísticas e taxonomia da família Gesneriaceae no Parque Nacional do Itatiaia, Brasil.

resuMo - (comparações florísticas e taxonomia da família Gesneriaceae no Parque Nacional do Itatiaia, brasil). A família Gesneriaceae é composta por cerca de 140 gêneros e 3.500 espécies. No brasil existem cerca de 22 gêneros e 220 espécies. o Parque Nacional do Itatiaia possuiu grande variação altitudinal, e por conseqüência grande diversidade de formações vegetais, tendo desde floresta úmida até campos. este trabalho baseia-se no levantamento bibliográfico, consulta a herbários, coletas e observações de campo. também foram feitas comparações florísticas utilizando o índice de similaridade de Jaccard para verificar similaridades entre as Gesneriaceae do Itatiaia e de áreas próximas do rio de Janeiro e Minas Gerais. Foram registrados três gêneros e nove espécies: Besleria (1 sp.), Nematanthus (3 spp.) e Sinningia (5 spp.). são apresentadas chaves de identificações para gêneros e espécies, descrições, ilustrações e comentários taxonômicos. A flora de Gesneriaceae do Itatiaia é mais semelhante a áreas como a serra do brigadeiro e a serra do caparaó em Minas Gerais do que com as áreas testadas no estado do rio de Janeiro.
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Riqueza e endemismo de espécies de Baptistonia (Orchidaceae), no Brasil.

Riqueza e endemismo de espécies de Baptistonia (Orchidaceae), no Brasil.

As quadrículas onde se observa maior número de coletas (figura 1A) são, muitas vezes, regiões de fácil acesso (ao redor da cidade do Rio de Janeiro, onde B. pubes é comum ou a região de Iguaçu, na fronteira com a Argentina-Brasil-Paraguai, com B. cornigera). Outras vezes, elas correspondem a regiões estudadas pelo autor, tais como a Serra do Castelo (ES), a Serra dos Orgãos (RJ), a Serra dos Mulatos (PR), as redondezas da cidade de Villa Rica (Paraguai), onde foi efetuada grande quantidade de coletas. Mas as quadrículas, onde o número de espécimes coletados é pequeno, correspondem, na verdade, a regiões pouco propícias à presença de Baptistonia, por serem regiões mais secas e desprovidas de florestas ombrófilas densas. Ao longo do litoral estas áreas situam-se ao norte do Espírito Santo, vale do Rio Doce, ao norte do Rio de Janeiro, vale do Paraíba do Sul, e ao sul do estado de São Paulo, vale do Rio Ribeira de Iguape. Quanto à ausência de observações ao norte da Serra das Trempes (BA), pode ser explicada pelas diferenças florísticas apresentadadas pelas áreas ecológicas norte e sul da Mata Atlântica.
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A ICOMI no Amapá: meio século de eeeeexploração mineral

A ICOMI no Amapá: meio século de eeeeexploração mineral

Em 1972, a empresa passou a utilizar novas unidades de beneficiamento que permitiram valorizar os chamados ”finos“ e ”miúdos“, subprodutos do beneficiamento do minério que possuíam teores médios de 44% e 35% de manganês. Por conterem um percentual de manganês situado abaixo do mínimo exigido pelo mercado, eram de difícil comercialização, sendo estocados na usina de beneficiamento na Serra do Navio. Para convertê-los em produtos com valor de uso, em 1972, foi construída junto da usina de beneficiamento na Serra do Navio uma usina de concentração de ”miúdo“ e ”fino“, cujo produto recebeu a denominação de pellet feed. Esse produto era, por sua vez, a matéria- prima para a fabricação de pellets de manganês por meio da usina de pelotização, anteriormente citada, construída em Santana. Por meio das usinas de concentração e de pelotização, tornou-se possível o aproveitamento do ”miúdo“ e do ”fino“ gerados no beneficiamento do minério. Ao concentrá-los, elevando-se os teores de manganês e aglomerando-os, produzia-se uma mercadoria que atendia aos parâmetros de conteúdo metálico, de granulometria e de resistência física exigidos pelo mercado mundial (ICOMI, 1997, p. 4).
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Repositório Institucional da UFPA: A ICOMI no Amapá: meio século de exploração mineral

Repositório Institucional da UFPA: A ICOMI no Amapá: meio século de exploração mineral

Na organização da lavra, a ICOMI dividiu os minérios em duas faixas: a de ”alto teor“, atribuída àqueles minérios cujo teor de manganês fosse superior a 42%, e a de ”baixo teor“, que abarcava aqueles minérios cujo teor de manganês fosse inferior a esse patamar e se situasse entre 40% e 32% de manganês contido. Até os anos 70, para obter o teor médio desejado no minério a ser comercializado, limitava-se a realizar, durante o beneficiamento, um mix de classes de minérios com teores diferenciados (56%, 52%, 48%, 44%). Esse mix, em alguns casos, envolvia parte da classe de minério com teores de até 40% de manganês. O restante do minério considerado de baixo teor, que era retirado compulsoriamente para liberar o de ”alto teor“, era armazenado em pilhas na Serra do Navio. A valorização implicava, primeiramente, o preparo da área por meio da retirada das camadas de material estéril e de protominério, permitindo o acesso ao corpo mineralizado e à extração do minério de manganês. Uma vez extraído, o minério era transportado para ser beneficiado. A remoção do capeamento estéril era realizada por equipamentos denominados motoscrapers. Em seguida, era realizado o desmonte, feito por tratores de esteiras. Quando os corpos mineralizados eram compostos por materiais maciços, para o desmonte, recorria-se inicialmente a explosivos (ICOMI, 1997, p. 79). Posteriormente ao desmonte, iniciava-se a retirada do minério por escavadeiras mecânicas, que também realizavam o seu carregamento em caminhões (Figura 4).
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CURIOSIDADES CURIOSAS

CURIOSIDADES CURIOSAS

Localiza-se na serra da Mantiqueira, entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo; > MONTE RORAIMA - altura: 2.739 metros. Localiza-se na serra do Pacaraima, no Estado de Roraima[r]

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Oficinas de sensibilização para conservação de sítios geológicos do Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, Brasil

Oficinas de sensibilização para conservação de sítios geológicos do Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, Brasil

KEYWORDS: Quadrilátero Ferrífero, geological heritage, geodiversity, geoconservation, awareness-raising workshop RESUMO O projeto de implantação de sítios geológicos piloto no Geopark Quadrilátero Ferrífero, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), envolveu oficinas de sensibilização para comunidades de entorno. Os objetivos foram: (a) introduzir conceitos sobre patrimônio geológico, geodiversidade e geocon- servação, (b) difundir conhecimentos sobre o patrimônio geológico do Quadrilátero Ferrífero e (c) estimular o processo de participação comunitária no desenvolvimento territorial a partir do conceito de geopark. As oficinas foram realizadas nos sítios da Serra da Piedade, Serra do Caraça e Mina da Passagem e basearam-se no método da pesquisa-ação com atividades lúdicas para minimizar barreiras e facilitar a compreensão. Apesar da heterogeneidade do grupo participante, percebeu- -se o interesse unânime pelo, até então praticamente desconhecido, valor geoecológico dos sítios. Os participantes também perceberam o caráter conciliatório da proposta de geopark no que diz respeito à conservação e ao uso econômico do território. PALAVRAS-CHAVES: Quadrilátero Ferrífero, patrimônio geológico, geodiversidade, geoconservação, oficina de sen- sibilização
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Padrões de distribuição geográfica das espécies de Chamaecrista sect. Chamaecrista ser. Coriaceae (Benth.) H. S. Irwin & Barneby, Leguminosae - Caesalpinioideae.

Padrões de distribuição geográfica das espécies de Chamaecrista sect. Chamaecrista ser. Coriaceae (Benth.) H. S. Irwin & Barneby, Leguminosae - Caesalpinioideae.

Triângulo Mineiro. Chamaecrista potentilla apresenta a maior parte das ocorrências concentrada no Planalto de Diamantina, Serra do Cabral (região de Joaquim Felício) e Serra do Ambrósio (região de Rio Vermelho), mas há ocorrências em áreas adjacentes como na Serra da Canastra e outros municípios próximos como Alpinópolis e Furnas. Chamaecrista cardiostegia é conhecida de serras no centro e norte do Espinhaço mineiro, de serras no Triângulo Mineiro e da Serra dos Cristais no sudeste de Goiás, estas últimas constituintes do Arco de Brasília, e ainda com um único registro (Bortoluzzi et al. 2007) em mancha de cerrado no Paraná. O padrão disjunto Espinhaço-Goiás foi exempliicado por Giulietti & Pirani (1988) com espécies de Diplusodon (Lythraceae), porém uma distribuição chegando a Goiás passando pela Serra da Canastra (parte do Arco de Brasília) parece ser inédita na literatura. Em relação às disjunções Canastra-Espinhaço, podemos encontrar 15 espécies de Asclepiadoideae (Apocynaceae) (Rapini et al. 2001, Farinaccio & Mello-Silva 2004). Recentemente foram citadas algumas espécies de Velloziaceae indo do Espinhaço até serras da região da Serra da Canastra, incluindo aloramentos no nordeste de São Paulo (Mello-Silva 2005), e um padrão semelhante foi reportado também para uma ave (Polistictus superciliares) endêmica dos campos rupestres (Vasconcelos 2008). Segundo Giulietti & Pirani (1988) a similaridade geológica física e climática dessas serras possibilita a manutenção dessas populações disjuntas, talvez remanescentes de uma maior continuidade pretérita.
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Diversidade de Trichocomaceae isolada de solo e serrapilheira de Floresta Atlântica.

Diversidade de Trichocomaceae isolada de solo e serrapilheira de Floresta Atlântica.

O Parque Natural Municipal Curió de Paracambi, criado por meio do Decreto Municipal nº 1001 de 29 de Janeiro de 2002, foi definido como Unidade de Proteção Integral, com área total de 1.100 ha, e está situado no município de Paracambi-RJ; esse parque está inserido no domínio da Mata Atlântica, formação de Floresta Ombrófila Densa Submontana. Essa Unidade de Conservação (UC) faz parte do corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina que, por sua vez, está inserido no Corredor da Serra do Mar, tendo como limites a Reserva Biológica do Tinguá e o Parque Nacional da Serra da Bocaina.
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Briófitas (Bryophyta e Marchantiophyta) das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil

Briófitas (Bryophyta e Marchantiophyta) das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil

A Serra dos Carajás é formada principalmente por dois grandes blocos: a Serra Norte e a Serra Sul, além de outras serras de menores dimensões. Na Serra Norte, os corpos de minério são organizados por blocos intitulados N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8 e N9 e na Serra Sul, identificados como S11A, S11B, S11C, S11D, Serra do Tarzan e Serra da Bocaina. A Serra do Tarzan e a Serra da Bocaina são consideradas como pertencentes a Serra Sul, apesar de disjuntas (Mota et al. 2015; Viana et al. 2016). As maiorias das serras situam-se dentro da FLONA Carajás e formam aproximadamente 400 mil hectares. O clima, segundo a classificação de Köppen, é do tipo AWi, Tropical Chuvoso com seca de inverno, apresentando dois subtipos: o Equatorial Continental, associado a encostas e terras baixas, e o clima Equatorial Mesotérmico de Altitude, associado ao topo de serra. Este último é caracterizado pela temperatura média entre 23–25°C e precipitação anual variando entre 2.000 e 2.400 mm (STCP 2003).
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O RETORNO DA TERRA

O RETORNO DA TERRA

Esta dissertação de mestrado discute as “retomadas de terras” levadas a cabo pelos Tupinambá da aldeia Serra do Padeiro, sul da Bahia, Brasil. Em definição sucinta, pode-se dizer que as retomadas consistem em processos de recuperação, pelos indígenas, de áreas por eles tradicionalmente ocupadas, no interior das fronteiras da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, já delimitada, e que se encontravam em posse de não-índios. Entre 2004 e 2012, os Tupinambá da Serra do Padeiro retomaram 22 fazendas e, a despeito das tentativas de reintegração de posse – com a realização de prisões de lideranças e prática de tortura contra os indígenas –, mantêm a ocupação de todas as áreas. Concebendo o território, a um só tempo, como pertencente aos “encantados” (classe de seres não humanos com os quais convivem os indígenas), construído pelos antepassados, e como condição de possibilidade de vida autônoma, os Tupinambá compreendem sua atuação como inscrita em uma história de longa duração. Nesse sentido, as retomadas são mais que “instrumentos de pressão”, destinados a fazer com que o Estado brasileiro concluísse o processo administrativo de demarcação da Terra Indígena. Essas formas de ação são parte de uma estratégia de resistência e luta pelo efetivo “retorno da terra”, categoria engendrada pelos Tupinambá, lastreada em suas concepções territoriais, e que será debatida neste estudo. Apesar de as retomadas serem reconhecidas pela literatura antropológica como uma prática disseminada entre os povos indígenas no Brasil, elas não têm sido objeto de estudos detidos. Tendo isso em vista, por meio de incursão etnográfica e pesquisa documental, buscou-se descrever e analisar o processo de retomada do território Tupinambá, com vistas a somar esforços na construção de um quadro analítico das formas contemporâneas de resistência indígena.
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Asteraceae dos Campos Rupestres das Serras da Bocaina e de Carrancas, Minas Gerais, Brasil.

Asteraceae dos Campos Rupestres das Serras da Bocaina e de Carrancas, Minas Gerais, Brasil.

Table 1 – Species List of Asteraceae of Serras da Bocaina e de Carrancas, Minas Gerais. The materials are testimony under number collection Mariana Esteves Mansanares (MEM). Occurrences of the species in other areas analyzed: TcUru = Toca dos Urubus; Ibit = Parque Estadual do Ibitipoca; SãoJ = Serra de São José; Cipó = Serra do Cipó; GrMo = Serra de Grão – Mogol; Can = Parque Nacional da Serra da Canastra; Itac = Parque Estadual do Itacolomi; Cab = Serra do Cabral; Org - Serra dos Órgãos; Fina - Serra Fina; Itat - Itatiaia; PiAl - Pico das Almas; Cat - Catolés; Vea - Cha- pada dos Veadeiros; Pang - Reserva ecológica do Pangá; CeSP - Cerrados de São Paulo; CaIt - Campos de Itararé.
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Uma revisão da distribuição de Ocotea curucutuensis J.B. Baitello na região sudeste do Brasil.

Uma revisão da distribuição de Ocotea curucutuensis J.B. Baitello na região sudeste do Brasil.

Abstract: This analysis presents a revised distribution for Ocotea curucutuensis J.B. Baitello in southeastern Brazil. Because of its strong similarity with Ocotea spixiana (Nees) Mez this species remained unrecognized for over a hundred years after the first collection by A. F. M. Glaziou in 1888, but it was recently shown to be a distinct species. Although the species was originally described from material from the Serra do Mar in São Paulo, subsequent new collections and a wider investigation of herbarium material have shown that it is, in fact, quite widespread, especially in the Serra do Mar and Serra da Mantiqueira and that it is necessary to revise and enlarge the known distribution. O. curucutuensis has a wide distribution in forests in the higher parts of the Serra do Mar and Serra da Mantiqueira, in the states of Rio de Janeiro and São Paulo, in the southeast of Brazil, while O. spixiana has a more northerly distribution.
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Criação, implantação e manejo de unidades de conservação no Brasil: estudo de caso em Minas Gerais

Criação, implantação e manejo de unidades de conservação no Brasil: estudo de caso em Minas Gerais

O mecanismo da co-gestão já aceito pelo IBAMA em alguns poucos casos, como com a FUNDHAN, no Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, o da FUNATURA, no Parque Nacional Grande Sertão Veredas, em Minas Gerais, o Parque Nacional Serra do Divisor, no Acre, com a SOS Amazônia e o Parque Nacional do Jaú, no Estado do Amazonas, com a Fundação Vitória Amazônica, vem ajudando a melhorar a gestão destas áreas protegidas, sendo, assim um mecanismo e uma política que podem ser replicados, em algumas circunstâncias. A co-gestão pode ser e tem sido um exce- lente mecanismo para se fazer captação de recursos financeiros, dar mais flexibilidade para contratação de pessoal, além de que as organizações não governamentais são mais aceitas no campo do que a Instituição Pública (PÁDUA, 2000).
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Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Picramniaceae.

Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Picramniaceae.

Endêmica do Pará, Serra dos Carajás, onde foi registrada na Serra Norte; Serra Sul: S11A, S11B, S11D; e Serra do Tarzan. Encontrada em campos rupestres de canga, com certo nível de umidade, à sombra parcial na transição para a floresta (Pirani 1990; Pirani & Thomas 1988).

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Parque Nacional da Serra da Canastra - Criado em 3 de abril de 1972, pelo

Parque Nacional da Serra da Canastra - Criado em 3 de abril de 1972, pelo

formando paisagens de grande beleza, como a Cachoeira da Farofa, com mais de 70 metros de queda livre, e o canyon das Bandeirinhas, por onde corre um ribeirão. Era chamada anteriormente de Serra da Vacaria e foi o primeiro caminho natural dos Bandeirantes que se dirigiam ao nordeste de Minas Gerais, em busca de pedras preciosas. Constitui-se um belo conjunto de montanhas, rios, cachoeiras e campos, de relevo acidentado e altitudes que variam entre 700 e 1.700 metros. A vegetação apresenta-se em três tipos: matas de galeria, campos cerrados e campos rupestres ou de altitude. Nos vales ao longo do curso dos rios predomina a mata de galeria, com grande quantidade de árvores frondosas. A região de cerrado pode ser identificada pelas árvores baixas e tortuosas e pelas espécies como o murici (Byrsonimia verbascifolia) e o pau-terra (Qualea grandiflora). Acima de 900 metros, os campos de altitude são em geral bem abertos e cortados por rios e riachos permanentes. A criação do Parque tornou possível a proteção de uma espécie própria da Serra do Cipó, a canela-de-ema (Vellozia piriseana), sobre a qual cresce um raro e exótico tipo de orquídea, a Constantia cipoensis.
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