Sinistralidade laboral

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Sinistralidade laboral

Sinistralidade laboral

Apesar da evolução verificada nas abordagens preventivas nas empresas, é facto que a sinistralidade laboral se mantém em níveis elevados, particularmente no plano dos acidentes mortais e outros de elevada gravidade. Esta constatação leva-nos a considerar, desde logo, que os acidentes são fenómenos de natureza multifacetada, evidenciando causas múltiplas resultantes de interacções complexas. Esta natureza multifacetada e complexa será, então, ainda maior nas situações envolventes dos riscos especiais.

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Sinistralidade laboral e certificação em gestão da segurança e saúde no trabalho (GSST)

Sinistralidade laboral e certificação em gestão da segurança e saúde no trabalho (GSST)

A pertinência e importância do estudo a desenvolver advém da necessidade de estudar a variação da sinistralidade laboral com a certificação em GSST. Assim, será possível conhecer efetivamente qual a relação entre a sinistralidade laboral nas empresas que contrataram uma entidade externa responsável para assegurar que o Sistema de GSST é implementado, praticado e que cumpre todos os requisitos legais. Finalmente, pretende-se propor melhorias no método de implementação do Sistema de GSST de forma a delegar princípios preventivos e possíveis melhorias também ao nível da sinistralidade laboral. Para concretizar os objetivos deste estudo, fez-se um levantamento bibliográfico de forma a adquirir mais conhecimentos sobre os aspetos relacionados com a Certificação em GSST e os seus efeitos na sinistralidade laboral, tendo em conta a modalidade dos Serviços de SST praticados nas empresas. De seguida, foi realizado um inquérito com questões adaptadas à realidade empresarial em estudo, onde se questionavam trabalhadores de empresas com Serviço Interno de SST e trabalhadores de empresas com Serviços Externos de SST, sendo a amostra composta por 74 trabalhadores. Esses trabalhadores foram questionados sobre vários aspetos relacionados com a SST, desde questões relativas ao seu envolvimento nas questões de segurança da empresa, a sua postura e consciência perante situações mais delicadas em matéria de SST e sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais. Esses dados foram analisados qualitativamente e quantitativamente. Os testes estatísticos foram realizados recorrendo ao software SPSS. Para análise dos dados foi feita uma estatística descritiva de forma a fazer uma caracterização da amostra e para os testes estatísticos, Qui-Quadrado (χ²), foi considerado um nível de significância de 5%. Os resultados obtidos foram confrontados com aqueles que foram adquiridos através da revisão bibliográfica. Deste modo, foi possível verificar se há uma interligação entre a modalidade de SST praticada nas empresas e o cumprimento dos requisitos legais de SST, o que poderá intervir diretamente na sinistralidade laboral. Os resultados do estudo apontam para uma relação existente entre a modalidade de SST praticada nas empresas e o cumprimento dos requisitos legais de SST, o que poderá intervir diretamente na sinistralidade laboral. Após a análise das variáveis estudadas, são propostas soluções e recomendações, visando a melhoria da certificação em SST.
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Estudo comparado nas administrações públicas de quatro países europeus : estatísticas de sinistralidade laboral 2004-2008

Estudo comparado nas administrações públicas de quatro países europeus : estatísticas de sinistralidade laboral 2004-2008

A Suécia é o país em que se regista a menor taxa de incidência de acidentes de trabalho no sector Administração pública. Em termos globais nacionais e mantendo em consideração todos os sectores de actividade, sem especifica partição por sector Administração pública e durante o período 2004 - 2006, o país que apresenta, comparativamente, menor taxa de incidência de acidentes de trabalho (graves ) é Portugal. Aparentemente, e em perspectiva comparada, o Reino Unido apresenta a mais baixa taxa de incidência de acidentes de trabalho (mortais) na Administração pública. Esta mesma tendência de consistente decréscimo também se verifica nos indicadores britânicos de sinistralidade laboral (neste caso, taxa de incidência de acidentes de trabalho e taxa de incidência de acidentes de trabalho mortais). No entanto, é de ressalvar que, os dados estatísticos reportados devem ser lidos com precaução e com atenção detalhada dado o reconhecimento de potencial sub reporte de ocorrências.
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Análise estatística da sinistralidade laboral em dois sectores de actividade

Análise estatística da sinistralidade laboral em dois sectores de actividade

O estudo actual procura aprofundar um trabalho anterior sobre sinistralidade laboral em Portugal, da autoria de Jacinto et al (2007). Nesta tese, em contraste com o referido, que abordava cinco sectores de actividade económica, analisam-se apenas dois sectores – Indústrias Extractivas (sector C) e Indústrias da Madeira e da Cortiça e suas Obras (subsector DD) – sendo que o primeiro é comum a ambos os trabalhos. O período em análise deixa de ser de três anos (2001-2003) passando a ser de cinco anos consecutivos (2002-2006). Por outro lado, as técnicas estatísticas utilizadas para estudar as relações causa-efeito entre modalidades de variáveis são duas, sendo que uma delas constitui uma novidade em relação ao trabalho anterior. Tal como no estudo original, as relações de dependência estatística serão analisadas para duas variáveis específicas: o desvio e o contacto; estas variáveis representam, respectivamente, a “causa imediata” e o “tipo ou modalidade de acidente”. Contudo, outra novidade do presente trabalho consiste em repetir a análise das relações “desvio × contacto” não apenas para o sector, como um todo, mas também por faixa etária; o objectivo deste desdobramento foi o de verificar se o “mecanismo do acidente” (causa-efeito) é diferente para as várias faixas etárias. Por outras palavras: procurou-se não só caracterizar o acidente mais relevante de cada sector em análise, mas também verificar se os acidentes dos “mais novos” são estatisticamente diferentes dos acidentes ocorridos com trabalhadores mais velhos.
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Análise de risco como ferramenta de avaliação de custos da sinistralidade laboral

Análise de risco como ferramenta de avaliação de custos da sinistralidade laboral

Este capítulo inicia com uma evolução histórica deste tema, fazendo referência a diversos autores, que ao longo do tempo, deram o seu contributo com os seus respetivos estudos. É iniciada com uma breve explicação da pertinência do tema, em que essencialmente refere que as melhorias neste sentido podem trazer benefícios monetários à empresa mas também podem ter uma influência positiva no rendimento do colaborador. Após isto, são apresentadas várias metodologias de contabilização de custos totais de acidentes de trabalho, em que todas elas defendem que os custos visíveis por parte da empresa são apenas “a ponta do icebergue”, explicando que a fatura dos custos indiretos é bastante mais avultada, sendo assim de grande importância que a entidade empregadora os consiga quantificar. Finaliza com alguns dados genéricos de foro estatístico, onde é realçada a melhoria na sinistralidade laboral nacional, comparando como país vizinho, a Espanha, e justificando a opção da escolha de uma Pequena e Média Empresa, por estas representarem 99,5% do tecido empresarial português e garantirem 75% do emprego nacional.
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Concepções e percepções sobre as condições de trabalho: estudo comparativo com a sinistralidade laboral em empresas portuguesas

Concepções e percepções sobre as condições de trabalho: estudo comparativo com a sinistralidade laboral em empresas portuguesas

profissional. Sao dotados de uma tecnologia de ponta e recursos humanos qualificados procurando responder a urn mercado cada vez mais competitivo e exigente. Esta a[r]

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Ambiente térmico em espaços não climatizados e a sua influência na produtividade e sinistralidade laboral: uma aplicação ao sector mineiro

Ambiente térmico em espaços não climatizados e a sua influência na produtividade e sinistralidade laboral: uma aplicação ao sector mineiro

poderem corresponder diferentes valores de WBGT 168 - em função do grau de humidade ou da temperatura radiante existentes no espaço - e de ser necessário contab[r]

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Análise económica da sinistralidade laboral

Análise económica da sinistralidade laboral

Nesta fase importa conhecer algumas tabelas de avaliação do dano corporal pois, a sua utilização influencia directamente o montante pecuniário a ser entregue aos sinistrados relativamen[r]

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Índices e abreviaturas

Índices e abreviaturas

Capítulo 6 – Evolução dos Sistemas de Gestão de Resíduos Sólidos Domésticos................................................................................................................ Capítulo 7 – EGSRA e Empresas Associadas…………………………………… 7.1. Gesamb – Gestão ambiental e de resíduos, EEIM……………………..…... 7.1.1. Investimento em segurança e sinistralidade laboral ……...……………... 7.1.2. Custos com acidentes de trabalho ……………....……………………….

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Modelação estatística dos índices de sinistralidade, aplicados ao setor da construção

Modelação estatística dos índices de sinistralidade, aplicados ao setor da construção

Na tentativa de corresponder a esta necessidade, diversos especialistas e investigadores têm dedicado a sua atenção ao estudo da sinistralidade laboral no setor da construção, tanto no âmbito nacional como internacional. Nesse contexto, Huang (2011) desenvolveu um modelo baseado na teoria de Cinza-Markov que permite, de forma precisa e confiável, prever os acidentes de construção. No mesmo ano, Pires (2011) apresenta uma análise sobre os acidentes mortais no setor da construção em Portugal que permite conhecer melhor a sinistralidade fatal no setor e a adoção de medidas e procedimentos que diminuam o número deste tipo de acidentes.
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Dissertação Carla Santos

Dissertação Carla Santos

Dos resultados obtidos verifica-se que a grande maioria dos trabalhadores não tem formação em SHT. Considerando-se, tal como referido anteriormente, que a formação é um veículo primordial para a informação e formação dos trabalhadores pode-se considerar, de acordo com Reason (1990), que existe uma lacuna ao nível da abordagem no sistema de trabalho. Por outro lado, verificou-se que não existe uma diferença significativa entre a sinistralidade dos trabalhadores que frequentaram formação em SHT e dos que não frequentaram, o que quer dizer que apesar da formação, a sinistralidade laboral não tem alterações significativas, podendo assim fazer-se também uma associação à abordagem baseada no individuo.
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Análise da evolução da sinistralidade mortal na indústria extractiva entre 2004 e 2007

Análise da evolução da sinistralidade mortal na indústria extractiva entre 2004 e 2007

Com a presente tese procura-se, assim, através da análise dos inquéritos dos acidentes de trabalho mortais ocorridos em Portugal Continental extrair informação sobre as causas e factores que lhe estão subjacentes, com o intuito fundamental de um melhor conhecimento e adopção de medidas de prevenção e implementação de boas práticas, com vista à melhoria das condições do trabalho e à diminuição da sinistralidade laboral no sector. Não apenas dependente da legislação, do avanço tecnológico, mas também do envolvimento dos empregadores e trabalhadores em matéria de segurança e saúde nos locais de trabalho. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre a sinistralidade da IE em vários países, códigos e guias de boas práticas no sector, trabalhos de investigação e estudos publicados sobre a sinistralidade na IE.
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Análise da sinistralidade na indústria têxtil Portuguesa

Análise da sinistralidade na indústria têxtil Portuguesa

Com o intuito de actualizar estes dados, e com base nos dados (sem qualquer tratamento prévio) fornecidos pelo MTSS relativos aos acidentes de trabalho no intervalo temporal entre 2003 e 2005, é efectuado um tratamento estatístico por forma analisar a sinistralidade laboral no sector têxtil a nível Nacional, incluindo a região autónoma dos Açores e da Madeira. Para tal, em parte, foi seguido o critério adoptado para a classificação de acidentes na 1ª Conferência Internacional das Estatísticas do Trabalho, promovida pelo BIT (Bureau Internacional du Travail):
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Bullying Laboral e a relação com o Burnout e a Intenção de Turnover: O efeito mediador da Felicidade

Bullying Laboral e a relação com o Burnout e a Intenção de Turnover: O efeito mediador da Felicidade

O mundo é um lugar que está em constante mudança (Helliwell, Layard, e Sachs, 2019). O mundo laboral não é exceção. Cada vez mais as pessoas passaram a significar um diferencial competitivo que mantém e promove o sucesso organizacional, passando a ser a principal vantagem competitiva num mundo globalizado, instável, mutável e fortemente competitivo (Chiavenato, 2014). Aliás, a afirmação “as pessoas são o nosso ativo mais importante” - é recorrente nos discursos dos executivos, todavia nem sempre é validado pela prática organizacional (Rego et al., 2015, p.52). Devido às rápidas mudanças que estão a acontecer, existe uma maior pressão organizacional sobre colaboradores, fazendo com que eles se esforcem cada vez mais para obter o sentimento de conquista e satisfação com o trabalho que desempenharam (Commer, Sci, Malik, e Noreen, 2015). Contudo, toda a pressão organizacional sobre os colaboradores, caso não seja bem gerida, pode dar espaço para o aparecimento de casos de violência no trabalho.
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Mortalidade rodoviária em Portugal: Uma abordagem sócio-demográfica

Mortalidade rodoviária em Portugal: Uma abordagem sócio-demográfica

Antes de mais quero enaltecer a Guarda Nacional Republicana, Instituição a que muito me honro de pertencer, em primeiro lugar pela inspiração que me proporcionou, o que de algum modo decorreu das funções que desempenhei nos últimos três anos enquanto Oficial responsável pela área de Operações da Brigada de Trânsito, Unidade à qual compete velar pelo cumprimento da missão da Guarda em matéria de fiscalização e segurança rodoviária. Em segundo lugar agradeço ainda à GNR, na pessoa do meu Comandante, Tenente-General Manuel António Meireles Carvalho, por ter autorizado que parte deste estudo se desenvolvesse com recurso a informação recolhida no seio da organização. A este último devo igualmente tributo pela visão que me proporcionou (em resultado não só da sua acção de Comando directa, como da observação da sua postura intelectual e moral) na análise da complexidade das questões rodoviárias e em particular do fenómeno da sinistralidade rodoviária.
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Tatiana Maria de Oliveira Marques A fiscalização do crime de condução em estado de embriaguez e a sua influência na sinistralidade rodoviária grave

Tatiana Maria de Oliveira Marques A fiscalização do crime de condução em estado de embriaguez e a sua influência na sinistralidade rodoviária grave

Aquando da sua elaboração, foram identificados grupos e fatores de risco, que mereciam especial atenção face à situação da sinistralidade rodoviária que se vivia na altura. De entre os grupos de risco identificados, estavam os condutores que conduziam sob influência de álcool ou substâncias psicotrópicas. Posteriormente, foram estabelecidos objetivos estratégicos e operacionais. Um dos objetivos estratégicos era a diminuição da percentagem de vítimas com álcool e substâncias psicotrópicas. Pretendia-se diminuir, até 2015, o número de condutores mortos com taxa de álcool acima do limite legal. A partir dos objetivos estratégicos foram definidos objetivos operacionais e as respetivas acções-chave. A respeito da condução sob influência de álcool foi apresentado o objetivo operacional n.º 8, que pretendia melhorar a eficiência e eficácia da fiscalização seletiva, através da elaboração de um plano nacional de fiscalização. Como acções-chave podemos indicar, entre outras, a elaboração de um plano nacional de fiscalização de álcool e o estudo da influência de alguns fármacos no metabolismo do etanol (ANSR, 2009, p. 67).
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Análise de Dados de Sinistralidade Rodoviária nas Zonas em Obras com Recurso à Regressão Logística Multinomial

Análise de Dados de Sinistralidade Rodoviária nas Zonas em Obras com Recurso à Regressão Logística Multinomial

Nesse âmbito, cita-se a importante ligação dos dados de sinistralidade rodoviária com os dados de acidentes de trabalho com vista à identificação da melhor abordagem para minorar a prevalência e o impacto das suas consequências, considerando que esta é, de longe, a principal causa de morte com acidentes dessa natureza. Os acidentes rodoviários ocorridos em trabalho, seja em missão (desempenho de funções profissionais), seja in itinere (deslocações entre os locais de residência e de trabalho), constituem a principal causa de morte por acidente de trabalho, na Europa e também em Portugal. Apurou-se que, em 2012, terão morrido 95 pessoas vítimas de acidentes rodoviários de trabalho, dos quais 39 % in itinere e os restantes em missão, sugerindo-se que mais da metade das vítimas estejam localizadas nas zonas em obras, sejam essas de manutenção ou reabilitação dos activos, associadas a elevadas perdas económicas decorrentes do seu impacto na actividade das empresas (Diário e República, 2017).
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Avaliação do impacto na circulação e risco de acidente em estradas em obras

Avaliação do impacto na circulação e risco de acidente em estradas em obras

A seguir apresentada-se diversos estudos no âmbito da sinistralidade rodoviária em zonas de obra e impactos das obras na circulação, e os fatores de risco considerados na formulação de [r]

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Queixas musculoesqueléticas e a prática de ginástica laboral de colaboradores de instituição financeira.

Queixas musculoesqueléticas e a prática de ginástica laboral de colaboradores de instituição financeira.

A responsabilidade pelas questões trabalhadas durante a ginástica laboral deve ser do profissional que prescreve o treinamento. Porém, o trabalho será completo e terá um bom andamento quando houver cooperação, interesse do trabalhador e incentivo da empresa. Para tanto é importante a explicação e o entendimento dos reais benefícios que a prática de algum tipo de exercício físico proporciona, não só para as questões relacionadas ao trabalho, mas também para as questões de saúde e qualidade de vida. Assim, é importante a atuação dos profissionais de educação física junto às instituições bem como da intervenção da ergonomia enquanto melhora das condições de trabalho e saúde. Martins (2000) salienta que a relevância da ergonomia num programa de ginástica laboral se dá em consideração ao trabalhador que passa a maior parte do seu tempo num ambiente que, se não for adequado e confortável, pode reprimir grande parte dos benefícios conquistados pela prática de exercício.
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Adaptação do questionário sobre significados do trabalho - QST - para o Brasil.

Adaptação do questionário sobre significados do trabalho - QST - para o Brasil.

Os inventários mencionados, como também o Inventário sobre Atribuições da Situação Laboral, e as escalas assim denominadas, Centralidade do emprego; Autoconceito laboral, Disponibilidade ao emprego e Estilo de busca de emprego foram construídas no final dos anos de 1980 (Blanch, 1990). Estes instrumentos foram validados em fases que incluíram revisão teórica, entrevistas e consultas a especialistas (orientadores avaliadores do Instituto Nacional de Emprego – INEM). Realizaram-se estudos piloto com amostras de 189 sujeitos no ano de 1984, de 461 sujeitos no ano de 1985, de 230 sujeitos no ano de 1986 e de 712 sujeitos no ano de 1987 (Blanch, 1986; Blanch & Salleras, 1987; Blanch, Acebillo & Salleras, 1988). As primeiras aplicações destas escalas foram realizadas em 1988 com 2.007 pessoas, das quais 1.087 estavam em situação de desemprego e 920 pessoas tinham contrato formal de trabalho (Blanch, 1990).
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