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Sociedade do conhecimento ou sociedade das ilusões? Quatro ensaios crítico-dialéticos em Filosofia da Educação

Sociedade do conhecimento ou sociedade das ilusões? Quatro ensaios crítico-dialéticos em Filosofia da Educação

O autor questiona sobre qual seria a função ideológica desempenhada pela crença na chamada sociedade do conhecimento e aponta para a intencionalidade de se enfraquecer as críticas radicais ao capitalismo e a possível luta por uma revolução que leve a uma superação radical desse sistema. Para tanto, anuncia algumas ilusões que são transmitidas e incorporadas ao senso comum e esvaziadas da reflexão crítica tão necessária ao processo educativo. Entre elas a de que o conhecimento nunca esteve tão acessível como hoje, ou seja, vivemos numa sociedade na qual o acesso ao conhecimento foi amplamente democratizado pelos meios de comunicação. Outra ilusão apontada pelo autor é de que a capacidade de lidar de forma criativa com situações singulares no cotidiano e de mobilizar conhecimentos é muito mais importante que aquisição de conhecimentos teóricos. Aponta, também, para a ilusão de que o conhecimento não é a apropriação da realidade pelo pensamento, mas sim uma construção subjetiva resultante de processos semióticos intersubjetivos, nos quais ocorre uma negociação de significados, dessa maneira, o que confere validade ao conhecimento são os contratos culturais, isto é, o conhecimento é uma convenção cultural. Trata também como ilusão a afirmativa de que os conhecimentos têm todos o mesmo valor, não havendo, entre eles, hierarquia quanto à sua qualidade ou quanto ao seu poder explicativo da realidade natural e social.
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A política na sociedade do conhecimento.

A política na sociedade do conhecimento.

Quais as implicações do modo informacional de desenvolvimento na vida social? Podemos destacar, entre outras, alterações significativas no campo da economia, nas relações sociais e na política. Houve uma reestru- turação do capitalismo, caracterizada por maior flexibilidade de gerencia- mento, descentralização das empresas, fortalecimento do Capital, declínio dos movimentos trabalhistas, concorrência e integração global dos merca- dos. Do ponto de vista econômico, chama atenção, de modo particular, a al- teração na forma de extração da mais-valia. Na teoria clássica, a mais valia é pensada em função da quantidade de tempo expropriado do trabalhador pelo capitalista. É daí que é retirado o excedente e, por conseqüência, o lu- cro. Na sociedade do conhecimento, a mais-valia não é obtida através da exploração direta do trabalhador ou do uso periférico da técnica na produ- ção. Trata-se, no modo informacional de produção e desenvolvimento, da produção da mais-valia, da obtenção do lucro a partir do conhecimento e da técnica, do fato de que a geração da produção e da riqueza está atravessada de ponta a ponta pelo paradigma cibernético. Essa talvez seja a razão do de- semprego, da centralização, circulação especulativa do capital e da perma- nência dos buracos negros de miséria espalhados no mundo inteiro, desde as regiões mais pobres até as periferias dos grandes e ricos centros urba- nos. Assim sendo, embora a sociedade tenha se alterado e continue mudan- do bruscamente, o capitalismo conseguiu manter-se e sair fortalecido com a revolução informacional.
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A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento

A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento

Se a ideologia da produção em série, característica da era industrial, tinha como princípio fundamental a associação de terra, trabalho e capital como forma de criar riqueza, na sociedade do conhecimento, a informação, gerando ação (conhecimento), constitui o mais importante recurso de agregação de valor . Sua versatilidade permite atender às necessidades do consumidor de forma muito mais satisfatória. O conhecimento revoluciona o processo de produção, uma vez que ele torna economicamente viável a individualização e diversificação do produto.Cada dia mais será necessária a prática empreendedora, tanto quanto a gerencial, baseada em regras e conhecimento específico. A inovação, que consiste em trabalho árduo e sistemático de análise periódica dos produtos, serviços, tecnologia, mercado e canais de distribuição, é o que determinará a sobrevivência das organizações. Segundo Drucker 11 ,
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A literacia dos adultos: competências-chave na sociedade do conhecimento

A literacia dos adultos: competências-chave na sociedade do conhecimento

Resumo: A presente investigação visa produzir um conjunto de novos desenvolvimentos, teóricos e substantivos, para o estudo das competências-chave para a sociedade do conhecimento. Incide na análise de duas vertentes específicas, mas entendidas enquanto complementares: a identificação dos perfis de literacia da população e os seus principais factores explicativos, e a análise de novas dinâmicas e processos emergentes de bloqueio ou desenvolvimento das competências de literacia e outras competências-chave para a sociedade do conhecimento. Um dos conceitos nucleares da pesquisa é o conceito de literacia, desenvolvido nos últimos anos sobretudo no âmbito de pesquisas de natureza extensiva dirigidas à avaliação das competências reais de leitura, escrita e cálculo da população adulta. Mais recentemente o conceito foi alargado de modo a assegurar outras competências consideradas fundamentais, ou chave, nas sociedades contemporâneas. Através da articulação com referências teóricas sobre as sociedades actuais, nas quais tem sido sublinhada a importância do conhecimento e da informação enquanto factores cada vez mais estruturantes da vida social, procura-se produzir novos contributos teóricos e analíticos neste domínio. A estratégia metodológica definida combina a análise quantitativa (através da exploração de bases de dados internacionais sobre literacia), desenvolvida com o objectivo de aprofundar o conhecimento sobre o perfil de literacia da população, e a análise qualitativa (apoiada em entrevistas, análise documental e observação directa), centrada nos adultos pouco qualificados e nos processos concretos de bloqueio, ou desenvolvimento, de competências para a sociedade do conhecimento.
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O desafio curricular da produção de saberes na sociedade do conhecimento

O desafio curricular da produção de saberes na sociedade do conhecimento

Neste texto propomos uma reflexão sobre o desafio da escola em trabalhar a questão do conhecimento em tempos de globalização e, sobretudo, da chamada sociedade do conhecimento. Dentre as grandes tarefas que, historicamente, foram atribuídas à educação escolar, o compromisso com a assimilação, a transmissão e a produção de conhecimentos é, com certeza, aquele que mais tem gerado debates e polêmicas. Quando nos referimos à escola como uma agência privilegiada que lida, direta e fundamentalmente, com a questão do conhecimento, nos deparamos com inúmeras implicações e possibilidades decorrentes dessa afirmação. Em tempos de rápidas transformações é importante que a comunidade escolar reflita sobre o significado e o viés do discurso consensual que se apresenta, no momento, sob a expressão sociedade do conhecimento, bem como das práticas pedagógicas e curriculares que se concretizam na escola em nome deste consenso. Procuramos interpretar essas implicações e possibilidades à luz das contribuições dos princípios da teoria da complexidade por entendermos que essa matriz paradigmática se constitui num dos referenciais principais e privilegiados para compreender os múltiplos significados da realidade e, por conseguinte, da educação escolar.
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novos fazeres na sociedade do conhecimento :: Brapci ::

novos fazeres na sociedade do conhecimento :: Brapci ::

Discute as funções do bibliotecário e do arquivista na sociedade do conhecimento. Faz uma reflexão sobre as mudanças do ambiente informacional, enfatizando as principais transformações dos fazeres dos profissionais da informação nesta realidade. Destaca, em particular, os avanços com relação à nova composição do campo informacional, a expansão dos espaços de atuação da área, a necessidade de parcerias com profissionais de outras áreas do conhecimento, as mudanças de enfoque no trabalho de mediação e a atuação destes profissionais no fluxo internacional de informação, entre outros.
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A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento

A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento

Se a ideologia da produção em série, característica da era industrial, tinha como princípio fundamental a associação de terra, trabalho e capital como forma de criar riqueza, na sociedade do conhecimento, a informação, gerando ação (conhecimento), constitui o mais importante recurso de agregação de valor . Sua versatilidade permite atender às necessidades do consumidor de forma muito mais satisfatória. O conhecimento revoluciona o processo de produção, uma vez que ele torna economicamente viável a individualização e diversificação do produto.Cada dia mais será necessária a prática empreendedora, tanto quanto a gerencial, baseada em regras e conhecimento específico. A inovação, que consiste em trabalho árduo e sistemático de análise periódica dos produtos, serviços, tecnologia, mercado e canais de distribuição, é o que determinará a sobrevivência das organizações. Segundo Drucker 11 ,
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Questões do sentido do saber escolar na sociedade do conhecimento

Questões do sentido do saber escolar na sociedade do conhecimento

Nesse contexto, um dos diagnósticos mais comuns da educação atual, especificamente nas pessoas que convivem com a realidade escolar, é a constatação da indiferença de um número cada vez maior de alunos em re- lação aos conhecimentos que são desenvolvidos pelos professores em sala de aula. Esse problema tem sido tema de investigação e debate há, pelo menos, trinta anos. Inúmeras propostas e teorias foram e estão sendo elaboradas com vistas a achar explicações e a oferecer alternativas que possam desenvolver um conhecimento atraente na escola e com algum sentido para o aluno. No entanto, grande parte das proposições têm apresentado resultados pouco efi- cazes, e, a cada dia, o desespero dos professores, dos dirigentes de escolas, dos gestores dos sistemas de ensino e dos próprios pais ou responsáveis aumenta diante do crescimento da apatia dos alunos em relação ao saber. Trata-se de um fenômeno que está tomando proporções cada vez maiores e que carece de alguma explicação convincente. A ironia dessa situação é que ela está ocorren- do na “era da sociedade do conhecimento” e apresenta-se em todos os níveis de ensino da escola primária ao ensino superior.
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Sociedade do conhecimento.

Sociedade do conhecimento.

O debate sobre a importância das TICs tem levado a uma ampla discussão a respeito das alterações nas convenções estatísticas necessárias para medir a relevância dos novos pro- cessos desenvolvidos no âmbito do que se convencionou chamar de “Sociedade da Informação” ou “Sociedade do Conhecimento”. Porcaro (2001) chama a atenção para o fato de os esquemas conceituais, dos sistemas estatísticos ofici- ais, assentarem-se sobre premissas teóricas umbilicalmente ligadas a uma dada concepção em relação à realidade eco- nômica e social. Segundo a autora, os modelos estatísticos se apropriaram de constructos analíticos ligados à divisão do trabalho da sociedade industrial e ganharam consistência ao desenhar uma representação estatística homogênea e com- parativa de uma sociedade cujos padrões culturais, científi- cos e tecnológicos eram relativamente estáveis, assentados sobre a organização regulada, fordista e circunscrita aos marcos dos Estados Nacionais do pós-guerra.
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Os fenômenos de segregação e exclusão social na sociedade do conhecimento.

Os fenômenos de segregação e exclusão social na sociedade do conhecimento.

Na medida em que as hierarquias piramidais vão sendo substituídas por estruturas mais flexíveis, as pessoas que mudam de trabalho experimentam, com grande fre- qüência, o que os sociólogos denominaram “movimentos ambiguamente laterais”. São movimentos em que as pessoas se movem, em realidade, para o lado, ainda que creiam mover-se para cima na rede flexível […] Outros estudiosos da mobilida- de social insistem nas chamadas “perdas retrospectivas” em uma rede flexível. Uma vez que as pessoas que se arriscam a mover-se em organizações flexíveis costumam ter pouca informação confiável sobre o que leva a uma nova posição, só retrospec- tivamente percebem que tomaram decisões equivocadas. […] a mobilidade profis- sional na sociedade contemporânea é, a miúdo, um processo ilegível.
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A Informação como Recurso Estratégico na Sociedade do Conhecimento 2003

A Informação como Recurso Estratégico na Sociedade do Conhecimento 2003

Como Mallo (1997) refere o “objectivo de todo o sistema de informação consiste em transformar os dados em máximo conhecimento útil para as decisões”, em que a Contabilidade como informação deve ser flexível, satisfazendo os diferentes utentes e integrada de forma a responder às necessidades da Gestão. O crescimento e a rendibilidade das organizações tornaram-se geralmente dependentes do eficiente processamento de dados. Essa é a principal razão porque a informação é um recurso básico para as organizações. Os dados, a matéria-prima deste recurso, podem e devem ser controlados como um activo. Mas os problemas em termos de processamento de dados também estão a aumentar em número e complexidade.
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As bibliotecas universitárias na Sociedade do Conhecimento: o imperativo da colaboração

As bibliotecas universitárias na Sociedade do Conhecimento: o imperativo da colaboração

Existe, contudo, uma necessidade evidente, por parte dos estudantes e dos professores, de uma melhor e maior capacidade de acesso e utilização da informação, o que obriga os bibliotecários a envolver-se mais em actividades de docência, por exemplo em actividades de formação em literacia informacional. Os professores reconhecem que a Internet coloca desafios educativos para os quais não dispõem nem do tempo nem do conhecimento especializado para se manter actualizados. Por esta razão, os bibliotecários devem desenvolver programas que lhes permitam trabalhar estreitamente com os seus colegas professores, por exemplo, na integração da aquisição das capacidades de acesso e utilização da informação nos planos de estudo. É essencial que o ensino dessas competências integre o currículo sendo os bibliotecários e os professores responsáveis por garantir esse tipo de formação “…so that each teaches the skills that their credentials best qualify them to teach.” (Grafstein, 2002, p. 202). Raspa e Ward (2000) identificam três níveis de interacção entre bibliotecários e professores que distinguem segundo a sua duração e intensidade, a distribuição das tarefas e a partilha de objectivos comuns. O primeiro é denominado estabelecimento de contactos ( networking ), o qual não é mais do que uma forma de interacção pessoal pouco estruturada que consiste na troca de informação para benefício mútuo sem que exista um objectivo comum. O segundo tipo é a coordenação ( coordination ) que representa uma relação de maior complexidade entre as duas partes em que se identificou um objectivo comum, ainda que não exista partilha de actividades: cada uma das partes trabalha de forma separada para alcançar o objectivo. O último nível é a colaboração ( collaboration ) que implica o compromisso de cada uma das partes e o desenvolvimento de uma relação de trabalho a longo prazo, em que os participantes negoceiam e alcançam um consenso sobre as acções a desenvolver para alcançar o objectivo estabelecido. O trabalho é realizado pelas duas partes, sendo tomadas em consideração as competências e capacidades de cada uma. Este é o tipo de relação mais benéfico para bibliotecários e professores (p. 4-5).
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Os fundos de pensão na sociedade do conhecimento

Os fundos de pensão na sociedade do conhecimento

Nas palavras de Hansell 50 : "a maioria dos países em desenvolvimento terá finalmente que privatizar suas aposentadorias pelo mesmo motivo que tiveram que vender suas companhias telefôni[r]

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MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

O mediador tem um papel importante nesse processo de mediação da informação, ele usa seus conhecimentos para criar ferramentas facilitadoras de acesso aos acervos informacionais, destinados a públicos distintos. Morin (2000, p. 30) enfatiza a dificuldade de encontrar nas redes da web a informação desejada: “Eis o problema universal para todo cidadão: como adquirir a possibilidade de articular e organizar as informações sobre o mundo.” A ideia de que é possível encontrar tudo facilmente na web tornou as pessoas mais conhecedoras de muitas coisas, mas ao mesmo tempo limitadas quanto ao conhecimento do todo. Nesse sentido, a mediação tornou-se um facilitador para o acesso à informação.
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A construção de um paradigma colaborativo: a experiência do Movimento Software Livre e a luta por maior inclusão na sociedade da informação :: Brapci ::

A construção de um paradigma colaborativo: a experiência do Movimento Software Livre e a luta por maior inclusão na sociedade da informação :: Brapci ::

objetivos primordiais são a luta por maior emancipação social e maior inclusão nas diferentes esferas do mundo da vida. Diante da constatação de um “novo tempo”, no qual a interação humana e não-humana (LATOUR, 1999) tem sido cada vez mais intensificada, a luta por emancipação não pode fazer-se distanciada da luta por inclusão neste universo tecnológico e informacional. Desde a origem do desenvolvimento tecnológico dos computadores, a técnica e o ativismo high-tech caminharam paralelamente. O próprio surgimento dos computado- res pessoais (PCs) teve mais motivações sociopolíticas do que interesses tecnológicos como promotor (BRETON, 1991; LATOUR, 1999). A Internet é outro exemplo cujos objetivos iniciais foram alterados no curso do seu desenvolvimento (BENAKOUCHE, 1999; CASTELLS, 2001), derivando, de uma rede privada e altamente controlada, para ampla rede mundial de computadores, partilhada hoje por diferentes povos e culturas. A resistência social e a luta pela inclusão digital nestes processos sempre estiveram presentes e não podem ser negligenciadas. DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO PARA A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
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A construção de um paradigma colaborativo: a experiência do Movimento Software Livre e a luta por uma maior inclusão na sociedade da informação :: Brapci ::

A construção de um paradigma colaborativo: a experiência do Movimento Software Livre e a luta por uma maior inclusão na sociedade da informação :: Brapci ::

objetivos primordiais são a luta por maior emancipação social e maior inclusão nas diferentes esferas do mundo da vida. Diante da constatação de um “novo tempo”, no qual a interação humana e não-humana (LATOUR, 1999) tem sido cada vez mais intensificada, a luta por emancipação não pode fazer-se distanciada da luta por inclusão neste universo tecnológico e informacional. Desde a origem do desenvolvimento tecnológico dos computadores, a técnica e o ativismo high-tech caminharam paralelamente. O próprio surgimento dos computado- res pessoais (PCs) teve mais motivações sociopolíticas do que interesses tecnológicos como promotor (BRETON, 1991; LATOUR, 1999). A Internet é outro exemplo cujos objetivos iniciais foram alterados no curso do seu desenvolvimento (BENAKOUCHE, 1999; CASTELLS, 2001), derivando, de uma rede privada e altamente controlada, para ampla rede mundial de computadores, partilhada hoje por diferentes povos e culturas. A resistência social e a luta pela inclusão digital nestes processos sempre estiveram presentes e não podem ser negligenciadas. DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO PARA A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
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Sociedade e conhecimento: novas tecnologias e desafios para a produção de conhecimento nas ciências sociais.

Sociedade e conhecimento: novas tecnologias e desafios para a produção de conhecimento nas ciências sociais.

No contexto da emergência de novas formas produtivas e societárias que caracterizam o que alguns denominam “sociedade de informação” e outros chamam “sociedade do conhecimento” ou “do aprendizado” (Stehr, 1994; Lastres & Albagli, 1999), a produção/distribuição de informação e de conhecimento e a redução das desigualdades sociais tornam-se mutuamente indispensáveis. O conhecimento desempenha, atualmente, papel estratégico, não só para a acumulação econômica, mas também para o funcionamento do próprio Estado e da sociedade. Novas possibilidades e desaios de desenvolvimento (como processo de mudança social), emergem das transformações imateriais que se operam tanto na produção material quanto na produção dos intangíveis (Maciel, 2001).
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O CONTEXTO DA MUDANÇA

O CONTEXTO DA MUDANÇA

Apresenta algumas tendências e os desafios do momento, indicando que uma visão integrada do mundo moderno, dos seus problemas e soluções, juntamente com os resultados e avanços das ciências, das tecnologias, da vontade política dos dirigentes, aliados às ferramentas capazes de organizar a complexidade e a produzir resultados, e com a determinação do homem, poderão encontrar, na sociedade da informação e do conhecimento, alternativas para diminuir os problemas da vida humana, das organizações e da sociedade, neste século que se inicia, pois como afirma a professora Rosa Maria Vicari (2000) da UFRGS:
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