Software - desenvolvimento

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Desenvolvimento de software dirigido por teste de aceitação

Desenvolvimento de software dirigido por teste de aceitação

Algumas novas técnicas de desenvolvimento de software têm sido cada vez mais utilizadas nos últimos anos, em função de alcançarem uma boa relação entre custo e benefício na produção de software. Portanto, elas podem substituir os processos tradicionais, particularmente quando estes últimos não são muito adequados à realidade da organização. Este trabalho apresenta um estudo de uma das técnicas utilizadas em métodos “ágeis”: desenvolvimento de software dirigido por histórias de usuários transformadas em testes de aceitação. Essa técnica foca no desenvolvimento onde os testes de aceitação desempenham um papel importante no desenvolvimento de software e contribuem para a equipe encontrar respostas logo no início do desenvolvimento. Ter conhecimento de tecnologias e ferramentas atualmente é apenas parte do que é preciso para se construir bons softwares. Sabe-se que de nada adianta toda tecnologia disponível, se o software não for construído de forma coerente com as necessidades dos usuários.
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Obtenção de requisitos para customização de processo de desenvolvimento de software

Obtenção de requisitos para customização de processo de desenvolvimento de software

• Descrição: equipe pertencente ao Grupo de Pesquisa em Recursos Hídricos (GPRH) do departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa. Trata-se de um grupo voltado para o desenvolvimento de tecnologias e sistemas que visem ao adequado planejamento e manejo dos recursos hídri- cos. Essa equipe é responsável pelo desenvolvimento de sistemas na área de Hidrologia, e em geral, tem como cliente agências do governo que solicitam a implementação de software para resolver problemas bem definidos e para os quais já existem soluções bem estabelecidas na literatura especializada. Os sis- temas desenvolvidos são usados no planejamento e gerenciamento de recursos hídricos e falhas no software podem implicar não só em prejuízos financeiros como em graves prejuízos ambientais.
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FATORES CRÍTICOS EM PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

FATORES CRÍTICOS EM PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

Para identificar se a percepção dos entrevistados, em relação aos fatores críticos, difere quando considerada a variável “resultado do projeto” utilizou-se o teste T para amostras independentes. Previamente, realizou-se o teste F para testar a hipótese de variâncias iguais nos grupos analisados, visando decidir se o teste T deveria ser homocedástico ou heterocedástico. Para os fatores críticos Características da Equipe e Atitudes do Usuário/Cliente foi aceita a hipótese de igualdade de variância, sendo então, aplicado o teste T homocedástico. Por outro lado, para os fatores críticos Planejamento do Projeto, Metodologia de Desenvolvimento, Esforços Organizacionais, Administração de Recursos, Características do Projeto e Qualidade do Software constatou-se diferença de variância, e sendo assim aplicou-se o teste T heterocedástico. Os resultados obtidos encontram-se na Tabela 6.
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Metodologia para desenvolvimento de software reconfigurável apoiada por ferramentas...

Metodologia para desenvolvimento de software reconfigurável apoiada por ferramentas...

O desenvolvimento de software reconfigurável é uma abordagem que requer padrões nas atividades e nos artefatos produzidos ao longo da elaboração de um projeto de software. Além disso, também prevê uma conduta sistemática do pessoal envolvido, para que as diretrizes de uma metodologia sejam executadas e os benefícios por ela previstos sejam alcançados. Neste trabalho, uma metodologia para o desenvolvimento de software reconfigurável foi elaborada para apoiar essa abordagem de desenvolvimento. Como forma de auxiliar as atividades existentes nesta metodologia e padronizar as atividades por ela previstas, minimizando a participação de seres humanos (desenvolvedores), foi confeccionada uma ferramenta composta por um conjunto de subsistemas capazes de gerar, de maneira automática, informações necessárias, para que a padronização dos procedimentos possa ser realizada e, consequentemente, que a reconfiguração e reutilização dos artefatos ocorram de maneira natural. Essa ferramenta atua em um ambiente distribuído e organizado pelos domínios de atuação e a reutilização/reconfiguração pode ocorrer em artefatos confeccionados para atuar em domínio específico, mas que podem ser adaptados/reutilizados em outros.
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Estudo e definição de uma linha de produtos de software para o desenvolvimento de...

Estudo e definição de uma linha de produtos de software para o desenvolvimento de...

A populariza¸c˜ao dos dispositivos m´oveis em todas as camadas sociais tem motivado o desenvolvimento de aplica¸c˜oes educacionais m´oveis, denominadas aplica¸c˜oes de m-learning. Neste cen´ario, as aplica¸c˜oes existentes, mesmo possuindo diversos benef´ıcios e facilidades no que diz respeito ao ensino e aprendizagem, apresentam problemas e de- safios relacionados, sobretudo no que se refere ao desenvolvimento, re´ uso e padroniza¸c˜ao arquitetural. Por outro lado, na vertente do re´ uso de software, percebe-se uma crescente ado¸c˜ao do conceito de Linha de Produtos de Software (LPS). Esse paradigma possibilita `as organiza¸c˜oes explorar as similaridades e variabilidades de seus pro- dutos, aumentando a reutiliza¸c˜ao de artefatos e, como consequˆen- cia, diminuindo custos e tempo de desenvolvimento. Neste traba- lho ´e apresentada uma LPS voltada ao dom´ınio das aplica¸c˜oes de m-learning, denominada M-SPLearning. A proposi¸c˜ao da M-SPLear ning envolveu desde o estudo inicial para a obten¸c˜ao de uma an´alise de dom´ınio efetiva, at´e a implementa¸c˜ao dos componentes previa- mente analisados. A LPS concebida teve seus respectivos produtos avaliados experimentalmente no cen´ario industrial, fornecendo evi- dˆencias de que sua utiliza¸c˜ao pode acelerar o time-to-market de pro- dutos de m-learning, com um n´ umero reduzido de defeitos.
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Um modelo de medição para processos de desenvolvimento de software

Um modelo de medição para processos de desenvolvimento de software

A exploração de características comuns a grande parte dos processos de desenvolvimento de software possibilitou a criação de um arcabouço de medição genérico, que pode ser configurado e adaptado a diferentes contextos. As práticas de medição propostas são capazes de caracterizar quantitativamente alguns aspectos importantes no desenvolvimento de produtos de software, tais como esforço, tamanho, defeitos, revisões, progresso, cronograma e estabilidade de requisitos. Cada um dos atributos medidos não foi selecionado por acaso: a utilização de um processo específico para esse fim, o Goal-Driven Software Measurement, garantiu que cada uma das medidas escolhidas esteja alinhada com metas de negócio importantes para as organizações em geral, por tratarem de questões estratégicas como qualidade dos produtos, produtividade e previsibilidade.
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Um método para o desenvolvimento de software baseado em componentes e aspectos

Um método para o desenvolvimento de software baseado em componentes e aspectos

Uma investigação sobre como a programação orientada a aspectos com- binada com a tecnologia de componentes pode encapsular os interesses trans- versais de um sistema é apresentada. Como resultado desta investigação, um método para o desenvolvimento de software baseado em componentes e aspectos é proposto, cujas etapas, atividades e artefatos são mostrados por meio do exemplo de um Sistema de Reservas de Hotéis, juntamente com sua implementação nas linguagens JAsCO e AspectJ. O método é uma extensão do método UML Components e utiliza a UML com algumas adaptações. Além disso, uma estratégia de generalização e documentação de compo- nentes transversais para que possam ser reusados em outras aplicações é proposta. Adicionalmente, o método proposto foi usado para o projeto de um Sistema de Locação de Carros e o resultado foi comparado com uma outra solução para o mesmo problema, baseada em UML Components e uma arquitetura geral para sistemas na Web. O resultado dessa comparação é apresentado e discutido.
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As atividades de teste e o método XP de desenvolvimento de software

As atividades de teste e o método XP de desenvolvimento de software

Segundo Chrissis (CHRISSIS, 2003) “o propósito do CMMI é estabelecer um guia para melhorar o processo da organização e sua capacidade para gerenciar o desenvolvimento, aquisição e manutenção de pr odutos e serviços”. Ahern (AHERN, 2004) destaca que um dos principais objetivos do modelo CMMI é assegurar a compatibilidade com a norma ISO/IEC 15504 permitindo a análise de áreas independentes do nível de maturidade. O modelo CMMI define atividades, artefatos e outros aspectos do que é denominado Área de Processo. O modelo CMMI possui quatro categorias que agrupam áreas de processo: Engenharia de Sistemas, Engenharia de Software, Produto Integrado e Desenvolvimento de Processo e, finalmente, a Aquisição. Estas categorias, auxiliam no planejamento da melhoria do processo de toda organização.
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Desenvolvimento de Software na Ad Infinitum Business

Desenvolvimento de Software na Ad Infinitum Business

Pessoal – A empresa adotava um método de recrutamento em que todos aqueles que mostrassem alguma competência na área de desenvolvimento de software eram admitidos. Pude acompanhar o processo de recrutamento e verificar que não houve qualquer candidatura recusada, e era frequentemente incentivado (por parte do CEO) aos membros existentes que trouxessem membros novos (mesmo não sendo necessário). Este fator estaria mais associado aos métodos ágeis, já que os métodos ágeis defendem uma grande mistura de competências, e que aqueles com mais competência para uma determinada tarefa possam colaborar e treinar aqueles com menos competência (usando por exemplo pair-programming). No entanto eu não incluo esta abordagem em nenhum dos métodos já que este método de recrutamento adotado pela empresa é de tal forma arriscado e imprudente que não encaixa em qualquer perfil para um bom método de desenvolvimento de software. Segundo a Figura 3 classificaria o Pessoal como 40% nível 1B e 15% nível 2 e 3 2 .
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A contribuição da indústria da manufatura no desenvolvimento de software

A contribuição da indústria da manufatura no desenvolvimento de software

As primeiras abordagens para desenvolvimento de software almejaram criar um processo pre- vis´ıvel e eficiente, para isso, elas se inspiraram na disciplina prescritiva da engenharia que possu´ıa uma abordagem com forte ˆenfase no planejamento. No entanto, apesar dos esfor¸cos para definir processos e m´etodos cada vez mais burocr´ aticos e rigorosos, o contato com requisitos inst´ aveis e a falta de envolvimento de usu´ arios fizeram com que os diversos modelos de desenvolvimento de soft- ware se mostrassem inapropriados [Gro94]. Alguns processos tentaram mapear com abrangˆencia as etapas do desenvolvimento, resultando em modelos como o Unified Process [BJR99]. Modelos de avalia¸c˜ao de qualidade de processo foram criados para validar a aplica¸c˜ao dos processos, como o Capability Maturity Model Integration (CMMI) da Carnegie Mellon [CLDL99]. Por´em, apesar das boas inten¸c˜ oes dessas iniciativas, todas abordam o desenvolvimento de software como um processo que pode ser repetido mecanicamente, tentando enquadr´a-lo em uma linha de produ¸c˜ao.
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Uma proposta de taxonomia de boas práticas em desenvolvimento de software

Uma proposta de taxonomia de boas práticas em desenvolvimento de software

A avaliação preliminar do gráfico polar da empresa DPI-03 pode conduzir fortemente para uma análise correlacionada ao concluído por Soares et al. (2008) na relação dos fatores Competência Pessoal e Cultura, uma vez que no gráfico polar da empresa pode-se observar as linhas dos eixos Competência Pessoal e Cultura voltadas ao centro sugerindo a adoção de boas práticas voltadas a MA. Mas, conforme já discutido na análise da empresa os fatores Dinamismo e Criticalidade sugerem uma empresa com características propícias à adoção de soluções de MDP. Principalmente, o fator disposto no eixo Criticalidade, onde o alto risco de prejuízo financeiro sugere uma abordagem de um método mais controlado e detalhado. Ou seja, quanto maior a organização, documentação e o controle sobre os requisitos ao longo do processo de desenvolvimento do software, maiores serão as chances de sucesso de qualidade e produtividade para essa empresa.
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Desenvolvimento de software oftalmológico para computação móvel.

Desenvolvimento de software oftalmológico para computação móvel.

Nota Editorial: Pelo desenvolvimento da versão JAVA e o desenvolvimento da fase final do projeto, agradece- mos Douglas Alves Moraes pela ajuda. O software está registrado no INPI com o número 000000023/2005. O site da internet http://telemedicina.unifesp.br/lio-srk disponibiliza gratuitamente as várias versões deste programa. Depois de concluída a análise do artigo sob sigilo editorial e com a anuência do Dr. Maurício Bas- tos Pereira sobre a divulgação de seu nome como revi- sor, agradecemos sua participação neste processo.

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ADESCOU : Uma Abordagem para o desenvolvimento de software para computação ubíqua

ADESCOU : Uma Abordagem para o desenvolvimento de software para computação ubíqua

Vários trabalhos descrevem os desafios para o desenvolvimento de software na Computação Ubíqua [SAT01, ABO99, KIN02, NIE04, END05, WAN05], no entanto, não existe uma classificação centralizada para definir projetos de software da Computação Ubíqua. Assim, nesta dissertação utiliza o critério apresentado em [SPI07]. Segundo este critério pode-se definir uma aplicação ubíqua, caso essa possua as seguintes características: Onipresença de Serviços (Service omnipresence), que oferece aos usuários a sensação que os serviços computacionais os acompanham em seus movimentos; Invisibilidade (Invisibility), habilidade de estar presente em objetos do cotidiano, sem que, do ponto de vista do usuário, exista a sensação de estar usando computadores; Sensibilidade à Contexto ou Ciência de Contexto (Context
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Um Conjunto de Indicadores para o Processo de Desenvolvimento de Software

Um Conjunto de Indicadores para o Processo de Desenvolvimento de Software

Projeto de desenvolvimento de software e seus resultados vêm obtendo maior atenção por motivos de não atingirem os resultados esperados. Algumas pesquisas revelam que custo e tempo não saem de acordo com o orçado ou planejado. O gerente de projeto tem um papel importante para obtenção desse resultado. Suas atribuições de alocação de recursos, ajuste de prioridades, monitoramento e controle da evolução do produto ou processo de desenvol- vimento de software impactam diretamente na obtenção das metas a serem alcançadas. Tais atividades requerem um grande número de informações. Porém, saber quais informações são importantes para auxiliar o gerente de projeto ainda é um desafio. Esta dissertação propõe um conjunto de indicadores com o objetivo de auxiliar o gerente de projeto, utilizando a visão do PMBOK para acompanhar as dimensões de custo e tempo. Para isto, foi utilizada a abordagem GQ(I)M que possui todas as características necessárias para a criação dos indicadores. Além disso, o método de criação serve como um modelo para geração de novos indicadores. Para avaliar o conjunto de indicadores foi realizado um estudo de caso qualitativo e explanatório, fornecendo uma descrição detalhada de como o conjunto de indicadores auxiliou o gerente de projeto.
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ESTUDO DA APLICAÇÃO DAS METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE TRADICIONAIS E ÁGEIS UNIFICADAS AO DESENVOLVIMENTO LEAN DE SOFTWARE

ESTUDO DA APLICAÇÃO DAS METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE TRADICIONAIS E ÁGEIS UNIFICADAS AO DESENVOLVIMENTO LEAN DE SOFTWARE

Segundo Leandro (2010), desenvolver softwares é a elaboração e implantação de sistemas computacionais e transformação da necessidade do usuário ou de um segmento do mercado em produto de software. Medeiros (2013) diz que para desenvolver software é preciso seguir um roteiro de atividades e tarefas visando alta qualidade. Um processo de software torna-se, então, uma sequência de passos a ser seguida com o objetivo de desenvolver o produto. Ignorar um processo organizacional para o desenvolvimento de um projeto pode resultar em esforços desnecessários, perda da possibilidade de atingir o objetivo e até mesmo o caos. Conforme estudo realizado por Johnson (1999, apud FRANCO, 2007, p. 15), identificou-se já, em 1999, 74% de projetos mal sucedidos, cujas as causas foram relacionadas a prazos, orçamentos ou atendimento totais de requisitos até completo caos e cancelamento. Apenas 26% de projetos obtiveram êxito, aponta a pesquisa.
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Índice de integração em projetos de desenvolvimento distribuído de software

Índice de integração em projetos de desenvolvimento distribuído de software

Esta seção apresentou brevemente as principais metodologias de gerenciamento de projetos. Foram analisados os métodos PRINCE2 [APM09] e o Guia PMBOK (Um Guia do Conhecimentos em Gerenciamentos de Projetos) [PMI08]. Conforme essas metodologias, para a realização de um projeto de software são necessários diversos processos que devem ser executados até a sua finalização. Esses processos interagem uns com os outros, sendo necessário organização e controle de forma a desenvolver o software que atenda aos requisitos especificados pelas partes interessadas (clientes e usuários). Diferentemente do PRINCE2, onde os processos de integração estão distribuídos entre os outros processos (figura 5), no PMBOK existe uma área de conhecimento específica para o gerenciamento da integração do projeto devido a sua importância. De acordo com o PMBOK [PMI08], essa área descreve os processos e atividades que devem ser realizados para selecionar e coordenar os vários processos necessários para o ciclo de vida do desenvolvimento de software, incluindo o gerenciamento do projeto e os processos de engenharia de software. Essa área é responsável pelos seguintes aspectos:
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DESENVOLVIMENTO DE MÉTRICAS PARA O QUALIS DE PRODUÇÃO TÉCNICA DE SOFTWARE.

DESENVOLVIMENTO DE MÉTRICAS PARA O QUALIS DE PRODUÇÃO TÉCNICA DE SOFTWARE.

Objetivo: Recomendar métrica para qualificar a produção de software propondo diretrizes para a avaliação dos Programas de Pós- -Graduação da Medicina III. Método: Identificação das características de qualidade para o processo de desenvolvimento, para os atributos do produto e para o uso de software, determinadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), International Organization Standardization (ISO) e International Electrotechnical (IEC), importantes na perspectiva dos usuários correlatos da Área Medicina III da CAPES, embasando a criação de proposta para métrica do tema, com vistas à avaliação quadrienal dos cursos de pós- -graduação. Resultados: A percepção de qualidade em uso do software pelo usuário resulta da efetividade, produtividade, segurança e satisfação proporcionada, que têm origem nas suas características de funcionalidade, confiabilidade, usabilidade, eficiência, manute- nibilidade e portabilidade (métricas de qualidade em uso). Tal percepção depende do cenário de uso específico. Conclusão: A métrica de software deve ser incluída na produção intelectual do Documento de Área do programa, ponderando os resultados nas medidas de comportamento do sistema em avaliação de desempenho por usuários, considerando a somatória da pontuação favorável para as seis métricas de qualidade em uso (27 sub-itens, de 0 a 2 pontos cada) e a comprovação da percepção de qualidade (quatro itens, de 0 a 10 pontos cada). Será considerado muito bom (MB) de 85 a 94 pontos; bom (B) de 75 a 84 pontos; Regular (R) de 65 a 74 pontos; fraco (F) de 55 a 64 pontos; deficiente (D) < 55.
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MuNDDoS : um modelo de referência para desenvolvimento distribuído de software

MuNDDoS : um modelo de referência para desenvolvimento distribuído de software

A unidade de análise do estudo foi projetos de DDS (foram analisados dois projetos em cada organização), escolhidos de acordo com a caracterização distribuída dos mesmos. Conforme descrito anteriormente, foram escolhidas empresas dos setores de prestação de serviços de software e manufatura e suporte de computadores. O que justificou a escolha das organizações, dentro de um conjunto de cinco candidatas, foram o porte (grande porte pelo critério de faturamento e número de funcionários, segundo padrão SEBRAE/RS), a adoção de um processo de desenvolvimento formal e documentado, além da certificação mínima no nível dois de maturidade do modelo SW- CMM (Capability Maturity Model for Software). Todas as organizações disponibilizaram acesso irrestrito aos procedimentos deste estudo, tanto no acompanhamento do processo, quanto no que se refere à documentação. No capítulo 5 apresentam-se detalhadamente as organizações nas quais foi desenvolvido o estudo, culminando com as lições aprendidas em cada uma e a análise da aderência às abordagens de DDS identificadas na base teórica.
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Industrialização do processo de desenvolvimento de software: Software Product Lines

Industrialização do processo de desenvolvimento de software: Software Product Lines

Há contudo visões alternativas à personalização ―aberta‖ que tradicionalmente caracteriza os projectos actuais. Tal como na compra de um automóvel se escolhe uma cor de um catálogo (e não uma qualquer), no domínio dos sistemas de informação, a capacidade de personalização também poderá ser limitada. À primeira vista, considerando o largo espectro de contextos que os sistemas de informação estão sujeitos versus a limitação de personalização imposta pela estandardização, temos um impasse. Todavia, voltando à analogia dos automóveis, para assegurar a satisfação dos clientes descontentes com o catálogo de cores, muitas marcas disponibilizam um sistema de encomenda (excepcional) de viaturas de qualquer cor, aumentando naturalmente o preço cobrado e o tempo de entrega. Podemos idealizar um mecanismo semelhante no desenvolvimento de software.
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Gerenciamento de riscos em projetos de desenvolvimento de software com Scrum

Gerenciamento de riscos em projetos de desenvolvimento de software com Scrum

As empresas estão sempre em busca de vantagens competitivas, redução de custos, aumento de qualidade e produtividade. O desenvolvimento de software está inserido neste contexto, com contribuições das áreas de Engenharia de Software e o Gerenciamento de Projetos, visando produzir software com qualidade, menos desperdício e com a rapidez exigida pelo mercado atual. Para enfrentar este desafio, a indústria de desenvolvimento de software tem buscado novas maneiras de criar novos produtos. As abordagens adaptativas, com práticas que procuram ser mais flexíveis do que as abordagens prescritivas, muitas vezes consideradas pesadas e lentas, enfatizam a agilidade dos processos de desenvolvimento de software, buscando maior eficiência em situações onde mudanças são habituais.
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