Tecido de Granulação

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Auto-enxertos cutâneos em leito receptor desprovido de tecido de granulação associado ou não do uso de células tronco mesenquimais xenógenas em coelhos (Oryctolagus cuniculus)

Auto-enxertos cutâneos em leito receptor desprovido de tecido de granulação associado ou não do uso de células tronco mesenquimais xenógenas em coelhos (Oryctolagus cuniculus)

Nossa hipótese foi que o transplante xenogénico de células tronco mesenquimais de cães tanto pela via intravenosa e via intralesional diminui a inflamação e acelera a epitelização e cicatrização de auto-enxertos cutâneos em malha em coelhos, porém não houveram vantagens no controle da inflamação e necrose, nem na estimulação da reepitelização e na formação de novos vasos. Nesta pesquisa o processo de reepitelização foi equilibrado entre os três grupos e aconteceu gradualmente no transcorrer do tempo (Figuras 6 e 7), demostrando que neste modelo de transplante de células xenógenas não apresentaram vantagens em relação ao grupo controle, em concordância com Stoff et al. (2008) os quais avaliaram o efeito de células tronco mesenquimais humanas (hMSCs) na cicatrização de feridas cutâneas em coelhos fechadas por primeira intenção e também não observaram diferenças no processo de epitelização e na presença de tecido de granulação entres os grupos controle e o tratado com hMSCs nos dias três e sete do pós-operatório; mas no dia 14 e no dia 21 após a cirurgia, observaram maior quantidade de tecido de granulação em feridas não tratadas do que feridas tratadas com hMSC; no entanto, em nenhum grupo foi observado sinais de inflamação. A dose administrada pela via subdérmica foi 1,5 x10 6 hMSCs.
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Atividade das fosfodiesterases em tecido de granulação submetido a irradiação de elétrons - estudo experimental em ratos.

Atividade das fosfodiesterases em tecido de granulação submetido a irradiação de elétrons - estudo experimental em ratos.

O tecido de granulação, induzido pela implanta- ção de esponja, inicia sua formação por volta do terceiro e quarto dias. A formação desse tecido cor- responde à fase inicial para que uma região lesada do organismo restabeleça, se não total, pelo menos parcialmente as suas funções através do processo de reparo. Este processo é caracterizado pela sín- tese de colágeno e glicosaminoglicanas pelos fibro- blastos. Segundo ROSS 18 (1965), a produção de co-

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EFEITOS DA DISFUNÇÃO RENAL NA CICATRIZAÇÃO DE ANASTOMOSES COLÔNICAS: ESTUDO EXPERIMENTAL EM RATOS WISTAR

EFEITOS DA DISFUNÇÃO RENAL NA CICATRIZAÇÃO DE ANASTOMOSES COLÔNICAS: ESTUDO EXPERIMENTAL EM RATOS WISTAR

tipo I é o mais frequente e predominante em ossos e tendões é considerado colágeno maduro. O tipo III é mais comumente encontrado em tecidos moles, como vasos sanguíneos, derme e fáscia. Já o tecido de granulação expressa 30-40 % de colágeno do tipo III, sendo considerado colágeno imaturo. O mais importante é o do tipo I, que é responsável não apenas pela manutenção da integridade da maioria dos tecidos em função das suas propriedades mecânicas 26 , mas também por sua

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Novo modelo de endoprótese traqueal autoexpansível de fabricação nacional: estudo experimental em coelhos.

Novo modelo de endoprótese traqueal autoexpansível de fabricação nacional: estudo experimental em coelhos.

Após a reavaliação radiográfica, procedeu-se a remoção do bloco laringotraqueal para o estudo da dilatação da prótese, incorporação/ aderência à parede traqueal e presença de tecido de granulação. A análise histológica avaliou o infiltrado inflamatório e sua celularidade, a profundidade do processo inflamatório na parede traqueal (envolvimento parietal) e as alterações do revestimento epitelial. (5)

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Desenvolvimento de curativos para cicatrização de feridas por segunda intenção baseados em biomateriais capazes de promoverem resposta celular controlada via estímulo externo

Desenvolvimento de curativos para cicatrização de feridas por segunda intenção baseados em biomateriais capazes de promoverem resposta celular controlada via estímulo externo

Se constitui em cobertura estéril, composta de tecido de carvão ativado impregnado com prata, envolvido externamente por invólucro de não tecido poroso feito de fibras de náilon, selado em toda sua extensão. É produzido pela carbonização de raiom de viscose. Possui um sistema de poros no tecido capaz de reter bactérias, que são inativadas pela ação da prata. É uma cobertura primária e requer cobertura secundária, sendo feita usualmente com gazes, que devem ser trocadas diariamente ou mais de uma vez ao dia. Tem indicação em feridas infectadas ou não, úlceras vasculogênicas, feridas fúngicas, neoplasias, deiscência cirúrgica, úlceras por pressão e aquelas com drenagem de exudato moderado ou abundante. É contra indicado em feridas secas e recobertas por escaras. Em lesões com pouco exudato, o carvão ativado pode aderir e causar sangramento durante sua remoção, principalmente nas áreas com tecido de granulação. 40
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Uso da cola n-butil cianoacrilato na sulcoplastia de recessão em coelhos: avaliação histológica.

Uso da cola n-butil cianoacrilato na sulcoplastia de recessão em coelhos: avaliação histológica.

leucocitária constituída por mononucleares. Na tróclea direita havia restos necróticos nas bordas do leito receptor e notou-se, no limite entre a cartilagem da cunha óssea, presença discreta de tecido de granulação, que proliferava a partir do leito receptor, acompanhada de reação leucocitária constituída por mononucleares. Aos 30 dias de pós-operatório, verificou-se, na tróclea esquerda, restabelecimento da continuidade da cartilagem articular e das trabéculas óssea subcondrais (Figura 2). Não havia sinais de reação inflamatória em quaisquer das áreas examinadas. Na tróclea direita, ainda não existia a união completa entre o leito receptor e a cunha óssea (Figura 3). Nas bordas do leito receptor, observou-se presença discreta de restos necróticos e grande número de osteoclastos. A vascularização da região tornou-se mais abundante. No limite entre a cartilagem da cunha
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Obstrução intestinal por necrose massiva de gordura abdominal (lipomatose) em uma vaca Jersey.

Obstrução intestinal por necrose massiva de gordura abdominal (lipomatose) em uma vaca Jersey.

Figura 1 - Bovino, Jersey. Lipomatose. A: Distensão das alças intestinais devido à obstrução pelos nódulos abdominais. B: Massas rígidas e irregulares de tecido adiposo necrótico no mesentério. C: Corte transversal. Intestino grosso com gordura necrótica esbranquiçada a amarelo-pálida envolvendo a luz intestinal. D: Necrose de gordura da serosa intestinal, apresentando proliferação de tecido de granulação com células gigantes tipo corpo estranho, formação de fendas de colesterol e fibrose. HE. Obj. 40.

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Carboinsuflação em úlceras crônicas dos membros inferiores .

Carboinsuflação em úlceras crônicas dos membros inferiores .

A vasodilatação das arteríolas pré-capilares, associada à neoformação vascular e à potencialização do efeito Bohr, aumentou o luxo sanguíneo, a oferta de oxigênio aos tecidos e reduziram o edema no tecido de granulação da ferida cutânea crônica, tornando-a apta a receber o enxerto autólogo de pele. O fechamento espontâneo das úlceras crônicas dos membros inferiores não ocorreu no presente estudo, em razão da persistência da insuiciência venosa nos mesmos.

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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 2 11 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 2 11 portugues

Objetivamos testar um novo modelo de endoprótese traqueal autoexpansível para que esse possa ser futuramente disponibilizado para o uso clínico. As endopróteses de nitinol revestidas de poliuretano foram alocadas no terço médio da traqueia de 25 coelhos da raça Nova Zelândia sob laringoscopia direta. Após um período de observação médio de 26 dias, avaliou-se a migração da prótese, grau de dilatação, incorporação, aderência, formação de tecido de granulação, presença de infiltrado inflamatório, envolvimento parietal e revestimento epitelial. Os resultados demonstraram completa expansibilidade radial, pouca aderência à mucosa traqueal e baixa incorporação tecidual, assim como alta taxas de formação de granulomas e de migração. Esse novo modelo demonstrou ser biocompatível e teve comportamento semelhante ao de outras próteses disponíveis no mercado. Descritores: Implante de prótese; Estenose traqueal; Coelhos; Stents.
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IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CICATRIZAÇÃO DE FERIDA POR ERISIPELA BOLHOSA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA  IMPORTANCE OF NURSING CARE IN ERISIPELA BUBHOSA WOUND HEALING PROCEDURE: A REPORT OF EXPERIENCE

IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CICATRIZAÇÃO DE FERIDA POR ERISIPELA BOLHOSA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA IMPORTANCE OF NURSING CARE IN ERISIPELA BUBHOSA WOUND HEALING PROCEDURE: A REPORT OF EXPERIENCE

O segundo parâmetro trata-se da quantidade de exsudato presente na ferida; após a remoção da cobertura, deve-se avaliar as características da ferida antes de realizar limpeza e aplicação de agente tópico e nova cobertura. É classificada como ausente, pequena, moderada e grande, correspondendo aos escores 0 (ausente) a 3 (grande). O último parâmetro é identificação do tipo de tecido que pode apresentar no leito da ferida-tecido necrosado, de coloração preta, marrom ou castanha; esfacelo, tecido de coloração amarela ou branca com cordões ou crostas grossas aderindo nas bordas e no leito da mesma; tecido de granulação, de coloração rósea ou avermelhada, de aparecia brilhante, úmida e granulosa; ou tecido epitelial, surgimento de um novo tecido róseo ou brilhante desenvolvendo a partir das bordas ou como “ilhas” na superfície da lesão. Seu escore varia de 0 a 4, ferida fechada (0), tecido epitelial (1), tecido de granulação (2), esfacelo (3) e tecido necrótico (4) (ESPÍRITO SANTO et al., 2013).
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Efeito do envelhecimento e do estresse crônico sobre a reação do tecido conjuntivo subcutâneo: estudo histológico em ratos

Efeito do envelhecimento e do estresse crônico sobre a reação do tecido conjuntivo subcutâneo: estudo histológico em ratos

No Grupo controle observa-se razoável formação de tecido de granulação imaturo altamente celularizado. Uma abundante neoformação vascular com diminutos capilares e início de produção colagênica pelos fibroblastos jovens são as características marcantes deste grupo, além do intenso infiltrado inflamatório predominantemente mononuclear (Figura 1). Nos espécimes examinados, foi comum o achado de fibrina com polimorfonucleares neutrófilos na região correspondente ao interior do tubo preenchido por soro fisiológico, (o que talvez indique a permanência de coágulo na região e conseqüente lentidão na maturação do processo instalado nas bordas do modelo de análise.) No grupo II (Estressado) observa-se grande formação de tecido de granulação com pouca maturidade e grande celularidade, o que sugere um retardo do processo de reparação em relação ao grupo controle. Houve dificuldade na reabsorção do coágulo sanguíneo, caracterizado por atraso tanto na fase de organização quanto de maturação do tecido de granulação (Figura 2). No grupo III (Idoso) ficou evidente certo grau de dificuldade de reparação com pequena extensão de produção de tecido de granulação, além de retardo na reabsorção do coágulo e organização tecidual, pouca celularidade e moderado infiltrado inflamatório mononuclear (Figura 3) No grupo idosos/estressado, intenso processo inflamatório misto com exsudação superficial foi característico com a mesma dificuldade de produção tecidual em relação aos animais dos Grupos II e III. Observou-se ainda quase ausência de formação capilar, colaborando com a indicação de retardo do processo reparatório (Figura 4).
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Polímeros  vol.23 número6

Polímeros vol.23 número6

Após 7 dias as diferenças resultam evidentes em relação às feridas recobertas com membrana de PLLA/ Trietil-citrato, com presença de tecido de granulação ainda jovem, bem vascularizado, resposta inflamatória escassa e deposição de colágeno organizado nos animais tratados com a membrana polimérica (Figura 6b). Já nos controles o tecido de granulação presente apresenta-se em fase imatura com sinais de pouca vitalidade/angiogênese nas feridas (Figura 6a).

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EFEITOS DA BIOMEMBRANA DE LÁTEX DE SERINGUEIRA NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS EXPERIMENTAIS EM COELHOS DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i2.3344

EFEITOS DA BIOMEMBRANA DE LÁTEX DE SERINGUEIRA NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS EXPERIMENTAIS EM COELHOS DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i2.3344

nas de espessura total. Fatores de crescimento são os prováveis responsáveis pelos aumentos das mitoses e hiperplasia do epitélio (CHISTOPHER, 1972). O Fator de Crescimento de Fibroblasto Básico (FCFβ) aumentou, em um experimento, a resistência da aponeurose suturada no abdome de ratos (MEDEIROS et al., 2003).Sabe-se que o plano de movimento dos queratinócitos migrantes é determinado também pelo conteúdo de água no leito da ferida. Feridas superficiais abertas e ressecadas reepitelizam mais lentamente do que as ocluídas (WINTER, 1962; HINMAN; MAIBACH, 1963). A segunda subfase da proliferação inclui a fibroplasia e formação da matriz, que é extremamente importante na formação do tecido de granulação. Este é uma coleção de elementos celulares, incluindo fibroblastos, células inflamatórias e componentes neovasculares e da matriz, como a fibronectina, as glicosaminoglicanas e o colágeno. A formação do tecido de granulação depende do fibroblasto, célula crítica na formação da matriz. Longe de ser apenas produtor de colágeno, o fibroblasto produz elastina, fibronectina, glicosaminoglicana e proteases, estas responsáveis pelo desbridamento e remodelamento fisiológicos (VAN WINKLE, 1967). A última subfase da proliferação é a angiogênese, ou crescimento de novos vasos sangüíneos, essencial para o suprimento de oxigênio e nutrientes para a cicatrização. O
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Efeitos da estimulação ultra-sônica sobre o processo de reparo em ferida de extração dental: estudo histológico em ratos.

Efeitos da estimulação ultra-sônica sobre o processo de reparo em ferida de extração dental: estudo histológico em ratos.

Nos animais experimentais, já aos 3 dias de pós-operatório, houve formação pre- coce de tecido de granulação a nível do terço apical do alvéolo, bem como prolifera- ção osteoblástica com[r]

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OZONIOTERAPIA EM FERIDAS DE EQUINOS - REVISÃO

OZONIOTERAPIA EM FERIDAS DE EQUINOS - REVISÃO

sendo caracterizadas como traumatismos mecânicos abertos, em razão da ruptura tecidual (ARIAS et al., 2002; AZZETI, 2013). Em equinos o tratamento de feridas é demorado e, muitas vezes, a cicatrização não é ideal (ASHDOWN E DONE, 2012), principalmente pela formação exacerbada de tecido de granulação (RIBEIRO et al., 2009). Outro fator que afeta a cicatrização em equinos é o baixo aporte sanguíneo em determinadas regiões anatômicas, por exemplo, membros. Essa menor irrigação faz com que a região seja menos oxigenada, dificultando a liberação de citocina pelas células, prolongando a fase inflamatória (BERRY E SULLINS, 2003 apud PAGANELA et al., 2009).
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Eletroterapia no processo de reparação da superfície articular de coelhos.

Eletroterapia no processo de reparação da superfície articular de coelhos.

Os efeitos da eletroestimulação pós-operatória no processo de reparação de falhas osteocondrais induzidas no sulco troclear de 36 coelhos adultos foram avaliados histologicamente. O grupo controle apresentou tecido de granulação típico, com duas semanas de pós-operatório (PO); cartilagem hialina foi observada após quatro e sete semanas de PO e a reconstituição do osso subcondral excisado limitou-se ao fundo da falha, até sete semanas de PO. No grupo I (eletroestimulado diariamente), o tecido de granulação apresentou vascularização exuberante após duas semanas de PO; após sete semanas de PO, o tecido de reparação permaneceu indiferenciado superficialmente, com formação de novo osso subcondral até o nível da junção osteocondral preexistente. No grupo II (eletroestimulado em dias alternados), os animais responderam de duas maneiras: através da reparação com cartilagem hialina e osteogênese reduzida, semelhante ao grupo controle; ou pela formação de tecido indiferenciado e osteogênese intensa, como no grupo I. Concluiu-se que a eletroestimulação pós-operatória realizada impediu a diferenciação tecidual em cartilagem hialina em coelhos. Por outro lado, a ossificação endocondral foi acelerada, observando- se reconstituição do osso subcondral até o nível da junção osteocondral preexistente nos animais tratados com este método. Em face da importância do osso subcondral na manutenção da integridade do tecido de reparação, a eletroestimulação é benéfica na fase inicial (quatro semanas) da reparação de falhas osteocondrais.
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O uso do sildenafil na viabilidade de retalhos cutâneos em ratas

O uso do sildenafil na viabilidade de retalhos cutâneos em ratas

Uma vez que o uso do sildenafil pela via subdérmica resultou em maiores áreas de necrose, à análise macroscópica, e em menor formação de tecido de granulação no terço distal, outros estudos poderiam ratificar se a precipitação do princípio ativo seria responsável por uma piora da viabilidade desses retalhos ou se esses resultados teriam sido uma conseqüência dos seus efeitos intracelulares. Sugere-se, ainda, a necessidade de novas pesquisas que avaliem a associação do sildenafil com uma substância de uso tópico, com o objetivo de se criar uma rede para o aporte de células e de mediadores da cicatrização, como a cola de fibrina utilizada por Ulusoy e cols 23 .
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Coral Porites astreoides associado ou não à medula óssea autógena no preenchimento de falhas produzidas na tíbia de cães

Coral Porites astreoides associado ou não à medula óssea autógena no preenchimento de falhas produzidas na tíbia de cães

Na falha controle (tratamento 1) observou-se, aos 15 dias, a formação de tecido de granulação sobre restos de coágulo. Este tecido também estava presente aos 30 dias em todos os animais; porém mais diferenciado, mostrando proliferação de células osteoblásticas. Aos 60 dias, em todos os animais foram observadas espículas ósseas características de osso imaturo, em pequena intensidade (<25%) na região da falha. Em um animal constatou-se presença de micro-fratura do osso recém formado, provavelmente relacionada a incapacidade de resistir as forças depositadas no local.
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Estudo comparativo dos efeitos da calcitonina e do plumbum metallicum 30ch na reparação óssea em mandíbula de ratos

Estudo comparativo dos efeitos da calcitonina e do plumbum metallicum 30ch na reparação óssea em mandíbula de ratos

No grupo de animais controle notava-se tecido ósseo neoformado já apresentando organização periosteal, com trabéculas ósseas imaturas parcialmente contornadas por osteoblastos e contendo grande número de osteócitos incluídos. Essas trabéculas delimitavam espaços medulares amplos, preenchidos por tecido conjuntivo frouxo. As áreas de neoformação óssea apresentavam linhas de aposição evidentes. Em algumas regiões, notava-se a presença de osteoclastos, tanto no osso preexistente quanto no neoformado. Células gigantes multinucleadas eram observadas ainda ao redor de esquírolas ósseas, em torno das quais havia organização de células osteogênicas. Nos cortes mais periféricos, observava-se união do tecido ósseo neoformado a partir das margens, enquanto na região central havia a interposição de tecido de granulação (Figura 9).
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Efeito da ciclosporina sobre o processo de reparo em feridas de extração dental: estudo histológico em ratos

Efeito da ciclosporina sobre o processo de reparo em feridas de extração dental: estudo histológico em ratos

Tanto a regeneração epitelial, como a formação de tecido de granulação mostraram-se insignificantes. Notava-se um aglomerado de células inflamatórias mono e polimorfonucleares restritas, apenas às bordas da ferida cirúrgica. Importa ressaltar que o tecido ósseo palatino apresentava-se com aspectos de perda de vitalidade e que sobre ele, havia uma faixa irregular, basófila e fibrilar, assemelhando-se a restos necróticos, que recobriam toda a ferida cirúrgica (Figura 14).

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