Técnica operatória

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APLICAÇÃO DE RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ENSINO DA TÉCNICA OPERATÓRIA.

APLICAÇÃO DE RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ENSINO DA TÉCNICA OPERATÓRIA.

RESUMO – Racional: O desenvolvimento de meios que permitam a completa e repetitiva visibilização de procedimentos cirúrgicos é de grande importância nos dias atuais em função da dificuldade crescente de treinamentos in vivo. Assim, os recursos audiovisuais favorecem a maximização dos recursos vivos usados no ensino, e minimizam os problemas advindos somente com o verbalismo. Objetivo: Avaliar a utilização de um vídeo digital como estratégia pedagógica na disciplina de técnica operatória de um curso de medicina. Método: Estudo transversal com 48 acadêmicos do terceiro ano de medicina, cursando a disciplina de técnica operatória, divididos em dois grupos com 12 duplas, ambos submetidos ao método convencional de ensino, e um deles também exposto ao método alternativo (vídeo) demonstrando a técnica. Todos realizaram flebotomia no laboratório de experimentação, com avaliação do professor/ monitor durante execução. Ao final, responderam a um questionário autoaplicável referente ao método de ensino e realização da técnica. Resultados: A maioria dos que não assistiu ao vídeo levou mais tempo na execução, fez mais questionamentos e necessitou de maior auxílio dos avaliadores. O total dos expostos ao vídeo seguiu a cronologia de execução e aprovou o novo método; 95,83% sentiram-se aptos para repetir o procedimento, e 62,5% daqueles submetidos apenas ao método convencional declararam ter capacidade regular de assimilação da técnica. Em ambos os grupos grande parte mencionou ter dificuldade regular, porém os que não viram o vídeo tiveram maior dificuldade na realização da técnica. Conclusão: O método tradicional de ensino associado ao vídeo favoreceu a capacidade de compreensão e transmitiu segurança, sobretudo por ser atividade que requer habilidade técnica. A visibilização da técnica motiva e desperta o interesse, facilita a compreensão e memorização dos passos para a execução do procedimento, beneficiando o desempenho dos acadêmicos.
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Monitoria de técnica operatória e cirurgia experimental e sua relevância na formação médica.

Monitoria de técnica operatória e cirurgia experimental e sua relevância na formação médica.

Introdução: A monitoria de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental (Toce) da Faculdade de Medi- cina da Bahia (UFBA) é uma atividade extracurricular com a finalidade de aprofundar o aluno nos fun- damentos teóricos e práticos da Toce. Em 2009, a monitoria passou por modificações em sua estrutura e dinâmica de funcionamento. Objetivo: Demonstrar a evolução da monitoria por intermédio da visão dos monitores que passaram pela estrutura antiga e pelas estruturas novas em curso desde 2009. Metodolo- gia: Foram aplicados questionários padronizados a todos os monitores, divididos em três grupos: aqueles que passaram pelas estruturas antiga e nova (9 estudantes); os que passaram pelo primeiro modelo de estrutura nova (20 estudantes); e os que passaram pelo segundo modelo de estrutura nova (15 estudan- tes). Resultados: A maioria dos estudantes nos três grupos relatou alcance total ou parcial dos objetivos iniciais, tendo 81% deles considerado que os conhecimentos e experiências adquiridos foram ou serão úteis para a prática médica. Conclusão: A monitoria de Toce da FMB-UFBA tem evoluído positivamen- te na visão dos estudantes, consolidando-se como um instrumento válido no processo de educação médica.
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Fístula arteriovenosa safeno-femoral superficial como acesso à hemodiálise: descrição de técnica operatória e experiência clínica inicial.

Fístula arteriovenosa safeno-femoral superficial como acesso à hemodiálise: descrição de técnica operatória e experiência clínica inicial.

Método: Foram realizadas 16 fístulas arteriovenosas safeno- femoral superficial em 15 pacientes, no período de agosto de 1998 a outubro de 2000. Esses procedimentos foram efetuados em pacientes sem opções de acesso em membros superiores. A técnica utilizada foi a anteriorização e superficialização da veia safena magna, anastomosando-a na artéria femoral superficial distal. As fístulas arteriovenosas safeno-femoral superficial foram avaliadas quanto à facilidade de punção, fluxo adequado, pressão venosa espontânea, adequação de diálise e complicações no intra-operatório.
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Colostomia perineal: uma alternativa para evitar a colostomia abdominal definitiva: técnica operatória, resultados e reflexão.

Colostomia perineal: uma alternativa para evitar a colostomia abdominal definitiva: técnica operatória, resultados e reflexão.

A colostomia perineal consta no arsenal das operações colorretais por proporcionar a reabilitação da função neoanal ao promover o controle da exoneração do conteúdo intestinal. O mais relevante é que evita colostomia abdominal definitiva. Destacam-se como vantagens da técnica: evitar-se colostomia abdominal; preenchimento a pelve; preservação do caráter oncológico do tratamento, não interferindo na exérese em bloco dos tecidos pélvicos; reparação cicatricial em torno de um quarto do tempo; secreção da mucosa cólica é pequena ou não existe devido à oclusão parcial e à mínima exteriorização do cólon na pele; oferece melhores condições de convívio do que o uso da bolsa; a continência é relativa; o paciente pode programar higiene de acordo com a sua conveniência; evita anastomose baixa; evita sepse pélvica com ileostomia definitiva; recompõe a vagina nas suas paredes laterais e posterior quando ela for incluída na ressecção; a exoneração vesical é eficaz; a cicatrização perineal é mais rápida; evita hérnia colostômica abdominal e perineal; economiza dinheiro, porque dispensa o uso da bolsa e tratamento das dermatites; não predispõe à vaginose e nem à infecção do trato urinário; não tem cheiro e nem barulho de gases; não requer rotação de retalhos de rotina não aumentando a morbidade da operação, o tempo operatório e o risco de perda do mesmo; pode ser realizada em pacientes que se submeteram à neoadjuvância e não atrasa a adjuvância se indicada.
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A técnica da palma aberta no tratamento da doença de Dupuytren.

A técnica da palma aberta no tratamento da doença de Dupuytren.

A técnica operatória foi a descrita por McCash. Por meio de incisão transversa na região da prega palmar distal, o tecido comprometido é retirado, o que permite a correção da deformidade em flexão da articulação metacarpofalângica. Quando necessária, outra incisão transversa pode ser feita proximalmente à primeira, para tornar mais fácil a ressecção do tecido doente. As Figs. 1 a 5 ilustram o caso clínico do paciente número 2. Nas Figs. 1 e 2 observa-se a contratura em flexão do IV dedo, com a corda longitudinal bem identificada. Na Fig. 3 evidencia-se a via de acesso da técnica de McCash e identifica-se o tecido patológico.
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Esterilização tubária com adesivo cirúrgico sintético: estudo experimental

Esterilização tubária com adesivo cirúrgico sintético: estudo experimental

RESUMO: Objetivo: Estudar a perviedade da tuba uterina de coelhas submetidas a aplicação endotubária pela via transvaginal de n-butil-2-cianoacrilato. Método: Vinte coelhas (Orictolagus cuniculus) da linhagem Nova Zelândia foram distribuídas em dois grupos, 1 (controle) e 2 (experimento). O grupo controle foi subme- tido a técnica operatória para esterilização pelo método proposto por Pomeroy e o grupo experimento teve a aplicação de 0,25mL do adesivo cirúrgico n-butil-2-cianoacrilato no lúmen tubário por via transvaginal. Após quatro semanas e quatro acasalamentos e o diagnóstico clínico da presença de gestação, foram submetidos a três testes de perviedade: histerossalpingografia (in vivo), teste de perviedade com corante azul de metileno (in vitro) e teste de pressão de rompimento (in vitro). Foi realizada a morfometria computadorizada digitalizada para medir o diâmetro tubário, a mucosa e o miossalpinge. Resultados: Houve vazamento em somente uma tuba uterina do grupo 2, embora o adesivo estivesse presente no lúmen tubário, o que foi não significante estatisticamente. Apresentou significância estatística a morfometria, que mostrou aumento nas medidas do diâmetro tubário, da mucosa e do miossalpinge, que consideramos ser pela presença do polímero formado pelo adesivo, não havendo danos celulares. Conclusões: Concluímos que a aplicação transvaginal de n- butil-2-cianoacrilato no lúmen tubário de coelhas é tão eficaz para esterilização quanto o método de Pomeroy.
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Aspectos históricos da pressão arterial de oxigênio e espirometria relacionados à operação abdominal.

Aspectos históricos da pressão arterial de oxigênio e espirometria relacionados à operação abdominal.

pesquisaram a atividade desse músculo em pacientes que receberam bloqueio anestésico peridural torácico com bupivacaína 0,5 %, e se submeteram à operação de aorta abdominal (abdome superior). Foi demonstrado que o bloqueio anestésico peridural torácico produz aumento na atividade diafragmática pós-operatória e, que a hipótese mais atraente para explicar as consequências do prejuízo da disfunção pós-operatória deste músculo, nesses procedi- mentos, é a interrupção de vias reflexas aferentes. Alguns autores 40 , 1996, não verificaram diferenças entre um grupo de enfermos operados de colecistectomias laparoscópicas e outro submetido à técnica aberta com mini-laparotomia, no que diz respeito à permanência hospitalar ou recuperação pós-operatória. Além disso, os autores consideraram que o tempo operatório do procedimento laparoscópico foi muito maior do que o procedimento de pequena incisão. No final da década de 1980, com o advento das operações lapa- roscópicas, foram apresentadas as primeiras publicações científicas relativas à esse técnica operatória. Dessa época até o decênio 2000, várias pesquisas científicas referiram a superioridade das laparoscopias sobre os procedimentos abertos (por laparotomia) relacionados a uma série de parâmetros: a) distúrbios ventilatórios restritivos de menor monta, com queda menos acentuada das variáveis espiro- métricas CVF, VEF1 e CRF 19,31 ; b) recuperação mais rápida
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Computador de Mão: Um Recurso Didático na Graduação em Medicina

Computador de Mão: Um Recurso Didático na Graduação em Medicina

A Disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental é ministrada aos alunos do 3º. ano do curso médico e, desde 2001, compreende um modelo híbrido de ensino – com atividades presenciais e a distancia. A disciplina visa ensinar ao estudante de Medicina os princípios básicos da Técnica Operatória e Cirurgia Experimental e os procedimentos fundamentais de emergência, abrangendo: o aprimoramento do conhecimento técnico-cirúrgico, o manuseio correto do instrumental cirúrgico, a avaliação critica das melhores vias de acesso e técnicas de síntese mais adequadas para prevenção de infecção, o entendimento da gênese dos fenômenos que regem a boa evolução dos atos operatórios, tanto metabólicos quanto técnicos, a execução de procedimentos de pequena complexidade e o desenvolvimento do raciocínio crítico e analítico. Sua carga horária teórica é composta por 25 horas/ aula, a partir do segundo semestre, com duração de 4 ou 5 semanas, e tem sido oferecida na Internet por meio de textos, imagens, animações e vídeos. As aulas práticas correspondem a 35 horas/aula e são realizadas presencialmente em laboratório próprio da Disciplina, todas as segundas-feiras, terças-feiras e quartas-feiras.
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Intra-abdominal pseudotumour form of mansoni esquistossomose.

Intra-abdominal pseudotumour form of mansoni esquistossomose.

Professor Adjunto; Mestre e Doutor da Disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental; Chefe do Departamento de Clínica Cirúrgica da Escola Superior de Ciências da Santa casa [r]

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Afecções cirúrgicas em aves: estudo retrospectivo

Afecções cirúrgicas em aves: estudo retrospectivo

avascular de dígito” (1,59%), ferida na região da quilha (1,59%), perfuração de cavidade celomática (1,59%), neoformação em cavidade celomática sem diagnóstico (1,59%), corpo estranho em trato gastrointestinal (1,59%) e otite (1,59%). O lipoma foi a neoplasia e o cáseo a neoformação não neoplásica mais freqüentes. A distribuição das afecções cirúrgicas segundo as espécies acometidas mostrou o “grupo dos papagaios”, representado em sua maioria por espécies do gênero Amazona, como prevalente. A fixação interna com pino intramedular foi a técnica operatória mais utilizada nas afecções cirúrgicas ortopédicas e apresentou elevado índice de retorno à função para tratamento das fraturas. A exérese foi a técnica operatória mais utilizada nas afecções cirúrgicas de tecidos moles e mostrou índices elevados de cura e baixa ocorrência de recidivas. O conhecimento das afecções cirúrgicas e das espécies de aves mais acometidas, bem como dos resultados obtidos com as técnicas operatórias empregadas, acrescentam informações para aqueles que já atuam nesta área e servem como indicador de estudo para futuros cirurgiões de aves.
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Síndrome de Eagle: relato de caso

Síndrome de Eagle: relato de caso

Professor Titular das disciplinas de Oncologia e de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental (licenciado) do Curso de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná (FEPAR) e [r]

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Uso da membrana amniótica como cobertura da cavidade abdominal na reconstrução da parede com tela de polipropileno em ratos.

Uso da membrana amniótica como cobertura da cavidade abdominal na reconstrução da parede com tela de polipropileno em ratos.

sutura contínua e fio de categute cromado 2-0 e, por fim, antissepsia da ferida operatória com solução aquosa de polivinilpirrolidona-iodo (PVPI) a 10%. Nos demais grupos, a técnica operatória para o tratamento do defeito foi se- melhante, sendo que, no grupo A, interpôs-se uma cama- da de membrana amniótica entre a prótese e a parede abdominal e no grupo B, a camada de membrana amniótica foi afixada recobrindo a prótese, criando uma cobertura na superfície abdominal da mesma (Figura 1).

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Prótese total articulada de joelho utilizada no tratamento de osteossarcoma apendicular em cão.

Prótese total articulada de joelho utilizada no tratamento de osteossarcoma apendicular em cão.

O objetivo do trabalho foi reportar o planejamento cirúrgico, a técnica operatória, a instrumentação e os resultados da substituição completa do terço médio distal do fêmur, do platô tibial e da articulação do joelho por prótese em um cão acometido por osteossarcoma no fêmur esquerdo. A prótese foi confeccionada em aço, apresentando três componentes articulados, mantendo o movimento semelhante à articulação do joelho. As porções femorais e tibiais da prótese foram cimentadas aos respectivos ossos, após ostectomia do fêmur e do platô tibial. O animal foi submetido a seis sessões de quimioterapia, com doxorrubicina e carboplatina, intercaladas mensalmente, objetivando inibir o crescimento de possíveis metástases pulmonares. Durante os seis primeiros dias, o animal apresentou neuropraxia e impotência funcional do membro. Aos 10 dias, o cão iniciou leve apoio e aos 30 dias já utilizava o membro pélvico de forma mais efetiva, porém, o ângulo de extensão da articulação foi reduzido de 150º a 100 o devido à
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PRINCIPAIS FATORES COADJUVANTES PARA FALHA NA LONGEVIDADE DE RESTAURAÇÕES EM RESINA COMPOSTA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

PRINCIPAIS FATORES COADJUVANTES PARA FALHA NA LONGEVIDADE DE RESTAURAÇÕES EM RESINA COMPOSTA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

escolaridade, técnica operatória e falha na adesão, faixa etária e dieta, material restaurador e o tamanho da cavidade a ser restaurada. Conclusão: A resina composta possui suas qualidades mecânica e estética comprovadas. A cárie secundária mostrou-se como principal fator coadjuvante para falha na durabilidade de restaurações em resina composta seguida de técnica operatória e falha na adesão. Os fatores relacionados ao paciente, operador, material e dente podem influenciar a longevidade de restaurações de resina composta.

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Influência da técnica cirúrgica na implantação da carcinomatose peritoneal em ferida operatória: modelo experimental em camundongos.

Influência da técnica cirúrgica na implantação da carcinomatose peritoneal em ferida operatória: modelo experimental em camundongos.

Embora pouco estudado, o implante tumoral em cicatriz operatória representa alta morbidade, devendo ser evitado com medidas técnicas. O modelo tumoral ascítico é de grande utilidade para o estudo da influência da técnica operatória na prevenção e desenvolvimento do implante neoplásico. Dentre eles, o tumor de Crocker é importante modelo experimental que proporciona desenvolvimento da ascite neoplásica em sete a dez dias após a inoculação, sendo efetivo em mais de 70% dos animais. No presente estudo o estabelecimento da ascite neoplásica ocorreu em todos os animais, demonstrando a eficácia do modelo experimental. O período de avaliação deste estudo contemplou apenas a fase inicial do processo de cicatrização da ferida operatória, o que pode explicar, em parte, a presença de células tumorais em pequena intensidade no grupo em que se realizou a proteção da ferida.
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Aplicação de fórmula corretiva nas alterações da pressão intraocular dos pacientes submetidos a LASIK.

Aplicação de fórmula corretiva nas alterações da pressão intraocular dos pacientes submetidos a LASIK.

Com todos esses fatores explanados, torna-se imprescindível exame pré-operatório minucioso e técnica cirúrgica refrativa precisa, mesmo porque há muitos jovens sendo submetidos a esse proce- dimento com um futuro oftalmológico ainda incerto. Os dados pré- operatórios se tornarão fundamentais na conduta e acompanha- mento desses pacientes e na ausência desses exames, poder-se-á fazer uso de fórmulas para a estimativa da PIO real. Embora até hoje não tenha sido demonstrado uma validade precisa de nenhuma fórmula já desenvolvida.

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Técnica de sutura ajustável per-operatória simplificada para a correção de desvios horizontais: estudo de 153 casos.

Técnica de sutura ajustável per-operatória simplificada para a correção de desvios horizontais: estudo de 153 casos.

tanto, para o uso dessa técnica, só podem ser selecionadas pessoas que tenham boa colaboração, o que exclui crianças e adultos pouco cooperativos. A técnica em duas etapas, com o ajuste sendo efetuado algumas horas após a cirurgia, também exige boa colaboração do paciente, além do fato de estar rela- cionada à resposta vagal (16) e reflexo oculocardíaco (17) , que po-

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Tratamento cirurgico do hidrocefalo em crianças: I - evolução clinica e mortalidade.

Tratamento cirurgico do hidrocefalo em crianças: I - evolução clinica e mortalidade.

A mortalidade global foi de 34%; a mortalidade operatória nos grupos de crianças com hidrocéfalo congênito e pós-infecção meningea foi de 25% e não houve mortalidade operatória no gru[r]

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Eficácia da técnica de sutura ajustável per-operatória simplificada para a correção de desvios horizontais: estudo prospectivo de 49 pacientes.

Eficácia da técnica de sutura ajustável per-operatória simplificada para a correção de desvios horizontais: estudo prospectivo de 49 pacientes.

sa inflamação e edema tanto do músculo operado como das estruturas orbitais adjacentes, que podem afetar a posição do bulbo e o tônus, o estiramento e a contratilidade do músculo operado, interferindo no ajuste. A reação inflamatória piora após a cirurgia e atinge o pico mais acentuado entre 12 e 24 horas, muitas vezes o período selecionado para a realização do ajuste. Romano (14) observou que esta técnica não oferece

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Tratamento da dor após procedimento cirúrgico ambulatorial.

Tratamento da dor após procedimento cirúrgico ambulatorial.

Os AINES são usados como agentes únicos ou associados aos opioides ou a analgesia regional para alívio da DPO. Não causam depressão respiratória e reduz a dose necessária de opioide e con- sequentemente a incidência de depressão respiratória, bem como outros efeitos adversos. São recomendados para analgesia mul- timodal pós-operatória e são administrados através de diferentes vias, dependendo da possibilidade. Esses fármacos são indicados para dor leve ou moderada. Para dor intensa, são administrados em associação com outros analgésicos ou técnicas analgésicas. Os inibidores seletivos da COX-2 também são eicazes para operação ambulatorial com controle de dor após a cirurgia. Promovem alívio da dor em ampla variedade de operações ambulatoriais 8 . É obtido
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