Unidade de Cuidados Continuados Integrados

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Incidência de quedas e caracterização dos doentes internados na unidade de cuidados continuados integrados de média duração e reabilitação

Incidência de quedas e caracterização dos doentes internados na unidade de cuidados continuados integrados de média duração e reabilitação

O presente trabalho de investigação observacional incide sobre a temática dos eventos adversos, mas especificamente sobre as quedas e o impacto para a Saúde Pública. Tem por objetivo avaliar as quedas da Unidade de Cuidados Continuados Integrados e caracterizar os doentes internados. Pretende-se com a presente investigação identificar o perfil dessa população e os principais problemas a que estão sujeitos, para que assim sejam traçadas medidas educacionais e promotoras da saúde. Este trabalho limita-se a observar os resultados não havendo qualquer tipo de intervenção ou experimento com o doente.
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A Comunicação de más notícias numa unidade de cuidados continuados integrados

A Comunicação de más notícias numa unidade de cuidados continuados integrados

O presente trabalho encontra-se organizado em cinco capítulos, que descrevem o percurso de investigação. O primeiro capítulo diz respeito ao enquadramento teórico e incide sobre a evolução dos sistemas de saúde, a filosofia dos Cuidados Continuados, a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) onde abordamos os seus objectivos e valores, o cuidar numa Unidade de Cuidados Continuados Integrados e a comunicação de más notícias que engloba as competências básicas de comunicação, as estratégias para uma comunicação eficaz, o conceito de má noticia, o protocolo de comunicação de más notícias e a perspectiva do enfermeiro sobre a comunicação de más notícias. O segundo capítulo dirige-se para percurso metodológico e contempla a problemática e objectivos do estudo, o tipo de estudo, o contexto e participantes do estudo, os procedimentos de recolha e tratamento de dados e as considerações éticas. No terceiro procederemos à apresentação e análise de dados. No quarto capítulo expomos a discussão de resultados e por fim no capítulo cinco surgem as conclusões do estudo e as perspectivas futuras.
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DIFERENÇAS NO PERFIL DOS UTENTES E SEUS CUIDADORES SEGUNDO O GÉNERO, NUMA UNIDADE DE LONGA DURAÇÃO E MANUTENÇÃO DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS (RNCCI)

DIFERENÇAS NO PERFIL DOS UTENTES E SEUS CUIDADORES SEGUNDO O GÉNERO, NUMA UNIDADE DE LONGA DURAÇÃO E MANUTENÇÃO DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS (RNCCI)

Relativamente ao estado civil, para ambos os géneros predominam os viúvos e os casados. O nível de escolaridade é baixo, (50,0%) frequentou o ensino básico, e (41,7%) não frequentou qualquer tipo de ensino. Relativamente a profissão destaca-se a agricultura para os homens e o trabalho doméstico para as mulheres, resultados semelhantes aos apresentados no estudo da caracterização do perfil de utente na Rede no período de (2011 e 2012) elaborado pela UMCCI Unidade de Missão Cuidados Continuados Integrados e ERS Entidade Reguladora da Saúde (2013) uma publicação sobre o acesso dos utentes aos cuidados continuados de saúde, refere que os utentes admitidos na Rede, têm, predominância no género feminino, o estado civil mais frequente são os casados e viúvos, no que diz respeito a escolaridade, têm baixa escolaridade, tendo a amostra considerada evidenciado que cerca de 29% dos utentes não têm escolaridade, e 61% tem apenas até seis anos de escolaridade. Na profissão grande maioria refere-se a trabalhadores não qualificados, na autonomia física, cerca de 95% dos utentes admitidos na RNCCI são dependentes, mais recente ainda o Relatório de monitorização da RNCCI 2013 (2014), refere que população da RNCCI é envelhecida, maioritariamente feminina, com baixo nível de escolaridade, carenciada e com elevada incapacidade e dependência. Para ambos os géneros, ainda que mais frequente no feminino têm previsão de alta, entre aqueles que não têm previsão de alta encontram-se em vaga cativa. A principal patologia de motivo de internamento em ambos os géneros foi o AVC e as complicações cardíacas. Também num estudo de caraterização dos utentes da RNCCI, as queixas mais prevalentes, no total da amostra estudada, incidiram sobre o aparelho circulatório, referentes ao foro dos acidentes vasculares cerebrais (36%). Estes resultados estão de acordo com a maioria dos estudos, e dos Relatórios de monitorização da RNCC (2008), os quais destacam a patologia cardiovascular, em particular a doença cerebral aguda mal definida (AVC), como a patologia mais prevalente no maior número de utentes referenciados.
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As perturbações músculo-esqueléticas no trabalho em saúde: o caso de uma unidade de cuidados continuados integrados de média duração e reabilitação

As perturbações músculo-esqueléticas no trabalho em saúde: o caso de uma unidade de cuidados continuados integrados de média duração e reabilitação

atividade efetuada, sobre o qual os entrevistados acrescentam “ninguém me paga as horas, é para acumular em banco de horas (…)”(EC1); - devido aos transtornos na vida pessoal do trabalhador que são reflexo do aumento das horas efetuadas durante esta atividade, o que se pode verificar no seguinte depoimento: “além de fazermos o transporte, de virmos tarde, ainda temos de estar a telefonar, muitas vezes, para casa para reorganizar a nossa vida em casa porque temos pessoas que dependem de nós!” (EC1); - devido às despesas que os profissionais de saúde têm durante a realização do transporte, como se pode ver na expressão: “(…) nós queremos ser transferidos é do nosso telemóvel que temos que gastar dinheiro a ligar (…) nós não vemos esse dinheiro, ponto final!” (EC2); - devido aos cuidados prestados ao utente durante o transporte que causam insatisfação no profissional por não os poder prestar nas melhores condições, como mostra as seguintes palavras: “Temos que levar uma saquinha com bolachinhas e não sei quantos, mas às vezes é pastosa e nem consegue comer…” (EC2); - e, finalmente porque os profissionais de saúde ficam dependentes dos bombeiros para regressar à unidade, como mostra a explicação seguinte: “(…) à espera do transporte, porque os bombeiros aproveitam sempre para fazer de um transporte, meia-dúzia.” (EC1)
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Apuramento de custos através do time-driven activity-based costing (TDABC) numa unidade de cuidados continuados e integrados com vista à criação de valor

Apuramento de custos através do time-driven activity-based costing (TDABC) numa unidade de cuidados continuados e integrados com vista à criação de valor

Este projeto tem como finalidade apurar o custo das condições clínicas existentes na Unidade de Cuidados Continuados Integrados da Batalha, podendo assim compreender melhor a composição dos custos da mesma. A unidade, por sua vez, poderá melhorar os seus resultados baseando-se nos outputs deste projeto, de forma a criar valor para o paciente. Além do mais, com a informação obtida através do TDABC, esta entidade poderá analisar se os custos obtidos por condição clínica são superiores ou inferiores ao reembolso das entidades financiadoras, no caso português: o Serviço Nacional de Saúde (SNS), as famílias dos utentes e/ou outras entidades. Ainda saberá quais os recursos que não estão a ser otimizados no processo de tratamento do utente, conduzindo futuramente a uma melhor afetação dos mesmos. Por fim, este trabalho pode apoiar a discussão do modelo de compensação/financiamento das UCCI entre os prestadores e o Estado.
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Inteligência Emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

Inteligência Emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

Os resultados relativos à tipologia da unidade mostram que 35,8% dos participantes desempenha funções em unidades de média duração, 33,0% de longa duração, na terceira posição (20,8%) aparecem as unidades de convalescença e na última posição as de cuidados paliativos. Relativamente à formação específica no âmbito dos cuidados continuados antes de ingressar na Rede verificamos que a maioria (53,8%) responderam que não e apenas 46,2% refere ter tido formação específica. Quisemos ainda saber se prestavam serviço noutras Instituições e as respostas a esta questão mostram que na realidade 66,0% o faz e apenas 34,0% afirma não prestar. A análise por género mostra que são maioritariamente as mulheres aquelas que possuem duplo emprego, contrariamente aos homens que se distribuem de forma bastante equitativa pelos dois itens.
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A sustentabilidade e continuidade dos cuidados continuados em Portugal: implementação de uma unidade de cuidados continuados no Concelho de Sátão

A sustentabilidade e continuidade dos cuidados continuados em Portugal: implementação de uma unidade de cuidados continuados no Concelho de Sátão

A técnica utilizada para esta pesquisa e fundamentação do Projeto foi inicialmente exploratória descritiva. Passou pela consulta aos estudos realizados sobre o concelho e Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e através destes, proceder à recolha dos dados estatísticos mais relevantes. Posteriormente, foi realizada uma pesquisa descritiva, através de uma análise institucional à FEFA, consultando documentos internos, da sua estrutura, organização e viabilidade financeira. Para melhor compreender as necessidades da população, aplicou-se um questionário (anexo 1) aos autarcas do concelho de Sátão e aos representantes das respostas sociais da região. Assim foram enviados 15 inquéritos por questionário aos autarcas do concelho e tivemos 100% de retorno. Este instrumento foi composto por uma série de perguntas relativas à situação dos mais dependentes, no que diz respeito aos apoios sociais e de saúde, com o objetivo de compreender a relevância de uma nova resposta no concelho. Pretendeu-se com este modelo de análise obter resposta à pergunta de partida, através da recolha de dados que nos permitam analisar a falta de cuidados adequados aos mais dependentes em termos institucionais, assim como a ausência de apoio à terceira idade e por fim perceber a possível importância da implementação de uma Unidade de Cuidados Continuados no Concelho. Este instrumento permitiu ainda “garantir a credibilidade e fiabilidade da investigação na descoberta de eventuais paradoxos e contradições” (Coutinho, 2011, p. 299).
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Inteligência emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Inteligência emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

O Artigo 17.º do Decreto – Lei n.º 101/2006 de 6 de Junho descreve a unidade de longa duração e manutenção como uma unidade de internamento "temporária ou permanente, com espaço físico próprio, para prestar apoio social e cuidados de saúde de manutenção a pessoas com doenças ou processos crónicos, com diferentes níveis de dependência e que não reúnam condições para serem cuidadas no domicílio". Este tipo de unidade faculta cuidados que previnem e retardam o agravamento da situação de dependência, favorecendo a qualidade de vida, por um período de internamento superior a 90 dias consecutivos. No entanto, esta tipologia contempla a oportunidade de internamento, por período inferior ao previsto no número anterior, em situações temporárias, decorrentes de dificuldades de apoio familiar ou necessidade de descanso do principal cuidador, até 90 dias por ano, designando-se esse processo de descanso do cuidador (Branco,2010).
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COMPETÊNCIA EMOCIONAL NOS FISIOTERAPEUTAS DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS

COMPETÊNCIA EMOCIONAL NOS FISIOTERAPEUTAS DA REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS

visam dar resposta, por um período superior a 90 dias, a pessoas com doenças ou processos crónicos, com diferentes níveis de dependência e graus de complexidade, que não reúnam condições no domicílio ou na instituição onde residem. Presta apoio social e cuidados de saúde de manutenção, favorecendo o conforto e a qualidade de vida. Assegura cuidados médicos; cuidados de enfermagem permanentes; prescrição e administração de fármacos; controlo fisiátrico periódico; cuidados de fisioterapia e terapia ocupacional; apoio psicológico e social; atividades de manutenção e estimulação; higiene, alimentação e conforto; animação sociocultural e apoio no desempenho das atividades da vida diária (AVD’s). A ULDM pode ainda ter internamentos com um máximo de 90 dias/ano para descanso do cuidador principal. A Unidade de Cuidados Paliativos destina-se a doentes em situação clínica complexa devido a doença severa e/ou avançada, incurável e progressiva, com evidência de falha da terapêutica dirigida à doença de base ou em fase terminal. Não tem período limite de internamento. Assegura cuidados médicos diários; cuidados de enfermagem permanentes; prescrição e administração de medicamentos; cuidados de fisioterapia; exames complementares de diagnóstico, laboratoriais e radiológicos; consulta, acompanhamento e avaliação dos doentes internados noutras unidades ou serviços; acompanhamento e apoio psicossocial e espiritual; atividades de manutenção; higiene, alimentação e conforto e convívio e lazer.
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A perceção dos profissionais de saúde sobre o sistema de informação dos cuidados continuados integrados

A perceção dos profissionais de saúde sobre o sistema de informação dos cuidados continuados integrados

Os questionários foram entregues em cada unidade ao coordenador médico, ao coordenador de enfermagem, em caso de ausência dos coordenadores, entregue a um enfermeiro ou médico, sendo estes depois distribuídos em reunião, exceto em duas ECCI, onde numa foi entregue a um dos enfermeiros responsáveis e noutra a uma rececionista. Foram entregues consentimentos informados (Apêndice II) a cada participante, de forma ao utilizador ter conhecimento do estudo e saber que é livre para escolher se participa ou não, nesta investigação. Os questionários foram preenchidos posteriormente pelos utilizadores da aplicação informática. Apenas um foi realizado na presença da investigadora, devido a inquirida ter dificuldade na leitura do mesmo. A entrega e recolha dos questionários foi feita pessoalmente, durante os meses de abril a Maio de 2015 a nível hospitalar. No que diz respeito aos CS foi de Maio a Setembro de 2015. Foram entregues 120 questionários e recolhidos 90 questionários, dos quais 8 foram excluídos devido aos inquiridores não utilizarem a aplicação informática e os psicólogos também foram excluídos devido a não serem uma amostra significativa (n=1).
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Gestão da alta hospitalar: referenciação para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Gestão da alta hospitalar: referenciação para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Com o presente estudo de caso pretendeu-se caracterizar o perfil sociodemográfico dos utentes referenciados e admitidos na Rede e apreciar o circuito processual da referenciação entre uma unidade hospitalar que inicia o processo, a entidade gestora local que o avalia e a entidade gestora regional que procede à admissão dos utentes numa das unidades da Rede. Outro dos objetivos foi a avaliação do impacto dos procedimentos de referenciação no tempo de permanência do internamento hospitalar. O estudo, de natureza descritiva e retrospetiva, incluiu uma amostra de 805 casos relativos à referenciação do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE, em 2013. Desta amostra, 595 casos foram admitidos na Rede, o que corresponde a uma taxa de 74%, inferior à média nacional (86%). Quase metade dos utentes referenciados foi admitida em Unidades de Média Duração e Reabilitação (46%), enquanto a nível nacional a tipologia com maior número de admissões foi para Equipas de Cuidados Continuados Integrados (30%).
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Interdisciplinaridade e relações interprofissionais : um estudo de caso em  equipa de cuidados continuados integrados

Interdisciplinaridade e relações interprofissionais : um estudo de caso em equipa de cuidados continuados integrados

O tempo aparece nos relatos dos entrevistados como determinante no acesso à informação. Neste sentido, referem que os profissionais com mais tempo de permanência na Unidade, acabam por ter um acesso maior à informação, sendo que os profissionais a meio tempo, têm mais dificuldade em aceder à informação e em contactar com as dinâmicas do serviço. É de referir que uma das entrevistadas faz referência ao facto de o tempo de presença da Médica na Unidade não lhe garantir o acesso a toda a informação. Apesar de diariamente ocorrer uma visita médica à Unidade, este profissional permanece na mesma um número reduzido de horas, além de que a equipa médica é constituída por dois elementos, fazendo com que nenhum deles tenha presença diária na Unidade. De resto, a própria Médica entrevistada, não considerando que o tempo de que dispõem fosse insuficiente para o desenvolvimento da sua intervenção específica, deu grande relevância à importância que a informação facultada pelos outros profissionais da equipa tem para a sua própria intervenção.
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Rede Nacional para os Cuidados Continuados Integrados : o idoso, a alta e a capacidade funcional

Rede Nacional para os Cuidados Continuados Integrados : o idoso, a alta e a capacidade funcional

Para o efeito, realizou-se um estudo no internamento da Unidade de Convalescença, integrada na Rede Nacional para os Cuidados Continuados Integrados da Santa Casa da Misericórdia de Póvoa de Lanhoso, procedendo-se à aplicação de 20 inquéritos a idosos, com idades compreendidas entre os 65 e os 91 anos de idade (M=76,6). Trata-se de um estudo não experimental quantitativo, do tipo longitudinal de painel. Empregou-se utilmente uma ficha de caracterização sócio-demográfica e uma escala: a “Escala de Barthel”. Os resultados evidenciam diferenças significativas nas pontuações médias entre cada uma das avaliações. As pontuações médias da escala de Barthel aumentaram significativamente da 1ª para a 2ª avaliação e da 2ª para a 3ª, ou seja, a reabilitação dos doentes idosos inquiridos na amostra é gradual e efectiva.
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Caracterização das equipas de cuidados continuados integrados, na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo

Caracterização das equipas de cuidados continuados integrados, na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo

Entrevista_7 Por um lado tem que haver, uma grande, grande coesão de equipa, uma grande motivação e as pessoas gostarem daquilo que fazem. Com espirito de sacrifício, porque senão, não levaríamos aquilo que são os nossos objetivos em saúde e os da unidade, nomeadamente dos cuidados continuados integrados, a bom porto. (…) Ministério da Saúde que cada vez exige mais, mais plataformas e mais registos e o enfermeiro para mostrar o seu desempenho, teria que estar horas ao computador, isto não se coaduna com a nossa realidade, com a nossa prática, portanto não vamos tirar horas de enfermagem. Não e fácil, sabemos que não fácil, eles exigem sempre mais, muito mais e assim, a exigência é muito grande e depois não só aqui a nível dos serviços, a exigência também dos doentes, em casa as pessoas estão muito mais informadas, sabe dos seus direitos, sabem o que é que as equipas de ECCI lhe podem oferecer, temos problemática que um dos doentes, 95%, não é um problema só físico, e um problema, é a conjuntura. Problemas sociais gravíssimos, e temos aqui realmente alguns locais, nomeadamente bairro sociais, aqui à volta. Não vamos deixar um doente, sem cuidados, só porque ainda, o processo administrativo ainda não chegou, ou está parado na ECL, ou naquela zona cinzenta, que ainda não está colocado, ainda vai ser referenciado, nós sempre que nos é referenciado de outra forma, que não é a via normal, que os vizinhos, que pelo assistente social, nós não deixamos essa pessoa sem cuidados.
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O Doente terminal e o familiar cuidador na equipa de cuidados continuados integrados

O Doente terminal e o familiar cuidador na equipa de cuidados continuados integrados

Na realização de um estudo por De Lugo et al. (2008) na Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital de N. Srª de La Candelaria de Santa Cruz de Tenerife, com o objetivo de analisar e conhecer a “conspiração do silêncio” e as atitudes dos familiares próximos do doente terminal de doença oncológica perante a informação da doença, concluiu-se que somente 21% dos doentes em fase terminal tinham conhecimento do seu diagnóstico e prognóstico, estando iminente o medo e as repercussões negativas que poderiam advir da sua comunicação. Através da análise das respostas dos familiares, os investigadores chegaram á conclusão que a “conspiração do silêncio é um constructo mensurável (através deste estudo foi validada a Escala de Conspiração do Silêncio) e que se apresenta em alta percentagem, sendo necessária uma “formação para a morte”. Nessa perspetiva, como profissionais de saúde “podemos optar entre educar para a morte, para simplicidade e a autenticidade ou, então, educar na ignorância da morte, para a felicidade fugaz e a mentira” (Oliveira, 2008, p.139). Neste sentido, a educação para a morte deveria ser desde a infância, como processo natural e previsível.
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Distribuição dos utentes na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados do Alentejo

Distribuição dos utentes na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados do Alentejo

Sabendo que o número de variáveis do modelo é dado por [ (origens) vezes  (chegadas), então [ +  − 1 = 4 + 4 − 1 = 8 − 1 = 7 é o número máximo de variáveis positivas na solução ótima do problema de transporte que o Solver determina [24]. Nas soluções ótimas obtidas, podemos verificar que só na ULDM houve uma distribuição de utentes na diagonal, todos internados na zona de residência, tendo assim esta unidade como único custo anual o custo de tratamento. Neste caso, conseguem-se os preços mais baixos, aqueles em que não ocorre deslocação de utentes de uma zona para outra, contando com apenas quatro variáveis positivas na solução ótima. Em oposição, para as UC, UMDR e UCP além de se verificar o custo de tratamento também existe o custo associado à deslocação do utente. Observa-se que a UC tem sete variáveis positivas no ótimo, a UMDR tem cinco e, por fim, a UCP tem seis.
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A relação entre o Assistente Social e a família do doente crónico numa UMDRULDM de cuidados continuados integrados de saúde

A relação entre o Assistente Social e a família do doente crónico numa UMDRULDM de cuidados continuados integrados de saúde

A Srª “Olga” de 82 anos de idade e solteira, foi admitida em ULDM no dia 19 de Outubro de 2011 com o Diagnóstico de AVC isquémico acompanhada de afasia e hemiplegia à esquerda e reativa a estímulos externos com antecedentes pessoais de pielonefrite aguda e HTA. Já tinha estado na UCCI do Orvalho por aproximação à família, tendo como objetivo de internamento a manutenção de dispositivos por SNG. Antes do internamento na UCCI, a doente residia com o marido, também internado na mesma UCCI e dependente em grau moderado na realização das AVD´s. Como suporte familiar apenas se identificou uma irmã da doente, também ela idosa e que a apoia dentro das suas possibilidades. A doente apresenta-se consciente, calma, desorientada, contudo parece perceber o que se lhe diz e cumpre algumas ordens simples. Faz alimentação e hidratação por SNG. Apresenta-se mais calma. Começou a apresentar tensão arterial elevada, pelo que se ajustou a terapêutica. As principais necessidades identificadas, são ao nível das AVD´s, requerendo ajuda total na sua realização; prevenção do síndrome de imobilidade e de escaras; gestão do regime terapêutico e alimentar; manutenção de dispositivos; vigilância e controlo dos sinais vitais; usufrui de uma dieta hipossalina e hipolipidica. Desloca-se de cadeira de rodas pela Unidade de forma autonoma. Tem próteses para os membros inferiores, tendo iniciado treino de adaptação às mesmas, pelo que se sugere a permanência da utente na Unidade para otimização do processo de reabilitação e adaptação às próteses. Realiza fisioterapia diária. Apresenta um I.Lawton-0 e Escala de Gijon-11.Tendo em conta a disfuncionalidade que envolve a doente e o seu marido, o projeto de vida será o acolhimento em Lar da SCM de uma localidade próxima de forma a serem garantidos os cuidados indispensáveis ao bem-estar e à dignidade humana.
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Cuidados continuados integrados: estudo de um caso

Cuidados continuados integrados: estudo de um caso

Como foi referido anteriormente, a Unidade localiza-se no primeiro andar das instalações da Clínica Social Rainha Santa Isabel. O internamento, prevê uma sala de espera, uma recepção, uma sala de apoio de enfermagem, uma sala de refeições e convívio com copa, oito quartos com capacidade para vinte e três utentes, uma instalação sanitária equipada com banho assistido e dez instalações sanitárias repartidas pelos quartos e pelo espaço de internamento. Os quartos são individuais, duplos, triplos e quádruplos. O acesso ao internamento é feito por escada ou por elevador. Um dos corredores da Unidade tem a particularidade de estar equipado com espelho e corrimão de apoio, que permite realizar treino de marcha ao mesmo tempo que permite fazer correcção de postura, uma vez que os utentes se estão a visualizar enquanto se exercitam.
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Relevância e Acessibilidade à Informação em Cuidados Continuados: Opinião dos Enfermeiros das Equipas de Cuidados Continuados Integrados

Relevância e Acessibilidade à Informação em Cuidados Continuados: Opinião dos Enfermeiros das Equipas de Cuidados Continuados Integrados

dos enfermeiros. Também é o único que é utilizado pelos CS da região Norte do país, os quais (na maioria das vezes) irão ser os prestadores de cuidados formais seguintes dos utentes admitidos pelas ECCI. Ele utiliza linguagem classificada, defendido tanto pela OMS, quanto pela OE de Portugal como primordial a uma profis- são que quer ser reconhecida. A CIPE®, sendo uma classificação internacional, “facilita a recolha e a análise de dados de enfermagem entre populações, serviços de cuidados de saúde, idiomas e regiões geográficas. Os dados originados pela utilização da ICNP/CIPE® podem sustentar a tomada de decisão” (Ordem dos En- fermeiros, 2009: 8), podem ser utilizados para assegurar a qualidade ou promover mudanças na prática de enfermagem por meio do ensino, da gestão, da política e da investigação (Pereira, 2007). Embora o SAPE se apresente como repositório central da informação diária dos cuidados de enfermagem, a informação de referenciação do utente, algumas escalas utilizadas na avaliação do estado de saúde deste utente, bem como a informação de outros profissionais está presente no Gestcare. E apesar do SAPE estar implementado em todos os CS da região norte do país, ainda não tem disponível a vertente de partilha da informação entre a versão comunitária e hospitalar, com exceção da Unidade Local de Saúde de Matosinhos.
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Rede nacional de cuidados continuados integrados (RNCCI)

Rede nacional de cuidados continuados integrados (RNCCI)

Como se pode verificar, cada utente que apresenta algum potencial de reabilitação poderá ser referenciado para a UC, UMDR ou ECCI. Para esta última opção, é necessário que estes recusem o internamento nas outras unidades ou que a ECCI mais perto esteja disponível, caso contrário ficarão no domicílio (a aguardar vaga ou apoio do seu centro de saúde, onde maioritariamente não existe enfermeiro de reabilitação) (ACSS, 2017). De referir que a maior parte dos internamentos nessas unidades são pagos, pelo menos em percentagem, pelo utente ou família (Despacho n.º 12082/2010, de 27 de julho). Acresce ainda que cada unidade tem definidos os cuidados a prestar durante os dias de internamento ou acompanhamento domiciliário (caso das ECCI) (Decreto-Lei nº101/2006 de 6 de junho). Pode haver, por alteração de estado de saúde da pessoa doente, transferência da mesma entre unidades de diferentes tipologias (ACSS, 2017). A ECCI é uma equipa que, mediante avaliação multidisciplinar da pessoa doente, presta os cuidados ao mesmo no seu domicílio, não tendo este de ser internado (por recusa ou por não ter vaga), nem de se deslocar a qualquer instituição. A estas equipas estão atribuídas também um número de utentes e deverão integrar enfermeiros especialistas de Reabilitação, num rácio de sete utentes/Enfermeiro, atendendo a que devem ser tidas em conta as questões de acessibilidade de base geográficas e o nível de dependência (ACSS, 2017).
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