Top PDF Efeito alelopático de folhas e frutos de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (Solanaceae) na germinação e crescimento de Sesamun indicum L. (Pedaliaceae) em solo sob três temperaturas.

Efeito alelopático de folhas e frutos de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (Solanaceae) na germinação e crescimento de Sesamun indicum L. (Pedaliaceae) em solo sob três temperaturas.

Efeito alelopático de folhas e frutos de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (Solanaceae) na germinação e crescimento de Sesamun indicum L. (Pedaliaceae) em solo sob três temperaturas.

RESUMO – (Efeito alelopático de folhas e frutos de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (Solanaceae) na germinação e crescimento de Sesamun indicum L. (Pedaliaceae) em solo sob três temperaturas). Investigaram-se os efeitos de extratos aquosos de folhas e frutos de Solanum lycocarpum na germinação e crescimento inicial de Sesamum indicum em solo. Os experimentos foram conduzidos sob temperaturas de 22, 30 e 38 ºC. O extrato de folhas não interferiu significativamente no tempo médio, mas reduziu a germinabilidade e diminuiu o pico de germinação nas três temperaturas. Esse extrato não interferiu significativamente no crescimento da parte aérea, exceto a 30 ºC, mas reduziu significativamente o crescimento da radícula nas três temperaturas. Os extratos de frutos aumentaram significativamente o tempo médio de germinação a 30 ºC e reduziram a germinabilidade a 22 ºC. Também reduziram tanto o crescimento aéreo quanto das raízes das plântulas. Os resultados mostram que as propriedades alelopáticas de Solanum lycocarpum se manifestam no substrato solo em ampla faixa de temperatura.
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Efeito alelopático de folhas de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (Solanaceae) na germinação e crescimento de Sesamum indicum L. (Pedaliaceae) sob diferentes temperaturas.

Efeito alelopático de folhas de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (Solanaceae) na germinação e crescimento de Sesamum indicum L. (Pedaliaceae) sob diferentes temperaturas.

RESUMO – (Efeito alelopático de folhas de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (Solanaceae) na germinação e crescimento de Sesamum indicum L. (Pedaliaceae) sob diferentes temperaturas). Alelopatia pode ser definida como o efeito maléfico ou benéfico que uma planta exerce sobre a outra por meio de compostos químicos liberados no ambiente. Diversas espécies do gênero Solanum apresentam evidências de propriedades alelopáticas. S. lycocarpum A. St.-Hil (lobeira) é espécie de ampla distribuição em ambientes perturbados do Cerrado. No presente trabalho foram investigados efeitos alelopáticos de extratos de folhas de lobeira na germinação e no crescimento do gergelim (Sesamum indicum L.). Extratos aquosos das folhas foram preparados nas concentrações de 1%, 2%, 3%, 4% e 5% (p/v). A osmolaridade dos extratos foi medida e soluções de polietileno glicol (PEG 6000), de osmolaridade similar, foram preparadas para avaliar possíveis efeitos osmóticos dos extratos aquosos. Nos testes de germinação, as sementes de gergelim foram colocadas em placas de Petri forradas com papel de filtro com a solução a ser testada e observadas a cada 8h. Para os experimemtos de crescimento, sementes de gergelim foram germinadas em água e posteriormente dispostas para crescimento nos extratos. Após 5 dias, foram medidos os comprimentos da parte aérea e radicular das plântulas. Todos os experimentos foram conduzidos a 22ºC, 30ºC e 38ºC. Observou-se que os extratos de folhas não afetaram a germinabilidade, mas aumentaram o tempo médio de germinação em uma relação próxima à dose-dependente, nas três temperaturas. Quanto ao crescimento, a parte radicular foi a mais afetada pelos extratos aquosos, apresentando redução no tamanho, necroses, ausência de pêlos absorventes e formação de raízes laterais. Os efeitos dos extratos no crescimento das plântulas foram mais evidentes a 38ºC. Os experimentos conduzidos com soluções de PEG 6000 mostraram que os efeitos observados na presença dos extratos não são de natureza osmótica.
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Estudo fitoquímico de folhas de Solanum lycocarpum A. St.-Hil (Solanaceae) e sua aplicação na alelopatia.

Estudo fitoquímico de folhas de Solanum lycocarpum A. St.-Hil (Solanaceae) e sua aplicação na alelopatia.

(Estudo fitoquímico de folhas de Solanum lycocarpum A.St.–Hil (Solanaceae) e sua aplicação na alelopatia). Solanum lycocarpum A.St.-Hil (Solanaceae) é um arbusto típico da região central do Brasil (Cerrado). A atividade alelopática do extrato aquoso de folhas e frutos dessa espécie já foi verificada em estudos anteriores. O objetivo desse trabalho foi avaliar a atividade alelopática de diferentes extratos de S. lycocarpum na germinação e crescimento de quatro espécies-alvo. As folhas foram coletadas, secas e trituradas e submetidas a dois métodos distintos de extração: 1- líquido-líquido (acetato de etila e diclorometano) do extrato aquoso das folhas e 2- com solventes em polaridade crescente (hexano, diclorometano, acetato de etila, acetona, metanol e água) diretamente das folhas. Cada extração foi realizada com equipamento de ultrassom durante uma hora, filtrado e evaporado. Desses extratos, soluções de 800, 400 e 200 ppm foram preparadas, e água e Logran ® foram usados como controle positivo e negativo, respectivamente.
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Estudo farmacobotânico comparativo de folhas de Solanum crinitum Lam., Solanum gomphodes Dunal e Solanum lycocarpum A. St.-Hil., Solanaceae.

Estudo farmacobotânico comparativo de folhas de Solanum crinitum Lam., Solanum gomphodes Dunal e Solanum lycocarpum A. St.-Hil., Solanaceae.

Solanum lycocarpum é uma espécie nativa, empregada na medicina popular para vários ins, principalmente no tratamento do diabetes (Sá et al., 2000; Peters et al., 2001; Chang et al., 2002; Perez, 2006). O infuso de frutos e lores é referido por Rodrigues & Carvalho (2001) contra asmas, gripes, resfriados e também como tônico e as folhas são usadas como emoliente e anti-reumático. Sá et al. (2000) referem o decocto como anti-espasmódico, anti-epilético, diurético e sedativo. O “polvilho-de-lobeira” obtido de frutos foi ativo na diminuição dos níveis de colesterol (Dall’agnol & Von Poser, 2000). Estudos conirmaram atividades analgésica, anti-inlamatória (Vieira et al., 2003) e tóxica (Sá et al., 2000; Chang et al., 2002; Mauro et al., 2003). Além disso, foram isolados solamargina e solasodina de frutos (Motidome et al., 1970; Dall’agnol & Von Poser, 2000).
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Efeitos de extrato aquoso de folhas de Solanum lycocarpum St. Hil. no desenvolvimento inicial e na síntese protéica de plântulas de Sesamum indicum L

Efeitos de extrato aquoso de folhas de Solanum lycocarpum St. Hil. no desenvolvimento inicial e na síntese protéica de plântulas de Sesamum indicum L

Resumo: Solanum lycocarpum St. Hil., conhecida popularmente como lobeira, é uma espécie arbustiva do bioma Cerrado cujo potencial alelopático já foi identificado em suas folhas e frutos. Extratos aquosos de suas folhas a 1% (p/v) inibem o crescimento e a diferenciação radicular em plântulas de gergelim (Sesamum indicum L.). Sabendo-se que alterações morfológicas decorrem de interferências no metabolismo celular, os objetivos desse trabalho foram verificar: (1) a ação alelopática de extratos aquosos de folhas de lobeira no desenvolvimento inicial, na morfologia e na incorporação de matéria seca em plântulas de gergelim; (2) se o efeito alelopático causado pelo extrato aquoso de folhas de lobeira é reversível morfologicamente nas plântulas de gergelim; (3) as alterações no padrão de síntese protéica de plântulas de gergelim que estão sobre o efeito dos aleloquímicos dos extratos aquosos de folhas de lobeira. O extrato aquoso das folhas de lobeira causou inibição do crescimento das plântulas de gergelim, principalmente nas radículas e na maior concentração do extrato, onde provocaram alterações como necroses, inibição do aparecimento de raízes laterais e de pêlos absorventes. A interferência no conteúdo de água das plântulas por parte dos aleloquímicos foi pequena ou insignificante em todos os tratamentos e nas diferentes partes da plântula, entretanto houve menor incorporação de massa seca nas radículas tratadas. Os efeitos causados pelos aleloquímicos das folhas de lobeira no desenvolvimento e na morfologia das plântulas de gergelim são reversíveis, tendo em vista que as mesmas retomaram seu crescimento e suas características morfológicas normais. A incorporação isotópica de 35 S-metionina foi maior nas plântulas tratadas com os aleloquímicos das folhas de lobeira e o perfil protéico das radículas apresentou mais diferenças na expressão do que o perfil dos hipocótilos. No geral, houve um aumento da síntese protéica nas plântulas tratadas.
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Alterações pós-colheita da "fruta-de-lobo" (Solanum lycocarpum St. Hil.) durante o amadurecimento: análises físico-químicas, químicas e enzimáticas.

Alterações pós-colheita da "fruta-de-lobo" (Solanum lycocarpum St. Hil.) durante o amadurecimento: análises físico-químicas, químicas e enzimáticas.

A procura por novos alimentos, alternativos e seguros, motivou um estudo sobre algumas modificações pós-colheita que ocorrem durante o amadurecimento da fruta-de-lobo ou fruto da lobeira (Solanum lycocarpum St. Hil.). A espécie vegetal Solanum lycocarpum St. Hil. atinge até 4 m de altura, sendo muito ramosa e revestida de densos pêlos estrelados, ramos cilíndricos, lenhosos, fistulosos, um pouco tortuosos e folhas pecioladas (Corrêa, 1984). As plantas podem apresentar de 40 a 100 frutos, cuja massa por fruto pode variar de 400 a 900g, com época de colheita de julho a janeiro (Silva et al., 1994). Acredita-se que seu nome vulgar se deve ao fato de se constituir um alimento preferido do lobo-guará. A fruta-de-lobo, quando verde, é constituída de polpa bastante firme de coloração branca, mas quando o fruto se torna totalmente maduro, a polpa passa a apresentar uma coloração amarelada, macia, adocicada e extremamente aromática, o que levou os sertanejos a se interessarem pelo fruto (Oliveira Junior, 2002).
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Cinética de secagem de folhas de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (fruta-de-lobo).

Cinética de secagem de folhas de Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (fruta-de-lobo).

A Solanum lycocarpum A. St.-Hil. (fruta-de- lobo) é um arbusto perene típico do Cerrado brasileiro, pertencente à família Solanaceae Juss, podendo medir até 4 metros de altura. Possui ramos cilíndricos, lenhosos e tortuosos. As folhas são duras e espinhosas e os frutos têm forma globosa, ligeiramente achatada tendo de 8 a 12 cm de diâmetro (Corrêa, 1984).

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Anatomia foliar em plantas jovens de Solanum lycocarpum A.St.-Hil. (Solanaceae).

Anatomia foliar em plantas jovens de Solanum lycocarpum A.St.-Hil. (Solanaceae).

As sementes de Solanum lycocarpum A.St.-Hil. foram obtidas a partir de frutos coletados em uma área de cerrado localizada próximo a Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (16º40’2” S e 49º15’2” W). Exsicatas dessa espécie estão depositadas no Herbário da UFG sob números 24360 e 24361. As sementes foram plantadas em recipientes de polietileno (1000 mL) em uma mistura de terra e areia (7:3). Sessenta dias após o plantio foram selecionadas 10 plantas, das quais coletaram-se folhas expandidas provenientes dos 7º e 8º nós, sendo levadas ao Laboratório de Anatomia Vegetal da UFG para preparo do laminário. Nesse estádio de desenvolvimento, as folhas apresentavam em média 38,5 cm 2 e consistência
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Estudo farmacognóstico de folhas e raízes da Spiranthera odoratissima A. St.-Hil. (Rutaceae).

Estudo farmacognóstico de folhas e raízes da Spiranthera odoratissima A. St.-Hil. (Rutaceae).

Figura 7. Raiz de Spiranthera odoratissima em estrutura secundária – a. Secção longitudinal radial. b. Secção transversal; a, b. Súber formado por três a quatro camadas de células com paredes periclinais externas e anticlinais espessadas; a. Presença de cavidades secretoras; b. células do parênquima cortical contendo cristais prismáticos e loema secundário com raios parenquimáticos bisseriados; c. Súber em vista frontal apresentando células tabulares com paredes espessas; d – g. Xilema secundário; d. Aspecto geral em secção transversal; e, f . Parênquima com células ricas em grãos de amido; g. cristais prismáticos e raios parenquimáticos bisseriados; e, f. Parênquima xilemático em luz polarizada e luz normal. Cp – cristais prismáticos, Cv – cavidade secretora, Fb – ibras, Rp – raios parenquimáticos, Su – súber, Va – elementos de vasos.
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Estudo fitoquímico preliminar e bioensaio toxicológico frente a larvas de Artemia salina Leach. de extrato obtido de frutos de Solanum lycocarpum A. St.-Hill (Solanaceae)

Estudo fitoquímico preliminar e bioensaio toxicológico frente a larvas de Artemia salina Leach. de extrato obtido de frutos de Solanum lycocarpum A. St.-Hill (Solanaceae)

Os resultados de comparação de maior e menor preço sugerem uma revisão nos valores praticados pelas Indústrias Farmacêuticas e uma revisão dos critérios para ixação e ajuste de preços[r]

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Isolamento, caracterização físico-química e avaliação do efeito do polvilho do fruto da lobeira (Solanum lycocarpum St. Hill) na glicose e lipídios sangüíneos

Isolamento, caracterização físico-química e avaliação do efeito do polvilho do fruto da lobeira (Solanum lycocarpum St. Hill) na glicose e lipídios sangüíneos

O Shokatsu-sha, descrito por SANAE et al. (1996), foi considerado uma fórmula no tratamento do diabetes melito baseado na medicina tradicional chinesa e composto por diferentes espécies de plantas, como Dioscoreae rhizoma, Adenophorae radix, Rehmanniae radix, Anemarrhenae rhizoma, Platycodi radix, Salviae miltiorrhizae radix, Epimedii folium e Lycii fructus. O efeito hipoglicemiante dessa fórmula foi avaliado em ratos com diabetes induzido por estreptozotocina, e os resultados deste estudo indicaram que parte do efeito hipoglicemiante do Shokatsu-sha se deveu à sua ação inibitória de absorção intestinal de glicose. A identificação de componentes ativos não foi realizada.
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Modelagem do Comportamento Inelástico de Estruturas de Aço: Membros sob Flexão em Torno do Eixo de Menor Inércia

Modelagem do Comportamento Inelástico de Estruturas de Aço: Membros sob Flexão em Torno do Eixo de Menor Inércia

Relacionado às superfícies de interação, Orbison et al. (1982) desenvolveram uma expressão para a curva de resistência de perfis padrão americano de peso leve a médio sob ação combinada da carga axial e flexão nos dois eixos principais. Zubydan (2011) apresentou novas superfícies de resistência para perfis I e H submetidos à carga axial e momento fletor em torno do eixo de menor inércia. Além disso, esse autor desenvolveu fórmulas empíricas para o cálculo do módulo tangente desses perfis. Aktas e Earls (2006) estudaram perfis tipo I com flexão no eixo mais fraco e propuseram modificações nas equações de interação fornecidas pela norma americana. Esses perfis também foram estudados por Bambach et al. (2007) que sugeriram novas equações de projeto para as normas americana, australiana e europeia sobre perfis formados a frio.
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ANÁLISE DA SEGURANÇA ESTRUTURAL DA PONTE MARECHAL HERMES SOB EFEITO DE CORROSÃO USANDO CONFIABILIDADE ESTRUTURAL

ANÁLISE DA SEGURANÇA ESTRUTURAL DA PONTE MARECHAL HERMES SOB EFEITO DE CORROSÃO USANDO CONFIABILIDADE ESTRUTURAL

A maioria dos projetos de engenharia estrutural pode ser bem sucedido sem o conhecimento completo das informações. Porém, não é obtido o desempenho máximo da estrutura. Além disso, muitas decisões requeridas durante o processo de projeto e cálculo são tomadas, invariavelmente, sob condições de incertezas. Portanto, há sempre alguma probabilidade de falha ou mau desempenho associado às suas consequências adversas. O risco será sempre inevitável. Sob tais condições, não é viável (prática ou economicamente) garantir segurança ou desempenho absolutos das estruturas de engenharia (Freudenthal, 1947).
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Expressão de genes no embrião e endosperma durante a germinação de sementes de lobeira (Solanum lycocarpum St. Hill)

Expressão de genes no embrião e endosperma durante a germinação de sementes de lobeira (Solanum lycocarpum St. Hill)

Durante o processo de germinação da semente várias enzimas estão presentes em reações metabólicas importantes durante a respiração, como por exemplo, malato desidrogenase e álcool desidrogenase. Além disso, para que a germinação aconteça, são necessárias a expansão e a posterior divisão das células do embrião, nesses processos estão envolvidos os genes actina e ciclina, respectivamente. São importantes ainda, os mecanismos de proteção das sementes contra estresses abióticos durante a germinação, dentre eles podem ser citadas a presença de proteínas de choque térmico, relacionadas com a tolerância à dessecação e de enzimas como a glutationa-S-transferase, consideradas antioxidantes. Objetivou-se com este estudo avaliar o perfil de expressão de genes associados com a respiração, citoesqueleto, ciclo celular e estresse no embrião de sementes de Solanum lycocarpum durante a germinação. As sementes de lobeira foram avaliadas com relação a sua qualidade fisiológica, determinando-se: porcentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, tempo médio de germinação, frequência de germinação. Além disso, determinou-se uma curva de embebição. O RNA do embrião das sementes foi extraído aos 1, 5, 10 e 15 dias de embebição em água seguido da síntese de cDNA. A expressão gênica foi realizada usando-se a técnica de PCR em tempo real. Os genes estudados no embrião foram malato desidrogenase (MDH), álcool desidrogenase (ADH2), actina (ACT7), ciclina (CDC2), proteína de choque térmico (HSPS17.6), glutationa-S-transferase (GST ) . A partir dos resultados obtidos conclui-se que, durante o
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Cuba e União Soviética em Angola: 1977 — Outubro Revista

Cuba e União Soviética em Angola: 1977 — Outubro Revista

Quanto aos soviéticos, os documentos confirmam uma atitude muito diferente da dos cubanos. Mas o Informe de Raúl Castro de abril-junho de 1976 mostra como a lide[r]

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Caracterização farmacognóstica de folhas de Davilla elliptica St.-Hil. (Dilleniaceae).

Caracterização farmacognóstica de folhas de Davilla elliptica St.-Hil. (Dilleniaceae).

ABSTRACT: “Pharmacognostic characterization of the leaves of Davilla elliptica St.-Hil. (Dilleniaceae)”. Davilla elliptica St.-Hil. is popularly used in the treatment of hemorrhoid, diarrhea and wounds. The aim of this work was to characterize pharmacognosticaly two leaves samples of D. elliptica. Paradermal and transversal sections had been submitted the usual techniques of optical microscopy. The leaves of D. elliptica are hypostomatics, and the stomata predominantly paracytic. In both epidermis were observed unicellular non-glandular trichomes. The mesophyll is isolateral and shows idioblasts with crystals in raphide. The vascular system in the midrib is constituted by three vascular bundles, forming a circular structure. The petiole shows a circular structure probably formed by union of many vascular bundles localized in the central region. The powdered plant material was submitted to tests of phytochemical prospection, of purity and quantitative. There had been evidenced the presence of tannins, coumarins, resins, fl avonoids, saponins and steroids. The content of total ashes was of 10,32% and 12,26%, insoluble in acid of 7,46% and 9,68%; the humidity of 9,92% and 9,50%. The fl avonoids contents was of 1,20% and 1,48%; the tannins contents was of 9,89% and 13,96%. Because of the reduced number of samples, it was not possible to affi rm through this study that the pharmacognostic profi le de D. elliptica is infl uenced by abiotics factors.
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Alterações reprodutivas em ratos machos expostos perinatalmente aos frutos da Solanum lycocarpum

Alterações reprodutivas em ratos machos expostos perinatalmente aos frutos da Solanum lycocarpum

Ratas prenhes foram tratadas do dia 06 da gestação (GD 06) ao dia 07 pós-natal (PND 07) com frutos verdes secos e moídos da Solanum lycocarpum (10% na ração). Após nascimento das ninhadas, foi avaliado na prole masculina adulta aos 60 e 90 dias de vida, o número de espermátides e a produção espermática diária nos testículos e o tempo de trânsito espermático no epidídimo. A exposição não foi capaz de promover alterações na produção espermática diária (DSP) e no

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Alteração no potencial osmótico e teor de carboidratos solúveis em plantas jovens de lobeira (Solanum lycocarpum St.-Hil.) em resposta ao estresse hídrico.

Alteração no potencial osmótico e teor de carboidratos solúveis em plantas jovens de lobeira (Solanum lycocarpum St.-Hil.) em resposta ao estresse hídrico.

A e s p é c ie Solanum lycocarpum St.-Hil., c o n h e c i d a p o p u l a rmente c omo lobeira ou fruta-de-lobo (Cruz 1979, Silva 1996, Almeida et al. 1998), é uma espécie arbórea típica do cerrado brasileiro (Rizzini 1971). A lobeira apresenta importância ecológica neste ecossistema por servir de alimento para o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus Illiger, 1811) e outros mamíferos do cerrado, além de possuir propriedades medicinais (Cruz 1979, Almeida et al. 1998). Alguns autores citam a lobeira como sendo espécie de interesse para o cultivo, uma vez que seus frutos são comestíveis, muito aromáticos e são utilizados para o preparo de doces (Silva 1996, Almeida et al. 1998). Estudos sobre o desenvolvimento inicial de Solanum lycocarpum em casa de vegetação, demonstraram que em condição de baixa disponibilidade de água
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Estudo Farmacognóstico e Screening Biológico de Solanum lycocarpum St. Hill (Solanaceae)

Estudo Farmacognóstico e Screening Biológico de Solanum lycocarpum St. Hill (Solanaceae)

Devido ao negligenciamento e ao aumento de números de casos das doenças microbianas e parasitárias no Brasil, o aprimoramento da investigação científica e tecnológica na área de plantas medicinais faz-se indispensável para à busca de novos produtos antimicrobianos e antiparasitários. A Solanum lycocarpum St. Hill. (Solanaceae) é uma planta medicinal tradicionalmente utilizada na forma de polvilho de lobeira como terapia complementar para o tratamento do Diabetes Mellitus, hipocolesterolêmico e na hipertensão. Os efeitos terapêuticos são atribuídos aos dois glicoalcaloides predominantes nas espécies do gênero Solanum, a solamargina e a solasonina. Em face ao exposto, o objetivo desta pesquisa foi o isolamento de solasonina e solamargina de frutos maduros de S. lycocarpum e o screening de atividades antimicrobiana, antiparasitária, antioxidante e citotóxica do extrato etanólico 96 % bruto, frações e dos glicoalcaloides. O extrato etanólico 96 % bruto foi obtido por refluxo utilizando como solvente etanol 96 ºGL e seco sobre pressão reduzida. O isolamento dos glicoalcalóides foi realizado por meio de sequência de técnicas cromatográficas. Foram analisadas as atividades, antimicrobiana (E. faecalis, S. salivarius, S. sobrinus, S. mutans, S. mitis, S. sanguinis, L. casei, B. subtilis, P. aeruginosa, Salmonella enterican, E. faecalis, S. aureus, E. coli, C. albicans, A. niger, A. flavus e Fusarium sp.), antiparasitária (Giardia lamblia, Leishmania infantum, Trypanosoma cruzi e Trypanosoma brucei), antioxidante e citotóxica. No processo de purificação foram obtidas 6 frações e nas sub-frações 2.5 e 2.7 foram isolados os glicoalcalóides solasonina (Rf = 0,46) e solamargina (Rf = 0,57), respectivamente. Apresentaram atividade parasitária para Giardia lamblia (extrato etanólico 96 % (v/v) bruto, fração etanólica 40 % (v/v), frações F 1 e F 2 ), Leishmania infantum (extrato
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Expressão de genes em sementes de lobeira (Solanum Lycocarpum St Hill) submetidas ao condicionamento fisiológico

Expressão de genes em sementes de lobeira (Solanum Lycocarpum St Hill) submetidas ao condicionamento fisiológico

Solanum lycocarpum é uma espécie conhecida como fruta do lobo ou lobeira, da família das Solanáceas, de porte arbustivo a arbóreo e de ampla distribuição no Brasil central, de ocorrência em áreas perturbadas pelo homem e em pastagem (CORRÊA, 1984; LORENZI, 2002). A lobeira é o principal item alimentar do logo-guará e de outros mamíferos e roedores. A espécie possui potencial medicinal (DALL’ AGONOL e VON POSER, 2000; PEREZ, 2006; TIOSSI, 2010) e alimentar, na produção de doces e massas (Corrêa, 1984), tendo altos valores nutricionais (JUNIOR et al., 2003).
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