Top PDF Alopecia frontal fibrosante: relato de caso.

Alopecia frontal fibrosante: relato de caso.

Alopecia frontal fibrosante: relato de caso.

Abstract: Frontal fibrosing alopecia is a kind of progressive and frequently irreversible cicatricial alopecia marked by a lichenoid infiltrate in histology. Since its first description, in 1994, in Australia, some cases have been documented all over the world. The article reports, for the second time in the medical literature, a Brazilian case and reviews the main aspects of this dermatosis.

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Anestesia no paciente com síndrome do pulmão encolhido: relato de caso.

Anestesia no paciente com síndrome do pulmão encolhido: relato de caso.

Relato del caso: Paciente hipertensa, obesa y portadora de LES, diagnosticada con SPE hace 18 años. Dependiente de oxígeno do- miciliario nocturno, presentaba disnea a los pequeños esfuerzos y espirometría con disturbio ventilatorio restrictivo grave. En el pos- toperatorio anterior bajo anestesia general, permaneció en ventila- ción mecánica por nueve días con destete difícil. Fue sometida a la corrección de hernia incisional durante tres horas bajo anestesia epidural torácica, sin ninguna complicación respiratoria per o posto- peratoria.

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PRESENÇA DE AMELOBLASTOMA EM JOVEM DO GENERO MASCULINO: RELATO DE CASO

PRESENÇA DE AMELOBLASTOMA EM JOVEM DO GENERO MASCULINO: RELATO DE CASO

O relato de caso clínico apresentado visa, essencial- mente enfatizar os procedimentos empregados diante de um paciente jovem diagnosticado com Ameloblastoma Unicístico, demonstrando, passo-a-passo, os métodos diagnósticos utilizados e os procedimentos terapêuticos sucessivamente, tendo em vista sempre alcançá-los e devolvendo uma melhor qualidade de vida aopaciente e assim, contribuir na condução de casos futuros que ve- nham a ocorrer com outras pessoas.

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Transplante renal em paciente pediátrico com associação de Vater: relato de caso.

Transplante renal em paciente pediátrico com associação de Vater: relato de caso.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A associação de Vater é uma alteração politópica que inclui várias má-formações, sendo a hipoplasia radial a alteração mais freqüentemente encontrada ao nascimento. O objetivo deste relato é apresentar caso de associação de Vater em criança submetida a transplante renal. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 11 anos, 23 kg, Hbs positivo submetido a esofagostomia com 30 horas de vida. Desde os 7 anos realiza hemodiálise, atualmente através de cateter atrial, por falta de outras vias de acesso. Submetido aos 11 anos a transplante renal com doador cadáver, sem intercorrências. Diurese adequada ao término das anastomo- ses vasculares. Drenagem de hematoma da fossa ilíaca D no primeiro dia de pós-operatório. Alta 21 dias após o transplante com função renal normal.
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Cervicoplastia na flacidez cutânea por síndrome de Ehlers-Danlos: relato de caso.

Cervicoplastia na flacidez cutânea por síndrome de Ehlers-Danlos: relato de caso.

sheet 7 , em um relato de caso semelhante, citam complicações como hematomas recorrentes no pós-operatório, deiscência da incisão retroauricular e aspecto inaceitável desta cicatriz, intercorrências não observadas pelos autores do presente relato.

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REPARO DE MUCOCELE PÓS-TRAUMÁTICA EM REGIÃO FRONTAL: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA POST TRAUMATIC MUCOCELE TREATMENT

REPARO DE MUCOCELE PÓS-TRAUMÁTICA EM REGIÃO FRONTAL: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA POST TRAUMATIC MUCOCELE TREATMENT

As mucoceles do seio frontal se apresentam com uma variedade de sinais e sintomas como abaulamento frontal, diminuição da acuidade visual, proptose, ptose palpebral, protrusão periorbitária, restrição dos movimentos oculares e alterações retinianas. Há poucos casos relatados de fistulização cutânea de mucoceles, como visto no presente caso. A agudização recorrente da sinusopatia, a absorção óssea e o aumento da pressão local são as principais causas destas alterações, com eventuais fístulas.

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Uso da fáscia temporal na suspensão frontal: descrição da técnica cirúrgica - Relato de caso.

Uso da fáscia temporal na suspensão frontal: descrição da técnica cirúrgica - Relato de caso.

com ajuda da agulha de Wright até a incisão frontal central. Em seguida passa-se um fio no músculo frontal e nas extremidades da fáscia procurando ajustar a altura e o contorno da margem palpebral. Como norma, deixa-se a margem palpebral superior na altura do limbo superior, estando o olho na posição primária do olhar, exceto quando há indicação para realizar hipocorreção, por exemplo, quando se tem um fenômeno de Bell ruim ou ausente. A pele da região superciliar é suturada com o mesmo fio utilizado para a sutura cutânea da pálpebra.

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Tratamento cirúrgico da fratura do osso frontal: revisão da literatura e relato de caso

Tratamento cirúrgico da fratura do osso frontal: revisão da literatura e relato de caso

O tratamento de fratura do osso frontal começa com um bom diagnóstico. A abordagem cirúrgica coronal fornece melhor acesso ao osso frontal e ao seio frontal e produz efeitos cosméticos mais desejáveis. Lacerações em pele podem ser consideradas um tipo de abordagem cirúrgica, mas seu tamanho e forma raramente fornecem acesso suficiente para uma adequada redução e fixação da fratura (STEPHEN et al., 2009). Incisões em forma de asa de gaivota ou arqueadas resultam em cicatrizes não atrativas altamente visíveis devido sua proeminência na sobrancelha e reflexão resultante da luz. A abordagem em “céu aberto” também e deformante deixando uma forma em H sobre as sobrancelhas e o násio (HALLUR et al., 2010).
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Regeneração aberrante do nervo oculomotor secundária a aneurisma intracraniano: relato de caso.

Regeneração aberrante do nervo oculomotor secundária a aneurisma intracraniano: relato de caso.

Relatar um caso de regeneração aberrante secundária à paralisia aguda do nervo oculomotor causada por aneurisma intracraniano. Paciente atendida em fevereiro de 2006 queixando-se de dor de cabeça acompanhada de visão dupla e queda da pálpebra no olho direito. Na avaliação da motilidade ocular extrínseca, verificou-se incapacidade da adução, da supradução e da infradução associada à blefaroptose no olho direito. Com relação à motilidade intrínseca, midríase paralítica no olho direito. Formulou-se diagnóstico de paralisia aguda de nervo oculomotor no olho direito e solicitou-se avaliação neurológica. No Departamento de Neurocirurgia, após ser diagnosticada presença de aneurisma de artéria comunicante posterior, a paciente foi submetida a tratamento cirúrgico. Em dezembro de 2006, observou-se melhora relativa da adução, mantendo a incapacidade da supradução e da infradução com blefaroptose melhorada à adução do olho direito. Com relação à motilidade intrínseca, miose no olho afetado. O diagnóstico de regeneração aberrante do nervo oculomotor pós-para- lisia aguda foi formulado baseando-se na anamnese e nos exames oftalmo- lógicos seqüenciais.
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Uso de terapia biológica na doença de Crohn metastática: relato de caso e revisão da literatura.

Uso de terapia biológica na doença de Crohn metastática: relato de caso e revisão da literatura.

RESUMO: A doença de Crohn metastática envolve a infiltração cutânea granulomatosa em locais anatomicamente separados do trato gastrointestinal, com tendência à cronicidade. É relatado caso de paciente masculino, 20 anos, há seis meses com dor e eliminação de secreção purulenta de úlceras em região perianal, inguinal direita e genital, sem melhora com o uso metronidazol e ciprofloxacina. Antecedente de proctocolectomia em 2002. Ao exame, à inspeção, evidenciava-se orifício fistuloso posterior a 2,0 cm da borda anal, úlcera de 5,0 cm na base do escroto e outra úlcera circundando a base do pênis; ao toque, ânus fibrótico e encarcerado. Realizada fistulotomia, biópsia e curetagem das úlceras genital e inguinal. O resultado histopatológico evidenciou processo inflamatório granuloso não caseoso. Em virtude da falha terapêutica dos antimicrobianos, foi optado pelo tratamento com infliximabe na dose 5 mg/kg nas semanas 0, 2 e 6, e azatioprina 2 mg/kg/dia. Ao término da fase de indução, o paciente apresentava cicatrização parcial das lesões ulceradas, ausência de secreção e alívio da dor. Atualmente em acompanhamento ambulatorial com infusões de infliximabe a cada oito semanas.
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Perda visual bilateral grave como sinal de apresentação de trombose de seio venoso cerebral: relato de caso.

Perda visual bilateral grave como sinal de apresentação de trombose de seio venoso cerebral: relato de caso.

No caso em questão, a anamnese criteriosa, o exame oftal- mológico e os achados observados ao exame de campo visual foram elementos fundamentais para o diagnóstico de pseudo- tumor cerebral. Como o paciente era do sexo masculino e não obeso, suspeitamos de uma trombose de seio venoso crania- no, que foi confirmada pela angiorressonância venosa. O re- sultado do hemograma revelando uma trombocitose sugere que uma doença hematológica era a responsável pela trombo- se venosa cerebral. A biópsia de medula óssea foi inconclusa, afirmando apenas que os achados eram compatíveis com doença mieloproliferativa crônica.
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Injeção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnóideo: relato de caso.

Injeção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnóideo: relato de caso.

Após a avaliação pré-anestésica, optou-se pela anestesia subaracnóidea com a associação de anestésico local e opiói- de. Uma ampola de bupivacaína hiperbárica a 0,5% e outra de fentanil espinhal foram separadas pelo anestesiologista e colocadas sobre a mesa do equipamento anestésico a fim de serem utilizadas no procedimento. Na proximidade das am- polas, previamente selecionadas, havia outras, que poderi- am vir a ser utilizadas caso se fizesse necessário. Entre es- tas ampolas, encontravam-se algumas de metoclopramida. A paciente foi posicionada sentada com posterior realização de assepsia e anti-sepsia rigorosa da pele. Aampola de bupi- vacaína hiperbárica a 0,5% foi solicitada à auxiliar de enfer- magem que a abriu e a ofereceu ao anestesiologista. Com uma seringa descartável de 5 ml foram aspirados 4 ml do con- teúdo desta ampola. Em seguida, solicitou-se a ampola de “fentanil” e a auxiliar realizou o mesmo ato. Foi aspirado 0,5 ml do conteúdo desta segunda ampola em uma seringa apro- priada descartável.
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Tumor de células gigantes do seio frontal: relato de caso.

Tumor de células gigantes do seio frontal: relato de caso.

poral e na calota craniana. Todavia, quando há comprometimento dos demais elemen- tos ósseos da região craniofacial, são extre- mamente raros, como em osso zigomático (4) , conduto auditivo externo (5) , pirâmide pe- trosa (6) , osso frontal (7) , osso occipital (8) , osso etmoidal (9) , osso esfenoidal (3,6,10–12) , seio esfenoidal (13) , côndilo da mandíbula (14) e forame da jugular (15) .

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Evolução clínica e tomográfica da osteomielite frontal: relato de caso.

Evolução clínica e tomográfica da osteomielite frontal: relato de caso.

passando a cursar com flutuação em pálpebra e região frontal. Foi submetido à drenagem de abscesso palpebral e frontal sob anestesia local e permaneceu internado durante 1 mês e 15 dias em uso de antibiótico parenteral de amplo espectro, sem melhora do abaulamento frontal. Após 45 dias de evolução da doença, tendo realizado várias tomografias computadorizadas, o paciente foi encaminha- do para o nosso Serviço de Otorrinolaringologia do HUPES- UFBA mantendo edema e flutuação em região frontal e edema leve em região periorbitária esquerda, sem altera- ções na mobilidade ocular ou acuidade visual. A endoscopia nasal evidenciou edema em região de meato médio à esquerda e a tomografia computadorizada de seios paranasais evidenciava sinusite fronto-etmoidal à esquerda e sinais de osteomielite frontal com sequestro ósseo e empiema epidural (Figuras 1 a 4). Foi, então, submetido à cirurgia endoscópica nasossinusal com abordagem do recesso fron- tal e drenagem do seio frontal pela equipe da otorrinolaringologia associada a acesso externo pela equi- pe da neurocirurgia para exérese do osso frontal acometido e drenagem do empiema epidural. Evoluiu satisfatoria- mente no pós-operatório e no momento apresenta-se com remissão completa da doença (Figuras 5 e 6).
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Mediastinite fibrosante: relato de caso.

Mediastinite fibrosante: relato de caso.

A mediastinite fibrosante ocorre por um processo mediastinal fibrótico extenso, infiltrativo, frequentemente invasivo. O processo inflamatório geralmente desen- volve-se na metade superior do mediastino, na região paratraqueal. Localiza-se comu- mente à direita, anteriormente à traqueia e próximo ao hilo pulmonar, porém apresen- ta-se também de forma difusa no medias- tino, estendendo-se desde as veias braquio- cefálicas até as bases pulmonares (1,6) . Os sintomas em geral são causados por obstru- ção da veia cava superior, esôfago, tra- queia, brônquios ou veias pulmonares, oca- sionando também hipertensão arterial pul- monar por compressão direta das artérias
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TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA DE OSSO FRONTAL: RELATO DE CASO CLÍNICO

TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA DE OSSO FRONTAL: RELATO DE CASO CLÍNICO

O tratamento não-cirúrgico é indicado quando há fratura da parede anterior do seio frontal isolada, sem deslocamento importante e com pouco ou nenhum agra- vante estético ao paciente. A exploração para redução da cirurgia, com ou sem fixação interna rígida, pode ser utilizado em casos onde não há envolvimento da parede posterior e injúria do ducto naso-frontal, podendo–se utilizar de acessos bicoronal e transcutâneo. A oblitera- ção do ducto naso-frontal é necessária quando há fratura da parede anterior e lesão ao ducto. A cranialização, é realizada quando houver cominuição da parede posteri- or, lesão da dura-máter e drenagem de líquido cefalor- raquidiano. 3-8
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Alopecia frontal fibrosante: relato de seis casos.

Alopecia frontal fibrosante: relato de seis casos.

Paciente do sexo feminino, fototipo II, de 68 anos, veio à consulta com queixa principal de man- chas em face e queixa secundária de rarefação pro- gressiva de cabelos na região frontal há cerca de 10 anos, assintomática. A história incluía ainda diabete de início há cinco anos, controlado com dieta, e meno- pausa há 13 anos sem reposição hormonal. Ao exame apresentava máculas hipercrômicas de 0,3-0,5cm de diâmetro em região malar, compatíveis com lentigos solares; e rarefação capilar difusa em couro cabeludo com predomínio frontotemporal (Figura 3A). Nessa região, pápulas perifoliculares eritematosas eram evidentes. A investigação complementar incluiu hemograma, TSH e anticorpos antitireoidianos, nor- mais; FAN e VDRL, negativos. Duas biópsias de couro cabeludo temporal, uma para cortes transversais e outra para cortes longitudinais, foram avaliadas por microscopia óptica com redução do número de folí- culos totais, aumento de folículos velus e discreto infiltrado linfo-histiocitário em faixa perifolicular na região do istmo. Foi sugerido o uso de solução alcoólica de minoxidil a 5% uma vez ao dia em couro cabeludo e sobrancelhas. A paciente descontinuou o uso após três meses por não notar melhora da den- sidade dos fios.
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Tratamento cirúrgico de alopecia cicatricial no couro cabeludo e defeito da calota craniana em criança, sem transfusões de sangue.

Tratamento cirúrgico de alopecia cicatricial no couro cabeludo e defeito da calota craniana em criança, sem transfusões de sangue.

A literatura tem demonstrado que procedimentos cirúr- gicos podem ser realizados sem transfusão de sangue de forma segura, com uma preparação pré-operatória adequada. Diante da maior preocupação por parte dos cirurgiões em relação a eicácia, riscos, custos e suprimentos restritos das bolsas de sangue, os princípios de gerenciamento e conser- vação do sangue devem constituir numa parte integral do dia-a-dia do cirurgião. Várias são as estratégias alternativas à transfusão de sangue que podem ser empregadas em todos os pacientes, inclusive no tratamento das Testemunhas de Jeová, sendo uma das mais importantes a eritropoetina humana recombinante, utilizada neste relato de caso.
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Rev. Bras. .  vol.74 número2

Rev. Bras. . vol.74 número2

3 Este é o primeiro relato de caso de ressecção de schwannoma do vago com monitorização contínua eletrofisiológica do nervo laríngeo recorrente.. RELATO DE CASO.[r]

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Perda pilosa por líquen plano pilar após transplante capilar: relato de dois casos e revisão da literatura.

Perda pilosa por líquen plano pilar após transplante capilar: relato de dois casos e revisão da literatura.

Paciente 1: paciente do sexo masculino, 50 anos, apresentou-se com queixa de perda dos fios na área receptora após transplante capilar realizado em outro serviço seis anos antes. Ao exame, o paciente apresentava rarefação e falhas difusas na parte superior da cabeça e vértex (Figura 1). Observaram-se falhas difusas e coalescentes nas regiões occipital e lateral da cabeça, sugestivas de alopecia cicatricial (Figura 2). Novo transplante capilar foi contraindicado neste caso pelo comprometimento extenso da área doadora, além de a expectativa do paciente ser incompatível com o resultado que poderia ser obtido. Não há seguimento deste caso.
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