Top PDF Avaliação da eficiência de vacinas contra Clostridium septicum

Desenvolvimento de um modelo animal para avaliação da eficiência de vacinas contra gangrena gasosa causada por Clostridium perfringens tipo A

Desenvolvimento de um modelo animal para avaliação da eficiência de vacinas contra gangrena gasosa causada por Clostridium perfringens tipo A

As mionecroses causadas por infecções do Clostridium perfringens tipo A são caracterizadas por curso rápido e letalidade alta, desconhecendo-se o impacto que tem tanto na pecuária nacional como mundial. Objetivou-se com o presente trabalho estabelecer um modelo de indução experimental da gangrena gasosa por meio da inoculação de bactérias vegetativas do Clostridium perfringens tipo A. Assim como também, avaliar a eficácia de três vacinas experimentais (Toxóide, Bacterina, Bacterina + Toxóide) e uma de origem comercial. Utilizando 98 cobaias (Cavia porcellus) al binas da linhagem “English short ear”, machos, com peso entre 300 e 500 gramas. Dessas, 50 foram utilizadas para estabelecer a dose de desafio e 48 para a avaliação da eficácia das vacinas. Para reprodução experimental da mionecrose em cobaios, produção da bacterina e do toxóide utilizou-se uma amostra de referência do American Type Culturet colecction2 de Clostridium perfringens tipo A (ATCC 13124), pertencente à bacterioteca do Laboratório de Anaeróbios da EV-UFMG. A totalidade dos cobaios (48) foram divididos em seis grupos, administrando um mL por via subcutânea do imunógeno ou placebo no dia zero, e, no dia 21, após a primo vacinação, todos os grupos receberam um reforço ou placebo novamente. Foram desafiados os animais inoculando 10 7 UFC/ mL de bactérias vegetativas do Clostridium perfringens tipo A pela via intramuscular. Todos os animais foram avaliados clinicamente duas horas antes da inoculação e a cada duas horas depois deste momento, até 72 horas após o desafio. Foram utilizadas as avaliações feitas em momentos considerados de maior importância, totalizando sete observações. Posteriormente, todos os animais foram eutanasiados e imediatamente necropsiados e as alterações foram avaliadas. Os parâmetros
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Avaliação da eficiência de vacinas antitetânicas de uso veterinário

Avaliação da eficiência de vacinas antitetânicas de uso veterinário

O controle e a profilaxia do tétano devem basear-se em medidas adequadas de manejo e principalmente, na vacinação dos animais utilizando-se imunógenos eficientes, já que os animais estão em permanente contato com o agente e com os fatores que poderão desencadear a enfermidade. Animais vacinados pela primeira vez devem receber uma ou duas doses de reforço, independente da susceptibilidade da espécie. Em casos de intervenções cirúrgicas, os animais devem ser vacinados com antecedência de pelo menos seis semanas para desenvolverem a proteção adequada contra o tétano.

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Avaliação de vacinas contra Clostridium novyi tipo B.

Avaliação de vacinas contra Clostridium novyi tipo B.

Avaliou-se a eficiência de 13 vacinas comerciais contra clostridioses que continham em sua composição Clostridium novyi tipo B, pela titulação de antitoxina alfa em soro de coelhos e de bovinos vacinados e pelo teste de desafio direto em cobaias. As vacinas codificadas como T1 e T10 apresentaram, em coelhos, títulos de antitoxina alfa de 8 e 12UI/ml respectivamente, superiores ao nível mínimo de teste de 3,5UI/ml, recomendado para controle desse produto, e as vacinas T2 e T5, títulos de 2 e 3UI/ml, respectivamente. As vacinas T1, T2, T5 e T10 apresentaram níveis de antitoxina alfa detectáveis em bovinos, mas somente T1 e T10 induziram títulos compatíveis com o nível de teste. Pelo método de desafio direto em cobaias, as vacinas T1, T2, T5, T10 e T11 atenderam aos requisitos, protegendo todos os animais desafiados. Em sua maioria, as vacinas comercializadas no Brasil contra Clostridium novyi tipo B foram ineficientes em estimular títulos sorológicos compatíveis com os níveis de teste recomendado para controle desse produto.
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Avaliação e otimização do processo de distribuição de vacinas

Avaliação e otimização do processo de distribuição de vacinas

13 necessário adequar a largura, o comprimento e a altura das caixas por forma a garantir o espaço necessário para o volume de vacinas a transportar. Um acondicionamento ineficiente das caixas de transporte pode condicionar o transporte das vacinas necessárias para os serviços a que se destinam. A estimativa sobre o espaço necessário no transporte de vacinas torna-se mais difícil com tamanhos não estandardizados e pode mesmo inviabilizar o transporte caso hajam limitações nos recursos disponíveis. Por outro lado, a estandardização no acondicionamento também torna o procedimento mais simples para os profissionais devido à maior facilidade no acondicionamento e estimativa do espaço necessário. O chamado acondicionamento modular é uma forma de otimizar este processo aumentando a sua eficiência devido à redução de espaço necessário e ao número de transportes para reposição. Um estudo de 2015 realizado nos Estudos Unidos da América, criou um sistema de acondicionamento modular, tendo em conta o programa de vacinação aplicado na República do Benin em África, que permite um acondicionamento mais eficiente. Neste estudo é criada uma folha de Excel que avalia o impacto de diferentes esquemas de acondicionamento. As vacinas utilizadas no estudo foram a BCG, tétano, poliomielite, sarampo, febre amarela, a DTPa, Hib, pneumocócica conjugada e contra rotavírus. Após conhecidas as dimensões dos acondicionamentos e das caixas de transporte é possível determinar a melhor forma de organizar a caixa otimizando o espaço disponível. Neste estudo, o acondicionamento modular proporcionou uma eficiência de 94,1% na ocupação do espaço disponível em comparação com uma eficiência de 81.93% do acondicionamento tradicional (20).
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Eficácia de vacinas comerciais contra clostridioses frente ao desafio com Clostridium sordellii.

Eficácia de vacinas comerciais contra clostridioses frente ao desafio com Clostridium sordellii.

A técnica utilizada para avaliação das vacinas foi a recomendada pelo Code of Federal Regulations-CFR (EUA, 1991). A avaliação da potência dos imunógenos foi feita pela imunização de oito cobaias para cada vacina com 1/5 da dose bovina por via subcutânea. Vinte e um dias após a primo- vacinação foi dada uma dose de reforço. Aos 14 dias após a segunda dose, todos os animais vacinados e um grupo de cinco animais controle (testemunhas) receberam, por via intramuscular, 0,5mL de uma suspensão de esporos de C. sordellii contendo 100 DL 50 em CaCl 2 a 2,5%. As cobaias inoculadas foram
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Padronização de um teste de potência de toxóide de Clostridium septicum em linhagem contínua de célula

Padronização de um teste de potência de toxóide de Clostridium septicum em linhagem contínua de célula

Clostridium septicum é o principal patógeno responsável pelo quadro de edema maligno. Devido à ação citotóxica da toxina alfa as infecções geralmente são fatais. Para o controle da doença é utilizado a vacinação com toxóide alfa. O teste de potência das vacinas clostridiais é realizado através da técnica de soroneutralização em camundongos ou teste intradérmico em cobaio, porém com o objetivo de estudar técnicas alternativas in vitro padronizou-se um método para detecção de anticorpos neutralizantes utilizando cultura de células. Os títulos observados na soroneutralização em cultivo celular, obtidos a partir do soro de coelhos vacinados frente à toxina alfa de C. septicum padronizada nos níveis de teste prescritos pela Farmacopéia Britânica, demonstraram resultados com significativa correlação quando se compara aos modelos animais. O indicador cultura de célula é mais sensível do que os modelos in vivo, permitindo a detecção de títulos de anticorpos substancialmente mais baixos. Conclui-se que a soroneutralização em cultura de célula é uma alternativa ao uso dos indicadores de letalidade em camundongos e dermonecrótico em cobaios na titulação de soros na avaliação da potência de vacinas contra C. septicum.
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Avaliação sorológica de vacinas comerciais polivalentes contra a enterotoxemia em caprinos

Avaliação sorológica de vacinas comerciais polivalentes contra a enterotoxemia em caprinos

Foram avaliadas as respostas sorológicas a cinco vacinas comerciais polivalentes que continham o toxóide épsilon do Clostridium perfringens tipo D na sua formulação. Para isso, foram utilizados 84 caprinos jovens, divididos aleatoriamente em seis grupos experimentais com 14 animais em cada grupo. Os caprinos do Grupo Controle não receberam nenhuma dose de vacina e os dos Grupos 1 ao 5 receberam duas doses de vacina com intervalo de quatro semanas entre elas. A primeira dose de vacina foi aplicada aos 45 (± 3) dias de vida dos animais (início do experimento - dia zero) e a segunda aos 75 (± 3 – dia 30). As amostras de sangue para a realização dos testes sorológicos foram colhidas antes (dia zero), e nos dias 30, 60, 90, 120 e 150 após o início do experimento. Utilizou-se a técnica de ELISA Indireto para quantificação dos anticorpos antitoxina épsilon do C. perfringens tipo D. De maneira geral ocorreu um aumento nos valores médios do título de anticorpos séricos dos caprinos no dia 60 em resposta às duas doses de vacina recebidas nos dias zero e 30, sendo que o maior número de animais considerados protegidos também foi detectado neste dia. Apenas cinco caprinos jovens do Grupo 1 e um do Grupo 3 permaneceram com títulos de anticorpos considerados protetores até o dia 150. Diante dos resultados obtidos, concluiu-se que as vacinas avaliadas apresentaram baixa capacidade de estimular uma resposta imune protetora nos caprinos avaliados.
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Avaliação das condições de crescimento de Clostridium perfringens tipo B e da produção de toxinas utilizadas na produção de vacinas veterinárias

Avaliação das condições de crescimento de Clostridium perfringens tipo B e da produção de toxinas utilizadas na produção de vacinas veterinárias

Clostridium perfringens tipo B, bactéria anaeróbia, heterofermentativa, gram-positiva e produtora de toxinas α, β e ε, é fonte dessas toxinas presentes na composição das vacinas veterinárias contra clostridioses. Neste trabalho, estudou-se o efeito da composição do meio de cultura e do pH sobre o crescimento da bactéria e da produção de toxinas destinadas à formulação de vacinas para uso comercial. Foram estudadas as concentrações iniciais da glicose e dos hidrolisados protéicos de diferentes tipos de peptona de carne e peptona de caseína, além de suas combinações. Os experimentos foram conduzidos em sistema de batelada. Amostras foram coletadas a cada hora para determinação da concentração de células, produtos do metabolismo ácido lático, ácido acético, ácido propiônico, ácido fórmico, etanol e glicose.
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Consenso Nacional sobre Vacinas Contra HPV – Normas de Orientação Clínica

Consenso Nacional sobre Vacinas Contra HPV – Normas de Orientação Clínica

Globalmente, os efeitos adversos reportados foram consistentes com os descritos nos ensaios clínicos pré-aprovação e com os publicados em 2009; os mais frequentes consistiram em: sín- cope, dor no local da injeção, tonturas, náusea, cefaleias, reações de hipersensibilidade, urticária. Não existe evidência que permita associar a vacina contra o HPV com encefalomielite dissemina- da aguda, mielite transversa, neuromielite ótica, esclerose múltipla, síndrome de Guillain-Barré, polineuropatia crónica desmielinizante, neurite braquial, esclerose lateral amiotrófica, artralgia transitória, pancreatite, fenómenos tromboembólicos ou estados de hipercoagulação. 43
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TECNOLOGIAS GLOBAIS NA PRODUÇÃO DE VACINAS CONTRA O COVID-19

TECNOLOGIAS GLOBAIS NA PRODUÇÃO DE VACINAS CONTRA O COVID-19

Uma vacina eficaz contra o COVID-19 move atualmente a comunidade cien fica frente a uma pandemia que desde dezembro de 2019 acomete o mundo. No momento, existem cerca de 150 vacinas sendo desenvolvidas, em plataformas tenológicas específicas, e em dis ntas fases de ensaios clínicos: testando a eficácia clínica imunológica, produção de potentes e sustentáveis an corpos contra as células humanas infectadas pelo COVID-19. Alcançando-se esta meta, a vacina seria produzida e ofertada em escala global. Contudo, sabe-se que a produção de vacinas demanda variável intervalo de tempo. D i s n t a s f a s e s d e e n s a i o s p r é - c l í n i c o s , rigorosamente controlados pelas determinações, diretrizes vigentes, universalmente validadas com relação à é ca e segurança da pesquisa cien fica. As quais obje vam inves gar a real eficácia clínica imunológica, possíveis efeitos adversos e boa tolerância humana destas vacinas.
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Avaliação da capacidade probiótica de uma linhagem de Ruminococcus gnavus da microbiota fecal de seres humanos contra Clostridium perfringens

Avaliação da capacidade probiótica de uma linhagem de Ruminococcus gnavus da microbiota fecal de seres humanos contra Clostridium perfringens

RESUMO: Probióticos são microrganismos utilizados com o propósito de beneficiar a saúde do hospedeiro, seja na prevenção ou tratamento de doenças. Este trabalho teve como objetivo avaliar uma cultura de Ruminococcus gnavus quanto ao seu efeito probiótico frente a um alvo patogênico in vivo por meio de avaliação histopatológica e perfil de hidrofobicidade da parede celular. A linhagem de R. gnavus foi isolada da microbiota fecal dominante de um adulto sadio. Uma amostra padrão de Clostridium perfringens foi utilizada como patógeno para o desafio por via oral de camundongos previamente monoassociados com R. gnavus. Camundongos suíços NIH isentos de germes foram usados como modelo animal. Nos resultados dos testes de adesão da superfície celular do microrganismo estudado, ficou constatado que a espécie R. gnavus possui uma parede celular mais hidrofóbica e ácida, sinalizando boa probabilidade de adesão ao epitélio intestinal. A análise histológica demonstrou que a monoassociação com R. gnavus não promoveu nenhuma alteração morfológica dos órgãos analisados (intestinos, baço e fígado), e apresentou efeito protetor, constatado no ceco e no fígado de camundongos gnotobióticos. Em suma, os resultados reforçam que R. gnavus possui características protetoras desejáveis no que tange a elaboração de futuros probióticos.
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Diagnóstico da Infeção por Clostridium difficile nos Hospitais, Unidades de Internamento de Cuidados Continuados Integrados e na Comunidade – Normas de Orientação Clínica

Diagnóstico da Infeção por Clostridium difficile nos Hospitais, Unidades de Internamento de Cuidados Continuados Integrados e na Comunidade – Normas de Orientação Clínica

4) O diagnóstico precoce é essencial para prevenção e controlo da infeção nas unidades de cuidados de saúde. Em situações de suspeita de infeção por Clostridium difficile, o início de medidas de prevenção e controlo da transmissão cruzada desta infeção e de tratamento dirigido não devem ser adiados até conhecimento do resultado dos testes laboratoriais. A seleção dos testes deve ter em conta o tempo de resposta. É importante que o teste esteja disponível durante as 24 horas do dia e durante o fim de semana.

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Resposta sorológica e avaliação de proteção fetal em ovelhas prenhes vacinadas contra o vírus da diarréia viral bovina (BVDV).

Resposta sorológica e avaliação de proteção fetal em ovelhas prenhes vacinadas contra o vírus da diarréia viral bovina (BVDV).

A resposta sorológica induzida pela pri- meira dose das vacinas foi baixa e pouco consisten- te. Oito animais (17%) não apresentaram sorologia positiva ao BVDV-1 e 32 (68,1%) não apresentaram atividade neutralizante contra o BVDV-2 aos 30 dias. Apenas no dia 60 (30 dias após a segunda dose), a maioria dos animais apresentou títulos de anticorpos, embora de magnitude baixa a moderada. Ainda assim, esses títulos foram muito variáveis, sendo que vários animais de dois grupos vacinais (B e C) não apresentaram atividade neutralizante contra o BVDV-2 nessa data. A duração dos níveis de anti- corpos também foi limitada e os títulos médios redu- ziram-se significativamente aos 180 dias. Como tem sido demonstrado em outros estudos, os níveis de anticorpos induzidos por vacinas inativadas geral- mente decrescem gradativa e rapidamente, atingindo níveis baixos 6 a 8 meses após a vacinação (CORTESE et al., 1998b; FULTON & BURGE, 2000). Por isso, o uso dessas vacinas obrigatoria- mente requer revacinações anuais ou a intervalos menores para a manutenção de níveis adequados de anticorpos. Ao contrário, vacinas com vírus vivo modificado geralmente induzem uma resposta neu- tralizante de magnitude, espectro e duração maiores, dispensando muitas vezes a necessidade de revaci- nação (BOLIN, 1995). No presente experimento, além dos títulos médios baixos aos 180 dias, uma parcela significativa dos animais não apresentou atividade neutralizante detectável contra o BVDV-1 (9/47) e, principalmente contra o BVDV-2 (33/47). Nesse caso, a aplicação de um reforço anual, como recomendado pelos fabricantes, poderia resultar em uma resposta anamnéstica com aumento dos títulos de anticorpos.
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Estratégias no desenvolvimento de vacinas contra Helicobacter pylori

Estratégias no desenvolvimento de vacinas contra Helicobacter pylori

Até agora, houve apenas uma vacina que chegou à fase três dos ensaios clínicos e que foi de facto testada em crianças e cujo efeito foi acompanhado durante anos. Vacina essa que seria administrada oralmente e a sua composição também teria urease. O acompanhamento do ensaio foi feito e ao fim do primeiro ano foi registada uma redução de cerca de 71,8% da infeção natural por parte da bactéria. Alguns participantes do estudo foram seguidos por mais dois anos e foi registada uma descida do valor anteriormente apresentado para os 55%. O artigo com resultados do ensaio clínico foi publicado em 2015, apesar do estudo ter sido realizado entre 2005 e 2007, e, assim, pela primeira vez tivemos provas concretas de que uma vacina pode de facto ser eficaz na prevenção da infeção natural pelo organismo bacteriano em causa. No entanto, o evidente declínio da proteção conferida contra a colonização pela bactéria com o decurso do tempo não conseguiu ser contornado e a sua utilização implicaria novas doses. O desenvolvimento da vacina acabou por ser descontinuado e desde então, nenhuma outra vacina esteve numa fase tão avançada de investigação em ensaios clínicos (10,43).
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Recusa de engajamento nas testagens de vacinas contra o HIV.

Recusa de engajamento nas testagens de vacinas contra o HIV.

sições difi cilmente explicitáveis em relação às normas e aos constrangimentos sociais, pouco ou nada acessíveis à consciência plena dos indivíduos. Dessa forma, longe de serem redutíveis a “erros” ou “falsas crenças”, as proposições, uma vez decodifi cadas como representações, expressariam um certa verdade do sujeito e de sua relação aos objetos que são efetivamente representados através da representação de um objeto (Giami, 1989). Portanto, é necessário distinguir, de um lado, as representações, cuja ciência e cientistas tomam com objeto em sua globalidade e, de outro, a forma como os conhecimentos cien- tífi cos são interpretados e reelaborados pelo público. Em outros termos, as representações que as pessoas entrevistadas elaboram através de seus supostos “erros” constituem metáforas das relações que estabelecem com a Aids e com as pessoas afetadas por essa doença e das percepções que possuem da medici- na e da ciência. No que se refere especifi camente à Aids, esta situação é refor- çada pelo fato de que os doentes foram muito precocemente, e durante muito tempo, representados no registro da alteridade, e esta representação cumpre uma função defensiva no que diz respeito a uma identifi cação para com esses (Gilman, 1988). A questão central é, assim, de identifi car claramente o que se representa através de uma representação das vacinas, no contexto da recusa de se apresentar como voluntário das testagens de vacinas.
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Bulas : cuidados na criança

Bulas : cuidados na criança

Se você está usando a dexametasona, coma mais alimentos com po- tássio (banana), cálcio, zinco, fósforo, vitaminas A, B6, C e D e coma menos alimentos que contenham sódio (sal). Se você for tomar algum remédio antiácido leia na bula se ele contém alumínio, cálcio, magné- sio e outros. O importante é que a dexametasona tenha uma distância de 2 horas de remédio que contenham alumínio, cálcio e magnésio. Se você for tomar algum remédio para dor, utilize os anti-inflamatórios da família dos analgésicos (dipirona e paracetamol) e não os da famí- lia dos anti-inflamatórios (diclofenaco, ácido acetil salicílico, piroxicam e outros), pois eles aumentam o risco de sangrar e de problemas no rim. A dexametasona diminui as defesas do organismo. Mantenha a sua carteira de vacinação em dia e consulte quais são as vacinas que você pode utilizar e quais são as vacinas que você não pode utilizar.
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Efficacy of the Vaccines Against Human Papillomavirus in Women Older than 24 Years in the Cervix Cancer Prevention

Efficacy of the Vaccines Against Human Papillomavirus in Women Older than 24 Years in the Cervix Cancer Prevention

Apesar da importante eficácia das vacinas contra o HPV nas mulheres entre os 24 e 45 anos, deve evitar-se a falsa sensação de proteção total na mulher vacinada, uma vez que, a eficácia demostrada na redução do risco de adqui- rir infeção persistente e/ou adquirir lesões precursoras de CCU causadas pela infeção persistente não foi total (41%), e não existe ainda uma vacina capaz de, comprovadamen- te, conferir proteção contra todos os genótipos oncogéni- cos. Não é recomendável descurar o papel do rastreio na prevenção do CCU, mesmo na mulher vacinada.
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