Top PDF Avaliação de vacinas contra brucelose bovina no Brasil

Avaliação de vacinas contra brucelose bovina no Brasil

Avaliação de vacinas contra brucelose bovina no Brasil

All the commercial batches of S19 vaccines tested in this experiment were shown to be in accordance to in vitro and in vivo parameters established by Brazilian and international authorities (Brasil, 2004; OIE, 2008). The results obtained with this study show that all S19 vaccines commercialized in Brazil would be approved according to OIE conditions in immunogenicty and residual virulence tests. This is a very important finding, as it is the first time in vivo tests were performed on Brazilian S19 commercial vaccines, because Brazilian regulations does not require in vivo tests for the approval of a S19 vaccine batch. In vitro Official Brazilian control of S19 vaccine includes purity, viability, smoothness, thermal stability, humidity, ph and vacuum. All the strains included in this study were previously tested and approved by Brazilian Official Control, however these requirements do not guarantee the immunological quality of vaccines (Grilló et al., 2000). The results obtained about biological activity of Brazilian commercial S19 vaccines give a guarantee of the immunological quality of these vaccines. Bosseray (1991) and Bosseray et al. (1984) reported that some anti-Brucella vaccines having adequate in vitro markers showed a deficient biological activity in mice, and Blasco (1997) evidenced the same fact studying Rev1 vaccines in sheep. Inadequate manipulation of Rev1 and S19 strains during manufacture, can result in a loss of biological activity for both vaccines. Thus, the assessment of the biological properties of seed lots and representative final lots is an essential element to guarantee the biological quality of the live anti-Brucella vaccines that have fulfilled the in vitro controls. Some in vitro markers, such as dissociation of colonial phase, have been demonstrated to be an important element affecting the biological activity of vaccines (Bosseray, 1991), because rough mutants are rapidly
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Avaliação genética das vacinas contra a brucelose bovina comercializadas no Brasil.

Avaliação genética das vacinas contra a brucelose bovina comercializadas no Brasil.

A identiicação molecular da amostra vacinal B19 está baseada em um gene ligado ao catabolismo do eritritol (ery) e este tem sido descrito na literatura como um impor- tante marcador na diferenciação de B19 das amostras de campo (Ewalt & Bricker 2000). As espécies pertencentes ao gênero Brucella utilizam preferencialmente a via meta- bólica do eritritol (álcool polihídrico), promovendo o cres- cimento das amostras em meios ricos na presença deste álcool. A amostra vacinal atenuada B19 sofreu uma deleção natural de 702 pares de bases (pb) no gene ery, ocorrendo a inibição do crescimento dessa amostra na presença desse álcool (Sangari et al. 2000, Miyashiro et al. 2007). Entre- tanto, foi observado que amostras da vacina B19, comer- cializadas na Índia, não possuem essa deleção, porém apre- sentaram redução da virulência em camundongos BALB/c (Mukherjee et al. 2005). Esse dado mostra a importância da genotipagem do gene ery em amostras comercializadas, inclusive naquelas utilizadas no Brasil.
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Avaliação de vacinas contra Clostridium novyi tipo B.

Avaliação de vacinas contra Clostridium novyi tipo B.

primo-vacinação e os soros foram misturados em partes iguais, constituindo-se um pool para cada grupo (Brasil, 1997). Os bovinos, sem histórico de vacinação contra Clostridium novyi tipo B e negativos ao teste de soroproteção em camundongos (Tammemagy, Grant, 1967), foram vacinados com a dose recomendada para a espécie, com reforço aos 42 dias e sangrados nos dias 42 e 56. Em cada sangria, os soros dos seis bovinos foram misturados em partes iguais, constituindo-se um “pool” para cada grupo. Nos grupos testemunhas a vacina foi substituída por salina estéril a 0,85%. Todos os soros foram mantidos a -20 o C até a realização dos testes.
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Análise econômica das ações de combate à brucelose bovina no Brasil

Análise econômica das ações de combate à brucelose bovina no Brasil

Economia é frequentemente referida como uma disciplina que mensura objetos em unidades monetárias. Esta visão é muito simplista e inapropriada, pois não lida somente com o valor monetário, mas com a escolha racional de acordo com a disponibilização de recursos buscando optar pela melhor decisão. Portanto, a avaliação econômica tem como tarefa básica identificar, medir, valorar e comparar os custos e as consequências das várias alternativas (como por exemplo, estratégias de controle e erradicação) (VANNI et al, 2009).

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Avaliação do teste do anel na vigilância epidemiológica da brucelose bovina em rebanhos e laticínios

Avaliação do teste do anel na vigilância epidemiológica da brucelose bovina em rebanhos e laticínios

Dado o impacto econômico na saúde animal e o risco de infecção da população humana, diversos países têm aplicado recursos substanciais para o diagnóstico, controle e erradicação da brucelose (ROXO, 2000). Em 2001, no Brasil, foi lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), que tem como objetivo diminuir a prevalência e a incidência destas enfermidades. No que se refere à brucelose bovina e bubalina, o regulamento do PNCEBT preconiza a vacinação das fêmeas de 3 a 8 meses de idade e diagnóstico indireto dos animais, utilizando, para isto, as provas do antígeno acidificado tamponado, 2-mercaptoetanol e fixação de complemento para diagnóstico sorológico e o teste do anel em leite para o monitoramento de estabelecimentos certificados como livres de brucelose (BRASIL,2001).
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Condenações de carcaças e vísceras por brucelose bovina no brasil entre os anos de  2010 e 2018.

Condenações de carcaças e vísceras por brucelose bovina no brasil entre os anos de 2010 e 2018.

__________________________________________________________________________ Resumo: A brucelose bovina é uma enfermidade infectocontagiosa causada por bactérias do gênero Brucella, sendo considerada uma zoonose de distribuição mundial. Objetivou-se com este estudo estudar os critérios de julgamento e destino de carcaças e vísceras por brucelose bovina em matadouros-frigoríficos no Brasil, no período de 2010 a 2018, descrevendo o quantitativo de animais abatidos e detalhamento da distribuição das condenações. Os dados foram obtidos por meio da plataforma eletrônica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob a responsabilidade do Serviço de Inspeção Federal. Os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás foram destaque, pois contribuíram de forma significativa no mercado da carne bovina. Das 102.642 peças condenadas, 92.048 unidades foram destinadas a graxaria, 7.503 unidades ao tratamento térmico de conserva/esterilização e 2.949 peças foram liberadas pelo Serviço de Inspeção, após avaliação e constatação de que não representariam riscos à saúde pública. Considerando que o Brasil é responsável por fornecer quantidades expressivas de carne bovina tanto para o mercado nacional quanto internacional, as perdas observadas pelas condenações, geram prejuízos consideráveis devido ocorrência de alterações sugestivas de brucelose.
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

Na discussão do caminho para o socialismo, com o movimento internacional dos trabalhadores já dividido entre as influências de Marx, Proudhon e Bakunin, no período que antecede a Comuna, novas questões vão surgir a partir da avaliação do significado da experiência comunarda. Marx assume, na obra citada que não bastava aos trabalhadores tomarem o Estado centralizado, pois este havia se tornado um poderoso instrumento burguês, inicialmente para afastar o domínio feudal e adiante para garantir a escravização do trabalho ao capital. Era necessário mudar a natureza deste Estado: “O brado de ‘República social’ com que a revolução de fevereiro foi anunciada pelo proletariado de Paris, não expressava mais que o vago desejo de uma República que não acabasse com a forma monárquica da dominação de classe, mas com a própria dominação de classe. A Comuna era a forma positiva dessa República”. 4
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Avaliação do teste do anel em leite na vigilância epidemiológica da brucelose bovina em rebanhos e em laticínios.

Avaliação do teste do anel em leite na vigilância epidemiológica da brucelose bovina em rebanhos e em laticínios.

Dado o impacto econômico na saúde animal e o risco de contaminação da população humana, diversos países têm aplicado recursos para diagnóstico, controle e erradicação da brucelose. Em 2000, no Brasil, foi lançado pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), com o objetivo de diminuir a prevalência e a incidência dessas enfermidades (Manual..., 2001). Quanto à brucelose, o regulamento do PNCEBT preconiza a vacinação das fêmeas de três a oito meses de idade, e o diagnóstico sorológico dos animais por meio das provas do antígeno acidificado tamponado e 2-mercaptoetanol (constituído pelas provas de soroaglutinação lenta e 2- mercaptoetanol (SAL/2-ME) e o teste do anel em leite (TAL) para o monitoramento de estabelecimentos certificados como livres de brucelose (Manual, 2001). A aplicação dos testes diagnósticos em rebanhos e laticínios fornece o diagnóstico da situação e permite que sejam adotadas medidas de controle eficazes.
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MAGNITUDE, DURAÇÃO E ESPECIFICIDADE DA RESPOSTA SOROLÓGICA EM BOVINOS VACINADOS CONTRA O VÍRUS DA DIARRÉIA VIRAL BOVINA (BVDV).

MAGNITUDE, DURAÇÃO E ESPECIFICIDADE DA RESPOSTA SOROLÓGICA EM BOVINOS VACINADOS CONTRA O VÍRUS DA DIARRÉIA VIRAL BOVINA (BVDV).

frente ao BVDV-2 nos três grupos vacinais. Além disso, uma parcela dos animais não apresentou anticorpos contra o BVDV-1, e principalmente contra o BVDV-2, sobretudo aos 180 dias. Resultados semelhantes têm sido relatados em outros testes vacinais, sendo que títulos baixos e de curta duração de anticorpos são mais freqüentemente observados com o uso de vacinas inativadas (BOLIN, 1995; FULTON et al., 1995; FULTON & BURGE, 2000). A curta duração dos níveis de anticorpos induzidos por vacinas inativadas indica a necessidade de revacinações a intervalos inferiores a um ano, como tem sido recomendado para algumas vacinas (BOLIN, 1995). Títulos de anticorpos mais elevados e de maior duração podem ser obtidos com o uso de vacinas com vírus vivo modificado (BOLIN, 1995; VAN OIRSCHOT et al., 1999). Os títulos mais baixos de anticorpos contra o BVDV-2 observados refletem a formulação da maioria das vacinas atuais, que contém apenas cepas de BVDV-1. Vacinas contendo vírus dos dois genótipos têm sido recentemente desenvolvidas e utilizadas na América do Norte (FULTON & BURGE, 2000; CORTESE, 2000), mas ainda não foram licenciadas no Brasil.
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DA VACINAÇÃO CONTRA LEPTOSPIROSE NO DIAGNÓSTICO EM BRUCELOSE BOVINA João Helder Frederico de Faria Naves

DA VACINAÇÃO CONTRA LEPTOSPIROSE NO DIAGNÓSTICO EM BRUCELOSE BOVINA João Helder Frederico de Faria Naves

RESUMO - A dissertação foi dividida em dois estudos. O primeiro teve como objetivo padronizar dois ensaios imunoenzimáticos indiretos (iELISA) para o diagnóstico da brucelose bovina. Foram utilizadas 92 amostras de soro sanguíneo, sendo 46 positivos e 46 negativos para brucelose. O iELISA/B1119-3 apresentou uma sensibilidade de 100% e especificidade de 95,6%. Entretanto, no iELISA/LPS a sensibilidade foi de 97,8% e especificidade de 91,3%. Quando comparados os testes 2ME com iELISA/B1119-3 e iELISA/LPS observou-se uma concordância de 97,83%, 94,57% respectivamente. Os dois testes iELISA foram eficientes no diagnóstico da brucelose bovina. O segundo estudo objetivou-se verificar se bovinos recém vacinados contra leptospirose podem reagir nos testes de diagnóstico de brucelose. Sessenta vacas foram divididas em cinco grupos, cada um com 12 animais. Quatro grupos receberam diferentes vacinas de leptospirose e, um grupo controle, recebeu apenas soro fisiológico. Amostras de soro sanguíneo foram colhidas nos dias zero, sete, 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56, 96 e 126. As amostras foram submetidas aos testes de brucelose e leptospirose. Vinte vacas foram reagentes no Antígeno acidificado tamponado (AAT), pelo menos uma vez, no qual dois animais reagiram por três vezes, e outros dois animais reagiram por duas vezes, totalizando 26 amostras positivas. Sete foram confirmadas, uma no 2-Mercaptoetanol (2ME), duas no teste de fixação de complemento (TPF) e seis no iELISA, no qual dois animais reagiram em dois testes confirmatórios simultaneamente. Apenas no teste de fixação de complemento (FC) não houve positivos. Apenas cinco animais foram confirmados positivos. Diante dos resultados pode-se afirmar que vacas recém vacinadas contra leptospirose podem reagir nos testes de brucelose.
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Eficácia de vacinas comerciais contra clostridioses frente ao desafio com Clostridium sordellii.

Eficácia de vacinas comerciais contra clostridioses frente ao desafio com Clostridium sordellii.

A técnica utilizada para avaliação das vacinas foi a recomendada pelo Code of Federal Regulations-CFR (EUA, 1991). A avaliação da potência dos imunógenos foi feita pela imunização de oito cobaias para cada vacina com 1/5 da dose bovina por via subcutânea. Vinte e um dias após a primo- vacinação foi dada uma dose de reforço. Aos 14 dias após a segunda dose, todos os animais vacinados e um grupo de cinco animais controle (testemunhas) receberam, por via intramuscular, 0,5mL de uma suspensão de esporos de C. sordellii contendo 100 DL 50 em CaCl 2 a 2,5%. As cobaias inoculadas foram
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Resposta sorológica e avaliação de proteção fetal em ovelhas prenhes vacinadas contra o vírus da diarréia viral bovina (BVDV).

Resposta sorológica e avaliação de proteção fetal em ovelhas prenhes vacinadas contra o vírus da diarréia viral bovina (BVDV).

produzidas e comercializadas na América do Norte (RIDPATH - comunicação pessoal). Diferenças de títulos neutralizantes de até 128 vezes já foram de- tectadas entre cepas vacinais norte-americanas de BVDV-1 e amostras brasileiras de BVDV-2 (BOTTON et al., 1998). A baixa reatividade soroló- gica entre amostras de BVDV-1 e BVDV-2, além da grande diversidade antigênica entre vírus do mesmo genótipo, são provavelmente os principais responsá- veis pelos insucessos ou falhas vacinais freqüente- mente relatados. No presente experimento, as dife- renças entre os títulos vacinais anti-BVDV-1 e anti- BVDV-2 foram estatisticamente significativas, atin- gindo os maiores valores no pico dos níveis de anti- corpos, aos 30 dias após a segunda dose (dia 60). Nessa data, a relação entre títulos neutralizantes BVDV-1/BVDV-2 atingiu 6,5 e 5,3 para as vacinas A e B, respectivamente. No entanto, essas diferenças foram inferiores às relatadas por BOTTON et al. (1998) e FULTON & BURGE (2000), não atingindo valores maiores provavelmente devido aos níveis moderados e baixos de anticorpos induzidos pelas vacinas.
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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Goiás.

Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Goiás.

Recomenda-se fiscalizar e desencorajar a compra de reprodutores sem teste para brucelose, ou de propriedades sem controle da doença, com especial atenção para os comerciantes de gado; intensificar o programa de vacinação de bezerras em todo o Estado, sustentando cobertura vacinal acima de 80%; fazer cumprir a proibição da vacinação de animais adultos com amostra B19. Deve ser evitada a vacinação indiscriminada em rebanhos infectados, mesmo que seja usada uma vacina que não induza reação aos testes sorológicos recomendados pelo PNCEBT, ou seja, nas propriedades-foco, que estão passando por rotina de testes visando à certificação, os animais reagentes devem ser sacrificados e apenas os negativos devem ser vacinados. A certificação de propriedades livres deve avançar de forma a promover a segurança sanitária dos produtos de origem animal e aumentar a oferta de fêmeas e machos para reprodução que não sejam fonte de disseminação da brucelose.
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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado do Paraná.

Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado do Paraná.

Realizou-se um estudo para caracterizar a situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado do Paraná. O Estado foi estratificado em sete circuitos produtores ou regiões. Em cada circuito foram amostradas aleatoriamente cerca de 300 propriedades e, dentro dessas, foi escolhido de forma aleatória um número pré-estabelecido de animais, dos quais foi obtida uma amostra de sangue. No total, foram amostrados 14.857 animais, provenientes de 2.098 propriedades. Em cada propriedade amostrada foi aplicado um questionário epidemiológico para verificar o tipo de exploração e as práticas zootécnicas e sanitárias que poderiam estar associadas ao risco de infecção pela doença. O protocolo de testes utilizado foi o da triagem com o teste do antígeno acidificado tamponado e o reteste dos positivos com o teste do 2- mercaptoetanol. O rebanho foi considerado positivo se pelo menos um animal foi reagente às duas provas sorológicas. Para o Estado, os resultados de prevalências de focos e de animais infectados foram, respectivamente, de 4,0% [3,2–4,8%] e 1,7% [1,1–2,4%]. Para os circuitos, a prevalência de focos e a de animais foram, respectivamente: circuito 1, 14,7% [10,9–19,2%] e 2,8% [1,2–4,4%]; circuito 2, 8,8% [5,9–12,6%] e 2,4% [1,0–3,8%]; circuito 3, 3,4% [1,6–6,1%] e 0,85% [0,21–1,5%]; circuito 4, 2,3% [0,94–4,8%] e 0,83% [0,02–1,6%]; circuito 5, 2,3% [0,94–4,7%] e 1,6% [0,06–3,3%]; circuito 6, 0,3% [0–1,9%] e 0,09% [0–0,27%]; circuito 7, 1,0% [0,21–2,9%] e 2,2% [0–6,0%]. Os fatores de risco (odds ratio, OR) associados à condição de foco foram: compra de reprodutores (OR= 2,20 [1,42–3,40]) e prática de aluguel de pasto (OR= 2,45 [1,54–3,90]).
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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Rondônia.

Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Rondônia.

Realizou-se um estudo para caracterizar a situação epidemiológica da doença no Estado de Rondônia. O Estado foi estratificado em três circuitos produtores. Em cada circuito produtor foram amostradas aleatoriamente cerca de 300 propriedades e, dentro dessas, foi escolhido, de forma aleatória, um número pré-estabelecido de animais, dos quais foi obtida uma amostra de sangue. No total, foram amostrados 9.717 animais, provenientes de 927 propriedades. Em cada propriedade amostrada foi aplicado um questionário epidemiológico para verificar o tipo de exploração e as práticas zootécnicas e sanitárias que poderiam estar associadas ao risco de infecção pela doença. O protocolo de testes utilizado foi o da triagem com o teste do antígeno acidificado tamponado e o reteste dos positivos com o teste do 2- mercaptoetanol. O rebanho foi considerado positivo, se pelo menos um animal foi reagente às duas provas sorológicas. As prevalências de focos e de animais infectados do Estado foram de 35,2% [32,1– 38,4%] e 6,2% [4,9–7,6%], respectivamente. Os resultados para os circuitos pecuários foram: circuito 1, 41,9% [36,3–47,6%] e 8,3% [5,9–10,8%]; circuito 2, 31,7% [26,5–37,2%] e 5,9% [4,3–7,6%]; circuito 3, 31,9% [26,7–37,4%] e 4,6% [2,5–6,6%]. Os fatores de risco (odds ratio, OR) associados à condição de foco foram: histórico de aborto (OR= 1,42 [1,04–1,95]) e exploração de corte (OR= 1,75 [1,30–2,38]). Palavras-chave: bovino, brucelose, prevalência, fatores de risco, Rondônia
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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de São Paulo.

Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de São Paulo.

Para o conhecimento das diferenças regionais nos parâmetros epidemiológicos da brucelose bovina, o Estado de São Paulo foi dividido em sete circuitos produtores de bovinos, levando-se em consideração os diferentes sistemas de produção, práticas de manejo, finalidades de exploração, tamanho médio de rebanhos e sistemas de comercialização. A divisão do Estado em regiões correspondentes a circuitos produtores também levou em conta a capacidade operacional e logística do serviço veterinário oficial do Estado para a realização das atividades de campo, baseando-se nas áreas de atuação de suas unidades regionais.
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Confirmação de infecção por Brucella abortus em um rebanho bovino certificado livre em Minas Gerais: relato de caso.

Confirmação de infecção por Brucella abortus em um rebanho bovino certificado livre em Minas Gerais: relato de caso.

Relata-se a ocorrência de um surto de brucelose em um rebanho de aproximadamente 1000 animais, livre da doença há 18 anos, certificado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento desde 2006. Dois animais reagiram aos testes sorológicos de diagnóstico por ocasião dos procedimentos de recertificação em 2008. Após o sacrifício deles, Brucella abortus, biovariedade 1, amostra não vacinal, foi isolada e identificada por meio de provas bioquímicas e de biologia molecular (PCR AMOS). A origem do agente no rebanho é de difícil determinação. No entanto, a adoção de procedimentos preconizados pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose permitiu evitar a disseminação da enfermidade. Ocorrências como essas, em que rebanhos livres foram infectados após anos sem a ocorrência de brucelose, nunca haviam sido relatadas no Brasil.
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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado da Bahia.

Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado da Bahia.

A compra de animais infectados é amplamente reportada como o principal fator de introdução de brucelose em rebanhos livres (Van Wavern, 1960; Nicoletti, 1980). Dentro dessa variável, alguns fatores podem atuar de forma independente ou em associação, como: frequência de compra, origem dos animais e histórico de realização de testes sorológicos para brucelose (Crawford et al., 1990). Kellar et al. (1976) verificaram que propriedades-foco adquiriam animais de reposição com maior frequência do que propriedades livres. O verdadeiro problema não é a introdução de animais, prática rotineira nos rebanhos bovinos, mas sim a aquisição de animais sem cuidados sanitários, ou seja, sem a realização de testes ou sem o conhecimento da condição sanitária do rebanho de origem.
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Bronquite infecciosa das galinhas: conhecimentos atuais, cepas e vacinas no Brasil.

Bronquite infecciosa das galinhas: conhecimentos atuais, cepas e vacinas no Brasil.

Para realizar o teste de IH, é necessário tratamento prévio do vírus com a enzima fosfolipase tipo C, para exposição das hemoaglutininas (DI FABIO & ROSSINI, 2000), já que IBV não é naturalmente hemaglutinante. Entretanto, devido às múltiplas infecções e vacinações, o soro das aves contém anticorpos que apresentam reações cruzadas, e o resultado do teste de IH não pode ser utilizado com alto grau de confiança, além de ser laborioso e de difícil padronização (DI FABIO & ROSSINI, 2000; OIE, 2008). O ELISA é utilizado para monitoramento sorológico da resposta vacinal e para o monitoramento dos desafios de campo. Soro-neutralização viral ou imunofluorescência, além de testes imunização-desafio, também podem ser utilizados (DI FABIO et al., 2000; OIE, 2008). O uso extensivo das vacinas pode complicar o diagnóstico sorológico, já que anticorpos vacinais e contra desafios de campo não podem ser distinguidos daqueles produzidos durante a infecção (OIE, 2008). Controle
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