Top PDF Avaliação de vacinas contra Clostridium perfringens tipos C e D

Cinética dos anticorpos de origem colostral contra a toxina épsilon de Clostridium perfringens tipo D em cordeiros.

Cinética dos anticorpos de origem colostral contra a toxina épsilon de Clostridium perfringens tipo D em cordeiros.

nhes (n=6) foi vacinado com uma dose única de vacina co- mercial polivalente contra clostridioses contendo toxóide épsilon na sua formulação cerca de 30 dias antes da data prevista para a parição. Outro grupo de ovelhas (n=6) de mesma idade gestacional não foi vacinado. Imediatamente após o parto, antes da ingestão do colostro, foram colhidas amostras sanguíneas dos respectivos cordeiros, bem como aos 30 e 60 dias de idade e submetidas à avaliação sorológi- ca pelo teste de ELISA indireto. Os resultados encontrados permitem concluir que a vacinação de ovelhas prenhes 30 dias antes do parto contra a enterotoxemia causada pela toxina épsilon, com dose única de produto comercial, in- duz imunidade passiva em níveis considerados protetores (>0,5UI/ml) aos cordeiros por, no mínimo, 60 dias de idade. TERMOS DE INDEXAÇÃO: Enterotoxemia ovina, vacinação, imu- nidade colostral.
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Resposta sorológica e avaliação de proteção fetal em ovelhas prenhes vacinadas contra o vírus da diarréia viral bovina (BVDV).

Resposta sorológica e avaliação de proteção fetal em ovelhas prenhes vacinadas contra o vírus da diarréia viral bovina (BVDV).

Animais, vacinas e protocolo de vacina- ção - Foram utilizadas ovelhas das raças Corriedale e Ideal, soronegativas ao BVDV, com idade entre dois e quatro anos e com bom estado nutricional, provenientes de duas propriedades. Os animais fo- ram divididos aleatoriamente em quatro grupos. Três grupos foram vacinados (A, n=14; B, n=19 e C, n=14) e um permaneceu como controle não- vacinado (D, n=20). Foram utilizadas três vacinas comerciais contra o BVDV (vacinas A, B e C). Es- sas vacinas contêm cepas citopáticas e não- citopáticas do BVDV inativadas, além de antígenos de outros patógenos de bovinos. A identidade das cepas vacinais não são informadas pelos fabricantes. Essas vacinas são indicadas para a imunização de bovinos (5 ml por via intramuscular ou subcutânea) e foram administradas de acordo com o protocolo dos fabricantes: primovacinação e revacinação 30 a 40 dias após. Noventa dias após a primeira vacina- ção, as ovelhas foram colocadas em cobertura du- rante 45 dias. Quarenta e cinco dias após o final da temporada de monta, os animais foram submetidos a exames ultra-sonográficos para diagnóstico de ges- tação. Algumas ovelhas prenhes de cada grupo (A=10; B=9 e C=8) foram separadas do restante do grupo e submetidas ao desafio.
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Resposta humoral de bovinos vacinados contra as toxinas botulínicas tipos C e D em diferentes faixas etárias.

Resposta humoral de bovinos vacinados contra as toxinas botulínicas tipos C e D em diferentes faixas etárias.

Pelo teste de ELISA indireto, nas condições em que foi realizado o presente estudo, o grupo de ani- mais adultos, acima de cinco anos (G3), apresentou maior produção de anticorpos, fato este que pode ser causado por algum contato/desafio natural, uma vez que a propriedade da universidade possui histórico da enfermidade. Foi possível observar que todos os grupos apresentaram um aumento na produção de anticorpos contra as toxinas C e D após a revacinação dos animais, principalmente contra a toxina tipo D. Estes dados também foram observados em estudos de avaliação de vacinas antibotulínicas comercializadas no Brasil (l obato et al., 1999; F onseca , 2001; c urci ,
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Avaliação do efeito da toxina épsilon do clostridium perfringens em monocamadas de células MDCK (Madin-Darby canine kidney cell)

Avaliação do efeito da toxina épsilon do clostridium perfringens em monocamadas de células MDCK (Madin-Darby canine kidney cell)

Epsilon toxin (ETX) produced by Clostridium perfringens types B and D is a potent toxin that is responsible for fatal enterotoxaemia. In vitro, ETX, which is considered a pore-forming toxin, forms a heptamer in Madin-Darby canine kidney (MDCK) cell membranes, which is considered to be a pre-pore stage. After binding of the ETX, vacuoles inside cell cytoplasm are produced. ETX causes decreased levels of essential coenzymes required for host cell energy. Here, we optimized and applied acoustic flow cytometry analysis in order to gain further insight into ETX-pathogenesis. Using acoustic flow cytometer analysis, which considered highly sensitive, ETX-exposed MDCK cells revealed mitochondrial membrane decreases followed by 25.48% and 45.45% of the exposed cells expressing the Bax and BCL-2 proteins at a pre-pore stage, respectively. These results together with high cytoxicity and visualization of cell vacuoles, demonstrates that acoustic flow cytometry analysis potentially represents an effective tool to study ETX pathogenesis.
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Seleção de colônias de Clostridium perfringens tipo D produtoras de toxina épsilon por "dot blot"

Seleção de colônias de Clostridium perfringens tipo D produtoras de toxina épsilon por "dot blot"

avaliação de sinais clínicos, achados de necropsia, cultura bacteriana, detecção da toxina no conteúdo intestinal e no sobrenadante de culturas. A detecção da toxina por métodos in vivo como a neutralização em camundongos é amplamente utilizada e métodos alternativos como citotoxidade baseada na susceptibilidade de linhagens celulares Madin-Darby Canine Kidney (MDCK) (Payne e Oyston, 1997) e imunodiagnósticos como ELISA, têm sido amplamente utilizados como alternativa para a substituição da utilização de animais de laboratórios (El Idrissi e Ward, 1992; Uzal e Kelly, 1998; Parreiras e Lobato, 2001). Nagahama et al. (1991) padronizaram um ELISA para rápida detecção de toxinas de C. perfringens e comprovaram a alta sensibilidade do teste capaz de detectar pouco mais de 1,0 ηg/ml de toxina beta purificada e 0,1 ηg/ml de toxina épsilon purificada.
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Avaliação das condições de crescimento de Clostridium perfringens tipo B e da produção de toxinas utilizadas na produção de vacinas veterinárias

Avaliação das condições de crescimento de Clostridium perfringens tipo B e da produção de toxinas utilizadas na produção de vacinas veterinárias

Clostridium perfringens tipo B pertence à família Bacillaceae e apresenta- se na forma de bastonete curto, gram-positivo, anaeróbio e imóvel; em condições adversas, forma esporos. C. pefringens é dividido nos tipos A, B, C, D e E, de acordo com a capacidade de sintetizar toxinas. As toxinas apresentam características antigênicas e de solubilidade distintas, sendo detectadas em filtrados de culturas, cujos antígenos, em número de 12 e designados por letras gregas, ocorrem de maneira diversa nas cepas dos diferentes tipos (HOBBS et al., 1978).
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Avaliação da capacidade probiótica de uma linhagem de Ruminococcus gnavus da microbiota fecal de seres humanos contra Clostridium perfringens

Avaliação da capacidade probiótica de uma linhagem de Ruminococcus gnavus da microbiota fecal de seres humanos contra Clostridium perfringens

já estabelecidas (PLEASANTS, 1974) e adaptadas às nossas condições (SILVA, 1986). Para os experimentos, os animais foram mantidos em microisoladores (UNO Roestvaststaal BV, Zevenaar, Netherland) e receberam “ad libitum”, ração “Nuvilab” comercializada pela Nuvital (Curitiba, PR) e água esterilizados por calor úmido. A manutenção, e o manejo dos animais nos experimentos foram conduzidos respeitando-se o “Guide for the care and use of laboratory animals” – National Research Concil, Institute of Laboratory Animal Resources, Washington, D.C., National Academy Press, 1996, documento que formaliza métodos de manejo e criação adequados à experimentação animal. É importante destacar que este trabalho foi submetido à avaliação pelo Comitê de Ética para Experimentação Animal da Universidade Federal de Minas Gerais (CETEA/UFMG) para ensaio com os animais gnotobióticos, tendo sido aprovado com protocolo n° 113/04.
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Clonagem e expressão do gene da toxina épsilon de clostridium perfringens tipo D e sua aplicação na imunização de animais

Clonagem e expressão do gene da toxina épsilon de clostridium perfringens tipo D e sua aplicação na imunização de animais

com vacinas comerciais produzidas a partir da toxina nativa. Azevedo (1997) vacinou coelhos utilizando seis vacinas polivalentes comerciais contendo C. perfringens tipo D e obteve níveis de antitoxinas épsilon de 9,0 UI/mL em pool de soro de coelhos, coletados aos 35 dias após a aplicação de duas doses, para uma única vacina. As outras cinco vacinas não apresentaram níveis detectáveis de antitoxina sérica. Quando a imunização foi feita utilizando o toxóide padrão, o título sorológico foi 15 UI/mL, aos 35 dias, após a vacinação. Outros estudos que testaram a eficiência das vacinas comercializadas no Brasil, mostraram resultados semelhantes aos de Azevedo (1997), com títulos de antitoxina mais baixos em relação aos obtidos com a toxina épsilon recombinante produzida neste trabalho. Dholakia et al. (1980) vacinaram coelhos com uma vacina comercial e obtiveram títulos de antitoxina épsilon de 4,0 UI/mL, aos 35 dias após a segunda dose. Lobato et al. (2000a) avaliando a resposta imune contra seis vacinas polivalentes comerciais e toxóide padrão em coelhos, obtiveram títulos de 5, 6 e 7,0 UI/mL, somente para duas das vacinas testadas. As outras não apresentaram níveis detectáveis de antitoxinas, enquanto o toxóide padrão mostrou um título de 45,2 UI/mL.
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Mapeamento dos epitopos da toxina épsilon de Clostridium perfringens tipo D e produção de imunógenos de peptídeos sintéticos

Mapeamento dos epitopos da toxina épsilon de Clostridium perfringens tipo D e produção de imunógenos de peptídeos sintéticos

A toxina épsilon (ε) produzida por Clostridium perfringens tipo D é a principal responsável pelo desenvolvimento das enterotoxemias dos ruminantes domésticos. Devido à sua alta toxicidade, ela é atualmente considerada um potencial agente de bioterrorismo ou para guerra biológica. Atualmente não há tratamentos ou vacinas contra os efeitos da toxina ε em humanos. Em contrapartida, a vacinação é a principal medida para o controle da enterotoxemia em ovinos, caprinos e bovinos. Embora os imunógenos comerciais possam ser efetivos na prevenção da enterotoxemia, a qualidade dos mesmos oscila enormemente entre os países e os fabricantes. Desta forma, pesquisas em imunologia e vacinologia que fundamentem as buscas por novas vacinas e tratamentos contra os efeitos da toxina ε nos ruminantes domésticos e humanos são necessárias. Baseado no supracitado, o presente trabalho teve como objetivo o mapeamento dos epitopos da toxina ε de C. perfringens tipo D e a produção de imunógenos de peptídeos sintéticos. Para tal, foram sintetizados 130 peptídeos de 15 aminoácidos cada, em sobreposição e intercalados dos três resíduos iniciais, em membrana de celulose, por meio da técnica de síntese em spot . Soros de coelho e ovino contra a toxina ε purificada foram utilizados em ensaios imunoquímicos para testar a interação dos anticorpos policlonais anti- ε com os peptídeos sintetizados. Com apoio nas reatividades observadas nesses ensaios e características físico-químicas, seis epitopos mapeados foram empregados separadamente na imunização de camundongos. Para isto, peptídeos contendo a estrutura primária desses epitopos foram sintetizados por meio da síntese química solúvel, encapsulados em lipossomas e conjugados ao hidróxido de alumínio. Seis grupos com seis camundongos cada receberam quatro
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Desenvolvimento de um modelo animal para avaliação da eficiência de vacinas contra gangrena gasosa causada por Clostridium perfringens tipo A

Desenvolvimento de um modelo animal para avaliação da eficiência de vacinas contra gangrena gasosa causada por Clostridium perfringens tipo A

Os primeiros estudos foram realizados por Nagler em 1939, nos quais observou-se que depois de adicionar culturas de Clostridium welchii tipo A em soro de humano, o mesmo apresentou opalescência e separação de camada de gordura precipitando-se ao extremo superior do meio líquido. Posteriormente, foram realizados os mesmos procedimentos com diferentes bactérias e coincidentemente os resultados para todas as estirpes de Clostridium welchii foram similares. Estes não apresentaram alteração quando eram adicionados outros tipos de bactéria em soros de humanos, nem em soros nos quais eram colocadas antitoxinas contra Clostridium welchii, hipotetisando que a bactéria tinha a capacidade de eliminar alguma substância que causaria esse efeito. Foi quando Macfarlane e Knight no ano 1941 descobriram que a toxina alfa de Clostridium welchii era capaz de causar uma reação em uma emulsão composta de gema de ovo e solução salina, encontrando uma opalescência muito mais acentuada que a observada no soro sanguíneo e com formação de uma espécie de creme produto da coalescência de glóbulos de gordura, assim como também hemólise. Com esse trabalho concluiu-se que a toxina alfa do Clostridium welchii era responsável pela reação tanto no soro sanguíneo, estudo realizado por Nagler em 1939, como na emulsão de gema de ovo, devido à degradação da lecitina presente nos mesmos. Sabendo que a lecitina tem uma importante função estabilizadora nas emulsões de gordura e proteína e pela hemólise (reações que se acentuavam quando era adicionado cálcio), concluiu-se que as toxinas: beta, iota e épsilon não tinham efeito nenhum nas alterações encontradas (Macfarlane e Knight, 1941). A toxina alfa é uma metaloenzima que possui trezentos e setenta resíduos de
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Produção e caracterização de anticorpos monoclonais contra toxina épsilon de Clostridium perfringens Tipo D.

Produção e caracterização de anticorpos monoclonais contra toxina épsilon de Clostridium perfringens Tipo D.

de mieloma, é possível obter híbridos imortais que produzam anticorpos de especificidade determinada (ANTCZAK, 1982). O teste de ELISA desenvolvido com anticorpos monoclonais (AcMo) diminui a possibilidade de reação cruzada, uma vez que estes são capazes de identificar um único epítopo antigênico. Além disso, os AcMo podem ser utilizados em testes in vitro para controle de qualidade de vacinas contendo toxóides clostridiais, substituindo os testes in vivo utilizados atualmente. Desse modo, o presente estudo teve como objetivos produzir e caracterizar anticorpos monoclonais antitoxina épsilon de C. perfringens tipo D. Para produção da toxina épsilon, foi utilizada uma amostra de Clostridium perfringens tipo D, fornecida pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA, Bariloche – Argentina). A toxina foi produzida de acordo com PARREIRAS et al. (2002). O soro controle positivo foi obtido pela imunização de cinco camundongos da raça Suíço Albino, como descrito por EL IDRISSI & WARD (1992). O soro controle negativo foi obtido a partir da sangria de cinco camundongos, também da linhagem Suíço Albino (PERCIVAL et al., 1990). Para obtenção dos linfócitos, 10 camundongos Balb/c foram imunizados de acordo com EL IDRISSI & WARD (1992). Os soros foram obtidos semanalmente por punção da veia caudal e foram avaliados por ELISA indireto, conforme descrito por UZAL et al. (1997). Os animais cujos soros apresentavam concentração de anticorpos, estabelecida por densidade ótica, maior que 1,0 em leitura a 492nm receberam a última imunização quatro dias antes da fusão. Após este período, os baços dos camundongos sacrificados foram processados para obtenção das células esplênicas e foi realizada a fusão destas, como descrito por DE STGROTH & SCHEIDEGGER (1980), com células de mieloma da linhagem P3-X63-Ag8 653 adquiridas da American Type Culture Collection (ATCC, Rockvile, Maryland, EUA). Em seguida, foram adicionados macrófagos com o objetivo de estimular o crescimento dos híbridos e fazer a limpeza das culturas. Estes foram obtidos por meio da lavagem peritoneal com meio RPMI-1640 (Sigma Chemical Co., St. Louis, EUA) de um camundongo não- imunizado.
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Eficácia de vacinas comerciais contra clostridioses frente ao desafio com Clostridium sordellii.

Eficácia de vacinas comerciais contra clostridioses frente ao desafio com Clostridium sordellii.

Os resultados encontrados neste experimento, nos quais apenas três das 12 vacinas comercializadas no país mostraram-se eficientes, demonstram a baixa imunogenicidade desses imunobiológicos. Resultados semelhantes aos deste trabalho foram obtidos por outros pesquisadores ao testarem vacinas clostridiais comercializadas no país. LOBATO (1989), ao avaliar as vacinas antibotulínicas, constatou que nenhum dos produtos testados foi eficiente para estimular resposta imunológica adequada nos animais vacinados; AZEVEDO et al. (1998), ao avaliarem a eficiência de toxóides contra C. perfringens tipo C e D, constataram que nenhum dos produtos testados foi capaz de induzir níveis mínimos de anticorpos neutralizantes. LOBATO et al. (2000), ao avaliarem seis toxóides contra C. perfringens tipo C e D, verificaram que somente dois foram capazes de induzir níveis de anticorpos compatíveis com os exigidos no teste de potência.
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Universidade de Brasília Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária PESQUISA DE CLOSTRIDIUM PERFRINGENS EM CARNES BOVINAS EMBALADASA VÁCUO COMERCIALIZADAS NA REGIÃO DISTRITO

Universidade de Brasília Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária PESQUISA DE CLOSTRIDIUM PERFRINGENS EM CARNES BOVINAS EMBALADASA VÁCUO COMERCIALIZADAS NA REGIÃO DISTRITO

Foi verificada a presença de C. perfringens em amostras de carne bovina embaladas a vácuo, comercializadas na região do Distrito Federal e Entorno, no entanto nenhuma cepa isolada neste estudo apresentou a toxina cpe, pelo método de detecção por PCR. Também não foi observada diferença entre os meios de cultivos ágar SPS e ágar TSC. Destaca-se a recuperação de esporos de C. perfringens em caldo BHI, o qual foi significativamente diferente, demonstrando a eficácia do meio de cultivo, com incubação em câmara de anaerobiose, evidenciando a presença de esporos viáveis nas carnes bovinas, embaladas à vácuo. São necessários mais estudos com um numero maior de amostras para se avaliar a real situação sanitária, no que se refere à presença desta bactéria, bem como avaliar a presença da toxina cpe,em carnes embaladas a vácuo comercializadas no Distrito Federal e Entorno.
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Caracterização genotípica de amostras de Clostridium perfringens provenientes de...

Caracterização genotípica de amostras de Clostridium perfringens provenientes de...

O C.perfringens biotipo C não faz parte da microbiota normal dos suínos, não sendo encontrado com freqüencia em animais sadios, ao contrário do biotipo A, que pode estar presente na microbiota dos leitões já no primeiro dia de vida. Os fatores que propiciam a multiplicação do C. perfringens biotipo C com a subsequente produção de toxina não são bem esclarecidos, embora se conheça a capacidade do agente em colonizar rapidamente o trato digestivo na ausência de uma bem estabelecida microbiota (NIILO, 1988). Níveis baixos de tripsina, característicos do trato digestivo dos neonatos, acrescido da ação de substâncias anti-tripsina presentes no colostro conferem à toxina beta a possibilidade de manter-se na forma ativa por um período prolongado, aumentando o risco para os animais sob esta condição (NIILO, 1988; SONGER; GLOCK, 1998).
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Avaliação de vacinas contra brucelose bovina no Brasil

Avaliação de vacinas contra brucelose bovina no Brasil

Chapter III establishes data for comparison the mouse model for testing vaccines against brucellosis, and the use of different challenge strains, aiming to facilitate the deployment of these in vivo tests. According to this study it was possible to conclude that other strains of mice, other than recommended by the OIE can be used. The mice strain recommended by the OIE for such studies is CD-1, in which criterious studies for standardization of techniques were conducted. However this strain is commercialized by only one laboratory, with units in France and the United States, making it difficult and expensive to be use this mouse strain in routine. With the results obtained, it is clear that other strains of mice can be possibly used. These other strains are easily found, and with a lower cost, such as BALB/c and Swiss. For the use of BALB-c in potency tests, studies must be developed to establish mean values of immunogenicity of reference vaccine, as was done with CD-1 mice. With the comparison of the strains of mice, we could conclude that CD-1 mice vaccinated with S19 and challenged with virulent B. abortus comported the same way of Swiss mice and the same was observed in control groups of both strains. In addition, we could compare the two challenge strains most used by researchers, which showed no significant difference on their use in the mouse model assay of evaluating Brucella vaccines.
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Resistência térmica de células vegetativas de Clostridium perfringens em patê de fígado com nozes e passas

Resistência térmica de células vegetativas de Clostridium perfringens em patê de fígado com nozes e passas

(controle) e 9,0 e 86,0min (após choque térmico). Discordâncias, obtidas nas determinações do valor D, são explicadas a partir dos fatores anteriormente mencionados e outrora evidenciados por pesquisadores e. g., estudos entre cepas diferentes de Heredia et al., (1997), Raju e Sarker, (2005), Wijnands et al., (2009) que afetam a resistência térmica dos microrganismos.

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Estudo da influência de psicotróficos aeróbios e de enterobacteriaceae na sobrevivência de Listeria monocytogenes 1/2a e 4b em saladas minimamente processadas

Estudo da influência de psicotróficos aeróbios e de enterobacteriaceae na sobrevivência de Listeria monocytogenes 1/2a e 4b em saladas minimamente processadas

Escherichia coli, Aeromonas hydrophila, Clostridium perfringens, Bacillus cereus e Listeria monocytogenes, foram realizadas análises microbiológicas clássicas. monocytogenes [r]

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Clostridium perfringens e Clostridium difficile em relação a outros enteropatógenos em cães diarreicos

Clostridium perfringens e Clostridium difficile em relação a outros enteropatógenos em cães diarreicos

Até o momento inexistem imunoprofiláticos para controle e prevenção de enterites causadas por C. perfringens. De maneira geral, institui-se o tratamento suporte comumente utilizado nas doenças diarreicas, com fluidoterapia, nutrição parenteral, uso de carvão ativado e antimicrobianos (Weese et al., 2010). Existem poucos estudos direcionando o tratamento de CPAD em cães. A terapia com antimicrobianos é contra-indicada nos quadros autolimitantes, e o tratamento é recomendado apenas nos quadros agudos, moderados a severos como as gastroenterites hemorrágicas ou diarreias crônicas. Dentre os medicamentos indicados, metronidazol e tilosina são os antibióticos de escolha, entretanto, ampicilina, eritromicina, tetraciclina e cefalexina também podem ser usados (Weese et al., 2010). Um estudo feito avaliando a sensibilidade antimicrobiana de estirpes de C. perfringens revelou que muitos isolados eram resistentes a tetraciclina, não sendo recomendado o uso deste fármaco (Marks & Kather, 2003a). Doses subterapeuticas devem ser evitadas pois especula-se que C. perfringens seja capaz de transferir genes de resistência inter e intra espécies (Rood, 1983; Shoemaker et al., 2001). Outro estudo, nesta mesma linha de pesquisa avaliou a resistência antimicrobiana de isolados de diferentes origens de C. perfringens e constataram a resistência a tetraciclina e a macrolídeos em diferentes amostras (Marks et al., 2003; Park et al., 2010; Gobeli et al., 2012). Há ainda outras contraindicações em relação ao uso de tetraciclina em filhotes e em fêmeas adultas durante o período gestacional e amamentação, pois este fármaco indisponibiliza alguns minerais como o cálcio, magnésio, ferro e alumínio, devido a formação de quelantes insolúveis (Andrade et al., 2002; Crespillo et al., 2007). Embora as tetraciclinas possam não ser evidentemente tóxicas para filhotes caninos e felinos, o efeito quelante sobre o cálcio ósseo e dentário podem resultar em distúrbios de crescimento, deformidades ósseas (Boothe & Hoskins, 1997), displasias e descoloração do esmalte dentário (Hosgood & Hoskins, 1998). Outras reações adversas incluem a potencial toxicidade hepática e renal relacionada à excreção desses compostos, além das graves alterações na microflora intestinal relacionadas à alta taxa de recirculação entero- hepática das tetraciclinas (Crespillo et al., 2007).
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Avaliação do estresse térmico por calor sobre a infecção por Clostridium perfringens...

Avaliação do estresse térmico por calor sobre a infecção por Clostridium perfringens...

The poultry sector presented the highest growth in the volume of production among all meat sectors in Brazil. The great participation of poultry products on human diet together with the risk of food and environmental contamination by resistant bacteria led the European Union (EU) countries to abolish the use of antibiotics as feed additives in animal production. This fact associated with the intensive farming system are being reported as responsible for the re-emergence of some already controlled diseases. The avian necrotic enteritis (NE) exemplify such an effect. Generally, stressful conditions are predisponent factors for disease development; heat stress is one of the most common stressor in poultry farms. This study focuses on the effects of heat stress (35 ± 1 º C) on the development of NE in broilers. For this purpose, 60 male broilers were divided into 6 groups: 1 - control group, 2 - stressed control group (C/HS35) 3 - thioglycolate group (T) 4 - thioglycolate stressed group (T/HS35); 5 - infected group (I) 6 - infected stressed group (I/HS35). Experimental infection with Clostridium perfringens, grown in thioglycollate broth medium, was given through the
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