Top PDF Avaliação na educação física escolar: do mergulho à intervenção

Avaliação na educação física escolar: do mergulho à intervenção

Avaliação na educação física escolar: do mergulho à intervenção

O estudo objetivou caracterizar, problematizar e intervir na prática pedagógica adotada por uma professora de Educação Física, especialmente na prática avaliativa, com o intuito de indicar novos olhares e novas perspectivas. Teve como locus da pesquisa uma escola da rede municipal de Vitória, por apresentar uma proposta curricular em rede e por trabalhar com uma perspectiva progressista de avaliação. A prática foi tomada como o critério referencial norteador da pesquisa, prática esta, entendida como locus de teoria em movimento. Para atingir o objetivo proposto, utilizamos os seguintes instrumentos de coleta de dados: análise documental, entrevista semi-estruturada, grupo focal, observação participante, registros fotográficos e diário de campo. Nesse sentido, a pesquisa foi dividida em quatro momentos: a) Referencial teórico-metodológico: decifrando o pergaminho investigativo; b) O mergulho exploratório: a proposta pedagógica da escola e sua materialidade no cotidiano; c) Avaliação da escola e a avaliação na escola: mergulhando na prática pedagógica da professora de educação física; d) A necessidade de ampliação do estudo: do mergulho à intervenção. Os resultados preliminares evidenciaram que a implementação da proposta pedagógica da escola nasceu das experiências vivenciadas pelos praticantes escolares desde o ano de sua municipalização, buscando solucionar os problemas cotidianos. Quanto ao processo avaliativo, encontramos um avanço significativo principalmente no que se refere ao uso da auto-avaliação criterial e da revisão da avaliação escrita, entendida como elemento diagnóstico de aprendizagem. Os achados dessas fases indicaram que a prática pedagógica da professora, assim como a proposta pedagógica da escola, estava em processo de construção/consolidação e que, naquele momento, seria necessário avançar de um mergulho exploratório à intervenção.
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DIMENSÃO BIOLÓGICO-FUNCIONAL DA AVALIAÇÃO COGNITIVA DOS CONTEÚDOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

DIMENSÃO BIOLÓGICO-FUNCIONAL DA AVALIAÇÃO COGNITIVA DOS CONTEÚDOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A importância do conhecimento sobre saúde e seus impactos no estilo de vida ativo e prevenção de doenças é evidenciado em vários estudos. Serafim, Jesus e Pierin (2010) indicam que o conhecimento sobre os hábitos de vida saudáveis é um fator determinante para o controle da hipertensão em adultos. No entanto, no estudo de Mendes e colaboradores (2010), com sujeitos acima de 20 anos, a principal fonte de informação sobre a prática de atividade física foi a televisão, seguindo pelo professor de Educação Física e o médico. Por sua vez, Souza e colaboradores (2011) analisando os resultados de programas de intervenção que tinham por objetivos potencializar mudanças no estilo de vida alimentar e de atividade física de escolares, verificaram que a dimensão educacional e de informação estavam presentes nas atividades propostas, por exemplo, palestras, cartazes, atividades práticas e teóricas, dramatização, dentre outros. Os resultados evidenciam o sucesso desses programas nos objetivos traçados e a relação da dimensão educacional para atingi-los.
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Avaliação na Educação Física escolar: singularidades e diferenciações de um componente curricular.

Avaliação na Educação Física escolar: singularidades e diferenciações de um componente curricular.

Percebemos, nas maneiras e artes de fazer das professoras de Educação Física, o uso da avaliação como prática de pesquisa, consubstanciados pela criação/consu- mo de diferentes instrumentos de registro, dentre os quais se destacam: relatório descritivo, desenhos, fotos, ilmes, diários e autoavaliação. De maneira colaborativa e co-participativa, esses instrumentos favorecem o processo de relexão sobre e para a ação, permitindo uma análise da realidade, bem como a projeção de novas ações centradas no ensino e na aprendizagem. Fornecem indícios do modo como os praticantes se apropriam dos saberes escolares.
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Avaliação na educação física escolar: construindo possibilidades para a atuação profissional.

Avaliação na educação física escolar: construindo possibilidades para a atuação profissional.

Por outro lado, embora a nossa pesquisa tenha se pautado no resgate das brincadeiras, as representações que o aluno possui desse componente curricular perpassam pelo imaginário da atividade física como sinônimo de uma estética corporal. A imagem nos remete a uma perspectiva de Educação Física associada à saúde e ao treinamento de força, por meio dos quais se projeta um corpo belo. É possível ainda que ele associe os exercícios físicos a um padrão de beleza que busca, todo o tempo, manter uma aparência jovem e saudável (FREITAS; BRASIL; SILVA, 2006). De igual modo, as experiências do aluno em outros espaços, que não o escolar, podem contribuir para que se produza essa leitura de mundo.
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Educação para a carreira na Educação Pré-Escolar : avaliação da eficácia de uma intervenção de consultoria psicológica

Educação para a carreira na Educação Pré-Escolar : avaliação da eficácia de uma intervenção de consultoria psicológica

A Escola tem sido associada ao conceito de Educação, embora a primeira “não passe de um ingrediente, mais ou menos importante, na educação do indivíduo” (Duarte, 2004, p. 139). Neste sentido, o Ensino Básico surge como um quadro de formação universal comum a todos os portugueses que visa a criação das condições para o desenvolvimento global e harmonioso da personalidade, a aquisição e domínio de saberes, instrumentos, capacidades, atitudes e valores indispensáveis a uma escolha esclarecida das vias escolares ou profissionais subsequentes, assim como o desenvolvimento de valores, atitudes e práticas que contribuam para a formação de cidadãos conscientes e participativos numa sociedade democrática (Ministério da Educação, 2004). De acordo com Hughes e Karp (2004), o objectivo principal da Educação visa proporcionar as ferramentas e os conhecimentos necessários aos jovens de modo a poderem planear os seus futuros de forma realista. Todavia, Duarte (2004) alerta para o facto de a Escola proporcionar formação e informação que constituem somente o ponto de partida para o desenvolvimento e educação dos indivíduos. De facto, a nossa sociedade é caracterizada por evoluções e inovações tecnológicas constantes que requerem, por um lado, um elevado nível inicial de qualificação e por outro, uma actualização e renovação constante dos conhecimentos dos cidadãos através do seu envolvimento em sistemas de formação contínua (Lopes, 2005; Nota, Soresi, Solberg & Ferrari, 2005; Taveira, 2002).
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EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR COMO CONTRIBUIÇÃO PARA PREVENÇÃO DE PROBLEMAS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR COMO CONTRIBUIÇÃO PARA PREVENÇÃO DE PROBLEMAS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL

Portanto, se nos currículos de formação de professores de Educação Física Escolar (Cursos de Licenciatura) fazem parte disciplinas como anatomia, cinesiologia, avaliação e medidas, fisiologia humana, fisiologia do exercício, aprendizagem motora, antropologia, prática de ensino, metodologia de ensino, história, biologia, socorros de urgência, ginástica, natação, entre outras, parece claro que o professor de Educação Física Escolar é profissional qualificado para lidar com os conteúdos aqui defendidos para o Ensino Fundamental, especialmente com relação ao conhecimento sobre o corpo, prevenção dos problemas posturais, aquisição de novos hábitos e reeducação motora de padrões posturais.
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A educação física escolar, o basquetebol e o livro didático: avaliação do contexto da aprendizagem

A educação física escolar, o basquetebol e o livro didático: avaliação do contexto da aprendizagem

Todos os participantes avaliaram o livro didático compilado, numa escala de 0-10 pontos. As notas foram dadas por eles, de acordo com o que eles acharam sobre o material. Os participantes 1 e 4 deram nota 9 ao material, já o participante 2 avaliou em 8 pontos. Os participantes 3 e 5 avaliaram o material atribuindo 9,5 pontos. A média final das avaliações discentes foi de 9 pontos. Isso demonstra que os alunos gostaram do livro didático compilado e este contribuiu se não de forma significativa para a compreensão e conhecimento dos conteúdos do basquetebol – uma vez que não foi possível mensurar a aprendizagem por meio do grupo focal – ao menos foi um material atrativo e que correspondeu aos gostos e interesses dos alunos, fato comprovado por sua avaliação positiva mediante o crivo dos alunos.
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O paradoxo da educação física: uma reflexão crítica das perspectivas contraditórias na esfera escolar

O paradoxo da educação física: uma reflexão crítica das perspectivas contraditórias na esfera escolar

Autores como, por exemplo, Guedes (1999), Guedes e Guedes (2001), Nahas (2013) e Costa, Garcia e Nahas (2012) defendem uma propos- ta de educação física direcionada para a proposição acima mencionada. Em Guedes (1999), a educação física para a saúde, nos moldes apenas biológicos e higienistas, exclui a possibilidade de dominar e encorajar, por parte do aluno, as atitudes de fato em prol da sua saúde. Isto porque não permite “[…] que novos conhecimentos sejam incorporados de forma integrada e duradoura em direção à auto independência em decisões quanto à adoção de um estilo de vida saudável” (GUEDES, 1999, s. p.). O autor argumenta que, para incidir no processo de conscientização e intervenção para um estilo de vida saudável do aluno, é necessário não somente o conhecimento biológico, mas também o domínio didático-pedagógico para a execução deste processo.
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Avaliação e intervenção psicológica em contexto escolar

Avaliação e intervenção psicológica em contexto escolar

Plano de Promoção para a Disciplina “Via Verde: Saber-ser e Saber-estar” O convívio entre jovens em idade escolar propicia o estabelecer de relações de proximidade baseadas em princípios de igualdade e fraternidade. Para tal é necessário que essas relações obedeçam às normas estabelecidas no estatuto do aluno (Estatuto do Aluno e Ética Escolar., 2012). Este normativo serve de base ao regulamento interno da escola e estabelece os direitos e os deveres do aluno do ensino básico e secundário e o compromisso dos pais ou encarregados de educação e dos restantes membros da comunidade educativa.
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Avaliação do ambiente escolar para o ensino e prática da educação física no ensino fundamental

Avaliação do ambiente escolar para o ensino e prática da educação física no ensino fundamental

Em relação à utilização do espaço e à organização das atividades, deve-se lançar mão de divisões em pequenos grupos (por habilidade, afinidade pessoal, conhecimentos específicos, idades), alternando-as com situações coletivas de toda a classe. Por exemplo: a quadra — ou o espaço disponível — pode ser dividida em quatro partes, nas quais os subgrupos trabalhem com atividades diferenciadas. Isso permite que os alunos tenham tempo de experimentar determinados movimentos, treiná-los, perceber seus avanços e dificuldades, criar novos desafios para si mesmos, etc. (IDEM, 1997, p. 51). Por essa razão, e por compreender que as aulas de educação física são ministradas em turmas separadas, havendo grande flexibilidade no uso dos equipamentos durante as aulas, optou-se por incluir uma questão que averigue o uso de rodízio entre as práticas e modalidades durante as aulas, tal como recomendam os PCN.
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Co-educação, futebol e educação física escolar

Co-educação, futebol e educação física escolar

As dificuldades enfrentadas pelas mulheres para terem acesso à prática do futebol no Brasil, levantaram os primeiros questionamentos que resultaram no “embrião” do presente estudo. A partir de consultas à bibliografia específica e de alguns estudos sobre o assunto, verifiquei uma necessidade de re- direcionamento do objeto de estudo, visando trazer contribuições à prática docente através de uma reflexão sobre as circunstâncias em que se desenvolvem propostas co-educativas de Educação Física nas escolas da rede pública do Estado de São Paulo. O objetivo do estudo configura-se na análise da co-educação por meio do futebol do ponto de vista discente e docente, apontando para os elementos que favorecem e dificultam o desenvolvimento destas propostas. O estudo foi desenvolvido com uma 8.ª série do Ensino Fundamental, de uma escola da rede pública estadual do município de Rio Claro-SP, através da realização de um programa de futebol em turma mista, cujas aulas foram ministradas pelo próprio pesquisador, que procurou através de observações das aulas, discussões em aulas e entrevistas em grupos, investigar as possibilidades de uma proposta co-educativa por intermédio do futebol. Os resultados encontrados foram categorizados em três grupos interdependentes: cultura escolar, relações de gênero e co-educação. A cultura escolar revelou-se de fundamental importância no desenvolvimento de qualquer proposta de Educação Física, tendo em vista que a resistência a mudanças de uma maneira geral manisfestada pelos alunos, exige estratégias de aproximação, investigação e conquistas por parte do professor, propiciando gradativamente a implementação de novos projetos. As relações de gênero, ainda baseadas em valores preconceituosos, discriminatórios e estereotipados, evidenciam a necessidade de uma intervenção por parte do professor que resulte na problematização de situações até então tidas como naturais, levando à reflexão e discussão que permitam a revisão de conceitos e o redimensionamento das relações de gênero. Através deste redimensionamento e de uma mudança de enfoque das aulas de Educação Física, minimizando seu caráter competitivo e valorizando o pedagógico, a co-educação pode contribuir de forma efetiva para uma Educação Física realmente transformadora.
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Avaliação: um desafio na educação física escolar

Avaliação: um desafio na educação física escolar

Nas aulas de Educação Física para que seja possível avaliar os conteúdos atitudinais e conhecer, de fato, aquilo que os alunos valorizam e quais são suas atitudes é necessário que eles se deparem com situações de conflito. Nas situações de aprendizagem, nos diferentes conteúdos da Educação Física, os alunos são constantemente submetidos a inúmeros desafios, que vão desde a adaptação a novos movimentos, uso do espaço e do material, a expressar sentimentos, inibições e dificuldades, o que não torna raro o aparecimento de situações de conflito. É neste momento que se ressalta a importância do papel do professor no encaminhamento de uma aprendizagem sistemática e consciente, fundamental para a formação do cidadão, usando o debate, o diálogo e a pesquisa como formas de ajudar o aluno a construir um ponto de vista mais amplo e articulado sobre o objeto em estudo (DARIDO E SOUZA JÚNIOR, 2009).
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Dis JafPontes Junior

Dis JafPontes Junior

(KMO=0,75, teste de esfericidade p<0,01) fator 1 – aprovação na disciplina e fator 2 – práticas avaliativa; sobre o nível de concordância dos instrumentos de avaliação, (KMO=0,69, teste de esfericidade p<0,01) fator 1 – Observação do desempenho dos alunos e do professor e fator 2 – provas e trabalhos escritos e orais. Percebe-se que a dinâmica de compreensão da utilização dos objetivos de ensino e dos instrumentos para a avaliação da disciplina tem feito com que, aos poucos, ocorram mudanças de significados no entendimento de algumas práticas. Apontamos que a avaliação do conhecimento, via testes e provas, nas aulas de Educação Física escolar vem sendo mais utilizada, mas ainda carece de aperfeiçoamento técnico-científico para a elaboração e validação de instrumentos. Acreditamos que o estudo pode potencializar a consciência dos professores de Educação Física em relação à importância de avaliar e elaborar instrumentos baseados em objetivos educacionais, além fornecer informações sobre o nível de concordância dos alunos sobre as práticas avaliativas.
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Aptidão física relacionada à saúde de alunos do ensino fundamental participantes de programas para mudanças do estilo de vida na escola

Aptidão física relacionada à saúde de alunos do ensino fundamental participantes de programas para mudanças do estilo de vida na escola

Foi realizado estudo longitudinal de intervenção para verificar o efeito de um programa escolar para mudança do estilo de vida, envolvendo atividade física e educação nutricional como atenção primária à baixa aptidão física e excesso de peso em crianças. A amostra de conveniência por demanda espontânea foi composta por 53 escolares (30 meninas e 23 meninos) com idade entre seis e dez anos, regularmente matriculados no ensino fundamental (1° ao 5° ano) em uma escola particular do município de Botucatu-SP. A divulgação deu-se via agenda com posterior autorização dos pais para participação no programa. A intervenção, com duração de três meses, foi oferecida durante seis semestres, com dois encontros semanais de duas horas (uma hora com os profissionais de educação física e uma hora com os nutricionistas). As avaliações da aptidão física relacionada à saúde foram: flexibilidade (teste de sentar-e-alcançar), força/resistência abdominal (teste abdominal em 1 minuto) e resistência geral (teste correr/andar por 9 minutos). Avaliação antropométrica contou com aferição de peso, estatura, cálculo do índice de massa corporal (IMC) e circunferência abdominal (CA). Ao final de cada semestre os pais responderam um questionário a respeito das atividades realizadas pelos filhos no tempo livre. Para análise dos dados utilizou-se estatística descritiva, qui- quadrado, ANOVA e regressão logística com nível de significância de 5%. Considerando o efeito da intervenção sem distinção de sexo, houve aumento do peso corporal, porém com redução da circunferência abdominal. Flexibilidade e força/resistência abdominal melhoraram com a intervenção e a resistência geral não se alterou. Quando a amostra foi distribuída por sexo e ajustada para idade e CA, os meninos apresentaram maior resistência geral do que as meninas nos dois momentos de avaliação. O sexo feminino apresentou 97% menos e 11 vezes mais chances de ter, respectivamente, flexibilidade e resistência geral como indicador de risco. Escolares com CA inadequada exibiram 10 e 19,7 vezes mais chance de ter, respectivamente, força/resistência abdominal e resistência geral classificadas como indicadores de risco. O tempo gasto assistindo TV foi 2,5 ± 1,4h/dia e em quase todos os dias da semana (6,3±0,9). Dos questionários devolvidos, 66% relataram praticar algum esporte, sendo que, 16% praticavam duas modalidades esportivas na semana. Conclui-se que o programa escolar de mudança no estilo de vida não promoveu alterações na composição corporal e aptidão física, porém trouxe novas experiências ao cotidiano infantil, agradando tanto aos pais quanto às próprias crianças.
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“Fútbol Callejero” na Educação Física Escolar: processos educativos emergentes de uma intervenção

“Fútbol Callejero” na Educação Física Escolar: processos educativos emergentes de uma intervenção

Com base na literatura (Rangel-Betti, 1999; Betti, 2009; Gonçalves Junior et al., 2012; Lemos, 2013) e também em nossa experiência, temos percebido, por vezes, práticas esportivizadas na Educação Física Escolar, desconexas da realidade vivenciada pelos estudantes. Assim, ao identificarmos o potencial educativo do Fútbol Callejero em projetos sociais (Varotto; Gonçalves Junior; Lemos, 2017), resolvemos realizar intervenção e pesquisa no contexto escolar, entendendo que: “A verdadeira educação é participação ativa neste fazer em que o homem se faz continuamente. Educar, pois, é conscientizar e conscientizar equivale
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Avaliação da educação física na escola: análise de uma proposta de intervenção

Avaliação da educação física na escola: análise de uma proposta de intervenção

De acordo com essa concepção, a avaliação detém-se enfaticamente nas ações do sujeito, nas suas atitudes e comportamentos, que interferem no processo de aprendizagem.[r]

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Consciência corporal e educação física escolar: possibilidades de intervenção

Consciência corporal e educação física escolar: possibilidades de intervenção

A investigação sobre a consciência corporal na Educação Física escolar teve como objetivo principal relatar uma possibilidade de intervenção desta, relacionando-a diretamente aos conteúdos da Educação Física e considerando-a como um tema transversal nesta pesquisa. Neste escopo, especificamente trabalhamos com dois conteúdos da Educação Física - o conhecimento sobre o corpo e as lutas. No decorrer do estudo, discutiremos as estratégias pedagógicas para a tematização da consciência corporal. Para o desenvolvimento deste trabalho, utilizamos as seguintes questões de estudo: como é tratada a consciência corporal na Educação Física e como tem sido abordada nas intervenções pedagógicas? Quais as dificuldades encontradas para a tematização da consciência corporal nos diferentes assuntos da Educação Física escolar? Como a consciência corporal tematizada nos conteúdos da Educação Física escolar é recebida pelos alunos e quais as atitudes demonstradas por estes no desenvolvimento das aulas? Partindo das questões de estudo, recorremos aos seguintes recursos metodológicos: observação participante, entrevistas, registros fotográficos, debates, exibição de filmes, dramatizações e dinâmicas, os quais foram realizados para estimular a reflexão crítica dos alunos a respeito do seu corpo e do corpo das outras crianças. A pesquisa com características etnográficas foi desenvolvida em duas escolas públicas: uma de ensino fundamental I, no município de Natal e outra do ensino fundamental II, realizada no município de João Câmara, no interior do estado do Rio Grande do Norte. Desenvolvemos uma estrutura para que as três dimensões dos conteúdos conceitual, procedimental e atitudinal fossem vivenciadas pelos alunos. O trabalho foi estruturado em cinco capítulos. No primeiro, fizemos uma introdução para justificar as motivações
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Educ. rev.  vol.30 número4

Educ. rev. vol.30 número4

O terceiro bloco abrange produções que se voltam para discussões sobre teorias pedagógicas e concepções de ensino e avaliação escolar. Inicia-se com o texto de Nabil Araújo, Por uma pedagogia literária do “como se”: em torno de uma experiência pedagógica na graduação em Letras da UFMG. Nesse trabalho, o autor toma como objeto a prática pedagógica em uma experiência de formação de licenciados em Letras buscando compreender processos de leitura e avaliação escolar de textos literários. Na mesma trilha da relexão sobre as práticas pedagógicas, o artigo seguinte, Avaliação na Educação Física escolar: construindo possibilidades para a atuação proissional, de Wagner dos Santos, Lyvia Rostoldo Macedo, Juliana Martins Cassani Matos, André da Silva Mello e Omar Schneider, traz os resultados de uma pesquisa colaborativa com uma professora e seus alunos de educação física de uma escola pública. Adotando a pesquisa- ação como perspectiva metodológica, o estudo desenvolveu vários instrumentos de avaliação do desempenho escolar e permitiu traçar possíveis alternativas para um processo avaliativo que reconheça os sentidos e os saberes construídos pelos alunos. Por im, Giseli Barreto da Cruz e Marli Eliza Dalmazo Afonso de André, autoras do texto Ensino de Didática: um estudo sobre concepções e práticas de professores formadores, abordam os resultados de uma pesquisa com professores da disciplina Didática de três universidades sobre os seus diferentes peris proissionais, suas concepções e práticas pedagógicas.
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Intervenção com atividade física em uma Unidade Básica de Saúde - Projeto UBS+Ativa: Aspectos metodológicos

Intervenção com atividade física em uma Unidade Básica de Saúde - Projeto UBS+Ativa: Aspectos metodológicos

A implementação da metodologia do estudo exigiu desafio logístico em decorrên- cia da realidade da área de abrangência, que apresentava necessidades em termos de estrutura viária, saneamento e segurança. No entanto, o percentual de comple- tude da coleta de dados, a possibilidade de execução em termos da logística para a realização do trabalho de campo, mostrou-se factível e reprodutível para as mais diferentes áreas de UBS. Assim, o trabalho de da linha de base foi realizados em 14 dias no mês de março de 2013, enquanto a reavaliação da intervenção durou 30 dias, entre abril e maio de 2014, ambas contemplando as sete micro-áreas re- ferentes a área de abrangência da UBS. Na linha de base foram obtidos dados de 713 pessoas elegíveis (7,13% da população da área da UBS), sendo que 601 foram entrevistadas (84,3%), 70 foram perdas (9,8%) e 42 recusas (5,9%), num total de perdas e recusas de 15,7%.
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Psicologia histórico-cultural e avaliação psicológica: o processo ensino aprendizagem em questão.

Psicologia histórico-cultural e avaliação psicológica: o processo ensino aprendizagem em questão.

A avaliação dinâmica pode complementar, mas não substituir os testes de QI e sua contribuição mais sig- nificativa, de acordo com Linhares (1995), advém da possibilidade de fazer a sondagem da sensibilidade do examinando à instrução e identificar as estratégias cognitivas que ele usa para a solução de tarefas, per- mitindo verificar alterações no seu desempenho du- rante a situação de avaliação assim como estimar o potencial de transferência e generalização de apren- dizagem. Pode-se afirmar, quanto a esse aspecto, que a avaliação é mediada pelo examinador, que fornece pistas e orienta o sujeito na realização das atividades. O conceito de aprendizagem mediada, de acordo com Linhares (1995), teve implicações significativas na área de avaliação do desempenho intelectual, buscando se apropriar dos conceitos de mediação e de zona de desenvolvimento próximo, elaborados por Vigotski. No contexto de questionamentos dos testes pa- dronizados de medida de desempenho e habilida- des, os estudiosos soviéticos da escola de Vigotski propuseram a avaliação do potencial de aprendiza- gem por meio do método instrumental. Esse méto-
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