Top PDF Bovista (Lycoperdaceae): dois novos registros para o Brasil.

Bovista (Lycoperdaceae): dois novos registros para o Brasil.

Bovista (Lycoperdaceae): dois novos registros para o Brasil.

Bovista possui aproximadamente 46 espécies amplamente distribuídas (Kirk et al. 2001). Destas, temos apenas três registros para o Brasil: Bovista africana Kreisel, B. bicolor Léveillé (= Langermannia wahlbergii (Fr.) Dring) e B. aestivalis (Homrich 1969; Rick 1961; Baseia 2005). Alguns representantes deste gênero são de interesse da pesquisa aplicada porque sintetizam metabólitos com potencial na produção de novos medicamentos (Jong & Donovick 1989), como exemplo, tem-se Bovista plumbea Pers. que sintetiza proteínas antibióticas (Suay et al. 2000). O objetivo
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Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

dos trabalhos foram realizados no Bioma Mata Atlântica do Estado de São Paulo, com destaque para Grandi & Attili (1996), que identificaram 16 Hyphomycetes associados à Alchornea triplinervia (Spreng.) Müell. Arg., mencionando dois novos registros para o Brasil. Grandi (1999) coletou 26 espécies, sendo seis citadas pela primeira vez para o país. Gusmão et al. (2001) verificaram a presença de 55 espécies associadas à Miconia cabussu Hoehne, descrevendo 14 como novas ocorrências para o Brasil e propondo uma nova espécie para a ciência (Gusmão et al. 2000). Grandi & Gusmão (2002) estudaram o folhedo de Tibouchina
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Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Comentários: espécie próxima à Archilejeunea parviflora (Nees) Schiffn., distinguindo-se desta pelos lóbulos retangulares, grandes, que podem atingir até 1/2 do comprimento do lobo, pelos dois dentes apicais ao invés de um e pelo gametófito de cor verde mais claro. Epífita de troncos, ocorrendo em pequenas populações nos ambientes abertos no interior da mata. Distribui-se na América Tropical (Gradstein 1994). No Brasil é encontrada nos Estados: AC, AM, PA, PR, RS, SP (Yano 1984; Gradstein 1994; Vital & Visnadi 1994). Primeiro registro para a região Nordeste. Cololejeunea cardiocarpa (Mont.) A. Evans, Mem. Torrey Bot. Club 8: 172. 1902.
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Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

No Estado do Paraná, foram identificados um total de 36 táxons infragenéricos, dos quais 19 foram referenciados para barragens, lagoas e tanques (Shirata 1985) e para o plâncton e perifíton de lagos artificiais (Ludwig et al. 2005), sendo que os demais encontram- se citados em dissertações não publicadas. Para o Estado de Santa Catarina, são referidos 19 táxons exclusivamente em ambientes lóticos (Fernandes et al. 1990; Rodrigues 1984; Felício-Fernandes 1996; Burliga et al. 2005). Para São Paulo são mencionados cinco táxons (Magrin & Senna 1997; Magrin & Senna 2000) e para o Rio de Janeiro, 16 táxons encontrados no plâncton e perifíton de córregos e lagoas costeiras (Menezes & Dias 2001). Para o Estado de Goiás são mencionados oito táxons (Nogueira et al. dados não publicados), enquanto que, para o Estado do Pará e Distrito Federal apenas dois e um táxon, respectivamente (Moreira Filho et al. 1974; Senna et al. 1998).
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Novos registros de Phylloderma stenops Peters na Mata Atlântica, Brasil (Chiroptera, Phyllostomidae).

Novos registros de Phylloderma stenops Peters na Mata Atlântica, Brasil (Chiroptera, Phyllostomidae).

Duas fêmeas, adultas e reprodutivamente inativas, foram capturadas em borda de floresta secundária adjacente a bananal e próximo a várias rochas na Fazenda Reunidas. Os dois exemplares foram capturados no mesmo local e na mesma rede, com intervalo de 78 minutos. O primeiro exem- plar apresentou fezes compostas por fragmentos de insetos. Nos remanescentes florestais desta fazenda capturamos 29 espécies de morcegos, tendo sido constatada a presença de numerosa colônia de Phyllostomus hastatus. Phylloderma stenops não havia sido registrada no local durante os três anos anteriores de amostragem.
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Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

Lórica elíptica, 24-29 µm compr., 19-20 µm larg.; Rc/l = 1,3-1,45; pólos arredondados; o anterior sem colarinho; parede castanho-avermelhada, escura, com espinhos cônicos, que afinam rapidamente no terço distal, com extremo semelhante à ponta de lança, distribuídos nos dois pólos; cloroplastos numerosos, discóides, ca. 2 µm diâm.; haplopirenóides presentes. Difere da variedade típica pela forma e distribuição dos espinhos somente nos pólos e pelas maiores dimensões da lórica.

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Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Resumo: É apresentado um levantamento das espécies de Cassidinae que ocorrem no Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro. O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é situado no Estado do Rio de Janeiro, Brasil e é uma das mais importantes Unidades de Conservação da Mata Atlântica. Pouco se sabe sobre as espécies de Coleoptera desse parque. Dois inventários de Cassidinae foram realizados previamente no Estado do Rio de Janeiro, totalizando 80 espécies para o PNI. O objetivo do trabalho é realizar uma atualização do inventário das espécies e fornecer uma chave de identificação para as tribos de Cassidinae que ocorrem no parque. Foram examinados exemplares da coleção do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Fundação Instituto Oswaldo Cruz. Em adição, foram realizadas coletas no período de setembro de 2007 a janeiro de 2010. Este estudo resultou em 88 espécies distribuídas em 29 gêneros e sete tribos. Dezenove apresentam novos registros de distribuição sendo que destes, oito são para o Estado do Rio de Janeiro, Parque Nacional do Itatiaia.
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O gênero Myzocytiopsis (Oomycota) no estado do Piauí: novos registros para o Brasil

O gênero Myzocytiopsis (Oomycota) no estado do Piauí: novos registros para o Brasil

Sistema de hifas intramatrical, holocárpico, não ramificado, cilíndrico e contínuo quando jovem, posteriormente, apresenta septos com constrições. Os zoosporângios são formados em cadeia linear de várias unidades a partir de dilatações dos segmentos do talo, esférico 12-20 µm em diâm., oval, elipsoide, cilíndrico, hialino, parede lisa, com um ou dois tubos de liberação de variável comprimento. Zoósporos biflagelados. Gametângios formados por transformação dos segmentos do talo, frequentemente estão localizados entre os zoosporângios. Oogônio oval, 18-20 µm em diâm., globoso ou elipsoide. Anterídios (células anteridiais) usualmente do mesmo tamanho do oogônio, cilíndrico e levemente fusiforme, 17-20 µm em diâm. Oósporo esférico, 12-16 µm em diâm., globoso, parede espessa, externamente com aspecto rugoso. Germinação não observada.
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Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

Segundo Walker (2001), o gênero Atelocauda tem como tipo a espécie Atelocauda incrustans, a qual foi descrita a partir de dois espécimes coletados no Panamá, em 1920, sobre folhas de Lonchocarpus sp. (Fabaceae). O espermogônio subcuticular, sem paráfises (tipo 7 de Hiratsuka & Hiratsuka,1980) e os télios subepidermais que produzem teliósporos unicelulares, marrons, pedicelados e com ornamentações cubiformes caracterizam o gênero.

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Fungos anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil: novos registros para o Neotrópico.

Fungos anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil: novos registros para o Neotrópico.

Comentários: Camposporium fusisporum caracteriza-se pelos conídios 8-11 septados, fusiformes, alongados, com 2-3 apêndices apicais asseptados. Whitton et al. (2002) revisaram o gênero Camposporium e elaboraram uma chave para 14 espé- cies aceitas, segundo esses autores C. laundonii assemelha-se a C. fusisporum pela morfologia dos conídios, diferenciando-se por apresentar geralmente um apêndice e quando produz dois, estes são septados e parecem extensões alongadas do conídio, enquanto C. fusisporum apresenta dois apêndices asseptados e divergentes. Os espécimes encontrados na FLONA Caxiuanã apresentaram conidióforos maiores (108-205 μm), conídios menores (75-92 μm), e apêndices maiores (28−55 μm), que os citados na descrição original (100–145 μm (conidióforos), 86–115 μm (conídios) e 17–40 μm (apêndicse).
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Novos registros de Heliantheae Cass. (Asteraceae) para o Brasil.

Novos registros de Heliantheae Cass. (Asteraceae) para o Brasil.

estrigoso, multinérveas. Receptáculo levemente convexo, páleas conduplicadas, carenadas, oblongo- lanceoladas, 10×1,5 mm, ápice acuminado, margem inteira, pontuado-glandulosas e laxamente pubescentes no dorso junto à carena, curtamente ciliadas no ápice. Flores do raio 14-20 por capítulo, pistiladas ou funcionalmente pistiladas, podendo apresentar dois estaminódios livres entre si, com ca. 2 mm compr., unisseriadas, liguliformes, corola 17×6 mm, tubo 1-1,5 mm compr., limbo estreitamente elíptico, estreitamente oblongo ou oblanceolado, ápice tridentado, glabrescentes no tubo, pontuado-glandulosas e pubérulas na face abaxial do limbo, amarelas. Estilete bífido, ramos de ápice acuminado e pubérulo. Flores do disco ca. 90, monoclinas, corola tubulosa, 5 mm compr., tubo ca. 1 mm compr., pentadentadas, lacínias 0,8-1 mm compr., pontuado-glandulosas no ápice, amarelas. Anteras com tecas enegrecidas, apêndice triangular, pontuado-glanduloso, base obtusa. Estilete bífido, ramos pubérulos com um apêndice piloso no ápice. Cipselas obovóides, sem constrição sob o papilho, as do raio tríquetras, as do disco lateralmente comprimidas, ca. 6 mm compr., bialadas nas flores do disco, trialadas nas flores do raio, glabras ou esparsamente pubérulas no ápice, castanho-escuras. Papilho formado por duas (três nas cipselas do raio) aristas subiguais de 1-2,5 mm compr., entremeadas por escaminhas laciniadas que diminuem de tamanho das margens, onde são soldadas às aristas, para o centro. Material selecionado: BRASIL. Rio Grande do Sul: Manoel Viana, cerro do Negro, 16/XI/2002, fl., Mondin 2824 (HASU). Santana do Livramento, cerro Armour, 15/XI/2002, fl., Mondin & Iob 2809 (HASU). São Vicente do Sul, cerro Loreto, XII/1985, fl., Sobral & Marchiori 4565 (ICN).
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Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Foram realizadas 12 coletas dos fungos Aphyllophorales em três áreas de remanescen- tes de Mata Atlântica de Pernambuco: Reserva Ecológica de Dois Irmãos, em área da Compa- nhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), no município de Recife (8°15’30”S e 35°57’00”W); Mata de Gurjaú, em área da COMPESA, no município de Cabo (8°14’12”S e 35°03’00”W); e Estação Ecológica de Tapacurá, câmpus avançado da Universidade Federal Rural de Pernambuco, no município de São Lourenço da Mata (8°05’S e 35°13’W), pertencentes ao domínio da floresta ombrófila densa (Veloso et al. 1991). Os locais foram visi- tados de três em três meses, no período de outu- bro/1997 a setembro/1998.
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Novos registros de samambaias para a Amazônia Brasileira.

Novos registros de samambaias para a Amazônia Brasileira.

São apresentados 23 novos registros, sendo dois para o Brasil, dois para a Amazônia brasileira e 19 para o estado do Pará. A distribuição geográfica dos táxons no Brasil foi baseada na Lista de Espécies da Flora do Brasil (2012), por vezes complementada por outra bibliografia indicada no texto.

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Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Processou-se uma alteração qualitativa na condição do trabalhador do campo no Brasil do século XX, em termos objetivos e subjetivos da composição desse segmento de classe. O arsenal interpretativo para a sua apreensão exige, por conseguinte, uma caracterização fundamentada nas continuidades e rupturas ‒ coerente, portanto, com a historicidade. É inequívoco que tamanhas mutações jamais ocorreram no mesmo espaço-tempo, muito menos em proporções generalizadas. As condições econômicas, políticas e sociais que permitiram o surgimento do proletariado rural no Brasil acompanham as requisições do desenvolvimento histórico desigual, dotado de expressivas dimensões regionais. Essas condições são, enfim, basicamente as seguintes:
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Laticíferos articulados anastomosados: novos registros para Apocynaceae.

Laticíferos articulados anastomosados: novos registros para Apocynaceae.

Aspidosperma (Rauvolfioideae) e Blepharodon (Asclepiadoideae) estão posicionados em extremos opostos na classificação da família segundo Endress & Bruyns (2000) e a presença do mesmo tipo de laticífero em A. australe e B. bicuspidatum é um caráter adicional que evidencia a relação filogenética das duas espécies. Laticíferos articulados já foram registrados em Vinca sardoa (Rauvolfioideae), Nerium oleander (descritos como laticíferos contínuos; Apocynoideae), Cryptostegia grandiflora (sob laticíferos contínuos; Periplocoideae) e Stapelia bella (Asclepiadoideae), sendo encontrados em quatro das cinco subfamílias (Milanez 1960/1961, 1966, 1977, Wilson & Maxam 1987; Sacchetti et al. 1999) e corroborando a atual circunscrição de Apocynaceae. Os resultados obtidos neste trabalho divergem dos publicados para espécies de Aspidosperma e ressaltam a importância da ontogênese para se identificar o tipo de laticífero. Novos estudos são necessários para reavaliar se os extensos laticíferos já descritos para o gênero seriam de fato não articulados ou seriam articulados com rápida dissolução das paredes transversais.
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Novos táxons em Elaphidionini (Cerambycinae) e Onciderini (Lamiinae) e novos registros em Cerambycidae.

Novos táxons em Elaphidionini (Cerambycinae) e Onciderini (Lamiinae) e novos registros em Cerambycidae.

RESUMO. Novos táxons em Elaphidionini (Cerambycinae) e Onciderini (Lamiinae) e novos registros em Cerambycidae. Fundamentados em material da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Museu de Entomologia), descreve-se em Cerambycinae, Elaphidionini: Magaliella gen. nov., espécie-tipo, M. punctata sp. nov. (Espírito Santo) e em Lamiinae, Onciderini: Oncideres hoffmanni sp. nov. (Bahia). Acrescentam-se novos registros para o Brasil: Potiaxixa intermedia (Martins, 1979) (Bahia); Appula melancholica Gounelle, 1909 (Distrito Federal), Pseudogisostola reichardti Fontes & Martins, 1977 (Rio de Janeiro), Hesycha bimaculata Martins & Galileo, 1990 (Bahia) e .Xenofrea apicalis Melzer, 1931 (Rio de Janeiro).
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Novos registros em Tillandsia L. (Bromeliaceae, Tillandsioideae) para o Rio Grande do Sul, Brasil.

Novos registros em Tillandsia L. (Bromeliaceae, Tillandsioideae) para o Rio Grande do Sul, Brasil.

Forzza, R.C.; Costa, A.; Siqueira Filho, J.A.; Martinelli, G.; Monteiro, R.F.; Santos-Silva, F.; Saraiva, D.P.; Paixão-Souza, B.; Louzada, R.B. & Versieux, L. 2014. Bromeliaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em <http://loradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/ loradobrasil/FB6387>. Acesso em 14 junho 2014. Gouda, E.J.; Butcher, D. & Gouda, K. 2014 [continuously

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Espécies de Frankliniella (Thysanoptera, Thripidae): novos registros em mangueira (Mangifera indica) no Brasil.

Espécies de Frankliniella (Thysanoptera, Thripidae): novos registros em mangueira (Mangifera indica) no Brasil.

Thrips tenellus Trybom, 1912 e Thrips acaciae Trybom, 1910 (GROVÉ et al., 2000); nos Estados Unidos, Frankliniella bispinosa (Mor gan , 1913) e Frankliniella kelliae Sakimura, 1981 (PEÑA, 1998); em Israel, Frankliniella occidentalis (Pergande, 1895) (WYSOKI et al., 1993) e na Austrália a espécie Selenothrips rubrocinctus Giard, 1901 (PENG & KRISTIAN, 2004). No Brasil, há registro das espécies S. rubrocinctus (GALLO et al., 2002, MONTEIRO, 2002) e Frankliniella schultzei (Trybom, 1920) (BARBOSA et al., 2005).

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Lista de especies de Odonata (Insecta) no estado do Rio Grande do Sul, Brasil com sete novos registros

Lista de especies de Odonata (Insecta) no estado do Rio Grande do Sul, Brasil com sete novos registros

Resumo: O conhecimento regional da diversidade e da distribuição das espécies é importante para subsidiar estratégias de conservação tanto para as espécies e seus respectivos habitats. O principal objetivo deste trabalho é apresentar uma lista de espécies de Odonata que ocorrem no estado do Rio Grande do Sul, bem como suas localizações conhecidas nos municípios. Para a elaboração da lista, foram utilizados dados das coleções do Museu de Ciências da UNIVATES, do Laboratório de Ecologia e Evolução da Universidade do Vale do Taquari (UNIVATES), do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoo-Botânica e do Museu de Zoologia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) somados à dados extraídos de 65 publicações e dos sites SpeciesLink, All Odonata e Puget Sound University. Um total de 182 espécies de Odonata foram registradas, abrangendo nove famílias e 57 gêneros. A família mais representativa foi Libellulidae (80 espécies) seguida por Coenagrionidae (41 espécies). Além do mais, sete espécies são novos registros para o Rio Grande do Sul. A lista de espécies aqui apresentada demonstra um avanço significativo em relação às contagens anteriores para o Rio Grande do Sul, no entanto, nossa lista não é de forma alguma final. Algumas regiões do estado continuam pouco exploradas, como aquelas que fazem fronteira com o Uruguai ou estão mais ao norte do Estado. Várias famílias permanecem mal amostradas, especialmente aquelas que habitam pequenos córregos em florestas e, provavelmente, existem muitos exemplares que ainda não estão catalogados e identificados em coleções científicas, tanto no estado quanto no país. Palavras-chave: Anisoptera, Mata Atlântica, Região Neotropical, Pampa, Zygoptera.
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Novos registros de vertebrados fósseis do cretáceo superior na formação adamantina (grupo Bauru), sudeste do Brasil

Novos registros de vertebrados fósseis do cretáceo superior na formação adamantina (grupo Bauru), sudeste do Brasil

NOVOS REGISTROS DE VERTEBRADOS FÓSSEIS DO CRETÁCEO SUPERIOR NA FORMAÇÃO ADAMANTINA (GRUPO BAURU), SUDESTE DO BRASIL. A Formação Adamantina (Grupo Bauru), entre os municípios de Lucélia e Irapuru (noroeste do Estado de São Paulo, sudeste do Brasil), tem sido nos últimos anos uma região muito importante para a prospecção de vertebrados fósseis do Cretáceo Superior. Até agora os principais grupos recuperados incluem Testudinos, Crocodyliformes e Dinosauria (Theropoda e Titanosauria). Os materiais são normalmente desarticulados e fragmentados e foram coletados em arenitos de granulação muito fina com matriz lamítica, com estratificações e laminações cruzadas. Testudinos são representados por fragmentos de carapaças e plastrões, enquanto Crocodyliformes, por restos osteológicos fragmentados e dentes isolados. Maniraptora é representado por dentes isolados, que permitiram a identificação dos clados Dromaeosaurinae, Velociraptorinae e Troodontidae, além de alguns prováveis grupos endêmicos. Titanosauria é o agrupamento mais expressivo e abundante nestas localidades, contudo os materiais são principalmente costelas fragmentadas e ossos apendiculares, sem elementos diagnósticos, como vértebras caudais. As características litológicas dos afloramentos sugerem um paleoambiente de rios entrelaçados em clima árido e possivelmente com pouca cobertura de vegetação.
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