Top PDF O capital intelectual como componente do valor patrimonial das organizações

O capital intelectual como componente do valor patrimonial das organizações

O capital intelectual como componente do valor patrimonial das organizações

indicar o desempenho financeiro e o Capital Intelectual, identificado como componente do Valor Patrimonial das Organizações. O corpus da pesquisa compreende a publicação da Revista Exame (2013), e, em especial, as empresas listadas no Ranking das “Maiores e Melhores” do ano exercício de 2012. No contexto geral, possibilitou-se compreender de que forma o Capital Intelectual é definido na literatura e como esse participa na Capacidade de Geração de Valor Patrimonial das empresas, identificando metodologias e os dados utilizados globalmente. Há alguns séculos pesquisadores vêm realizando estudos com a intenção de apresentar formas de identificação e métricas para se calcular o Ativo Intangível ou Capital Intelectual e sua capacidade de gerar valor patrimonial para as organizações, o qual, na ótica do investidor, consiste em uma atividade que requer avaliação criteriosa e simultânea de indicadores de maneira estruturada, permitindo identificar os fatores que demonstram o retorno dos investimentos. Foram estudadas dentro de um universo de 1.250 (mil, duzentas e cinquenta) empresas, selecionadas intencionalmente, as 52 (cinquenta e duas) empresas do setor da auto-indústria das quais 15 (quinze) empresas classificadas por atendimento de critérios necessários para análise, compondo a amostra. A metodologia adotada foi realizada através de pesquisa quanti-qualitativa, sendo composta por pesquisa exploratória multicasos, aliada à metodologia de cálculo do Índice de Valor Adicionado pelo Capital Intelectual (VAIC™), pesquisa Survey e Entrevistas.
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CAPITAL INTELECTUAL E SUAS INFLUÊNCIAS NAS ORGANIZAÇÕES

CAPITAL INTELECTUAL E SUAS INFLUÊNCIAS NAS ORGANIZAÇÕES

O RH precisa integrar-se cada vez mais ao negócio da organização para ser reconhecido como um componente estratégico. Os custos relacionados com pessoal representam uma parcela significativa dos gastos totais, e os principais gestores estão preocupados com esta magnitude. Isso representa uma real oportunidade para os profissionais de RH. É preciso planejar as atividades de recrutamento e seleção em alinhamento com o negócio e proporcionar apoio e suporte à estratégia organizacional. Para tanto, o RH deve enfatizar os objetivos e resultados da empresa, participar das decisões estratégicas a fim de que o capital intelectual humano seja um forte diferencial e uma vantagem competitiva na empresa.
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Governo eletrônico e capital intelectual nas organizações públicas.

Governo eletrônico e capital intelectual nas organizações públicas.

Os questionários com as quatro perguntas anteriores foram respondidos pelos responsáveis por cada um dos 30 tribunais de justiça ligados ao Banco Central via projeto G2G. Eles podiam afirmar que o projeto G2G tinha piorado grandemente o capital específico (–2); piorado (–1); sido neutro (0); melho- rado (+1); melhorado grandemente o capital específico (+2). Depois disso, verificou-se a existência de outliers relativos à variação de cada capital. O limite de três desvios-padrão em relação à media foi adotado para classificar um valor como outlier (Hair, 1998:65). Se o escore de uma variação de capital fosse descartado, ele seria substituído pela média dos escores remanescentes desse específico capital (imputation), para não prejudicar a linha inteira da matriz de dados (Kline, 1998:75).
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Capital intelectual:

Capital intelectual:

A presente pesquisa foi de suma importância para que se fosse constatada a relevância do Capital Intelectual nas organizações. Diante de diversos posicionamentos literários, Thomas Stewart, por ser pioneiro nessa temática, foi o autor mais contributivo para este trabalho, pois sua abordagem sobre o tema é mais específica, prática e objetiva, facilitando o entendimento da participação desse ativo nas entidades. Não obstante, a vasta literatura pesquisada, influenciada pelo pioneirismo de Stewart, corrobora o investimento no Patrimônio Intelectual, na contemporaneidade, como facilitador e fortalecedor da competitividade empresarial. Muito embora a Contabilidade ainda não considere um método oficial para mensuração dos ativos intelectuais da organização, a perspectiva é de que, tendo em vista o grande valor desse ativo, a própria globalização da economia seja responsável por pressioná-la a tornar o Capital Intelectual parte integrante das demonstrações contábeis.
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O valor do capital intelectual das empresas portuguesas

O valor do capital intelectual das empresas portuguesas

Actualmente não existem políticas contabilísticas geralmente aceites, quer a nível nacional quer a nível internacional, para a apresentação do capital intelectual. Ao longo de décadas diferentes modelos e medidas de capital intelectual foram desenvolvidos pelos académicos, grupos de investigação, profissionais e organizações. Entre outros podem ser identificados o Balanced Scorecard (Kaplan e Norton, 1992), Technology Broker (Brooking, 1996), Skandia Navigator (Edvinsson e Malone, 1997), Intangible Assets Monitor (Sveiby, 1997) e o Value Added Intellectual Coefficient (VAIC™) (Pulic, 2000).
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O tratamento contábil do capital intelectual em empresas com valor de mercado superior ao valor contábil.

O tratamento contábil do capital intelectual em empresas com valor de mercado superior ao valor contábil.

Este artigo tem por objetivo sintetizar o resultado da pesquisa sobre o tratamento contábil que é apli- cado ao capital intelectual, sob a ótica do processo de gestão, representado pelos conceitos e técnicas que são utilizados e que dão suporte à ação da admi- nistração, em empresas com valor de mercado supe- rior ao valor contábil. Para atingir este propósito, o artigo consubstancia-se em uma pesquisa realizada em duas empresas de capital aberto, de Santa Catarina, que apresentam valor de mercado, consi- derado o valor das ações superior ao seu valor contábil. Observou-se que, embora as empresas pesquisadas possuam todas as características das organizações voltadas ao conhecimento e domínio tecnológico, o tratamento contábil do capital intelec- tual é algo ainda muito incipiente, e que, os critérios utilizados para mensurar, registrar e evidenciar as in- formações referentes ao capital humano, capital es- trutural e capital de clientes, com vistas ao processo de gestão, é algo que ainda carece de uma sistema- tização, para que se possa refletir, por meio das de- monstrações contábeis, alguma posição nesse sen- tido. Concluiu-se que as empresas pesquisadas, mes- mo não possuindo as informações sistematizadas sobre as iniciativas de mensuração do capital inte- lectual, têm consciência da sua importância. No en- tanto, para que os gestores desses empreendimen- tos possam, efetivamente, utilizá-las como um dife- rencial competitivo no processo de gestão, as infor- mações sistematizadas sobre o capital intelectual devem fazer parte dos relatórios gerados para a to- mada de decisões.
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Geração e gestão do valor por meio de métricas baseadas nas perspectivas do capital intelectual.

Geração e gestão do valor por meio de métricas baseadas nas perspectivas do capital intelectual.

No presente estudo, tomou-se como ponto de partida pesquisa em que se discutem possibilidades de as empresas alcançarem valor superior com base no alinhamento estratégico, na gestão do capital intelectual e na adoção do Balanced Scorecard (BSC). Investigou- -se a associação entre a geração de valor e os componentes do capital intelectual segundo preceitos, entre outros, de Stewart (1999; 2001) M’Pherson e Pike (2001) e Kaplan e Norton (2004), além de trazer à tona a questão da implementação e extensão da utiliza- ção do Balanced Scorecard. As proxies empregadas para caracte- rizar geração de valor foram a média do price-to-book value (razão entre o valor de mercado e o valor patrimonial) e o retorno médio das ações no período estudado. Para caracterizar os componentes do capital intelectual, adotaram-se índices computados a partir da percepção de executivos de topo responsáveis por processos corporativos de planejamento e controle, com base na revisão de literatura e com base em procedimento de fatoração. O estudo utilizou testes não paramétricos para identiicar se há evidências de diferente apreciação e retorno no mercado acionário para seg- mentos homogêneos de empresas com peris diferenciados quanto aos índices de capital intelectual. Os resultados mostraram-se conclusivos e signiicantes – em reforço à proposição de sintonia entre a percepção do valor sob o enfoque do mercado de capitais e a percepção da performance em múltiplas perspectivas por parte de gestores. Quanto à adoção do BSC, foram identiicados indícios de interferência favorável à performance nas empresas classiicadas como de melhores padrões de geração de valor.
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Gestão do capital intelectual: A nova vantagem competitiva das organizações

Gestão do capital intelectual: A nova vantagem competitiva das organizações

Concluindo, a incorporação de conhecimento e a inovação, são, actualmente, as fontes de vantagem competitiva de qualquer organização e dado que a criação de valor nas organizações já não se centra nos processos típicos, mas na gestão do saber, utilizando redes e novas tecnologias, acreditamos que a criação de um Modelo de Certificação/Acreditação do capital intelectual, representará um passo significativo na melhoria da performance organizacional, sendo por isso um elemento fundamental na geração de vantagens competitivas, particularmente para as pequenas empresas.
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Capital intelectual : uma análise exploratória

Capital intelectual : uma análise exploratória

Em condições normais, o valor de mercado supera o patrimonial por diversos motivos: expectativas de bom desempenho futuro da empresa e/ou do seu sector; activos subavaliados na contabilidade (imobilizado não reavaliado, goodwill não registado); passivos sobreavaliados, entre outros. Um índice de M/B 1,25, por exemplo, significa que, por alguma razão, o mercado reflecte expectativas favoráveis em relação à organização (actualmente estão em evidência as organizações que actuam com alta tecnologia, as ligadas à Internet, entre outras, as quais reflectem expectativas bastante optimistas em mercados de capitais dos países desenvolvidos). Por outro lado, um índice de 0,75 expressa uma reacção desfavorável quanto à sociedade, inclusive derivada de possíveis passivos subavaliados (por exemplo, provisões para riscos e encargos não contabilizadas) ou activos sobreavaliados.
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VANESSA KREPSKY DE MELO

VANESSA KREPSKY DE MELO

organizações gerenciam o seu capital intelectual. EDIVINSSON, Leif; MALONE, Michael S. Capital intelectual: descobrindo o valor real de sua empresa pela identificação de seus valores[r]

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A indústria de private equity e venture capital: 1° censo brasileiro

A indústria de private equity e venture capital: 1° censo brasileiro

O primeiro grande ciclo da indústria de private equity e venture capital no Brasil começou com a abertura e estabilização econômica no início dos anos 90 e teve a sua conclusão marcada pela primeira leva de IPOs de empresas investidas de PE/VC nos anos de 2004 e 2005. Ao final de 2005, o PE/VC estava definitivamente estabelecido no país. No entanto, não se dispunha de informações sistematizadas e confiáveis sobre esta indústria. Neste contexto, este trabalho vem oferecer uma primeira fotografia da estrutura do PE/VC no Brasil: características dos seus participantes (organizações gestoras, investidores, veículos de investimento e empresas investidas), práticas correntes e governança. O Primeiro Censo Brasileiro da Indústria de Private Equity e Venture Capital é resultado de aproximadamente dois anos de trabalho. Sua semente surgiu no dia em que Leonardo Ribeiro entrou em meu escritório e pediu-me que o orientasse em uma dissertação de mestrado sobre venture capital. Era a chance de retomar um projeto antigo de criar informações sistematizadas sobre a indústria aos moldes do que existia nos Estados Unidos. A meta desta parceria era modesta: produzir alguns artigos acadêmicos e uma dissertação de mestrado. Foram vários meses dedicados à confecção de dois questionários que serviram de base para a coleta de dados. Conhecedores da notória dificuldade no acesso a dados das organizações gestoras, ficaríamos contentes com a resposta de 35 delas.
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A crise estrutural do capital — Outubro Revista

A crise estrutural do capital — Outubro Revista

14 - outubro próprio sistema como inexoravelmente global e desenfreado. Assim, o perdi- do “Estado do sistema do capital” como tal, demonstra a incapacidade do capital para atingir a lógica objetiva da irrefreabilidade do sistema em suas últimas conseqüências. É esta circunstância que deve colocar as expectativas otimistas de “globalização” sob a sombra de sua deplorável falência, sem remover, entretanto, o próprio problema — nomeadamente, a necessidade de uma verdadeira integração global dos intercâmbios reprodutivos da humani- dade — para o qual somente uma solução socialista pode ser considerada. Pois, sem uma solução socialista, os necessariamente crescentes antagonis- mos fatais e confrontos hegemônicos pelos mercados exigidos entre princi- pais poderes concorrentes — como, por exemplo, para tomar apenas um, dentro de duas ou três décadas a economia chinesa (mesmo a sua presente taxa de crescimento) deverá ultrapassar largamente a força econômica dos Estados Unidos, com um potencial militar para lhes fazer frente — pode re- sultar, apenas, em uma catastrófica ameaça à sobrevivência da humanidade. A crise estrutural do capital é a séria manifestação do encontro do siste- ma com seus próprios limites intrínsecos. A adaptabilidade deste modo de con- trole do metabolismo social pode ir tão longe quanto a “ajuda externa” compa- tível com suas determinações sistemáticas permita fazê-lo. O próprio fato de que a necessidade desta “ajuda externa” aflore — e, apesar de toda a mitologia em contrário, continue a crescer durante todo o século XX — foi sempre um indicativo de que algo diferente da normalidade da extração e apropriação eco- nômica do sobretrabalho pelo capital tinha que ser introduzido para conter as graves “disfunções” do sistema. E, durante a maior parte de nosso século, o capital pôde tolerar as doses do remédio ministradas e nos poucos “países capi- talistas avançados” — mas somente neles — pôde até mesmo celebrar a fase mais obviamente bem sucedida de expansão do desenvolvimento durante o intervencionismo estatal keynesiano das décadas do pós-guerra.
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APLICAÇÃO EM DATA MINING UTILIZANDO A TEORIA DOS CONJUNTOS APROXIMATIVOS PARA GERAÇÃO DO CAPITAL INTELECTUAL NAS ORGANIZAÇÕES

APLICAÇÃO EM DATA MINING UTILIZANDO A TEORIA DOS CONJUNTOS APROXIMATIVOS PARA GERAÇÃO DO CAPITAL INTELECTUAL NAS ORGANIZAÇÕES

para as organizações, desde o momento em que ocorreu a troca de uma economia industrial para uma economia global extremamente competitiva. Diante disto, a gestão do conhecimento surge como uma metodologia de gerenciamento que vai além do simples processo de inovação, determinando a vantagem competitiva de uma organização. O principal objetivo na gestão do conhecimento para as organizações é obter alguma vantagem competitiva sobre seus concorrentes inovando seus produtos, serviços e processos. Visando facilitar a adaptação das organizações frente às mudanças provocadas pela globalização das economias e o conseqüente acúmulo de dados armazenados por estas organizações, o presente trabalho apresenta o emprego de uma arquitetura de gerenciamento do conhecimento com o uso de data mining aliado à teoria dos conjuntos aproximativos para proporcionar às organizações mais agilidade e conseqüentemente uma melhor competitividade. Este trabalho apresenta a especificação e desenvolvimento de uma ferramenta em ambiente web para o gerenciamento de capital intelectual. Dentro deste processo, o sistema possibilita o levantamento do capital intelectual existente na organização, bem como conhecer quais os seus profissionais que estão mais preparados para enfrentar o mercado.
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Mundialização: o capital financeiro no comando — Outubro Revista

Mundialização: o capital financeiro no comando — Outubro Revista

Os investidores institucionais são os verdadeiros mestres do capita- lismo contemporâneo mas eles preferem a discrição. Enquanto os adminis- tradores de fundos de investimento financeiro permanecem quase comple- tamente na sombra, são portanto os grupos industriais que, junto aos gover- nos, são constantemente visados. Eles estão na primeira fila, na luta contra as classes e as camadas que precisam explorar. Nisso há razões essenciais. É na difusão mundial de seus produtos (Coca Cola, Nike, McDonald‘s...) que repousa a dominação econômica e política do capitalismo no aspecto tão decisivo do “imaginário” deste “capital simbólico” cuja vitória permite dominações de outro modo constrangedoras. Isso é acrescido pela amplitu- de dos recursos da publicidade que é exigida pelo estreiteza relativa do mer- cado, mesmo “mundial”, e a rivalidade entre eles quase sempre feroz. O fetichismo das finanças, por outro lado, é operante apenas na medida em que os portadores de crédito sobre a atividade de outrem vêem a realidade conformar-se à miragem da “autovalorização” dos investimentos financei- ros. Portanto, é preciso que haja produção de riquezas, mesmo que as fi- nanças minem, dia após dia, os alicerces. É sobre os grupos industriais que repousa a organização das atividades de valorização do capital na indústria, os serviços, o setor energético e a grande agricultura, da qual depende, tanto a existência material das sociedades nas quais os camponeses e artesãos foram quase completamente destruídos, quanto a extração da mais-valia destinada a passar para as mãos dos capitais financeiros.
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Universidade Presbiteriana Mackenzie Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas

Universidade Presbiteriana Mackenzie Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas

No início dos anos oitenta, executivos, consultores e acadêmicos de todos o mundo, progressivamente perceberam que os ativos intangíveis de uma empresa, seu “Capital Intelectual”,conforme Sullivan (2000, p.13) “era, com frequência, o principal determinante dos lucros de uma empresa”. Segundo tal autor essas impressões foram confirmadas por Hiroyuki Hitami com empresas japonesas ao analisar performance e ativos intangíveis. Em 1986, Karl-Erik Sveiby 7 publicava The Knowledge Company, uma frase que poderia ser livremente traduzida como “a empresa do conhecimento”. Tanto para Sveiby (2000) como para Roos et al. (1997) o “Capital Intelectual” é um recurso estratégico. Para esses autores é algo que requer igual, se não, maior atenção do que a do Capital Financeiro, forçando os administradores a mudarem a sua visão do mundo, dadas as dificuldades e peculiaridades do seu tratamento como ativo estratégico, devido aos efeitos do fator tempo e intangibilidade. Dada a crescente importância dos intangíveis para o valor dos negócios autores têm retomado a idéia do Capital Intelectual, buscando uma melhor compreensão da Criação de Valor da empresa pela empresa. Conforme Bontis e Choo (2002, p.7):
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Gestão do capital intelectual

Gestão do capital intelectual

É importante neste ponto referir que, no sentido prático, verifica-se uma fragmentação dos métodos de gestão dos recursos humanos a diferentes níveis, consoante se considerem, por um lado, os colaboradores de uma determinada empresa como elementos centrais e fulcrais ao desenvolvimento das core competencies de uma dita organização, onde se verifica um maior investimento segundo uma politica de gestão que visa potenciar os conhecimentos e competências deste segmento central dos recursos humanos, ou se, por outro lado, são colaboradores de “menor importância”, i.e., trabalhadores cujas competências genéricas perfazem tarefas dissociadas das principais ações de valor da organização, e por consequência, são inseridos num modelo de gestão mais tradicional, sendo de todo ou parcialmente excluídos dos processos acima referidos, a qual doutra forma iria pressupor um desenvolvimento pessoal e profissional igualitário, que não ocorre.
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Instrumentos financeiros patrimoniais previstos na legislação societária brasileira...

Instrumentos financeiros patrimoniais previstos na legislação societária brasileira...

A Lei 11.638/07 foi um marco importante para a contabilidade brasileira, especialmente em seu Art. 5º, ao permitir aos reguladores, incluindo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Central do Brasil (BCB), dentre outros, firmar convênio com entidade especializada na emissão de princípios, normas e padrões de contabilidade e de auditoria, para adotar, no todo ou em parte, seus pronunciamentos e demais orientações técnicas emitidas. Com essa alteração, a contabilidade brasileira ficou mais livre para se modernizar e, principalmente, adotar as Normas Internacionais de Relatório Financeiro. O problema é que a evolução da contabilidade brasileira, com essas alterações na Lei das S.A., foi acelerada a ponto de não dar tempo de acertar alguns aspectos da legislação societária e dar a direção a certos tratamentos e lançamentos contábeis, especialmente no que diz respeito às contas relacionadas ao patrimônio líquido, incluindo o capital social e os direitos das ações e outros títulos patrimoniais previstos na legislação societária brasileira.
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O possível e o necessário: as estratégias das esquerdas — Outubro Revista

O possível e o necessário: as estratégias das esquerdas — Outubro Revista

Não há, evidentemente, modelos prontos e acabados para tal. Várias possibilidades estão hoje colocadas para nós desde a construção de um fórum dos companheiros da esquerda combativa, independente da forma partidária, até mesmo a construção de uma nova forma partidária que unifique esse campo. A necessária reconstrução das formas sindicais para uma efetiva perspectiva classista, comunista é uma tarefa inadiável. Com a radicalização da conjun- tura está no horizonte a possibilidade de se pensar um congresso de lideran- ças sindicais combativas, dos companheiros que se colocam no campo parti- dário de forma intransigente em defesa do comunismo, dos sem-terra, dos desempregados, dos sem-teto, etc., para construir uma manifestação orgâni- ca dessas classes na constituição de um projeto que coloque a superação da Ordem do Capital. Trata-se de um projeto que reivindique os elementos ne- cessários à liberdade tais como a questão do controle social dos meios de
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A subordinação do trabalho docente à lógica do capital — Outubro Revista

A subordinação do trabalho docente à lógica do capital — Outubro Revista

A organização do sistema capitalista ainda, que pressuponha a satisfação de necessidades para a sobrevivência, o faz com critério de classe, onde o interes- se maior, que subordina todos os outros, é a acumulação do capital pelo burguês. Assim sendo, a organização do trabalho nas sociedades segue esta regra. E por mais distante que isso possa parecer estar de um docente univer- sitário, sua autonomia para manter a indissociabilidade entre execução e con- cepção é limitada, na medida em que se verifica, por exemplo, uma centrali- zação nacional de currículos; uma educação voltada para os interesses do mercado; o cerceamento da pesquisa; a conformação de elites do saber com
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