Top PDF CARACTERIZAÇÃO FÍSICA E QUÍMICA DOS FRUTOS DE ARAÇÁ-PERA (Psidium acutangulumD.C.).

CARACTERIZAÇÃO FÍSICA E QUÍMICA DOS FRUTOS DE ARAÇÁ-PERA (Psidium acutangulumD.C.).

CARACTERIZAÇÃO FÍSICA E QUÍMICA DOS FRUTOS DE ARAÇÁ-PERA (Psidium acutangulumD.C.).

Dado o recente interesse para aproveitamento industrial dos frutos nativos da Amazônia e a falta de conhecimento de seus atributos de qualidade para a industrialização, procurou-se [r]

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Caracterização física e físico-química de frutos de cajá-umbu (Spondias spp.).

Caracterização física e físico-química de frutos de cajá-umbu (Spondias spp.).

Este trabalho teve como objetivo efetuar a caracterização física e físico-química de frutos de genótipos de cajá-umbu (Spondias spp.) cultivados sob as condições climáticas da Zona da Mata de Pernambuco, visando identificar materiais promissores para uso comercial e para trabalhos de melhoramento genético. Frutos de cajá-umbu provenientes da coleção de germoplasma instalada na Estação Experimental de Itambé-PE foram submetidos às determinações de peso de fruto (PF), peso da semente (PS), rendimento de polpa (RP), relação entre os diâmetros longitudinal e transversal do fruto (relação DL/DT), pH, sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT) e relação SST/ATT. Constatou-se que o PF e o PS apresentaram variação significativa sem, contudo, haver diferença no RP e na relação DL/DT dos frutos. A análise dos dados revelou haver diferença estatisticamente significativa entre os valores de pH, SST, ATT e SST/ATT dos frutos dos genótipos. Todos os genótipos reúnem características físicas exigidas pelas indústrias de processamento. No que se refere à relação SST/ATT, os genótipos 6; 10; 19; 21; 23 e 27 apresentaram os melhores resultados. Palavras-chave: cajá-umbu, Spondias spp., germoplasma.
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Caracterização física e química de frutos de cajazeira.

Caracterização física e química de frutos de cajazeira.

RESUMO – A caracterização física e química de frutos de cajazeiras (Spondias mombin L.) foi realizada visando a selecionar matrizes promissoras para o aproveitamento em modelos agroindustriais. Os frutos maduros de quatorze plantas nativas adultas, localizadas em Teresina - PI, foram analisados no Núcleo de Estudos, Pesquisa e Processamento de Alimentos da Universidade Federal do Piauí, obedecendo ao delineamento inteiramente casualizado, com 20 repetições. Os caracteres avaliados mostraram os seguintes valores médios e variação: peso do fruto, 9,9 g, 5,7 a 16,5 g; comprimento do fruto, 33,7 mm, 29,5 a 39,8 mm; diâmetro do fruto, 23,5 mm, 18,3 a 26,8 mm; rendimento de polpa, 72,6%, 69,7 a 77,5%; relação sólidos solúveis/acidez titulável, 10,5; 4,9 a 16,71, respectivamente. A variabilidade apresentada para todos os caracteres estudados possibilita a seleção de matrizes promissoras para implantação de pomares comerciais, destacando-se os genótipos ZLU1, ELD1, ZLI1, ZLI2 e ZLI3, cujos frutos apresentam caracteres desejáveis para o aproveitamento industrial.
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Caracterização física e físico-química de frutos de mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) no oeste da Bahia.

Caracterização física e físico-química de frutos de mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) no oeste da Bahia.

Comparada a outras frutas nativas do Nordeste, a mangaba é utilizada pela agricultura destacando-se no bioma Cerrado pelo aproveitamento alimentar. Com este trabalho objetivou-se avaliar a caracterização física e físico- química de frutos de mangabeira da região Oeste da Bahia. Foram amostrados 300 frutos de dez matrizes, coletados em uma área dos municípios de Angical, Barreiras e São Desidério e conduzidos ao Laboratório de Sementes da UNEB. Foram considerados, para as avaliações físicas, os diâmetros longitudinal e transversal do fruto; o peso do fruto; peso total de semente por fruto; peso de polpa e casca; rendimento de polpa e casca; já para as avaliações físico-químicas a polpa dos frutos foi submetida às determinações do pH; do teor de sólidos solúveis (SS); acidez titulável (AT) e o ratio. Para as variáveis diâmetro longitudinal e transversal, peso de polpa e casca, peso de sementes, peso de fruto e rendimento de polpa e casca as médias foram, respectivamente, 32,34 e 31,87 mm, 14,77, 2,40 e 17,17 g e 85,93% porém no que se refere ao pH, SS, AT e ratio (SS/AT), as médias foram 3,93, 17,04° Brix, 0,98 e 18,62 cujos resultados indicaram que há diferença estatística signiicativa entre todas as variáveis avaliadas.
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Repositório Institucional da UFPA: Caracterização física, química e nutricional dos frutos da Aninga

Repositório Institucional da UFPA: Caracterização física, química e nutricional dos frutos da Aninga

RESUMO - Montrichardia linifera, conhecida popularmente como aninga, pertence à família Araceae e forma grandes populações às margens dos rios e igarapés da Amazônia, principal- mente de águas brancas (barrentas). Seus frutos fazem parte da dieta alimentar de peixes, tartarugas e de grandes herbívoros, como peixe-boi e búfalo, havendo, portanto, a hipótese de seu aproveitamento na nutrição animal. Entretanto, apesar de sua vasta distribuição na paisagem amazônica, não existem dados na literatura sobre a composição nutricional desses frutos. Com os objetivos de avaliar o seu potencial nutricional e contribuir para o conhecimento dessa espécie, foi realizada, neste trabalho, a caracterização física, química e nutricional dos frutos. A infrutescência pesa em média 500 g, com um conjunto de aproximadamente 80 frutos. O seu valor nutritivo se resume, basicamente, ao seu valor energético (≅ 350 kcal), devido principalmente ao teor de carboidratos (≅ 80%), possuindo baixo valor proteico (< 0,5%). As concentrações de manganês (≅ 1.800 mg kg -1 ) foram consideradas tóxicas, extrapolando o
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Caracterização física, química e nutricional dos frutos da Aninga.

Caracterização física, química e nutricional dos frutos da Aninga.

RESUMO - Montrichardia linifera, conhecida popularmente como aninga, pertence à família Araceae e forma grandes populações às margens dos rios e igarapés da Amazônia, principal- mente de águas brancas (barrentas). Seus frutos fazem parte da dieta alimentar de peixes, tartarugas e de grandes herbívoros, como peixe-boi e búfalo, havendo, portanto, a hipótese de seu aproveitamento na nutrição animal. Entretanto, apesar de sua vasta distribuição na paisagem amazônica, não existem dados na literatura sobre a composição nutricional desses frutos. Com os objetivos de avaliar o seu potencial nutricional e contribuir para o conhecimento dessa espécie, foi realizada, neste trabalho, a caracterização física, química e nutricional dos frutos. A infrutescência pesa em média 500 g, com um conjunto de aproximadamente 80 frutos. O seu valor nutritivo se resume, basicamente, ao seu valor energético (≅ 350 kcal), devido principalmente ao teor de carboidratos (≅ 80%), possuindo baixo valor proteico (< 0,5%). As concentrações de manganês (≅ 1.800 mg kg -1 ) foram consideradas tóxicas, extrapolando o
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Caracterização física e físico-química de frutos de duas variedades de tamarilho oriundas do Norte de Minas Gerais.

Caracterização física e físico-química de frutos de duas variedades de tamarilho oriundas do Norte de Minas Gerais.

no Brasil, o potencial nutricional, as formas de aproveitamento e estudos cientíicos sobre as culti- vares de tamarilho são escassos ou pouco difundidos. indo ao encontro desta lacuna, buscou-se, no presente trabalho, avaliar a composição centesimal e realizar a caracterização física e físico-química de frutos de duas variedades de tamarilho oriundos da região dos Vales do Jequitinhonha, no norte de minas Gerais.

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Caracterização física e química de frutos de abacate visando a seu potencial para extração de óleo.

Caracterização física e química de frutos de abacate visando a seu potencial para extração de óleo.

RESUMO - Vinte e quatro variedades de abacate provenientes da coleção de abacateiros, situada no Núcleo Experimental de Campinas e pertencente ao Centro de Fruticultura do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), foram analisadas quanto às proporções dos componentes dos frutos (polpa, casca e caroço) e quanto aos teores de lipídeos e umidade da polpa fresca. Determinaram-se, na maioria das variedades, o perfil de ácidos graxos dos óleos extraídos da polpa e, em algumas das variedades, a composição química dos caroços dos frutos. As variedades mais indicadas para serem cultivadas, visando à utilização industrial dos frutos para a extração de óleo, baseando-se nos teores de lipídeos encontrados na polpa fresca e estabelecidos acima de 18%, foram: Anaheim, Carlsbad, Collinson, Fuerte, Glória, Hass, Itzamna, Mayapan, Ouro Verde e Wagner. O período de colheita dessas variedades estendeu-se por sete meses, iniciando em maio e terminando em novembro. Houve correlações lineares negativas, altamente significativas, entre as proporções de polpa com caroço e casca dos frutos, entre os teores de umidade e lipídeos nas polpas e entre os teores de umidade e amido nos caroços dos frutos. Ocorreram grandes variações na composição de ácidos graxos constituintes do óleo das polpas e na composição química das sementes.
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Caracterização física e físico-química de frutos de diferentes genótipos de bacurizeiro (Platonia insignis Mart.).

Caracterização física e físico-química de frutos de diferentes genótipos de bacurizeiro (Platonia insignis Mart.).

O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade de frutos de diferentes genótipos de bacurizeiro provenientes do Estado do Piauí, região Meio Norte do Brasil. Frutos maduros foram colhidos de 17 genótipos diretamente do solo, conduzidos à Embrapa Meio Norte, Teresina - PI, onde foram realizadas análises físicas de peso total, comprimento, diâmetro, rendimento de polpa e número de sementes. A polpa foi extraída de cada genótipo, dividida em três lotes iguais, onde cada lote representou uma repetição, foi acondicionada em sacos plásticos, homogeneizada, congelada a –20 °C e transportada via terrestre, sob refrigeração, para o Laboratório de Fisiologia e Tecnologia Pós-colheita da Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza - CE, onde foram realizadas as análises físico-químicas de sólidos solúveis, acidez, pH e relação SST/ATT. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado (DIC) pelo teste de Tukey a 5%, quando foi constatada a significância pelo teste F. Os genótipos apresentaram diferenças significativas (p < 0,05) para todas as análises realizadas. Para o consumo in natura, destacaram-se as matrizes M6, M14, M22 e M23, por apresentarem características de um bom rendimento de polpa e teores de SST e relação SST/ATT superiores às demais matrizes. Em relação ao rendimento industrial, os maiores foram observados para as matrizes M5, M14 e M21, considerando-se as características de percentagem de polpa e SST superiores à média desse estudo.
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Caracterização física e química de frutos de três tipos de gravioleira (Annona muricata L.).

Caracterização física e química de frutos de três tipos de gravioleira (Annona muricata L.).

Observou-se que, por ocasião da colheita, os frutos do tipo ‘Lisa’ apresentavam coloração verde-clara brilhante e acúleos incipientes, enquanto os frutos dos tipos ‘Morada’ e ‘Comum’ apresentaram colora- ção verde-clara brilhante e acúleos proeminentes (Figura 1). Os resulta- dos das características físicas são apresentados na Tabela 1, onde se observa que, pelo teste adotado (SNK a 5% de probabilidade), não fo- ram detectadas diferenças entre os frutos quanto ao peso; entretanto, o alto valor do CV (27,7%) pode ser indicativo da interferência de fatores não controlados. Adicionalmente, o contraste (‘Morada’ vs. (‘Lisa’ + ‘Comum’) mostrou-se significativo a 5,6% de probabilidade e, mantendo o teste padrão adotado (SNK), foi detectada diferença entre os mesmos, considerando um erro igual ou superior a 6,7% de probabilidade. Os valores do peso médio dos frutos analisados neste trabalho são bastan- te superiores aos citados por Castro et al. (1984), Bora et al. (1987), Cardoso et al. (1989), Bosco et al. (1996) e Livera & Guerra (1996), os quais citam graviolas de 0,4kg a 1,7kg de variedades não identificadas, porém são próximos aos valores citados por Silva & Souza (1999), os quais relatam peso médio de 2,8kg para frutos de ‘Morada’ e ‘Lisa’. Tal diferença, em relação aos frutos de variedades não identificadas, pode ser explicada pelo fato de os frutos avaliados neste trabalho terem sido oriundos de plantas selecionadas para frutos grandes, inclusive o tipo ‘Comum’. Além disso, as flores foram polinizadas manualmente e os respectivos frutos protegidos contra broca-da-semente e broca-do-fru- to. A polinização manual aliada à proteção permitiu que os frutos apre- sentassem um completo e uniforme desenvolvimento, embora o tama- nho final seja inerente, principalmente ao patrimônio genético, vigor da planta, número de frutos em desenvolvimento na planta e localização do fruto no ramo. De acordo com Torres & Sanches (1995), na graviola, as sementes variam de poucas até mais de 200 por fruto, envoltas pela polpa, geralmente cada uma dentro de um carpelo. Ainda que o desen- volvimento do fruto seja muito variável por causas varietais e ambientais, este é afetado pela quantidade de pistilos fecundados, aumentando o seu tamanho e melhorando a sua forma.
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Caracterização física e química de frutos de mamey

Caracterização física e química de frutos de mamey

RESUMO – O mamey (Pouteria sapota) é originário do México e América Central, sendo comum em Cuba, Norte da América do Sul e nas Índias Ocidentais. Porém somente após sua introdução na Flórida passou a ser mais conhecido e procurado, principalmente pelos latino-americanos. Para diversas fruteiras, a distinção entre variedades pode ser realizada com base em características dos frutos, permitindo a diferenciação dessas plantas. Diante disso, realizou-se o presente trabalho, verificando a possibilidade da distinção de plantas de mamey pertencentes à coleção do Banco Ativo de Germoplama, da FCAV, Câmpus de Jaboticabal-SP, através de características físicas e químicas dos frutos. Foram avaliadas: massa (g), comprimento (cm), diâmetro (cm), rendimento de polpa (%), acidez titulável (AT), sólidos solúveis (SS), ácido ascórbico (AA), pH e relação sólidos solúveis/acidez titulável de frutos de treze plantas de mamey. Com base nos resultados obtidos, pode-se concluir que existem diferenças significativas para todas as variáveis avaliadas entre as diferentes plantas de mamey, possibilitando a seleção de matrizes promissoras, para implantação de pomares comerciais.
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Caracterização física, química e bioquímica do mesocarpo interno de frutos do pequizeiro colhidos em diferentes estádios de desenvolvimento.

Caracterização física, química e bioquímica do mesocarpo interno de frutos do pequizeiro colhidos em diferentes estádios de desenvolvimento.

tamanho, cor da casca, ausência de injúrias e avaliados quanto à fi rmeza da polpa, teores de beta-caroteno, de açúcares solúveis totais e de pectinas total e solúvel, assim como quanto à atividade das enzimas pectinametilesterase (PME), poligalacturonase (PG), peroxidase (POD) e polifenoloxidase (PPO). Verifi cou-se que, com o avanço dos dias, após a antese nos frutos do pequizeiro, ocorre a síntese do beta-caroteno e de açúcares solúveis totais, redução da fi rmeza, solubilização das pectinas, ausência de PME, diminuição na atividade da PG e aumento nas atividades da POD e da PPO na polpa.
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Caracterização física e química dos frutos nos diferentes quadrantes da planta e germinação de sementes do portaenxerto cítrico tangerineira ‘sunki’

Caracterização física e química dos frutos nos diferentes quadrantes da planta e germinação de sementes do portaenxerto cítrico tangerineira ‘sunki’

exposição ao sol apresentaram maior massa. No que diz respeito aos diâmetros longitudinal e transversal, as médias gerais foram 22,74 e 30,36 mm respectivamente (Tabela 1). Resultados superiores foram observados por Schinor et al. (2011), enquanto que Araujo e Salibe (2002) encontraram valores próximos aos deste trabalho. Para a relação entre os diâmetros longitudinal e equatorial dos frutos (DL/DE), observou-se uma média de 0,750, o que mostra a tendência por frutos mais achatados independente de sua localização na copa. Schinor et al. (2011), avaliando esta mesma característica em frutos de diferentes acessos de Tangerina ‘Sunki’, encontraram valores próximos aos encontrados neste trabalho.
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Caracterização física, físico-química e química de frutos de genótipos de cajazeiras.

Caracterização física, físico-química e química de frutos de genótipos de cajazeiras.

O teor de SST dos frutos variou de 7,07 a 14,00ºBrix, com média de 11,01ºBrix e um coeficiente de variação de 16,53% (Tabela 1). Alguns genótipos (LI01UB, LI02UB, AJ05UB, IS15UB e GR20UB) apresentaram níveis abaixo do mínimo exigido (9,00°Brix) pelo PIQ para polpa de cajá (Brasil, 1999). No entanto, a média (11,01°Brix) foi superior às relatadas por Oliveira et al. (1998, 1999, 2000) e Bastos et al. (1999) 8,10ºBrix, 8,74ºBrix, 9,39ºBrix e 7,67ºBrix, respectivamente, com polpas congeladas, porém, inferior à descrita por Aldrigue (1988), 11,30ºBrix, com polpa in natura. Des- tacam-se como os genótipos mais promissores MP03UB, MS11UB, WL14UB, JC17AM, GR21UB, GR22UB, TF28TN, TF29TN e TF30TN, por apresenta- rem valores acima de 12ºBrix. Apenas 16,66% dos genótipos estão fora do padrão de identidade e quali- dade de polpa de cajá do Ministério da Agricultura,
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Caracterização física e química de frutos de diferentes genótipos de bananeira.

Caracterização física e química de frutos de diferentes genótipos de bananeira.

A banana é uma fruta tropical muito apreciada, principalmente devido às suas características sensoriais e por ser fonte de nutrientes. Apesar da diversidade de variedades existentes no Brasil, poucas apresentam potencial para exploração comercial. Além das características agronômicas, a composição química das frutas é uma qualidade a ser considerada para a seleção de variedades. O objetivo do presente trabalho foi avaliar as características físicas e químicas de frutas de dez genótipos de bananeira do Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Os genótipos avaliados foram: ‘Pacovan’ e seus híbridos PV03-44 e PV03-76; ‘Prata Anã’ e seus híbridos ‘FHIA-18,’ ‘Pioneira’ e ‘Prata Graúda’; ‘Caipira’, ‘Nanica’ e ‘Thap Maeo’. As frutas foram analisadas quanto à massa, diâmetro, comprimento, pH, teores de sólidos solúveis totais (SST), umidade, pH, acidez total titulável (ATT), açúcares totais (AT), redutores (AR) e não redutores (ANR), amido e ácido ascórbico. A cultivar Pacovan, seus híbridos PV03-44 e PV03-76 e a cultivar Prata Anã apresentaram os maiores teores de SST, AT e AR, características relacionadas com a qualidade sensorial da banana, enquanto a maior relação SST/ATT foi observada na cultivar Caipira. O maior teor de ácido ascórbico foi observado na cultivar Prata Anã. A cultivar Thap Maeo apresentou o maior rendimento de polpa, parâmetro importante para a indústria de produtos concentrados e desidratados. Palavras-chave: Musa spp., cultivar, híbrido, composição, qualidade.
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Caracterização física, química e físico-química de physalis cultivada em casa de vegetação.

Caracterização física, química e físico-química de physalis cultivada em casa de vegetação.

apresentavam 15cm de comprimento, procedeu-se ao transplantio para vasos de plástico preto com capacidade para 4L, contendo o mesmo substrato utilizado na fase de germinação. Adotou-se o sistema de condução do tipo espaldeira com três fi os de arame galvanizado, sendo o primeiro fi o situado a 0,5m do solo, o segundo a 1,0m e o terceiro a 1,5m. O espaçamento foi de 1,5m entre plantas e 1,5m na linha. A colheita dos frutos iniciou-se 100 dias após o transplantio das mudas da bandeja para os vasos. A irrigação foi feita diariamente e não foi realizada adubação.

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Caracterização biométrica, física e química de frutos da palmeira bocaiuva Acrocomia aculeata (Jacq) Lodd.

Caracterização biométrica, física e química de frutos da palmeira bocaiuva Acrocomia aculeata (Jacq) Lodd.

Não obstante a umidade represente a conte- údo de água no alimento, a água pode apresentar-se ligada aos constituintes sólidos do alimento, não podendo ser removida ou utilizada para qualquer tipo de reação; ou pode encontrar-se disponível, favorecendo o crescimento de microrganismos e as reações físicas e químicas. O conhecimento da quantidade de água disponível no alimento (atividade de água) permite prever a estabilidade e a seguran- ça do alimento (RIBEIRO; SERAVALLI, 2007). Assim sendo, apesar de o teor de umidade da polpa da bocaiuva (51 a 52%) ser menor que a de frutos de outras palmeiras, a atividade de água da polpa é ainda elevada (0,90 a 0,95), podendo ser facilmente contaminada por microrganismos. A atividade de água das amostras de polpa de bocaiuva, de ambos os municípios (Tabela 2), mostrou diferenças signiica- tivas entre si, corroborando o teor de umidade obtido. Segundo Munhoz et al. (2007), a polpa de bocaiuva apresenta níveis de água disponíveis relativamente altos (a w de 0,957), o que vem de encontro com as
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CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E FÍSICA DE FRUTOS DE CURRIOLA, GABIROBA E MURICI PROVENIENTES DO CERRADO BRASILEIRO.

CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E FÍSICA DE FRUTOS DE CURRIOLA, GABIROBA E MURICI PROVENIENTES DO CERRADO BRASILEIRO.

RESUMO – O bioma Cerrado apresenta uma variedade de espécies frutíferas detentoras de características sensoriais peculiares pouco exploradas cientíica e comercialmente. Este trabalho teve como objetivo a caracterização química, física e nutricional dos frutos de curriola (Pouteria ramiflora), gabiroba (Campomanesia cambessedeana) e murici (Byrsonima verbascifolia), nativos do Cerrado brasileiro. A gabiroba apresentou elevada quantidade de vitamina C (383,33 mg/100g), bem como uma proporção signiicativa de polpa (81,52%). Por sua vez, a curriola apresentou teores consideráveis de ibra bruta (8,18%), enquanto o murici apresentou uma quantidade considerável de pectina (746,81 mg/100g), lipídeos (2,31%) e um expressivo potencial antioxidante (56 mg DPPH/g fruto). Desta forma, os resultados obtidos servem como base para pesquisas futuras no sentido da comprovação da presença de compostos bioativos e elaboração de produtos visando à agregação de valor aos frutos.
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Biofortificação de pera Rocha em cálcio: itinerário técnico para a produção e caracterização química

Biofortificação de pera Rocha em cálcio: itinerário técnico para a produção e caracterização química

Devido às suas características gerais, a pêra Rocha destaca-se ainda na indústria alimentar, podendo ser utilizada para a obtenção de sumos, batidos, néctares, licores, doces ou compotas, bolos, salada, fruta desidratada ou como acompanhamento de diversos pratos (ANP, 2019). No setor hortofrutícula, a indústria transformadora adquire um papel relevante, uma vez que labora com matérias- primas de origem perecível. Pode assim ocorrer um aproveitamento de frutos de menor calibre, após exclusão da comercialização em fresco, permitindo desta forma não só aumentar a diversidade da oferta de derivados de hortofrutícolas no mercado, como também, contribui para a diminuição do desperdício através do reaproveitamento, fator este com cada vez mais importante nos dias de hoje (Moraes, 2006). As polpas de fruta, podem assim ser um produto derivado facilmente consumido por pessoas de todas as faixas etárias, sendo por sua vez considerado de “mais prático” consumo no dia-a-dia. Definem- se como a “parte comestível de frutos inteiros, eventualmente descascados ou sem sementes, podendo apresentar-se cortada em rodelas ou esmagada, mas não reduzida a polme” (Decreto-lei 230/2003, de 27 de Setembro). Os polmes são semelhante às polpas, contudo são “reduzidas a polme por peneiração ou processo similar”, não apresentando assim pedaços (Decreto-lei 230/2003, de 27 de Setembro).
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Caracterização físico-química e avaliação sensorial dos frutos de bananeira

Caracterização físico-química e avaliação sensorial dos frutos de bananeira

Os frutos foram analisados até o ponto adequado para consumo, isto é, quando não apresentavam mais sabor adstringente. Para isso, pedaços dos frutos foram experimentados diariamente e também, antes de cada análise sensorial. Antes da avaliação sensorial por parte dos provadores, as amostras foram caracterizadas física e quimicamente, onde determinou-se a firmeza dos frutos sem casca, pH, sólidos solúveis (SS), e acidez titulável (AT). Avaliou-se a aceitação dos atributos aroma, sabor, textura, aparência e avaliação global da amostra. Para tal análise foi usou-se a escala hedônica de 9 pontos, com extremidades denominadas: desgostei muitíssimo (1) e gostei muitíssimo (9), conforme descrito por (MORAES, 1988). A cada análise, frutos de 3 genótipos foram servidos 1 rodela de cada genótipo por provador, cuja espessura era de aproximadamente 1,5 cm (evitando-se as extremidades dos dedos). Os testes senoriais foram realizados por uma equipe de 50 provadores não treinados.
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