Top PDF Chave ilustrada para as espécies de Piptochaetium Presl (Gramineae - Stipeae) do Brasil.

Chave ilustrada para as espécies de Piptochaetium Presl (Gramineae - Stipeae) do Brasil.

Chave ilustrada para as espécies de Piptochaetium Presl (Gramineae - Stipeae) do Brasil.

Ocorrência restrita ao Brasil, nos campos da região dos Aparados da Ser- ra Geral, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em altitudes de 1000 a 1400 metros.. Apresenta as glurn[r]

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Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

A chave analítica e as descrições da família e dos gêneros foram feitas com base nos dados morfológicos qualitativos e quantitativos de exemplares vivos e herborizados coletados no Rio Grande do Sul, bem como nas informações da bibliografi a disponível, incluindo trabalhos clássicos e as revisões mais re- centes. Para características importantes foram elaboradas ilus- trações relacionadas na chave. As coleções examinadas perten- cem a dez herbários indexados (BHCB, HAS, HASU, HURG, ICN, MPUC, PACA, PEL, SI e SMDB) e a três herbários não indexados [Herbário Balduíno Rambo (HERBARA); Herbário da Universidade de Caxias do Sul (HUCS) e Herbário Rogério Bueno (HUI)] até a data da consulta à base de dados eletrônicos do Index Herbariorum. Os espécimes coletados ao longo das onze expedições de coleta nas diferentes regiões fi siográfi cas do Rio Grande do Sul foram herborizados e posteriormente depositados no Herbário ICN, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. As descrições foram padronizadas, sendo que para cada gênero foram salientadas as características exclusi- vas. Aspectos importantes sobre distribuição geográfi ca foram mencionados para algumas espécies, sendo as regiões fi siográ- fi cas citadas de acordo com Fortes (1959). Neste trabalho foram consideradas a autonomia de Calibrachoa (Stehmann 1999) e também a inclusão de Cyphomandra (Bohs 1995) e Lycoper- sicon (Spooner et al. 1993) em Solanum. Salvo estas exceções, todos os outros gêneros constam em Hunziker (2001). A grafi a dos nomes dos autores segue Brummitt & Powell (1992) e as referências a Kissmann & Groth (2000) e Lorenzi & Souza (2001) foram feitas em virtude da boa qualidade das fotografi as de algumas espécies. A terminologia “fl or monoclina” foi usada de acordo com Cocucci & Mariath (1995).
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Chave de identificação ilustrada para os gêneros de Syrphinae (Diptera, Syrphidae) de ocorrência no sul do Brasil.

Chave de identificação ilustrada para os gêneros de Syrphinae (Diptera, Syrphidae) de ocorrência no sul do Brasil.

Apesar da riqueza e abundância de Syrphidae na Região Neotropical, a literatura sobre a família nessa Região é relativamente escassa. A identificação de espécimes pertencentes a Syrphidae e, em especial, à subfamília Syrphinae, torna-se muitas vezes difícil pelo fato desse grupo possuir grande variação morfológica entre as espécies de um mesmo gênero. Com o propósito de auxiliar a identificação do grupo é apresentada uma chave ilustrada para as subfamílias Eristalinae, Microdontinae e Syrphinae e para os gêneros de Syrphinae com ocorrência nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, região Sul do Brasil. Espécies de onze gêneros têm sido registradas para a região: Allograpta Osten Sacken, Argentinomyia Lynch Arribálzaga, Leucopodella Hull, Notosyrphus Vockeroth, Ocyptamus Macquart, Platycheirus Lepeletier & Serville, Pseudodoros Becker, Salpingogaster Schiner, Syrphus Fabricius, Toxomerus Macquart e Xanthandrus Verral.
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Chave ilustrada para identificação dos camarões dendrobranchiata do litoral norte do estado de São Paulo, Brasil

Chave ilustrada para identificação dos camarões dendrobranchiata do litoral norte do estado de São Paulo, Brasil

O presente estudo teve como objetivo a elaboração de uma chave de identificação ilustrada para diferenciar as espécies de camarões marinhos Dendrobranchiata, com ocorrência no litoral do Estado de São Paulo até a profundidade de 40m. As 13 espécies apresentadas neste trabalho foram obtidas mediante coletas mensais durante os anos de 1995 a 2000 na região de Ubatuba, SP . Nesta chave estão incluídas as espécies de interesse econômico, como os peneídeos Xiphopenaeus kroyeri, Farfantepenaeus brasiliensis, F. paulensis, Litopenaeus schmitti, Artemesia longinaris e o solenocerídeo Pleoticus muelleri. Além destas espécies, também foram adicionados os camarões que não são alvos das frotas pesqueiras, entre eles, Rimapenaeus constrictus, Acetes americanus, Peisos petrunkevitchi e os sicionídeos Sicyonia dorsalis, S. typica, S. laevigata e S. parri. A chave proposta servirá como uma ferramenta no auxílio da identificação dos camarões Dendrobranchiata, quer seja por pesquisadores ligados à área científica, como também por pessoas relacionadas aos órgãos responsáveis pelo controle da pesca, principalmente, na época do defeso.
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Chave ilustrada para identificação dos camarões dendrobranchiata do litoral norte do estado de São Paulo, Brasil.

Chave ilustrada para identificação dos camarões dendrobranchiata do litoral norte do estado de São Paulo, Brasil.

Todas as espécies foram coletadas ao longo do litoral norte do Estado de São Paulo, Brasil (23°26’S / 44°47’W e 23°55’S / 45°35’W), usando um barco camaroneiro equipado com redes do tipo “double rig”. Os arrastos foram realizados mensalmente desde 1995 até 2000. As amostras foram efetuadas ao longo de transectos localizados próximos às ilhas e aos costões rochosos, nas regiões de enseadas e

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Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. X. Estado do Acre (Diptera, Culicidae).

Lista das espécies e gêneros de Culicídeos encontrados nos estados do Brasil. X. Estado do Acre (Diptera, Culicidae).

R.; Deane, Μ. P. ­1947a. Chave ilustrada para a identi­ ficação de trinta e cinco espécies de anofelinos das regiões Nordestinas e Amazônica do Brasil pelos caractere's da fêmea, com no[r]

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Duas novas espécies de Lopesia Rübsaamen (Diptera, Cecidomyiidae) do Brasil, com chave para as espécies.

Duas novas espécies de Lopesia Rübsaamen (Diptera, Cecidomyiidae) do Brasil, com chave para as espécies.

Protium brasiliense (Spr.) Engl. (Burseraceae) tem ocorrência assinalada no Brasil, sendo comum em florestas e com alguns registros em restingas. Dois morfotipos de galhas foram previamente registra- dos nessa planta: 1) galha cônica em folha (Maia 2001, Figure 14, p. 593) e 2) enrolamento da borda foliar (Maia 2001, Figura 15, p. 593). Os indutores dessas galhas foram identificados, respectivamente, a nível de tribo (Cecidomyiidi) e subfamília (Cecidomyiinae). O indutor desse último morfotipo é uma espécie nova de Lopesia, que é descrita e ilustrada nesse artigo.
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Chave dicotômica ilustrada para a identificação de espécies de Thalassiosira Cleve (diatomácea) no estuário da Lagoa dos Patos e área costeira adjacente (Rio Grande do Sul, Brasil).

Chave dicotômica ilustrada para a identificação de espécies de Thalassiosira Cleve (diatomácea) no estuário da Lagoa dos Patos e área costeira adjacente (Rio Grande do Sul, Brasil).

Espécies de Thalassiosira (diatomáceas) são muito comuns no plâncton de ambientes estuarinos, costeiros e oceânicos. Além disto, as diatomáceas deste gênero ocorrem em alta densidade celular espe- cialmente em florações de primavera em sistemas temperados e em ambientes de ressurgência. Como importantes produtores primários, algumas espécies são amplamente utilizadas como alimento na aqui- cultura de animais marinhos, entretanto, também existem espécies com efeitos nocivos pela sua produção de mucilagem e formação de

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Chave de identificação ilustrada dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) do estado de São Paulo, Brasil.

Chave de identificação ilustrada dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) do estado de São Paulo, Brasil.

Flebotomíneos são insetos de importância médica, res- ponsáveis pela transmissão de parasitas do gênero Leish- mania entre humanos e animais não humanos, os quais são encontrados no estado de São Paulo, Brasil. A correta identificação das espécies envolvidas na transmissão de doenças é fundamental para elaboração de estratégias para o controle desses vetores. Para produzir uma cha- ve ilustrada para as 67 espécies de machos e 57 espécies de fêmeas de flebotomíneos registradas no estado de São Paulo, examinamos e ilustramos espécimes montados em lâminas de microscopia obtidos de coleções entomológicas.
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A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

dominante brasileira. O fato do desenvolvimento econômico brasileiro ter alicerces nas demandas do mercado externo e ter promovido uma crescente desigualdade social exigiu – com exceções de breves períodos históricos – uma permanente repressão aos movimentos sociais. Basta lembrar que no modelo de desenvolvimento econômico agro exportador (1500 -1930) foram quatro séculos de trabalho escravo. E depois da Abolição da Escravatura (1888), as condições de trabalho e de vida a que eram submetidos os camponeses pobres vindos da Europa em muito pouco se diferenciavam às do trabalho escravo. E, aos trabalhadores urbanos ,restavam a repressão policial, prisões, assassinatos e deportação aos seus países de origem. Não é sem razão que durante o período da República Oligárquica (1889-1930) a questão social foi tratada como caso de polícia. Mesmo o período de industrialização (1930-1980) ocorreu, na maior parte do tempo, sob regimes ditatoriais: entre a ditadura de Getúlio Vargas (1930-1945) e do regime militar (1964-1984), houve o governo de Gaspar Dutra (1946-1951) que se notabilizou pelas leis anti-greves, por combater o movimento sindical autônomo e ao colocar, mais uma vez, na ilegalidade o Partido Comunista do Brasil (PCB). É nesse cenário de repressão aos movimentos sociais que o Brasil completou seu ciclo de industrialização, se tornou uma das maiores potências capitalistas, mas aumentou sua dependência externa e a desigualdade social.
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Chave ilustrada para identificação das zoés de Brachyura do estuário da Lagoa dos Patos (RS) e região costeira adjacente.

Chave ilustrada para identificação das zoés de Brachyura do estuário da Lagoa dos Patos (RS) e região costeira adjacente.

Resumo: O objetivo do presente estudo é a elaboração de uma chave de identificação ilustrada das espécies de Brachyura que ocorrem no estuário da Lagoa dos Patos e sua região costeira adjacente. A chave abrange espécies as quais foram coletadas mensalmente, usando uma rede de plâncton (165 cm de comprimento, 60 cm de boca e 330 µm de malha). As amostragens foram realizadas na superfície e fundo. Os especimens foram identifcados mediante comparação com larvas cultivadas em laboratório e com descrições já existentes. A chave utiliza caracteres que não sofrem grandes transformações ao longo do desenvolvimento, e a utilização de figuras para ilustrar a chave permite a não especialistas facilmente identificar as espécies.
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RUBIACEAE NA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL NO SUL DE SANTA CATARINA

RUBIACEAE NA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL NO SUL DE SANTA CATARINA

Tabela 2 - Relação das espécies de Rubiáceas registradas para o sul do Estado de Santa Catarina, onde: CRI = espécies presentes no Herbário Pe. Dr. Raulino Reitz (CRI); FIC = espécies descritas na Flora Ilustrada Catarinense por Delprete; Smith; Klein (2004, 2005); demais autores com espécies relacionadas nos trabalhos realizados na região sul de Santa Catarina; Categoria Sucessional: Pio = pioneira, Sin = secundária inicial, Sta = secundária tardia, Cli = clímax; Hábito: Arv = arbóreo, Arb = arbustivo, Sarb = subarbustivo; Et = erva terrícola, Th = trepadeira herbácea volúvel; Ep = epifítico. Municípios de ocorrência das espécies, onde: 1 Araranguá, 2 Braço do Norte, 3 Criciúma, 4 Forquilhinha, 5 Grão-Pará, 6 Içara, 7 Imaruí, 8 Imbituba, 9 Jacinto Machado, 10 Jaguaruna, 11 Laguna, 12 Lauro Müller, 13 Maracajá, 14 Meleiro, 15 Morro da Fumaça, 16 Morro Grande, 17 Orleans, 18 Pedras Grandes, 19 Praia Grande, 20 São João do Sul, 21 Santa Rosa do Sul, 22 Siderópolis, 23 Sombrio, 24 Tubarão, 25 Turvo, 26 Treviso, 27 Urussanga (Obs.: os números na tabela referem-se aos municípios em que as espécies foram encontradas).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Além dos aspectos em comum entre as escolas visitadas, as suas diferenças nos revelam um contexto particular: certa falta de unidade em seus olhares como parte de um sistema. Isto porque encontramos, nos trechos das entrevistas apresentados no primeiro capítulo, uma escola mais preocupada com o desempenho dos alunos no ano final do Ensino Fundamental (SAEB/Prova Brasil) e outra escola preocupada com o ENEM (ingresso na universidade). São aspectos pontuais de um todo que se espera da educação. O Ensino Fundamental estaria longe de ser o final e o Ensino Superior é uma possibilidade entre outras. Por anos, como a maioria sequer concluía o Ensino Fundamental, uma fatia mínima da população tinha acesso ao Ensino Médio, este acabou moldando-se para atendê-la como uma ponte para o ensino superior. Além dos poucos que concluíam e concluem o seu último ano; o vestibular e outros fatores constituem verdadeiro funil no sistema educacional. Ainda que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, lei 9.394) em seu artigo 35 21 estabeleça as finalidades para esse nível de ensino, a
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Contribuição ao estudo taxonômico da tribo Astereae no Brasil e Senecioneae (Asteraceae) no estado de Minas Gerais

Contribuição ao estudo taxonômico da tribo Astereae no Brasil e Senecioneae (Asteraceae) no estado de Minas Gerais

In the present work two chapters are presented, one with the synopsis of the tribe Astereae in Brazil, and other with the taxonomic treatment for the tribe Senecioneae in Minas Gerais state. The synopsis of the tribe Astereae recognize 208 species and 16 genera to the tribe Astereae (Asteraceae) in Brasil. It is presented a key and descriptions of the genera with species occurring in Brazil. For each genus is presented taxonomic commentaries, list of the species and synonymy, besides information about the distribution in the Brazilian regions and states. The richest genus was Baccharis (147 spp.), followed by Conyza (13 spp.), Noticastrum (10 spp.) and Podocoma (7 spp.). Lectotypifications to Baccharis curitybensis, Podocoma bellidifolia, Podocoma blanchetiana, Podocoma regnellii and Podopappus hirsutos are proposed, as well as six new synonymies: Baccharis hyemalis under Baccharis aliena, Erigeron lorentzii under Conyza lorentzii, Erigeron macrophyllus under Conyza macrophylla, Hysterionica nebularis under Hysterionica pinnatisecta, Inulopsis phoenix under Inulopsis camporum, and Podocoma regnellii under Podocoma hirsuta. In the treatment of Senecioneae occurring in Minas Gerais are recognized eight genera and 40 species (Dendrophorbium 3 spp., Emilia 2 spp., Erechtites 3 spp., Graphistylis 5 spp., Hoehnephytum 1 sp., Pentacalia 1 sp., Pseudogynoxys 1 sp. and Senecio 26 spp.). Three species are cultivated as ornamental (Curio 1 sp. and Senecio 2 spp.). One Graphistylis and two Senecio are described as new species. Six species are new occurrences for Minas Gerais (Dendrophorbium fastigiaticephalum (Cabrera) C.Jeffrey, Graphistylis argyrotricha (Dusén) B.Nord., Senecio hemmendorffii Malme, Senecio paulensis Bong. and Senecio pseudostigophlebius Cabrera). A brief historical overview of Senecioneae in Brazil is presented, key for identification of genera and species found in Minas Gerais, descriptions of the genera and species, comments on the taxonomy, geographical distribution and habitat, besides maps of distribution of the species in Minas Gerais and illustrations are given.
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Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke

Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke

Caule principal reptante, não articulado, glabro, 1-pinado, com microfilos dimorfos; ramos laterais inteiros ou curtamente dicotômicos na ext remidade, retos ou levemente curvados, últimos ramos 5-10 mm larg. (incluindo os microfilos); rizóforos dorsais, dispostos ao longo de todo o caule principal; microfilos em 4 fileiras; microfilos laterais patentes, 3-5 mm compr., lanceolados, ápice obtuso, base arredondada, margem hialina, ciliada principal-mente na base, cílios alvos, longos; microfilos dorsais ovais, assimétricos, ápice aristado, base desprovida de a urículas, margem hialina, ciliada, principalmente na base, cílios alvos, longos; Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke
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Governo do Peru aprovou um guia para quantificar as emissões de gases de efeito estufa e poluentes climáticos de curta duração no setor de transporte. - Mobilitas

Governo do Peru aprovou um guia para quantificar as emissões de gases de efeito estufa e poluentes climáticos de curta duração no setor de transporte. - Mobilitas

Con el objetivo de apoyar esta labor, el MTC pone a disposición de ellos y del público en general Cambio Climático, Calidad del Aire y Transporte: guía para cuantificar las emisiones [r]

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Campyloneurum C. Presl (Polypodiaceae) no estado de São Paulo, Brasil.

Campyloneurum C. Presl (Polypodiaceae) no estado de São Paulo, Brasil.

Campyloneurum nitidum pode ser facilmente distinguida de C. repens pelo seu caule mais largo (de 3 a 4 mm de diâmetro vs. ca. 2 mm). Esta espécie apresenta grande variação morfológica, sendo que os tamanhos da lâmina foliar e dos pecíolos variam muito entre os espécimes. Em geral, são plantas com lâminas foliares grandes, apresentando grande variação no tamanho dos pecíolos e com escamas arredondadas sobre o caule. As exsicatas analisadas e previamente identificadas como C. phyllitidis (L.) C. Presl e como C. major (Hieron. ex Hicken) Lellinger foram re- determinadas como C. nitidum. No caso de C. phyllitidis, a espécie não ocorre na região sudeste do país. Já no caso de C. major, verificou-se que o tipo de Polypodium nitidium, descrito por Kaulfuss
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Orientações para a implementação de iniciativas de prevenção e controlo do tabagismo de âmbito populacional – Normas de Orientação Clínica

Orientações para a implementação de iniciativas de prevenção e controlo do tabagismo de âmbito populacional – Normas de Orientação Clínica

Não obstante existir um espaço de decisão dos serviços e profissionais sobre quais as intervenções mais adequadas para responder às necessidades de saúde da sua [r]

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Entada (Leguminosae, Mimosoideae) em Roraima, Brasil.

Entada (Leguminosae, Mimosoideae) em Roraima, Brasil.

Entada é um gênero pantropical de Leguminosae (Mimosoideae) com 28 espécies. Este trabalho apresenta o estudo taxonômico de Entada para o estado de Roraima, norte do Brasil. Três táxons de Entada foram reco- nhecidos em Roraima, aqui tratados como espécies distintas: E. polyphylla, E. polystachya e E. simplicata. São apresentadas chave de identificação, descrições e ilustrações, bem como informações sobre distribuição geográfica, ambientes preferenciais e dispersão das espécies. O endemismo de E. simplicata e o primeiro registro de E. polyphylla fazem com que Roraima seja, até o momento, o único estado onde ocorrem todas as espécies de Entada registradas para o Brasil.
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Chave para as espécies de Lindsaea na Reserva Ducke

Chave para as espécies de Lindsaea na Reserva Ducke

presente em forma de taça ou bolsa, ou formado por um segmento da margem da lâmina revoluta e outro indúsio abaxial, menos desenvolvido; esporângios longo-pedicelados, pedicelo com 1-3 fileiras de células; ânulo longitudinal, interrompido pelo pedicelo; esporos monoletes ou triletes, sem clorofila. É uma família composta de 20 gêneros e ca. 175 espécies (Tryon & Stolze 1989). Na área da Reserva Ducke ocorrem apenas os gêneros Lindsaea, Pteridium e Saccoloma, com um total de seis espécies.

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