Top PDF Comparação de métodos de determinação da densidade básica em Madeira.

Comparação de métodos de determinação da densidade básica em Madeira.

Comparação de métodos de determinação da densidade básica em Madeira.

terminaηγo de densidade básica como de boa precisγo e de boa aceitabilidade. Quando fi 1 xou-se as dimensυes dos corpos de prova e variou-se os mιtodos de densidade básica, ob­ servou-s[r]

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Estudo comparativo de métodos para determinação da densidade básica de cavacos e discos de madeira

Estudo comparativo de métodos para determinação da densidade básica de cavacos e discos de madeira

A densidade básica é a propriedade física da madeira mais utilizada pelas indústrias florestais, pela facilidade de determinação e pela relação com os processos e produtos madeireiros. O objetivo deste trabalho foi estudar os métodos usualmente utilizados para determinação da densidade básica de cavacos e discos de madeira. Para tanto foram escolhidos dois clones de eucalipto, um de Eucalyptus grandis com menor densidade básica e outro de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla com maior densidade. Ambos com a idade de seis anos. Foram objetos de comparação quatro métodos de determinação da densidade básica, tanto para as secções transversais (discos) retiradas em diversas alturas das árvores (0, 25, 50,75 e 100% da altura comercial) como para cavacos das mesmas árvores. Os métodos utilizados foram o do máximo teor de umidade (MTU), o máximo teor de umidade modificado (MTUm), o método da balança hidrostática com o xilômetro por baixo da balança (BHb) e com o xilômetro por cima da balança (BHc). Os métodos não diferiram entre si quando comparados nas diversas alturas e consequentemente na árvore como um todo, mas ao compararem-se os métodos nos cavacos o máximo teor de umidade modificado diferiu estatisticamente dos demais com maiores valores de densidade para os dois clones. O equipamento Pilodyn também estudado neste trabalho mostrou imprecisão na predição da densidade básica.
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COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE ENSAIO PARA DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA DA MADEIRA AO EMBUTIMENTO NA DIREÇÃO PARALELA ÀS FIBRAS

COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE ENSAIO PARA DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA DA MADEIRA AO EMBUTIMENTO NA DIREÇÃO PARALELA ÀS FIBRAS

RESUMO – Este trabalho compara os métodos de ensaio especificados pelas normas ABNT NBR 7190:1997, EN 383:2007, ASTM D5764:2007 e EUROCODE 5:2004, NDS:2001, com o intuito de fornecer subsídios para a revisão do método de ensaio da ABNT, para o caso da resistência da madeira ao embutimento na direção paralela às fibras. Foram realizados ensaios na direção paralela às fibras para seis espécies de madeira (Schizolobium amazonicum; Pinus elliottii; Pinus oocarpa; Hymenaea spp.; Lyptus®: híbrido Eucalyptus grandis e Eucalyptus urophylla, e Goupia glabra), utilizando quatro diâmetros (8 mm, 10 mm, 12 mm e 16 mm) para os pinos metálicos. Os resultados experimentais obtidos de acordo com os procedimentos da norma EN 383:2007 apresentaram maior aderência com os valores especificados para o dimensionamento de ligações por pinos metálicos pela ABNT NBR 7190:1997, que são considerados iguais aos da resistência à compressão paralela às fibras. A adoção da força máxima de embutimento ou a força que causa o deslocamento relativo igual a 5 mm entre o pino metálico e o corpo de prova como critério para determinação da resistência da madeira ao embutimento pela EN 383:2007 se mostrou mais adequado que os critérios adotados pelas normas brasileira e americana.
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Densidade básica da madeira de um ecossistema de "campina" em Roraima, Amazônia brasileira.

Densidade básica da madeira de um ecossistema de "campina" em Roraima, Amazônia brasileira.

As investigações básicas sobre este parâmetro ecológico na Amazônia tomaram maior impulso ao final da década de 1990 com Parolin & Ferreira (1998) e Parolin & Worbes (2000), discutindo diferenças da densidade da madeira entre sistemas de várzea e igapó. Entretanto, estudos mais recentes como os de Nogueira et al. (2003; 2004) para sistemas florestais e, Barbosa (2001) e Barbosa & Fearnside (2004), para não florestais (savanas), vem discutindo a necessidade de novas investigações e adaptações ao método de determinação da densidade básica da madeira para processos de transformação de dados volumétricos para biomassa. Isto porque os cálculos convencionalmente aceitos pelos laboratórios de tecnologia da madeira no Brasil são efetuados através de corpos de prova oriundos do cerne da madeira (ver ABNT, 1940 e outras normas para cálculo de densidade de madeira como ABNT - NBR 11941 e NBR 1269) por causa do interesse, e da destinação industrial e comercial que este produto possui. Contudo, isto proporciona valores absolutos maiores, superestimando o resultado final da biomassa quando proveniente da transformação de dados de volume. Em uma revisão geral aproveitando todos os dados de densidade básica disponíveis em literatura para espécies amazônicas, Fearnside (1997) já havia alertado para este problema de ajuste, indicando que, por exemplo, apenas a “casca” da madeira de espécies florestais poderia representar 4-11% do volume total de uma amostra. Em espécies de savanas (não florestal) este valor pode alcançar 12-43% (Barbosa & Fearnside, 2004), influenciando no resultado quando de uma comparação com os métodos tradicionais. Desta forma, o melhor procedimento a ser adotado neste caso é o de corpos de prova do tipo “discos amostrais” que incluem todas as partes da madeira (casca, alburno e cerne), proporcionando um resultado mais adequado às investigações científicas que se propõem a estimar biomassa através de dados de volume.
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Densidade básica, volumetria e peso seco do barbatimão (Stryphnodendronadstringens (Mart.) Coville): bases para elaboração de planos de manejo sustentado no Norte de Minas Gerais

Densidade básica, volumetria e peso seco do barbatimão (Stryphnodendronadstringens (Mart.) Coville): bases para elaboração de planos de manejo sustentado no Norte de Minas Gerais

A densidade é uma das propriedades mais importantes da madeira e mais estudada. É definida como a massa seca por unidade de volume saturado e está associada às características do produto final como celulose, resistência físico- mecânicas do papel, produção e qualidade do carvão, dentre outras. Atualmente, no que se refere a essa propriedade em relação às espécies nativas do cerrado poucos estudos foram realizados, sobretudo com o barbatimão (Stryphnodendron adstringens). Para a determinação da densidade básica foram retirados discos de aproximadamente 3 centímetros de espessura à 0%, 25%, 50%, 75% e 100% da altura do fuste comercial, estes discos foram acondicionados em sacolas e levados ao laboratório do Instituto de Ciências Agrárias da UFMG. Os discos foram seccionados para, posteriormente proceder às análises de casca de madeira. Por ser a densidade básica representada pela unidade de peso seco pela razão com o seu volume saturado, foi obtido o volume saturado pelo método do deslocamento da água e o peso seco por sucessivas medidas até se tornar constante. Para os dados qualitativos foram realizadas análises estatísticas com o software SISVAR e foi utilizado o teste de Scott- Knott para comparação das médias. Para os dados quantitativos foi realizada a regressão. Encontraram-se valores de densidade básica de 0,40 g.cm -3 para a casca e 0,43 g.cm -3 para a madeira. A regressão que mais bem se ajustou para densidade básica da casca ao longo do fuste foi a cúbica, apresentando R² de99,07% e para a madeira foi a regressão linear com R² de 98,32%. Observou-se que as classes diamétricas de 7,65-9,98 cm possuem maior densidade básica de casca, seguida das classes de 9,98 a 16,95 cm e que a maior densidade de madeira estão nas classes de 9,98-12,30 cm e de 14,63 a 19,28 cm. Já dentro das classes diamétricas, a densidade básica tanto da casca quanto para a madeira do barbatimão teve uma tendência decrescente da base para o topo.
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DETERMINAÇÃO DE VOLUME E DENSIDADE DA MADEIRA DE CAJUEIRO

DETERMINAÇÃO DE VOLUME E DENSIDADE DA MADEIRA DE CAJUEIRO

RESUMO (DETERMINAÇÃO DE VOLUME E DENSIDADE DA MADEIRA DE CAJUEIRO (Anacardium occidentale )- A madeira é um dos principais insumos energéticos na Região Nordeste e a lenha de cajueiro vem se destacando no mercado regional. Assim, este trabalho objetivou comparar métodos de cubagem (Smalian, Huber e Newton) com o método de determinação do volume a partir do peso da madeira e determinar fatores de conversão entre unidades. Toretes de cajueiros foram cubados e pesados em campo. Determinou-se a densidade básica e o teor de umidade da madeira. Não houve diferença significativa entre os métodos. A densidade básica da madeira foi de 0,4689 g cm -3 . O teor de umidade da madeira verde foi de 83,72%. Um estéreo de lenha corresponde a 0,30 m 3 e pesa 144 kg entre 70 e 80 dias após o abate.
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INFLUÊNCIA DA DENSIDADE BÁSICA DA MADEIRA DE CLONES DE Eucalyptus grandis x

INFLUÊNCIA DA DENSIDADE BÁSICA DA MADEIRA DE CLONES DE Eucalyptus grandis x

Os rendimentos bruto e depurado da polpação foram semelhantes (não diferiram significativamente). A madeira de maior densidade básica apresentou maior teor de holocelulose, e essa propriedade não interferiu nos rendimentos bruto e depurado. Para madeira de Eucalyptus, Wright e Wallis (1998) relatam que o rendimento em polpa Kraft é, na maioria das vezes, fortemente correlacionado com o teor de celulose e fraca e negativamente com o teor de hemiceluloses. Então, o teor de holocelulose na madeira não pode ser considerado como um indicativo dos rendimentos da polpação. O teor de rejeitos na polpa do clone da madeira de maior densidade básica foi mais elevado em comparação com o clone da madeira de menor densidade, sendo significativo quando expresso base polpa. Esse resultado está de acordo com aquele obtido por Vasconcelos Dias e Cláudio-da-Silva Jr. (1985) que concluíram que há uma elevação constante no teor de rejeitos quando a densidade básica aumenta de 470 kg/m 3 a 666 kg/m 3 . O resultado da viscosidade intrínseca da celulose do clone da madeira de maior densidade mostrou valor, significativamente, mais elevado. A determinação da seletividade (relação viscosidade/número kappa) mostrou valor de 71,4 para a polpa do clone da madeira de menor densidade e 73,3 para a polpa do clone da madeira de maior densidade, indicando melhor seletividade para esse último clone. Como era esperado, o consumo específico de madeira do clone de menor densidade foi significativamente superior, em razão da menor densidade básica desta madeira.
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Determinação da densidade básica da madeiras de Eucalyptus por diferentes métodos não destrutivos.

Determinação da densidade básica da madeiras de Eucalyptus por diferentes métodos não destrutivos.

Os valores médios das leituras realizadas com o resistógrafo (Res) e o pilodyn (Pil), por clone e local de amostragem, além do teste de comparação múltipla realizado, encontram-se na Tabela 3. Numa rápida análise comparativa, pode ser observado que, de maneira geral, existe correlação entre a densidade básica da madeira (Tabela 1) e as resistências à penetração da broca ou pinos desses aparelhos (Tabela 3). Nesta tabela pode ser verificado que o clone de menor densidade (7074) foi o que apresentou os maiores valores de penetração do pino do Pilodyn e os menores valores de amplitude. Na Tabela 4, encontra-se o resumo da análise de variância do delineamento experimental adotado. Os efeitos de clone e local foram significativos para todas as características avaliadas, a 1% de probabilidade, exceto para densidade básica no DAP, em que a relação foi não significativa. Interação significativa indica a
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DENSIDADE BÁSICA E POTENCIAL ENERGÉTICO DE ESPÉCIES LENHOSAS DO CERRADO DO ESTADO DE TOCANTINS CARLOS JOSÉ DA SILVA

DENSIDADE BÁSICA E POTENCIAL ENERGÉTICO DE ESPÉCIES LENHOSAS DO CERRADO DO ESTADO DE TOCANTINS CARLOS JOSÉ DA SILVA

2 Na avaliação da madeira como matéria prima para produção de energia deve- se levar em consideração várias características, além da sua composição química, elementar e imediata. A densidade básica, o teor de umidade, o poder calorífico superior são outras propriedades a serem devidamente consideradas. De acordo com Ferreira (1972) métodos não destrutivos vêm sendo utilizados na determinação da densidade básica como uma alternativa para estudar as variações populacionais, as variações dentre e entre indivíduos de uma população. O método não destrutivo torna- se uma ferramenta importante para estudos em áreas de matas nativas e protegidas uma vez que não há a necessidade de derrubada da árvore para obtenção dos dados. Segundo Trugilho (2008), a madeira, que é um importante e estratégico insumo energético, deveria ser mais valorizada nos balanços energéticos, estaduais, municipais e nacional.
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Comparação de métodos de medida da densidade do solo.

Comparação de métodos de medida da densidade do solo.

dúvida comum entre pesquisadores. Ao se coletar amostras de solo, a variabilidade dos resultados é atribuída, habitualmente, a erros de metodologia na amostragem e a sua heterogeneidade, em profundidade e no sentido horizontal. Logo, torna- se difícil identificar e separar a interferência de cada um desses fatores; entretanto, a experiência tem indicado que se a amostragem for feita cuidadosamente, a principal fonte de variação é a heterogeneidade do solo. Portanto, quanto mais heterogêneo o solo, maior o número de amostras necessárias. Por isso, vários métodos de determinação da d s têm sido desenvolvidos para
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Comparação entre três critérios de amostragem para a avaliação da densidade básica da madeira de florestas implantadas de eucaliptos

Comparação entre três critérios de amostragem para a avaliação da densidade básica da madeira de florestas implantadas de eucaliptos

geralmente mais eficiente retirar uma única amostra de cada árvore, do que qualquer outro tipo de combinação. A seleção da amostra é feita com probabilidade proporcional ao volume. Isto significa, por exemplo, que uma região que tem um alto volume de madeira tem maior chance de ser selecionada. A seleção da localização é feita tabulando o volume de madeira para as espécies pela menor área para a qual há informação de toda a variação de crescimento da espécie. Então, essas áreas serão selecionadas com probabilidade proporcional ao volume. A seguir, as áreas serão mapeadas e pelo mapa as árvores serão selecionadas ao acaso para posterior seleção dos toretes que serão tomados proporcionalmente ao volume, da seguinte forma: é medido o diâmetro de cada torete. Desse modo, o torete será selecionado ao acaso com probabilidade proporcional ao quadrado dos diâmetros. As amostras serão selecionadas em laboratório, também ao acaso.
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Anatomia e densidade básica da madeira de Caesalpinia pyramidalis Tul. (Fabaceae), espécie endêmica da caatinga do Nordeste do Brasil.

Anatomia e densidade básica da madeira de Caesalpinia pyramidalis Tul. (Fabaceae), espécie endêmica da caatinga do Nordeste do Brasil.

RESUMO – (Anatomia e densidade básica da madeira de Caesalpinia pyramidalis Tul. (Fabaceae), espécie endêmica da caatinga do Nordeste do Brasil). Este trabalho objetivou estudar a anatomia e a densidade básica da madeira de Caesalpinia pyramidalis utilizada pelas comunidades locais, ocorrente na caatinga de Pernambuco, nos municípios de Serra Talhada e Sertânia, assim como comparar a percentagem dos elementos do lenho no tronco e nos galhos, na própria árvore, a fim de estabelecer o potencial total do lenho para produção de energia. As amostras do lenho do tronco (DAP) e de ramos de seis árvores da espécie foram coletadas nos dois municípios acima citados, em 2002. As análises das amostras seguiram os métodos usualmente empregados em estudo de anatomia de madeiras. Pelos parâmetros anatômicos do lenho e a elevada densidade básica (>0,84 g/cm 3 ), concluiu-se que Caesalpinia pyramidalis revela grande
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UTILIZAÇÃO DE PARÂMETROS QuEChERS NA COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE SUPERFICIAL DE CARGA ESTRUTURAL DE NANOCOLOIDES MAGNÉTICOS

UTILIZAÇÃO DE PARÂMETROS QuEChERS NA COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE SUPERFICIAL DE CARGA ESTRUTURAL DE NANOCOLOIDES MAGNÉTICOS

etc. Essas variações deliberadas não afetam o modelo matemático de determinação da concentração de sítios superficiais carregados dos métodos em discussão neste trabalho. Na verdade, a robustez está associada às técnicas eletroquímicas de potenciometria e condutimetria. Assim, não é conveniente comparar sua robustez, uma vez que são utilizadas com finalidades diferentes em cada método. No MPI, as leituras potenciométricas de pH são realizadas objetivando-se a determinação do número de mols de sítios superficiais protonados/desprotonados, por meio do balanço de massa entre a quantidade de íons hidrônio/hidroxila adicionados e remanescentes no seio da dispersão. No MPC, a condutimetria é realizada para determinar os pontos de equivalência referentes à neutralização dos sítios superficiais protonados e assim determinar o valor de saturação da carga da nanopartícula. Já a curva de potenciometria permite o cálculo dos pKs de superfície a partir da equação de Henderson-Hasselbalch, associada ao formalismo do modelo Two-pK. Além disso, é importante destacar que essas técnicas eletroquímicas baseiam-se em fenômenos físico-químicos distintos para a determinação dos parâmetros. No caso da potenciometria, a determinação do pH baseia-se na medida da diferença de potencial entre uma célula constituída por um eletrodo de vidro sensível à atividade dos íons hidrônio e um eletrodo de referência. Já na condutimetria, a condutividade elétrica da dispersão coloidal é obtida indiretamente medindo-se o inverso de sua resistência, chamada de condutância, e a constante da célula, que depende do arranjo experimental do condutímetro utilizado. Ambas as técnicas apresentam robustez intrínseca e são amplamente empregadas em análises químicas 45 .
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QUANTIFICAÇÃO DO ACÚMULO DE BIOMASSA E ESTOQUE DE CARBONO DE CLONES DE EUCALYPTUS SPP. NA CHAPADA DO ARARIPE – PE

QUANTIFICAÇÃO DO ACÚMULO DE BIOMASSA E ESTOQUE DE CARBONO DE CLONES DE EUCALYPTUS SPP. NA CHAPADA DO ARARIPE – PE

Determinação da densidade básica da madeira De cada árvore foram retirados discos de 2,5 cm de espessura a 0%, 50% e 100% da altura do fuste comercial, com objetivo de determinar a densidade básica da madeira (DBM). A DBM foi determinada pelo método dos discos conforme (NBR11941, 2003). Primeiro os discos foram imersos em água para atingirem o ponto de saturação das fibras. Posteriormente, utilizando-se uma balança de precisão e um recipiente com água, foi determinado o peso em gramas do recipiente (m 1 ), em seguida, imergindo o
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Comparação de métodos de campo para determinação da velocidade de infiltração básica.

Comparação de métodos de campo para determinação da velocidade de infiltração básica.

Vários são os métodos utilizados para determinar a velocidade de infiltração básica (VIB) do solo. Todavia, para utilização dos resultados, é importante conhecer como cada método interage com os atributos do solo. Assim, o objetivo deste trabalho foi comparar quatro métodos de determinação da VIB, considerando o tipo de solo sob sistema plantio direto. Foram realizados três experimentos em solos do estado de São Paulo, em Campinas, Campos Novos Paulista e Pindorama, em Latossolo textura argilosa, Latossolo textura média e Argissolo textura arenosa/média, respectivamente. As determinações foram feitas de setembro a novembro de 2000. Utilizaram-se um infiltrômetro de aspersão, um permeâmetro, um infiltrômetro de tensão e um infiltrômetro de pressão para determinação da VIB. Verificou-se que os métodos comportaram-se diferentemente em relação ao tipo de solo, tendo sido os menores valores de VIB determinados com o infiltrômetro de aspersão. Verificou-se que, no infiltrômetro de pressão e no permeâmetro, o movimento de água foi governado pela estrutura do solo e, no infiltrômetro de aspersão, onde é considerado o impacto das gotas de chuva, o processo de infiltração foi regido principalmente pela taxa de cobertura do solo e pelas suas características granulométricas.
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Comparação entre os métodos do cilindro e do torrão na determinação da porosidade e da densidade do solo.

Comparação entre os métodos do cilindro e do torrão na determinação da porosidade e da densidade do solo.

O objetivo deste estudo foi comparar e estabelecer relações entre a densidade do solo, a porosidade total, macro e microporosidade determinados por dois métodos (cilindro volu- métrico tipo Uhland e o método do torrão), em sistema plantio direto e preparo convencional de solo, com e sem pastejo animal. Coletaram-se amostras de um argissolo vermelho distrófico arênico, textura superficial franca, localizado em Santa Maria, RS. Os valores de densidade do solo determinados pelo método do torrão foram maiores do que aqueles determinados pelo método do cilindro. A macroporosidade foi o parâmetro do solo que apresenta as maiores variações entre os dois métodos estu- dados. Assim, deve-se evitar comparar sistemas de manejo, de estudos nos quais foram empregados distintos métodos.
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Variação do teor de umidade e da densidade básica na madeira de sete espécies de eucalipto.

Variação do teor de umidade e da densidade básica na madeira de sete espécies de eucalipto.

A determinação do teor de umidade e de sua variação no tronco das árvores ou das peças de madeira é de extrema importância no seu desempenho e utilização. Os elevados gradientes de umidade da madeira constituem-se em uma das causas de defeitos de secagem, notadamente os caracterizados por empenamentos e fendilhamentos. As informações relativas à distribuição da umidade no interior da madeira são de grande importância na segregação das peças em teores de umidade mais uniformes, de modo a facilitar a secagem tanto no que diz respeito à minimização de defeitos quanto à obtenção de menor variabilidade em torno do teor de umidade médio pretendido. A umidade da madeira na árvore pode variar de 31 a 249% no cerne e de 40-213% no alburno (FOREST P…., 1987). Para árvores de Xylopia sericea, o teor de umidade médio encontrado foi de 74%, com acentuada variação no sentido medula–casca e ao longo do tronco, sendo a região interna mais úmida (OLIVEIRA et al., 1990). Em Eucalyptus maculata, a variação encontrada no teor de umidade foi de 50-70%, no E. citriodora de 46-80% e no E. grandis de 50-133% (CARMO, 1996). A densidade básica da madeira é reconhecida como um dos mais importantes parâmetros para avaliação da sua qualidade, por ser de fácil determinação e estar relacionada às suas demais características (SHIMOYAMA e BARRICHELLO, 1991). Na caracterização da madeira, a determinação de sua densidade e principalmente de sua variação dentro da árvore, tanto na direção radial, da medula para a casca, quanto no sentido base–topo, é fundamental como subsídio ao entendimento de sua qualidade.
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Propriedades anatômicas, químicas e de densidade da madeira de Coffea arabica L..

Propriedades anatômicas, químicas e de densidade da madeira de Coffea arabica L..

Segundo Carlquist (1988), anéis semiporosos, como encontrados na madeira do cafeeiro, proporcionam à espécie vantagem sobre a porosidade difusa, pois reúnem segurança e eficiência na condução de água. Essa característica é importante durante o processo de secagem, fase indispensável para a produção de madeira sólida.. Placa de perfuração (simples), parênquima axial (apotraqueal) e os raios (heterogêneo) e fibras (espessura da parede fina) estão coerentes com as outras espécies da família rubiácea (PAULA; ALVES, 1970).

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PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA DE Copaifera arenicola (Ducke) J. Costa & L. P. Queiroz (CAESALPINIOIDEAE-FABACEAE)GAMA, Druzio Correia1; TAKESHITA, Saly2; NASCIMENTO JNIOR, Jos Monteiro3; AMARAL, Deise4

PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA DE Copaifera arenicola (Ducke) J. Costa & L. P. Queiroz (CAESALPINIOIDEAE-FABACEAE)GAMA, Druzio Correia1; TAKESHITA, Saly2; NASCIMENTO JNIOR, Jos Monteiro3; AMARAL, Deise4

A madeira de Copaifera arenicola apresentou propriedades físicas com variações de valores distintos ao longo do fuste. Sua densidade básica média foi de 0,614 g cm - ³, sendo considerada de média densidade, enquadra-se nos limites das densidades básicas do seu gênero em que somado ao coeficiente anisotrópico de 1,85 é condição favorável a indicar para usos diversos.

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4 PLANTAS RECUPERADORAS DE SOLO

4 PLANTAS RECUPERADORAS DE SOLO

A atividade da agricultura quase sempre significa empobrecer os sistemas ecológicos naturais (por exemplo: um banhado, um campo ou uma floresta), do ponto de vista da biodiversidade, isto é, da quantidade de formas de vida que ali estão presentes. Quanto maior o número de espécies, sejam animais ou vegetais, maior será a biodiversidade. Esses sistemas naturais, quando manejados pelo ser humano, com o objetivo de produzir alimentos (grãos, frutas, carnes, etc), ou matérias-primas (como madeira e fibras para tecidos) são chamados de agroecossistemas. A forma de fazer isso geralmente vai no sentido contrário da estratégia que a natureza usa para evoluir. Assim, o grande desafio que se coloca para uma agricultura de base ecológica é o de produzir sem comprometer a preservação ou a renovação dos recursos naturais ao longo do tempo. Para atingir este propósito, alguns fundamentos devem ser considerados, os quais veremos a seguir.
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