Top PDF Considerações sobre a produção de alimentos por árvores e florestas.

Efeito do isolamento de árvores de Sterculia apetala sobre a emergência de plântulas no Pantanal

Efeito do isolamento de árvores de Sterculia apetala sobre a emergência de plântulas no Pantanal

Em recente revisão bibliográfica de Maués e Oliveira (2010), sobre as consequências da fragmentação do habitat na ecologia reprodutiva de espécies arbóreas em florestas tropicais, foram listados estudos demonstrando que em áreas desmatadas ocorre uma redução na quantidade de pólen depositado no estigma das flores, bem como uma redução da frutificação e da produção de sementes. Segundo os autores, é esperada a ocorrência de um aumento na autofecundação e diminuição no número de visitantes florais e polinizadores, especialmente em árvores isoladas em sistema agropastoris. Este padrão foi descrito para ecossistemas florestais que diferem marcadamente do Pantanal, que é um mosaico natural de campos, savanas e florestas (RATTER et al., 1988). Mesmo assim, aplicando as deduções deste modelo para o Pantanal, os resultados aqui apresentados são coerentes com a teoria ecológica vigente e permitem sugerir que a porcentagem de emergência de plântulas é menor para árvores de S. apetala isoladas em pastagens devido às condições restritivas aos processos de polinização (KAGEYAMA; PIÑA-RODRIGUES, 1993).
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1. O ALIMENTO COMO REMÉDIO: CONSIDERAÇÕES SOBRE O USO DOS ALIMENTOS FUNCIONAIS

1. O ALIMENTO COMO REMÉDIO: CONSIDERAÇÕES SOBRE O USO DOS ALIMENTOS FUNCIONAIS

GUIMARÃES, A.A.; BORTOLOZO, E.A.F.Q.; LIMA, D.F.R.; Prevenção de fatores de risco para doenças cardiovasculares: programa de nutrição e prática de atividade física para servidores de uma universidade pública do estado do Paraná. Rev. FAFIT/FACIC. v. 04, n. 01, Jan./Jun. 2013, p. 10- 18, Itararé – SP – 2013. Acessado em 17/02/2013. Disponível em: http://www.fafit.com.br/ revista/index. php/fafit/article/viewFile/57/36 IKEDA, A.A.; MORAES, A.; MESQUITA, G.; Considerações sobre tendências e oportunidades dos alimentos funcionais. Revista P & D em Engenharia de Produção, v. 8, n. 2, p. 40-56, 2010. Acessado em 23/02/2013. Disponível em: http://anaikeda.com.br/download/artigo_45867 919.pdf
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MODELO DE INCREMENTO PARA ÁRVORES SINGULARES –  Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez

MODELO DE INCREMENTO PARA ÁRVORES SINGULARES – Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez

O problema da modelagem de tais povoamentos pode ser equacionado com base em modelos de incremento de árvores individuais – single-tree models (Vanclay, 1994; Hasenauer, 1994; Durlo, 1996). Dessa forma, a unidade de prognose não é mais o povoamento como um todo, mas, sim, cada árvore individual do povoamento. Nesse caso, as informações usuais da tabela de produção (média das dimensões, e somas por unidade de área) podem ser prognosticadas pelo somatório dos incrementos das árvores singulares. Assim, os modelos de incremento das espécies, que compõem um povoamento, pode ser utilizado para a previsão do crescimento da floresta como um todo. Embora de construção mais complexa que os modelos tradicionais (tabelas de produção), os modelos de crescimento florestal baseados na modelagem do incremento de árvores singulares apresentam a vantagem de serem aplicáveis para florestas naturais (mistas e de múltiplas idades) e permitem importantes análises de aspectos silviculturais e um maior detalhamento da estrutura do povoamento. A modelagem do incremento de árvores singulares está apenas no início. Modelos de incremento para Canjerana, Cedro e Louro, espécies nativas do RS foram desenvolvidos por Durlo (1996) e Einspieler (2002). Por esse aspecto, percebe-se que está longe a possibilidade de fazer-se prognósticos de crescimento florestal com base nos modelos de incremento de árvores singulares. Nesse estágio, a modelagem do incremento de árvores singulares, entretanto, se reveste de importância, pelo fato de permitir a compreensão da influência de fatores ambientais sobre o ritmo de crescimento das árvores.
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O DISCURSO DO SILÊNCIO: REFLEXÕES SOBRE PROCESSOS DE ABSTRAÇÃO NA PRODUÇÃO DE DESENHOS DE ÁRVORES

O DISCURSO DO SILÊNCIO: REFLEXÕES SOBRE PROCESSOS DE ABSTRAÇÃO NA PRODUÇÃO DE DESENHOS DE ÁRVORES

Ao visualizar o desenho completo, percebi nele que o meu trabalho estava se ampliando para novas relações conceituais e espaciais. Contudo, a partir da análise e das observações da orientadora Cláudia França, percebi algumas questões que poderiam ser mais bem desenvolvidas no trabalho. A primeira questão a ser repensada foi o tratamento de claro-escuro. Observando esse desenho e comparando-o com o primeiro que me serviu de base, intitulado Gótico, é perceptível que produzi um tratamento similar nos dois trabalhos. Nos dois é possível notar que o tronco das árvores começam mais escuros em suas bases e, à medida que vão se aproximando do centro, vão se clareando, voltando a escurecer quando se aproximam das extremidades mais altas. A orientadora percebeu que esse tratamento estava um tanto inadequado para a proposta do último desenho. No caso de Gótico, essas passagens de claro-escuro têm sentido porque a parte mais clara do tronco contrasta com a parte escura da caverna ao fundo, dando a impressão de haver profundidade, importante ao desenho. No desenho mais recente, as áreas claras ficam de difícil visualização para uma observação mais distanciada, e como o desenho foi feito para ser contemplado em diversas distâncias e alturas – visto que o espaço da galeria privilegia essa pluralidade de modos de fruição –, essa foi uma questão que precisou ser resolvida da melhor maneira.
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Linguagens reconhecíveis nas variantes de palavras, árvores e florestas: caracterizações e um estudo comparativo

Linguagens reconhecíveis nas variantes de palavras, árvores e florestas: caracterizações e um estudo comparativo

arvores o principal tema deste trabalho, a apresenta¸c˜ ao dos rudimentos desta teoria prende-se n˜ ao s´ o com raz˜ oes de completude como serve tamb´ em o ob- jetivo de permitir estabelecer pontos de contacto com as demais linguagens consideradas. Come¸camos por apresentar a no¸c˜ ao de ´ arvore sobre um alfa- beto sem aridade, certas rela¸c˜ oes definidas no dom´ınio de uma ´ arvore sobre um alfabeto sem aridade, ´ arvore sobre um alfabeto de aridade, que s˜ ao um caso particular das primeiras, e de contexto sobre um alfabeto de aridade. Dado que as ´ arvores sem aridade s˜ ao, por sua vez, uma caso particular das florestas, o seu estudo ´ e adiado para o ´ ultimo cap´ıtulo, sendo o Cap´ıtulo 3 dedicado a descrever o estudo das linguagens das ´ arvores de aridade ` a luz do cl´ assico estudo das linguagens de palavras finitas. Em particular, ´ e recordado o conceito de Σ-´ algebra para, a partir dela, poder ser desenvolvido o reco- nhecimento alg´ ebrico da linguagem de ´ arvores de aridade, e o de aut´ omato de ´ arvores de aridade, atrav´ es do qual ´ e poss´ıvel considerar o reconhecimento destas linguagens por meio de aut´ omatos. Por fim, ´ e enunciado o resultado que estabelece a equivalˆ encia entre os dois tipos de reconhecimento.
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Avaliação técnica e econômica do Harvester na colheita do eucalipto

Avaliação técnica e econômica do Harvester na colheita do eucalipto

É necessário, dessa forma, um planejamento detalhado das operações para que se possam abordar os fatores que interferem nessa atividade, buscando antecipar os problemas que normalmente a afeta, minimizando, assim, os custos envolvidos nas operações de colheita florestal (VALVERDE, 1995). Áreas acidentadas e condições topográficas desfavoráveis exigem um nível de planejamento ainda mais detalhado, bem como o desenvolvimento de máquinas e equipamentos específicos para a colheita de suas florestas, visando minimizar os custos, diminuir a necessidade de mão-de-obra não qualificada e aumentar a produtividade para assegurar o abastecimento da indústria (LEITE; LIMA, 2002). Conforme Akay et al. (2004), os sistemas de colheita escolhidos precisam estar adequados às características da floresta, tipos de máquinas e intensidade das operações de colheita.
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Análise da produção científica nacional sobre a utilização de grupos na reabilitação de mastectomizadas

Análise da produção científica nacional sobre a utilização de grupos na reabilitação de mastectomizadas

Revisão integrativa da literatura que objetivou identificar as evidências disponíveis na literatura científica nacional sobre a temática de grupos de reabilitação para mulheres mastectomizadas O referencial teórico utilizado foi a Prática Baseada em Evidências, utilizando a questão norteadora: qual a temática das publicações sobre grupos de reabilitação para mulheres com câncer de mama? As bases acessadas foram: LILACS, BDENF e MEDLINE, com os descritores controlados “mastectomia”, “grupos de autoajuda”, “enfermagem em reabilitação” ou “serviços de reabilitação”, sendo selecionados cinco estudos. Resultados evidenciaram que a inserção de mulheres com câncer de mama em grupos colabora substancialmente para sua reabilitação integral, ou seja, física, psíquica e social. Apesar de não fornecer evidências científicas consideradas fortes, o estudo permitiu a identificação de um conjunto de variáveis que auxiliarão na abordagem a esta clientela, melhorando assim a qualidade da assistência a mulheres mastectomizadas.
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Alimentos no pacto antenupcial: breves considerações

Alimentos no pacto antenupcial: breves considerações

Porém, acreditando os nubentes ser indispensável a estipu- lação prévia de alimentos em caso de rompimento ou disso- lução da sociedade, poderão ajustar os parâmetros básicos à futura pensão, como, por exemplo, a quantia mínima até que se obtenha uma fixação judicial; ou ainda, que será a equivalente e suficiente a arcar com a moradia, plano de saúde e alimentação nas mesmas condições da época da separação; ou outra que corresponda aos anseios e neces- sidades dos consortes.O ideal nesses casos é que o pacto possua parâmetros atemporais ou seja, que permitam, mesmo com o passar dos anos, a aferição da quantia ou ao menos das regras mínimas para o pensionamento, sob pena de o contrário conturbar ainda mais a situação litigiosa das partes e criar tumultos processuais em eventual ação fa- mélica, ou simplesmente a consideração da convenção não escrita. (CARDOSO, 2010, p. 168, grifo nosso).
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ANA PAULA PEQUENO MATOS UM ESTUDO DE CASO SOBRE A GESTÃO ESCOLAR NO CONTEXTO DOS RESULTADOS DE MATEMÁTICA E PORTUGUÊS DO SPAECE

ANA PAULA PEQUENO MATOS UM ESTUDO DE CASO SOBRE A GESTÃO ESCOLAR NO CONTEXTO DOS RESULTADOS DE MATEMÁTICA E PORTUGUÊS DO SPAECE

As observações do campo apontaram para canais já existentes na escola que podem ser utilizados para o fortalecimento pedagógico e o entendimento dos caminhos a serem percorridos em busca de uma aprendizagem efetiva e melhoria nos resultados das avaliações externas. São eles: Os planejamentos semanais por área de conhecimento; as reuniões bimestrais entre núcleo gestor e corpo discente; as reuniões intercalares bimestrais entre famílias, professores e estudantes, as reuniões mensais de pais e mestres. O alinhamento das pautas destes fóruns e a reestruturação para a reflexão e deliberação sobre as trilhas pedagógicas a serem percorridas pela escola para o incremento de seus indicadores, apresentam-se como valorosos instrumentos de gestão participativa e aprendizagem sobre a cultura escolar. Destaca-se que o planejamento semanal dos professores será abordado na seção seguinte.
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Potencial da Cerca de S. Martinho de Tibães para a valorização do património natural do Minho

Potencial da Cerca de S. Martinho de Tibães para a valorização do património natural do Minho

Por sua vez, o termo floresta está associado a grandes áreas ocupadas por árvores que formam, na maior parte, uma copa densa e fechada. As florestas não são uniformes em toda a sua área, sendo geralmente constituídas por grupos de árvores que variam na idade, espécie ou estrutura, e também apresentam áreas abertas tais como lagos ou prados (Thomas & Packham, 2007). De acordo com FAO (2000), um ecossistema florestal consiste numa área dominada por árvores com uma altura superior a 5 metros na maturidade, com uma cobertura de copa superior a 10% ocupando o mínimo de 0.5 hectares. Estão incluídas áreas sob reflorestamento que ainda vão atingir os valores anteriores, assim como áreas desvegetadas devido a causas naturais ou humanas que ainda se prevê que venham a regenerar. O termo inclui também viveiros florestais, pomares de semente que constituam parte integrante da floresta, caminhos florestais, aceiros e clareiras, assim como plantações com finalidade de florestamento como por exemplo de sobreiro. Esta definição não inclui áreas florestadas para produção agrícola ou produção de madeira. Embora este tipo de definições seja baseado essencialmente nas árvores como sendo organismos dominantes e caracterizadores destes espaços como forma de simplificar a diferença entre termos, é necessário considerar estes espaços como a soma de toda a vegetação constituinte, a fauna e os microrganismos, sendo então um conjunto de toda a biodiversidade presente.
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A revolução a favor de ‘O Capital’: sobre desenvolvimento desigual em Marx — Outubro Revista

A revolução a favor de ‘O Capital’: sobre desenvolvimento desigual em Marx — Outubro Revista

Em A ideologia alemã, desta forma, Marx reafirma que o “salto” que corresponde à diferenciação entre seres humanos e natureza, consumado fundamentalmente na forma peculiar de reprodução da vida humana, constitui- se no intercâmbio com a natureza: no trabalho. Isto é, os seres humanos “começam a se distinguir dos animais tão logo começam a produzir seus meios de vida” e ao “produzir seus meios de vida, os homens produzem, indiretamente, sua própria vida material” (ibid., p. 87, grifos do autor). Ademais, o próprio trabalho é, desde sempre, uma relação social, envolvendo, portanto, modos de interação entre os indivíduos que produzem e/ou apropriam-se da produção. Isto é, um determinado nível de desenvolvimento das capacidades produtivas humanas está sempre associado a “determinado modo de cooperação ou a uma determinada fase social” (ibid., p. 34). Essa conjunção particular de forças produtivas e relações de produção Marx chama, a partir de Miséria da filosofia, de modo de produção.
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Uma leitura sobre Lenin, Clausewitz, a revolução e a guerra — Outubro Revista

Uma leitura sobre Lenin, Clausewitz, a revolução e a guerra — Outubro Revista

Por outras palavras, a política, em sua forma mais elevada, quando não alcançar sua forma abstrata, extremada, pode ser a revolução - sem estar aí todo o processo revolucionário, que t[r]

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PADRÃO ESPACIAL DE QUATRO FORMAÇÕES FLORESTAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO, ATRAVÉS DA FUNÇÃO K DE RIPLEY SPATIAL PATTERN OF FOUR FOREST COMMUNITIES BY RIPLEY’S K FUNCTION IN SÃO PAULO STATE Robson Louiz Capretz1 João Luís Ferreira Batista2 Jaime Felipe Medina

PADRÃO ESPACIAL DE QUATRO FORMAÇÕES FLORESTAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO, ATRAVÉS DA FUNÇÃO K DE RIPLEY SPATIAL PATTERN OF FOUR FOREST COMMUNITIES BY RIPLEY’S K FUNCTION IN SÃO PAULO STATE Robson Louiz Capretz1 João Luís Ferreira Batista2 Jaime Felipe Medina

Investigar o padrão espacial das árvores, segundo suas classes de tamanho e segundo suas espécies mais abundantes pode fornecer evidências sobre a estrutura da comunidade vegetal, sendo que, o padrão espacial é uma questão-chave para estudos de ecologia florestal. O nível de organização espacial das árvores no ambiente depende de diversos processos ecológicos e características próprias de cada ambiente, de modo que a melhor compreensão deste quadro fornece subsídios importantes para o conhecimento sobre formações florestais. Neste trabalho objetivou-se estudar o padrão espacial das árvores, segundo suas classes de diâmetro e das quatro espécies mais abundantes em diferentes florestas, visando fornecer evidências sobre a ecologia de cada comunidade vegetal. A descrição do padrão espacial em cada formação florestal foi realizada segundo a Função K de Ripley. As formações florestais estudadas foram: Floresta Ombrófila, Cerradão, Floresta Estacional e Restinga. Instalou-se uma parcela de 10,24 ha em cada formação florestal, e todas as árvores com circunferência na altura do peito (CAP) a partir de 15 cm foram medidas, georreferenciadas e identificadas. Os resultados obtidos ressaltam o caráter agregado em florestas tropicais, como foi observado em todas as florestas estudadas. As árvores do Cerradão e da Restinga apresentaram padrões de agregação muito próximos. Para a Floresta Ombrófila, o padrão agregado foi significativo em toda a escala de distâncias estudada. Na Floresta Estacional, foi observada tendência à aleatoriedade, embora, uma agregação significativa tenha sido notada para curtas distâncias. O padrão espacial por classes de diâmetro foi, em linhas gerais, agregado para árvores menores que 10 cm de diâmetro, e entre 10 e 20 cm, e aleatório para as demais, evidenciando uma tendência de que árvores jovens são mais agregadas do que árvores adultas. O padrão espacial das espécies dominantes é sempre muito semelhante ao padrão geral de cada formação florestal. As diferenças entre o padrão espacial das espécies dominantes coincidentes entre as formações florestais indicam que seu padrão é influenciado por cada ambiente. Ressaltando-se assim, a importância da sua autoecologia e dos processos ecológicos intrínsecos a cada comunidade que podem explicar os padrões observados.
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METODOLOGIA PARA A POLINIZAÇÃO CONTROLADA EM Ilex paraguariensis A. St. Hil. - Aquifoliaceae.

METODOLOGIA PARA A POLINIZAÇÃO CONTROLADA EM Ilex paraguariensis A. St. Hil. - Aquifoliaceae.

– T6). A taxa média de pegamento dos frutos para a polinização livre (T9) também foi expressiva (58,33 %), em comparação com alguns tratamentos realizados, mas inferior ao T6, que atingiu sucesso de 70,97%. A porcentagem para frutos não polinizados (formados possivelmente por apomixia (T8)) foi de apenas 16,67%. A análise de deviance (Tabela 2) apontou diferenças significativas entre tratamentos e blocos (árvores) para as características número de frutos (NF), taxa de pegamento dos frutos (TPF), número de sementes (NS), porcentagem de sementes/flores polinizadas (PSP) e número de sementes viáveis por fruto (NSVF). Para os demais caracteres analisados, não foram observadas diferenças significativas entre tratamentos. As diferenças detectadas entre tratamentos mostraram o efeito da metodologia de polinização controlada nas quantidades de frutos e sementes. Esse resultado será mais bem esclarecido com base nos contrastes ortogonais e no teste de comparação entre médias.
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Importância da Avifauna em Programas de Recuperação de Áreas DegradadasEvandro Luiz Mendona MACHADO, Anne Priscila Dias Gonzaga, Renato Luiz Grisi MACEDO, Nelson VENTURIN, Jozbio Esteve GOMES

Importância da Avifauna em Programas de Recuperação de Áreas DegradadasEvandro Luiz Mendona MACHADO, Anne Priscila Dias Gonzaga, Renato Luiz Grisi MACEDO, Nelson VENTURIN, Jozbio Esteve GOMES

As variações dos componentes bióticos e abióticos dos ecossistemas podem afetar a dinâmica das comunidades vegetais numa floresta. Geralmente, a formação de clareiras e a heterogeneidade dos habitats são os principais fatores responsáveis pela manutenção da alta diversidade de espécies nas florestas tropicais (Rees et al. 2001, Pinto 2002). A composição das espécies e a dinâmica da comunidade podem ser afetadas pelas alterações na intensidade e qualidade da luz, na umidade e temperatura do solo e ar, nas propriedades edaficas, além de variações topográficas e perturbações naturais e antrópicas. Do mesmo modo, outros processos como competição, polinização, dispersão de sementes e,ou predação são determinantes deste processo de mudança temporal da vegetação (van den Berg 2001, Pinto 2002).
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Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Foram inventariadas todas as árvores, lianas e palmeiras com DAP ≥ 10 cm de um hectare (dois transectos paralelos de 500 x 10 m) de floresta densa de terra firme sobre platô de Latossolo, 90 km a nordeste de Manaus (02º35'45" S e 60º12'40" W). A fitofisionomia local é exuberante e homogênea, com grande número de árvores altas e finas. Foram encontrados 670 indivíduos distribuídos em 48 famílias, 133 gêneros e 245 espécies. Do total amostrado, 70% ou 467 indivíduos apresentaram DAP ≤ 22,1 cm. Abarema mataybifolia (Sandw.) Barneby & Grimes, Leonia glycycarpa Ruiz & Pav., Swartzia reticulata Ducke e Aspidosperma oblongum A. DC., foram as únicas espécies a apresentarem valores superiores a 90 cm de DAP. Fabaceae, Sapotaceae e Lecythidaceae constituíram as três famílias com maior riqueza de espécies e maiores índices de valor de importância aos níveis de família e espécie. Os índices de diversidade (H’ = 5,1) e de equitabilidade (E’ = 0,92), ambos de Shannon-Wiener, indicam que a floresta é bem diversificada, com uma abundância relativamente uniforme das espécies. Nesse ambiente florestal, as espécies não tem distribuição espacial uniforme, porém, quanto menor a distância geográfica entre as subparcelas, maior sua similaridade florística (teste de Mantel, p<0,001).
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Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Considerando que, en general, las teorías clásicas de la dirección de la migración que se apoya, sobre todo haciendo hincapié en el análisis macroeconómico, sobre todo, la determinación en detrimento de los derechos económicos y culturales, es necesario, en los últimos años, el estudio y tratando de concebir una más amplia y polifacética de los procesos de migración. Así pues, el debate sobre el territorio ha sido y sigue siendo muy fructífera, mostrando la determinación económica, política y cultural, substantivando un enfoque multidimensional de la migración en el territorio y que reconoce y destaca el papel desempeñado por las redes de relaciones sociales. Por lo tanto, creemos que el fenómeno migratorio como un producto y productor de una compleja trama entre los territorios de origen y de destino de los migrantes. Parcelas destinadas a la red de interacciones, porque las relaciones sociales que se establecen en la movilidad, a través de los vínculos, contactos y la ayuda en el diario entre los migrantes y no migrantes.
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EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

A presente dissertação é desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão apresentado discute os problemas de gestão acadêmica das demandas por trabalhos de campos e visitas técnicas, entres outras denominações por experiências formativas, realizadas em espaços distintos do campus da UFJF, que chegam à Pró-Reitoria de Graduação por meio de pedidos de custeio. Dessa forma, este estudo tem por objetivo geral analisar os processos de viagens formativas nos eixos pedagógico e administrativo. Especificamente objetiva-se: i) descrever os fatos que caracterizam a falta de sistematização de processos para custeio de trabalho de/em campo dos cursos da graduação, como um problema de gestão da PROGRAD; ii) analisar a dimensão do problema, nas perspectivas pedagógicas e gerenciais; iii) propor um Plano de Ação Educacional, envolvendo ações administrativas e gerenciais, para a resolução do problema. Assumimos como hipóteses que a temática envolve ações administrativas entre diversos setores, não existem processos sistematizados para atendimento às demandas das viagens e não há um sistema eficiente de difusão de informações e conhecimentos sobre o tema. A metodologia utilizada para o desenvolvimento deste trabalho possui natureza aplicada, com abordagem qualitativa e descritiva de estudo de caso, buscando analisar como são constituídos os processos administrativos e pedagógicos para viagens formativas e qual a importância do tema para a formação discente. Para tanto, utilizamos como instrumentos a pesquisa documental, a pesquisa bibliográfica e as entrevistas com coordenadores de sete cursos de graduação do campus de Juiz de Fora. Com base nas evidências trazidas pelas pesquisas, propomos ações administrativas participativas, interativas e transparentes, visando à implementação de processos sistematizados e à difusão da gestão do conhecimento para o atendimento e fomento das viagens formativas nos cursos de graduação da UFJF.
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CONHECIMENTO DE MANIPULADORES DE ALIMENTOS SOBRE HIGIENE PESSOAL E BOAS PRÁTICAS NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS

CONHECIMENTO DE MANIPULADORES DE ALIMENTOS SOBRE HIGIENE PESSOAL E BOAS PRÁTICAS NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS

Resumo: As refeições produzidas em Unidades de Alimentação e Nutrição-UAN escolares devem atender às necessidades nutricionais dos alunos, oferecendo-lhes, além de alimentos adequados nos aspectos sensoriais e nutricionais, produtos seguros em relação às condições higiênico-sanitárias. Boas práticas de manipulação de alimentos são necessárias para garantir a produção e oferta de alimentos seguros. O objetivo deste estudo foi identificar o nível de conhecimento sobre boas práticas de manipuladores de alimentos de UAN, de uma comunidade situada em São Paulo/SP, antes e após a aplicação de treinamento. O método utilizado foi um instrumento proposto na literatura, aplicado antes e após treinamento sobre o tema. Esse instrumento era composto de 10 questões sobre higiene e boas práticas na manipulação de alimentos, envolvendo lavagem das mãos, higiene pessoal e contaminação dos alimentos. O treinamento foi desenvolvido em quatro encontros. A primeira aplicação do questionário foi efetuada um mês antes do treinamento, e a segunda um mês após o último encontro. Os resultados obtidos evidenciaram que as respostas corretas sobre boas práticas na manipulação dos alimentos apresentaram similaridade, antes e após aplicação de treinamento. Entre os temas que apresentaram incremento nas respostas corretas, constavam descarte de óleo, higienização de utensílios, manejo de resíduos e contaminação dos alimentos. Palavras-chave: Manipulação de alimentos; vigilância sanitária; boas práticas de manipulação; segurança de alimentos.
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