Top PDF A contribuição da anatomia foliar para a taxonomia das espécies de Cyperus L. subg. Cyperus (Cyperaceae) ocorrentes no sul do Brasil.

A contribuição da anatomia foliar para a taxonomia das espécies de Cyperus L. subg. Cyperus (Cyperaceae) ocorrentes no sul do Brasil.

A contribuição da anatomia foliar para a taxonomia das espécies de Cyperus L. subg. Cyperus (Cyperaceae) ocorrentes no sul do Brasil.

RESUMO – (A contribuição da anatomia foliar para a taxonomia das espécies de Cyperus subg. Cyperus (Cyperaceae) ocorrentes no sul do Brasil). Foi analisada a anatomia foliar de 15 táxons de Cyperus subg. Cyperus ocorrentes na Região Sul do Brasil, na busca de caracteres anatômicos auxiliares para a sua identifi cação. Todos os táxons analisados possuem clorênquima radiado em torno dos feixes vasculares, anatomia Kranz do tipo Clorociperóide e cavidades aeríferas com diafragma de células estreladas. Os caracteres que mostraram maior valor diagnóstico foram a forma da lâmina foliar em secção transversal, a distribuição e estratifi cação da hipoderme e das células buliformes, o grau de desenvolvimento das cavidades aeríferas, e a distribuição dos feixes vasculares. Os resultados permitiram separar algumas espécies com morfologia externa semelhante, porém, não foram conclusivos para a defi nição de todos os complexos específi cos e infra-específi cos observados. Por outro lado, reforçaram a proposição de sinonímias já indicadas por dados da morfo- logia externa e da micromorfologia da superfície do fruto obtidos em estudos anteriores. É discutida a importância diagnóstica dos caracteres analisados e fornecida uma tabela comparativa entre os táxons.
Mostrar mais

10 Ler mais

Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de espécies do Complexo Briza L. (Poaceae: Pooideae: Poeae).

Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de espécies do Complexo Briza L. (Poaceae: Pooideae: Poeae).

O material botânico foi coletado em formações campestres dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, na Região Sul do Brasil. A maior parte do material foi coletada em campos secos, com exceção de Briza juergensii, coletada em turfeiras dos campos de altitude do nordeste do Rio Grande do Sul, e de B. calotheca, da qual foram coletados materiais tanto em campos secos quanto em turfeiras. Espécimes não ocorrentes no Brasil foram obtidos nos herbários das Universidades de Córdoba (Argentina) e Bogotá (Bolívia), do Instituto de Botánica Darwinion (Argentina) e do Royal Botanic Gardens (Kew, Inglaterra). Erianthecium bulbosum (tribo Poeae), foi usada para comparação, por estar incluída no clado Chascolytrum, Essi et al. (2008). Os morfotipos de B. juergensii Hack. e B. lamarckiana Nees foram tratados como B. aff. juergensii e B. aff. lamarckiana. Da mesma forma, um morfotipo de B. paleapilifera Parodi, citado por Essi (2007) para a Bolívia, foi incluído como B. aff. paleapilifera. Os exemplares-testemunho estão, na maior parte, depositados no herbário ICN, e materiais dos herbários BAA, LPB e K (acrônimos conforme Holmgren & Holmgren 1998) também foram utilizados (Tab.1).
Mostrar mais

15 Ler mais

A contribuição da anatomia foliar para a taxonomia de Raddia Bertol. (Poaceae: Bambusoideae).

A contribuição da anatomia foliar para a taxonomia de Raddia Bertol. (Poaceae: Bambusoideae).

RESUMO – (A contribuição da anatomia foliar para a taxonomia de Raddia Bertol. (Poaceae: Bambusoideae). Raddia é um gênero de bambus herbáceos que inclui nove espécies ocorrentes no Brasil, uma delas encontrada também em áreas extra-brasileiras. A anatomia foliar de todas as espécies foi analisada em microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura, visando à obtenção de caracteres úteis para sua taxonomia. Espécies de outros gêneros de bambus herbáceos foram utilizadas para comparação. Não foram encontrados caracteres anatômicos exclusivos de Raddia, e os mesmos foram pouco relevantes para a delimitação das espécies dentro do gênero, separando às vezes, apenas grupos de espécies. Entre estes caracteres, destacaram-se, em corte transversal: forma da nervura central, posição do feixe vascular mediano, número de feixes vasculares adjacentes ao feixe mediano e a forma das células fusóides. A análise da epiderme em vista frontal (MEV) mostrou diferenças entre as espécies quanto à ocorrência, densidade e distribuição de papilas. Raddia megaphylla R.P. Oliveira & Longhi-Wagner e R. guianensis (Brongn.) Hitchc. & Chase apresentaram maior número de caracteres anatômicos exclusivos, entre as espécies estudadas. Um tipo de tricoma não registrado anteriormente para Bambusoideae foi encontrado em R. stolonifera R.P. Oliveira & Longhi-Wagner.
Mostrar mais

19 Ler mais

UM SISTEMA DE QUALIDADE PARA A GESTÃO COMPARTILHADA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UFJF COM A EBSERH – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

UM SISTEMA DE QUALIDADE PARA A GESTÃO COMPARTILHADA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UFJF COM A EBSERH – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A origem dos novos programas e ações incorporados ao orçamento original do Hospital Universitário da UFJF provieram de descentralizações do Governo Federal por meio da EBSERH, do Fundo Nacional de Saúde e do Ministério da Educação. A primeira descentralização citada se deve à adesão a gestão compartilhada, já demonstrando, por um lado, como aspecto positivo desta nova gestão e as duas últimas se deve à execução do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais – REHUF, consoante a disposição prevista no inciso I, do artigo 3º, do Decreto Federal nº. 7.082 de 2010, que entre outras diretrizes, reza sobre a instituição de mecanismos adequados de financiamento, compartilhados entre as áreas da educação e da saúde (BRASIL, 2010a). As dotações iniciais e a despesa realizada pelo Hospital estão pormenorizada na Tabela 8 por unidade, programa e ação referente ao período de janeiro a abril de 2016.
Mostrar mais

161 Ler mais

A GESTÃO DAS CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE (BA)

A GESTÃO DAS CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE (BA)

do campo em seus aspectos sociais, culturais, ambientais, políticos, econômicos, de gênero, geracional e de raça e etnia; II - incentivo à formulação de projetos político-pedagógicos específicos para as escolas do campo, estimulando o desenvolvimento das unidades escolares como espaços públicos de investigação e articulação de experiências e estudos direcionados para o desenvolvimento social, economicamente justo e ambientalmente sustentável, em articulação com o mundo do trabalho; III - desenvolvimento de políticas de formação de profissionais da educação para o atendimento da especificidade das escolas do campo, considerando- se as condições concretas da produção e reprodução social da vida no campo; IV - valorização da identidade da escola do campo por meio de projetos pedagógicos com conteúdos curriculares e metodologias adequadas às reais necessidades dos alunos do campo, bem como flexibilidade na organização escolar, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas; e V - controle social da qualidade da educação escolar, mediante a efetiva participação da comunidade e dos movimentos sociais do campo [...] (BRASIL, 2010).
Mostrar mais

141 Ler mais

Anatomia foliar de espécies de Aspleniaceae e Polypodiaceae (Monilófitas) ocorrentes no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, MG, Brasil

Anatomia foliar de espécies de Aspleniaceae e Polypodiaceae (Monilófitas) ocorrentes no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, MG, Brasil

As samambaias representam o terceiro maior grupo de plantas com espécies epífitas, depois das orquídeas e bromélias. As três famílias com maior número de representantes epifíticos são Hymenophyllaceae, Polypodiaceae e Aspleniaceae, sendo que pelo menos 50% de suas espécies ocupam este hábitat (Gentry & Dodson 1987). A maioria das espécies coletadas no PESB é epífita, de locais sombreados, apenas Asplenium harpeodes apresenta hábito terrestre, ocorrendo em local onde o dossel propicia grande sombreamento. Segundo Dickison (2000) e Metcalfe & Chalk (1979), entre outros, folhas expostas à sombra tendem a apresentar cutícula fina e mesofilo estreito, com muitos espaços intercelulares, como verificado em A. harpeodes. Estas características, segundo os autores, otimizam a captação e a utilização de luz e CO 2 , evitando o comprometimento do processo fotossintético.
Mostrar mais

98 Ler mais

AVALIAÇÃO DE ÍNDICES FITOSSOCIOLÓGICOS DE PLANTAS DANINHAS EM SOLOS COM TRÊS DIFERENTES TEXTURAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR

AVALIAÇÃO DE ÍNDICES FITOSSOCIOLÓGICOS DE PLANTAS DANINHAS EM SOLOS COM TRÊS DIFERENTES TEXTURAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR

Na área amostrada utilizou-se o tratamento químico com as moléculas Sulfentrazone e Clomazone nove dias após o plantio, os mesmos são herbicidas pré-emergentes seletivos a cultura da cana (RODRIGUES; AMEIDA, 2011). O levantamento fitossociológico foi realizado 20 dias após a aplicação dos defensivos, sendo assim não foram encontrados grandes variedades de espécies de plantas infestantes na área devido às condições climáticas do período de inverno, além do efeito residual dos produtos fitossanitários usados. Mesmo com o tratamento químico utilizado algumas espécies mais adaptadas como a tiririca, mamona e grama seda conseguiram emergir e se desenvolver.
Mostrar mais

18 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Nesta perspectiva, serão abordados os seguintes aspectos: fundamentação e princípios da educação e da gestão escolar; planejamento e organização do trabalho escolar; monitoramento de processos e avaliação de resultados educacionais; gestão de resultados educacionais; gestão democrática e participativa; gestão de pessoas, gestão pedagógica, gestão administrativa; gestão do clima e cultura escolar, e gestão do cotidiano escolar. Na pesquisa empírica, serão apresentados os procedimentos metodológicos da pesquisa e a análise dos dados da pesquisa. Os dados foram obtidos por meio de entrevista realizada junto aos gestores das Escolas de Referência no Litoral Sul de Pernambuco e, em seguida, analisados os resultados e desempenho destas escolas. Logo, a pesquisa aplicada tem por objetivo analisar a gestão destas escolas na percepção dos seus professores.
Mostrar mais

118 Ler mais

Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de Hippocrateoideae (Celastraceae) no Sudeste do Brasil.

Anatomia foliar como subsídio à taxonomia de Hippocrateoideae (Celastraceae) no Sudeste do Brasil.

Foi observada, tanto no pecíolo quanto na lâmina foliar de algumas espécies, a presença de uma secreção pegajosa que se mostrava evidente no momento de fragmentar o material. No caso de Cheiloclinium cognatum, a secreção foi percebida macroscopicamente, mas a análise dos dados anatômicos não revelou o tipo de estrutura secretora. Em Cheiloclinium serratum e em Hippocratea volubilis, pôde-se identificar laticíferos principalmente associados ao tecido vascular do pecíolo e da lâmina foliar. Metcalfe & Chalk (1979) já haviam verificado, como característica marcante da então família Hippocrateaceae, a presença de canais laticíferos no caule de algumas espécies, os quais podiam estar presentes também nas folhas de algumas outras. Os autores afirmam também, que algumas células do mesofilo contém um material semelhante a látex, e chamam a atenção para o fato de que apesar dos laticíferos serem característicos para a família, eles não são facilmente visíveis, especialmente se os conteúdos tiverem sido dissolvidos durante a preparação e montagem dos cortes. Estes mesmos autores ainda especificam que em Campylostemon, os laticíferos acompanham os tubos crivados do floema; e que em Hippocratea velutina, o mesofilo contém células de mucilagem. Solereder (1908) também verificou elementos semelhantes a canais laticíferos no caule e na folha de Salacia micrantha (≡ Tontelea micrantha). Metcalfe & Chalk (1983) reforçaram a idéia de que as estruturas secretoras e o material secretado por elas são de muito interesse para a anatomia sistemática porque freqüentemente adicionam aparência distintiva aos padrões celulares da planta em que estão presentes. Além disso, a distribuição restrita de algum tipo particular de estrutura secretora fornece um caráter diagnóstico que é freqüentemente bastante valioso.
Mostrar mais

17 Ler mais

Anatomia e ultra-estrutura foliar de Cyperus maritimus Poir. (Cyperaceae): estratégias adaptativas ao ambiente de dunas litorâneas.

Anatomia e ultra-estrutura foliar de Cyperus maritimus Poir. (Cyperaceae): estratégias adaptativas ao ambiente de dunas litorâneas.

De acordo com Carolin et al. (1977) a presença de tilacóides convolutos na bainha Kranz, como observado na espécie em estudo, aumenta a área de interface tilacóide-estroma. Este aspecto foi também observado em outras espécies com o tipo clorociperóide, como em Kyllinga brevifolia e Pycreus polystachyos (Carolin et al. 1977; Bruhl & Perry 1995), Cyperus esculentus (Estelita 1992) e Cyperus giganteus (Rodrigues & Estelita 2003). Esse caráter é citado como comum em espécies com tipo clorociperóide e fimbristilóide (Estelita-Teixeira & Handro 1987; Ueno et al. 1988). Entretanto, em Remirea maritima que também apresenta o tipo clorociperóide, Estelita (1992) comenta que os tilacóides dos cloroplastos da bainha Kranz não são convolutos. Diante do exposto, os tilacóides fortemente convolutos observados em C. maritimus podem aumentar a eficiência fotossintética nessa espécie.
Mostrar mais

11 Ler mais

PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA DE ESPÉCIES DO GÊNERO CYPERUS L. (CYPERACEAE): UMA INVESTIGAÇÃO DO SEU POTENCIAL ANTIMICROBIANO

PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA DE ESPÉCIES DO GÊNERO CYPERUS L. (CYPERACEAE): UMA INVESTIGAÇÃO DO SEU POTENCIAL ANTIMICROBIANO

Abstract: The objective of this manuscript was to prospect with the use of Cyperus essential oils, besides investigating the antimicrobial activity of the genus. Questel Orbit Intelligence selected patents have revealed the use of Cyperus essential oil or combined in Traditional Chinese Medicine (TCM) compositions applied to women’s health, anxiety, depression, bladder inflammation, liver fat, pain management and problems with blood circulation. The results revealed the antimicrobial effect of Cyperus in humans and animals, as well as anti-inflammatory and anticancer effect. The articles selected from The LENS database indicated the study of oils from twenty species of Cyperus, especially Cyperus rotundus (45%); Cyperus scariosus and Cyperus articulatus (both with 10%) and Cyperus esculentus (corresponding to about 5%). In addition to the antimicrobial effect, the oils of these species showed antifungal, antioxidant, insecticidal activities, use in Ayurvedic preparations, food use and potential for the manufacture of cosmetics, toiletry, hygiene and cleaning products.
Mostrar mais

12 Ler mais

Anatomia foliar de espécies de Chamaecrista Moench. (Leguminosae/Caesalpinioideae) ocorrentes em campo rupestre

Anatomia foliar de espécies de Chamaecrista Moench. (Leguminosae/Caesalpinioideae) ocorrentes em campo rupestre

As glândulas de C. dentata são morfologicamente semelhantes, independentemente do órgão ou verticilo floral avaliado e as relatadas para os representantes da tribo Caesalpinieae, pertencentes ao grupo Caesalpinia lato sensu e ao gênero Hoffmannseggia (Lersten e Curtis 1994 e 1995). Nas flores as glândulas apresentaram distribuição restrita à face abaxial das sépalas e na superfície externa do ovário, essa ocorrência já havia sido registrada por Silva (1999) em revisão taxonômica da seção Absus do gênero Chamaecrista para espécies ocorrentes no Estado de Minas Gerais. A ausência das glândulas nas pétalas de C. dentata pode estar relacionada a textura do exsudado ser extremamente pegajosa, o que poderia comprometer a mobilidade das peças. Assim, a hipótese do envolvimento da secreção na defesa é mais plausível. Estruturas morfologicamente semelhantes foram registradas nos verticilos florais de algumas espécies de Caesalpinia lato sensu (mesma subfamília de C. dentata) tendo sido sugerido a função de defesa para a secreção (Rudall et al., 1994).
Mostrar mais

84 Ler mais

Anatomia foliar de espécies brasileiras de Aechmea subg. Chevaliera (Gaudich. ex Beer) Baker, Bromelioideae-Bromeliaceae.

Anatomia foliar de espécies brasileiras de Aechmea subg. Chevaliera (Gaudich. ex Beer) Baker, Bromelioideae-Bromeliaceae.

Em vista frontal, as células epidérmicas apresentam paredes anticlinais sinuosas como em A. multiflora L.B. Sm. (figura 8) e A. rodriguesiana (figura 5). Grânulos esféricos, provavelmente de sílica, podem ser notados no interior das células epidérmicas de A. multiflora, A. hostilis e A. perforata L.B. Sm. A diferença entre as duas superfícies é notada, basicamente, pela quantidade de escamas, aparentemente menos abundante na superfície adaxial, como observado para A. saxicola L.B. Sm. (figura 9), e pela presença dos estômatos tetracíticos na face abaxial como observado na figura 5. Esses estômatos estão dispostos, na maioria das espécies, em depressões (tabela 1), como em A. digitata L.B. Sm. & R.W. Read (figura 10), A. hostilis (figura 11) e A. multiflora (figura 12). Os estômatos podem apresentar-se cobertos pelas alas das escamas com distribuição contínua como em A. rodriguesiana (figuras 6), ou descontínua, como em A. digitata e A. hostilis (figuras 10, 11).
Mostrar mais

11 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Em 2011, depois de testado e validado, o Projeto Jovem de Futuro foi ofertado a cinco Estados brasileiros (Pará, Goiás, Ceará, Piauí e Mato Grosso do Sul), associado ao PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola) e ao PROEMI (Programa Ensino Médio Inovador), do Governo Federal. Nessa nova modalidade, o Ministério da Educação, por meio das propostas do PROEMI, repassa os recursos para as escolas. As Secretarias de Estado de Educação, por sua vez, oferecem apoio técnico e, como contrapartida, o Instituto Unibanco oferece formação aos docentes, utilizando suas metodologias no intuito de promover a melhoria dos resultados educacionais nas escolas. Os projetos que anteriormente eram implementados isoladamente (Jovem Cientista e Entre Jovens) passam a ser parte integrante do Projeto Jovem de Futuro, sendo utilizados como iniciativas educacionais complementares.
Mostrar mais

133 Ler mais

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Para melhor entendimento, a Resolução SEEDUC n° 4940 (BRASIL, 2013) estabelece os critérios de classificação em categorias das unidades escolares da rede pública estadual. É fundamental destacar que nesta classificação, a pontuação depende do número de turmas e número de alunos matriculados (enturmados) no sistema Conexão Educação com 35 alunos, assim,a cada conjunto de cinco turmas corresponde a 10 pontos. Para o número de turnos em cada unidade escolar,leva-se em consideração 5 pontos para cada turno em funcionamento e, outros itenstambém garantem pontuação, como exemplo a unidade escolar que possuir público alvo da Educação Especial incluídos em classes comuns, será acrescida de 1 (um) ponto, e unidades com regime de horário integral, os pontos são contados em dobro. Desta forma, a classificação de cada unidade escolar fica definida de acordo com a pontuação obtida. Esta pontuação nos faz perceber que quanto maior o valor, maior é a unidade escolar.
Mostrar mais

137 Ler mais

Avaliação de preparados homeopáticos em tiririca (Cyperus rotundus L.)

Avaliação de preparados homeopáticos em tiririca (Cyperus rotundus L.)

O aumento das medidas de ATI significa que houve expansão da folha na região intervenal. Sabendo-se que os feixes vasculares estão dispostos em fileiras paralelas entre si, no sentido da largura da folha como mostra a Figura 1, e que o aumento do número de feixes e da distância entre eles, exige e ocupa maior espaço neste mesmo sentido, pode-se inferir que a expansão da folha se deu no sentido de sua largura. Considerando-se que a densidade estomática é dada pelo número de estômatos por unidade de folha, o aumento da DE e da ATI, sem o aumento da EL, sugere que houve aumento da área foliar das plantas de tiririca tratadas com preparados homeopáticos. Segundo CASALI (2001) as plantas possuem plasticidade, ou seja, se adaptam ao estresse de temperatura, se ajustam à insuficiência de água, luz, nutrientes e condições ambientais que são alteradas em ciclos diários e sazonais. A plasticidade foliar é normalmente observada em plantas submetidas à ambiente sombreado (SILVA, 2001; ATROCH, 1999). Segundo Dickison (2000) citado por Castro (2001), o aumento da área foliar é próprio de plantas submetidas a condições de pouca luminosidade e permite à planta ampliar sua capacidade em captar luz. Com base nessas afirmativas, os resultados deste estudo nos permitem inferir que os preparados homeopáticos de folhas de tiririca, foram capazes de induzir os efeitos do sombreamento sobre as folhas de tiririca. Isso explicaria a limitação do acúmulo de massa da parte aérea, constatada nas plantas tratadas com os preparados homeopáticos de folhas de tiririca, conforme relatado no capítulo anterior, pois a tiririca consegue produzir maior volume de biomassa quando não sofre sombreamento, por ser sensível a este (JORDAN-MOLERO; STOLLER, 1978; PATTERSON, 1982; PATTERSON, 1985, citados por CORDEIRO, 2006).
Mostrar mais

55 Ler mais

Pelos primeiros resultados e recomendações C»2>3 ) o C.M.U. poderia ser testado em doses baixas, até 0,025 gm2

Pelos primeiros resultados e recomendações C»2>3 ) o C.M.U. poderia ser testado em doses baixas, até 0,025 gm2

A tiririca (Cyperus rotundus L.), em condições as mais diversas, é uma das ervas más que infestam grandes áreas no Estado de São Paulo, constituindo um dos maiores problemas a sua err[r]

5 Ler mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

O ENEM: como já estava previsto na LDB, o MEC criou o Enem como um instrumento de avaliação para ser aplicado aos alunos ao final da Educação Básica. A princípio, o Enem era um exame destinado apenas para certificação e auto-avaliação. Com o passar o tempo, ele foi sendo reformulado e hoje é o principal instrumento utilizado por muitas instituições de Ensino Superior como critério para seleção de candidatos. A prova está dividida em áreas temáticas (como previsto nos PCNEM) e avalia conhecimentos contextualizados, capacidades e habilidades para solucionar problemas, leitura e interpretação de textos, entre outros. A Matriz de Referência do exame está fundamentada em competências e habilidades (relacionadas aos conteúdos curriculares) que deverão ser desenvolvidas pelos estudantes ao longo de toda educação básica. Neste sentido, é possível dizer que o Enem estabeleceu, pela primeira vez no Brasil, um padrão de referência para o término da escolaridade básica. Ainda sobre a matriz de referência do exame, observa-se que a avaliação não está relacionada à cobrança exclusiva de conteúdos, mas foca sua atenção no desenvolvimento de habilidades e competências, ou seja, procura priorizar a resolução de problemas concretos que se apresentam a ele de forma contextualizada e interdisciplinar, em detrimento da simples memorização e repetição de conteúdos isolados.
Mostrar mais

182 Ler mais

Anatomia foliar de bromélias ocorrentes em áreas de cerrado do Estado de São Paulo, Brasil.

Anatomia foliar de bromélias ocorrentes em áreas de cerrado do Estado de São Paulo, Brasil.

A estrutura foliar das Bromeliaceae vem sendo estudada com objetivos diversos. Tomlinson (1969), numa revisão anatômica abrangente, caracteriza cada uma das três subfamílias com base, especialmente, na estrutura das escamas foliares, dos estômatos e do mesofilo. Alguns trabalhos descrevem as folhas de certas espécies, como o de Billings (1904) com Tillandsia usneoides, o de Krauss (1949) com Ananas comosus e o de Braga (1977) com espécies de Ananas, Tillandsia, Vriesea, Aechmea e Streptocalix, presentes na campina amazônica. Outros utilizam a anatomia foliar no entendimento taxonômico de diferentes grupos, como o de Robinson (1969), que delimita as espécies de Connelia, Cottendorfia e Navia e o de Sajo et al. (1998), que analisam as folhas de 68 espécies pertencentes à Nidularium e gêneros afins, delimitando seis grupos distintos. Mais recentemente, destacam-se os trabalhos de Aoyama & Sajo (2003), que separam as espécies de Aechmea, subgênero Lamprococcus; de Proença & Sajo (2004), que apresentam uma chave de identificação para as Aechmea do estado de São Paulo; e o de Sousa et al. (2005), que separam as espécies de Aechmea, subgênero Chevaliera. Outros estudos têm como objetivo compreender a variabilidade adaptativa presente na família. É o caso do trabalho de Flores (1975) que compara a anatomia foliar de Aechmea mexicana Baker (espécie terrestre de regiões áridas) e Hechtia glomerata Zucc. (espécie epífita de florestas úmidas), de Brighigna et al. (1984) com Tillandsia de ambientes áridos e tropicais, e de Gómez & Winkler (1991) com bromélias de ambientes salinos e de regiões externas ao mangue. Citam-se, ainda, os estudos de Souza & Neves (1996), Arruda & Costa (2003) e Scatena & Segecin (2005) com espécies de Tillandsioideae, em que interpretam os caracteres observados nas folhas, como possíveis adaptações ao ambiente em que vivem as plantas e/ou ao hábito epifítico.
Mostrar mais

17 Ler mais

Estado, capital, trabalho e organização sindical: a (re)construção das classes trabalhadoras no Brasil — Outubro Revista

Estado, capital, trabalho e organização sindical: a (re)construção das classes trabalhadoras no Brasil — Outubro Revista

ESTADO, CAPITAL, TRABALHO E ORGANIZAÇÃO SINDICAL -65 distribuição dessa "nova" taxa que será feita na proporção de 10% para as centrais sindicais, 5% para as confederações, [r]

25 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados