Top PDF Determinação do índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio do Campo, PR

Determinação do índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio do Campo, PR

Determinação do índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio do Campo, PR

A busca pelo equilíbrio entre o crescimento econômico, a preservação ambiental e a justiça social, tem fortalecido o paradigma do desenvolvimento sustentável. Com isso, os indicadores exercem função importante na geração de dados para a avaliação da sustentabilidade, descrevendo a dinâmica dos problemas existentes na área de interesse, indicando a direção, a prioridade das mudanças e transformando dados em informações relevantes para a construção de estratégias políticas e de planejamento, que contribuam com um desenvolvimento sustentável. Portanto, o presente estudo teve como objetivo determinar o índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio do CampoPR, por meio de indicadores representativos das condições ambientais, sociais e econômicas predominantes na área de estudo, empregando técnicas de geoprocessamento. O índice de sustentabilidade (IS) utilizado neste estudo consiste em uma adaptação da proposta de Couto (2007), sendo constituído de três dimensões que caracterizam o uso e ocupação do solo (fator de uso do solo), a condição física da área (fator de fragilidade potencial) e a condição de desenvolvimento humano (fator de desenvolvimento humano), refletindo os aspectos propostos no modelo de avaliação Pressão - Estado - Impacto – Resposta (PEIR), recomendado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O IS foi calculado em nove sub-bacias e para a bacia do rio do Campo como um todo, sendo expresso na forma de um número entre zero e um, onde quanto mais próximo da unidade melhor a condição de sustentabilidade da bacia. Assim, a bacia do rio do Campo apresentou, para fator de uso do solo, áreas predominantemente agrícolas, correspondendo a este fator o peso 0,55. Para o fator de fragilidade potencial, os indicadores aplicados indicaram áreas predominantemente planas
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Determinação geoestatística do índice de sustentabilidade ambiental

Determinação geoestatística do índice de sustentabilidade ambiental

altamente degradados. Diante disso, visando atingir o desenvolvimento sustentável, são construídos diversos índices e indicadores para determinar o nível de sustentabilidade ambiental. Portanto, o presente estudo teve como objetivo determinar o índice de sustentabilidade ambiental de bacias hidrográficas por intermédio de analise geoestatística através da ferramenta de geoprocessamento e sensoriamento remoto. A área de aplicação, escolhida para determinar o índice de sustentabilidade ambiental foi a bacia hidrográfica do rio Goioerê e para isso foram definidos três fatores: o fator que caracteriza o uso e ocupação da terra (fator uso do solo), a situação morfométrica do terreno (fator fragilidade potencial) e as condições socioeconômicas da população (fator de desenvolvimento humano), fatores estes que são recomendados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (ODCE) que refletem o modelo de avaliação Pressão – Estado – Impacto. O resultado obtido através do índice de sustentabilidade ambiental foi expresso na forma numérica variam entre zero e um, no qual, quanto mais próximo de um for o valor obtido, maior é a sustentabilidade ambiental. Ao analisar a bacia hidrográfica do rio Goioerê, no fator de uso do solo, constatou que cerca de 80,72% da bacia apresentavam áreas agrícolas. Em relação ao fator fragilidade a bacia apresentou mais de 90% de baixos índices de rugosidade, o que reflete em um bom índice de fragilidade potencial, evidenciando baixo potencial erosivo ao longo da bacia. Já para o fator de desenvolvimento humano, que constituiu dados de educação, saneamento, longevidade e renda, cerca de 97,47% da bacia está na faixa de baixo e muito baixo desenvolvimento humano quando analisadas com as cinco faixas recomendo pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2013). O cruzamento deste três fatores resultou no índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio Goioerê, apontando que aproximadamente 87% desta, possui um alto índice de sustentabilidade ambiental.
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A Análise Ambiental  Legal de uma Bacia Hidrográfica com o Recurso Fotográfico: O caso do Rio Bacacheri em Curitiba - PR.

A Análise Ambiental Legal de uma Bacia Hidrográfica com o Recurso Fotográfico: O caso do Rio Bacacheri em Curitiba - PR.

O incorreto uso do solo e o conseqüente desrespeito a legislação, tem colocado em cheque o poder fiscalizador estatal, a partir destas preocupações ambientais, mais especificamente embasadas nos problemas urbano, a proposta do presente trabalho é apresentar um comparativo entre as prerrogativas das diversas esferas legais, e a realidade vivenciada na bacia hidrográfica do Rio Bacacheri em Curitiba. A partir da determinação deste objetivo de pesquisa, foram delimitadas etapas específicas, que serviram como base para a determinação dos resultados. Curitiba, assim como a maioria dos municípios brasileiros apresenta um processo de urbanização ao longo dos seus rios, onde o crescimento e o desenvolvimento muito rápido não tiveram o acompanhamento das ações que possibilitassem a eficiente manutenção dos recursos hídricos 2 , logo os problemas decorrentes ao desordenamento na ocupação do território são facilmente visíveis e estimados empiricamente.
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A influência do sistema Faxinal no Estado Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Sete Saltos - PR

A influência do sistema Faxinal no Estado Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Sete Saltos - PR

A Bacia Hidrográfica traz entre suas características naturais inúmeras potencialidades, como a de ser uma unidade natural de gestão dos recursos naturais de fácil delimitação. Contudo, para diagnosticar a interação entre seus aspectos físicos e bióticos, é necessária a utilização de técnicas que possibilitem essa tarefa. Nessa pesquisa foi utilizada a metodologia do Diagnóstico Físico-Conservacionista, DFC, para Bacias Hidrográficas – DFC, desenvolvida pelo CIDIAT/MARNR, da Venezuela e adaptada para o Brasil por Beltrame (1994). A bacia hidrográfica do rio Sete Saltos, alvo desta pesquisa, possui uma área de 3.821 ha, situada entre os municípios de Ponta Grossa e Campo Largo – PR – Brasil, onde se insere em uma porção de sua área (767 ha) uma unidade do Sistema Faxinal conhecida como Sete Saltos de Baixo. Para a elaboração do DFC, a bacia do rio Sete Saltos foi subdividida em três setores (A, B e C), para posterior comparação do estado ambiental de cada setor. A metodologia parte da definição de sete parâmetros: grau de semelhança entre a cobertura vegetal original e a atual; grau de proteção fornecido ao solo pela cobertura vegetal atual; declividade média; erosividade da chuva; potencial erosivo dos solos; densidade de drenagem e o balanço hídrico. O cálculo desses parâmetros partiu do levantamento de dados de geologia, relevo, solos, uso da terra; dados de precipitação e temperatura, além da utilização de técnicas de fotointerpretação, mapeamento digital e análise de imagens de satélite. O resultado desses parâmetros foram expressos de forma numérica, através de uma função descritiva, que estabeleceu o estado ambiental dos recursos naturais por setor da bacia, por meio de unidades de risco de erosão, que possibilitam uma análise quantitativa. Os parâmetros identificados foram expressos de forma numérica, através de uma função descritiva, que estabeleceu o risco de degradação dos setores da bacia, o que possibilita a análise quantitativa e qualitativa. O setor A, o mais antropizado, apresentou o mesmo valor do setor B, ou seja, 41,5 unidades de risco e o setor C 37,7 unidades de risco.
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Paisagem e sustentabilidade na bacia hidrográfica do Rio Sorocaba (SP)

Paisagem e sustentabilidade na bacia hidrográfica do Rio Sorocaba (SP)

“As projeções de crescimento populacional e o aumento do tempo de vida da população indicam que será preciso ampliar o total de alimentos disponíveis no mundo. A aplicação da engenharia genética pode contribuir na resolução dessa questão com a invenção de alimentos mais protéicos, o que diminuiria a quantidade de alimento consumido. Além disso, ela pode aumentar a produtividade da agricultura. Como conseqüência, seria necessário empregar uma área menor para prover alimentos a todos, permitindo a recuperação ambiental de algumas partes do planeta. [...] No campo da saúde, novos remédios e substâncias certamente surgirão a partir da manipulação genética de seres vivos. Nesse caso, a associação ao conhecimento das populações tradicionais facilita e agiliza a descoberta de espécies que contêm princípios ativos capazes de combater nossos males. [...] Diante dessas perspectivas, fica difícil não concordar que essa tecnologia pode trazer
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Análises têmporo-espaciais da fragilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio Cará-Cará, Ponta Grossa – PR

Análises têmporo-espaciais da fragilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio Cará-Cará, Ponta Grossa – PR

PONTA GROSSA – Mais 36,2 alqueires estão sendo adquiridos pela Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar), anunciou ontem o presidente da empresa, Raul Paulo Neto. Ao todo serão seis áreas, em várias regiões da cidade, que permitirão a criação de 2,1 mil lotes urbanizados ou receber idêntico número de casas. Na área denominada Jundiaí, situada no Bonsucesso, estão sendo adquiridos dois terrenos, com área total de 11 alqueires. Na gleba Jacarandá, na Vila Leila Maria, são mais três alqueires, e no Jardim Barreto, outros 3,8 alqueires. Existem ainda duas áreas que estão em processo de documentação e que somam 18 alqueires. A gleba Jacarandá, de acordo com o presidente da Prolar, receberá em poucos meses mais 72 casas. Essas moradias serão licitadas em até 30 dias, e serão construídas com recursos do programa ‘Morar Melhor’, do Ministério das Cidades. Paulo Neto anunciou também que estão em processo de regularização cerca de 3 mil lotes, comercializados antes do início deste ano. “Essa é uma necessidade”, explica o presidente da Prolar, porque as pessoas que adquiriram esses terrenos “não podem fazer a escrituração e nem eventualmente financiar a construção de suas moradias”. O trabalho, no entanto, não será realizado em curto prazo. A estimativa da Prolar é que a regularização seja completada apenas em 2008. Refis – Já está aberto o prazo para que mutuários inadimplentes da Prolar possam regularizar sua situação. Há um número considerável, segundo a companhia, de mutuários nessa condição, entre os mais de 3,5 mil contratos atualmente em vigor. O presidente da Prolar pretende, com esse programa, reduzir praticamente a zero esse índice. “Estamos oferecendo condições bem atraentes, e não existe um limite de valor para parcelamento”, revela Paulo Neto. O mutuário em atraso que quitar sua dívida à vista terá desconto integral de juros e multa. Assim também que pagar à vista pelo menos 50% de seus débitos. Quem optar pelo pagamento em duas parcelas, terá direito a um desconto de 95%. Se fizer o pagamento em três parcelas, o desconto cai para 90%; em quatro, 85%; em 5 parcelas terá desconto de 80% e, finalmente, se optar por seis parcelas, terá direito
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Determinação da classificação anual do índice de balneabilidade da bacia do rio Itapocu

Determinação da classificação anual do índice de balneabilidade da bacia do rio Itapocu

Tecnólogo Ambiental gradu- ado pelo Centro Universitário Católica de Santa Catarina – Campus Jaraguá do Sul (2012), Pós-Graduado em Gerenciamento de Águas e Efluentes pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI/ SC (2014). Foi Coordenador de campo do Projeto Comunitário realizado pelo Centro Universitário Católica de Santa Catarina no bairro João Pessoa com objetivo de conscientização da comunidade com as questões inerentes ao meio ambiente. Laureado com o certificado de Honra ao Mérito Pe. Elemar Scheid, por ter obtido o melhor desempenho acadêmico no Curso superior de Tecnologia em Gestão Ambiental do Centro Universitário Católica de Santa Catarina. Atualmente é servidor público municipal e atua a 7 anos nos laboratórios de águas e efluentes do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto – Samae, de Jaraguá do Sul. Faz parte da equipe responsável pela implantação da Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025-2005, atuando como substituto do Gerente da Qualidade. Integrante titular do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional – Consea de Jaraguá do Sul.
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Superfícies aplainadas na bacia hidrográfica do Altíssimo Rio Tibagi - PR

Superfícies aplainadas na bacia hidrográfica do Altíssimo Rio Tibagi - PR

Nesta pesquisa buscou-se comprovar a ação de oscilações climáticas pretéritas, como determinantes na origem e esculturação da morfologia atual do relevo e suas implicações na evolução da paisagem. O estudo abrange um recorte temporal referente ao Período Quaternário, do qual existem diversas referências em que são evidenciadas constantes oscilações climáticas. Esta interpretação oferece uma relação direta com o quadro natural que conhecemos, razão pela qual o estudo do Quaternário mostra-se fundamental. A técnica de integração cartográfica utilizada e os levantamentos de campo baseiam-se em proposta metodológica conceitual que sugere a evolução policíclica do relevo a partir de oscilações climáticas pretéritas. Esta metodologia de analise da evolução do relevo é definida como Geomorfologia Climática. A pesquisa neste sentido identificou superfícies de aplainamento, que são evidências relacionadas a processos que caracterizem tais oscilações. A área em estudo localiza-se na porção centro-sul do Estado do Paraná, na unidade de paisagem de caráter paleogeográfico (relictual) identificada como Campos Gerais, no Segundo Planalto Paranaense. Para esta pesquisa caracterizaram-se os elementos do meio físico onde se localizam as nascentes do rio Tibagi. Este sistema de drenagem formado no setor mais elevado do relevo de toda a bacia do referido rio foi identificado neste trabalho como Bacia Hidrográfica do Altíssimo Rio Tibagi (BHART); abrangendo uma superfície de 72,93 km². A base cartográfica para a caracterização do meio físico foi constituída por: orto-imagens e cartas topográficas e geológicas em escala 1:50.000. Os mapas temáticos possibilitaram o entendimento do quadro ambiental do setor avaliado, tendo sido elaborados e manipulados em ambiente de sistema de informação geográfica. Para apoio das análises de gabinete desenvolveram-se atividades de campo e documentação fotográfica.
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Desenvolvimento e aplicação de indicadores da qualidade ambiental urbana: avaliação da bacia hidrográfica do Rio Barigui – Curitiba/PR

Desenvolvimento e aplicação de indicadores da qualidade ambiental urbana: avaliação da bacia hidrográfica do Rio Barigui – Curitiba/PR

O acelerado crescimento da população e da industrialização, nos centros urbanos, ocasionam impactos negativos sobre os recursos hídricos, comprometendo, principalmente, a capacidade de proteção ambiental, no que tange a qualidade das bacias hidrográficas nas cidades. A bacia hidrográfica é um sistema ambiental complexo, resultante das inter-relações entre a sociedade e a natureza, e a atual situação dessas áreas são exemplos das pressões a que o meio ambiente está submetido. O uso das águas, no Estado do Paraná, é orientado pelos Planos de Bacias, enquanto que os Planos Diretores, procuram ordenar o uso do solo nos municípios. Esses dois planos se sobrepõem no trato da gestão de recursos hídricos. Dessa forma, este estudo se propõe a aplicar uma metodologia de Qualidade Ambiental Urbana – QAU, realizando adaptações , que foram aplicadas na Bacia do rio Barigui – Curitiba/PR, para analisar as inter-relações socioambientais e de infraestrutura. Os dados levantados para formar o banco de dados do QAU foram obtidos em diferentes instituições oficiais, que orientaram a adaptação dos indicadores da metodologia. A aplicação do QAU na Bacia Hidrográfica do rio Barigui, se deu por meio da divisão da bacia em cinco Unidades de Análise – UA, e na aplicação de indicadores de QAU em cada UA. Após a análise dos indicadores e agregação dos dados foi produzido o Índice de Qualidade Ambiental Urbana final – IQAU final. Todas as UA’s avaliadas apresentaram IQAU finais com qualidade satisfatória, porém os índices parciais refletem melhor a condição local. Os resultados obtidos por meio da metodologia da QAU, nesta pesquisa, foi comparada com os Planos da Bacia do Alto Iguaçu e Afluentes do Alto Ribeira e Diretor de Curitiba. O método QAU foi considerado adequado para servir de base na análise comparativa para o Plano de Bacia e o Plano Diretor. Desta forma, foi identificado que o primeiro considera a qualidade da água e a densidade demográfica, e o segundo, população, habitação, fatores econômicos, sociais, de segurança e mobilidade urbana. A comparação entre os dois Planos identificou a convergência na utilização e ocupação do solo e recursos hídricos, mas divergências no formato de agregação, o primeiro utiliza bacias e sub-bacias, e o segundo a unidade de agregação é a cidade. Os resultados da aplicação do QAU com as suas categorias de análise, variáveis e indicadores, na Bacia do rio Barigui, demonstrou o potencial desta metodologia para fazer as inter-relações necessárias visando uma orientação voltada a gestão de bacias hidrográficas urbanas.
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Zoneamento ambiental da bacia hidrográfica do rio Marumbi - PR: perspectivas para a análise e avaliação das condições sócio-ambientais

Zoneamento ambiental da bacia hidrográfica do rio Marumbi - PR: perspectivas para a análise e avaliação das condições sócio-ambientais

A partir dos trabalhos de campo e entrevista com moradores das comunidades e com o presidente da Associação dos Moradores “Amantanal” (Jahyr Tonetti) pode-se afirmar que as comunidades com desenvolvimento sócio-econômico mais expressivo são: América de Cima, América de Baixo e Marumbi. Isso pode ser justificado em função da maior proximidade da sede municipal (Morretes) ou até mesmo pelo nível de organização social e mobilização comunitária presentes nas mesmas, sendo a principal conseqüência disto as ações em parceria com o poder público e privado. No entanto, as comunidades de Pedra Preta e Pau Oco, em função do pequeno número de moradores, encontram-se em processo de extinção, sendo as mesmas absorvidas pela comunidade de Fartura. Apesar destes fatores, foi possível identificar alguns pontos importantes para avaliar as condições sócio-econômicas dos moradores da área de estudo.
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Índice de qualidade das águas na parte baixa da bacia hidrográfica do rio Trussu, Ceará

Índice de qualidade das águas na parte baixa da bacia hidrográfica do rio Trussu, Ceará

Devido ao crescimento da população mundial, às altas taxas de consumo de água, ao modelo de desenvolvimento adotado e à contaminação dos recursos hídricos pela ação antrópica, a disponibilidade hídrica torna-se cada vez mais escassa (GANGBAZO et al., 1995; VEGA et al., 1998; BOYER; PASQUARELL, 1999; BREKHOVSKIKH et al., 2001). Por outro lado, a água é um recurso preponderante para a determinação da condição de vida do ser humano; sendo que nas regiões áridas e semi-áridas do globo, esta limitação se torna bem mais evidente, como decorrência natural da escassez hídrica da região (MOTA, 1988). O baixo nível sócio-econômico característico destas regiões nos países em desenvolvimento, em especial no que se refere à saúde e à educação, resulta em um padrão de exploração do meio ambiente, freqüentemente, além da sua capacidade de suporte. Este modelo de exploração gera impactos negativos sobre a biodiversidade e sobre os recursos naturais que são a própria base de sobrevivência, num ciclo vicioso de pobreza e degradação ambiental (REBOUÇAS, 1996). A multiplicidade de usos da água, com interesses muitas vezes conflitantes, pode conduzir a problemas, tanto em termos de quantidade como de qualidade.
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APLICAÇÃO DE UM ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JAPARATUBA EM SERGIPE

APLICAÇÃO DE UM ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JAPARATUBA EM SERGIPE

Resumo: Os índices de sustentabilidade são importantes ferramentas no processo de gestão dos recursos hídricos. Este trabalho objetivou calcular um índice de susten- tabilidade para a bacia hidrográfica do rio Japaratuba, no Estado de Sergipe, Brasil. A bacia hidrográfica do rio Japaratuba tem área igual a 1.687,67 km2. O Índice de Sustentabilidade de Bacias Hidrográficas (WSI) considerou as dimensões hidrológica, ambiental, social e política, organizando-as por meio da estrutura Pressão-Estado- -Resposta. O WSI calculado para a bacia em estudo foi 0,66, o que indica que a bacia está em um nível intermediário em relação à sustentabilidade. Destaca-se que os indicadores que receberam menor pontuação foram: Hidrológico quantitativo, relacionado à baixa disponibilidade hídrica per capita, e Hidrológico qualitativo, que está relacionado à coleta e tratamento de esgotos nos municípios da bacia.
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Índice de qualidade das águas na parte baixa da bacia hidrográfica do rio Trussu, Ceará

Índice de qualidade das águas na parte baixa da bacia hidrográfica do rio Trussu, Ceará

Devido ao crescimento da população mundial, às altas taxas de consumo de água, ao modelo de desenvolvimento adotado e à contaminação dos recursos hídricos pela ação antrópica, a disponibilidade hídrica torna-se cada vez mais escassa (GANGBAZO et al., 1995; VEGA et al., 1998; BOYER; PASQUARELL, 1999; BREKHOVSKIKH et al., 2001). Por outro lado, a água é um recurso preponderante para a determinação da condição de vida do ser humano; sendo que nas regiões áridas e semi-áridas do globo, esta limitação se torna bem mais evidente, como decorrência natural da escassez hídrica da região (MOTA, 1988). O baixo nível sócio-econômico característico destas regiões nos países em desenvolvimento, em especial no que se refere à saúde e à educação, resulta em um padrão de exploração do meio ambiente, freqüentemente, além da sua capacidade de suporte. Este modelo de exploração gera impactos negativos sobre a biodiversidade e sobre os recursos naturais que são a própria base de sobrevivência, num ciclo vicioso de pobreza e degradação ambiental (REBOUÇAS, 1996). A multiplicidade de usos da água, com interesses muitas vezes conflitantes, pode conduzir a problemas, tanto em termos de quantidade como de qualidade.
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Desenvolvimento de um índice de sustentabilidade hidroambiental em bacia hidrográfica: o caso da bacia do Rio Capibaribe, Pernambuco

Desenvolvimento de um índice de sustentabilidade hidroambiental em bacia hidrográfica: o caso da bacia do Rio Capibaribe, Pernambuco

O cenário atual da gestão de recursos hídricos apresenta uma demanda crescente de água para usos múltiplos, muitas vezes comprometendo a qualidade das águas pela poluição. Ainda, em alguns casos, pode levar a diminuição do estoque hídrico. Soma-se a esses problemas, a escassez hídrica decorrente das mudanças climáticas que ocorrem em várias partes do mundo. Esses aspectos representam um grande desafio para o planejamento da gestão de recursos hídricos. Nesse contexto, o presente estudo objetivou avaliar a sustentabilidade hidroambiental em bacias hidrográficas, escolhendo-se como estudo de caso a bacia do rio Capibaribe, em Pernambuco, Brasil. As etapas metodológicas constaram de levantamento de informações secundárias, por meio da revisão bibliográfica e consulta em bancos de dados censitários oficiais, além da realização de oficinas e entrevistas. Assim, avaliou-se o desempenho dos indicadores propostos no Plano Hidroambiental do Capibaribe, elaborado em 2010, cujos dados obtidos apontaram que, apesar dos indicadores econômicos PIB per capita e Índice Firjan apresentarem crescimento para a grande maioria dos 42 municípios inseridos na bacia, no período entre 2010 e 2013, obteve-se diminuição na área plantada, como um reflexo da escassez hídrica existente na região. Também, a qualidade de água se comportou bastante comprometida, requerendo-se assim, alta demanda pelos serviços de esgotamento sanitário, para atender a dinâmica microrregional da população crescente. Ainda, como resultado das consultas feitas ao público do Alto, Médio e Baixo Capibaribe, foi possível definir uma matriz de indicadores nas dimensões ambiental, social, econômica e institucional. Na sequência, os indicadores foram agregados em sub índices por dimensão específica, obtendo-se resultados de desempenho baixo para dimensão ambiental, desempenho médio para as dimensões social e institucional e muito baixo para dimensão econômica. Por sua vez, os sub índices foram agregados para compor o Índice de Sustentabilidade Hidroambiental em Bacia Hidrográfica (ISHAB), o qual apresentou baixo desempenho para a bacia do Capibaribe, apontando para a grande necessidade de se ampliar os investimentos em projetos que impactem positivamente a sustentabilidade hídrica na bacia para as dimensões estudadas. Dessa forma, a proposta do ISHAB demonstrou ser uma ferramenta com grande potencial para contribuir com a gestão de recursos hídricos de forma participativa, tornando as informações mais acessíveis à sociedade.
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Análise ambiental da sub-bacia hidrográfica do Rio dos Porcos - SC

Análise ambiental da sub-bacia hidrográfica do Rio dos Porcos - SC

Uma outra atividade que desencadeou a redução das áreas de mata, foi a ampliação dos campos de pastagem, que em 2002 ocupavam 5.130 ha, o que equivale a 26,6% do uso da terra da sub-bacia. De acordo com as informações da aerofotointerpretação de 2002, essa feição foi verificada em todos os locais da sub-bacia, mas em maior proporção à nordeste da sub-bacia, na margem esquerda do Rio dos Porcos (mapa nº08). Segundo o técnico da EPAGRI de Içara, essas áreas destinam-se à criação de gado para a pequena produção de leite e a investimentos de empresários locais, que criam algumas cabeças de gado com o intuito de não deixarem as suas terras ociosas. Em conversas com agricultores da sub-bacia, constatou-se ainda que essas áreas são destinadas à criação de animais para auxiliar nas colheitas de fumo, tendo em vista o baixo poder aquisitivo dos fumicultores para adquirir máquinas agrícolas e à dificuldade da utilização desse maquinário nas lavouras de fumo, devido à pequena distância entre as plantas.
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Estudo da alteração antrópica (hemerobia) da bacia hidrográfica do Rio Mourão - PR

Estudo da alteração antrópica (hemerobia) da bacia hidrográfica do Rio Mourão - PR

As transformações da paisagem desenvolvidas por atividades antrópicas podem ocasionar impactos ambientais como desequilíbrio de ecossistemas, erosão de solos e assoreamento de rios. Diante disso torna-se necessário considerar a pressão que o uso da terra promove sobre os elementos naturais, para posteriormente, analisar quais são os impactos que as modificações podem causar. Uma das ferramentas para verificar a pressão das ações do ser humano na paisagem se dá a partir do conceito de hemerobia. Neste sentido, o trabalho tem como objetivo a definição de graus de dependência energética e tecnológica (hemerobia) da bacia hidrográfica do rio Mourão – PR, visando auxiliar o planejamento de ações para diminuir os riscos e impactos ambientais da paisagem em relação ao solo e à água. Para isso, o trabalho contou com os seguintes procedimentos metodológicos: caracterização da área de estudo, levantamento de dados e informações sobre o uso do solo, classificação e quantificação dos graus de hemerobia utilizando a proposta de Kröker (2008), e correlação da hemerobia com o tema conservação da natureza. Os graus foram classificados por hemerobia mínima, muito baixa, baixa, média, alta, muito alta e máxima. Após a definição dos graus, foi feita a classificação da paisagem da bacia, conforme as unidades de paisagem definidas por Scipioni (2014), sendo que a unidade de paisagem 1 possui maior representação pelo grau médio, tendo uma relação direta entre tipo de uso do solo com características do relevo. A unidade 2 possui todos os graus de hemerobia, se destacando o grau médio. A unidade de paisagem 3 possui maior representação em relação às outras unidades em todos os graus de hemerobia, sendo que o grau muito alto, alto e máximo foram classificados devido a presença da área urbana do município de Campo Mourão-PR. Já a unidade 4 não possui hemerobia máxima, sendo o grau médio o mais representativo. Através da análise quantitativa dos graus de hemerobia na paisagem da bacia hidrográfica do rio Mourão, foi possível observar que 85,26% da bacia hidrográfica do rio Mourão apresentam grau médio, composto por áreas utilizadas para agricultura, pecuária, solo exposto e áreas preparadas para futuras construções civis e 7,81% representa o grau mínimo utilizado por Unidades de Conservação, APP’s e fragmentos florestais. A classificação dos graus de hemerobia auxilia para que planejamentos ambientais possam ser desenvolvidos, tendo em vista a identificação de quais são as maiores modificações na paisagem, bem como sua localização.
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Caracterização ambiental e análise de riscos na bacia hidrográfica do rio Águeda

Caracterização ambiental e análise de riscos na bacia hidrográfica do rio Águeda

O rio Águeda é um curso de água internacional partilhado por Portugal e Espanha. Tem uma extensão com cerca de 144 km, nasce em Espanha, na Serra das Mesas, perto de Navasfrías e desagua no Rio Douro, em Barca D’Álva (concelho de Figueira de Castelo Rodrigo). Ao longo do seu percurso passa pelo distrito da Guarda, abrangendo os municípios de Almeida (freguesias de Malpartida, Vale de Coelha, Vale da Mula, S. Pedro do Rio Seco, Vilar Formoso, Freineda, Malhada Sorda, Nave de Haver); Sabugal (freguesias da Aldeia da Ribeira, Aldeia da Ponte, Lajeosa, Aldeia do Bispo) e Figueira de Castelo Rodrigo (freguesias de Escalhão, Mata de Lobos, Almofala, Escarigo). Do lado espanhol ficam abrangidas a zona norte da província de Cáceres, Extremadura, (municípios de Acebo, Cadalso, Descargamaría, Eljas, Gata, Robledillo de Gata, San Martín de Trevejo, Santibáñez el Alto y Torre de Don Miguel) e a zona sul da província de Salamanca e, Castela e Leão, municípios de Agallas, Ahigal de los Aceiteros, La Alameda de Gardón, La Alamedilla, La Alberguería de Argañán, Alda del Obispo, La Atalaya, Bañobárez, El Bodón, La Bouza, Campillo de Azaba, Carpio de Azaba, Casillas de Flores, Castillejo de Martín Viejo, Ciudad Rodrigo, La Encina, Espeja, La Fregeneda, Fuenteguinaldo, Fuenteliante, Fuentes de Oñoro, Gallegos de Argañán, Hinojosa de Duero, Ituero de Azaba, Lumbrales, Martiago, Monsagro, Navasfrías, Olmedo de Camaces, Pastores, El Payo, Peñaparda, Puebla de Azaba, Puerto Seguro, La Redonda, Retortillo, Robleda, Saelices el Chico, El Sahugo, San Felices de los Gallegos, Sancti Spiritus, Serradilla del Arroyo, Serradilla del Llano, Sobradillo, Tenebrón, Villar de Argañán, Villar de Ciervo, Villar de la Yegua, Villasrubias y Zamarra Herguijuela). O rio Águeda passa por Ciudad Rodrigo, o principal núcleo populacional da bacia hidrográfica do rio Águeda (Fig. 1b; Anexo I). O rio Águeda é um afluente do rio Douro e constitui a fronteira natural entre Portugal e Espanha, desde a confluência com o rio Tourões até Barca D’Álva (Fig. 1b; Anexo I).
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Características morfométricas da Bacia Hidrográfica do Rio Floriano, Parque Nacional do Iguaçu – PR

Características morfométricas da Bacia Hidrográfica do Rio Floriano, Parque Nacional do Iguaçu – PR

O fator de forma indica a maior ou menor tendência a enchentes, uma bacia com baixo fator de forma indica menor tendência a enchentes comparada à outra de mesmo tamanho, mas com maior fator de forma. Na bacia do rio Floriano foi encontrado o fator de forma de 0,2417, observa-se que a bacia não apresenta tendência a cheias. Tal resultado comprova o indicado pelo índice de circularidade, pois segundo Villela & Matos (1975), bacias estreitas e longas com fator de forma baixo, há menos possibilidade de ocorrência de chuvas intensas cobrindo simultaneamente toda sua extensão; e também, em uma determinada bacia hidrográfica a contribuição dos rios tributários com tempo de concentração diferentes, atinge o curso d’água principal em vários pontos ao longo do mesmo, afastando-se, portanto da condição de bacia circular, na qual a concentração de todo o deflúvio da bacia se dá em um mesmo ponto e tempo.
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Mapeamento, análise da fragilidade ambiental e proposta de área de expansão urbana na bacia hidrográfica do rio Tamanduá – pr

Mapeamento, análise da fragilidade ambiental e proposta de área de expansão urbana na bacia hidrográfica do rio Tamanduá – pr

The urban growth associated with the natural resources exploitaition increases environmental damage which can be prevented by the environmental planning. Through this, it is able to identify environmental and social impacts and, consequently, to assist in the decision making of the public power. Thus, the environmental fragility methodology can be used as an auxiliar tool for planning and controlling the environment, for presenting evidences of higher environmental risks, being able to identify the natural or anthropogenic factors. Due to this fact, this study will analyse the environmental fragility in the Tamanduá River, an affluent of the Iguaçu River, which supplies a good part of the city, increasing the importance of the hydrographic basin. The methodology chosen was proposed by Ross (1994). Land use and land cover, slope and hypsometry maps were prepared, as well as environmental fragility maps. The free softwares used in this study were QGIS version 3.4.4 and Google Earth Pro. The map of potential fragility was elaborated by comparing the pedological and slope maps, which were correlated with land use and land cover data, forming a emergent fragility map. Therefore, it was possible to find out that in the urban area there are many places with high fragility, which is important for taking measures to prevent erosion and filling and thus, to guarantee soil stability. The main part of the basin was classified as of medium fragility, attention was given to springs, those were found in places where there is a predominance of intensive agriculture and consequently a high use of pesticides, which can affect water quality. Finally, it was a suggested an urban expansion area to collaborate, as a form of subsidy, with the urban environmental control of Foz do Iguaçu - PR.
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Modelagem geobiohidrológica como ferramenta no planejamento ambiental: estudo da bacia hidrográfica do rio Pequeno, São José dos Pinhais - PR

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b) A erosão por lixiviação que ocorre em áreas saturadas de relevo plano, atinge 65,3% da área total, apresenta-se principalmente nas porções inferior e média da bacia onde o escoament[r]

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