Top PDF Diatomáceas epilíticas da subordem Sellaphorineae do rio do Monjolinho, São Carlos, SP, Brasil.

Diatomáceas epilíticas da subordem Sellaphorineae do rio do Monjolinho, São Carlos, SP, Brasil.

Diatomáceas epilíticas da subordem Sellaphorineae do rio do Monjolinho, São Carlos, SP, Brasil.

O estudo das Sellaphorineae no Estado de São Paulo está resumido em 15 trabalhos, dos quais duas são dissertações de mestrado e seis teses de doutorado. Dos demais trabalhos, seis são de natureza ecológica. Três apenas fazem referência a algum representante da subordem Sellaphorineae, não sendo possível a sua re-identificação (Bicudo & Bicudo 1967; Tundisi & Hino 1981; Xavier et al. 1985). Os trabalhos de Sant’Anna et al. (1989), Magrin & Senna (1997) e Metzeltin & Lange- Bertalot (1998) apesar de serem, também, ecológicos, eles possuem dados que permitem que os táxons inventariados sejam estudados novamente. Apenas um único, o de Bicudo et al. (1993) é de cunho taxonômico, nele foram registrados 51 táxons infra-genéricos de Bacillariophyceae para um trecho do rio Paranapanema, que foi represado para construção da usina hidrelétrica de Rosana. Neste trabalho foi descrita e ilustrada apenas uma espécie da subordem Sellaphorineae, Navicula pupula Kützing var. pupula (atualmente Sellaphora pupula (Kützing) Mereschkowsky var. pupula).
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Decomposição aeróbia de Myriophyllum aquaticum (Vell.) Verdc. e caracterização limnológica na bacia hidrográfica do rio do Monjolinho (São Carlos, SP, Brasil)

Decomposição aeróbia de Myriophyllum aquaticum (Vell.) Verdc. e caracterização limnológica na bacia hidrográfica do rio do Monjolinho (São Carlos, SP, Brasil)

Os processos oxidativos aeróbios contribuem com grande quantidade de nutrientes nas formas dissolvida e particulada para o metabolismo da microbiota aquática. Nesse contexto, este estudo descreveu as cinéticas de consumo de oxigênio durante a mineralização aeróbia de Myriophyllum aquaticum, avaliando os possíveis efeitos da adição de nutrientes, composição química do detrito e da temperatura na decomposição. A macrófita aquática foi coletada na região litorânea do reservatório do Monjolinho (22 0 00' S e 47 0 54' O; SP, Brasil). Em laboratório parte dos fragmentos das plantas foram submetidos à lixiviação para extração da fração dissolvida (MOD). Foram montadas câmaras de decomposição (n = 96) com diferentes concentrações de N e P, contendo detrito íntegro ou matriz lignocelulósica (i.e. fibras) em dois estágios fenológicos (verde ou senescente) e submetidas a duas condições de temperatura (16 e 25 ºC), totalizando 32 tratamentos. As concentrações de oxigênio dissolvido (OD) foram determinadas periodicamente nas câmaras durante 80 dias. Os resultados foram ajustados a um modelo cinético de primeira-ordem. As diferentes concentrações de N e P não interferiram no metabolismo microbiano quando os experimentos com detrito íntegro e matriz lignocelulósica foram analisados separadamente. Por outro lado, nos experimentos que contemplaram a mineralização da macrófita sem enriquecimento com N e P (água do reservatório), houve o favorecimento da mineralização em detrimento da imobilização. Porém, a análise independente das concentrações de N e P mostraram que numa mesma condição de temperatura e tipo de fragmento (verde ou senescente), o k D
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INDICADORES FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS DA INTEGRIDADE AMBIENTAL EM SEIS CÓRREGOS DA PORÇÃO SUPERIOR DA BACIA DO RIO MONJOLINHO, SÃO CARLOS-SP, BRASIL

INDICADORES FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS DA INTEGRIDADE AMBIENTAL EM SEIS CÓRREGOS DA PORÇÃO SUPERIOR DA BACIA DO RIO MONJOLINHO, SÃO CARLOS-SP, BRASIL

No presente estudo, as curvas ABC foram indicadoras de distúrbio na comunidade de macroinvertebrados bentônicos na maioria dos córregos afluentes da porção superior do rio Monjolinho. No Córrego Belvedere, as curvas de k-dominância indicaram que este ambiente apresenta-se muito perturbado, uma vez que a curva de densidade esteve acima da de densidade e com o valor de W negativo. Já nos córregos Ponte de Tábua (Trecho 1) e São Rafael, as curvas se intercruzaram em alguns momentos, sugerindo ser este um ambiente moderamente perturbado, com o valor de W próximo a zero. Os demais córregos são ambientes pouco ou não perturbados, uma vez que a curva de biomassa esteve acima da curva de densidade e os valores de W maiores que zero. Os córregos Espraiado e Canchim que apresentaram os maiores valores de W são ambientes não perturbados, de melhor qualidade ambiental. Galves et al. (2007), estudando afluentes com características distintas de preservação ambiental no município de Londrina-PR, verificaram a aproximação das curvas de biomassa e densidade conforme o aumento do distúrbio, sendo que em riachos com melhores condições apresentaram a curva de biomassa acima da curva de densidade e, no riacho poluído a curva de densidade se sobrepôs a curva de biomassa.
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Diatomáceas epilíticas indicadoras da qualidade de água na bacia do Rio Gravataí, Rio Grande do Sul, Brasil.

Diatomáceas epilíticas indicadoras da qualidade de água na bacia do Rio Gravataí, Rio Grande do Sul, Brasil.

ABSTRACT: Biological monitoring of water quality has been considered advantageous, from both, practical and economical viewpoint. The use of indicator organis is based on the observation that the species composition in some communities as well as population abundances are affected, in a predictable way, by water pollution or contamination of the habitats they live on. The present study had as main objective to evaluate the water quality of Gravataí River using some índices, based in abiotic variables as the trophic state index or the saprobity index and also some biotic index that use epilithic diatoms as indicators. Sampling of epilithic diatoms attached to rock artificial substrates was carried out at three months intervals, at six selected localities along Gravataí River (29° 45’a 30° 12’S e l50° 27’a 51° 12’W), during the period of September 2000 august 2002. Main climatological and hydrological variables were simultaneously analysed. The results revealed that there are two distinct portion in the river: The upper- middle stretch oligotrophic and oligossaprobic, and the lower one, eutrophic and polissaprobic. Great alteration in water quality between the two portions are determined by the discharge of heavily polluted effluents, thus exceeding the auto-cleaning river capacity since river flow is small. Changes in the composition and abundance of selected indicator species were incorporated in an index combining both, ecological information about species and information on abiotic environmental variables trough a scale of indicative values. The resulting indices closely reproduced changes in water quality, even fine-grain ones, as for example the slightly enriched head springs. They also evidenced the strong discontinuity found between upper and lower river parts. A comparison among the water quality index obtained by using parameters and species from Gravataí river itself and a regional water quality model recent developed showed great similarity among them, thus indicating that the indicative values suggested in the literature might be a usefool tool for evaluating water quality in the rivers from Rio Grande do Sul State.
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REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Para garantir representatividade docente na elaboração do currículo mínimo e na escolha dos conteúdos que nele estarão inseridos, a SEEDUC realiza seleção interna entre os seus professores. Além disso, criou avaliações em larga escala que pudessem, dentre outras funções, monitorar a aplicação desse currículo, como o SAERJ e o SAERJINHO. Foram também criados projetos de reforço de aprendizagem e planos de metas para as escolas, com remuneração variável para os professores. Segundo a SEEDUC, esse plano respeita a realidade de cada UE. Ainda como parte desse plano de metas, foi criado o Índice de Desenvolvimento da Educação do Rio de Janeiro (IDERJ), com o objetivo de acompanhar e aferir o desempenho dos estudantes. Pode-se dizer que o Projeto Reforço Escolar é mais um recurso oferecido pela Secretaria de Educação a fim de que as escolas alcancem suas metas, recompensando também os profissionais pelos bons serviços em favor do aumento da eficiência da educação do estado (RIO DE JANEIRO, 2011), que possui uma rede bem extensa e com organização bastante complexa.
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

Esta dissertação, desebvolvida no âmbito do Programa de Pós-graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora, teve como objetivo identificar e analisar as demandas de formação dos gestores de escola na SEEDUC/RJ, de modo a contribuir com a proposição de ações que possam suprir os gaps existentes. Para tanto, foi necessário analisar a política de formação e desenvolvimento de pessoas da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, executada a partir de 2010, sob a perspectiva das ações empreendidas para os diretores escolares, levando em consideração, também, a percepção desses gestores, acerca dessa política. A pesquisa teve como recorte de análise três dos cursos ofertados para gestores escolares entre os anos de 2011 a 2013; são eles: Curso de Formação do Processo Seletivo Interno (PSI), MBA em Gestão Empreendedora em Educação e o Fórum de Gestão e Liderança Escolar. Os dados foram coletados por meio de pesquisa documental e bibliográfica, observação participante e pesquisa de campo com aplicação de questionário. O questionário foi aplicado nos diretores escolares da Regional Metropolitana II. Na análise, foram investigados os seguintes elementos: perfil de formação do gestor, análise dos três cursos e sugestões de formatos e assuntos para a elaboração de novas propostas de formação. Esse estudo foi desenvolvido, a partir da contribuição de autores como: Fleury (2001), Freitas (2009), Lück (2000, 2009, 2010), Pacheco at al. (2009), Mintzberg (2010), Machado (2010, 2012), Kuenzer (2013), Polon (2013), dentre outros. A pesquisa mostrou os pontos relevantes e os limites dos três cursos analisados, revelando lacunas que necessitam ser trabalhadas. O diagnóstico realizado foi fundamental para a elaboração de um Plano de Ação Educacional direcionado ao enriquecimento da política de formação e desenvolvimento para gestores escolares, implementada no estado.
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MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

No ano de 2011, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) adotou a Gestão Integrada da Escola como sistema de gestão, com foco em resultados, a ser utilizado por todas as escolas da rede estadual. Para tanto, foram recrutados os Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE), como profissionais responsáveis por monitorar a GIDE, em uma tentativa de fazer com que o sistema de gestão chegasse a todas as unidades escolares. Os AAGEs são profissionais que atuam diretamente nas Unidades Escolares, apoiando o trabalho dos gestores, orientando-os na coleta e na análise de dados, na avaliação das variáveis que causam impacto nos resultados da escola, e ainda, na elaboração do plano de ação das escolas e no acompanhamento da implantação das ações do plano de ação. Para monitorar a rotina dos AAGEs e a implantação da GIDE na rede estadual pela administração da SEEDUC/RJ, foi instituído o Comitê GIDE, que é o objeto de estudo da presente pesquisa. O Comitê GIDE é formado por técnicos que têm base na sede da SEEDUC, com rotinas específicas para garantir os resultados da finalidade de seu trabalho, a implantação da GIDE nas escolas através dos AAGEs. A pesquisa foi realizada procedendo-se ao estudo da rotina de trabalho dos técnicos, que apontou os principais desafios do Comitê GIDE.
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Variação sazonal e espacial das diatomáceas epilíticas: estudo de caso evidenciando um gradiente de poluição orgânica em região subtropical do sul do Brasil

Variação sazonal e espacial das diatomáceas epilíticas: estudo de caso evidenciando um gradiente de poluição orgânica em região subtropical do sul do Brasil

Resumo: Objetivo: Este estudo objetivou conhecer a variação sazonal das diatomáceas epilíticas ao logo do Rio Gravataí em relação a composição e densidade, assim como a respectiva relação com variáveis limnológicas locais. Métodos: As diatomáceas foram amostradas trimestralmente utilizando o amostrador EDS exposto por quatro semanas, no período de setembro de 2000 a agosto de 2002. A área de 75 cm 2 de material foi raspado de três rochas submersas totalizando uma amostra composta.

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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

É mister lembrar que o painel amostral foi constituído por quatro escolas, sendo duas apresentando o maior desempenho e duas com os menores dentro de suas Regionais. Além disso, as escolas estão localizadas em regiões totalmente diversas – a cidade do Rio de Janeiro e o interior do estado – objetivando-se traçar um paralelo entre as diferentes realidades enfrentadas. A partir do exposto, foram entrevistados dois representantes das seguintes categorias: gestores e equipe pedagógica, professores, alunos, funcionários e pais e o AAGE – Agente de Acompanhamento da Gestão Escolar – nova função do IGT estabelecida em 2013, como fora mencionado. Nessas entrevistas se baseiam as percepções sobre o Programa de Educação do Estado discutidas nesta dissertação. O segmento de pais/responsáveis foi entrevistado em somente uma escola, devido à dificuldade em conciliar a disponibilidade da entrevistadora com a dos pais, que, normalmente, trabalham o dia todo.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

This paper aims to analyze the success of a public school in the state of Rio de Janeiro, which obtained 7.4 and 7.7 in Ideb 2009 and 2011, respectively. Curiosity by studying the theme was mainly due to the fact that this school is tested far superior to the municipality and the network as a whole. The emphasis of this work is the management model and the pedagogical changes that were part of this transformation. The guiding questions were: what actions were taken to achieve that this index? Which of these actions can be done by other schools? The main objective is to analyze the management as promoting actions that culminate in success at school. This work was carried out through field research, observation, application interviews and document analysis in order to answer the above questions. Complete the work, it is clear that the type of management, the quest for greater engagement with students, teachers and community and collegiate institution were responsible for the success achieved. Based on these results was made to propose actions that can support the continuation and improvement of teaching practice school.
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Neste contexto,para orientar a pesquisa apresenta-se neste capítulo, a Sede SEEDUC/RJ com as funções e atribuições dos respectivos gestoresresponsáveis pela elaboraçãodas políticas públicas, instituição de portarias e decretos (atos administrativos) para que haja regulamentação e aplicação das leis educacionais da rede Estadual de Ensino. É importante entender que para fiscalizar, monitorar e controlar toda a rede de ensino no que tange a recursos humanos, rede física, financeira, orçamentária,estes gestores utilizam das Diretorias Regionais, unidades responsáveis pelos colégios estaduais em suas áreas de abrangência. Estas Diretorias permitem mais rapidez, agilidade e dinâmica na coordenação e implantação de políticas públicas noscolégio do estado do Rio de Janeiro.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

de identidade para o professor inspetor escolar. Quem será ela agora nas instituições privadas de ensino? Neste contexto, dois movimentos valem ser destacados: o conteúdo da legislação, que retira uma ação disciplinar do inspetor nas escolas, e a ausência de espaços de discussão entre o CEE e os inspetores, tornando esta, uma ação unilateral, contrariando, inclusive, dispositivos internos da SEEDUC/RJ, podendo ser citada aqui a Resolução SEEDUC/RJ Nº 5.160/2014 (RIO DE JANEIRO, 2014b) que, nas atribuições do inspetor escolar, prevê tais ações. Mesmo que determinadas atividades, em razão de sua relação com os interesses da coletividade, sofram os influxos da regulação, é certo que há uma preocupação com aspectos legais que, porventura, possam não ser cumpridos, mas que podem ser sanados, em boa parte, pela ação regular da inspeção nos estabelecimentos de ensino, pela orientação e acompanhamento dos registros educacionais durante todo o ano letivo, uma vez que a Deliberação não retirou da inspeção escolar esta competência. O que se observa é que, para alguns, este não era o interesse maior da inspeção, e sim o de verificar, no momento da certificação, e apor o seu carimbo e autorização na publicação de concluintes em Diário Oficial e emissão de certificados/diplomas. Com o advento da nova Deliberação, o caráter de atuação foi severamente alterado, passando de controle e fiscalização para acompanhamento e orientação, o que retira o direito à proibição e às sanções.
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Mapeamento da fragilidade ambiental na Bacia do Ribeirão do Monjolinho - São Carlos - SP - utilizando ferramentas de geoprocessamento.

Mapeamento da fragilidade ambiental na Bacia do Ribeirão do Monjolinho - São Carlos - SP - utilizando ferramentas de geoprocessamento.

Segundo Oliveira (1996), o Córrego do Monjolinho nasce na borda da cuesta localizada no setor sudeste da cidade de São Carlos, em altitude superior a 900 metros, segue inicialmente a norte, percorrendo o reverso da cuesta e posteriormente a oeste e sul e, finalmente, atinge a Cachoeira do Monjolinho, queda d’água de 30 metros localizada no front de cuesta, no setor sudoeste da área de estudo. Assim, o vale do Monjolinho delimita topograficamente uma área onde se localiza a maior parte do núcleo urbano, no reverso da cuesta, sendo que alguns bairros mais recentes romperam estes limites topográficos.
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

escola pública que permite ao aluno ingressante no ensino médio, e que apresenta maior dificuldade de aprendizagem, assimilar os conteúdos curriculares mínimos. Para minimizar a possibilidade de que o aluno venha a abandonar a escola ou ser reprovado ao final do ano letivo, aumentando, respectivamente, a taxa de abandono escolar e a taxa de reprovação da escola, o PAE propõe ações de equidade relacionadas à gestão escolar que deverão melhorar a autoestima do aluno, assim como, discute ações que focam na identificação das aptidões do aluno e reafirmam o papel educativo da escola, combinado com os aspectos positivos do modelo meritocrático de avaliação aplicado pelas escolas públicas. Outro aspecto abordado no PAE refere9se à proposição de ações que minimizem a constatação de que os gestores escolares e professores da escola pública não se preocupam em oferecer mecanismos que melhorem a formação do conjunto de todos os alunos ingressantes, visto que, costuma9se privilegiar os alunos que possuem mais facilidade para assimilar os conteúdos curriculares, em detrimento dos alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem. Para avaliar as ações e promover a discussão da busca pela equidade na escola pública do Estado do Rio de Janeiro, este PAE propõe o desenho de um programa piloto no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira (CELS). Os alunos ingressantes na 1º série do ensino médio do CELS em 2012 foram submetidos aos módulos de Matemática e Língua Portuguesa da Prova Brasil, e os alunos que apresentaram grau inferior a 30% das habilidades nessas duas disciplinas sofreram detalhada análise de seus indicadores socioeconômicos e participaram de entrevistas de grupo focal. Os resultados obtidos são utilizados para propor esse PAE que oferece a equidade dentro do ambiente escolar, de modo a melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas e nos resultados gerais da escola pública; além de adequar processos de ensino para que eles possam ir estruturando suas expectativas de vida para após a conclusão do ensino médio.
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Ocorrência do gênero Stiropius Cameron, 1911 (Hymenoptera, Braconidae, Rogadinae) em Mata Atlântica ombrófila densa da região sudeste do Brasil

Ocorrência do gênero Stiropius Cameron, 1911 (Hymenoptera, Braconidae, Rogadinae) em Mata Atlântica ombrófila densa da região sudeste do Brasil

Material examinado: Brasil, Rio de Janeiro, Santa Maria Madalena, Parque Estadual do Desengano, 21º50’S 41º40’W, 1 exemplar ♀ coletado por Penteado-Dias e equipe coletora, com armadilha Malaise, de 17-20.IV.2002. Considerações taxonômicas: próximo à S. eburis, mas difere principalmente por possuir comprimento do olho em vista dorsal 3,8 vezes a têmpora (em S. eburis cerca de 6,0 vezes), notáulice comparativamente curto, primeira célula subdiscal da asa anterior com alargamento distal evidente (em S. eburis tem os lados subparalelos), segundo tergito metassomal sem rugas longitudinais (presentes em S. eburis) e com carena mediana completa (em S. eburis é quase completa).
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Avaliação do consumo de bactérias pelo zooplâncton em um reservatório eutrófico raso (Reservatório do Monjolinho – São Carlos – SP)

Avaliação do consumo de bactérias pelo zooplâncton em um reservatório eutrófico raso (Reservatório do Monjolinho – São Carlos – SP)

Assim como os cladóceros, os copépodes planctônicos constituem importante elemento de ligação da cadeia alimentar aquática entre bactérias, algas e protozoários de um lado e de pequenos e grandes predadores (principalmente peixes) do outro lado. Os primeiros estudos sobre Copepoda Calanoida do estado de São Paulo foram feitos por Sars (1901 MATSUMURA-TUNDISI & SILVA, 1999), que estudou organismos pertencentes à família Diaptomidae. Já os primeiros estudos de Cyclopoida no Brasil foram feitos no final do século XIX, por Dahl (1894 MATSUMURA-TUNDISI & SILVA, 1999). Os copépodes da ordem Calanoida e Cyclopoida são, na grande maioria, planctônicos, podendo ser encontrados tanto na região limnética como na litorânea de lagos e reservatórios. O corpo nas espécies registradas no Brasil varia de 0,5 a 2 mm e possui, geralmente, coloração marrom, porém, as espécies encontradas em regiões rasas, com muita matéria orgânica, adquirem coloração alaranjada, vermelha ou até azul. Nessas duas ordens, distingüem-se, nitidamente, duas partes do corpo: metasoma e urosoma, que são separadas por uma articulação. A relação entre essas duas partes nos Calanoida é de 2:1 e nos Cyclopoida 1:1. Outra diferença entre esses dois grupos é o tamanho da primeira antena: nos Calanoida, a antena atinge o final do urosoma, enquanto que nos Cyclopoida atinge, no máximo, o final do metasoma (MATSUMURA- TUNDISI & SILVA, 1999).
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POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

O presente capítulo apresenta a escola estudada, integrante da Regional Metropolitana II, do Rio de Janeiro, cujos resultados apresentam altos índices de reprovação nas avaliações internas bimestrais nos últimos três anos (2012 a 2014). Ressalta-se que as escolas da Rede Estadual do Rio de Janeiro têm direcionado esforços para o alcance de resultados positivos em avaliações externas, tendo em vista que, o Estado do Rio de Janeiro buscou melhorar seu posicionamento no IDEB, conforme será explicado na seção seguinte. A SEEDUC também sistematizou seu trabalho, de forma estratégica, para o acompanhamento dos resultados internos das escolas. A instituição pesquisada tem se destacado nas avaliações externas – Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Saerj) e Avaliação Externa Bimestral do Estado (Saerjinho), entretanto, de maneira contraditória, tem apresentado baixo rendimento nos indicadores internos.
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Estratégias de reprodução social

Estratégias de reprodução social

No decurso do século XVIII, o crescimento da mineração no Estado de Minas Gerais e a crise do setor açucareiro acarretaram uma crise na economia nordestina e o deslocamento da produção bovina para o Sul do Brasil (Furtado, 1981). Os grandes latifúndios começaram a ser fracionados devido à ausência dos proprietários e à crise da pecuária bovina no Nordeste. No sertão do São Francisco, de clima muito seco, ocorreram fenômenos de abandono de terras. As áreas vizinhas ao rio que ofereciam oportunidades de produção mais interessantes concentraram os investimentos. Depois da Lei da Terra, os pequenos proprietários e camponeses começaram a estabelecer-se. Comunidades apareciam e materializavam-se em sítios nas proximidades dos poços. A existência de fontes d’água (riachos temporários, “caldeirões”, lagoas) permitia a instalação das famílias. Foi o que aconteceu na pequena região de Massaroca, onde as famílias dos vaqueiros se instalaram nas terras dos ex-donos, conservando o nome da antiga fazenda para o sítio ou a comu- nidade (Tonneau, 1994). Atualmente, seus membros são os descendentes dos primeiros ocupantes ou dos compradores das antigas fazendas. O primeiro recenseamento de terras privadas, realizado entre 1857 e 1860 pela paróquia de Juazeiro, evidencia “o pouco número de latifúndios que superaram a crise e o seu tamanho reduzido” (Garcez e Sena, 1992). Assim, numerosos vaqueiros, mestiços, escravos alforriados ou ex-condenados tomaram posse de terras situadas entre as sesmarias ou mesmo inexploradas (Prado Júnior, 1960).
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Quím. Nova  vol.34 número7

Quím. Nova vol.34 número7

Instituto de Química de São Carlos, Universidade de São Paulo, CP 780, 13560-970 São Carlos - SP, Brasil. *e-mail: douglas@iqsc.usp.br[r]

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