Top PDF Duas novas espécies de Polygala (Polygalaceae) da região da Chapada dos Veadeiros, GO, Brasil.

Duas novas espécies de Polygala (Polygalaceae) da região da Chapada dos Veadeiros, GO, Brasil.

Duas novas espécies de Polygala (Polygalaceae) da região da Chapada dos Veadeiros, GO, Brasil.

brasileiro existem várias espécies restritas a uma área circular com diâmetro inferior a 100 km, principalmente nas regiões da Serra do Cipó, Serra da Canastra (MG) e Chapada Diamantina (BA). Das quatro espécies do gênero Polygala endêmicas da região da Chapada dos Veadeiros (Goiás) que poderiam ser incluídas no Catálogo de Espécies Raras no Brasil, apenas P. marquesiana J.F.B. Pastore & T.B. Cavalcanti está descrita. Duas delas estão sendo descritas neste trabalho e uma permanece inédita.

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Composição florística e descrição morfológica das espécies herbáceo-arbustivas de uma mata de galeria em Alto Paraíso, Goiás, Brasil

Composição florística e descrição morfológica das espécies herbáceo-arbustivas de uma mata de galeria em Alto Paraíso, Goiás, Brasil

Na região de Alto Paraíso, alguns trabalhos foram realizados, contribuindo bastante para a melhoria do conhecimento da flora da região da Chapada dos Veadeiros, porém também não priorizaram o estrato herbáceo-arbustivo, quando realizados em Matas de Galeria. Munhoz & Proença (1998) citam 1310 espécies da flora fanerogâmica, em variadas fitofisionomias da região da Chapada dos Veadeiros, das quais 57 herbáceo-arbustivas e 69 arbóreas das Matas de Galeria. Souza (1999) realizou um levantamento florístico em uma fazenda no município de Cavalcante-GO, no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, com amostragens em várias fitofisionomias, citando, para as Matas de Galeria, 5 espécies herbáceas, 2 arbustivas e 27 arbóreas. Silva et al. (2001), identificaram nas Matas de Galeria da região, 23 espécies fanerogâmicas com algum tipo de utilização pela população local, sendo 6 herbáceo-arbustivas e 17 arbóreas. Em um levantamento florístico arbóreo realizado no Portal da Chapada, Alto Paraíso, Soares- Silva (2005) amostrou 136 espécies arbóreas no mesmo trecho da Mata de Galeria do rio dos Couros, utilizando o mesmo critério de coleta do presente trabalho.
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Duas novas espécies de Calliandra Benth.: (Leguminosae - Mimosoideae) da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

Duas novas espécies de Calliandra Benth.: (Leguminosae - Mimosoideae) da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

O gênero Calliandra foi estabelecido por Bentham (1844) e inclui espécies da subfamília Mimosoideae com androceu polistêmone e monadelfo que possuem um tipo de legume caracterizado pela deiscência longitudinal elástica a partir do ápice e valvas com margens espessadas. O gênero foi recentemente revisado por Barneby (1998) que o expurgou dos elementos africanos e asiáticos de modo que, na sua atual circunscrição, é um grupo exclusivamente neotropical com 132 espécies. A Chapada Diamantina é um dos principais centros de diversidade de Calliandra, onde ocorrem 40 espécies, sendo 30 delas endêmicas desta região (Souza 1999, Souza 2001). Destas espécies, 19 foram descritas a partir de 1980 (Renvoize 1981, Mackinder & Lewis 1990, Barneby 1998) demonstrando o grau de desconhecimento florístico da região e a complexidade taxonômica do gênero. Nesta área ocorre um grande
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Duas novas espécies de Labicymbium (Araneae: Linyphiidae) do sul do Brasil.

Duas novas espécies de Labicymbium (Araneae: Linyphiidae) do sul do Brasil.

Espécies de Labicymbium caracterizam-se pela presença no palpo do macho do processo cimbial retromediano e retroba- sal e esclerito hematodocal basal; as fêmeas são diagnosticadas por processos fortemente curvados que surgem das laterais do epígino, separados por uma proeminência mediana, arredon- dada ou subretangular (M ILLIDGE 1991, M ILLER 2007). Conforme M ILLER (2007), as espécies brasileiras fogem um pouco desse

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Análise de imagens do satélite ALOS PALSAR para  discriminar fitofisionomias do bioma Cerrado : estudo de caso no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Análise de imagens do satélite ALOS PALSAR para discriminar fitofisionomias do bioma Cerrado : estudo de caso no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

é protegido em termos de unidades de conservação federal. Uma dessas unidades é o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (PNCV), localizado no nordeste do estado de Goiás. Nesse parque, estudos de reconhecimento e discriminação de classes de cobertura vegetal têm sido realizados com dados obtidos por sensoriamento remoto, mais especificamente os satélites Landsat ETM+ e Terra MODIS. Os sensores ópticos são bastante úteis no mapeamento de alvos na superfície terrestre, contudo é importante reconhecer algumas de suas limitações, como a dependência das condições atmosféricas (cobertura de nuvens). Uma alternativa é o uso de sensores de radar de abertura sintética (SAR), que possuem fonte própria de REM e operam na faixa espectral das microondas. Nesse sentido, o objetivo desse trabalho é analisar o potencial das imagens do ALOS PALSAR para discriminar as principais fitofisionomias do bioma Cerrado, tendo como estudo de caso, o PNCV. Para tanto, três métodos de classificação de imagens foram utilizados: segmentação e ISOSEG, MAXVER-ICM (máxima verossimilhança - iterated conditional mode) e SVM (support vector machine). A acurácia dos resultados
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Biodiversidade de Sphingidae (Lepidoptera) nos biomas brasileiros, padrões de atividade temporal diária e áreas prioritárias para conservação de Sphingidae e Saturniidae no Cerrado

Biodiversidade de Sphingidae (Lepidoptera) nos biomas brasileiros, padrões de atividade temporal diária e áreas prioritárias para conservação de Sphingidae e Saturniidae no Cerrado

O estado atual de fragmentação da vegetação nativa remanescente no bioma Cerrado (Figura 3.3) é alarmante, onde metade da paisagem já apresenta alto e altíssimo grau de fragmentação e apenas 6% encontram-se em áreas relativamente preservadas (Apêndice 3.5). A fragmentação de habitats tem impactos de larga escala na biodiversidade (Fahrig, 2010), com diversos efeitos negativos: diminuição da riqueza de comunidades (Hanski, 2015), de espécies especialistas (Devictor et al., 2008; Matthews et al., 2014), das taxas de crescimento e distribuição de populações (Hanski & Ovaskainen, 2000; Bruna & Oli, 2005), da diversidade genética (Aguilar et al., 2008; Gibbs, 2001); do tamanho de cadeias tróficas (Valladares et al., 2006; Krauss et al., 2010); sucesso reprodutivo (Le Tortorec et al., 2013; Newman et al., 2013), dispersão (Sempo et al., 2013; Parejo-Farnés et al., 2017) e interações entre espécies (Brudvig et al., 2015; Bähner et al., 2017). Considerando que para Lepidoptera, a fragmentação de habitats é a principal ameaça a conservação no país (Freitas and Marini-Filho, 2011), o estado atual de fragmentação do Cerrado alerta para os riscos a conservação de lepidópteros no Bioma. Os resultados da priorização de áreas para conservação de Sphingidae e Saturniidae no Cerrado mostram a situação atual de vulnerabilidade das populações destes grupos frente ao estado de fragmentação do Bioma e as ameaças à conservação. As áreas prioritárias para conservação de Saturniidae concentram-se, principalmente, na região norte do Cerrado, que apesar de ser atualmente a região menos fragmentada é a fronteira agrícola brasileira mais explorada na última década. Somente no oeste baiano foram desmatados mais de um milhão de hectares entre 2002 e 2010, um aumento de 37,6% da área desmatada nessa região (Salmona et al., 2016). Modelagens de cenários futuros de desmatamento na região do MATOPIBA, região de expansão agrícola entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, indicam que a perda de vegetação nativa pode chegar até 34,6 milhões de hectares e o número de fragmentos aumentar para 180 mil até 2050 (Aguiar, 2016).
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Duas novas espécies de Paspalum L. (Poaceae: Paniceae) do Brasil.

Duas novas espécies de Paspalum L. (Poaceae: Paniceae) do Brasil.

O grupo informal Plicatula engloba espécies morfologicamente afins a Paspalum plicatulum Michx., com espiguetas com convexidade geralmente pronunciada, antécio superior castanho escuro e brilhante e ondulações transversais no lema inferior. Com exceção de P. scrobiculatum L. e espécies relacionadas, Plicatula têm ocorrência restrita ao continente americano, dos Estados Unidos até o Uruguai e Argentina. No Brasil, o grupo está representado por cerca de trinta espécies anuais e perenes, algumas endêmicas de determinadas regiões e outras de ampla distribuição pelo continente americano (Oliveira 2004).
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A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A GESTÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA: um estudo de caso em granjas na região da Zona da Mata mineira

A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A GESTÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA: um estudo de caso em granjas na região da Zona da Mata mineira

O adequado gerenciamento de resíduos gerados nas mais diferentes fontes e atividades humanas é um fenômeno social que vem exigindo estratégias administrativas, das esferas pública e privada, na escolha dos melhores modelos de gestão. Esse desafio ocorre também nas operações agropecuárias da produção de alimentos, em que se destacam os dejetos gerados na suinocultura. De acordo com Ensminger et al. (1990) e Godoy et al. (2006), os suínos têm a capacidade de dejeção equivalente à capacidade de 4,5 seres humanos adultos e seus dejetos são potencialmente mais poluidores do que os de outras espécies. Esses dados assumem importância maior ao se considerar que o Brasil tem o terceiro maior rebanho suíno mundial, com cerca de 40 milhões de cabeças, atrás dos EUA com 67 e da China com 473 milhões, o que corresponde a 50% do rebanho de todo o mundo (FAO/ONU, 2016). Considerando também que, das três principais carnes mais consumidas no mundo, a carne suína representa 43,9% do consumo total (ABPA, 2016), aliado ao fato de o Brasil apresentar o menor custo mundial da produção de suínos, tem-se um panorama favorável à expansão do setor e, ao mesmo tempo, preocupante sobre o proporcional crescimento do problema dos resíduos. Nesse contexto, esta pesquisa buscou descrever e analisar a gestão dos resíduos da suinocultura, segundo a percepção dos gestores e proprietários de granjas situadas na região da Zona da Mata mineira, inseridas na microrregião de Viçosa. O método de estudo adotado foi o estudo de casos múltiplos. Os dados primários foram obtidos por meio das técnicas de entrevistas semiestruturadas e por observação direta não participante. Os dados foram tratados pelos referenciais e analisados utilizando a técnica de análise de conteúdo, sendo os resultados interpretados segundo
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Duas novas espécies de Lopesia Rübsaamen (Diptera, Cecidomyiidae) do Brasil, com chave para as espécies.

Duas novas espécies de Lopesia Rübsaamen (Diptera, Cecidomyiidae) do Brasil, com chave para as espécies.

(na pupa feminina) .................................................. L. conspicua 11. Em Acacia tortili (Fabaceae) ....................................... L. armata 11’. Em outras espécies de planta .................................................. 12 12. Chifre antenal bífido ................................................. L. parinarii 12’. Chifre antenal simples ............................................................ 13 13. Espinhos cefálicos laterais presentes ....................................... 14 13’. Espinhos cefálicos laterais ausentes ....................................... 15 14. Em galhas glabras ...................................................... L. mimosae 14’. Em galhas pilosas .......................................... L. pernambucensis 15. Cerda apical curta (0,042-0,053 mm) ....................................... 16 15’. Cerda apical média a longa (0,06-0,13 mm) .......................... 19 16. Em Melaleuca lanceolata (Myrtaceae) ..................... L. quadrata 16’. Em outras espécies de planta .................................................. 17 17. Em Licania michauxxi (Chrysobalanaceae) ................. L. licaniae 17’. Em outras espécies de planta .................................................. 18 18. Em Guapira sp. (Nyctaginaceae) ................................ L. bilobata 18’. Em Acacia nilotica (Fabaceae) ................................. L. niloticae 19. Espiráculo protorácico quase reto ................................ L. simplex 19’. Espiráculo protorácico curvo .................................................. 20 20. Espinhos dorsais abdominais ausentes ..................... L. singularis 20’. Espinhos dorsais abdominais presentes .................................. 21 21. Espinhos dorsais do segmento 2 ausentes .............. L. marginalis 21. Espinhos dorsais do segmento 2 presentes .............................. 22 22. Espiráculo protorácico fortemente esclerotizado ..........................
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

negociada como forma de gerar energia “lim pa”. Um novo subproduto da cadeia produtiva é o crédito de carbono. Após as- sinatura do Protocolo de Kyoto em 1997, ref orçado na Conf erência Rio + 10 em 2002, na África do Sul, foi criado o “mer- cado de carbono”, utilizado por países cen- trais que precisam reduzir em 5,2% a emis- são de gases poluentes até 2010. Para isso, foi criado o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), estabelecendo que cada to- nelada de gás carbônico que deix a de ser emitida ou é retirada da atmosfera pode ser negociada no mercado mundial. O go- verno alemão, por ex emplo, propõe nego- ciar $100 milhões de reais como crédito de carbono, resultante da substituição da gasolina pelo álcool. Isso significaria um aum ento das ex portações brasileiras de 430 milhões de litros de álcool por ano.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

Arbustos, eretos. Caules cilíndricos, levemente pubescentes. Folhas alternas, imbricadas, sésseis ou subsésseis, superfícies esparsamente pubescentes, não glandulosas, levemente trinervadas desde a base. Conflorescência em pequenas panículas corimbosas, terminais. Capítulos curto pedunculados. Invólucro ovóide-oblongo. Brácteas involucrais 3- seriadas, ca. 12, subimbricadas, ovadas a oblongo-ovadas, ápice agudo, persistentes, posteriormente deflexas. Receptáculo plano a ligeiramente convexo, glabro. Flores 5, corola creme-esbranquiçada, tubular, glabra, lobos oblongos, ambas faces lisas. Antera com colar curto-cilíndrico, apêndice mais longo que largo. Estilete com ramos longo clavados, levemente achatados, mamilosos, linhas estigmáticas marginais ou submarginais, base alargada, pilosa. Cipselas prismáticas, 5-costadas, glabras. Carpopódio distinto, simétrico. Pápus unisseriado, cerdas numerosas, caduco. O gênero Leptoclinium Benth. é endêmico do Brasil, e monotípico com base em um exemplar coletado por Gardner no estado de GO, região conhecida na época como “Villa de Arrayas” (atualmente estado do Tocantins) e descrito como Liatris trichotoma Gardner. Leptoclinium se distingue de Goyazianthus, Planaltoa e Pseudobrickelia por apresentar pápus de cerdas caducas e pela pubescência das
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A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE COMO INSTRUMENTO DE VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES E MELHORIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO

A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE COMO INSTRUMENTO DE VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES E MELHORIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO

O recorte de escolas escolhidas para a pesquisa se baseou em características relacionadas à matrícula e à proficiência dos alunos, aferida pela avaliação externa do SPAECE. Duas delas estão dentre as de melhor desempenho (uma com pouco mais de 300 alunos e outra com mais de 1.200) e uma classificada como de baixo desempenho no SPAECE 2011 (com quase 2.000 alunos). Duas escolas possuem a maior parte das matrículas em centros urbanos (uma de bom e outra de baixo desempenho) e uma de baixo número de matrículas, situada em zona rural, com características de escola de campo (com bom desempenho). Nossa intenção, com essas escolhas, foi oferecer uma melhor representatividade por desempenho (proficiência), tipificação (tamanho da escola) e localização geográfica. Nossa análise concentra-se nos resultados das disciplinas de Português e Matemática, do ensino médio, aferidos pelo SPAECE. Consideramos que, neste ciclo final, podemos, em tese, aferir o quanto a escola agregou ao conhecimento do aluno. Para tanto, apresentamos os dados de desempenho dos alunos do 3º ano do ensino médio, aferidos pelo SPAECE 2011, e uma leitura do desempenho desses nos anos anteriores, de 2009 e 2010, para verificarmos o quanto evoluíram e agregaram em termos de conhecimento (proficiência) durante o ciclo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

Aos 42% de professores que responderam “Sim” ou “Parcialmente”, foi solicitado no questionário que justificassem suas respostas. O conteúdo das respostas foi organizado em sete categorias e apresentam o seguinte resultado: (i) Melhor organização da HTP com treze referências: “Na questão da duração de HTP, curto tempo para um professor que possui 27 turmas no meu caso!” e, “Em um dia para planejar as aulas da semana”; (ii) Trabalho Coletivo, com somente duas indicações: “Na disposição do tempo, considero que deveria ser com os outros professores das disciplinas compatíveis”; (iii) Melhores condições dos locais, com seis indicações: “Ambientes preparados para este propósito”; (iv) Assessoramento Pedagógico, com cinco citações: “Deveríamos ser assessoradas pela pedagoga para minimizarmos algumas situações” e, “Deveria ser acompanhando pela pedagoga, pois muitas das vezes ela não está presente no momento e deveria ser mais tempo”; (v) HTP em livre local, sugerido por quatro respondentes: “Por não termos local e recursos apropriados, penso que os HTPs devem ser reduzidos ao mínimo nas escolas e o professor ser liberado para buscar recursos particularmente, mas com cumprimento dos prazos e obrigações” e, “A HTP poderia ser realizada no próprio domicílio do professor por falta de espaço e recursos tecnológicos”; (vi) Não substituição a professores faltosos, sugerida por três, “No aspecto de ter um professor a disposição para substituir o professor que faltar” e “O professor não deve ir para sala de aula”, e (vii) dois em Outros motivos, “É uma ferramenta nova e logo precisa de ajustes”.
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Duas novas espécies da flora amazônica

Duas novas espécies da flora amazônica

A, raminho fértil; B, botão floral; C, flor com duas pétalas retiradas; D, pétala; E, flor aberta; F, gineceu e disco; G, estame; H, fruto (D.. (Desenho de Felipe França Morais)..[r]

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As condições que sacralizaram o Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, nas remotas serras da Chapada dos Veadeiros na microrregião da Chapada dos Veadeiros – Nordeste de Goiás

As condições que sacralizaram o Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, nas remotas serras da Chapada dos Veadeiros na microrregião da Chapada dos Veadeiros – Nordeste de Goiás

Com a crise do ouro, naturalmente e necessariamente, desenhava-se outro tipo de atividade para Goiás: a agropecuária. Numa Capitania em que a economia estava vinculada, única e exclusivamente, à atividade mineradora, e que o capital dessa unidade administrativa tinha sido dilapidado pelos “caçadores de metais”, os bandeirantes, além do endividamento pela cobrança dos impostos, entrar numa nova fase de desenvolvimento sem a devida estrutura de transporte, estradas precárias, distâncias fenomenais do “sertão” ao litoral e mão de obra deficiente, a crise no abastecimento dos víveres, comércio de pequeno porte e estagnado. Nesse primeiro momento, a única classificação para essa nova atividade era o de subsistência, pois não havia, naquela época nos Goyazes, técnicas mais avançadas voltadas para a agropecuária. Contraditoriamente, não houve decadência na economia goiana. Tal afirmação se remete ao fato de que a economia na Capitania de Goyaz, naquele período, não era significativa, tanto em termo de administração, como de setores produtivos, isto porque: “o desenvolvimento atabalhoado de Goiás e a fugacidade de seu momento de prosperidade não deram tempo à sedimentação de uma verdadeira cultura em nenhum dos campos” (POLONIAL, 1997:28). Não se pode dizer que com o fim da mineração em Goiás as outras atividades se extinguiram, ao contrário fez recrudescer a necessidade de sobrevivência, ressaltando-se que, durante o apogeu da mineração atividades complementares, foram sendo introduzidas: a produção de gêneros alimentícios e de meio de transporte. A agricultura, muito lentamente, e pecuária, na sequência, despontaram-se como novas possibilidades econômicas. Goiás passou a ser o ponto de convergência das caravanas que vinham de outras capitanias. Essa metamorfose que ocorreu, segundo De Oliveira (2015), “foi intensificada com a mudança da corte para o Rio de Janeiro”. Este momento, ainda segundo ele, deu início a um novo ciclo econômico: a pecuária, que representou, também, a migração de antigos mineradores para essa nova atividade. Nessa migração, a sociedade goiana também foi sendo “forjada”: as figuras do vaqueiro, dos meeiros e agregados foram configurando as classes sociais do Século XIX, cujo poder político era indispensável, sendo as grandes propriedades
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Duas novas espécies de Leandra Raddi (Melastomataceae) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Duas novas espécies de Leandra Raddi (Melastomataceae) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Esta espécie assemelha-se à Leandra barbinervis (Triana) Cogn. e L. quinquedentata (DC.) Cogn., principalmente por apresentar indumento glanduloso-granuloso e pela morfologia da lâmina foliar e inflorescências. Entretanto, estas espécies diferem, particularmente, pelo indumento dos ramos, folhas e inflorescências também furfuráceo-estrelado, cálice nunca truncado-ondulado, com as lacínias externas oblongas a triangulares, subcilíndricas, gibosas, geralmente geniculadas, apiculadas.

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Duas espécies novas de Plebeia Schwarz do Brasil (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae).

Duas espécies novas de Plebeia Schwarz do Brasil (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae).

de 2 dp); nos mesepisternos a pontuação como no mesoscuto. Nos flancos do propódeo um pouco menos marcados. T1-2 lisos e brilhantes, na margem de T2 com micropontos e essa área micropontuada aumentando nos seguintes tergos, tendo nos intervalos entre os pontos finíssimas rugas transversais. Cabeça mais larga que longa (1,38:1,18); comprimento e largura do olho 94:36 com a interorbital máxima quase como o comprimento do olho (88:93:68); a distância clípeo-ocelar quase duas vezes o comprimento do clípeo (71:36); escapo um pouco mais longo que 3,6 vezes o seu diâmetro (24:7), o flagelo e pedicelo juntos quase quatro vezes esse comprimento e o diâmetro do segundo flagelômero 9 vezes, os pelinhos do escapo com um comprimento cerca da metade do diâmetro do mesmo escapo. A distância interalveolar pouco mais de dois diâmetros do ocelo médio, a ocelorbital 1,5 vezes (28:18:∅12); a carena preoccipital praticamente nula. Escutelo quase semicircular, ligeiramente mais curto que a metade da sua largura (58:28). Área basal do propódeo microrrugosa, as rúgulas nítidas (100x) um pouco onduladas, no meio um pouco arqueadas para trás, as centrais mais fortes dando ao conjunto um aspecto áspero. Tíbias posteriores um pouco mais longas que duas vezes a sua largura máxima (94:40), o basitarso um pouco mais longo que duas vezes a sua largura (54:24), com o bordo posterior pouco arqueado e o distal ligeiramente côncavo, com o vértice do canto posterior arredondado. O T1 liso e brilhante, T2 com alguns pontinhos pilígeros, mais evidentes aos lados, nos dois seguintes a parte basal lisa e brilhante a apical quase de igual largura com micropontos pilígeros, mais numerosos nos seguintes.
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ESTUDO COMPARATIVO DA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR (SIMADE) POR DUAS ESCOLAS ESTADUAIS DA SRE CORONEL FABRICIANO

ESTUDO COMPARATIVO DA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR (SIMADE) POR DUAS ESCOLAS ESTADUAIS DA SRE CORONEL FABRICIANO

O presente trabalho, um estudo de caso com foco na gestão escolar, objetivou analisar e comparar a implementação e utilização do Sistema Mineiro de Administração Escolar (SIMADE) por duas escolas estaduais no âmbito da SRE Coronel Fabriciano e propor um Plano de Ação Educacional (PAE) visando a sensibilização dos gestores, capacitação dos usuários e eventuais aperfeiçoamentos no sistema. O SIMADE foi instituído pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEEMG) em 2008, em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora. Trata-se de um sistema de gestão escolar estruturado em rede e alimentado pelas próprias unidades de ensino cotidianamente. Permite o armazenamento, a circulação e a produção de informações sobre cada unidade escolar estadual mineira. Para o alcance desse objetivo, foi descrito, inicialmente, o desenho do SIMADE e o contexto da pesquisa. Em seguida foi feita uma reflexão sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na gestão escolar por meio de contribuições teóricas de Chiavenato (2003), Hessel (2004), Kunsch (2003), Lacombe & Heilborn (2006), Maximiano (2000), Moran (2003), Porto (2006), Wels (2005), dentre outros. Para complementar a reflexão teórica e subsidiar tanto a problematização da pesquisa do caso de gestão, quanto à formulação do PAE, foi empreendido um estudo empírico nas duas escolas estaduais definidas para a pesquisa, por meio de entrevistas de roteiro semiestruturado com a equipe gestora, para diagnosticar por que as escolas em estudo apresentam diferentes níveis de desempenho em relação à freqüência e quantidade de informações alimentadas e atualizadas no SIMADE, considerando-se, presumivelmente, que ambas receberam a mesma capacitação e possuem o mesmo monitoramento por parte da SRE. A análise do caso, a partir dos dados coletados e da pesquisa bibliográfica atinente à temática, permitiu levantar algumas evidências do problema de utilização do SIMADE, como ruídos na comunicação interna e externa, e subsidiou um plano de ação com foco na gestão de secretarias escolares, em que se propõe uma capacitação diferenciada, com o uso da tecnologia de Educação à Distância e das redes sociais.
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Análise cênica e diversidade visual de paisagens : contribuições para a gestão das trilhas turísticas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - GO

Análise cênica e diversidade visual de paisagens : contribuições para a gestão das trilhas turísticas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - GO

Trataremos aqui especificamente da técnica de viewshed. O viewshed, antes de tudo, é um conceito que busca explicar a existência de uma região formada por todos os pontos na paisagem que sejam visíveis a partir de um dado local (De Floriani e Magillo 2003, Franklin e Ray 1994, Schwartz e Pedrini 2001, Wang et al., 1996). Este conceito representa o “campo de visão” de um observador e é particu- larmente útil no planejamento e ordenamento territorial, visto que a paisagem é um espaço definido por um observador, numa dada escala de tempo e espaço e guarda em si uma heterogeneidade nos seus fatores (Metzger, 2001). Ao se incluir a qualidade cênica como variável técnica de visualização da paisagem virtual apoi- ada em geotecnologias, a partir do conceito de viewshed, pode-se incluí-la em sistemas de apoio à decisão, reduzindo a subjetividade nas avaliações de impacto visual e comunicando eficazmente as mudanças da paisagem para o planejamento de trilhas e de demais espaços público, mesmo antes que a permissão para a sua implementação seja dada (Nakamae et al., 2001; Orland et al., 2001; Paliokas et al., 2007; Ramos e Panagopoulos, 2004; Schmid, 2001).
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