Top PDF Estrutura e composição do componente arbóreo na Reserva Ecológica do Trabiju, Pindamonhangaba, SP, Brasil.

Estrutura e composição do componente arbóreo na Reserva Ecológica do Trabiju, Pindamonhangaba, SP, Brasil.

Estrutura e composição do componente arbóreo na Reserva Ecológica do Trabiju, Pindamonhangaba, SP, Brasil.

No agrupamento das parcelas (Fig. 7) houve grande correspondência entre os grupos formados e a altitude em que se encontrava cada unidade amostral. As parcelas locadas nas cinco menores altitudes, da parcela “a” a “e”, estão agrupadas próximas, assim como aquelas nas maiores altitudes, parcelas “h”, “i” e “g”, também foram agrupadas em seqüência. Nas menores cotas há maior acúmulo de sedimentos e o solo é mais profundo, propiciando a diferenciação. Pequenas variações altitudinais na composição podem ser explicadas por diferenças de cotas de apenas alguns metros (Lieberman et al. 1985; Hubbell & Foster 1986). A flora arbórea levantada na Reserva (Fig. 8, Tab. 1) revelou maior similaridade com as florestas no Planalto Atlântico paulista (Fig. 9). Na Tabela 4 foram considerados apenas aqueles levantamentos com ao menos 400 árvores vivas identificadas. Estes trabalhos adotaram diferentes critérios de amostragem, dificultando as comparações. Na divisão prévia em grupos foram utilizados os resultados de Torres et al. (1997), que encontraram alto grau de correspondência entre o resultado do agrupamento obtidos e os regimes termo-hídricos dos solos no estado de São Paulo.
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Composição florística e estrutura do componente arbóreo de uma floresta altimontana no município de Camanducaia, Minas Gerais, Brasil.

Composição florística e estrutura do componente arbóreo de uma floresta altimontana no município de Camanducaia, Minas Gerais, Brasil.

A literatura conta com poucos levantamentos florísticos de vegetação florestal acima dos 1.000 m s.n.m. No Brasil, a maioria foi realizada em florestas montanas (s. str.) brasileiras do estado de São Paulo (Pagano & Leitão Filho 1987). Para a região sudeste podemos citar os trabalhos na Serra de São José, MG (Oliveira Filho & Machado 1993), na Reserva Biológica Poço Bonito, MG (Oliveira Filho et al. 1994a), no Parque Estadual do Ibitipoca, MG (Fontes 1997, Carvalho et al. 2000), na Serra do Cipó, MG (Meguro et al. 1996), na Reserva Ecológica de Macaé de Cima, RJ (Guedes-Bruni et al. 1997), no Parque Municipal da Grota Funda, SP (Grombone et al. 1990) e na Serra do Japi, SP (Rodrigues et al. 1989).
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Composição florística e estrutura do componente arbóreo de uma área transicional de Floresta Atlântica no sul da Bahia, Brasil.

Composição florística e estrutura do componente arbóreo de uma área transicional de Floresta Atlântica no sul da Bahia, Brasil.

CONDIT, R., FOSTER, R.B., HUBBEL, S.P., SUKUMAR, R., LEIGH, E.G., MANOKARAN, N., LOO de LAO, S., LAFRANKIE, J.V. & ASHTON, P. 1998. Assessing forest diversity on small plots: calibration using species-individual curves from 50-ha plots. In Forest Biodiversity research, monitoring and modeling: conceptual background and Old World case studies. (F. Dalmier & J.A. Comiskey, eds.). UNESCO and Parthenon Publishing, Paris, p.247-268. DURIGAN, G., FRANCO, G.A.D.C., SAITO, M. & BAITELLO, J.B. 2000. Estrutura e diversidade do componente arbóreo da floresta na Estação Ecológica dos Caetetus, Gália, SP. Revista Brasileira de Botânica 23:371-383. GALINDO-LEAL, C. & CÂMARA, I.G. 2003. Atlantic Forest hotspot status: an overview. In The Atlantic Forest of South America (C. Galindo-Leal and I.G. Câmara, eds.). Center for Applied Biodiversity Science, Washington. GONÇALVES, E. 1975. Diagnóstico socioeconômico da região cacaueira. Geologia econômica e recursos minerais. Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira and the Instituto Interamericano de Ciências Agricolas-OEA. Ilhéus, v.6.
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A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

A década de 1970 no Brasil foi marcada pelas “lutas e resistências coletivas, em busca do resgate de direitos da cidadania cassada e contra o autoritarismo vigente” (GOHN, 2001:53-54). É um período de organização dos movimentos sociais, bem como da luta pela democracia. No campo educacional, sobressaem as iniciativas de educação popular através da educação política, da alfabetização de jovens e adultos, da formação de lideranças sindicais, comunitárias e populares. Por parte de alguns setores de algumas igrejas, houve um comprometimento com os movimentos sociais e com as lutas e organizações dos trabalhadores tanto no meio urbano, quanto rural. É nessa década, por exemplo, que surge a Comissão Pastoral da Terra (CPT), organização da Igreja Católica, mas com participação de outras igrejas, em defesa dos posseiros, na luta pela reforma agrária e pela permanência na terra.
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FLORÍSTICA E ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBÓREO DE UMA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA EM SANTA CATARINA, BRASIL.

FLORÍSTICA E ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBÓREO DE UMA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA EM SANTA CATARINA, BRASIL.

No local de estudo, E. edulis desenvolveu-se no sub-bosque, não demonstrando preferência quanto à topografia da área e às condições locais do solo (declividade, profundidade, umidade), comprovado pelo valor de frequência obtido (72%). Diversos estudos da estrutura da comunidade arbórea apontaram E. edulis com maior valor de importância, principalmente pelos altos valores de densidade, nas formações florestais (BORÉM; OLIVEIRA-FILHO, 2002; CAMPOS et al., 2006), o que deve estar relacionado ao seu grande sucesso reprodutivo e à grande disponibilidade de frutos produzidos anualmente (REIS; KAGEYAMA, 2000). E. edulis sofre frequentes cortes seletivos e clandestinos, pois é abundante em toda a Floresta Ombrófila Densa. A frequência de classes de altura e de diâmetro, da população de E. edulis, representou a espécie de maior destaque na área de estudo. A distribuição dos indivíduos de E. edulis por classe de altura pode ser reflexo das condições da área de estudo, utilizada para lavoura e com abate dos indivíduos adultos e num passado recente (ocorrido há aproximadamente 30 anos), para retirada de lenha, fato que deve ter levado a uma recomposição natural mais lenta pela diminuição das plantas matrizes.
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Estrutura do componente arbustivo-arbóreo de dois estádios sucessionais de floresta estacional semidecidual na Reserva Florestal Mata do Paraíso, Viçosa, MG, Brasil.

Estrutura do componente arbustivo-arbóreo de dois estádios sucessionais de floresta estacional semidecidual na Reserva Florestal Mata do Paraíso, Viçosa, MG, Brasil.

Werneck et al. (2000) constataram grande redução na densidade de pioneiras durante estudo da dinâmica da comunidade de uma Floresta Decídua, principalmente nas classes inferiores de tamanho. Ressaltaram que as prováveis causas estariam associadas às alterações microambientais provocadas pelo crescimento das espécies do dossel e, ou, competição com as árvores pertencentes a grupos ecológicos mais tardios em uma escala sucessional. Assim, pode-se observar que, dentro de cada microrregião climática, outros fatores como altitude, química do solo, topografia, luminosidade etc., podem desempenhar papel importante na determinação da composição florística e na estrutura fitossociológica da comunidade (LIBERMAN et al., 1985).
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Estrutura e dinâmica do componente arbóreo em área de cabruca na região cacaueira do sul da Bahia, Brasil.

Estrutura e dinâmica do componente arbóreo em área de cabruca na região cacaueira do sul da Bahia, Brasil.

perda por mortalidade foi compensada pelo crescimento dos indivíduos. A diferença entre a distribuição indivíduos por classe de diâmetro no primeiro e no segundo censo, porém, não foi considerada significativa (Kolmogorov-Smirnov, D max = 0,1368 < D 00,5 = 0,3524). A riqueza de espécies por área amostrada diminuiu durante o período entre coletas (Fig. 2). Cinco espécies desapareceram (Licania discolor, Luehea divaricata, Maytenus sp., Rollinia sp. e Talisia elephantipes ) e apenas uma nova espécie foi adicionada (Cecropia sp.). A redução no índice de diversidade, porém, foi pequena (Tab. 5), não sendo considerada significativa (t = 0,058, P > 0,10), pois embora a riqueza tenha diminuído houve aumento de eqüitatividade (evenness) devido à redução de densidade da espécie dominante Sterculia excelsa. As estimativas de riqueza total (Chao) (Tab. 5) indicaram redução de cerca de vinte espécies na cabruca estudada durante o período, o que daria uma taxa média de quase três espécies perdidas por ano. Esses dados chegam a ser alarmantes, pois indicam haver acelerado empobrecimento da vegetação na área de estudo. Além disso, dos sete novos indivíduos recrutados no período, cinco pertenceram à espécie pioneira Trema micrantha, um à espécie pioneira Cecropia sp. e um, na forma de hemiepífita, à espécie estranguladora Ficus broadwayi, mostrando que, embora vários indivíduos de espécies de florestas maduras tenham morrido, apenas indivíduos de espécies heliófitas de crescimento rápido, características de áreas perturbadas, foram recrutados.
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Estrutura do componente arbóreo de uma floresta estacional na Serra do Sudeste, Rio Grande do Sul, Brasil.

Estrutura do componente arbóreo de uma floresta estacional na Serra do Sudeste, Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Estrutura do componente arbóreo de uma floresta estacional na Serra do Sudeste, Rio Grande do Sul, Brasil). A cobertura florestal no Rio Grande do Sul encontra-se fortemente reduzida e fragmentada e, na Serra do Sudeste, particularmente, muito pouco se sabe sobre a estrutura de suas florestas. A localização de um remanescente de floresta primária nas encostas orientais permitiu a realização de um levantamento fitossociológico com o objetivo de descrever a estrutura do componente arbóreo e estabelecer relações com outras florestas estacionais. Foram amostradas todas as árvores com DAP ≥ 5 cm em uma área de 1 ha, subdividida em 100 parcelas de 10 × 10 m. Foram registrados 2.236 indivíduos, pertencentes a 69 espécies, 55 gêneros e 34 famílias. As famílias que sobressaíram em riqueza foram Myrtaceae, Lauraceae e Euphorbiaceae. A pequena contribuição de Fabaceae nas florestas na Serra do Sudeste contrasta com sua importância em outras florestas estacionais no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dentre as espécies com os maiores valores de importância, destacaram-se Gymnanthes concolor Spreng., Esenbeckia grandiflora Mart. e Sorocea bonplandii (Baill.) W.C.Burger et al., pela elevada densidade, Sloanea monosperma Vell. e Ilex paraguariensis A.St-Hil., pela elevada área basal, e com valores intermediários nesses parâmetros Myrsine umbellata Mart., Miconia rigidiuscula Cogn. e Calyptranthes grandifolia O.Berg. A diversidade específica (H’) foi estimada em 3,204 (nats) (J’ = 0,757), um dos mais altos valores já registrados para as florestas estacionais no Rio Grande do Sul e no mesmo contexto de diversidade encontrado para a formação em outras regiões no Brasil.
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AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

Uma primeira aproximação ao conceito de Agroeco- logia nos leva aos ensinamentos de Stephen R. Gliess- man, que já em 1981 escrevia sobre “A base ecológica para a aplicação de tecnologia agrícola tradicional ao manejo de agroecossistemas tropicais” (Gliessman 2000). Seus estudos, desde a Ecologia, partiam da sis- tematização de práticas ancestrais de povos indígenas do México. Miguel Altieri, por outro lado, foi quem in- troduziu, ainda em 1983, a idéia de Agroecologia como as “bases científicas para uma agricultura alternativa”, mais tarde avançando para bases científicas para uma agricultura sustentável (Altieri 2002). Ambos autores, considerados precursores na construção do paradigma agroecológico, tratavam de construir uma nova apro- ximação entre agronomia e ecologia, cientes de que o modelo da Revolução Verde já havia demonstrado todos os fracassos socioambientais e econômicos, que hoje – 30 anos depois – são amplamente reconhecidos. Em 1990, Gliessman publicaria seu livro Agroecology: Researching the Ecological Basis for Sustainable Agriculture (provavelmente seguindo o estímulo de Eugene Odum, com quem havia compartilhado conhe- cimentos através de intercâmbios que ambos realiza- ram em Santa Cruz e Geórgia em meados dos anos 80). No mesmo ano de 1990, Carrol, Vandermeer e Rosset publicariam, uma densa coletânea de artigos, com mais de 600 páginas, intitulado Agroecology. As obras cita-
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Composição florística e estrutura do componente arbóreo em um remanescente de Floresta Atlântica Montana, Araponga, MG

Composição florística e estrutura do componente arbóreo em um remanescente de Floresta Atlântica Montana, Araponga, MG

Estudos detalhados sobre a composição florística e a ecologia das comunidades vegetais são fundamentais para embasar quaisquer iniciativas de preservação e conservação de remanescentes florestais (Oliveira-filho et al., 1994), bem como no desenvolvimento de modelos de recuperação de áreas degradadas e seleção de espécies para fins silviculturais e para utilização racional dos recursos vegetais através do manejo adequado (Werneck et al., 2000). A preocupação com a grande fragmentação em que nossos ecossistemas se encontram, fez com que o documento “Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica”, fosse aprovado pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), em dezembro de 1998. Este documento prevê, como um de seus objetivos específicos, “a promoção da regularização fundiária e novas possibilidades para o estabelecimento dos corredores ecológicos”, dentre outros princípios, diretrizes, objetivos gerais e específicos. Ainda é recente a discussão sobre os corredores, mas o documento “Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil” (1997), e Araújo (2003) propõem o estabelecimento de um corredor ecológico na Mata Atlântica Central e entre as Unidades de Conservação de Minas Gerais. Este corredor central está localizado nos Estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais (somente o Parque Nacional do Caparaó).
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Composição florística e estrutura do componente arbóreo em um remanescente primário de floresta estacional semidecidual em Araguari, Minas Gerais, Brasil.

Composição florística e estrutura do componente arbóreo em um remanescente primário de floresta estacional semidecidual em Araguari, Minas Gerais, Brasil.

A justificativa para o uso da mediana e quartil na classificação da estrutura vertical está baseada em cinco fatores: 1) a distribuição de frequência para os dados de altura de indivíduos arbóreos geralmente apresenta um padrão exponencial negativo e, por isso, é necessário o uso de descritores não paramétricos, como a mediana e quartil; 2) os indivíduos posicionados acima do terceiro quartil na distribuição de altura para a espécie representam os maiores indivíduos daquela espécie, correspondente ao estágio reprodutivo (Gourlet-Fleury et al. 2005) e, por consequência, o real estrato que a espécie pode ocupar e realizar processos como dispersão e polinização, que demonstram interações importantes no ecossistema como um todo; 3) a técnica de uso da mediana e quartil envolve não somente dados sobre parte da comunidade (como ocorre com o diagrama de perfil), mas grande parte das espécies encontradas na comunidade, o que torna uma análise mais real da comunidade estudada; 4) o método se baseia na densidade da espécie, e não no valor de importância das espécies porque o VI é uma ferramenta importante para se analisar a estrutura horizontal, mas, por não levar em consideração a altura das espécies, não é adequado para uso em estudos sobre a estratificação vertical; 5) o uso da altura máxima pode não representar a real maturidade dos indivíduos da espécie, pois se um indivíduo de uma dada espécie crescer muito acima dos demais, e isso é verificado muitas vezes no campo, o estrato ocupado por aquela espécie passa a ser superestimado, e assim o uso do terceiro quartil representa, com menor margem de erro, o estrato vertical de cada espécie.
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ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBUSTIVO-ARBÓREO DE UM REMANESCENTE DE CAATINGA NO ESTADO DO CEARÁ, BRASIL.

ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBUSTIVO-ARBÓREO DE UM REMANESCENTE DE CAATINGA NO ESTADO DO CEARÁ, BRASIL.

A Caatinga apresenta uma das vegetações menos conhecida do Brasil, embora tenha sido reconhecida como uma das 37 grandes regiões naturais do planeta, conforme estudo coordenado pela "Conservation Internacional" (TABARELLI; SILVA, 2003). Este desconhecimento segundo Giulietti et al., (2004) é consequência de uma crença de que a caatinga possui diversidade muito baixa, sem espécies endêmicas e fortemente modificada pelas ações antrópicas. Aproximadamente 45% da vegetação original da caatinga já havia sido desmatada em 2009 (MMA, 2011) e apenas 8,4% de seu território é protegido em unidades de conservação federais e estaduais, sendo apenas 1,4% dede proteção integral (HAUFF, 2010). Nos últimos anos, o conhecimento da vegetação da caatinga tem sido ampliado em diversos trabalhos fitossociológicos e florísticos (BESSA et al., 2011; ARAÚJO et al., 2012; BARBOSA et al., 2012; GUEDES et al., 2012; CALIXTO Jr.; DRUMOND, 2014). Nesses estudos verifica-se que a flora da depressão sertaneja (caatinga sensu stricto) é distinta da vegetação que ocorre nos maciços/serras espalhados pela depressão, onde há registro de formações florestais com diferentes níveis de caducifolia.
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A evolução da estrutura agrária do município de Barra do Choça - BA

A evolução da estrutura agrária do município de Barra do Choça - BA

Portanto, mediante a análise da evolução da estrutura agrária, constata-se que a realidade no campo do município de Barra do Choça não é diferente de outras regiões, cuja produção agrícola é sustentada na ótica da atividade agrícola destinada para o comércio de exportação. A terra, em sua maioria tem sido utilizada principalmente para o plantio do café, que a partir da década de 1970, ganhou espaço nesta área, em função da importância no rol da cadeia produtiva, bem como da pauta de exportação do comércio brasileiro. Por conseguinte, os demais negócios também se estruturam em função de garantir a sustentabilidade do agronegócio café, numa conjectura um tanto linear, envolvendo toda a cadeia produtiva, inclusive os pequenos proprietários, cujo trabalho e produtividade passam a ser articulados num mesmo direcionamento, obedecendo à lógica da estrutura do modo de produção capitalista.
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Composição e riqueza florística do componente arbóreo da Floresta Atlântica submontana na região de Imbaú, Município de Silva Jardim, RJ.

Composição e riqueza florística do componente arbóreo da Floresta Atlântica submontana na região de Imbaú, Município de Silva Jardim, RJ.

Considerando que a floresta da Reserva Biológica União é bem preservada e apresenta condições próximas ao clímax desta fitofisionomia, confirma-se que a região de Imbaú encontra-se hoje alterada em termos florísticos, em função da fragmentação e distúrbios antrópicos aos quais esteve submetida no passado como extração seletiva de madeira, queimadas e caça. Este fato é corroborado pela distribuição das espécies e seus indivíduos em grupos ecológicos (Fig. 3). Apesar dos resultados indicarem uma maior riqueza das espécies secundárias tardias (44% do total de espécies), observou-se uma predominância dos indivíduos das espécies secundárias iniciais, que somaram aproximadamente 65% do total de indivíduos. Esta elevada densidade de espécies de grupos sucessionais iniciais vêm sendo apontada como uma característica de matas perturbadas, visto que em florestas tropicais maduras estes grupos tendem a ocorrer em baixas densidades (Hubbel et al. 1999).
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ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBÓREO E ARBORESCENTE DE UM FRAGMENTO URBANO NO MUNICÍPIO DE SÉRIO, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.

ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBÓREO E ARBORESCENTE DE UM FRAGMENTO URBANO NO MUNICÍPIO DE SÉRIO, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.

Petrópolis. Além destes, Myrtaceae foi a família mais numerosa em uma análise fitossociológica de um fragmento de floresta Estacional Decidual no município de Jaguari - RS (HACK et al., 2005), em um levantamento fitossociológico arbóreo na região central da Planície Costeira do Rio Grande do Sul (DORNELES; WAECHTER, 2004), no estudo florístico de uma porção de mata de encosta do Morro da Harmonia, Teutônia - RS, Brasil (MARKUS; FREITAS, 2011) e em um fragmento de Mata Ciliar do arroio Boa Vista, Teutônia - RS, Brasil (BRAKMANN; FREITAS, 2013). Todos contribuem para a confirmação de que Myrtaceae é uma família que se evidencia em diferentes formações florestais do Estado.
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Estrutura do componente arbóreo em Floresta Ombrófila Densa Montana no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba (PNMNP), Santo André, SP, Brasil.

Estrutura do componente arbóreo em Floresta Ombrófila Densa Montana no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba (PNMNP), Santo André, SP, Brasil.

RESUMO - (Estrutura do componente arbóreo em Floresta Ombrófila Densa Montana no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba (PNMNP), Santo André, SP, Brasil). Foi realizada a análise fitossociológica de duas parcelas (P1 e P2) de 0,5 hectare em Floresta Ombrófila Densa Montana do PNMNP . Foram amostradas as árvores com DAP (diâmetro a 1,30 m de altura do solo) ≥ 4,8 cm, num total de 1.992 indivíduos, distribuídos em 183 espécies, 103 gêneros e 49 famílias, sendo a maioria delas zoocórica, com uma distribuição equilibrada de indivíduos pioneiros e não pioneiros em P1 e P2. A família Myrtaceae foi a mais rica em espécies, seguida de Rubiaceae, Lauraceae e Melastomataceae. A diversidade específica foi obtida através do Índice de Shannon (H’), sendo 3,779 em P1 e 4,049 em P2 e a equabilidade pelo Índice de Pielou (J), sendo 0,770 em P1 e 0,836 em P2. Os índices de diversidade encontrados no PNMNP são semelhantes aos de outras Unidades de Conservação do Estado de São Paulo, uma indicativa de que os poluentes atmosféricos produzidos pelo complexo industrial de Cubatão certamente não foram aí tão prejudiciais quanto para áreas próximas localizadas no vale do rio Mogi e Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba. Além disso, a presença de árvores de grande porte pertencentes a espécies não pioneiras na P2 indica que o PNMNP pode ainda manter relictos da floresta original que recobria a região no passado. Palavras-chave: categorias sucessionais, diversidade, fitossociologia, florística, síndromes de dispersão
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Riqueza e estrutura do componente arbóreo e características edáficas de um gradiente de floresta ciliar em Minas Gerais, Brasil.

Riqueza e estrutura do componente arbóreo e características edáficas de um gradiente de floresta ciliar em Minas Gerais, Brasil.

negativa (J-invertido), o que resulta em boa estrutura gráfica (OLIVEIRA-FILHO et al., 2001). No caso das alturas, a distribuição dos indivíduos foi baseada na altura normalmente alcançada pelas árvores, sendo definidas quatro classes: Classe 1, < 4 m; Classe 2, 4 < 8 m; Classe 3, 8 < 12 m; e Classe 4, 12 m. Os índices de diversidade de Shannon-Wiener (H’), equabilidade de Pielou (J’) e índice de dominância de Simpson (C) foram calculados conforme Brower e Zar (1984), no Programa Mata Nativa 2 (CIENTEC, 2006). Para verificar as diferenças entre os índices de diversidade H’ encontrados em cada trecho estudado no gradiente, foi empregado o teste T modificado (MAGURRAN, 1988).
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Heterogeneidade florístico-estrutural do componente arbóreo em um sistema de fragmentos florestais no Planalto Sul catarinense.

Heterogeneidade florístico-estrutural do componente arbóreo em um sistema de fragmentos florestais no Planalto Sul catarinense.

A região do Planalto Sul catarinense é caracterizada por apresentar, como vegetação dominante, fragmentos naturais de Floresta Ombrófila Mista inseridos em uma matriz campestre. No entanto, devido a um processo de ocupação de terras, a vegetação natural tem sido substituída por áreas com usos alternativos da terra, como a urbanização, as atividades agrícolas e pecuárias e, mais recentemente, a silvicultura. Esse processo resultou em um mosaico de remanescentes vegetacionais, com diferentes áreas, formas e estágios de degradação. Recentemente, estudos têm sido realizados com o objetivo de caracterizar a composição florística e estrutural em fragmentos florestais da região (KLAUBERG et al., 2010; NASCIMENTO et al., 2011; HIGUCHI et al., 2012a; NEGRINI et al., 2012; SILVA et al., 2012; HIGUCHI et al., 2013; SILVA et al., 2013). Esses estudos têm adotado uma escala espacial reduzida, investigando as variações que ocorrem no interior de cada fragmento. Entre os fatores ambientais determinantes nas variações que ocorrem no interior dos fragmentos na região, destacam-se os edáficos, os fisiográficos e os impactos ambientais (HIGUCHI et al., 2012a, 2013). No entanto, pouco se conhece a respeito das variações de parâmetros vegetacionais na escala de paisagem, ou seja, entre fragmentos. Nessa escala mais ampla, estudos em outras regiões têm demonstrado tanto a influência da estrutura da paisagem quanto do isolamento do fragmento (DISLICH et al., 2001), de fatores edáficos (MACHADO et al., 2004; SILVA et al., 2009) e de diferenças no estágio sucessional (DURIGAN et al., 2008) sobre a composição florística e estrutural da vegetação. Dessa forma, é presumível que fragmentos florestais, mesmo aqueles próximos geograficamente entre si, apresentem elevada variação estrutural e florística do componente arbóreo. Conhecer a organização espacial de comunidades arbóreas em remanescentes florestais, numa escala de paisagem, é fundamental para subsidiar estratégias de manejo florestal, visando à exploração sustentável e, ou, à conservação.
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Florística e estrutura do componente arbustivo-arbóreo de uma floresta higrófila da bacia do rio Jacaré-Pepira, SP, Brasil.

Florística e estrutura do componente arbustivo-arbóreo de uma floresta higrófila da bacia do rio Jacaré-Pepira, SP, Brasil.

As formações florestais que ocorrem ao longo de rios são condicionadas por série de fatores físicos, tais como relevo, profundidade do lençol freático e características do próprio rio (Rodrigues 1989; Rodrigues & Shepherd 2000; Correia et al. 2001; Martins et al. 2001). Tais fatores estabelecem a freqüência e a duração das inundações, que por sua vez determinam a ocorrência ou não das espécies vegetais (Joly 1992). Como estes fatores ambientais são bastante variáveis entre as formações ribeirinhas, há grande heterogenei- dade na estrutura e composição florística destas florestas (Leitão-Filho 1982; Nilsson et al.1988; Mantovani et al. 1989; Rodrigues & Nave 2000). Dentre as diferentes formações ribeirinhas, um tipo vegetacional bastante peculiar destaca- se por ocorrer em solo encharcado quase em caráter permanente e encontrar-se rodeado por vegetação estrutural e floristicamente diferen- ciada. É a chamada “floresta higrófila”, “Mata de brejo” (Leitão-Filho 1982) ou “floresta estacional semidecidual ribeirinha com influência fluvial permanente” (Rodrigues 2000), a qual tem área de ocorrência bastante limitada. O fato destas florestas desempenharem papel importante na proteção de mananciais hídricos (Joly 1992; Marques 1994) tem feito com que os estudos florísticos e estruturais em tais locais fossem intensificados nos últimos anos (Torres et al. 1994; Ivanauskas et al. 1997; Costa et al. 1997; Toniato et al. 1998).
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O componente arbóreo na Estação Ecológica de Assis, Estado de São Paulo: florística e dinâmica da comunidade

O componente arbóreo na Estação Ecológica de Assis, Estado de São Paulo: florística e dinâmica da comunidade

A política de prevenção e controle de incêndios, quer sejam naturais ou antrópicos, vem sendo adotada desde 1959, quando ocorreu a desapropriação das terras que hoje compõem a Estação Ecológica de Assis (Durigan 2006). O resultado dessa estratégia de manejo tem sido a substituição paulatina do cerrado esparso, cerrado stricto sensu e campo cerrado, predominantes em meados do século passado, por fitofisionomias de maior biomassa, principalmente cerradão – savana florestada (Durigan 2006, Pinheiro e Durigan 2009). O cerradão possui estrato arbóreo contínuo, ou quase contínuo, e elevada biomassa, com a composição florística sendo uma mistura de espécies endêmicas do cerrado com espécies generalistas que ocorrem também em florestas da região. Trata-se, ecologicamente, de uma floresta seca, conforme descrito por Rizzini (1963).
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