Top PDF EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE FLORESTAS DA REGIÃO AMAZÔNICA.

Carla Daniele Furtado da Costa VULNERABILIDADE AO FOGO DE FLORESTAS INTACTAS E DEGRADADAS NA REGIÃO DE SANTARÉM - PARÁ

Carla Daniele Furtado da Costa VULNERABILIDADE AO FOGO DE FLORESTAS INTACTAS E DEGRADADAS NA REGIÃO DE SANTARÉM - PARÁ

Desmatamentos em sua maioria vêm acompanhados de práticas de queima na região, agindo em sinergia, e estão fortemente associadas ao modo de produção e preparo da terra por práticas de corte-queima. Tradicionalmente, a formação de roças agrícolas resulta em abertura de novas áreas de florestas primária ou secundária (capoeira), para plantação de mandioca (Manihot esculenta Crantz) e demais culturas. Estas ações têm suas raízes nas práticas indígenas (POSEY, 1984; PEDROSO et al, 2008) e existem secularmente na região amazônica. Este tipo de preparo de área continua até os dias de hoje por causa dos costumes, da rápida liberação de nutrientes da vegetação para o solo e pela falta de alternativa, uma vez que a prática de corte-queima é uma técnica barata e que proporciona rápida resposta às necessidades do agricultor.
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As queimadas na região amazônica e o adoecimento respiratório.

As queimadas na região amazônica e o adoecimento respiratório.

O uso do fogo em florestas e demais formas de vegetação é proibido. A exceção é o emprego do fogo em práticas agropastoris ou florestais quando justificado pelas peculiaridades locais ou regionais. O Decreto nº 2.661, de 8 de julho de 1998, regulamenta esta prática mediante o esta- belecimento de normas de precaução. Especifica as situações nas quais o uso do fogo é proibido e as condições para a sua permissão. Trata, ainda, do ordenamento e da suspensão temporária do emprego do fogo, por meio do escalonamento regional do processo de queima controlada, com base nas condições atmosféricas e na demanda de autorizações de queima controlada, para ma- nutenção dos níveis de fumaça produzidos. Por fim, cria, no âmbito do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Reno- váveis - IBAMA, o Sistema Nacional de Preven- ção e Combate a Incêndios Florestais PREVFO- GO, que tem por finalidade o desenvolvimento de programas destinados a ordenar, monitorar, prevenir e combater incêndios florestais; desen- volver e difundir técnicas de manejo controlado do fogo; capacitar recursos humanos para a di- fusão das respectivas técnicas; e conscientizar a população sobre os riscos do emprego inade- quado do fogo 9 .
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Análise do balanço da radiação e de seus componentes na região amazônica

Análise do balanço da radiação e de seus componentes na região amazônica

A análise do balanço radiação e de seus componentes em florestas tropicais, vem sendo utilizada ultimamente para se avaliar a influência do desmatamento e da queima de biomassa nas variações do clima em escala local, regional e global. Esses resultados são fundamentais na validação de simulações de modelos climáticos além de serem úteis em muitas aplicações do conhecimento da radiação solar, tais como, meteorologia, agronomia, hidrologia e engenharia.

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Influência da flora das florestas Amazônica e Atlântica na vegetação do cerrado sensu stricto.

Influência da flora das florestas Amazônica e Atlântica na vegetação do cerrado sensu stricto.

A menor contribuição da flora da floresta Amazônica, em comparação com a da floresta Atlântica, pode ser atribuída às diferenças na história dessas duas regiões. Como sugerido por Silva (1996), grande parte da zona de contato do bioma do cerrado com a floresta Amazônica apresenta uma depressão geomorfológica com altitude variando de 100 a 500 m, sendo possível que, durante os períodos mais secos do Quaternário (Salgado-Labouriau et al. 1997), essa conexão tenha sofrido mudanças drásticas (Ab’Saber 1977, 1983, 1988) com efeitos negativos na colonização do bioma do cerrado por espécies da floresta Amazônica. Diferentemente, a região de conexão do bioma cerrado com a floresta Atlântica parece ter sido menos influenciada pelas mudanças climáticas do Quaternário (Brown & Ab’Saber 1979). Portanto, as mudanças climáticas do Quaternário podem ter tido um drástico efeito na distribuição das espécies da floresta Amazônica em comparação com as espécies da floresta Atlântica no bioma do cerrado.
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DE 10 ESPCIES FLORESTAIS 
            NO BAIXO 
            AMAZONAS, ESTADO DO PAR, ENTRE 2006  2016

DE 10 ESPCIES FLORESTAIS NO BAIXO AMAZONAS, ESTADO DO PAR, ENTRE 2006 2016

O Brasil é detentor de diversas formações florestais, das quais pode-se destacar a floresta amazônica com mais de 70% das florestas remanescentes do país (VERÍSSIMO et al., 2014) e por ser portadora de uma gama de espécies arbóreas de alto valor comercial, a Amazônia despertou o interesse do mercado madeireiro, que se estabeleceu e promoveu o crescimento do setor de base florestal como uma das principais atividades econômicas da região (SANTOS et al., 2018; PEREIRA et al., 2019), seguida da mineração e agropecuária.
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Rev. bras. meteorol.  vol.32 número3

Rev. bras. meteorol. vol.32 número3

Considerando a América do Sul, os valores médios da reciclagem de precipitação variaram entre 5% e 65%, com índices extremos da ordem de 55% a 65% sobre os Andes. Sazonalmente, os valores diminuem do verão para o inver- no. Na média anual, a reciclagem de precipitação na bacia amazônica foi de 20%, com valores variando de 40% na porção sul a 15% na porção norte. Com base nos resultados de trabalhos anteriores (ver Rocha et al., 2015) e deste estudo, estima-se que a reciclagem de precipitação na bacia amazônica é da ordem de 20-35%. Esses resultados mos- tram que, do total da precipitação sobre a bacia amazônica, aproximadamente, 20% é decorrente do processo de evapo- transpiração local; mostrando que, a contribuição local para a precipitação total representa um percetual significativo no balanço de água regional. A contribuição advectiva é mais importante para a precipitação sobre a bacia amazônica do que a contribuição local, isto é, aquela decorrente da evapo- transpiração. Isso significa que, a advecção de umidade do- mina o fornecimento de vapor d’água em grande parte da região, no entanto, o papel da evapotranspiração local na reciclagem de precipitação é mais importante no setor sul da bacia. Entretanto, as variabilidades e mudanças naturais e/ou antropogênicas no sistema climático podem afetar de maneira significativa os componentes do balanço de água e, consequentemente, a reciclagem de precipitação, influen- ciando os padrões espaciais de umidade do solo, a produti- vidade e a ocorrência de eventos extremos, tais como secas e enchentes. Embora os estudos sobre reciclagem de preci- pitação tenham produzido novos conhecimentos acerca da interação entre os processos de superfície e o ciclo hidro- lógico, os efeitos das varibilidades e mudanças do clima na reciclagem precisam ser ainda investigados.
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Estimativa da evapotranspiração espacial em uma região semiárida utilizando sensoriamento remoto

Estimativa da evapotranspiração espacial em uma região semiárida utilizando sensoriamento remoto

RESUMO – O conhecimento do saldo de radiação em regiões semiáridas é imprescindível para o manejo e monitoramento dos recursos hídricos, já que a energia disponível à superfície para os processos de aquecimento do ar e do solo, fotossíntese e evaporação da água advém do saldo entre as trocas radiativas de onda curta e onda longa. Nesse contexto, o presente trabalho tem por objetivo avaliar a evolução espaço-temporal do saldo de radiação (Rn) instantâneo e diário em área de uso e ocupação heterogênea, com predominância de cobertura vegetal de Caatinga, em região semiárida, a partir de produtos de sensoriamento remoto associados a dados meteorológicos. O saldo de radiação foi determinado pelo processamento de imagens TM/Landsat-5, ponto/órbita 215/64, pelo Surface Energy Balance Algorithm for Land (SEBAL), sendo avaliadas cinco cenas, durante os anos de 2005 à 2010. Foram realizadas análises estatísticas para auxiliar na avaliação do balanço de radiação instantâneo e diário, e análise comparativa dos erros absolutos para validar as estimativas do SEBAL diante das estimativas por Penmam-Monteith, aplicadas aos dados medidos em estação meteorológica convencional. Os resultados obtidos em mapas temáticos mostraram que tanto o saldo de radiação instantâneo (Rn) como o diário (Rn 24h ) sofreram influência da precipitação em sua
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Variabilidade local e regional da evapotranspiração estimada pelo algoritmo SEBAL.

Variabilidade local e regional da evapotranspiração estimada pelo algoritmo SEBAL.

Na Chapada do Araripe, foram obtidos valores de ETh inferiores a 0,25 mm h -1 em 0,26% da região. Em 23,6% da região, foi registrada uma ETh entre 0,45 e 0,60 mm h -1 representada pela cor cinza na Figura 3c, correspondente à vegetação classificada como nativa rala, segundo BRANDÃO et al. (2007). Grande parte dessas áreas expressou um NDVI próximo de 0,30 que pode ser considerado elevado para essa época em uma região semiárida. Uma justificativa para esse fato é a presença da FLONA (Floresta Nacional do Araripe). Nos pixels verde-escuros verificados na Figura 3c, a ETh variou a uma taxa entre 0,75 a 1,08 mm.h -1 ,ocupando 35,95% da região.
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Monodominância arbórea e diversidade de samambaias em florestas da transição Cerrado-Floresta Amazônica, Brasil.

Monodominância arbórea e diversidade de samambaias em florestas da transição Cerrado-Floresta Amazônica, Brasil.

Os primeiros estudos realizados em florestas monodominantes de Brosimum rubescens Taub. (Moraceae) foram conduzidos por Felfili et al. (1988; 1998), que descreveram a ocorrência de uma “mata seca com fisionomia homogênea”, onde os indivíduos de B. rubescens predominavam amplamente sobre as demais espécies. Posteriormente, Marimon et al. (2001a, b; 2008), Marimon (2005), Marimon & Felfili (2006) e Marimon-Junior (2007) realizaram estudos detalhados sobre a regeneração, dinâmica e estrutura da comunidade de espécies lenhosas, além de estudos sobre a chuva de sementes, ciclos biogeoquímicos e ecofisiologia de algumas espécies desta floresta monodominante. Entretanto, jamais foram realizados trabalhos investigando o estrato herbáceo e a flora de samambaias e licófitas da floresta de B. rubescens e sua contraparte adjacente (floresta mista ou não-monodominante).
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Recursos hídricos da região amazônica: utilização e preservação

Recursos hídricos da região amazônica: utilização e preservação

Em 1977, cerca de 84,2% da energia elé- trica do Brasil foi produzida por hidrelétricas ( M. En- quanto a produção de energia elétrica à base de óleo diesel fica cada vez mais cara, al[r]

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As preocupações com a integração territorial do Brasil e o pensamento geopolítico nacional: a relevância da aviação na ocupação do país

As preocupações com a integração territorial do Brasil e o pensamento geopolítico nacional: a relevância da aviação na ocupação do país

Resumo: Este texto apresenta algumas reflexões sobre o processo geopolítico de integração do território brasileiro nas primeiras décadas do século XX e o uso da aviação como viabilizador dessas políticas. A busca da integração territorial fez com que a atenção do Estado brasileiro se voltasse para as regiões Centro-Oeste e Norte. A ausência de vias de penetração fez da aviação o principal elemento de auxílio em tal empreitada tendo em vista que antes mesmo de existirem estradas já existiam diversos campos de pouso nas regiões, ou seja, a aviação antecedeu a chegada da rodovia. É possível dizer que a aviação representou um dos vetores fundamentais na integração do território brasileiro e que nas últimas décadas do século XX a região Centro-Oeste assiste sua incorporação à lógica de produção de grãos.
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O desflorestamento na Amazônia brasileira

O desflorestamento na Amazônia brasileira

Nas duas últimas décadas, vários setores apresentaram um crescimento significativo na Amazônia, sendo um deles a indústria madeireira. Alguns fatores contribuíram para esse desenvolvimento, destacando- se a exaustão dos recursos madeireiros das florestas no sul do país, a abertura de estradas e outras obras de infra-estrutura, além de um comportamento ambiental negligente. No período considerado, a capacidade de processamento instalada na Amazônia aumentou de 16 para 25 milhões m³ (ITTO, 2002).

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Variabilidade genética de etnovariedades de mandioca em regiões geográficas do Brasil.

Variabilidade genética de etnovariedades de mandioca em regiões geográficas do Brasil.

A diferença de diversidade alélica entre as popula- ções não foi diferente, possivelmente, em decorrência dos altos valores obtidos para os desvios padrão, ainda assim, se considerarmos apenas uma vez o desvio padrão, cons- tata-se que o grupo de etnovariedades originadas do Par- que Indígena do Xingu apresenta menor variabilidade ge- nética. As etnovariedades coletadas nas roças cultivadas na Região Amazônica possuem todos os alelos presentes nas demais regiões, sendo que o inverso não é verdadeiro. A heterozigosidade esperada encontrada pode ser considerada alta, pois numa população com média de 2,1 alelos por loco é possível obter heterozigosidade máxima de 0,526 e foi encontrado 0,415. Portanto, 78,75% da heterozigose possível. A espécie apresenta alto nível de polimorfismo: a heterozigosidade estimada está de acordo com os valores encontrados para as espécies de polinização cruzada (Brown, 1989).
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REDES NARCOTRAFICANTES E INTEGRAÇÃO PARALELA NA REGIÃO AMAZÔNICA

REDES NARCOTRAFICANTES E INTEGRAÇÃO PARALELA NA REGIÃO AMAZÔNICA

avanço da importância do Brasil no narcotráfico, mas também aumento do esforço governamental em seu combate. Ademais, a mesma autora aponta o descobrimento de laboratórios para o refino de cocaína no território brasileiro no período, sobretudo no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Narcotraficantes da região teriam como parceiros preferenciais grupos bolivianos, já que aqueles dois estados brasileiros dividem uma fronteira de 3.126 Km com a Bolívia. Um dos motivos para a utilização do território brasileiro para o refino de cocaína pode ser a intenção de narcotraficantes bolivianos de evitar o transporte da pasta base por áreas colombianas dominadas por guerrilheiros e paramilitares. Segundo Schonenberg “Drug trafficking in the Brazilian Amazon” (Globalization and Drugs Criminalization. Final Research Report on Brazil, China, India and Mexico. Paris: UNESCO/MOST; UNDCP, 2002, p.127) e Izquierdo (2000), guerrilheiros e paramilitares aumentaram as “taxas e tributos” que são pagas comumente por traficantes para a utilização das pistas de pouso e estradas nos territórios que dominam.
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Movimentos sociais na Amazônia: articulações possíveis entre gênero, religião e Estado.

Movimentos sociais na Amazônia: articulações possíveis entre gênero, religião e Estado.

Ao longo dos anos, as conquistas alcançadas pelo Movimento de Mulheres ultrapassam a preocupação com a violência doméstica, inicialmente tema propulsor da mobilização. Conectadas a processos de mudanças característicos dos anos 1990, as integrantes do Movimento de Mulheres reivindicaram seus direitos e cobraram o cumprimento das leis em Altamira e nas adjacências. Um bom exemplo dos frutos da militância na região é a formação dos Conselhos Tutelares logo nos primeiros anos de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente. Enquanto o processo de implantação do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (que é um passo anterior à criação dos Conselhos Tutelares) ainda tramitava em Belém, em Altamira, o Conselho Tutelar já havia sido implantado e Antônia Melo, Rosa Pessoa, Maria Ivonete Coutinho, Senhorinha e outras conselheiras estimulavam os municípios vizinhos no mesmo sentido. Também por meio das ações do Movimento de Mulheres os Conselhos de Saúde foram implantados na cidade de Altamira e a merenda escolar foi regulamentada.
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CIDADES PEQUENAS DO ESTUÁRIO DO RIO AMAZONAS: TERRA DE QUEM?

CIDADES PEQUENAS DO ESTUÁRIO DO RIO AMAZONAS: TERRA DE QUEM?

Nessa perspectiva é que esse artigo se estrutura e tem como objetivo compreender os mecanismos de transferência da propriedade da terra, em uma pequena cidade do estuário do Rio Amazonas, numa perspectiva histórica. A cidade de Ponta de Pedras, localizada na Ilha de Marajó, estado do Pará, na região caracterizada como estuário do Rio Amazonas é utilizada como estudo de caso de uma realidade que se verifica em várias outras pequenas cidades do Brasil, não só as amazônicas. O seu crescimento urbano, que se intensificou desde 1990, reproduziu, e continua reproduzindo a irregularidade fundiária no processo de ocupação. Assim como, em 80% dos municípios da Amazônia Legal (GOUVÊA ET AL., 2009, p. 86), não possuem legislação sobre regularização fundiária e nem plano ou programa específico para isso.
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O CULTIVO DA TILÁPIA NO ESTADO DO AMAZONAS – UMA ANÁLISE DA LEI DA CULTURA ESTADUAL  Claudia de Santana

O CULTIVO DA TILÁPIA NO ESTADO DO AMAZONAS – UMA ANÁLISE DA LEI DA CULTURA ESTADUAL Claudia de Santana

A inserção da tilápia, espécie que não tem origem nacional, que não é natural da biodiversidade da região amazônica, um peixe predador, que se reproduz de forma[r]

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Simulações do clima do holoceno médio na américa do sul com o modelo de circulação geral da atmosfera do CPTEC.

Simulações do clima do holoceno médio na américa do sul com o modelo de circulação geral da atmosfera do CPTEC.

A Figura 4 apresenta diferença do luxo de umidade médio sazonal integrado da superfície até 300hPa, entre o período do HM e os dias de hoje (HMs1-cP), nas quatro estações do ano. A principal característica do campo da diferença do luxo de umidade é que o transporte de umidade oceano-continente é aumentado durante o período do HM, principalmente na costa Atlântica, sul da América do Sul e no Nordeste Brasileiro. Isso também foi constatado por Kohfeld e Harrison (2000) que a partir da análise de dados de lagos, veriicaram condições mais úmidas que o presente, em quase todo o globo, com exceção do interior da américa do norte e oeste da europa. observa-se que o transporte de vapor do oceano Atlântico para a região Amazônica diminuiu o que explica a redução da precipitação nessa região. O transporte de umidade da região Amazônica para a região central e sudeste do Brasil também foi reduzido durante o HM, o que pode ter inluenciado no posicionamento e intensidade da Zcas há 6.000 anos.
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Avaliação do conteúdo de Mercúrio, Metilmercúrio e outros elementos de interesse...

Avaliação do conteúdo de Mercúrio, Metilmercúrio e outros elementos de interesse...

Os produtos mais utilizados para o consumo direto do grupo doméstico ou para a comercialização classificam-se em: obtidos pelo extrativismo vegetal, como o cipó-titica, o cipó timbó-açu, a castanha, a copaíba, o breu e a madeira; os obtidos do extrativismo animal, como os quelônios, os peixes ornamentais e a caça; e ainda aqueles obtidos pela atividade agrícola, como a farinha e a banana. O conhecimento das atividades de subsistência, como a agricultura e o extrativismo, também foi e continua sendo transmitido às novas gerações. Os habitantes do PNJ buscam, nestas atividades laborais a sobrevivência dos grupos domésticos, como faziam seus antepassados. As atividades extrativistas exercidas pelos habitantes do Jaú representam parte de sua base econômica, onde o material extraído da fauna, da flora e da produção agrícola é comercializado pelo sistema de aviamento 4 . Essas atividades apontam estudos, correspondem a um impacto ambiental em apenas 0,5% da área. Para manter este patamar, a Fundação Vitória Amazônica (FVA) está desenvolvendo com os moradores o “Programa de Alternativas Econômicas”, focado nos municípios de Barcelos e Novo Airão e que visa melhorar as condições sócio econômicas da população local e a sustentabilidade do Parque (Instituto Sócio Ambiental, 2003). A Figura 5 traz a utilização dos recursos naturais disponíveis no PNJ pela população tradicional e a qual está vinculada às necessidades de subsistência do grupo doméstico. No quadro A o morador prepara a palha-branca para ser usada na cobertura de casas; no quadro B bacias com ácara disco, peixe ornamental endêmico da região que possui alguma demanda no exterior; o quadro C traz a foto de quelônios que são usados na base alimentar dos amazonenses, sendo um dos recursos mais críticos utilizados no Parque; o quadro D mostra uma piaba de cipó-titica, produto utilizado na confecção de artesanato e no quadro E aparecem as castanhas, as quais são encontradas com relativa abundância, usada na base alimentar do morador e possível alternativa econômica a ser explorada.
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