Top PDF Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae). Apresenta-se o tratamento taxonômico da família Combretaceae como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. As identificações, descrições e ilustrações botânicas foram efetuadas pela análise morfológica de amostras frescas e espécimes herborizados, com o auxílio da bibliografia e análise de tipos, complementadas pelas observações de campo. Foram registradas 11 espécies subordinadas a cinco gêneros: Buchenavia (1), Combretum (8), Conocarpus (1) e Laguncularia (1). Algumas espécies possuem distribuição restrita aos manguezais, como Conocarpus erectus L. e Laguncularia racemosa (L.) C.F. Gaertn., à Caatinga, como Combretum glaucocarpum Mart., C. leprosum Mart. e C. hilarianum D. Dietr., e a Floresta Atlântica, como Buchenavia tetraphylla (Aubl.) R.A. Howard, Combretum fruticosum (Loefl.) Stuntz e C. laxum Jacq.
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Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

RESUMO – (Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.) Neste trabalho realizou-se o tratamento sistemático das Cactaceae do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil. A área de estudo é o ponto mais alto do Nordeste setentrional, constitui-se de um enclave de mata serrana, sendo considerada um dos poucos representantes da Paraíba incluídos no domínio da Mata Atlântica. No Pico do Jabre, as Cactaceae estão representadas por três gêneros e quatro espécies: Cereus jamacaru DC., Melocactus ernestii Vaupel, Pilosocereus chrysostele (Vaupel)Byles & Rowley e Pilosocereus gounellei (F.A.C.Weber)Byles & Rowley.
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Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Loganiaceae, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizou-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos, espécimes dos herbários EAN, JPB e IPA, e comparação com material identificado por especialistas. Registrou-se para a Paraíba quatro espécies: Spigelia anthelmia L., com ampla distribuição, e três espécies de Strychnos, somente coletadas em remanescentes de Mata Atlântica, S. atlantica Krukoff & Barneby, S. parvifolia A. DC. e S. trinervis (Vell.) Mart.
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Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae)). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico do gênero Solanum, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas, observações de campo e estudos morfológicos para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, com o auxílio da bibliografia especializada, complementadas pela análise de tipos e fotos de tipos de herbários nacionais e internacionais e de espécimes depositados nos herbários EAN e JPB. Foram registradas 22 espécies: Solanum agrarium Sendtn., S. americanum Mill., S. asperum Rich., S. asterophorum Mart., S. caavurana Vell., S. capsicoides All., S. crinitum Lam., S. jabrense Agra & M.Nee, S. melissarum Bohs, S. ovum-fringillae (Dunal) Bohs, S. palinacanthum Dunal, S. paludosum Moric., S. paniculatum L., S. paraibanum Agra, S. polytrichum Moric., S. rhytidoandrum Sendtn., Solanum sp., S. stagnale Moric., S. stipulaceum Roem. & Schult., S. stramoniifolium Jacq., S. swartzianum Roem. & Schult. e S. torvum Sw. Três espécies, S. ovum-fringillae, Solanum sp. e S. swartzianum, são novas referências para a Paraíba. Palavras-chave: Flora paraibana, Jurubeba, Nordeste brasileiro
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Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Erythroxylaceae como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos e de espécimes de herbários nacionais e internacionais. Treze espécies do gênero Erythroxylum foram registradas para a área estudada: Erythroxylum caatingae Plowman, E. citrifolium A. St.-Hil, E. nummularia Peyr., E. pauferrense Plowman, E. passerinum Mart., E. pulchrum A. St.-Hil., E. pungens O.E. Schulz, E. revolutum Mart., E. rimosum O.E. Schulz, E. simonis Plowman, E. suberosum var. denudatum O.E. Schulz e E. subrotundum A. St.-Hil. Dentre estas, seis são novas referências para o Estado.
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Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

4,0-5,0 mm, oblatas, levemente côncavas, livres entre si, ápice obtuso-arredondado; 1 inferior, 5,0×5,5 mm, oblata, côncava, ápice obtuso-arredondado; 2 alas 12,0-14,0×0,9-11,0 mm, ovais, glabras, ápice ciliado, obtuso, base obtusa. Corola branca, rajada de amarelo e roxo, glabra; carena 12,0-13,0×80,0 mm, ápice inteiro, emarginado, cuculo não sulcado no dorso; pétalas laterais 11,0-13,0×40,0 mm, oblongas, ápice curvado. Bainha estaminal ca. 11,0 mm compr., glabra; 8 estames, anteras oblongas. Ovário 1,5×1,0-1,5 mm compr., oblongo; estilete uncinado ou geniculado; estigma cimbiforme, glabro, sem cavidade pré- estigmática. Cápsula 17,0×16,0 mm, elíptica ou oval, sem glândulas cróceas ao longo do septo, ápice obtuso- emarginado. Sementes 3,0-5,0 mm, campanuladas, verrucosas, pilosas, tricomas não uncinados; carúnculas longas, atingindo 1/2-2/3 do comprimento da semente. Polygala spectabilis é uma espécie neotropical, encontrada no Peru (Brako & Zarucchi 1993), Guiana Francesa (Jacobs-Brouwer 2002) e no Brasil, onde foi referida para o Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Rio de Janeiro (Marques 1979). Na Paraíba, foi encontrada em áreas de Floresta Atlântica e Brejos de altitude, habitando solos humosos e afloramentos rochosos.
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Flora do Ceará, Brasil: Combretaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Combretaceae.

5.4 . Terminalia mameluco Pickel, Arq. Bot. Estado São Paulo 3: 200. 1958. Fig. 5m-o Árvores 12 m de alt. Folhas 7,7−8,0 × 3,3−3,8 cm, lâmina obovada, glabra, ápice acuminado ou subagudo, base cuneada; venação broquidódroma, 5−8 pares de nervuras secundárias; pecíolo 9−15 mm compr. Inflorescências 3,6−5,2 cm compr., espigas densifloras, axilares. Bractéola única, 2,5−3,0 × 0,8−1,0 mm, cimbiforme; botão floral 3,0−4,5 × 1,5−2,5 mm, capitado. Flores 5,0−6,0 × 2,0−3,0 mm, amareladas; hipanto inferior 3,0−3,5 × 1,0−1,5 mm, elíptico; hipanto superior 2,0−2,5 × 2,0−3,0 mm, campanulado; lobos do cálice 0,5−0,6 × 0,5−0,8 mm, triangulares, reflexos; filetes do verticilo interno 3,0−3,5 mm compr., filetes do verticilo externo 3,5−4,0 mm compr.; anteras 0,5−0,8 × 0,5−0,6 mm, cordiformes; disco nectarífero 0,5−1,0 mm compr., aneliforme, margem livre, glabrescente a pubescente; ovário 0,8−1,0 × 0,3−0,5mm; estilete 5,0−6,0 mm compr., linear; estigma truncado. Fruto 1,8−2,0 × 3,1−3,8 cm, 2-alado; alas 0,9−1,2 × 1,4−2,0 mm, oblongas ou subtriangulares; região central 1,6−2,0 × 0,5−0,7 mm; pedicelo frutífero 4,2−4,5 mm compr. Material examinado : Granja, Palmeira sopé da Serra de Ubatuba, 10.IX.2005, fl., A.S.F. Castro 1621 (EAC). Meruoca, Algodões, 27.V.2003, fr., A. Fernandes (EAC 32544). Viçosa do Ceará, Gen. Tibúrcio, encosta da Serra da Ibiapaba, 8.VI.2007, A.S.F. Castro 1947 (EAC). Terminalia mameluco pode ser facilmente reconhecida pelas folhas obovadas e glabras; flores com lobos do cálice reflexos e fruto 2-alado, com alas oblongas ou subtriangulares. A espécie é endêmica do leste do Brasil (Marquete 2012). No Ceará foi encontrada em vegetação de mata seca e mata úmida (Fig. 6). Coletada com flores nos meses de janeiro, setembro e dezembro e com frutos nos meses de maio e junho. Conhecida popularmente como mameluco, pelada.
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Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Abstract: Aechmea is one of the largest genera of Bromeliaceae, having more than 250 species, and Brazil is its principal center of endemism. We taxonomically examined the species of Aechmea encountered in Paraíba State in northeastern Brazil. Our analyses were based on specimens collected during the present study, as well as examinations of local and regional herbaria collections. Eleven species were encountered to State: Aechmea aquilega, A. chrysocoma, A. costantinii, A. emmerichiae, A. eurycorymbus, A. fulgens, A. leptantha, A. mertensii, A. nudicaulis, A. patentissima, and A. werdermannii. Of those taxa, seven are endemic to northeastern Brazil and five are included within one of the threatened categories according to IUCN criteria, two of them being “endangered” and “critically endangered”. We include here a key to the identification of the species, a list of the materials examined, commentaries concerning the taxonomic affinities of the species based on morphological characters, data concerning their geographic distributions, flowering, fruiting, inferences concerning their conservation statuses, as well as images and drawings indicating their principal characteristics.
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Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

Material examinado: BRASIL. Paraíba: Alagoinha, X.1941, fl., J.M. Joffily (JPB 405); Bananeiras, 16.I.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 15 (ACAM); 16.I.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 16 (ACAM); Boa Vista, 21.X.2011, fl. e fr., E.C.S. Costa 08 (ACAM); Boqueirão, BR-101, 22.IX.1970, T.J. Soares 76 (PEUFR); 01.VIII.1993, fl., M.F. Agra et al. 2235 (JPB); Cabaceiras, 30.IV.2011, fl., fr., E.C.S. Costa 04 (ACAM); Cajazeiras, 11.V.1982, fl. e fr., C.A.B. Miranda & O.T. Moura 19 (JPB); Campina Grande, 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 18 (ACAM); 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 19 (ACAM); Catolé do Rocha, 26.II.1980, fl., M.F. Agra 225 (JPB); Conceição, 03.VII.2008, fr., P.C. Gadelha-Neto 2455 (JPB); Conde, 12.I.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 14 (ACAM); Cuité, 11.III.2008, fl. e fr., L.P. Felix 12134 (EAN); Fagundes, 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 20 (ACAM); 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 21 (ACAM); Itaporanga, 10.I.1994, fl. e fr., M.F. Agra 2471 (JPB); Pombal, 24.IV.1953, fl. e fr., F. Carneiro (JPB 2978); Puxinanã, 29.X.2011, fr., E.C.S. Costa 09 (ACAM); Santa Terezinha, 04.III.2006, fl. e fr., M.F. Agra et al. 6580 (JPB); São João do Cariri, 17.VII.2011, fl. e fr., E.C.S. Costa 07 (ACAM); ); São João do Rio do Peixe, 24.IV.1982, fr., M.A. Sousa et al. 1227 (JPB); São Mamede, 13.VII.2007, fl., M.F. Agra et al. 6950 (JPB); Seridó, 15.VIII.1979, fl., C.A.B. Miranda (JPB 4423); 15.IX.2005, fl. e fr., M.F. Agra 6538 (JPB); Serraria, 12.I.1942, fr., M.C. Espínola (JPB 584); Sousa, 13.X.1995, fl., P. Gadelha-Neto 267 (JPB); 22.VI.1999, fl., O.T. Moura (JPB 24895); 19.I.2000, fl., P.C. Gadelha-Neto et al. 520 (JPB).
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Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Esta espécie é endêmica do Brasil, com ocorrência no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia (Costa e Silva 2009). É relativamente bem distribuída no domínio da Caatinga (e geralmente reportada em artigos de florística como Capparis jacobinae Moric. ex Eichler), já tendo sido registrada nos ambientes de inselberg, caatingas do cristalino, caatingas do sedimentar, região do agreste, nas caatingas da chapada Diamantina e em florestas ripárias (Moro et al. 2014). No Ceará, os únicos registros de ocorrência da espécie são no sul do estado, na região do Cariri, com coletas na chapada do Araripe ou no seu entorno, sugerindo que a espécie está mal coletada no estado ou sua ocorrência é de alguma forma restrita às superfícies sedimentares do sul do estado (Fig. 7). Foi registrada em vegetação de caatinga, mata seca e mata úmida. Coletada com flor em dezembro e com frutos em fevereiro, novembro e dezembro. Conhecida popularmente como “icó”.
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Combretaceae no estado do Rio Grande do Norte, Brasil

Combretaceae no estado do Rio Grande do Norte, Brasil

1. Buchenavia Eichler, Flora 49: 164. 1866. 1.1. Buchenavia tetraphylla (Aubl.) R.A. Howard, J. Arnold Arbor. 64(2): 266. 1983. Figs. 2; 3a,b Árvores ou arbustos, 4‒15 m alt.; ramos acinzentados, estriados, glabros. Folhas alternas, concentradas no ápice dos ramos; pecíolo 3‒5 mm compr., sem glândulas na parte distal; lâmina foliar 3‒7,5 × 1,3‒3,8 cm, obovada ou oblanceolada, base cuneado-atenuada, ápice arredondado ou emarginado, glabra em ambas as faces; nervação broquidódroma. Inflorescências axilares ou terminais, em capítulos densifloros, 0,5‒1 cm compr., pedúnculo 1,8‒2,3 cm compr.; bráctea 1, ca. 1,5 × 1 mm, cimbiforme, pubescente. Flores 2‒3 mm compr., esverdeadas; hipanto inferior ca. 1,2 × 0,3 mm, cilíndrico, densamente pubescente; hipanto superior ca. 1 × 1,6 mm, cupuliforme, glabro; lobos do cálice inconspícuos; pétalas ausentes. Estames 10, exsertos; filetes do verticilo interno 1,4‒1,8 mm compr., filetes do verticilo externo 2‒2,3 mm compr.; anteras 0,3‒0,5 × 0,4‒0,6 mm, cordiformes. Disco nectarífero aneliforme, piloso; ovário ca. 0,7 × 0,3 mm; estilete ca. 1 mm compr., linear, glabro; estigma truncado. Fruto 1,3‒2,4 × 0,2‒1,1 cm, drupáceo, oval-elíptico, pontiagudo no ápice, glabro, levemente costado.
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Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Esta espécie ocorre no Brasil e Paraguai (Simpson 1989). De acordo com Simpson (2014) foi registrada em quatro regiões brasileiras: Norte (Tocantins), Nordeste (Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí), Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso) e Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais) nos domínios fitogeográficos Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica em vegetação de restinga, campo rupestre, cerrado e caatinga, em altitudes variando de 40 a 745m. No território cearense foi coletada apenas nos municípios de Morada Nova e Aracati em vegetação de caatinga (savana estépica). Vale ressaltar que em Aracati esta espécie foi encontrada desenvolvendo-se em solos arenosos. Coletada com flores e frutos em fevereiro. Conhecida popularmente como “carrapicho”.
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Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

RESUMO - Neste estudo é apresentada a composição e similaridade florística de espécies vasculares sinantrópicas em uma área periurbana antropizada, no município de João Pessoa, Estado da Paraíba, e sua relação com outras floras sinantrópicas. Foram encontradas 98 espécies, em 75 gêneros e 30 famílias. Entre as espécies, 41,84% são cosmopolitas; 29,6%, pantropicais; 13,3% ocorrem apenas no cone sul da América; 8,2%, neotropicais; 5,1%, gondwânicas; e 2% ocorrem em toda a América. Asteraceae e Poaceae foram as famílias mais representativas em número de espécies. Os resultados foram comparados com os de outros levantamentos florísticos correlatos, utilizando o índice de similaridade de Sörensen, e observou-se que não é somente a proximidade geográfica entre os locais estudados que reflete uma maior similaridade florística entre as áreas, e sim a amplitude dos táxons e a presença de micro-habitat semelhante. A área de estudo está relacionada a uma área inserida na região Centro-Oeste do Brasil.
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Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

No Brasil, as espécies de Terminalia foram tratadas em listagens ou floras regionais e estaduais. Dentre essas, destacam-se os estudos de Marquete (1984), Marquete & Valente (1997) e Marquete et al. (2003) com espécies da região Sudeste; Linsigen et al. (2009) com espécies da região Sul. Especificamente no Nordeste brasileiro, os representantes de Terminalia foram estudados apenas no Estado do Ceará, no qual Soares Neto et al. (2014) registraram quatro espécies. Destaca-se que no levantamento florístico das Combretaceae ocorrentes na Paraíba, Loiola et al. (2009) não registraram nenhuma espécie de Terminalia nativa, sendo o gênero representado apenas pela espécie cultivada Terminalia catappa L. (Flora do Brasil 2020 2017).
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Educando homens para educar plantas: orquidofilia e ciência no Brasil (1937-1949)

Educando homens para educar plantas: orquidofilia e ciência no Brasil (1937-1949)

Rio de Janeiro. Por volta de 1910 iniciou um orquidário que chamou a atenção de F. C. Hoehne. É considerado um pioneiro entre os orquidófilos. Seu interesse por hibridação e melhoramento genético foi além das orquídeas, sendo que seu nome consta também na literatura sobre melhoramento da videira. Faleceu em 1970. De acordo com Hoehne “no Brasil apareceram muitos orquidófilos que realizaram experiências antes de 1920. Pouquíssimos devem ser, entretanto, os que registraram resultados realmente compensadores ou comparáveis com os conseguidos na Inglaterra, Bélgica, França e Estados Unidos. Mas um patrício e amigo nosso, Dr. Paulino Recch, da cidade de Amparo, começou a registrar resultados muito satisfatórios, cuidando embora, simultaneamente de doentes e da direção do hospital. Com tanta pertinácia, Paulino Recch levou avante o seu programa que, em 1930, oito vastíssimas estufas se achavam entulhadas com dezenas de milhares de vasos contendo mudas híbridas obtidas no seu laboratório, através de tubos de ensaio e dos antissépticos e autoclaves. Hoje florescem aos milhares e proporcionam excelentes rendas às suas irmãs”. HOEHNE, F. C. Iconografia de Orchidaceas do Brasil (Gêneros e principais espécies em texto e pranchas) [1949]. São Paulo: Instituto de Botânica, 2009, p. 260; NETO, J. R. A. S. Melhoramento da Videira, Boletim Técnico do Instituto Agronômico do Estado de São Paulo, Campinas, novembro, vol.14, n.23, 1955.
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Tratamento hidrotérmico na mortalidade de larvas de Ceratitis capitata (Weidmann, 1824) (Diptera: Tephritidae) em tangerina (Citrus reticulata Blanco).

Tratamento hidrotérmico na mortalidade de larvas de Ceratitis capitata (Weidmann, 1824) (Diptera: Tephritidae) em tangerina (Citrus reticulata Blanco).

Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, Estação Experimental de Lagoa Seca, Estrada de Imbaúba, Km 3, 58117-000, Lagoa Seca, Paraíba, Brasil.. 2 Laboratório de Entomologi[r]

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Moscas frugívoras (Tephritidae e Lonchaeidae): ocorrência em pomares comerciais de tangerina (Citrus reticulata Blanco) do município de Matinhas, Estado da Paraíba.

Moscas frugívoras (Tephritidae e Lonchaeidae): ocorrência em pomares comerciais de tangerina (Citrus reticulata Blanco) do município de Matinhas, Estado da Paraíba.

Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, Estação Experimental de Lagoa Seca, Estrada de Imbaúba, Km 3, 58117-000, Lagoa Seca, Paraíba, Brasil.. 2 Laboratório de Entomolog[r]

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Controle de Colletotrichum gloeosporioides em mamoeiro, utilizando extratos vegetais, indutores de resistência e fungicida.

Controle de Colletotrichum gloeosporioides em mamoeiro, utilizando extratos vegetais, indutores de resistência e fungicida.

1 Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Paraíba, Campus II, 58397-000, Areia, Paraíba, Brasil.. 2 Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Un[r]

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EStADo DA PARAíbA, bRASIL

EStADo DA PARAíbA, bRASIL

A grande maioria dos sistemas de transcrição toma como ponto de referência o sistema ortográfico, tendo a vantagem de garantir maior legibilidade. A transcrição grafemática, acrescida de algumas convenções necessárias ao registo de traços suprassegmentais, foi adoptada no estudo da língua falada do Projecto NURC (Norma Urbana Culta) do Brasil. Assim, na transcrição das entrevistas, também optámos por notações gráficas, dando conta, no entanto, de alguns fenómenos fonéticos, por exemplo: se o morfema –r do infinitivo foi ou não pronunciado pelo informante e de formas como crece, em vez de cresce, em que ocorre a assimilação da consoante –s- em posição de coda pela consoante em posição de ataque da sílaba seguinte. A pausa, independentemente da sua duração, foi assinalada por reticências. Não houve, portanto, uma preocupação em registar de forma detalhada as propriedades fonéticas do discurso do falante. Apesar disso, procurou-se manter grande fidelidade ao texto falado, incorporando na transcrição formas como cê (em vez de você ) e tá (em vez de está ).
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Contribuição ao conhecimento químico de combretum fruticosum.

Contribuição ao conhecimento químico de combretum fruticosum.

Revisão bibliográfica sobre os constituintes químicos das espécies pertencentes ao gênero Combretum da família Combretaceae .... Determinação estrutural de CFFE-1 ...[r]

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