Top PDF Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

4,0-5,0 mm, oblatas, levemente côncavas, livres entre si, ápice obtuso-arredondado; 1 inferior, 5,0×5,5 mm, oblata, côncava, ápice obtuso-arredondado; 2 alas 12,0-14,0×0,9-11,0 mm, ovais, glabras, ápice ciliado, obtuso, base obtusa. Corola branca, rajada de amarelo e roxo, glabra; carena 12,0-13,0×80,0 mm, ápice inteiro, emarginado, cuculo não sulcado no dorso; pétalas laterais 11,0-13,0×40,0 mm, oblongas, ápice curvado. Bainha estaminal ca. 11,0 mm compr., glabra; 8 estames, anteras oblongas. Ovário 1,5×1,0-1,5 mm compr., oblongo; estilete uncinado ou geniculado; estigma cimbiforme, glabro, sem cavidade pré- estigmática. Cápsula 17,0×16,0 mm, elíptica ou oval, sem glândulas cróceas ao longo do septo, ápice obtuso- emarginado. Sementes 3,0-5,0 mm, campanuladas, verrucosas, pilosas, tricomas não uncinados; carúnculas longas, atingindo 1/2-2/3 do comprimento da semente. Polygala spectabilis é uma espécie neotropical, encontrada no Peru (Brako & Zarucchi 1993), Guiana Francesa (Jacobs-Brouwer 2002) e no Brasil, onde foi referida para o Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Rio de Janeiro (Marques 1979). Na Paraíba, foi encontrada em áreas de Floresta Atlântica e Brejos de altitude, habitando solos humosos e afloramentos rochosos.
Mostrar mais

15 Ler mais

Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Erythroxylaceae como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos e de espécimes de herbários nacionais e internacionais. Treze espécies do gênero Erythroxylum foram registradas para a área estudada: Erythroxylum caatingae Plowman, E. citrifolium A. St.-Hil, E. nummularia Peyr., E. pauferrense Plowman, E. passerinum Mart., E. pulchrum A. St.-Hil., E. pungens O.E. Schulz, E. revolutum Mart., E. rimosum O.E. Schulz, E. simonis Plowman, E. suberosum var. denudatum O.E. Schulz e E. subrotundum A. St.-Hil. Dentre estas, seis são novas referências para o Estado.
Mostrar mais

15 Ler mais

Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

RESUMO – (Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.) Neste trabalho realizou-se o tratamento sistemático das Cactaceae do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil. A área de estudo é o ponto mais alto do Nordeste setentrional, constitui-se de um enclave de mata serrana, sendo considerada um dos poucos representantes da Paraíba incluídos no domínio da Mata Atlântica. No Pico do Jabre, as Cactaceae estão representadas por três gêneros e quatro espécies: Cereus jamacaru DC., Melocactus ernestii Vaupel, Pilosocereus chrysostele (Vaupel)Byles & Rowley e Pilosocereus gounellei (F.A.C.Weber)Byles & Rowley.
Mostrar mais

8 Ler mais

Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Loganiaceae, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizou-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos, espécimes dos herbários EAN, JPB e IPA, e comparação com material identificado por especialistas. Registrou-se para a Paraíba quatro espécies: Spigelia anthelmia L., com ampla distribuição, e três espécies de Strychnos, somente coletadas em remanescentes de Mata Atlântica, S. atlantica Krukoff & Barneby, S. parvifolia A. DC. e S. trinervis (Vell.) Mart.
Mostrar mais

10 Ler mais

Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae). Apresenta-se o tratamento taxonômico da família Combretaceae como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. As identificações, descrições e ilustrações botânicas foram efetuadas pela análise morfológica de amostras frescas e espécimes herborizados, com o auxílio da bibliografia e análise de tipos, complementadas pelas observações de campo. Foram registradas 11 espécies subordinadas a cinco gêneros: Buchenavia (1), Combretum (8), Conocarpus (1) e Laguncularia (1). Algumas espécies possuem distribuição restrita aos manguezais, como Conocarpus erectus L. e Laguncularia racemosa (L.) C.F. Gaertn., à Caatinga, como Combretum glaucocarpum Mart., C. leprosum Mart. e C. hilarianum D. Dietr., e a Floresta Atlântica, como Buchenavia tetraphylla (Aubl.) R.A. Howard, Combretum fruticosum (Loefl.) Stuntz e C. laxum Jacq.
Mostrar mais

13 Ler mais

Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae)). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico do gênero Solanum, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas, observações de campo e estudos morfológicos para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, com o auxílio da bibliografia especializada, complementadas pela análise de tipos e fotos de tipos de herbários nacionais e internacionais e de espécimes depositados nos herbários EAN e JPB. Foram registradas 22 espécies: Solanum agrarium Sendtn., S. americanum Mill., S. asperum Rich., S. asterophorum Mart., S. caavurana Vell., S. capsicoides All., S. crinitum Lam., S. jabrense Agra & M.Nee, S. melissarum Bohs, S. ovum-fringillae (Dunal) Bohs, S. palinacanthum Dunal, S. paludosum Moric., S. paniculatum L., S. paraibanum Agra, S. polytrichum Moric., S. rhytidoandrum Sendtn., Solanum sp., S. stagnale Moric., S. stipulaceum Roem. & Schult., S. stramoniifolium Jacq., S. swartzianum Roem. & Schult. e S. torvum Sw. Três espécies, S. ovum-fringillae, Solanum sp. e S. swartzianum, são novas referências para a Paraíba. Palavras-chave: Flora paraibana, Jurubeba, Nordeste brasileiro
Mostrar mais

17 Ler mais

Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

Material examinado: BRASIL. Paraíba: Alagoinha, X.1941, fl., J.M. Joffily (JPB 405); Bananeiras, 16.I.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 15 (ACAM); 16.I.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 16 (ACAM); Boa Vista, 21.X.2011, fl. e fr., E.C.S. Costa 08 (ACAM); Boqueirão, BR-101, 22.IX.1970, T.J. Soares 76 (PEUFR); 01.VIII.1993, fl., M.F. Agra et al. 2235 (JPB); Cabaceiras, 30.IV.2011, fl., fr., E.C.S. Costa 04 (ACAM); Cajazeiras, 11.V.1982, fl. e fr., C.A.B. Miranda & O.T. Moura 19 (JPB); Campina Grande, 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 18 (ACAM); 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 19 (ACAM); Catolé do Rocha, 26.II.1980, fl., M.F. Agra 225 (JPB); Conceição, 03.VII.2008, fr., P.C. Gadelha-Neto 2455 (JPB); Conde, 12.I.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 14 (ACAM); Cuité, 11.III.2008, fl. e fr., L.P. Felix 12134 (EAN); Fagundes, 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 20 (ACAM); 18.III.2012, fl. e fr., E.C.S. Costa 21 (ACAM); Itaporanga, 10.I.1994, fl. e fr., M.F. Agra 2471 (JPB); Pombal, 24.IV.1953, fl. e fr., F. Carneiro (JPB 2978); Puxinanã, 29.X.2011, fr., E.C.S. Costa 09 (ACAM); Santa Terezinha, 04.III.2006, fl. e fr., M.F. Agra et al. 6580 (JPB); São João do Cariri, 17.VII.2011, fl. e fr., E.C.S. Costa 07 (ACAM); ); São João do Rio do Peixe, 24.IV.1982, fr., M.A. Sousa et al. 1227 (JPB); São Mamede, 13.VII.2007, fl., M.F. Agra et al. 6950 (JPB); Seridó, 15.VIII.1979, fl., C.A.B. Miranda (JPB 4423); 15.IX.2005, fl. e fr., M.F. Agra 6538 (JPB); Serraria, 12.I.1942, fr., M.C. Espínola (JPB 584); Sousa, 13.X.1995, fl., P. Gadelha-Neto 267 (JPB); 22.VI.1999, fl., O.T. Moura (JPB 24895); 19.I.2000, fl., P.C. Gadelha-Neto et al. 520 (JPB).
Mostrar mais

14 Ler mais

Nota sobre a ocorrência de pétalas reduzidas em espécies de Polygala L. subgênero Hebeclada (Chodat) Blake (Polygalaceae) da Região Sul do Brasil.

Nota sobre a ocorrência de pétalas reduzidas em espécies de Polygala L. subgênero Hebeclada (Chodat) Blake (Polygalaceae) da Região Sul do Brasil.

Segundo os especialistas em Polygalaceae (Paiva 1998, Aguiar 2005, dados não publicados; Marques & Peixoto 2007) dos cin- co subgêneros de Polygala que ocorrem na flora brasileira, flores com corola pentâmera são encontradas em Acanthocladus, Gymnospora e Ligustrina. Os subgêneros Hebeclada e Polygala, até o momento, eram descritos como tendo corola trímera, onde as pétalas laterais rudimentares estavam ausentes. Para Paiva (1998), a presença de corola trímera dentro do gênero Polygala é uma característica de grupos mais derivados.

4 Ler mais

Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Abstract: Aechmea is one of the largest genera of Bromeliaceae, having more than 250 species, and Brazil is its principal center of endemism. We taxonomically examined the species of Aechmea encountered in Paraíba State in northeastern Brazil. Our analyses were based on specimens collected during the present study, as well as examinations of local and regional herbaria collections. Eleven species were encountered to State: Aechmea aquilega, A. chrysocoma, A. costantinii, A. emmerichiae, A. eurycorymbus, A. fulgens, A. leptantha, A. mertensii, A. nudicaulis, A. patentissima, and A. werdermannii. Of those taxa, seven are endemic to northeastern Brazil and five are included within one of the threatened categories according to IUCN criteria, two of them being “endangered” and “critically endangered”. We include here a key to the identification of the species, a list of the materials examined, commentaries concerning the taxonomic affinities of the species based on morphological characters, data concerning their geographic distributions, flowering, fruiting, inferences concerning their conservation statuses, as well as images and drawings indicating their principal characteristics.
Mostrar mais

16 Ler mais

Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Esta espécie é endêmica do Brasil, com ocorrência no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia (Costa e Silva 2009). É relativamente bem distribuída no domínio da Caatinga (e geralmente reportada em artigos de florística como Capparis jacobinae Moric. ex Eichler), já tendo sido registrada nos ambientes de inselberg, caatingas do cristalino, caatingas do sedimentar, região do agreste, nas caatingas da chapada Diamantina e em florestas ripárias (Moro et al. 2014). No Ceará, os únicos registros de ocorrência da espécie são no sul do estado, na região do Cariri, com coletas na chapada do Araripe ou no seu entorno, sugerindo que a espécie está mal coletada no estado ou sua ocorrência é de alguma forma restrita às superfícies sedimentares do sul do estado (Fig. 7). Foi registrada em vegetação de caatinga, mata seca e mata úmida. Coletada com flor em dezembro e com frutos em fevereiro, novembro e dezembro. Conhecida popularmente como “icó”.
Mostrar mais

14 Ler mais

Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

No Brasil, as espécies de Terminalia foram tratadas em listagens ou floras regionais e estaduais. Dentre essas, destacam-se os estudos de Marquete (1984), Marquete & Valente (1997) e Marquete et al. (2003) com espécies da região Sudeste; Linsigen et al. (2009) com espécies da região Sul. Especificamente no Nordeste brasileiro, os representantes de Terminalia foram estudados apenas no Estado do Ceará, no qual Soares Neto et al. (2014) registraram quatro espécies. Destaca-se que no levantamento florístico das Combretaceae ocorrentes na Paraíba, Loiola et al. (2009) não registraram nenhuma espécie de Terminalia nativa, sendo o gênero representado apenas pela espécie cultivada Terminalia catappa L. (Flora do Brasil 2020 2017).
Mostrar mais

7 Ler mais

Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

A lista florística foi elaborada segundo o APG III (2009). Os nomes das espécies e respectivos autores foram verificados na base The Plant List (2013). Para determinar a área onde cada espécie encontrada é nativa, foram consultados, além da literatura especiali- zada, os seguintes sites: Global Biodiversity Information Facility (2013), Global Invase Species Data Base (2013), JSTOR (2013) Plant Science, a base de plantas tropicais do Missouri Botanical Garden (MOBOT, 2013) e a Lista de Espécies da Flora do Brasil on line (Forzza et al., 2013).

10 Ler mais

Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Esta espécie ocorre no Brasil e Paraguai (Simpson 1989). De acordo com Simpson (2014) foi registrada em quatro regiões brasileiras: Norte (Tocantins), Nordeste (Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí), Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso) e Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais) nos domínios fitogeográficos Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica em vegetação de restinga, campo rupestre, cerrado e caatinga, em altitudes variando de 40 a 745m. No território cearense foi coletada apenas nos municípios de Morada Nova e Aracati em vegetação de caatinga (savana estépica). Vale ressaltar que em Aracati esta espécie foi encontrada desenvolvendo-se em solos arenosos. Coletada com flores e frutos em fevereiro. Conhecida popularmente como “carrapicho”.
Mostrar mais

8 Ler mais

EStADo DA PARAíbA, bRASIL

EStADo DA PARAíbA, bRASIL

Relativamente às perífrases de gerúndio, constatamos que o número de ocorrências destas é comum aos dois informantes. Já no que diz respeito à concordância em número, dentro do sintagma nominal e entre o verbo e o sujeito, o número de ocorrências com ausência de concordância é maior no discurso do falante menos escolarizado, sendo uma marca da norma popular do Português do Brasil. Embora a variante da ausência de concordância já esteja também muito presente na fala da primeira informante, mais escolarizada, revelando a penetração desta marca da norma popular na norma culta, e indicando já não ser considerada desprestigiante socialmente, para ocorrer no discurso oral feminino. No que se refere às formas diminutivas, estas são predominantes no discurso do falante masculino, sendo uma marca evidente da norma popular ou familiar. Finalmente, em relação às alterações fonéticas, apenas no discurso do informante masculino, menos escolarizado e de classe social mais baixa, encontrámos as formas compreto por completo , traço característico da norma popular do Português do Brasil.
Mostrar mais

23 Ler mais

André Luiz da Costa Moreira

André Luiz da Costa Moreira

O presente estudo objetivou levantamento das espécies de Jacquemontia Choisy (Convolvulaceae) ocorrentes no estado de Goiás e Tocantins e a ampliação do conhecimento sobre os limites morfológicos das espécies e sua distribuição geográfica. Os estados de Goiás e Tocantins estão localizados nas regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, respectivamente. O estudo foi baseado na análise de espécimes depositados em herbários da região Centro-Oeste, sendo estes UB, CEN, HEPH e IBGE, além de herbários com acervos representativos de diversas regiões como ESA, MBM, R, RB, SP, SPF e UEC, além das observações de algumas espécies no campo e materiais-tipo. Foram registradas 17 espécies, sendo 16 ocorrendo para o estado de Goiás e sies para Tocantins: Jacquemontia blanchetii Moric., J. choisyana Meisn., J. densiflora (Meisn.) Hallier f., J. evolvuloides (Moric.) Meisn., J. fusca (Meisn.) Hallier f., J. gracilis Choisy, J. gracillima (Choisy) Hallier f., J. heterotricha O'Donell, J. nodiflora (Desr.) G.Don, J. sphaerocephala Meisn., J. sphaerostigma (Cav.) Rusby, J. spiciflora (Choisy) Hallier f., J. tamnifolia (L.) Griseb., J. velutina Choisy, J. villosissima Ooststr., J. warmingii O´Donell, Jacquemontia sp. nov. Quatro espécies constituem-se em registro de nova ocorrência para Tocantins, e uma nova espécie de Jacquemontia é registrada para Goiás. Foram elaboradas descrições, ilustrações, chave de identificação e comentários taxonômicos e ecológicos sobre as espécies estudadas.
Mostrar mais

109 Ler mais

ISCUSSÃO Histórico do gênero Polygala e seus subgêneros

ISCUSSÃO Histórico do gênero Polygala e seus subgêneros

bt., M. G. Bovini 2140 (RB); Parati, APA-Cairuçú, Praia da Ponta Negra, subindo a trilha para a Pedra da Jamanta, 14.III.1994, fl., fr. e bt., C. Duarte et al. 73 (RB); Rio Bonito, Braçanã, Faz. das Cachoeiras, 22.X.1975, fl. e bt., P. Laclette 41 (R); Rio Claro, Entre Rio Claro-Mangaratiba, km 149, 17.III.1978, fl. e fr., G. Martinelli 4083 (RB); Rio de Janeiro, 22.VII.1977, bt., A. S. Fonseca 247 (RB); Saquarema, Serra da Pedra Branca, 15.X.1982, fl. e bt., C. Farney 131 (NIT); Xerém, 27.XI.1948, fl., fr. e bt., A. C. Brade 19448 (R); Valença, Morro da torre de transmissão, 1.IV.1988, fl. e bt., A. Amorim 28 (RB); SÃO PAULO: Bertioga, 11.VI.1940, fl. e fr., F. C. Hoehne s.n. (SP-42717); Boracéia, 28.XI.1989, fl., fr. e bt., S. Buzzato et al. 22117 (UEC); Campos do Jordão, entre Monteiro Lobato e Campos do Jordão, km 121, 28.IX.1976, fl., fr. e bt., P. H. Davis 2928 (UEC); Cananéia, ca. 1 km NE da Ilha de Cananéia para o centro da cidade, 17.II.1965, fl., fr. e bt., G. Eiten 6187 (SP); Cubatão, mata preservada do Vale do Rio Pilões, 3.II.1988, fl., fr. e bt., H. F. Leitão Filho 20773 (UEC); Eldorado, estrada para Sete Barras, margem direita do rio Ribeira do Iguape, 14.V.1994, fl., fr. e bt., R. Mello-Silva 1009 (ESA, SPF); Ibiuna, 7.III.1993, fl. e fr., V. C. Souza 2515 (ESA); Iguapé, entre Iguapé e Porto Sabana, 12.I.1964, fl. e bt., E. Pereira 8190 (RB); Itanhaém, Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Curucutu, 16.IV.2001, fl., fr. e bt., L. D. Meireles 175 (ESA); Mogi das Cruzes, 14.I.1912, fl. e bt., A. C. Brade 5604 (S); Pariquera-Açu, propriedade de Antonio Povinski, 18.XII.1995, fl. e bt., N. M. Ivanauskas 632 (HRCB, IAC, UEC); Peruíbe, Estação Ecológica da Juréia- Itatins, trilha do Imperador, 6.I.2000, fl., fr. e bt., R. J. F. Garcia 872 (HRCB, PMSP); Santos, 18-30.XI.1974, fl., fr. e bt., H. Mosén 2778 (S); São Paulo, Clube da Mata Ana Paula, estrada Pedro Tico 4000, 17.I.1996, fl., fr. e bt., R. S. Bianchino et al. 385 (S); Ubatuba, Picinguaba, Trilha da Guarita, 8.V.1988, fl. e bt., R. Costa et al. 79 (HRCB); PARANÁ: Guaraqueçaba, Serra Negra, 30.XI.1983, fl. e bt., G. Hatschbach 47172 (MBM); Guaratuva, XII.1969, fl., fr. e bt., P. L. Krieger s.n. (CESJ 7923); Porto Dom Pedro ad marg. viae silvestris, 27.II.1911, fl., fr. e bt., P. Dusén 11464 (S); Ypiranga, in rapibus, 24.IV.1904, fl. e bt., P. Dusén 4475 (S); SANTA CATARINA: Garuva, Porto Palmital, 3.V.1980, fl., fr. e bt., G. Hatschbach 42994 (C); Gurámirim, Rio Itapacú, 16.XII.1949, fl., fr. e bt., D. Hans 292 (R); Itapoá, Reserva Volta Velha, 17.II.1993, fl. e fr., R. Negrelle 768 (UPCB).
Mostrar mais

52 Ler mais

Duas novas espécies de Polygala (Polygalaceae) da região da Chapada dos Veadeiros, GO, Brasil.

Duas novas espécies de Polygala (Polygalaceae) da região da Chapada dos Veadeiros, GO, Brasil.

Ecologia – Polygala patens ocorre em cerrado rupestre com solos arenosos, sem evidências que seu florescimento esteja relacionado ao fogo. É interesse observar que Polygala atropurpurea, sua espécie mais afim, ocorre em campos limpos e seu florescimento está associado por vezes a queimadas. Polygala patens foi coletada nos meses de março e maio, possivelmente apresenta flores e frutos nos meses de fevereiro a junho, quando ocorre a maior incidência de chuvas na região. Etimologia – O epíteto patens é uma referência às folhas patentes encontradas nessa espécie.
Mostrar mais

5 Ler mais

SOBRE A RELAÇÃO ENTRE REGIMES POLÍTICOS E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO: APONTAMENTOS PARA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DA CT DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

SOBRE A RELAÇÃO ENTRE REGIMES POLÍTICOS E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO: APONTAMENTOS PARA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DA CT DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

RESUMO : Esse trabalho é um estudo preliminar – através de uma revisão da literatura, em especial daquela relativa a estudos sobre a ciência – acerca das relaçõ[r]

11 Ler mais

Flora e vegetação do Brasil na Carta de Caminha.

Flora e vegetação do Brasil na Carta de Caminha.

Para o estudo em tela, as fontes primárias do primeiro grupo, fontes presenciais, são as mais importantes. São elas: a Carta de Pero Vaz de Caminha, a do Mestre João Faras e a “Rela- ção do Piloto Anônimo”. Simões (1999) apre- senta estes três documentos em três versões: fac- símile do texto manuscrito, leitura paleográfica e leitura atualizada. Dentre eles, o primeiro é, sem sombra de dúvida, o que mais informação traz sobre as plantas, seus usos e associações. Ruben Braga, na introdução à versão moderna da Carta de Caminha a chamou de “venerável do- cumento” e “certidão de batismo” do Brasil. A Carta de Mestre João embora relate o descobri- mento, não faz menção alguma a plantas. Já o autor da “Relação” diz, no capítulo I, que quando os descobridores se chegaram à nova terra para a reconhecer, acharam-na “muito povoada de ár- vores”. Este documento faz outras menções a plantas que serão discutidas ao longo do texto.
Mostrar mais

10 Ler mais

Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

A violência no campo e a impunidade desses crimes é um fato que marca as historias dos movimentos camponeses, principalmente, no Brasil. E o Massacre do Eldorado dos Carajás (Pará) marcou para sempre o mês de abril, consagrando essa data no calendário de lutas da Via Campesina, levando a organização de manifestações em outros países. Os efeitos destrutivos do acordo de alguns países com o GATT levou o suicídio de diversos camponeses que não conseguiram reverter o seu endividamento, após um rápido barateamento do produto agrícola e da perda de suas terras. Inclusive, levou ao suicídio do outstanding coreano Lee Hyung Hae, que mesmo com sua particularidade, não conseguiu evitar a falecia de seus negócios e que tal ato, perante a mídia, durante o protesto da Via Campesina ao lado de fora da Conferencia Ministerial da OMC, chocou o mundo e marcou esse dia como o “Dia Internacional de Luta contra a OMC e o Neoliberalismo ”.
Mostrar mais

25 Ler mais

Show all 10000 documents...