Top PDF Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae).

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae)). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico do gênero Solanum, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas, observações de campo e estudos morfológicos para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, com o auxílio da bibliografia especializada, complementadas pela análise de tipos e fotos de tipos de herbários nacionais e internacionais e de espécimes depositados nos herbários EAN e JPB. Foram registradas 22 espécies: Solanum agrarium Sendtn., S. americanum Mill., S. asperum Rich., S. asterophorum Mart., S. caavurana Vell., S. capsicoides All., S. crinitum Lam., S. jabrense Agra & M.Nee, S. melissarum Bohs, S. ovum-fringillae (Dunal) Bohs, S. palinacanthum Dunal, S. paludosum Moric., S. paniculatum L., S. paraibanum Agra, S. polytrichum Moric., S. rhytidoandrum Sendtn., Solanum sp., S. stagnale Moric., S. stipulaceum Roem. & Schult., S. stramoniifolium Jacq., S. swartzianum Roem. & Schult. e S. torvum Sw. Três espécies, S. ovum-fringillae, Solanum sp. e S. swartzianum, são novas referências para a Paraíba. Palavras-chave: Flora paraibana, Jurubeba, Nordeste brasileiro
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Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Combretaceae.

ABSTRACT – (Flora of Paraíba, Brazil: Solanum L., Solanaceae). This taxonomic treatment of the genus Solanum is part of the “Flora da Paraíba” project which aims to identify and catalogue the species of the local flora. Botanical collections, field observations and morphological studies were done for identification, description and botanical illustration of the plant species, also supported by the literature and analysis of Brazilian and foreign herbaria, plus specimens from EAN and JPB herbaria. Twenty two species of Solanum were recorded in the state of Paraíba: Solanum agrarium Sendtn., S. americanum Mill., S. asperum Rich., S. asterophorum Mart., S. caavurana Vell., S. capsicoides All., S. crinitum Lam., S. jabrense Agra & M.Nee, S. melissarum Bohs, S. ovum-fringillae (Dunal) Bohs, S. palinacanthum Dunal, S. paludosum Moric., S. paniculatum L., S. paraibanum Agra, S. polytrichum Moric., S. rhytidoandrum Sendtn., Solanum sp., S. stagnale Moric., S. stipulaceum Roem. & Schult., S. stramoniifolium Jacq., S. swartzianum Roem. & Schult. and S. torvum Sw. Three species are new records for Paraíba: S. ovum-fringillae, Solanum sp. and S. swartzianum.
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Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Loganiaceae). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Loganiaceae, como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizou-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos, espécimes dos herbários EAN, JPB e IPA, e comparação com material identificado por especialistas. Registrou-se para a Paraíba quatro espécies: Spigelia anthelmia L., com ampla distribuição, e três espécies de Strychnos, somente coletadas em remanescentes de Mata Atlântica, S. atlantica Krukoff & Barneby, S. parvifolia A. DC. e S. trinervis (Vell.) Mart.
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Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth.

RESUMO – (Flora da Paraíba, Brasil: Erythroxylaceae Kunth). Neste trabalho apresenta-se o tratamento taxonômico da família Erythroxylaceae como parte do projeto “Flora da Paraíba”, que vem sendo realizado com o objetivo de identificar e catalogar as espécies da flora local. Realizaram-se coletas e observações de campo para as identificações, descrições e ilustrações botânicas, que foram efetuadas após estudos morfológicos, com o auxílio da bibliografia especializada, complementados pela análise de fotos de tipos e de espécimes de herbários nacionais e internacionais. Treze espécies do gênero Erythroxylum foram registradas para a área estudada: Erythroxylum caatingae Plowman, E. citrifolium A. St.-Hil, E. nummularia Peyr., E. pauferrense Plowman, E. passerinum Mart., E. pulchrum A. St.-Hil., E. pungens O.E. Schulz, E. revolutum Mart., E. rimosum O.E. Schulz, E. simonis Plowman, E. suberosum var. denudatum O.E. Schulz e E. subrotundum A. St.-Hil. Dentre estas, seis são novas referências para o Estado.
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Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.

RESUMO – (Flora do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil: Cactaceae juss.) Neste trabalho realizou-se o tratamento sistemático das Cactaceae do Pico do Jabre, Paraíba, Brasil. A área de estudo é o ponto mais alto do Nordeste setentrional, constitui-se de um enclave de mata serrana, sendo considerada um dos poucos representantes da Paraíba incluídos no domínio da Mata Atlântica. No Pico do Jabre, as Cactaceae estão representadas por três gêneros e quatro espécies: Cereus jamacaru DC., Melocactus ernestii Vaupel, Pilosocereus chrysostele (Vaupel)Byles & Rowley e Pilosocereus gounellei (F.A.C.Weber)Byles & Rowley.
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Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Flora da Paraíba, Brasil: Aechmea Ruiz Pav. (Bromeliaceae)

Abstract: Aechmea is one of the largest genera of Bromeliaceae, having more than 250 species, and Brazil is its principal center of endemism. We taxonomically examined the species of Aechmea encountered in Paraíba State in northeastern Brazil. Our analyses were based on specimens collected during the present study, as well as examinations of local and regional herbaria collections. Eleven species were encountered to State: Aechmea aquilega, A. chrysocoma, A. costantinii, A. emmerichiae, A. eurycorymbus, A. fulgens, A. leptantha, A. mertensii, A. nudicaulis, A. patentissima, and A. werdermannii. Of those taxa, seven are endemic to northeastern Brazil and five are included within one of the threatened categories according to IUCN criteria, two of them being “endangered” and “critically endangered”. We include here a key to the identification of the species, a list of the materials examined, commentaries concerning the taxonomic affinities of the species based on morphological characters, data concerning their geographic distributions, flowering, fruiting, inferences concerning their conservation statuses, as well as images and drawings indicating their principal characteristics.
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Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto.

2. Passiflora capsularis L., Sp. Pl. 2: 957. 1753. Figs. 1; 3a-d Trepadeira inerme; caule cilíndrico 3-estriado, pubescente, gavinhas presentes. Estípulas 3-5 × ca. 1 mm, persistentes, lineares, inteiras, ápice agudo, margem inteira. Pecíolo 1,5–3,2 cm compr., glabro, glândulas peciolares presentes; lâmina 4–8,7 × 3,5–8 cm, 2–3-lobada; cordada, membranácea, ápice mucronado, base simétrica, margem inteira, lobo central geralmente reduzido; lobos laterais 4–6 × 1,5–2,5 cm, lobos centrais quando presentes 4,5–7,5 × 1,8–2,5 cm, 3-nervada, manchas ocelares ausentes. Pedúnculo 2,5–3 cm compr., pubescente, não articulado; brácteas caducas. Flores ca. 1,5 cm diâm., eretas, solitárias, brancas, hipanto 0,4–0,6 cm compr., tubular, verde; sépalas ca. 1 × 0,3 cm, carnosas, pubescentes na face externa, oblongas, aristadas, corniculadas, brancas na face externa, verdes na face interna, margem inteira; pétalas 1,9–2,5 × 0,5–1 cm, membranáceas, brancas, margem inteira, oblongas, ápice agudo; filamentos da corona em 2 séries, séries 0,5–1 cm compr., filiformes, brancas; opérculo membranoso, ca. 1 mm alt., plicado, margem denticulada; límen disciforme, ca. 1 mm alt., obstruindo a passagem do hipanto na altura do opérculo, disco nectarífero presente; androginóforo ca. 1 cm alt.; estiletes 3, esverdeados, ápice amarelo; filetes 3; ovário elipsoide, pubescente. Cápsula elipsoide, 2,5–3,5 × 1–1,7 cm, deiscência longitudinal, avermelhada quando imatura, 6-costada, vilosa; sementes 0,3–0,5 cm compr., alongadas, reticuladas. Material examinado: BRASIL. Paraíba: Areia, 17.III.1992, fr., L.P. Felix 4758 (EAN); 06.XI.1994, fl. e fr., R. Vieira-Neto 24 (EAN).
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Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudados 21 táxons de Solanum L., com o objetivo de caracterizá-los palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da flora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Os táxons examinados foram Solanum affine Sendtn., Solanum americanum Mill. var. americanum, Solanum argenteum Dunal ex Poir., Solanum aturense Dunal, Solanum caavurana Vell., Solanum capsicoides All., Solanum carautae Carv., Solanum cordifolium Dunal, Solanum curvispinum Dunal, Solanum echidnaeforme Dunal, Solanum gardneri Sendtn., Solanum indigoferum A. St.-Hil., Solanum insidiosum Mart., Solanum mauritianum Scop., Solanum paludosum Moric., Solanum paniculatum L., Solanum paratyense Vell., Solanum pseudoquina A.St.-Hil., Solanum sisymbriifolium Lam., Solanum torvum Sw., Solanum velleum Sw. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise sob microscopia eletrônica de varredura foi utilizada, em grãos de pólen não acetolisados, para confirmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confirmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen são pequenos ou médios, isopolares, subprolatos a oblato-esferoidais, 3-colporados, sexina granulada, rugulado-granulada ou escabrada. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que os táxons analisados apresentam certa heterogeneidade polínica, quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia do gênero.
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Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

Flora da Paraíba, Brasil: Polygala L. (Polygalaceae).

Na Paraíba, Polygala está representado por 11 espécies, pertencentes a três subgêneros, Polygala subg. Polygala, Hebeclada e Ligustrina. Oito espécies pertencem a Polygala subg. Polygala (P. boliviensis A.W. Benn., P. cyparissias A. St.-Hil. & Moq., P. galioides Poir., P. glochidiata Kunth, P. leptocaulis Torr. & A. Gray, P. longicaulis Kunth, P. paniculata L. e P. sedoides A.W. Benn.); duas pertencem ao subgênero Hebeclada (P. martiana A.W. Benn. e P. violacea Aubl.); e apenas uma espécie, P. spectabilis DC., pertence ao subgênero Ligustrina. Estas espécies são encontradas nas diversas formações vegetais da Paraíba, desde as florestas úmidas (Floresta Atlântica e os Brejos de Altitude), até as áreas mais secas da Caatinga, no semi- árido, como o Cariri Paraibano. Com exceção de Polygala cyparissias, P. galioides, P. glochidiata, P. spectabilis e P. violacea, as demais espécies constituem novas referências para a área de estudo. Em comparação com o número de espécies de Polygala registradas por Miranda (2006) para o nordeste brasileiro, cerca de 27,5 % foram registradas para a Paraíba.
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Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Capparaceae.

Esta espécie é endêmica do Brasil, com ocorrência no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia (Costa e Silva 2009). É relativamente bem distribuída no domínio da Caatinga (e geralmente reportada em artigos de florística como Capparis jacobinae Moric. ex Eichler), já tendo sido registrada nos ambientes de inselberg, caatingas do cristalino, caatingas do sedimentar, região do agreste, nas caatingas da chapada Diamantina e em florestas ripárias (Moro et al. 2014). No Ceará, os únicos registros de ocorrência da espécie são no sul do estado, na região do Cariri, com coletas na chapada do Araripe ou no seu entorno, sugerindo que a espécie está mal coletada no estado ou sua ocorrência é de alguma forma restrita às superfícies sedimentares do sul do estado (Fig. 7). Foi registrada em vegetação de caatinga, mata seca e mata úmida. Coletada com flor em dezembro e com frutos em fevereiro, novembro e dezembro. Conhecida popularmente como “icó”.
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Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Krameriaceae.

Esta espécie ocorre no Brasil e Paraguai (Simpson 1989). De acordo com Simpson (2014) foi registrada em quatro regiões brasileiras: Norte (Tocantins), Nordeste (Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí), Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso) e Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais) nos domínios fitogeográficos Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica em vegetação de restinga, campo rupestre, cerrado e caatinga, em altitudes variando de 40 a 745m. No território cearense foi coletada apenas nos municípios de Morada Nova e Aracati em vegetação de caatinga (savana estépica). Vale ressaltar que em Aracati esta espécie foi encontrada desenvolvendo-se em solos arenosos. Coletada com flores e frutos em fevereiro. Conhecida popularmente como “carrapicho”.
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Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

Composição e similaridade da flora sssociada a sítios antropizados do município de João Pessoa - Paraíba.

A lista florística foi elaborada segundo o APG III (2009). Os nomes das espécies e respectivos autores foram verificados na base The Plant List (2013). Para determinar a área onde cada espécie encontrada é nativa, foram consultados, além da literatura especiali- zada, os seguintes sites: Global Biodiversity Information Facility (2013), Global Invase Species Data Base (2013), JSTOR (2013) Plant Science, a base de plantas tropicais do Missouri Botanical Garden (MOBOT, 2013) e a Lista de Espécies da Flora do Brasil on line (Forzza et al., 2013).

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Flora do Ceará, Brasil: Cactaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Cactaceae.

Espécie endêmica do Brasil (Hunt 2006). A subespécie gounellei ocorre em todos os estados do Nordeste, sendo umas das cactáceas mais comuns da região (Taylor & Zappi 2004). Habita formações savânicas, carnaubais, campos ou afloramentos rochosos, sem especificidade de substrato (Taylor & Zappi 2004). Ocorre em praticamente todo o estado do Ceará, desde o sertão (incluindo as serras, em todas as faixas de altitude) até o litoral. É morfologicamente muito variável, mas apresenta certas características constantes, como os longos tricomas brancos nas aréolas floríferas, o hábito candelabriforme e as costelas sinuadas (traços não encontrados em outras espécies do gênero que ocorrem no Ceará).
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Bases genéticas e fisiológicas da capacidade de regeneração in vitro apresentada...

Bases genéticas e fisiológicas da capacidade de regeneração in vitro apresentada...

O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é um interessante modelo para estudar a base genética da capacidade de formação de órgãos adventícios, uma vez que existem variações genéticas naturais consideráveis em seus parentes selvagens. Assim, sabe- se que o alelo dominante Rg1, presente no braço curto do cromossomo 3 de S. peruvianum, confere alta capacidade de regeneração de gemas caulinares. Usando uma coleção de 50 linhas de introgressão (ILs), cada uma contendo um pequeno segmento cromossômico de S. pennellii LA716 introgredido e mapeado na cultivar M82, foram realizados testes com explantes cotiledonares com 12 dias de idade cultivados em meio MS contendo 5,0 μM BAP, e encontramos uma alta capacidade de regeneração de gemas caulinares nas IL3-2, IL6-1, IL7-1, IL 8-3, IL-9-1 e IL10-2. Isto significa que S. pennellii provavelmente possua alelos com capacidade superior para a regeneração in vitro nessas regiões cromossômicas, incluindo um possível novo alelo para Rg1 na IL3-2. Plântulas em F1 do cruzamento entre Micro-Tom x ILs e ILs x ILs provaram que a capacidade de regeneração de gemas caulinares foi dominante nas ILs 3-2, 6-1, 7-1 e 8-3, e que a capacidade de regeneração das IL8-3 aumentou a das outras ILs, comportando-se de uma maneira aditiva. Uma vez que as ILs 3-2, 7-1, 8-3 e 10-2 também aumentaram a formação de raízes em meio MS contendo 0,4 μM ANA, elas podem apresentar novos alelos que controlam a fase de competência, estando aptas a assumir diferentes destinos celulares, ao invés da indução de um órgão específico. Também realizamos a introgressão dos alelos selecionados para o modelo genético Micro-Tom, o qual proporcionará a caracterização e isolamento de genes importantes para estudos de desenvolvimento de plantas e aplicações biotecnológicas.
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André Luiz da Costa Moreira

André Luiz da Costa Moreira

Jacquemontia Choisy é um gênero com grande diversidade na América Tropical, com poucas espécies na África, Ásia e Oceania, abrangendo cerca de 120 espécies. No Brasil são reconhecidas 63 espécies das quais 43 são endêmicas, ocorrendo em todos os biomas, com predomínio na Caatinga e Cerrado. O gênero é caracterizado pelo hábito herbáceo ou subarbustivo, ramos volúveis, escandentes ou eretos, as folhas geralmente são cordiformes, os tricomas são simples ou estrelados, às vezes glandulares ou malpighiáceos, o estilete é simples com dois estigmas terminais, elipsóides e achatados dorsalmente, as cápsulas abrem-se por oito valvas e as sementes são glabras com margens curto-aladas. O presente estudo objetivou realizar a delimitação morfológica de dez espécies de Jacquemontia, facilmente confundidas entre si, caracterizando o complexo evolvuloides. Jacquemontia evolvuloides é morfologicamente relacionada com dez outras espécies, dentre estas uma é possivelmente nova para a ciência, todas são semelhantes entre si, caracterizadas pelas sépalas lanceoladas com ápice acuminado e corola rotáceo-infundibuliforme com 1 a 3 cm compr. Para estas espécies foram elaborados uma chave de identificação, relação dos sinônimos reconhecidos, referência dos materiais-tipo, distribuição geográfica e comentários taxonômicos. Oito novos sinônimos foram reconhecidos e lectótipos foram designados para: Convolvulus agrestis Choisy, Ipomoea evolvuloides Moric. e J. hirsuta var. trichodonta Meisn.
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Obtenção e uso de linhagens quase isogênicas de tomateiro (Solanum lycopersicum...

Obtenção e uso de linhagens quase isogênicas de tomateiro (Solanum lycopersicum...

expressão desses genes guiadas por um promotor específico de fruto (E8) resultou em frutos com altas concentrações destes compostos na polpa e na casca, em valores semelhantes a amoras e mirtilos. Nesse mesmo trabalho, os pesquisadores avaliaram o efeito desse alimento em ratos propensos a desenvolver câncer e relataram um aumento de 30% na expectativa de vida. Atualmente esses tomates passam pelo processo de aprovação nos EUA, fazem parte de uma pesquisa com cardíacos no Reino Unido e espera-se que tenham uma linha de molhos (HEFFERON, 2015). O tomateiro é capaz de produzir antocianinas nos seus tecidos vegetativos, o que não ocorre naturalmente nos frutos, que acumulam certos tipos de flavonoides e flavonóis, intermediários na síntese de antocianinas (GONZALI et al., 2009). Espécies selvagens próximas ao tomateiro cultivado apresentam acúmulo de antocianinas nos frutos, especificamente na casca e de modo dependente de uma resposta a estresse luminoso. Fazendo uso dos alelos Aft de Solanum chilense e atv de S. cheesmaniae, além de uma mutação, hp2, que intensifica a resposta à luz, Sestari et al. (2014) criaram tomates roxos não transgênicos. A piramidação dos três alelos aumentou a concentração de antocianinas a níveis bem superiores aos anteriormente conseguidos por Mes et al. (2008) e Sapir et al. (2008). Além disso, Sestari et al. (2014) tomaram vantagem do uso de linhagens quase isogênicas (NILs) em um mesmo background genético (cv. Micro-Tom), o que facilitou os estudos comparativos e a escolha da melhor combinação alélica a ser piramidada para aumentar o teor de antocianinas. .
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INTERFERÊNCIA DE DIFERENTES CONDIÇÕES DE  LUMINOSIDADE NOS PADRÕES FENOLÓGICOS DE Cucurbita pepo L. E Solanum giloDaniel Henrique Ribeiro, Andra Rozalina do Egito Arfinengo, Isabella Stphanie Fogaa, Franciane Janucci Benites, Liliana A. A. P. Pasin

INTERFERÊNCIA DE DIFERENTES CONDIÇÕES DE LUMINOSIDADE NOS PADRÕES FENOLÓGICOS DE Cucurbita pepo L. E Solanum giloDaniel Henrique Ribeiro, Andra Rozalina do Egito Arfinengo, Isabella Stphanie Fogaa, Franciane Janucci Benites, Liliana A. A. P. Pasin

O jiloeiro, Solanum gilo Raddi, é uma planta da família Solanaceae, com frutos de formas variadas, casca fina e coloração verde clara ou verde escura quando ainda imaturos, sendo apreciados por seu paladar e por suas propriedades digestivas (CASTRO, 1971). É bastante cultivado no Brasil, principalmente, nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo (CARVALHO e RIBEIRO, 2002). O plantio de jiló é feito por semeadura (BLANCO et al., 1997) e a germinação é afetada por uma série de condições extrínsecas (TOLEDO e MARCOS FILHO, 1977), porém sua caracterização fenológica é pouco discutida.
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Flora do Ceará, Brasil: Polygonaceae.

Flora do Ceará, Brasil: Polygonaceae.

Polygonaceae has wide distribution in Brazil and was recorded in different phytogeographic domains. The members of this family are known for their simple, alternate and entire leaves, stems and branches with well- delimited nodes and internodes, and fused stipules (ochrea), which sheathe the whole stem. This study aimed carry out the floristic inventory and update the geographical distribution of Polygonaceae species that occur in Ceará state. Herbarium collections and samples collected at field expeditions between March/2012 and May/2015 were used to morphological analysis, descriptions and preparation of distribution maps. The identifications were based on collections-types and specialized literature. In Ceará state, 13 species and four genera were registered. Coccoloba (6) is the most representative genus on species number, followed by Polygonum (5), Ruprechtia (1), and Triplaris (1). These species occur predominantly at drier environments, such as seasonal deciduous forest (mata seca), and stepic savannah (caatinga). This family is an important component of flora of Ceará, where were registered 44% of the genera and 13.68% of the species cited for Brazil. Coccoloba parimensis, Polygonum acuminatum e Ruprechtia laxiflora are new records for the Ceará state.
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Selection of fungi with biocontrol potential against the black spot disease of papaya

Selection of fungi with biocontrol potential against the black spot disease of papaya

Isolates of Acremonium spp., although showing a greater potential than the isolates of L. lecanii, S. lanosoniveum and S. implicatum, did not stand out, when compared to isolates of H. pulvinata. A positive aspect concerning the use of Acremonium spp. lies in the fact that they produce chlamydospores. These give them a greater competitive and adaptive advantage to the environment, thus surviving longer under field conditions, for instance, fungi used as biological control agents such as Trichoderma spp.,

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Teor de açúcar em genótipos de batata (Solanum tuberosum L.).

Teor de açúcar em genótipos de batata (Solanum tuberosum L.).

Correlação de concentração de açúcares redutores e totais em tubérculos de batata produzidos no culti- vo de outono com maturidade, produção comercial e total, peso médio, peso específic[r]

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