Top PDF O gênero Billbergia Thunb. (Bromeliaceae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

O gênero Billbergia Thunb. (Bromeliaceae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

O gênero Billbergia Thunb. (Bromeliaceae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

id., Barra de São João, 29/XI/1981, fl., Martinelli 7801 (RB, parátipo). Duque de Caxias, Xerém, 19/I/1997, bf., Santana et al. 27 (HB). Engenheiro Paulo de Frontin, mata da fazenda S. Sebastião, 12/VI/1998, fl., s.d., Silva 72 (R). Macaé, Pico do Frade, 17-21/VI/1937, fl., Brade 15836 (RB); id., distrito do Sana, 11/IX/2004, fl., Barros 38 (R); id., ARIE Itapebussus, 5/XII/2004, fl., Barros 64 (R). Magé, 14/I/1984, fl., Guedes et al. 617 (RB). Maricá, Restinga de Maricá, mata, 1/IV/1997, fl., Moura 40 (R). Miguel Pereira, 14/XII/2001, fl., Sylvestre et al. 1590 (RB). Niterói, Pico Alto Morão, 25/XI/1981, fl., Andreta 205 (RB, RUSU); id., Itaipú, Morro das Andorinhas, 15/I/1982, fl., Araujo et al. 4774 (GUA). Nova Friburgo, Reserva Ecológica de Macaé de Cima, caminho da serra dos Pirineus, 2/XII/1991, fl., Costa et al. 390 (RB); id., Macaé de Cima, II/1992, fl., Wendt et al. 237 (RB). Nova Iguaçu, Reserva Biológica do Tinguá, s/d, est., Héron 327 (R); id., Floresta Protetora, Serra da Bandeira, 17/X/1977, fl., Araujo et al. 1867 (GUA). Petrópolis, Serra da Estrela, 17/VII/1967, fl., Pereira 10608 (HB); id., mata do Judeu, 7/XII/1968, fl., Sucre et al. 4234 (RB); id., Araras, Pedra da Maria Comprida, 16/XI/1975, fl., Martinelli 785 (RB); id., Serra da Estrela, 9/III/1978, fl., Martinelli 4031 (RB). Rio das Ostras, I/1978, est., Leme 118-C (RB, holótipo); id., Reserva Biológica União, 1/IV/2000, fl., Costa et al. 715 (R). Rio de Janeiro, Morro Dois Irmãos, 18/III/1944, fl., Segadas Vianna 350 (R); id., Floresta da Tijuca, Pico do Papagaio, 31/I/1960, fl., Carauta 133 (R); id., Vista Chinesa, 30/XII/1960, fl., Strang 228 (GUA); id., Alto da Boa Vista, 23/XII/1995, fl., Oliveira 1.119 (GUA); id., trilha para Gruta Geonoma, 11/XII/2002, Oliveira 2150 (GUA); id., restinga de Itapeba, 17/V/1964, fl., Santos 5560 (R); id., Grajaú, IV/1968, fl., Emygdio 2634 (R); id., Recreio dos Bandeirantes, 28/IV/1968, fl., Segadas Vianna 4634 (R); id., Taquara da Tijuca, 17/V/1972, fl., Sucre et al. 9125 (RB); id., Pedra da Gávea, 24/II/1978, fl., Carauta et al. 2851 (GUA, RB); id., Jacarepaguá, 4/VIII/1990, fl., Farney et al. 2.408 (RB); id., Horto Florestal, 23/II/1994, fl., Marquete et al. 1464 (RB); id., Parque Municipal do Prainha, 9/X/2003, fl., Calvente et al. 55 (RB, RUSU). São Pedro d’Aldeia, morro de Sapiatiba, 9/IX/1987, fl., Martinelli et al. 12199 (RB). Saquarema, restinga de Ipitangas, 13/VI/1987, fl., Farney et al. 1401 (RB); id., Reserva Ecológica Estadual Jacarepiá, 25/VI/1990, fl., Fontoura et al. 175 (RB). Teresópolis, Parque Nacional da Serra dos Órgãos, 21/X/1977, fl., Martinelli et al. 3315 (RB).
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Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Ocorre no Estado de Minas Gerais , Rio de Janeiro , Santa Catarina (Yano 1981). Polytrichum coml11une Hedw., Spec. Material examinado - Brasil, Estado do Rio de Janeiro, Município de No[r]

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O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

Colley (2010), após avaliar as medidas de controle de A. fulica existentes (controle biológico, químico e físico), relatou que a primeira etapa do manejo é diagnosticar o perfil de ocupação do invasor, para escolher posteriormente a melhor medida a ser utilizada e adaptá-la a realidade local. No município do Rio de Janeiro, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (COMLURB) junto com a Defesa Civil do município lançaram uma força tarefa a fim de controlar as populações de A. fulica e conscientizar a população local para que também atue no controle. Essa força tarefa conta com pessoal exclusivo, que utiliza documentos para notificação e educação, e simultaneamente realiza coleta ativa e incineração dos indivíduos no controle (COMLURB, 2009). Outro exemplo é o município de Macaé, que no seu programa de controle de A. fulica também utiliza uma equipe de funcionários da Prefeitura e a população local. As atividades, realizadas desde 2006, incluem mutirão de coleta ativa e palestras de conscientização em escolas públicas e privadas (Barboza, Figura 1. Distribuição de Achatina fulica em municípios do Estado do Rio de Janeiro. a) Mapa do Brasil localizando o Estado do Rio de Janeiro em preto. b) Mapa do Estado do Rio de Janeiro localizando os municípios infestados por A. fulica. Cinza- claro: municípios em que o primeiro registro de A. fulica ocorreu até 2006. Cinza- escuro: municípios que representam novas ocorrências de A. fulica. Branco: municípios em que A. fulica ainda não foi encontrada. 1. Volta Redonda, 2. Pinheiral, 3. Queimados, 4. Japeri, 5. Mendes, 6. Vassouras, 7. Valença, 8. Paty do Alferes, 9. Paraíba do Sul, 10. Comendador Levy Gasparian, 11. Teresópolis, 12. Sapucaia, 13. Carmo, 14. Cantagalo, 15. Cordeiro, 16. Trajano de Moraes, 17. São Sebastião do Alto, 18. Itaocara, 19. Aperibé, 20. São Fidélis, 21. Cardoso Moreira, 22. São José de Ubá, 23. Laje do Muriaé, 24. Bom Jesus do Itabapoana, 25. Carapebus, 26. São Pedro da Aldeia.
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O gênero Adiantum (Pteridaceae) no estado do Rio de Janeiro, Brasil.

O gênero Adiantum (Pteridaceae) no estado do Rio de Janeiro, Brasil.

verde-clara, idioblastos visíveis em ambas as superfícies; raque cilíndrica a angulosa, castanho- escura, com escamas aracnóides, 0,2–0,5 mm compr. e escamas lanceoladas com base pectinada, 1–1,5 × 0,1–0,3 mm, face adaxial glabra; pinas 2–7 pares, pecioluladas; peciólulo com 0,2–1mm compr., cor do peciólulo passando para a lâmina foliar, pina apical conforme; pínulas dimidiado-falcada, ápice agudo, base cuneada, margens inciso-serreadas, abaxialmente revestida por escamas com base pectinada sobre as nervuras, não articuladas; venação livre, nervuras furcadas. Soro disposto no lado acroscópico das pínulas, 0,7 –14 mm × 0,1– 0,8 mm, 1–(2) por pínula; indúsio linear, contínuo, falcado, membranáceo, glabro ou com tricomas. Material selecionado: Angra dos Reis, Ilha Grande, 15.XII.1999, M. Guerra & F. Pinheiro 1357 (HB). Bom Jesus de Itabapoana, Carabuçu, 12.IX.1982, J. Carauta et al. 4388 (HB). Campos dos Goytacazes, Morro do Coco, 16.VII.2001, R. Mello-Silva & A. Lobão 1828 (SP). Adiantum pulverulentum caracteriza-se principalmente pela lâmina 2–pinada, pelo indúsio linear, contínuo e falcado, e pela presença de dois tipos de escamas na raque, escamas lanceoladas com base pectinada e escamas aracnóides. Ocorre do México ao Paraguai e Brasil, onde pode ser encontrada desde a região Norte até São Paulo. Adiantum pulverulentum é uma espécie aparentemente indiferente às condições de luminosidade, podendo ser caracterizada como heliófila, tolerante à sombra ou ciófila. Pode ser encontrada em capoeiras, em terrenos íngremes, no interior e bordas de matas, ao longo de trilhas ou nas margens de rios, formando grandes populações. No Rio de Janeiro, ocorre na floresta ombrófila densa de terras baixas, submontana ou montana, do nível do mar até 800 metros de altitude.
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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Uma das primeiras ações do novo Programa de Educação do Estado foi o lançamento do Currículo Mínimo. Uma equipe de professores da rede estadual, que se inscreveram e foram selecionados, ficaram responsáveis pela seleção dos conteúdos mínimos necessários, inicialmente, para seis (6) disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Com essa medida, pretendia-se uniformizar e oportunizar os conteúdos necessários determinados para uma etapa de ensino. Na realidade das escolas, era comum acontecer que os alunos transferidos para outras unidades ou até mesmo na própria escola, perdessem a continuidade dos conteúdos por não haver uma sistematização na rede. O Currículo Mínimo procura contemplar todos os conhecimentos importantes para uma formação integral do aluno na educação básica, preparando-o para a vida, para o trabalho e para o prosseguimento dos estudos. Com o cumprimento do Currículo Mínimo necessário para determinada etapa de ensino, os estudantes podem ter a garantia de estarem sendo preparados para as avaliações externas, como Prova Brasil e ENEM.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

This research looked for evaluate the limits of the Academic Reinforcement Program implementation, created by State Secretariat of Education of Rio de Janeiro State, in 2012 June, in Metropolitan Regional VII schools. The work aims to identify and analyze the existence of problems in program implementation, besides verify the causes of non-joining or partial joining of schools that not developed it. This project aims to reduce the taxes of failure in Mathematics and English Language in high school, and assists in elevating results in large-scale reviews as SAERJ, SAERJINHO, SAEB and PROVA BRASIL. For data collection, a questionnaire was applied to teachers and managers in two schools of studied Regional, one that joined the project and other that don’t developed any action of Scholar Reinforce. In analysis was investigated the external and internal school factors that hindered the schools joining. From these factors, presents an Educational Action Plan (PAE), proposing divulgation strategies of project, besides reinforce the idea of effective parental involvement of scholar life of students. It suggests the improvement of the project methodology and raise questions about structure of schools involved in the process.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Deste modo,no segundo capítulo pretende-se analisar o caso estudado propondo um diálogo sob a luz da teoria das contribuições de estudiosos no tema da gestão escolar, pois a história nos apresenta uma mudança de proposta sobre o que seria administração escolar e do perfil das pessoas envolvidas com educação e que desempenham esta função. Desde “RatioStudiorum”, plano de estudos dos jesuítas que detalhava as regras sobre a organização, estrutura e funcionamento daquele sistema, até os dias atuais, de acordo com Polon (2005), a mudança do contexto histórico tem promovido a ressignificação ou redimensionamento do papel dos hoje chamados diretores escolares. Polon (2005 ) afirma que “as políticas públicas educacionais empreendidas ao longo dos anos 1990 pelo governo brasileiro impulsionaram a redistribuição de responsabilidades administrativas, financeiras e pedagógicas do nível federal ao nível local, gerando impactos sobre a gestão escolar devido à adesão dessas políticas aos princípios de “descentralização”/desconcentração e autonomia, previstos em Lei, como decorrência das novas formas de regulação das políticas do Estado e da ação pública como tendência observada não só no Brasil como em vários outros países do mundo.” (p. 299). Trazendo para ampliara discussão, Luck;(2000), que fala sobre os desafios da liderançanas escolas, bem como Machado e Miranda (2012), que em seus estudos sobre gestão; aborda a Gestão estratégica e afirma que é o caminho para implementação de uma escola com a gestão participativa, o que por conseguinte leva a construção da autonomia.
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Nevo da epidermólise bolhosa: caso clínico e revisão da literatura.

Nevo da epidermólise bolhosa: caso clínico e revisão da literatura.

Professor Adjunto do Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (HUGG – UNIRIO) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil[r]

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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

O conceito de accountability, ainda hoje possui dificuldade de tradução do termo. Em artigo publicado na Revista Brasileira de Administração nos idos de 1990, Anna Maria Campos narra e analisa seu processo de apreensão do conceito, quando realizava seu curso de pós-graduação nos EUA, no ano de 1975, e o ouviu pela primeira vez, em um debate. Maior foi sua surpresa por não conseguir acompanhar o debate em torno de conceito accountability, muito menos encontrar uma tradução para o português da palavra. Em decorrência disso a autora começou a desenvolver uma pesquisa em dicionários e livros na tentativa de esclarecimento do conceito, sempre sem êxito na compreensão do termo. Com o passar do tempo Campos foi entendendo que a discussão girava em torno de um conceito-chave na prática da administração e do serviço público, mas cujo significado não conseguia captar. Já no Brasil, indagou a muitas pessoas a respeito do conceito, de maneira que ninguém conseguiu respondê-la. Campos inferiu que a dificuldade de tradução tinha relação direta com o fato de que a inexistência do termo em terras brasileiras era em decorrência da falta do próprio conceito e de sua consequente prática. 25
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Para melhor entendimento, a Resolução SEEDUC n° 4940 (BRASIL, 2013) estabelece os critérios de classificação em categorias das unidades escolares da rede pública estadual. É fundamental destacar que nesta classificação, a pontuação depende do número de turmas e número de alunos matriculados (enturmados) no sistema Conexão Educação com 35 alunos, assim,a cada conjunto de cinco turmas corresponde a 10 pontos. Para o número de turnos em cada unidade escolar,leva-se em consideração 5 pontos para cada turno em funcionamento e, outros itenstambém garantem pontuação, como exemplo a unidade escolar que possuir público alvo da Educação Especial incluídos em classes comuns, será acrescida de 1 (um) ponto, e unidades com regime de horário integral, os pontos são contados em dobro. Desta forma, a classificação de cada unidade escolar fica definida de acordo com a pontuação obtida. Esta pontuação nos faz perceber que quanto maior o valor, maior é a unidade escolar.
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

de 2011 – quando seus representantes entregaram aos membros do COI uma notificação elaborada pela defensoria pública com base em argumentos das associações de moradores (Gismondi, 2010); o Ato Unificado “Você Pensa que a Copa é Nossa?”, em 30 de julho de 2011, ocasião em que cerca de 700 manifestantes bloquearam um dos aces- sos à Marina da Glória – local do sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo – e uma comissão fez chegar às autoridades do governo uma carta com as reivindicações do movimento (Granja; Gomes, n. 80, ago. 2011); a manifestação na Feira Internacional Soccerex, em 26 de novembro de 2011, frequentada por empresários, cartolas e ex-joga- dores de futebol de todo o mundo; o Ato “O Maraca é Nosso”, contra a privatização do estádio pelo governo do estado e a apropriação priva- da dos recursos públicos nele investidos em nome dos megaeventos; o Ato Nacional de Lançamento do Dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil (apresentado à Prefeitura) e do Portal Popular da Copa, em 12 dezembro de 2011; e o protesto do mesmo Comitê Popular da Copa no Aeroporto Internacional do Galeão, ho- ras antes da chegada da Bandeira Olímpica – que pretendia entregar ao prefeito o “Troféu Remoção”, composto por um tijolo, com uma armação em metal com pedras de cimento (Tabak, 2012)
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

escola pública que permite ao aluno ingressante no ensino médio, e que apresenta maior dificuldade de aprendizagem, assimilar os conteúdos curriculares mínimos. Para minimizar a possibilidade de que o aluno venha a abandonar a escola ou ser reprovado ao final do ano letivo, aumentando, respectivamente, a taxa de abandono escolar e a taxa de reprovação da escola, o PAE propõe ações de equidade relacionadas à gestão escolar que deverão melhorar a autoestima do aluno, assim como, discute ações que focam na identificação das aptidões do aluno e reafirmam o papel educativo da escola, combinado com os aspectos positivos do modelo meritocrático de avaliação aplicado pelas escolas públicas. Outro aspecto abordado no PAE refere9se à proposição de ações que minimizem a constatação de que os gestores escolares e professores da escola pública não se preocupam em oferecer mecanismos que melhorem a formação do conjunto de todos os alunos ingressantes, visto que, costuma9se privilegiar os alunos que possuem mais facilidade para assimilar os conteúdos curriculares, em detrimento dos alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem. Para avaliar as ações e promover a discussão da busca pela equidade na escola pública do Estado do Rio de Janeiro, este PAE propõe o desenho de um programa piloto no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira (CELS). Os alunos ingressantes na 1º série do ensino médio do CELS em 2012 foram submetidos aos módulos de Matemática e Língua Portuguesa da Prova Brasil, e os alunos que apresentaram grau inferior a 30% das habilidades nessas duas disciplinas sofreram detalhada análise de seus indicadores socioeconômicos e participaram de entrevistas de grupo focal. Os resultados obtidos são utilizados para propor esse PAE que oferece a equidade dentro do ambiente escolar, de modo a melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas e nos resultados gerais da escola pública; além de adequar processos de ensino para que eles possam ir estruturando suas expectativas de vida para após a conclusão do ensino médio.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir de 1977, teve início a realização de movimentação interna de servidores para o preenchimento das vagas e atendimento das carências no âmbito da inspeção escolar no estado do Rio de Janeiro. Até o ano de 2007, os professores inspetores escolares da Secretaria de Estado de Educação eram indicados entre os professores efetivos da rede estadual que possuíam a graduação em Pedagogia, ou Pós-Graduação na área de administração ou supervisão/inspeção escolar. Naquele mesmo ano, o procedimento para ocupação do cargo foi alterado, e a SEEDUC/RJ realizou o primeiro concurso público para o cargo de Professor Inspetor Escolar, para o preenchimento de 500 vagas. Com o ingresso dos aprovados no referido concurso, a atuação da Inspeção escolar no estado se expandiu – após um longo tempo com um número reduzido de inspetores no quadro funcional. Esta expansão, aliada a um contexto social voltado para a garantia do direito à educação, previsto no artigo 6º da Constituição (BRASIL, 1988), trouxe de volta ao sistema estadual uma ação mais visível da inspeção escolar, aumentando sua importância no sistema educacional, e, ainda, a sua visibilidade. Este fato pode ser observado com a mudança de estrutura da Secretaria de Estado de Educação: em 2007, ano da realização do concurso, a inspeção escolar era uma coordenação, com equipes de acompanhamento e avaliação regionais. Sete anos depois, na nova estrutura da secretaria, esta passou a ser uma Diretoria de Inspeção Escolar, Certificação e Acervo, com três coordenações internas e 16 coordenações regionais. Este fato legitima a importância e o poder conquistados pela inspeção, com o ingresso de novos inspetores, com idades, formações e perfis diferentes dos poucos inspetores que ainda restavam do período anterior ao concurso.
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A GIDE NO CONTEXTO DE UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO REGULAR NOTURNO NO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS GESTORAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A GIDE NO CONTEXTO DE UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO REGULAR NOTURNO NO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS GESTORAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Nos capítulos anteriores, foi apresentada a escola foco desta pesquisa bem como a realidade educacional do estado do Rio de Janeiro a qual esta escola pertence. Nosso foco de pesquisa, dentro deste contexto, incidiu principalmente na situação do Ensino Médio da rede estadual e as ações tomadas no âmbito das políticas públicas para tentar reverter o quadro de desempenho insatisfatório que se encontrava esse segmento de ensino no estado, conforme podemos verificar com os resultados apresentados nas avaliações externas do IDEB de 2009. Nesse sentido, algumas ações foram implementadas pela SEEDUC, dentre as quais destacamos a GIDE.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A presente dissertação objetivou a elaboração de uma proposta de intervenção para minimizar a defasagem de aprendizagem de Matemática em uma Escola Estadual de Educação Profissional (EEEP) no estado do Ceará. A partir de um caso de gestão, foram investigadas as condições de trabalho com a disciplina na instituição educacional para a proposição de alternativas à superação do problema encontrado. Esse recorte se justificou pelo fato de a autora deste trabalho, no início da pesquisa, ter sido gestora da EEEP em análise e, por isso, verificado que a defasagem de aprendizagem, especialmente em Matemática, pode se configurar como um dos principais entraves à implementação dos cursos profissionalizantes na escola. A fim de obter informações para descrever e analisar o caso, a investigação teve como metodologia o uso de entrevistas com roteiros semiestruturados e pesquisa documental. Ao final da descrição do caso no capítulo 1, levantou-se como hipóteses dois os elementos centrais que influenciam na existência do problema: a organização e as responsabilidades do trabalho da equipe gestora e o papel da gestão escolar na formação e no auxílio à atuação docente. No capítulo 2, o problema foi analisado levando-se em consideração esses dois elementos. A análise dos dados foi feita a partir da perspectiva de alguns autores: Heloísa Lück, Henry Mintzberg, Thelma Polon, José Carlos Libâneo, Márcia Lima, Ana Maria Falsarella, Sérgio Lorenzato, Plínio Moreira e Fernando Almeida. Desse modo, no capítulo 3, apresentou-se uma proposta de intervenção que consiste em ações para redefinir as atribuições da equipe gestora e organizar o seu trabalho, a fim de que a gestão possa atuar na formação e no auxílio à atuação docente, com foco no professor de Matemática. Dessa forma, nos limites desta investigação, proposições foram consideradas como uma tentativa de contribuir para superar a defasagem de aprendizagem em Matemática na escola pesquisada.
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O PROJETO E-JOVEM NO ESTADO DO CEARÁ: PERSPECTIVAS, ANÁLISE E DESAFIOS

O PROJETO E-JOVEM NO ESTADO DO CEARÁ: PERSPECTIVAS, ANÁLISE E DESAFIOS

Quanto ao público-alvo, este é formado por alunos que estejam concluindo o 3º ano e egressos do Ensino Médio da rede pública estadual. Segundo o documento 6 apresentado pela Secretaria da Educação do Estado do Ceará (SEDUC) ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECOP) 7 , o projeto foi planejado de maneira a considerar as características socais e culturais do alunado da última etapa da educação básica em um processo educativo centrado no sujeito. Constitui-se, também, em uma estratégia que amplia o tempo de permanência no ambiente escolar, facilitando, para os jovens, a transição entre escola e trabalho, e, em especial, para aqueles das classes menos favorecidas e em situação de risco.
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Hidradenite supurativa tratada com infliximabe.

Hidradenite supurativa tratada com infliximabe.

Apresentamos caso de paciente masculino, 49 anos, branco, que referia surgimento de nódulos eri- tematosos e dolorosos nas axilas e regiões inguinais, desde os 15 anos de idade, quando recebeu o diag- nóstico de HS. Desde então, apresentou períodos de piora e melhora, com resposta parcial aos diversos tratamentos empregados, sem nunca ter obtido remissão completa das lesões. Fez uso oral de tetra- ciclinas, eritromicina, cefalexina, ciprofloxacina e isotretinoína. Há 15 anos, foi submetido à cirurgia de esvaziamento glandular das axilas e, há seis anos, recebeu prednisona oral para tratamento de pioder- ma gangrenoso nas pernas. No momento da consul- ta, encontrava-se em uso de ciprofloxacina 500 mg/dia e prednisona 20 mg/dia com controle precá- rio da condição.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CÉLIA KLEIN

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CÉLIA KLEIN

[...] instituições não são máquinas automáticas que se autorreproduzem. Dentro delas e buscando exercer influência sobre elas, estão os atores. Estes têm capacidade e poder de se organizar e mobilizar forças sob o império das instituições, mas também sob o reino de sua vontade. Atores e instituições interagem nos processos das políticas públicas (CONDÉ, 2013, p. 83). Ou seja, esses atores que interagem visando influenciar os processos das políticas o fazem, na maioria das vezes, a partir de seus interesses e/ou interesses das instituições a que representam, mobilizando esforços e formando redes para influenciar as decisões por todo o ciclo e em todos os contextos da política. Isso envolve, segundo Condé (2013), atores privados – representados por empresários e trabalhadores, bem como sindicatos e associações –, e públicos, com funções públicas, que agem para mobilizar os recursos e atuar sobre as políticas. Durante o processo de implementação do Ensino Médio com Mediação Tecnológica em Rondônia, estes constrangimentos da política ficam evidentes quando os atores públicos e privados, instituições, forças sociais e políticos se manifestam e lutam para intervir no Projeto. Tendo o EMMT em Rondônia surgido a partir do modelo desenvolvido no Amazonas, adequações foram necessárias para que o Projeto pudesse ser implementado. Considerando que, diferentemente do Amazonas, a SEDUC não possui um Centro de Mídias para veiculação das aulas ao vivo, a parceria com o IFRO foi fundamental para que o ensino mediado por tecnologia se tornasse realidade no Estado.
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