Top PDF Os gêneros textuais como propostas de trabalho em leitura e compreensão de textos

Os gêneros textuais como propostas de trabalho em leitura e compreensão de textos

Os gêneros textuais como propostas de trabalho em leitura e compreensão de textos

O presente trabalho desenvolveu-se a partir de uma pesquisa sobre os gêneros textuais como proposta de trabalho em leitura e compreensão de textos nas aulas de língua portuguesa. Considerando a importância da língua no processo de interação e a necessidade de mudanças significativas na aprendizagem da língua na escola, surge a oportunidade de se trabalhar com os gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa, tendo em vista que os mesmos fazem parte das reais necessidades ligadas ao processo de leitura e escrita no cotidiano dos usuários da língua o tempo todo. Sendo assim, não faz mais sentido, diante de tantas transformações, pelas quais passa a sociedade, em um processo de globalização, as escolas continuarem ensinando a língua a partir de metodologias de ensino pautadas na gramática normativa, privilegiando um ensino de regras, conceitos e classificação de termos e palavras descontextualizados da realidade dos seus usuários. Assim sendo, foi desenvolvida uma pesquisa de campo de cunho quali-quantitativo, sobre o trabalho com gêneros textuais e analisados os resultados, fechando a parte final deste artigo. Palavras-chave: Gêneros Textuais. Leitura e ensino. Compreensão de textos.
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O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E A IMPORTÂNCIA DOS GÊNEROS TEXTUAIS COMO FERRAMENTA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EM PRÁTICAS SOCIAIS

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E A IMPORTÂNCIA DOS GÊNEROS TEXTUAIS COMO FERRAMENTA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EM PRÁTICAS SOCIAIS

Resumo: Este trabalho foi desenvolvido a partir das experiências vivenciadas na disciplina de Estágio Curricular II do Curso de Licenciatura em Pedagogia da UFRPE/UAG. Nesta pesquisa buscamos analisar as atribuições da disciplina para a formação inicial do pedagogo bem como elaborar um projeto sobre o trabalho com gêneros textuais em sala de aula, com a perspectiva de relacionar o material didático utilizado com a realidade dos alunos a fim de que os estudantes percebessem a importância dos gêneros textuais para a comunicação da sociedade e correlacionassem com as práticas vivenciadas por eles. Para tanto, apresentamos no decorrer do trabalho as observações realizadas no campo de estágio, as etapas de intervenção e as metodologias utilizadas e os resultados exitosos do projeto.
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Leitura de gêneros textuais em livros didáticos de português: perspectivas sociodiscursivas

Leitura de gêneros textuais em livros didáticos de português: perspectivas sociodiscursivas

Esta pesquisa surgiu da observação em uma escola pública, localizada no município de Igarassu, dos resultados cada vez menos satisfatórios dos alunos do Ensino Médio na proficiência leitora – medida pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco (Saepe) –, bem como da importância dada, por nós, professores, ao livro didático de português para o atendimento aos descritores do Saepe, os quais são orientados pela Base Curricular para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco (BCC-PE). Por isso, o objetivo deste trabalho é analisar, nos livros didáticos do Ensino Médio que fizeram parte da escolarização entre os anos de 2008 e 2011, e adotados por essa escola, quais competências do eixo de leitura e compreensão da BCC-PE estão neles pressupostas. As coleções didáticas que atenderam a esses requisitos foram: Português: linguagens, de Cereja e Magalhães, e Português, de João Domingues Maia, que servem de corpus para a análise do direcionamento teórico-metodológico dado ao ensino de leitura e compreensão dos gêneros textuais, a fim de verificarmos se tais direcionamentos atendem às competências prescritas pela BCC-PE (2008). Para tanto, tomamos como base os pressupostos da Teoria da Enunciação (BAKHTIN, VOLOCHINOV, 1993, 1997, 2010), do Interacionismo Sociodiscursivo (BRONCKART, 1999, 2007, 2008; SCHNEUWLY e DOLZ, 2004) e da Linguística Aplicada (MARCUSCHI, 2003, 2008, 2010; GERALDI, 2002, 2003; KLEIMAN, 1999, 2004, 2011; SOARES, 2001, 2002; ROJO, 2003, 2008, 2012). Esta pesquisa pautou-se em perspectivas sociodiscursivas de língua/linguagem e as análises dos dados apresentaram os seguintes resultados: a coleção Português: linguagens priorizou o estudo do gênero a partir de suas especificidades canônicas. Por isso, observou- se a ênfase aos aspectos formais e linguísticos do gênero, nas características da linguagem literária e no diálogo entre linguagens situadas em espaço e tempo diferentes. Na coleção Português, Maia, o gênero é estudado como um artefato monológico, servindo para a extração de informações e exercícios de cópia, demonstrando, pois, uma simulação da leitura. Em suma, a coleção didática que se aproximou das competências da BCC-PE foi Português: linguagens e a que se distanciou foi a Português, Maia. Além disso, as duas coleções comprovaram que os gêneros textuais, quando didatizados, perdem o entrelace do seu fio discursivo com a realidade, tornando-se, portanto, eventos artificiais.
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Uso de gêneros textuais no desenvolvimento da leitura de alunos nas séries iniciais

Uso de gêneros textuais no desenvolvimento da leitura de alunos nas séries iniciais

Gêneros textuais são formas criadas, mas foram socialmente usadas em práticas comunicativas. Em fim, vale mostrar a ideia de que trabalho com gêneros, será uma forma de dar conta do ensino – aprendizagem na escola. Segundo Marcuschi (2002, p. 171), existe estudo feito por linguistas alemães que chegaram a mais de 4000 gêneros textuais. Neste sentido não há como fazer uma lista de todos os gêneros. Sendo assim, podemos trabalhar com os gêneros que mais interessam, principalmente os textos práticos, texto literário, alguns textos informativos entre outros.
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Gêneros textuais como recurso didático para o ensino de leitura em língua inglesa

Gêneros textuais como recurso didático para o ensino de leitura em língua inglesa

A habilidade de leitura torna-se uma ferramenta cada vez mais necessária para o ensino de língua estrangeira (inglesa) na educação básica. Sabe-se que é através desta prática que ocorre o desenvolvimento e aquisição de novos conhecimentos. Assim, buscamos conciliar essa prática à exploração de gêneros de textos através dos quais o aluno tem a chance de interagir com a língua em seu uso real. Esse trabalho objetiva investigar o impacto da inserção dos gêneros textuais nas aulas de língua inglesa. Para tal investigação propomos: acessar alguns gêneros textuais, estudar esses gêneros e ao mesmo tempo observar como os alunos reagem durante as aulas baseadas nesses gêneros. Para isso, propomos uma pesquisa do tipo pesquisa-ação em nossa própria sala de aula, uma turma de 3° ano do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Senador Humberto Lucena, na cidade de Cacimba de Dentro – PB. O grupo envolvido em nossa pesquisa, ao se deparar com aulas baseadas em um material autêntico visando explorar, sobretudo a habilidade da leitura, sentiu-se mais motivado a participar das discussões o que é claro em um processo contínuo eleva a compreensão textual desses alunos. Para fundamentar esse estudo nos apoiamos nas teorias de Bezerra (2002), Coracini (2005), Marcuschi (2002, 2006, 2008), Mascia (2005), Pinto (2002), entre outros.
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Leitura e gêneros textuais em livros didáticos de língua inglesa do Ensino Médio

Leitura e gêneros textuais em livros didáticos de língua inglesa do Ensino Médio

Grabe e Stoller (2001, 2002) afirmam que no processo de aquisição da habilidade de leitura em uma língua estrangeira, os alunos-leitores precisam ser auxiliados a atentar para aspectos que são diferentes em sua língua materna. Aspectos esses que são relevantes para a compreensão mais eficiente de textos. Um deles, segundo os autores, é o conhecimento lingüístico (conhecimento gramatical e lexical da língua alvo, por exemplo). Os alunos, ao começarem a ler em uma língua estrangeira, apresentam pouco ou quase nenhum conhecimento da habilidade lingüística, que precisa ser trabalhada e desenvolvida de forma contextualizada. Essas dificuldades, encontradas pelos alunos (principalmente os iniciantes), não podem ser ignoradas dentro do contexto de ensino e aprendizagem em leitura. Não estamos advogando um ensino prescritivo da gramática e do vocabulário de forma isolados, mas consideramos a instrução lingüística como sendo um elemento que somado a outros (como apresentados a seguir) ajudam o aluno a melhor construir o sentido do texto. Desconsiderar esses conhecimentos no contexto de leitura em língua estrangeira é o mesmo que abstrair a língua de seu contexto comunicativo, pois são instrumentos de compreensão “cada vez mais reconhecidos como sendo fundamentais para um processamento estratégico e eficiente do texto.” (Eiras, 2004: 27). A nosso ver, não existe ensino de língua sem o ensino e aprendizagem do conhecimento lingüístico.
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O processo de escolarização dos diferentes gêneros textuais observado nas práticas de ensino de leitura

O processo de escolarização dos diferentes gêneros textuais observado nas práticas de ensino de leitura

Este direcionamento aponta para uma visão do que a cultura escolar entende por compreensão de texto e sobre as habilidades de leitura que devem ser desenvolvidas nos alunos, diferente da compreensão que vem sendo apontada pelas pesquisas da academia e mensurada nos programas de avaliação das competências de leitura dos nossos alunos. Nesse aspecto, os próprios referenciais curriculares que servem de parâmetro para o professor pensar o planejamento de suas aulas não são contemplados, já que não se percebe, ou só é feito de maneira ainda tímida, o desenvolvimento de estratégias voltadas para uma interação entre leitor, autor e texto, que possibilitem a realização de inferências e outros mecanismo de processamento dos textos. Com isso fica comprometida a formação do aluno leitor crítico, reflexivo e criador que vai além da informação estritamente textual. Essa dificuldade é confirmada pelos índices de avaliação da educação no Brasil como os dados divulgados pelo Indicador de Alfabetismo Funcional –INAF de 2009, que, se por um lado revelaram avanços no alfabetismo funcional dos brasileiros entre 15 e 64 anos, tendo ocorrido uma redução dos chamados analfabetos absolutos de 9% para 7% da população entre 2007 e 2009, e ainda uma queda de seis pontos percentuais no índice de pessoas colocadas no nível rudimentar de alfabetização, ampliando assim o chamado nível básico de alfabetismo, de 34% em 2007 para 47% em 2009, mostram por outro, que o nível pleno de alfabetismo - definido como a habilidade das pessoas em compreender e interpretar elementos usuais da sociedade letrada, lendo textos mais longos, relacionando suas partes, comparando e interpretando informações, realizando inferências e sínteses - não mostrou nenhum crescimento. Segundo o INAF 54% dos brasileiros que estudaram até a 4ª série atingem apenas o grau rudimentar de alfabetismo e dentre os que cursam ou cursaram da 5ª à 8ª série, apenas 15% podem ser considerados plenamente alfabetizados.
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Produção e ensino de gêneros textuais através de processos de retextualização e práticas de leitura

Produção e ensino de gêneros textuais através de processos de retextualização e práticas de leitura

Dividido em três capítulos: I. Oralidade e Escrita: formulação e organização; II. Processos de Reescrita; III. Práticas de produção com a retextualização de gêneros escritos. Embasa- dos em teorias propostas por Marcuschi (2008, 2010), Aldrigue (2000) Geraldi, (2004, 2006) e Motta-Roth (2008), este trabalho aborda questões relativas à produção e ao ensino de gêneros textuais. No objetivo de se utilizar os gêneros como ferramenta social discursi- va para práticas de leitura e produção textual através de atividades de retextualização, de- senvolvemos uma pesquisa por meio de aplicação de produções textuais com aproximada- mente 25 alunos do 3ºano do Ensino Médio, da Esc. Est. de Ens. Fund. e Méd. Engª Márcia Guedes Alcoforado de Carvalho, em Belém-PB. Para tanto, foram solicitadas produções com a retextualização de gêneros embasados no ensino de produção textual por meio de atividades sociais. Precedida de atividades de planejamento, (re)leitura, (re)escritas, já que a produção textual não é mecanicista, oferecemos aos alunos um contexto que lhes propici- asse a oportunidade de trazer ao texto sua leitura /visão de mundo e que lhes desse possibi- lidades de ampliá-la, pois não podemos avaliar um texto como se estivesse pronto e acaba- do, se faz necessário considerá-lo como um processo de permanente elaboração. O papel da instituição escolar é o de formar discentes proficientes quanto à leitura e produção tex- tual, a qual o professor encara como desafio a investigação para a efetividade no âmbito social.
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O trabalho com gêneros textuais na modalidade de ensino especial

O trabalho com gêneros textuais na modalidade de ensino especial

O Ensino Fundamental atende estudantes de seis a catorze anos e, ainda segundo a Base Nacional Comum (2016), o objetivo norteador da Língua Portuguesa para essa etapa é “[...] garantir a todos os alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para a participação social e o exercício da cidadania.” (BRASIL, 2016, p. 63); visto que a língua tem duas dimensões (oral e escrita), afirma-se sobre sua aprendizagem na alfabetização, em que a modalidade oral é apresentada por notações (letras e outros signos) nos usos sociais da língua oral e nos usos sociais da leitura e da escrita – nas práticas de letramento. “A meta do trabalho com a Língua Portuguesa, ao longo do Ensino Fundamental, é a de que crianças, adolescentes, jovens e adultos aprendam a ler e desenvolvam a escuta, construindo sentidos coerentes para textos orais e escritos.” (BRASIL, 2016, p. 63).
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Os gêneros textuais como recurso pedagógico no processo de ensino aprendizagem da leitura e da escrita

Os gêneros textuais como recurso pedagógico no processo de ensino aprendizagem da leitura e da escrita

Os gêneros textuais estão constantemente presentes no cotidiano dos alunos. Desse modo, o presente trabalho visa mostrar que os gêneros textuais podem, e devem ser abordados em sala de aula, tendo em vista a sua relevante contribuição no processo educativo, uma vez que possibilita o desenvolvimento das práticas de leitura e produção de textos, além de propiciar uma maior interação entre os indivíduos. Nessa perspectiva, torna-se evidente a necessidade de tomá-los como ponto de partida no processo de ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, haja vista que o aluno mantém contato direto com uma diversidade de produções textuais no convívio social. Para a realização desse trabalho nos pautamos basicamente nos postulados teóricos deMarcuschi (2002), Bagno( 2002), Schnuwly (1994), Schneuwly&Dolz (2004), Reinaldo (2001), , Pereira(2010), Nascimento (apud PEREIRA, 2010), PCN (2000), Antunes (2003), fundamentais para a viabilização e direcionamento de nossa prática.
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Inventário de compreensão de textos na modalidade de leitura: construção e validação

Inventário de compreensão de textos na modalidade de leitura: construção e validação

A prova inclui um texto narrativo e outro informativo. Os itens compreendem perguntas que requerem respostas de escolha múltipla. Para cada item são propostas 3 alternativas das quais apenas uma está correta. Os itens avaliam a compreensão literal (12), a compreensão inferencial (10), a reorganização de informação (3) e a compreensão crítica (2). A prova pode ser aplicada de modo coletivo ou individual e é realizada sem tempo limite. O ICTML foi administrado a 81 crianças do 3.º ano do 1.º Ciclo de um agrupamento de escolas da zona norte do país. Para avaliar a validade da prova foram aplicadas outras medidas: PRP – Prova de Reconhecimento de Palavras; TCL – Teste de Compreensão Leitora; TIL – Teste de Idade de Leitura, a prova Memória de Dígitos em sentido inverso; e a avaliação do desempenho em leitura (compreensão) efetuada pelos professores. Os resultados da análise estatística dos itens apontaram valores de índice de dificuldade elevados indicando que se trata de uma prova fácil. Em estudos posteriores será necessário incluir itens com índice de dificuldade mais baixo de modo a aumentar a sensibilidade da prova. O valor médio do índice de discriminação é de 0.70, variando entre 0.20 e 0.95. O valor do coeficiente de consistência interna é elevado (0.84). Os coeficientes de correlação do ICTML foram positivos e estatisticamente significativos com os resultados obtidos pelos alunos no TCL, no TIL e com a avaliação dos professores. Os coeficientes de correlação do ICTML com a Memória de Dígitos em sentido inverso e a PRP não são estatisticamente significativos. Tendo em conta a relevância deste instrumento e a exploração das suas características psicométricas, sugere-se a continuidade da investigação na área, nomeadamente a realização de um estudo com uma amostra mais alargada e superando as limitações enumeradas relativamente ao índice de dificuldade dos itens.
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LEITURA DE TEXTOS DE CIÊNCIAS DE DIFERENTES GÊNEROS: UM OLHAR COGNITIVO-PROCESSUAL

LEITURA DE TEXTOS DE CIÊNCIAS DE DIFERENTES GÊNEROS: UM OLHAR COGNITIVO-PROCESSUAL

Neste trabalho avaliamos a compreensão leitora de duas amostras de estudantes de 14-15 anos, cada uma delas aleatoriamente designada a ler um texto de ciências de um determinado gênero (divulgação científica ou livro texto). Os textos lidos tratavam do mesmo assunto: a doença genética anemia falciforme. Nos testes de conhecimento e de aplicação realizados, verificamos que leitores do material de divulgação científica obtiveram melhores pontuações do que os seus pares que leram o trecho de livro texto. Além disso, as meninas obtiveram resultados superiores aos meninos. Estes dados sugerem que, para a amostra de leitores sujeito desse trabalho, o processamento leitor pode se dar de maneira diferenciada em função do gênero de texto, do sexo dos estudantes, ou de uma interação entre ambos. Sugerimos que estes fatores sejam seriamente levados em consideração e objeto de investigações futuras, as quais abordem o tema leitura na educação em ciências sob um ponto de vista cognitivo-processual.
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A Relação entre Letramento e Gêneros Textuais

A Relação entre Letramento e Gêneros Textuais

A leitura e a escrita são dois processos que se constroem nas práticas sociais. Ler é pré-requisito para escrever, pois só se aprende a ler, quando se consegue relacionar os sons da língua, às letras. No entanto, só se pode considerar um sujeito letrado, se este sujeito passou pelas operações de decodificação, compreensão e critica de textos de diferentes gêneros. Esses textos podem ser: notícias, reportagens, artigos, romances, crônicas, entre outros. De diferentes tipos narrativos, tais como: descritivos, expositivos, argumentativo. Que possuam finalidades diversas com informar, emocionar, convencer e que sejam apresentados em todas as mídias, como jornal, revistas, livro, folheto, entre outros.
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GÊNEROS TEXTUAIS E TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA

GÊNEROS TEXTUAIS E TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA

Entretanto, acreditamos que o trabalho de leitura é um ação importante não só para a formação do leitor, como também do produtor de textos. Quando a leitura é tomada como uma desconstrução do discurso do outro (POSSENTI, 2002), ou seja, quando o professor juntamente com os alunos, desmonta o texto para ver como ele se constrói de modo a identificar a relação entre a forma como foi construído e os efeitos de sentido que produz, ele também está ajudando na formação dos alunos como produtores de texto. Antunes (2002) corrobora essa ideia ao defender que a leitura é uma via de acesso às particularidades da escrita e que o professor tem o papel de colaborar com o aluno na busca da compreensão dos padrões que regem os textos. Para tanto, a autora aconselha que ele realize frequentemente atividades de leitura, promovendo uma análise sistemática e reflexiva de diferentes materiais. Da mesma forma, quando o professor estimula os alunos a, enquanto (re)escrevem seus textos, pensarem no leitor e se colocarem como tal, estará estimulando-os a se formarem enquanto leitores também. As práticas de leitura e produção de texto estão, portanto muito articuladas, de tal modo que uma alimenta a outra.
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A leitura e a produção textual no ensino fundamental I: uma proposta de como trabalhar com os gêneros textuais

A leitura e a produção textual no ensino fundamental I: uma proposta de como trabalhar com os gêneros textuais

O pouco interesse pela leitura e a grande presença de desvios de escrita verificadas nos textos dos alunos do 5º Ano, de uma escola pública do RN, nos levou a questionar quais os motivos desse problema. Assim, surgiu a ideia de organizar e desenvolver sequências didáticas com variadas possibilidades de leitura e produção escrita através dos gêneros textuais. A prática com os gêneros textuais, no ensino fundamental, amplia a utilização da leitura e da escrita e melhora a qualidade da aprendizagem. Desse modo, a escola, por ser uma das esferas mais atuantes nas práticas sociais da linguagem, é que justificamos a realização desse trabalho com a utilização dos gêneros como facilitadores para o ensino e aprendizagem da língua materna. Para isso, traçamos como objetivo principal discorrer sobre o trabalho com gêneros textuais a partir do desenvolvimento de sequências didáticas, bem como incentivar o discente a ter uma postura mais reflexiva em relação à língua e aos seus usos, enquanto práticas sociais discursivas. O desenvolvimento do estudo com os gêneros textuais se deu através da aplicação de sequências didáticas no contexto escolar de turmas do 5º ano do ensino fundamental I. Foram escolhidos especificamente, a carta, o bilhete, a música, a poesia, a fábula e o conto. O estudo ancora-se nas reflexões dos seguintes teóricos e pesquisadores: Bakhtin (2011), Miller (1994), Marcuschi (2008) e Bronckart (1999) sobre os gêneros textuais; Marcuschi (2005) e Dolz e Schneuwly (2004) que aprovam uma proposta de ensino-aprendizagem centrada em gêneros textuais, atribuindo à linguagem uma significação na construção do conhecimento e Dolz e Schneuwly (2004) com relação à sequência didática; outras orientações teóricas: PCN (1998), Lenner (2005), dentre outros. A metodologia seguiu orientações da pesquisa-ação, numa perspectiva de abordagem qualitativa. Os instrumentais de investigação incluíram questionário, observações, leituras e produções. Os resultados apontaram para o interesse dos alunos em relação às atividades desenvolvidas nas sequências didáticas e consequentemente, melhoria na própria escrita do aluno. Nesse sentido, reiteramos a necessidade de contemplar nas atividades de ensino a diversidade de textos e gêneros e, não apenas em função de sua relevância social, por isso o discente deve ser capaz de utilizar a língua de modo variado e adequar seus textos a situações de interlocução oral e escrita.
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GÊNEROS TEXTUAIS NA EJA:  A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO COM SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO COTIDIANO ESCOLAR

GÊNEROS TEXTUAIS NA EJA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO COM SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO COTIDIANO ESCOLAR

Desse modo, o pouco contato com práticas de escrita e leitura legítimas dificulta a leitura e produção escrita, pois com o trabalho tradicionalmente pautado na visão linguís- tica estrutural, às vezes gera poucas reflexões para o trabalho legítimo com a língua. Por vezes, falta aos alunos habilidades de reflexão, compreensão e expressão de ideias neces- sárias para o seu desenvolvimento enquanto cidadão. Assim, é importante refletir sobre a falta de conhecimento de muitos alunos no que diz respeito à coerência, organização, co- esão, ortografia e outros aspectos que são considerados importantes no longo caminho que eles terão que percorrer entendendo a escola como o lugar das práticas letradas, que tornam fala e escrita úteis e agradáveis à formação cidadã. Assim, as práticas de leitura e escrita devem ser tomadas como práticas de letramento.
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GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LEITURA EM LE: NA TEORIA, EM GERAL

GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LEITURA EM LE: NA TEORIA, EM GERAL

De modo semelhante, Silva (2007) argumenta a favor do encontro entre conceitos-chaves de Bakhtin (1953/1997) e a hipótese de trabalho de Bronckart (2003) e Schneuwly e Dolz (2004) – ou seja, o gênero constitui-se em instrumento de mediação entre práticas sociais e objetos escolares – a fim de desenvolver uma metodologia significativa de ensino de língua estrangeira. Após observar aulas de leitura em língua inglesa de uma turma de 8 a série de ensino fundamental de uma escola pública de Minas Gerais entre maio a dezembro de 2003, a autora concluiu que, embora os alunos tenham tido contato com vários gêneros, os aspectos mais valorizados foram os conteúdos dos textos e a apropriação das características formais, tendo a dimensão sócio- cultural sido reservada para um segundo plano: “a questão dos propósitos comunicativos, das finalidades e usos sociais dos gêneros não foi propriamente objeto de reflexão”. (p. 10) Para a autora, essa abordagem interferiu no processo de compreensão dos alunos, o que provavelmente não teria ocorrido se a noção de gênero fosse explorada em todo seu potencial.
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A  dos gêneros textuais híbridos para o tratamento da leitura em língua espanhola

A dos gêneros textuais híbridos para o tratamento da leitura em língua espanhola

de Rosenshine (1980) e Gomes (2013); concepção de gênero discursivo de Bakhtin (1953); e hibridização de gêneros textuais de Genette (2010), Marcuschi (2008) e Lazarini (2013). O estudo, que se caracteriza como descritivo, analisa as práticas de leitura realizadas pelo viés da hibridização, bem como seus efeitos para a aprendizagem da leitura em língua espanhola. Trata-se de uma pesquisa-ação. Como técnica de coleta de dados, são usados: questionário de seleção dos participantes e análise de leituras coletivas gravadas, tendo como parâmetro os estudos de Sánchez Miguel, García Pérez e Rosales Pardo (2012). Confirma-se a tese de que o trabalho com gêneros híbridos é benéfico para o tratamento da leitura em língua espanhola, haja vista que, com este tipo de gênero, os alunos alcançam mais facilmente níveis de compreensão profunda e crítica-reflexiva, relacionadas às estratégias de apreciação, do que com o material convencional, relacionado às estratégias de compreensão, sobretudo superficial, no qual os alunos precisam adaptar-se às regularidades presentes no texto. As atividades exploram verificação de conteúdo factual, o que está em consonância com o exigido pelo MCER para nível inicial. No entanto, para os alunos brasileiros esse tipo de atividade parece pouco motivadora devido ao fato de o espanhol e o português serem línguas aparentadas. No que concerne ao tipo de hibridização, os alunos de níveis iniciais sentem dificuldades quando este fenômeno se dá entre textos complexos, como os literários ou quando envolvem sentido de humor.
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Representações de professores de Língua Inglesa em escolas públicas sobre o processo de leitura e compreensão de gêneros textuais

Representações de professores de Língua Inglesa em escolas públicas sobre o processo de leitura e compreensão de gêneros textuais

com este título quais as informações que eu vou provavelmente encontrar” então levantaria hipóteses junto com os alunos provavelmente escreveria as hipóteses no quadro e::: depois deste levantamento de hipóteses eu partiria pra/uma pra uma leitura na tentativa de confirmação ou negação daquelas hipóteses que foram levantadas pelos alunos... e tentaria também relacionar com algumas experiências que/que eu tenho na escola tipo::: a/a escola tem alguns casos de bullying que são/bem bem típicos e que já foram levantada pelos próprios professores e tal e os alunos comentam também então eu tentaria relacionar com estas experiências depois de ter lido o texto eu provavelmente eu levaria mais alguma... coisa sobre o::: a questão do bullying de uma forma mais ampla de repente uma cena de um filme ou uma reportagem sobre isso pra::: fazer com que este textos e com as considerações que foram trazidas aqui elas se tornem significativa na vida dos/dos alunos pra que os alunos usem as informações que foram disponibilizadas aqui em língua inglesa no contexto cultural no contexto sócio cultural que ele vivem né? porque aí na minha perspectiva eu acho que::: com esta atividade se fecharia um ciclo... tipo o texto foi introduzido na vida dos alunos de uma forma ma::is significativa.
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Viajando pelo mundo dos Gêneros Textuais

Viajando pelo mundo dos Gêneros Textuais

Despertei um enorme interesse em desenvolver uma aprendizagem mais significativa, inovadora e criativa, ocupando um lugar de um agente de transformação junto às crianças. Pois elas são seres sociais que nascem completos, isto é, com capacidades afetivas, emocionais e cognitivas que necessitam de todo o afeto, dinamicidade, carinho, respeito e compreensão para desenvolverem seus conhecimentos e suas habilidades.

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