Top PDF Geometria na sala de aula: um estudo a partir do modelo Van Hiele

Geometria na sala de aula: um estudo a partir do modelo Van Hiele

Geometria na sala de aula: um estudo a partir do modelo Van Hiele

(1997), mostram que ainda existem problemas didático que continuam interferindo no processo de aprendizagem do aluno de forma inadequada. Dentre esses problemas, podemos descrever os seguintes: (a) concepção linear ainda muito presente nas práticas pedagógicas privilegiando o trabalho centrado na sequência ponto, reta, plano, linhas, figuras planas e, posteriormente, os sólidos geométricos; (b) falta de contextualização no ensino da geometria, bem como conexões com situações do cotidiano, outros temas da matemática e com outras áreas do conhecimento; (c) carência no uso de materiais didáticos ao enfatiza com desenhos muitas vezes apresentados em preto e branco; (d) exploração de objetos ou figuras geométricas apenas sendo apresentados em posição prototípica; (e) uso de regiões ao trabalhar figuras planas como, por exemplo, quadrado, retângulo e triângulo, quando deveria apresentar apenas o contorno dessas regiões; (f) exploração do atributo espessura em materiais que trabalham o atributo de figuras planas, como é o caso do material didático manipulável.
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UMA ANÁLISE DOS ESPAÇOS ESCOLARES A PARTIR DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM SALA DE AULA: UM ESTUDO DE CASO

UMA ANÁLISE DOS ESPAÇOS ESCOLARES A PARTIR DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM SALA DE AULA: UM ESTUDO DE CASO

O presente projeto analisou os espaços escolares objetivando aprimorar a formação teórico-prática por meio da pesquisa na graduação, a partir da análise sobre as práticas de uso desses espaços na realidade local. A pesquisa de campo foi realizada pela estudante bolsista em uma escola da rede pública municipal. O estudo abordou os espaços, a saber: pátio/quadra, corredores e sala de aula. A escola participante foi definida por sorteio. Após a coleta dos dados e produção dos relatórios, a aluna de iniciação científica e a professora-orientadora identificaram as estratégias de utilização dos espaços pesquisados e forneceram à escola a devolutiva produzida. A realização do estudo subsidiou a estudante bolsista de IC quanto aos procedimentos necessários a serem observados em uma pesquisa de campo, bem como propiciou uma aproximação do Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC com a rede pública de ensino, promovendo a reflexão das práticas escolares.
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A importância do estudo sobre os estrangeirismos lexicais na sala de aula: uma análise a partir de textos publicitários

A importância do estudo sobre os estrangeirismos lexicais na sala de aula: uma análise a partir de textos publicitários

Os estrangeirismos lexicais são um meio de ampliação lexical bastante recorrente e produtivo na língua. Partindo desse pressuposto julgamos que o estudo dos estrangeirismos na sala de aula pode ser bastante produtivo no desenvolvimento da competência lexical dos alunos ao fornecer-lhes meios de compreender tais vocábulos e como estes se relacionam com a língua. O uso de estrangeirismos em textos autênticos justifica seu estudo na sala de aula, pois significa que esses são de algum modo compartilhados e aceitos pela comunidade linguística, já que tais textos não são destinados apenas a pessoas que dominem uma língua estrangeira, mas ao público em geral. Assim, a pergunta principal que impulsionou este trabalho foi: de que maneira os estrangeirismos lexicais que têm entrado no português brasileiro podem ser trabalhados na sala de aula, de modo a contribuírem para o desenvolvimento da competência lexical dos alunos? Para responder a esta pergunta, neste trabalho empreendemos uma análise dos estrangeirismos lexicais presentes na publicidade impressa, a partir de uma perspectiva pedagógica, tentando demonstrar algumas maneiras de trabalhar essas unidades na sala de aula. Para isso, escolhemos como corpus de análise textos publicitários veiculados na revista Veja, no período de janeiro de 2009 a janeiro de 2010, que continham estrangeirismos lexicais. Analisamos as unidades encontradas em relação a sua tipologia e contextos de ocorrência, chegando à conclusão de que as unidades encontradas dividiam-se em dois grupos, os estrangeirismos estilísticos, unidades utilizadas para criar um diferencial no texto e que, por isso são ocorrências bastante pontuais e os estrangeirismos denominativos, unidades utilizadas principalmente para nomear elementos novos na língua e que, por isso, são mais recorrentes. A partir dessa divisão, estabelecemos dois critérios para a exploração desses estrangeirismos na sala de aula. Os primeiros foram abordados dentro do contexto de origem e envolveram abordagens cujo foco eram as escolhas lexicais e sua importância dentro do texto. Os pertencentes ao segundo critério foram trabalhados também dentro do contexto de origem, entretanto foram explorados com ênfase no uso geral, considerando-se que tais unidades lexicais, por sua grande frequência de uso, vão se incorporando aos vocabulários ativo e passivo dos falantes.
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O estudo da termodinâmica em sala de aula: uma perspectiva crítica a partir da história da ciência

O estudo da termodinâmica em sala de aula: uma perspectiva crítica a partir da história da ciência

Paulo: Sim, já utilizei. [...] Geralmente eu passo pra eles (os alunos) em forma de trabalho. Antes de iniciar um assunto, peço para que eles pesquisem em casa. Por exemplo, quando fui ensinar sobre as leis de Newton pedi para que eles fizessem um trabalho sobre isso, pesquisando todo o contexto até chegar nessas leis, sobre quem era Newton, onde ele estudou, quem eram as pessoas que ele usou como referência, como Galileu, e como que ele conseguiu formular essas leis, tudo dentro de um contexto. Pois, só as leis jogadas no quadro não adiantam. Passo o trabalho, pois depois chega na hora de passar o conteúdo e se você só citar em sala de aula eles não vão pegar, se passar o trabalho ou uma avaliação eles leem, é mais para enriquecer a aula. É mais para mostrar pra eles que a ciência não é fruto do acaso, que tem toda uma continuidade, alguém que pesquisou, alguém que elaborou, até chegar naquela formulação. Como curiosidade não dá mesmo, se for fazer que tem que ser bem contextualizado para que fique bem completo. Acho que ajuda bastante o aluno entender Física. (Transcrições das reuniões realizadas nos grupos de estudos. PRIMEIRA REUNIÃO, 29/04/2014)
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Construção de conceitos matemáticos em sala de aula a partir do estudo de uma situação real

Construção de conceitos matemáticos em sala de aula a partir do estudo de uma situação real

" ... Assim como o médico, uma vez prescrita a medicação, colabora para o bom funcionamento do processo de cura sem controlar cada etapa dele, também o professor colabora para o processo de aprendizagem sem ter de controlar em detalhes as etapas das transformações cognitivas que se produzem nos alunos. Ele identifica uma série de atividades suscetíveis de ativar os mecanismos necessários e as organiza. Entre essas atividades, há aquelas que não precisam de controle quando de sua execução : são as atividades de estudo. Essas atividades estão diretamente ligadas à aprendizagem; fazem parte integrante do ensino; são necessárias para que as transformações que têm lugar na sala de aula aconteçam. Eis a razão por que devem ser previstas, planejadas, organizadas, sustentadas por instruções claras e documentos de trabalhos apropriados" (Saint-Onge, 1999).
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Frequencia em sala de aula : um estudo a partir da otica de alunos e professores de um curso de graduação

Frequencia em sala de aula : um estudo a partir da otica de alunos e professores de um curso de graduação

RODRIGUES (1997), realizou um estudo focalizando o espaço sala de aula na universidade. A autora destaca que a sala de aula, enquanto dimensão física, é um espaço fechado, limitado a um número de pessoas previamente definido e que proporciona a interação entre alunos e professores. Através de sua observação do espaço sala de aula, relacionou as formas de ocupação física com a dinâmica de sala de aula destacando a posição do professor. Enquanto espaço físico, a sala de aula, segundo a autora, pode ser ocupada fisicamente de várias formas pelas pessoas que nela habitam. Existe a posição tradicional que mantém os alunos frente ao professor, posição essa que produz um certo distanciamento entre alunos e professores. Existem professores que colocam sua cadeira à frente da mesa ou mais ao centro da sala, buscando uma maior aproximação com os alunos. Outros, se mantém em pé ao lado da lousa, e outros, ainda, caminham pela sala enquanto expõem o conteúdo. Por outro lado, os alunos permanecem sentados a maior parte do tempo. Segundo a autora, a própria posição física de alunos e professores pode ajudar a traduzir se o clima de sala de aula é de dinamismo ou passividade. Entre os sujeitos que compõem o ambiente sala de aula – professores e alunos, Rodrigues observa a posição de destaque ocupada pelo professor, isto é, independente da posição física dos alunos a posição central é sempre do professor, pois:
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Atividades em sala de aula para o estudo de geometria no ensino médio

Atividades em sala de aula para o estudo de geometria no ensino médio

Infelizmente, certos conteúdos de geometria tornam-se de difícil assimilação quando não usamos ferramentas para que tal conteúdo possa ser de fácil recepção. Observei que em muitas aulas de geometria espacial certas características dos sólidos tornam-se algo misterioso e imperceptível, devido a não presença do objeto para que assim nossos alunos vejam as suas particularidades e possam tirar lições desse contato. Pude observar que vértices, arestas e faces são mais bem percebidos quando os discentes se apropriam desses sólidos e passam a manuseá-los, tirando conclusões que irão favorecê-los na obtenção das fórmulas de cálculo de áreas, de volumes e numa maior compreensão no que diz respeito à fórmula de Euller.
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Uso da tecnologia da informática em sala de aula: um estudo da geometria no ensino fundamental com utilização de recursos interativos de aprendizagem

Uso da tecnologia da informática em sala de aula: um estudo da geometria no ensino fundamental com utilização de recursos interativos de aprendizagem

Na busca dessa melhoria e com utilização de novas tecnologias, como, por exemplo, a informática, estão sendo criados novos modelos de ensino interativos para o ensino da geometria dinâmica que visam uma maior motivação e, com isso, conseqüentemente, um melhor aprendizado, como por exemplo o Geometricks que possibilita a construção de objetos geométricos, podendo serem movimentados livremente pela tela e editados com diferentes cores e traçados contínuos ou tracejados. Similarmente com as mesmas funções e possibilidades do Geometricks, encontra-se o Dr. Geo. Outro também disponível é o The Geometer’s Sketchpad que permite a exploração e compreensão da matemática trazendo as ferramentas tradicionais para a informatização. Neste método é possível um processo de descoberta, pelo qual os estudantes visualizam e analisam um problema, fazem conjecturas antes de tentar a prova.
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Comunicação e resolução de problemas utilizando o modelo Van Hiele para a exploração geométrica em sala de aula

Comunicação e resolução de problemas utilizando o modelo Van Hiele para a exploração geométrica em sala de aula

a relevância crucial que há no ensino e aprendizagem da Geometria, vista como uma ciência rica em conceitos e potencialmente explorada em diferentes metodologias.Nesse Capítulo, também damos ênfase ao Modelo van Hiele. O Capítulo 3 apresenta argumentos teóricos relacionados à interação social, comunicação matemática no decorrer das tarefas e uso de materiais manipuláveis nas aulas de Matemática. No Capítulo 4, apresentamos a metodologia preponderante do nosso trabalho. Nesse capítulo, mostramos os caminhos trilhados para obtenção dos dados da nossa pesquisa, bem como apresentamos, previamente, as etapas da pesquisa empírica, os instrumentos e as categorias de análise dos dados bem como os problemas que formulamos. O Capítulo 5 apresenta os primeiros resultados obtidos a partir da pesquisa empírica, enquanto que, nos Capítulo 6, 7 e 8 trazemos os resultados em três estudos de caso das Díades identificadas pelos pseudônimos: Ana e Cecília; Vitória e Alice; Júlia e Amanda. Finalizamos trazendo algumas conclusões a partir dos dados coletados e análises realizadas.
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O ensino da geometria na sala de aula do Ensino Médio e uma experiência com o PIBID – UEPB

O ensino da geometria na sala de aula do Ensino Médio e uma experiência com o PIBID – UEPB

Pensando na primeira etapa no processo de aplicação do minicurso criamos o evento chamado “Cinematemática”. Onde no dia 19 de abril de 2012, nós assistimos juntos com 20 alunos do Ensino Médio ao filme “À procura da Felicidade”. O filme contava a história de Chris Gardner (Will Smith), um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.
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Um estudo sobre polígonos a partir dos princípios de van Hiele

Um estudo sobre polígonos a partir dos princípios de van Hiele

Iniciamos a aula intitulada O desafio final do tangram, conversando com os alunos sobre a alteração que faríamos nas regras para aquela atividade. Explicamos-lhes que, na tarefa, eles deviam usar todas as peças de um mesmo tangram, isto é, eles não podiam pegar peças de outros tangrans e unir ao deles e muito menos trocar uma peça por outra. Como de costume a aluna A13 pediu-nos para distribuir o material para os colegas. Concordamos que ela poderia entregar o material para os colegas, mas pedimos-lhe o seguinte: Enquanto organizamos a sala, por gentileza, verifique se os tangrans estão completos e depois distribua um para cada dupla. A aluna A13 entendeu o que pedimos e, em seguida, pegou a pasta com os tangrans, retirou-os de dentro da mesma e, para verificar se estavam completos resolveu montá-los (Fotografia 4) formando o quadrado com as sete peças. No entendimento dela, se estivesse tudo certo o tangram estava completo, caso contrário, poderia estar faltando ou sobrando peça. Aluna A13, percebendo que poderia demorar mais tempo do que devia, resolveu convocar o colega A02 (Fotografia 5) para ajudá-la. E, à medida que ela terminava a montagem, o aluno A02 pegava o tangram, desmontava-o, colocava-o num envelope e entregava um envelope para cada dupla.
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Uma experiência de Geometria Plana com Tecnologias no ensino básico: um olhar a partir da Teoria de Van Hiele

Uma experiência de Geometria Plana com Tecnologias no ensino básico: um olhar a partir da Teoria de Van Hiele

Resumo: O presente artigo tem como objetivo apresentar e analisar os resultados de uma sequência de atividades desenvolvidas no software GeoGebra e feitas com estudantes do Ensino Médio. O conteúdo desenvolvido nas atividades foi o de Geometria Plana com ênfase em polígonos e quadriláteros notáveis. O artigo tece também reflexões sobre como a tecnologia pode potencializar e auxiliar o professor no ensino da Geometria. As atividades desenvolvidas tiveram o aporte teórico no modelo de pensamento geométrico de Van Hiele e a utilização dos recursos tecnológicos em sala de aula está fundamentada em uma perspectiva teórica conforme os autores estudados. A reflexão aqui apresentada é fruto de um estudo qualitativo, no qual se utilizou o software GeoGebra como recurso tecnológico. Como intuito de averiguar o desenvolvimento de competências e habilidades geométricas foi realizado com a turma durante o experimento de ensino um pré-teste e um pós-teste. A título de conclusão infere-se que o experimento de ensino possibilitou aos estudantes avançar progressivamente na construção de conhecimentos sobre polígonos e quadriláteros notáveis; e ao professor- pesquisador, refletir sobre a qualidade do ensino da geometria quando se integram recursos tecnológicos ao fazer docente.
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A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO SOBRE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS À LUZ DO MODELO VAN HIELE

A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO SOBRE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS À LUZ DO MODELO VAN HIELE

O modelo van Hiele de pensamento geométrico pressupõe, portanto, uma classificação do desenvolvimento do pensamento geométrico em níveis muito bem delimitados. Considerando a necessidade de se implementar em sala de aula propostas para o ensino de Geometria que ultrapassassem a simples memorização de fórmulas e propiciassem, de fato, a produção de conhecimentos geométricos, foi elaborada uma sequência de tarefas-exploratório investigativas sobre alguns conteúdos geométricos para ser trabalhada com alunos de sexto ano do Ensino Fundamental. Tarefas exploratório- investigativas são tarefas de caráter aberto que colocam os alunos em um genuíno momento de atividade matemática, ocasião essa em que investigam relações, conjecturam, experimentam e estabelecem conclusões, podendo-se estabelecer um paralelo ao trabalho desenvolvido por matemáticos profissionais (VIEIRA; ALLEVATO, 2012). No presente trabalho, buscou-se identificar, no envolvimento com as tarefas, em que estágio de desenvolvimento do pensamento geométrico o aluno se encontrava. Esse exercício é importante para compreender como se dá a produção de conhecimentos geométricos pelos estudantes. Apresentamos, na próxima seção, a descrição dos sujeitos da pesquisa bem como os procedimentos metodológicos que orientaram a coleta e análise dos dados.
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Geometria dinâmica na sala de aula: o desenvolvimento do futuro professor de matemática diante da imprevisibilidade.

Geometria dinâmica na sala de aula: o desenvolvimento do futuro professor de matemática diante da imprevisibilidade.

Foi utilizada uma abordagem qualitativa de pesquisa tendo em vista que o interesse era compreender elementos de uma situação envolvendo o cotidiano do futuro professor de matemática, além de sentimentos, crenças, motivações e atitudes individuais. Segundo Denzin e Lincoln (2006), esta metodologia localiza o observador no mundo, sendo composta por um conjunto de práticas materiais e interpretativas capazes de fornecer visibilidade ao mundo. Para os autores, tais práticas “transformam o mundo em uma série de representações, incluin- do as notas de campo, as entrevistas, as conversas, as fotografias, as gravações e os lembretes” (DENZIN; LINCOLN, 2006, p. 17). Além disso, a pesquisa qualitativa envolve o estudo do uso e a coleta de uma vasta gama de materiais empíricos, como, por exemplo: o estudo de caso, a introspecção, história de vida, entrevistas, artefatos, textos observacionais, entre outros, que, de acordo com os autores, descrevem momentos e significados na vida dos indivíduos. Dessa forma “os pesquisadores dessa área utilizam uma ampla variedade de práticas interpretativas interligadas, na esperança de sempre conseguir compreender melhor o assunto que está ao seu alcance” (DENZIN; LINCOLN, 2006, p. 17).
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Construindo o relevo na sala de aula: uma experimentação a partir da maquete

Construindo o relevo na sala de aula: uma experimentação a partir da maquete

Para se alcançar o objetivo proposto neste estudo, realizou-se antes de tratar com a experimentação envolvendo a maquete uma abordagem tradicional do conteúdo em sala de aula a fim de construir juntamente com os alunos noções relativas ao caráter genético e dinâmico do relevo. Nessa primeira etapa, de caráter expositivo, foram ressaltadas e trabalhadas as seguintes ideias: o que é relevo? Você consegue enxergar o relevo quando você vem para a escola? Quais as características desse relevo que você enxerga? Você já percebeu ou notou mudanças no relevo de um determinado lugar? Essas e outras indagações foram trabalhadas nesta etapa expositiva em sala de aula. Toda etapa teórico-metodológica foi realizada com a participação de alunos do 7° ano do ensino fundamental pertencentes à escola de ensino fundamental Agilberto Zandavalli localizada no interior de Guatambu –SC.
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Política na sala de aula: uma proposta interdisciplinar a partir da Antiguidade

Política na sala de aula: uma proposta interdisciplinar a partir da Antiguidade

Esta inspiração investigativa, centrada nas relações entre a história e as palavras, foi utilizada por estudiosos como Marcel Detienne, Nick Fisher e Louise Bruit Zaidman. Em todos, há o entendimento da organização do meio social através do estudo das palavras, uma vez que a organização do mundo ocorre a partir do processo de qualificação linguística das coisas existentes, que, além de nomeá-las, também as adjetiva. Isto gera um sistema de classificação, e seu estudo pode demonstrar a hierarquia de valores presente na sociedade, bem como a lógica na qual se estruturam as relações sociais (GERNET, 2002, p. 9-10). Assim, uma estrutura social corresponde a uma disposição linguística, e mudanças em uma, de alguma maneira, se traduzem na outra. Também há a possibilidade de apreender desse sistema as diferentes modalidades de pensamento que existem no interior de um grupo, o que implica a coexistência de diversas modalidades de “verdades”, que podem até mesmo ser opostas entre si (VEYNE, 1984, p. 39).
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Uma proposta metodológica para o ensino de geometria fractal em sala de aula na educação básica

Uma proposta metodológica para o ensino de geometria fractal em sala de aula na educação básica

O estudo dos fractais tem revelado de grande importância em vários campos científicos, como na Biologia e Meteorologia. Os fractais são estruturas geométricas complexas que em geral seguem uma ordem. Um exemplo de fractal é o chamado floco de neve, que recebe esse nome devido a sua semelhança com um floco de neve natural. Esse fractal pode ser construído a partir de algumas iterações em triângulo equilátero. Na 1ª, basta dividir cada lado do triângulo equilátero em três partes iguais e, sobre a parte central de cada lado, construir outro triângulo equilátero. A 2ª iteração consiste em dividir cada lado da nova figura em três partes iguais e, sobre cada parte central, construir um novo triângulo equilátero, e assim sucessivamente. Considerando o Triângulo inicial com iteração zero e lado medindo uma unidade, determine o perímetro da figura obtida na: primeira, terceira e sétima iterações.
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Uma proposta metodológica para o ensino de geometria fractal em sala de aula na educação básica

Uma proposta metodológica para o ensino de geometria fractal em sala de aula na educação básica

A presente dissertação trata do ensino de Geometria proposto nas Diretrizes Curriculares Estaduais de Matemática do Paraná. Neste documento a orientação é que, paralelamente, ao ensino dos conceitos de geometria euclidiana também sejam contemplados tópicos de Geometria Fractal. O objetivo da investigação foi propor diferentes atividades de ensino, que permitam aos alunos perceberem a existência e as características básicas da Geometria Fractal. Do ponto de vista metodológico, o estudo inseriu-se numa pesquisa qualitativa, baseado num estudo, envolvendo alunos da 1ª série do Ensino Médio de um colégio público estadual da cidade de Ponta Grossa (PR). A pesquisa orientou-se pela seguinte questão: Como introduzir os conceitos básicos de Geometria Fractal no Ensino Médio, por meio de diferentes atividades? Os dados foram recolhidos a partir da aplicação de uma oficina, envolvendo esta geometria. A investigação evidenciou a defasagem dos alunos que iniciam o Ensino Médio, em relação à compreensão dos conceitos geométricos básicos e também que é possível o professor abordar outras geometrias integradas ao ensino desde que busque atividades diferenciadas que possibilite aos alunos uma participação ativa no processo ensino e aprendizagem.
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Uma breve revisão da literatura de Van Hiele sobre a geometria no livro didático do Ensino Fundamental

Uma breve revisão da literatura de Van Hiele sobre a geometria no livro didático do Ensino Fundamental

Vários estudos apontam uma série de problemas com relação ao ensino de geometria ao longo dos anos em vários países, inclusive no Brasil. Boa parte desses trabalhos referem-se ao desenvolvimento do pensamento geométrico, ou seja, como tem sido feito o trabalho em sala de aula nesse ramo da matemática, para que os estudantes possam aprender os conceitos geométricos com compreensão e consequentemente, desenvolver o seu raciocínio geométrico. Estudo como os de Kaleff et. al. (1994), Villiers (2010), Souza e Silva (2012), Sant’Ana (2009), Oliveira e Gazire (2012), entre outros destacam a importância do desenvolvimento do pensamento geométrico para que os estudantes possam ter uma formação matemática mais completa e para isso, apresentam seus estudos baseados no modelo de aprendizagem de van Hiele.
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O ESTUDO DE GEOMETRIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A PARTIR DOS PARÂMETROS PARA EDUCAÇÃO BÁSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO: UM OLHAR SOB A ÓTICA DA TEORIA DE VAN HIELE

O ESTUDO DE GEOMETRIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A PARTIR DOS PARÂMETROS PARA EDUCAÇÃO BÁSICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO: UM OLHAR SOB A ÓTICA DA TEORIA DE VAN HIELE

Fazendo-se um paralelo com a teoria de Van Hiele denominada de desenvolvimento do pensamento geométrico, criada pelo casal holandês Dina Van Hiele e Pierre Van Hiele, seu surgimento se deu a partir das dificuldades apresentadas por seus alunos na área da geometria plana. Esses estudiosos aplicaram diversas atividades para seus alunos e chegaram à ideia que era possível identificar e enquadrar os níveis de conhecimentos geométricos de pessoas, viabilizando as possíveis lacunas e possibilidades existentes mediante a aplicação de sequência de atividades. Para isso, produziram um modelo que contemplou olhar para o processo de ensino e da aprendizagem com o intuito de abarcar de maneira hierárquica o desenvolvimento do raciocínio referente à geometria.
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